RS: Resgatado pela solidariedade de todos, mas sensibilizado e esperançoso pela empatia de muitos

Por César Saut, Vice-Presidente Corporativo da Icatu Seguros e Presidente da Rio Grande Seguradora

No começo do mês de maio testemunhamos o início do que se demonstrou ser uma das maiores tragédias que assolaram o estado do Rio Grande do Sul. As enchentes que nos acometeram deixaram um rastro de destruição e desamparo, afetando profundamente as vidas de milhões de pessoas e a infraestrutura do estado inteiro. Entendemos claramente o que o estatístico Emil Gumbel expressava em sua famosa frase: “O impossível é que o improvável nunca aconteça”. E realmente, o improvável se demonstrou mais do que possível, quase que implacável.

Assim como milhares de outros gaúchos de todas as querências “de nosso Brasil”, alterei a minha rotina para cooperar, me unindo a sociedade civil, que se organizou como pode, ao setor privado, ao poder público e até as diversas forças de segurança que se fizeram presentes. Muitos, e eu não diferentemente, contribuindo como podiam – ou melhor, como podem, até porque pouco posso dizer que já passou.

As reuniões e encontros corporativos deram lugar a uma rotina de tentar fazer o possível para acolher pessoas, alocar, mobilizar e gerir recursos de todas as ordens para doações, buscar parcerias para fortalecer a corrente do bem que se estabeleceu. Fazendo, sobretudo, a minha parte para cuidar de todos que meus esforços, seja como pessoa física ou jurídica, puderam alcançar.

Na intensidade dessa jornada, me deparei com algo que me gerou diversas reflexões: a diversidade presente entre os afetados. Dentre os muitos e muitos gaúchos, vi diversos venezuelanos. Já maculados por uma trajetória difícil e emigrados em busca de conforto – afinal, Deus nos deu pés, não raízes – , estavam agora de igual forma sofrendo as agruras da tragédia. Ao fim de cada dia, vendo centenas de milhares que precisavam de algo, ou às vezes de tudo, tive a certeza de que somos mais iguais do que muitas vezes percebemos. Quanto à nacionalidade, origem ou classe social, estávamos juntos ali, eu e milhares de outros iguais, tentando ajudar outras centenas de milhares.

Ajudando ou sendo ajudados, vi amigos, amigos de amigos, colegas de trabalho ou até seus familiares, parceiros da Icatu Seguros e da Rio Grande Seguradora. Enfim, pessoas. Todos fragilizados pelo improvável que se estabeleceu com uma força que eu nunca tinha imaginado que poderia se fazer presente – mesmo isto estando gravado na história deste estado, mas no distante ano de 1941.

Hoje, enquanto as águas retornam, me sinto machucado pela experiência, mas mais consciente do que nunca de que solidariedade e empatia devem andar juntas. Estou certo do poder impressionante da força coletiva e da resiliência humana. Pessoas, famílias e comunidades buscam se reerguer com determinação, muitas vezes sem recursos mínimos ou com recursos insuficientes. Elas estão reconstruindo não apenas suas casas, mas também tentando reencontrar suas histórias e retomar suas vidas o mais próximo possível da normalidade.

É um momento que se precisa ter esperança, onde os inúmeros exemplos de solidariedade e a empatia que todos nós temos em nossas memórias e, com certeza em nossos corações, precisam ser os alicerces que reestabelecerão as nossas esperanças no futuro.

A solidariedade, como vimos durante as enchentes, se manifestou por meio de doações, apoio logístico e esforços conjuntos para oferecer alívio imediato e salvar vidas. Aprendi que a empatia faz toda a diferença, mostrando-se ainda mais importante quando muitos se colocaram no lugar do outro, compreendendo dores e necessidades. Mesmo dentro da água, compartilhavam a dor de quem perdeu e a esperança de quem estava sendo acolhido. Empáticos, choraram junto, sofreram, mas também tiveram motivos para muitas vezes respirarem aliviados e sorrirem.

Estar junto me fez entender as diferenças, mas também a importância das complementaridades. Durante alguns dias, vi a pequenez e a impotência dos homens frente a um desastre natural, mas também a grandiosidade das pessoas e, ressalto, a força da coletividade. Vi empresários expressivos e expoentes na sociedade, na economia do nosso estado e do nosso país, unidos a pessoas simples, por um mesmo propósito. Fazer a desesperança se transformar em esperança, às vezes em poucos minutos, pela intervenção assertiva de alguém cuja empatia saiu de sua zona de conforto e atendeu a tantas necessidades.

