Porto Saúde lança Linha Porto Bairro para empreendedores de São Paulo 

Fonte: Porto

A Porto Saúde amplia o seu portfólio e lança a Linha Porto Bairro, plano de saúde microrregional focado em bairros da cidade de São Paulo, operado pela Portomed. O produto foi desenvolvido para ter a essência de saúde para pequenos empreendedores locais: hospital e laboratório de referência do bairro, acesso à medicina de excelência e preço que cabe no bolso.
 

A Linha Porto Bairro é destinada a pequenas e médias empresas (PMEs) de 3 a 99 vidas e são 10 novos planos, que levam o nome dos bairros que os representam: Centro, Ipiranga, Itaquera, Lapa, Moema, Morumbi, Paulista, Pirituba, Santana e Tatuapé.
 

“Desenvolvemos a Linha Porto Bairro para atender o essencial que o pequeno empreendedor precisa, garantindo hospitais parceiros de referência e medicina de qualidade, por um preço que cabe no bolso, tudo próximo do seu negócio. Além de ser uma grande homenagem à cidade de São Paulo e reconhecendo a particularidade de cada bairro que o compõem, respeitando sua diversidade, cultura e sotaques”, explica Sami Foguel, CEO da Porto Saúde.
 

Cada um dos 10 planos disponíveis é associado a um hospital de referência no respectivo bairro. Por exemplo, o Hospital Albert Sabin atenderá o bairro da Lapa, o Hospital Santa Marcelina servirá Itaquera e o Hospital Dom Alvarenga cobrirá o Ipiranga. Além disso, todos os produtos da Linha Porto Bairro incluem acesso aos laboratórios Hermes Pardini e Labi Exames mais próximos, bem como atendimento no Cema H.Olhos e no Oncoclínicas.
 

Estão inclusos benefícios como acesso ao Time Médico Porto Saúde, telemedicina 24h, psicólogos online, descontos em farmácias parceiras, além de programas de promoção à saúde. Outro diferencial é a possibilidade de adquirir o Seguro Odonto e o Seguro de Vida por um valor promocional, como complemento ao plano. Escolha ideal para empresas que buscam cuidar da saúde de seus colaboradores de São Paulo, sem sair do seu bairro.
 

Para conhecer cada um dos planos, valores e entender os benefícios com mais detalhes, é recomendável entrar em contato com um dos corretores parceiros da Porto. A companhia conta com uma rede extensa de mais de 37 mil profissionais capacitados, que possuem o conhecimento técnico necessário para identificar os melhores produtos e serviços de forma personalizada, atendendo às necessidades específicas de cada cliente.

Fazenda desenha proposta para transformar BC e CVM em super-reguladores

O Ministério da Fazenda estuda proposta para adotar um novo desenho de regulação e supervisão dos mercados financeiro, de capitais e segurador no país. Inspirado no modelo “twin peaks”, do Reino Unido, a ideia transformaria o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários em “superórgãos” que dividiriam funções. Ideia é baseada no modelo adotado pelo Reino Unido e busca fortalecer atuações e eliminar sobreposições. Em um primeiro momento, a ideia é incorporar a Susep ao Banco Central, pois há uma visão de que a instituição, hoje, é um órgão fragilizado e, na estrutura do BC, ganharia tração, informa o Valor.

ESTADÃO: Previdência privada é aplicação financeira e precisa pagar imposto de herança, defende Appy

Fonte: Estadão

A cobrança de imposto sobre herança em investimentos de previdência privada é correta do ponto de vista técnico, afirma o secretário Extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Appy defendeu a inclusão da medida no segundo projeto de lei de regulamentação em análise pela Câmara, após a própria equipe econômica ter retirado a ideia na proposta original enviada ao Congresso.

“É um ativo que está sendo deixado como herança. Uma coisa é o seguro de vida mesmo: aquele que pago um pouco todo mês e se, eu morrer, a família recebe um valor alto. Esse não faz sentido ter cobrança de imposto de herança e doação. Outra coisa é o VGBL. É uma aplicação financeira e tem que pagar imposto sobre herança”, afirmou Appy.