Muitos gestos e imagens marcaram minha história, mas sempre lembrarei do poder transformador da empatia e da coletividade. Quem tinha recursos, doou; quem tinha equipamentos, emprestou ou doou; quem tinha força física, ajudou como pôde. Mesmo aqueles sem recursos ou capacidade física participaram, oferecendo solidariedade. Como ouvi de uma senhora: “Estou orando por todos os socorristas e para que a normalidade se restabeleça.”

Agora, quando muitos acham que o que o Rio Grande do Sul viveu é passado, é importante lembrar que, infelizmente, não é. As águas afetaram mais do que o nosso passado; abalaram a infraestrutura do estado e feriram a felicidade do povo. Mesmo com a ajuda de gaúchos de coração de todo o país e do mundo, não há como dizer que estamos próximos de sair do estágio de calamidade.

Todos os dias, ao tentar retomar a normalidade, percebo que minhas histórias são muitas, mas pequenas diante do todo. Cada pessoa no Rio Grande do Sul carrega uma ferida aberta, seja própria ou de alguém próximo. Ao mesmo tempo, lembro do povo brasileiro ajudando o próprio povo, com inúmeros heróis anônimos que vi ou conheci, trazendo ânimo. As águas podem ter afetado o passado e prejudicado o presente, mas não abalarão a força e determinação do povo do Rio Grande do Sul, composto por gaúchos de coração de todas as regiões do Brasil e do mundo. Nascidos em diversos lugares, de variadas etnias e sotaques, formam hoje esta grande sociedade.

No fim das contas, vamos levantar-nos, mas se este se levantar será rápido ou não, se vamos sair menores ou quem sabe até mais fortes, tudo dependerá apenas de nós – pessoas, famílias, sociedades e governos. Da nossa postura frente a situação, da nossa (boa) fé, determinação e intensidade.

Por isso, peço que continuem torcendo por nós e por este estado. Façam-se presentes, de perto ou de longe. Se antes usar e consumir um produto gaúcho era uma opção, hoje é mais do que isso; é uma maneira de salvar um estado e dar a essa sociedade ferramentas para se reerguer com dignidade. Nosso objetivo não é ser o lugar onde o Brasil começa ou termina, mas voltar a ser um dos agentes de desenvolvimento econômico do nosso país, onde os brasileiros podem contar com nosso esforço e dedicação para contribuir com o progresso da nação.

A Icatu, além de ações voltadas para colaboradores, clientes, corretores e parceiros da região, doou recursos expressivos, alocou esforços e mobilizou parceiros. Sensibilizou suas redes de relacionamento para realizar doações e transferiu um de nossos principais eventos anuais, que reúne os maiores líderes do mercado brasileiro e que seria em Londres, para Gramado. Com isso, trouxe para nosso estado os recursos que seriam expatriados, visando fortalecer a economia local e auxiliar a retomada da normalidade. Este é o compromisso de nosso grupo empresarial e de nossa seguradora 100% brasileira, que busca praticar a empatia como seguradora de pessoas.

Finalizo este relato reforçando que tanto a empatia quanto a solidariedade não são apenas substantivos, ou meras palavras; são ações que traduzem nosso compromisso mútuo de cuidar uns dos outros. Que nos dão esperança nos homens. E, quando são expressas em grandes proporções, como o que vimos, nos dão esperança na humanidade. Tenho certeza de que vamos continuar avançando, lado a lado com o Brasil, rumo a um futuro mais resiliente, mas também mais próspero e com certeza muito feliz.

O Rio Grande do Sul está vivo, mas ainda precisa de todos nós.

Após um ano da promulgação da Lei 14.599/23, mercado de transporte de carga sente impactos

Fonte: Alper

Promulgada em junho de 2023, a Lei 14.599/23 prometia regulamentar e resolver a questão das obrigatoriedades na contratação de seguros para transportes de carga no Brasil. Passado um ano desde sua implementação, ainda persistem dúvidas e questionamentos sobre as consequências, e a aplicabilidade no dia a dia dos embarcadores e transportadores.

Entre as mudanças mais notáveis, destaca-se a obrigatoriedade de novos seguros. Além do RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga), os seguros RC-DC (Responsabilidade Civil do Transportador em Caso de Desaparecimento de Carga) e RC-V (Responsabilidade Civil do Transportador de Veículos) também se tornaram obrigatórios, alterando, assim, a dinâmica de contratação de seguros. Outra mudança significativa foi a obrigação do transportador de averbar 100% das cargas sob sua responsabilidade, independentemente de o embarcador possuir um programa de seguro.

Além destas, destaca-se o fim das apólices de estipulação. “Antes, embarcadores contratavam suas próprias apólices de seguro de transporte e por meio das apólices de estipulação do RCTR-C e da carta de DDR os transportadores não averbavam mais estes riscos em suas apólices, ficando obrigado a seguir as regras impostas pelos embarcadores”, explica Denis Teixeira, vice-presidente da Alper Cargo, divisão de seguros de Transportes da Alper Seguros. “Agora, com a lei, os transportadores são obrigados a averbar 100% dos embarques e o embarcador não consegue mais emitir as apólices de estipulação do RCTR-C. No entanto, as cartas DDR (Dispensa do Direito de Regresso) ou Carta Conforto, que eram emitidas pelos embarcadores aos transportadores, continuam sendo emitidas, trazendo assim, mais um desafio para equilibrar os interesses das partes.

Com todas as mudanças advindas da lei, a Alper observou efeitos em sua carteira de clientes. “Houve um crescimento de 26% na contratação de seguro de transportadores, quando comparado ao ano anterior. Além de um crescimento massivo de clientes transportadores na carteira.”, comenta Denis Teixeira, vice-presidente da Alper Cargo, divisão de seguros de Transportes da Alper Seguros.
 

Após um ano da promulgação, ainda existem preocupações. “Os embarcadores estão preocupados com o aumento do custo, qualidade e segurança das mercadorias, tendo que ajustar regras conforme exigências dos transportadores”, observa Teixeira. Por outro lado, os transportadores continuam enfrentando desafios na administração de diversas regras de gerenciamento de riscos e nos custos envolvidos, uma vez que as cartas de DDR continuam sendo emitidas. A vulnerabilidade quanto a possíveis ações de regresso, em casos de descumprimento de regras, é uma preocupação crescente.

Para os corretores de seguros e seguradoras, a nova legislação trouxe a necessidade de orientar os segurados sobre as novas exigências e implicações nas apólices. Houve adaptações na subscrição de riscos e adequações de produtos de seguro para alinhar-se às novas normativas, impactando diretamente nos custos e na oferta de mercado. Com a regulamentação da Susep, a provável eliminação das franquias pode acarretar em aumento das taxas de seguro e possivelmente reduzir o apetite de risco das seguradoras no setor de transportes. Para mitigar esses efeitos, é essencial que os segurados contem com consultorias bem informadas e mantenham boas relações com as companhias de seguro, possibilitando negociações eficazes na administração de recursos e custos. “O time Alper Cargo está preparado para apoiar na consultoria de Transportadores e Embarcadores, de forma que possa oferecer uma solução de continuidade para as relações/negócios das empresas e a segurança que a operação precisa. ”, afirma Denis Teixeira, vice-presidente da Alper Cargo.

Em relação às perspectivas futuras sobre a legislação, recentemente a SUSEP realizou uma consulta pública sobre a lei 14.599/23 e está prestes a emitir uma nova normativa. A tendência é de que essa nova resolução seja seguida por um posicionamento da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). “Certamente isso trará novas necessidades de adequações de produto, bem como das subscrições dos riscos por parte das seguradoras.”, explica Teixeira.


Grupo Exalt anuncia Maurício Ramos como diretor

O Grupo Exalt anuncia a saída de Christian Menezes e a chegada de Maurício Ramos como novo diretor. Com mais de 30 anos de experiência nas áreas comercial e técnica, atuando no relacionamento com corretores de diversos segmentos e regiões, possui estreito relacionamento com o mercado segurador. 

Christian Menezes, que está no Grupo Exalt há 2 anos, vai permanecer na empresa até o dia 31 de julho, para conduzir o processo de transição. Dentre outros, o executivo liderou a implantação das ferramentas digitais, o plano de expansão e a reestruturação das soluções ofertadas pelo grupo, com ênfase em um moderno programa de capacitação e desenvolvimento de corretores. “Sou muito grato pelo período que estive à frente do Grupo Exalt, me sinto muito honrado por ter desfrutado da confiança e do apoio de cada um dos nossos corretores, nessa jornada próspera e evolutiva”.