Os deputados incluíram no relatório uma isenção do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) aos investidores que ficarem mais de cinco anos no VGBL, a contar da data do aporte. Na visão do secretário, esse prazo ajuda a diminuir o planejamento tributário por parte das famílias.

Bradesco Seguros lança novidades para ferramentas multicálculo

Leonardo de Freitas Bradesco

Fonte: Bradesco.

O corretor de seguros é um profissional com uma rotina dinâmica e as plataformas de Multicálculo de Seguros são importantes ferramentas para tornar o dia a dia dele mais ágil e eficiente. Nesse sentido, pensando em otimizar ainda mais esse canal para o corretor, a Bradesco Seguros aprimorou sua plataforma Multicálculo e, as novidades já estão disponíveis a todos os profissionais.

As novas funcionalidades incluem novas franquias de vidros e diversas funcionalidades já disponíveis no sistema. “A Bradesco Seguros está atenta às demandas dos corretores e constantemente aprimorando os serviços para as operadoras de Multicálculo. Buscamos tornar cada vez mais eficiente a atuação do principal canal de comercialização de seguros da Companhia”, destaca o diretor comercial, Leonardo Freitas.

Atualmente a Bradesco Seguros conta com 15 funcionalidades nos sistemas de Multicálculo. São elas: Cotação; Recuperação da cotação; Impressão da cotação; Impressão da CCB; Impressão da proposta; Lista de veículos; Efetivação; DCE; Propostas pendentes; Parcelas em atraso; Impressão de apólices; Lista de apólices da carteira; Lista de apólices a renovar; Parcelas da apólice; Busca por contrato pelo Suc-CPD.

“Além dos serviços já disponíveis, ainda temos uma série de funcionalidades em desenvolvimento, que contribuirão ainda mais para o dia a dia do profissional”, afirma Leonardo. Segundo o executivo, a Seguradora está elaborando soluções como identidade digital; multiproduto na cotação; Auto Assistência Total; agendamento de vistoria; acompanhamento e abertura de sinistro; entre outras.

IRB(Re) estrutura área de pesquisa para lidar com mudanças climáticas

Maior ressegurador do Brasil, o IRB(Re) estruturou uma área com dedicação exclusiva à pesquisa e ao desenvolvimento. Em operação desde janeiro, a primeira iniciativa do IRB(P&D), como é chamada, trata dos riscos climáticos, tema que ganhou ainda mais foco após as chuvas e seus impactos no Rio Grande do Sul. Conversamos com Carlos Teixeira, executivo que está liderando o trabalho e se prepara para lançar o 1º Fórum IRB(P&D), que acontecerá em setembro, no Rio. 

Teixeira: Objetivo é apoiar o setor de seguros e subsidiar a definição de políticas públicas em relação às mudanças climáticas

O que motivou o IRB(Re) a estruturar uma área de pesquisa e desenvolvimento?

Temos um papel decisivo na promoção de produtos e soluções de transferência de risco no Brasil. Sem transferência de risco não há possibilidade de desenvolvimento econômico e social. Nesse sentido, tendo em vista a transformação digital, o avanço acelerado da tecnologia e os novos desafios da indústria de seguros, é fundamental para a companhia ter uma área de excelência em pesquisa e desenvolvimento. O objetivo do IRB(P&D) é colocar o IRB(Re) na fronteira global de conhecimento e de técnicas para avaliar e gerenciar riscos. 

Quais iniciativas o IRB(P&D) desenvolve ou está nos planos futuros?

Nosso primeiro foco é a Iniciativa de Riscos Climáticos, em operação desde janeiro. Nesse sentido, estamos lançando o 1º Fórum IRB(P&D), que acontecerá em setembro, no Rio, e terá como tema “Desafios e oportunidades no enfrentamento dos Riscos Climáticos”. Vamos reunir representantes do mercado de seguros e resseguros, do setor público e de instituições que estão estudando o tema para debater e propor soluções.

Quais os objetivos da Iniciativa de Riscos Climáticos?

O objetivo é, no médio prazo, aprofundar o conhecimento relativo a eventos climáticos extremos, de modo a apoiar o setor de seguros e subsidiar a definição de políticas públicas. Em paralelo, estruturaremos bases robustas de dados relacionadas a eventos climáticos, como meio de capacitação da nossa equipe técnica e produção de resultados imediatos, incluindo a elaboração de análises técnicas a partir desses dados, orientados para o benefício geral da sociedade e do setor de seguros em particular.

Existe intercâmbio com universidades? Quais?

Sim, iniciamos o projeto em parceria com a PUC-Rio, que tem grande conhecimento em ciência de dados e inteligência artificial. Além disso, estamos trabalhando com alunos e professores de outros centros de conhecimento, como o Instituto Nacional de Telecomunicações, as universidades federais de Alfenas, Lavras e Itajubá e a Escola de Matemática Aplicada da FGV, especialistas em avaliação de riscos, atuária, agricultura, machine learning e inteligência artificial.

E com o setor público?

Uma iniciativa com esse nível de ambição não pode prescindir do intercâmbio com o poder público.

O IRB(P&D) também planeja buscar parcerias com outras empresas do setor de seguros e resseguros? De que forma?

Estamos em contato com a CNseg e com outras empresas e instituições, no Brasil e no exterior, que dispõem de estrutura de pesquisa sinergética com a que estamos desenvolvendo.

Quais desafios as mudanças climáticas impõem ao setor de seguros e resseguros no Brasil?

Trata-se de um tema de interesse global e, para o qual, o mercado de seguros pode contribuir com seu conhecimento, materializado pela gama de produtos desenvolvidos ao longo de décadas. Um desafio trazido pela atual conjuntura, entretanto, é exatamente o desenvolvimento de ferramentas de previsão dos eventos extremos. Os atuais modelos de previsão de catástrofes não têm se mostrado precisos nesse sentido.

Existem produtos no Brasil voltados para as mudanças climáticas?

Sim. No entanto, nosso foco é trazer conhecimento especializado e cientificamente embasado, permitindo o desenvolvimento de instrumentos mais eficazes para a mitigação e transferência dos riscos climáticos de forma economicamente sustentável a longo prazo, com o objetivo de proteção das vidas e da sociedade, e uma maior resiliência da economia brasileira.

Quais produtos poderiam ser modelados considerando a realidade brasileira?

Inicialmente, sendo o Brasil um país continental, é preciso considerar os dados históricos sobre os eventos climáticos. Para que a indústria de seguros possa avaliar de forma precisa o risco, é essencial a organização coordenada e consistente de dados e informações tempestivas sobre a frequência de ocorrência e de perdas associadas a desastres em cada microrregião do nosso país, bem como as crescentes tendências observadas nesses parâmetros nos últimos anos. A partir de análises objetivas e adequadamente orientadas sobre essas informações, novas políticas públicas de mitigação e produtos de proteção poderão surgir.

Seguro rural e práticas sustentáveis no mercado de investimentos

jonatas pulquerio MAPA seguro rural

por Jônatas Pulquério, diretor de Gestão de Risco Agropecuário do Ministério da Agricultura e Pecuária

Uma recente mudança de rumos adotada pelo produtor familiar José Vieira, do Mato Grosso, é uma entre tantas outras que ocorrem no Brasil. Por falta de informação sobre o tema, ele nunca havia implementado práticas ambientais em seu cultivo. Até que viu em uma publicação que isso poderia trazer diversas facilidades e ganhos, e ainda ajudaria a preservar sua propriedade.