Maurício Ramos é graduado em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão Empresarial, pela Fundação Getúlio Vargas. Com passagens pela Itaú Seguros, Allianz Seguros, Swiss Re e It’s Seg, o profissional traz em sua bagagem a especialização em gestão de negócios, indicadores de desempenho e orçamento, liderança de equipes funcionais e multiculturais, em todo o Brasil. 

“Estou muito feliz com a oportunidade de liderar o Grupo Exalt e dar continuidade a missão de fortalecer a marca no mercado, ampliar nosso posicionamento e contribuir para um novo momento, com soluções focadas em inovação e sustentabilidade”, concluiu Maurício Ramos.

Tokio Marine reduz em 60% o tempo de pagamento de sinistros de automóvel em casos de indenização integral

Lauro Dier Tokio Marine

Fonte: Tokio

Por meio da automatização e investimento em tecnologia, a Tokio Marine reduziu em 60% o tempo de indenizações de sinistros de automóvel em casos automóveis em casos de Indenização Integral (Perda Total, Roubo ou Furto) nos últimos três meses. Chamado de Projeto 72h, a iniciativa, pioneira no mercado brasileiro, cobre toda frota segurada pela Companhia e tem como objetivo pagar os clientes rapidamente, em até 3 (três) dias. 

Implementado em 8 de abril deste ano, o projeto simplificou as etapas de abertura de sinistro e trouxe mais agilidade na análise da documentação necessária. A iniciativa funciona da seguinte forma: o cliente compartilha a cópia do documento de transferência do carro mais o e-ticket de envio do documento físico pelos Correios para a Companhia, via SuperApp do Cliente ou Site, e a regulação do sinistro já começa a ser feita, viabilizando o pagamento em até 72h. 

Em caso de Indenização Integral, é necessário apenas o documento de transferência do automóvel. Já quando acontece um Roubo ou um Furto, é necessário enviar também o Boletim de Ocorrência.

De acordo com o Diretor de Sinistros da Tokio Marine, Laur Diuri, anteriormente, esse procedimento levava ao menos 5 dias, pois era necessário que o documento chegasse fisicamente à Companhia para que a análise tivesse início. “Agora, com todo o investimento em tecnologia que fizemos para otimizar o processo, já conseguimos ter acesso à maioria da documentação necessária apenas por meio do CPF ou do CNPJ cadastrado do nosso Segurado. Desde a implementação do projeto, temos recebido uma série de elogios dos nossos Clientes, colocando em evidência exatamente o que buscamos: a satisfação de nosso consumidor final”, comenta.

Diuri reforça que o objetivo da área é utilizar a Inteligência Artificial Generativa como ferramenta que traga celeridade para as análises, reduza ainda mais etapas, simplifique mais processos e promova maior excelência no serviço oferecido aos Clientes Tokio Marine. “Nossa meta é continuar com essa agilidade, cada vez mais otimizando e reduzindo o tempo de regulação do sinistro para oferecer soluções que aprimorem a Jornada do Cliente quando ele está mais fragilizado em nossa relação de consumo”.

MAG Seguros anuncia rebranding em produtos com foco em saúde

mag seguros

Fonte: MAG

A MAG Seguros, seguradora especializada em vida e previdência, anuncia o rebranding da antiga linha Vida Toda Bem-Estar para INVIDA, uma linha de produtos voltados para coberturas que te protegem de imprevistos com a sua saúde ao longo da vida. 

Visando aumentar a conscientização sobre o uso de seguros de vida, e desmistificar a crença de que os produtos de vida se limitam apenas à cobertura de morte, a linha INVIDA traz uma visão acolhedora que permite conexão mais próxima com os segurados e familiares, além de enfatizar a mensagem de proteção complementar e financeira em casos de imprevistos de saúde.

Segundo o Head da linha INVIDA Thiago Levy, “A principal motivação para reformulação do portfólio de produtos está diretamente ligada a mensagem que a linha ofertava ao cliente, sem tanta clareza. O rebranding desse portfólio reflete nosso compromisso em olhar para determinados públicos que precisam desse respaldo e apoio financeiro em situações que envolvem os cuidados na saúde, de forma que, possamos proteger e encorajar os beneficiários a seguir sua jornada em todos os momentos de sua vida, até mesmo os mais difíceis”, comenta o executivo.