De forma prática, as atitudes verdes têm chamado a atenção dos operadores financeiros, que podem aplicar os conceitos de seguro rural e práticas sustentáveis no mercado de investimentos de várias maneiras. A criação de fundos de investimento voltados para o agronegócio, a emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), operações estruturadas de crédito e a gestão de passivos financeiros são algumas das principais áreas onde esses conceitos podem ser integrados para promover a sustentabilidade e a mitigação de riscos.

Os fundos de investimento dedicados ao setor agrícola podem incorporar critérios de sustentabilidade e gestão de risco em suas estratégias. Ao investir em empresas agrícolas que adotam práticas sustentáveis e possuem seguros rurais adequados, os fundos podem oferecer retornos mais estáveis e resilientes a seus investidores.

Esses fundos podem também ser estruturados para oferecer incentivos a empresas que implementam práticas agrícolas sustentáveis, como o uso de tecnologias de agricultura de precisão, rotação de culturas, conservação de solo e água, e outras práticas que contribuem para a mitigação de riscos climáticos e ambientais.

Já os CRAs são instrumentos financeiros que permitem aos investidores financiar atividades agrícolas em troca de recebíveis futuros. Ao originar CRAs, os operadores financeiros podem incluir cláusulas que incentivem a adoção de seguros rurais e práticas sustentáveis pelos produtores.

Na prática, os CRAs Verdes podem, por exemplo, oferecer melhores condições de financiamento para produtores que possuam seguros rurais e que adotem práticas agrícolas sustentáveis, reduzindo assim o risco de inadimplência e aumentando a segurança do investimento.

As operações estruturadas de crédito, por sua vez, podem ser desenhadas para incluir componentes de mitigação de risco, como a exigência de seguros rurais e a implementação de práticas sustentáveis como condições para a concessão de crédito.

Essas operações podem também incluir a criação de mecanismos de monitoramento e auditoria para assegurar que os produtores estão cumprindo com os requisitos estabelecidos, garantindo assim que os riscos associados às operações são efetivamente mitigados.

A sustentabilidade também pega bem para as instituições financeiras, uma vez que, na gestão de passivos financeiros, elas podem utilizar seguros rurais e práticas sustentáveis como critérios para a seleção de ativos agrícolas em suas carteiras. Ao priorizar ativos de empresas que adotam essas práticas, as instituições podem reduzir o risco global da carteira e melhorar a sua resiliência a choques climáticos e ambientais.

Além disso, a integração de seguros rurais e práticas sustentáveis na gestão de passivos pode contribuir para a reputação da instituição como um investidor responsável, atraindo assim mais investidores preocupados com a sustentabilidade.

No frigir dos ovos, ao incorporar esses elementos em suas estratégias, os operadores não apenas mitigam riscos, mas também contribuem para o desenvolvimento de um setor agrícola mais robusto e sustentável, beneficiando toda a cadeia produtiva e garantindo a segurança alimentar para as futuras gerações.

MetLife apoia o movimento Julho Neon e leva saúde bucal aos cinemas

Fonte: MetLife

A MetLife é uma das apoiadoras do Julho Neon, movimento encabeçado pela SINOG, Associação Brasileira de Planos Odontológicos, que tem como objetivo democratizar o acesso à saúde bucal em todo o país. Em mais uma edição, a iniciativa deve impactar milhões de pessoas com a disseminação de informações sobre a importância dos cuidados com a higiene bucal e seus impactos na saúde holística.

Durante todo o mês de julho, dentistas da rede credenciada da MetLife receberão conteúdos e materiais diversos para que possam compartilhar com seus clientes informações detalhadas sobre a importância dos cuidados com a saúde bucal para a melhora da autoestima, do bem-estar e da qualidade de vida. De 25/07 a 31/07, um filme publicitário de apoio à campanha passará a ser exibido em 16 salas de cinema de São Paulo para levar mais informações sobre a importância do tema a todas as pessoas.

“A MetLife é apoiadora do SINOG há muitos anos e, como uma operadora de planos exclusivamente odontológicos, sabemos da importância que uma campanha desta magnitude tem para levar a mensagem a cada vez mais pessoas; além de possibilitar que nossa rede credenciada tenha visibilidade.”, comenta Andreia Figueiredo, Diretora de Dental da MetLife Brasil.

A seguradora tem investido continuamente na melhoria de seus produtos e serviços, com a disponibilização de mais plataformas e tecnologia para os clientes e parceiros de Dental, além de ter amplificado o seu apoio a iniciativas importantes, como o programa Saúde sem Fraude, criado pela FenaSaúde com o objetivo de ajudar a combater a fraude em planos odontológicos.

De acordo com dados da SINOG, o movimento Julho Neon ganhou forças desde a sua primeira edição em 2021, impactando mais de 80 milhões de pessoas nestes dois anos de história.

Porto Bank lança conta digital primeiro para corretores 

A Porto Bank, unidade de serviços financeiros da Porto, anuncia o lançamento da conta digital primeiro para seus corretores, de todo o Brasil, a partir de 15 de julho. A iniciativa, que faz parte de sua estratégia de inovação e digitalização, foi pensada cuidadosamente para oferecer serviços financeiros mais ágeis e modernos com benefícios que facilitam o dia a dia das pessoas.

Sempre parceiros, os corretores, que pediram e aguardam esse lançamento com muita expectativa, têm papel preponderante no uso da solução nesta fase, de modo a auxiliar a Porto Bank na construção da melhor experiência aos clientes. Com essa conta, poderão realizar transações bancárias, pagamentos, transferências e outros serviços diretamente pelo aplicativo da Porto.

Diversas funcionalidades, muitas oportunidades

A Conta Porto Bank oferece diversas funcionalidades essenciais para o dia a dia, incluindo: cadastro de chave Pix, pagamento de boleto, portabilidade de chave Pix, reivindicação de chave Pix, envio e recebimento de Pix e agendamento de Pix, funções que representam aproximadamente 85% das mais utilizadas, de acordo com levantamento da própria Porto Bank. Também já nasce com o Seguro Conta Protegida, com cobertura para compras realizadas na conta por meio do roubo de cartão ou celular sob coação e, em breve, devem ser implementadas novas funcionalidades específicas para o corretor.

“A Conta Porto Bank é um produto inovador, sem custo, que trará segurança e praticidade para todos os nossos clientes”, pontua Marcos Loução, CEO de Porto Bank, e complementa: “Com esse lançamento estamos evoluindo o ecossistema Porto Bank para ser efetivamente o banco do corretor e oferecer as melhores e mais completas soluções. Queremos contar com a participação dos corretores parceiros nesse momento especial, pois eles desempenharão um papel crucial na construção de uma entrega ainda melhor para nossos clientes”.

EZZE levará corretores para o Vale dos Vinhedos (RS)

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros acaba de lançar a campanha “Velocidade Máxima – Rumo ao Vale dos Vinhedos”. A ação visa impulsionar as vendas de suas linhas de negócios por todo o país e reconhecer corretores e parceiros comerciais que atingirem os melhores resultados no segundo semestre de 2024.

Os 40 profissionais com melhor performance em novas vendas terão a oportunidade de participar, com direito a acompanhante, de uma experiência exclusiva no Spa do Vinho Hotel & Condomínio Vitivinícola, em Bento Gonçalves (RS). 

Localizado no coração do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, o complexo enoturístico foi concebido para homenagear o vinho, não apenas como bebida ou alimento, mas como legítima “expressão cultural” da região.

Serão elegíveis para a contabilização no ranking dos participantes todas as apólices emitidas durante o período de 1º de julho a 31 de dezembro de 2024.

“Nossa proposta é literalmente decolar em vendas, curtir o belo Vale dos Vinhedos e ainda incentivar o turismo do Rio Grande do Sul, neste momento tão importante para a região, através desta experiência exclusiva que estamos preparando para os parceiros que fazem o nosso negócio acontecer”, diz o CEO da EZZE Seguros, Richard Vinhosa.