O grande diferencial apresentado na linha INVIDA é seu amplo portfólio que tem como característica as coberturas que podem ser utilizadas em vida, onde o segurado é o próprio beneficiário do seguro Entre elas estão os seguros para doenças graves que contemplam até 28 diagnósticos cobertos e divididos em três modalidades: essencial, plus e premium. No mais simples contemplando cobertura para casos de Câncer (nos níveis leve – 30% do capital segurado; moderado – 50% e grave – 100%). No intermediário, é possível obter cobertura para Alzheimer, Parkinson, AVC, Infarto e entre outros e enquanto o mais avançado inclui até transplantes. Outros produtos oferecidos pelo INVIDA são: Seguro Cirurgias (contempla mais de 900 tipos de procedimentos cirúrgicos com capitais variando de R$5 mil a R$50 mil), Seguro por Incapacidades Temporárias e Diária por Internação Hospitalar. 

“O Invida se apresenta como uma alternativa de proteção complementar e até mesmo como uma reserva financeira de emergência em situações que envolvem a saúde do segurado. Gostamos de enfatizar que a linha não substitui planos de saúde, mas permite a determinados capitais, liberdade, autonomia e suporte financeiro com os gastos que envolvem o tratamento de uma doença ou com o período de recuperação após um procedimento cirúrgico, ou uma internação hospitalar, finaliza o executivo.

A linha de produtos também oferece cobertura de morte para pacientes que convivem com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, obesidade entre outras. No nosso portfólio oferecemos ainda assistências complementares que incluem atendimento por telemedicina 24 horas, consultas de telessaúde por voz com profissionais como psicólogos e nutricionistas, além de desconto em medicamentos, consultas e exames.

CNseg participa de grupo de trabalho do G-20 para Mobilização Global contra a Mudança do Clima

Fonte: CNseg

O setor segurador é crucial para construir soluções para a agenda climática mundial, incentivando uma exposição a um menor risco e permitindo investimentos na transição, disse o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, durante reunião do grupo de trabalho do G20 em que discutiu a construção de um mundo justo e um planeta sustentável, nesta sexta (12), em Belém, no Pará. Segundo ele, nenhum outro setor entende e gerencia melhor os riscos do que o de seguros. 

Dyogo falou durante painel que tratou dos efeitos dos riscos climáticos ao lado de Avinash Persaud, assessor especial do BID para Mudanças Climáticas e Jorge Hargrave, vice-presidente da força-tarefa do B20 sobre Finanças e Infraestrutura e diretor da Maré Investimentos. Esse grupo de trabalho é responsável por elaborar as propostas que serão posteriormente aprovadas pelos chefes de estado do G-20, em novembro, na Cúpula que acontecerá no Brasil. 

O presidente da Confederação ressaltou, em seu discurso, que este encontro do G20 acontece dois meses após a tragédia das chuvas no Rio Grande do Sul que causou mortes e muita destruição. O setor segurador já registra R$ 4 bilhões em sinistros relacionados ao desastre climático, cobrindo várias áreas, incluindo automotivo, residencial, agrícola e grandes riscos. Neste cenário, as empresas já veem que sua responsabilidade e compromisso social estão crescendo, pontuou.

Em sua fala, o executivo da CNseg alertou que no ano passado, o impacto dos desastres naturais na economia global foi de US$ 380 bilhões, mas apenas 30% (aproximadamente US$ 118 bilhões) desse valor foram cobertos por seguros, revelando uma lacuna de proteção de 70%. Aqui no Brasil, os desastres naturais geraram uma perda total de US$ 10 bilhões em 2023, e apenas 5% (US$ 475 milhões) foram cobertos pelo seguro, revelando uma lacuna de proteção de 95%, disse. 

“Certamente esses números e essa realidade confirmam a percepção de que o seguro é um ator-chave na agenda de emergência climática. A crise climática já está entre nós e afeta fortemente as diferentes camadas da sociedade e por isso nosso compromisso deve ser agir com a máxima eficácia e urgência”, destacou.

A CNseg tem se comprometido e trabalhado intensamente para expandir sua participação em vários fóruns focados na emergência climática e defende que o setor segurador tem que ser contemplado nestas agendas, de acordo com o executivo. “A ideia é enfatizar que o seguro não é apenas uma parte fundamental da agenda de adaptação, porque leva riscos de outras partes interessadas, mas também porque é crucial para impulsionar a agenda climática, incentivando uma exposição a um menor risco e permitindo investimentos na transição”. 

Entre as propostas do setor estão o Seguro Social contra Catástrofe, um instrumento de proteção que pretende indenizar famílias vítimas de inundações ou deslizamentos de terra. Além disso, recentemente, a CNseg fechou parceria com o UNEP FI – a Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – com o objetivo de criar ferramentas para melhor avaliar os impactos dos riscos climáticos nas operações das seguradoras considerando diferentes cenários do país. O mercado de seguros depende de dados históricos. 

“Os eventos climáticos estão cada vez mais criando cenários que se desviam dos padrões estabelecidos e por isso é necessário revisitar suposições para incorporar a avaliação preditiva, que agora é ainda mais baseada na ciência climática”, explicou.

Tanto o projeto da UNEP-FI quanto o Seguro Social contra Catástrofe estão listados no documento “Propostas do Setor de Seguros para a Agenda do G20”, recentemente apresentado ao Ministério das Relações Exteriores e ao Ministério das Finanças. Este documento foi produzido pela CNseg e foi endossado pela Federação Global de Associações de Seguros (GFIA).

Além disso, Dyogo defendeu a necessidade de estabelecer produtos de seguros para cobrir a infraestrutura nacional e expandir produtos para o setor agrícola, pois esses são setores-chave para o crescimento econômico e de desenvolvimento brasileiro. “Hoje, temos o prazer de enfatizar a posição e o compromisso do setor de seguros com as prioridades estabelecidas pelo Brasil na Presidência do G20. Seguros e clima são tópicos que cada vez mais andam de mãos dadas”, concluiu.

Grupo Bradesco Seguros anuncia 2º ciclo do Programa de Estágio 2024

Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.
Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

Fonte: Bradesco

Após um recorde de inscritos no Programa de Estágio realizado no 1º semestre desse ano, com 49 mil inscritos, o Grupo Bradesco Seguros lança o 2º ciclo do Programa. As inscrições estão abertas até o dia 12 de agosto.

Para essa edição do 2º semestre, as oportunidades são destinadas a estudantes de nível superior ou tecnólogo, para atuar em diferentes áreas como: Recursos Humanos, Financeiro, Marketing, Inovação, Comercial, Tecnologia, Administrativa, Jurídico, Atuarial, Projetos, Operações, entre outras.  As vagas disponíveis são para as unidades de Rio de Janeiro (39), São Paulo (Barueri – 71; Osasco – 2; Campinas – 2; São Paulo – 18), Minas Gerais (1), Bahia (1), Paraná (5) e Pernambuco (2).

“O sucesso da 1ª edição do programa de 2024 nos inspira ainda mais a criar um segundo momento para que os novos talentos tenham acesso a oportunidades de estágio, ou seja, há demanda e desejo de fazer parte do nosso time. Do nosso lado, garantimos a oportunidade de crescimento profissional e desenvolvimento contínuo para esses estagiários, no qual cada um possa se desenvolver e contribuir para o futuro da nossa companhia”, diz Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade da Seguradora. 

Após a aprovação, as pessoas estagiárias passarão por três etapas fundamentais: integração, conhecimento e desenvolvimento, abordando temas como empatia, propósito e colaboração. Além disso, haverá encontros periódicos para acompanhamento do progresso e compartilhamento de suas experiências.

As inscrições podem ser realizadas nesse link: https://ciadetalentos.com.br/estagiobradescoseguros2024/.

O processo seletivo abrange testes online, avaliações e dinâmicas de grupo, entre fevereiro e abril e as admissões estão previstas para acontecer a partir de maio.  