Debate organizado pelo TozziniFreire Advogados mostra impactos do PL de seguros no setor

Frederico Knapp, vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber) e CEO da Swiss Re no Brasil, avaliou que caso o texto-base do PL 29 seja aprovado pela Câmara como está pode impactar o setor. Ele explica que, atualmente, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) tem uma regra que determina o quanto uma seguradora pode assumir de limite de capacidade para um determinado risco, mas com a mudança do PL, o patrimônio líquido ajustado de todas as companhias não vai conseguir assumir alguns riscos. 

“Tem uma limitação da Susep que é feita justamente para proteger o mercado quando tem um sinistro de grande volume para que não quebre a indústria. A Susep monitora mensalmente isso, porque no nosso dia a dia, temos que certificar se temos liquidez suficiente para cobrir aquelas eventuais obrigações que assumimos”, disse Knapp, em evento promovido pelo TozziniFreire Advogados, na última quinta-feira, 11 de julho de 2024, sobre o PLC nº 29/2017, que dispõe sobre normas de seguro privado, aprovado pelo Senado Federal em 18 de junho de 2024 e que tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados sob o nº 2597/2024.

Knapp ressaltou que as incertezas trazidas pelo PL trazem algumas preocupações e podem mudar algumas premissas quanto aos valores que serão pagos em 3 ou 4 anos. “Consequentemente, a gente não sabe o quanto isso pode aumentar, claramente você tem um custo operacional adicionado que vai ter como indústria e alguns riscos que hoje não temos dados suficientes para testar e qual é a jurisprudência de um seguro RC de uma responsabilidade civil que teremos daqui 5 ou 6 anos”, alertou.

Frederico avaliou que a indústria terá um ano de implementação e muito trabalho pela frente em caso de aprovação final do PL. Ele ressaltou que o mercado de seguros é internacional e nenhum outro país tem leis do tamanho da que está sendo criada no Brasil. “Na nossa leitura, ela é uma lei estruturada como se fosse de massificados, mas se for olhar os artigos na íntegra, é uma lei efetivamente feita para grandes riscos.”

O evento reuniu mais de cem pessoas com diversos players do setor de seguros e resseguros, além de risk managers e compradores de grandes riscos. Na abertura, Bárbara Bassani, sócia da área de Seguros e Resseguros do escritório, fez uma apresentação inicial, contemplando os principais pontos do projeto, trazendo uma visão geral das mudanças e alguns possíveis impactos.

Bárbara Bassani afirmou que o Brasil nunca esteve tão perto de ter uma lei de seguros. Segundo ela, “o projeto já passou pelas duas Casas e cabe, agora, à Câmara somente avaliar o Substitutivo aprovado pelo Senado”, informa release divulgado sobre o evento.

Atualmente, o Código Civil tem um capítulo específico destinado ao tratamento do contrato de seguro. Com o Marco Legal de Seguros, esse capítulo seria revogado e o Brasil passaria a ter uma legislação específica de seguros, composta por 134 artigos. Bassani mencionou que o PL não é simplesmente uma atualização do que já existe, pois traz muitas novidades, como é o regramento para regulação de sinistros e mudanças em diversos outros pontos, como, por exemplo, nos marcos dos prazos prescricionais.

“Vai depender, ainda, em diversos aspectos, da regulamentação por parte da SUSEP”. Exemplo disso é o Capítulo de Resseguros, inserido no PL e que pode gerar uma discussão sobre certa incompatibilidade em alguns dos seus dispositivos com a Lei Complementar nº 126/2007, que dispõe sobre o resseguro. “Poderá haver uma discussão sobre qual desses artigos vai prevalecer e como eles irão dialogar”, explicou a sócia do escritório. 

Bárbara seguiu afirmando que, apesar disso, se a lei for publicada e o Brasil passar a ter uma nova legislação, caberá aos operadores do direito e aos players do setor um trabalho contínuo de cumprimento e adaptação da lei, para que seja extraído dela o melhor em suas disposições, evitando retrocessos.

Tatiana Pinheiro, head de Governança da Allianz Trade no Brasil, seguradora focada em seguros de crédito e garantia, mencionou alguns pontos de atenção do PL. O primeiro deles é o fato de não ter tratamento diferenciado entre grandes riscos e seguros massificados. “O próprio regulador, no final de 2020 e início de 2021, reconheceu a necessidade de tratamento diferenciado entre esses dois tipos de produtos”, o que foi bastante positivo para seguros de crédito, afirmou Pinheiro.

Outro ponto citado por Pinheiro é a falta de paridade presente no texto do PL, que diz que as questões serão decididas em favor do segurado, caso haja alguma divergência entre o que está escrito e a sua aplicação. Isso significa que o PL não vai entrar no mérito de qual foi a intenção celebrada entre seguradora e segurado. “Hoje, partimos de um cenário em que há uma liberdade na nossa negociação. Eventualmente, com a aprovação desse projeto, podemos ter clausulados mais engessados e cláusulas que, às vezes, não vão fazer sentido para o segurado.”

Pinheiro destacou ainda que, no momento do sinistro, a seguradora só vai poder pedir complementação de documentos por uma ou duas vezes, o que pode levar o segurado a apresentar uma grande quantidade de documentos na abertura do sinistro. Ela destacou que “no decorrer da regulação, a seguradora de primeira mão já poderia se resguardar e pedir uma série de documentos que possa precisar”.

O excesso de regramento pode, na prática, fazer com que as seguradoras tenham que passar um contrato por várias áreas e especialistas para entender se uma mudança em um item pode impactar em outro, o que, na avaliação de Pinheiro, pode resultar em custo operacional na operação.

Rafael Amadiu, head global de Seguros da Vale, afirmou que momentos como esse de aprovação do PL, trazem a responsabilidade de fazer um acompanhamento sobre os impactos da nova legislação à luz dos riscos e como pode passar a trabalhar com as novas alterações. “[O PL nº 2597/2024] tem um tempo maior de adaptação que talvez traga maior conforto para o gestor de risco e, por confiar na adaptabilidade do mercado, poderemos dar continuidade aos nossos negócios, mas eu não consigo não me preocupar com os possíveis impactos, disse Amadiu.

Amadiu destacou que a questão da lei se aplica não apenas ao Brasil, mas a todo o mercado internacional de seguros. Ele admitiu a sua preocupação em como o mercado vai se adaptar e quais os possíveis impactos na questão de custos e questão do prazo de regulação – o PL em tramitação no Congresso determina 120 dias. “Dentro da minha experiência, eu não me lembro de uma regulação que tenha sido concluída em 120 dias. Então, sinceramente, também tenho dúvidas de como a gente vai seguir com isso para o volume de documentos que será solicitado.”

Marcia Ribeiro, assessora técnica do Conselho e da Diretoria da ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), comentou que, após ouvir todas as considerações, tudo indica que as novas regras poderão impactar profundamente o mercado de seguros e fez vários questionamentos sobre as mudanças, entre elas, se todos, a cadeia produtiva, inclusive a SUSEP e a cadeia consumidora estão preparados operacionalmente para a mudança, se haverá arbitragem quando houver impasses e como tudo isso vai impactar na experiência do cliente.

Observou pontos de atenção na fala dos painelistas, alguns relacionados aos princípios do resseguro e, entre eles: aceitação tácita; regulação de sinistros; prescrição; conflitos de normas; e judicialização. E outros como: tratamento igualitário para grandes riscos e massificados; resolução de litígios; relevância e atenção maior ao extenso clausulado; e aumento do custo operacional. “O Brasil está desenvolvendo e temos muitos avanços, mas também temos muito a aprender com o mercado externo que tem grande maturidade”, ressaltou.

Em sendo aprovada, será necessária a adaptação à Lei, com a formação de novas teses jurídicas para o Marco Legal de Seguros e de jurisprudência, além da publicação de novas regras infralegais para sua compatibilização.