Confira os pré-requisitos e perfil:

  1. Estudantes de nível superior, cursando a partir do 2º semestre (bacharelado, licenciatura), ou estudantes em nível de tecnólogo, cursando a partir do 1º semestre.
  2. Disponibilidade para uma jornada de estágio de 20, 25 ou 30 horas semanais e, preferencialmente, com possibilidade de realizar 2 anos de estágio. 
  3. Disponibilidade para trabalhar no modelo híbrido (3x por semana presencialmente no escritório e 2 x por semana em home office)

O QUE OFERECEMOS  

  • Seguro contra acidentes pessoais
  • Bolsa auxílio
  • Auxílio transporte
  • Programa Viva Bem
  • Total Pass
  • Cesta de serviços bancários
  • Cursos para apoiar o desenvolvimento pessoal e o profissional
  • Day off no dia ou no mês do aniversário
  • Oportunidade de participação em Programas de Voluntariado Bradesco
  • Incentivo à realização de cursos universitários e de idiomas com escolas parceiras
  • Acesso ao clube recreativo localizado em SP e RJ

Assistências da Maxpar estão em multicálculo homologado com seguradoras

Fonte: Maxpar

O multicálculo da Moshe SI é homologado com as seguradoras e garante aos corretores facilidade para calcular e apresentar mais de uma opção de cobertura aos segurados. E as assistências da Maxpar estão disponíveis no sistema para cotações completas, que asseguram mais praticidade e otimização do tempo dos usuários. As principais soluções auto da empresa podem ser flegadas nos cálculos, de forma automatizada – Vidros; Faróis, Lanternas e Retrovisores; Lataria e Pintura; e Roda, Pneu e Suspensão.

A presença das assistências da Maxpar no multicálculo da Moshe SI visa auxiliar a rotina dos corretores, explica Rafael Diniz, integrante do time de Relacionamento Corretores da Maxpar. “O nosso objetivo é assegurar que os corretores possam escalar as vendas e fidelizar os segurados, por meio da maior usabilidade da apólice garantida pelas nossas assistências. Logo, é fundamental que as nossas soluções estejam presentes nos multicálculos, uma vez que ajudam o trabalho diário das corretoras, que ganham mais tempo ao gerar cotações completas em poucos minutos”, comenta.

Diante dos benefícios que oferece, a Moshe tem recebido feedbacks do aumento na eficiência e agilidade trazida para a operação diária das corretoras. “Isto não tem só economizado tempo do corretor, mas percebemos o quanto as operações têm escalado e convertido mais vendas. Nossos clientes podem responder de forma rápida e competitiva às demandas do mercado. Temos orgulho de poder trazer esta ferramenta e transformar positivamente o dia a dia das corretoras!”, destaca Gabriel Farias, Gerente Comercial e Operações da Moshe SI.

Cresce captação líquida na previdência privada aberta em maio de 2024

operarios previdencia

Relatório realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, junto às associadas, revela que em maio de 2024 mais de 11,1 milhões de pessoas possuíam previdência privada aberta no país. O resultado indica uma alta de 2,9% em relação ao mesmo mês de 2023 e um incremento superior a 300 mil indivíduos. Esse total de pessoas equivale a, aproximadamente, 10% da população entre 20 e 60 anos no país, evidenciando o potencial de crescimento do setor. 

Ao todo, são mais de 14,1 milhões de planos comercializados no Brasil, dos quais 80% estão na modalidade individual. Ao analisar por produto, percebe-se que o VGBL — Vida Gerador de Benefício Livre — é o favorito, representando 62,5% dos planos (8,8 milhões), seguido pelo PGBL — Plano Gerador de Benefício Livre — com participação de 21,6% (3 milhões de planos) e os demais 15,9% (2,2 milhões) são planos tradicionais. 

Arrecadação nos planos de previdência privada cresce de forma acelerada

Nos cinco primeiros meses de 2024, a arrecadação da previdência privada aberta superou os R$ 80 bilhões, um crescimento de 25,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já os resgates, no mesmo intervalo, caíram 1,3%, totalizando R$ 54,6 bilhões. 

Com isso, a captação líquida, ou seja, o resultado da captação bruta dos planos menos os resgates, somou R$ 25,7 bilhões. A cifra representa um crescimento de 203,1% em relação ao acumulado até o quinto mês do ano passado. O setor possui R$ 1,5 trilhão em ativos nesses planos, aproximadamente 13,1% do PIB.

VGBL é o produto com os maiores aportes

Ao segmentar a arrecadação por produto, o estudo revela ainda que o VGBL captou R$ 74 bilhões nos cinco primeiros meses de 2024, 92% do total arrecadado. Nos planos PGBL foram aportados R$ 5 bilhões, 6% do total, e R$ 1,2 bilhão foram aplicados em fundos tradicionais de previdência privada aberta.

Sem Parar Seguros lança seguro auto sob demanda com cobertura de 24 horas

José Machado, diretor de Seguros no Sem Parar.

Fonte: Sem Parar

O Sem Parar, ecossistema de mobilidade com foco em quem dirige, anuncia seu novo seguro Auto Diário, que propõe um tipo de apólice sob demanda ainda inédito no mercado de seguros para veículos. 

Entre seus diferenciais, o novo produto possui ativação automática, é válido por 24 horas, por R$ 2,90. Sua cobertura garante: auxílio em todos os casos de colisão e danos ao veículo, inclusive de acidentes oriundos de desastres naturais, ou reembolso de franquia de até R$ 3 mil para quem já possui seguro auto tradicional.

Válida em todo território nacional, a proteção é iniciada a cada vez que os motoristas utilizarem sua tag Sem Parar em algum pedágio, seja em rodovias ou no perímetro urbano. Caso o motorista passe em outros pedágios durante o período vigente, não haverá novas ativações, permanecendo a cobertura a partir do horário do primeiro registro. A cada novo intervalo de 24 horas, será cobrada uma nova ativação.

Sob demanda, o foco do novo serviço mira clientes que utilizam o carro esporadicamente ou que possuem necessidades de cobertura confiável, mas temporária. Além disso, o Auto Diário também atende motoristas que já possuem seguro auto tradicional, mas desejam acrescentar uma camada extra de proteção ao seu carro, para evitar a abertura de sinistro em seguros regulares, que costumam ter valores elevados de franquia. 

“De acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), cerca de 70% dos automóveis brasileiros rodam sem seguro. Uma das explicações para esse alto índice de falta de cobertura pôde ser vista em uma pesquisa do próprio Sem Parar, em janeiro de 2022, que mostrou que 63% das pessoas não contratavam um seguro por considerar o preço muito elevado”, explica José Machado, diretor de Seguros no Sem Parar. 

“Estamos na era da simplicidade e customização de oferta. Nosso objetivo com o Auto Diário é proporcionar uma experiência mais simples, descomplicada e rápida para quem dirige. Nós somos líderes em tags e nossos clientes já utilizam o pedágio em cerca de 80 milhões de transações por mês. Faz bastante sentido criarmos essa alternativa aos modelos tradicionais de seguro, que protege a jornada do nosso cliente de forma automática, apenas quando ele precisar”, finaliza Machado. 

Sob demanda e com ativação automática 

O produto completa o rol de 16 produtos oferecidos pela companhia, que entrou no mercado de assistências e seguros em setembro de 2022 e, desde então, já comercializou mais de 1,5 milhões de apólices. 

Criado em parceria com a Autoday by Kovr – insurtech representante de seguros no ramo de automóveis com a Kovr Seguradora, o Auto Diário permite que os clientes só paguem pelo seguro quando usarem. Ao aceitar o serviço no SuperApp Sem Parar, cada vez que a tag é usada em um pedágio, em um período de 24 horas, o veículo fica protegido por apenas R$ 2,90.

Caso o cliente contrate o serviço e não o ative passando por algum pedágio, o seguro continuará disponível, mas sem gerar cobrança na fatura. Em caso de sinistro, clientes poderão comunicar pelo próprio SuperApp Sem Parar, na seção “Meus Seguros”, ou solicitar atendimento pelo canal de relacionamento com cliente.  

De acordo com o Sem Parar, o comportamento dos clientes early adopters tem indicado o uso do Auto Diário quatro vezes por mês. Pensando na intensificação desse uso, a companhia prevê uma nova feature do produto, que indicará quando será mais vantajoso para o cliente optar entre o Auto Diário e a apólice do Auto Flex Essencial, que garante a mesma proteção de cobertura ao longo de um mês corrido, por R$ 30,90.  

“Estamos muito animados com essa parceria. Nosso desafio com a Sem Parar é trazer a democratização do acesso ao seguro de automóveis, oferecendo soluções que redefinam os padrões da indústria, com uma abordagem inovadora que coloca o controle nas mãos dos motoristas, proporcionando-lhes a flexibilidade e economia que eles desejam e merecem.”, conta Alec Maia, CEO da Autoday by Kovr.