EZZE levará corretores para o Vale dos Vinhedos (RS)

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros acaba de lançar a campanha “Velocidade Máxima – Rumo ao Vale dos Vinhedos”. A ação visa impulsionar as vendas de suas linhas de negócios por todo o país e reconhecer corretores e parceiros comerciais que atingirem os melhores resultados no segundo semestre de 2024.

Os 40 profissionais com melhor performance em novas vendas terão a oportunidade de participar, com direito a acompanhante, de uma experiência exclusiva no Spa do Vinho Hotel & Condomínio Vitivinícola, em Bento Gonçalves (RS). 

Localizado no coração do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, o complexo enoturístico foi concebido para homenagear o vinho, não apenas como bebida ou alimento, mas como legítima “expressão cultural” da região.

Serão elegíveis para a contabilização no ranking dos participantes todas as apólices emitidas durante o período de 1º de julho a 31 de dezembro de 2024.

“Nossa proposta é literalmente decolar em vendas, curtir o belo Vale dos Vinhedos e ainda incentivar o turismo do Rio Grande do Sul, neste momento tão importante para a região, através desta experiência exclusiva que estamos preparando para os parceiros que fazem o nosso negócio acontecer”, diz o CEO da EZZE Seguros, Richard Vinhosa.

Debate organizado pelo TozziniFreire Advogados mostra impactos do PL de seguros no setor

Frederico Knapp, vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber) e CEO da Swiss Re no Brasil, avaliou que caso o texto-base do PL 29 seja aprovado pela Câmara como está pode impactar o setor. Ele explica que, atualmente, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) tem uma regra que determina o quanto uma seguradora pode assumir de limite de capacidade para um determinado risco, mas com a mudança do PL, o patrimônio líquido ajustado de todas as companhias não vai conseguir assumir alguns riscos. 

“Tem uma limitação da Susep que é feita justamente para proteger o mercado quando tem um sinistro de grande volume para que não quebre a indústria. A Susep monitora mensalmente isso, porque no nosso dia a dia, temos que certificar se temos liquidez suficiente para cobrir aquelas eventuais obrigações que assumimos”, disse Knapp, em evento promovido pelo TozziniFreire Advogados, na última quinta-feira, 11 de julho de 2024, sobre o PLC nº 29/2017, que dispõe sobre normas de seguro privado, aprovado pelo Senado Federal em 18 de junho de 2024 e que tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados sob o nº 2597/2024.

Knapp ressaltou que as incertezas trazidas pelo PL trazem algumas preocupações e podem mudar algumas premissas quanto aos valores que serão pagos em 3 ou 4 anos. “Consequentemente, a gente não sabe o quanto isso pode aumentar, claramente você tem um custo operacional adicionado que vai ter como indústria e alguns riscos que hoje não temos dados suficientes para testar e qual é a jurisprudência de um seguro RC de uma responsabilidade civil que teremos daqui 5 ou 6 anos”, alertou.

Frederico avaliou que a indústria terá um ano de implementação e muito trabalho pela frente em caso de aprovação final do PL. Ele ressaltou que o mercado de seguros é internacional e nenhum outro país tem leis do tamanho da que está sendo criada no Brasil. “Na nossa leitura, ela é uma lei estruturada como se fosse de massificados, mas se for olhar os artigos na íntegra, é uma lei efetivamente feita para grandes riscos.”

O evento reuniu mais de cem pessoas com diversos players do setor de seguros e resseguros, além de risk managers e compradores de grandes riscos. Na abertura, Bárbara Bassani, sócia da área de Seguros e Resseguros do escritório, fez uma apresentação inicial, contemplando os principais pontos do projeto, trazendo uma visão geral das mudanças e alguns possíveis impactos.

Bárbara Bassani afirmou que o Brasil nunca esteve tão perto de ter uma lei de seguros. Segundo ela, “o projeto já passou pelas duas Casas e cabe, agora, à Câmara somente avaliar o Substitutivo aprovado pelo Senado”, informa release divulgado sobre o evento.

Atualmente, o Código Civil tem um capítulo específico destinado ao tratamento do contrato de seguro. Com o Marco Legal de Seguros, esse capítulo seria revogado e o Brasil passaria a ter uma legislação específica de seguros, composta por 134 artigos. Bassani mencionou que o PL não é simplesmente uma atualização do que já existe, pois traz muitas novidades, como é o regramento para regulação de sinistros e mudanças em diversos outros pontos, como, por exemplo, nos marcos dos prazos prescricionais.

“Vai depender, ainda, em diversos aspectos, da regulamentação por parte da SUSEP”. Exemplo disso é o Capítulo de Resseguros, inserido no PL e que pode gerar uma discussão sobre certa incompatibilidade em alguns dos seus dispositivos com a Lei Complementar nº 126/2007, que dispõe sobre o resseguro. “Poderá haver uma discussão sobre qual desses artigos vai prevalecer e como eles irão dialogar”, explicou a sócia do escritório. 

Bárbara seguiu afirmando que, apesar disso, se a lei for publicada e o Brasil passar a ter uma nova legislação, caberá aos operadores do direito e aos players do setor um trabalho contínuo de cumprimento e adaptação da lei, para que seja extraído dela o melhor em suas disposições, evitando retrocessos.

Tatiana Pinheiro, head de Governança da Allianz Trade no Brasil, seguradora focada em seguros de crédito e garantia, mencionou alguns pontos de atenção do PL. O primeiro deles é o fato de não ter tratamento diferenciado entre grandes riscos e seguros massificados. “O próprio regulador, no final de 2020 e início de 2021, reconheceu a necessidade de tratamento diferenciado entre esses dois tipos de produtos”, o que foi bastante positivo para seguros de crédito, afirmou Pinheiro.

Outro ponto citado por Pinheiro é a falta de paridade presente no texto do PL, que diz que as questões serão decididas em favor do segurado, caso haja alguma divergência entre o que está escrito e a sua aplicação. Isso significa que o PL não vai entrar no mérito de qual foi a intenção celebrada entre seguradora e segurado. “Hoje, partimos de um cenário em que há uma liberdade na nossa negociação. Eventualmente, com a aprovação desse projeto, podemos ter clausulados mais engessados e cláusulas que, às vezes, não vão fazer sentido para o segurado.”

Pinheiro destacou ainda que, no momento do sinistro, a seguradora só vai poder pedir complementação de documentos por uma ou duas vezes, o que pode levar o segurado a apresentar uma grande quantidade de documentos na abertura do sinistro. Ela destacou que “no decorrer da regulação, a seguradora de primeira mão já poderia se resguardar e pedir uma série de documentos que possa precisar”.

O excesso de regramento pode, na prática, fazer com que as seguradoras tenham que passar um contrato por várias áreas e especialistas para entender se uma mudança em um item pode impactar em outro, o que, na avaliação de Pinheiro, pode resultar em custo operacional na operação.

Rafael Amadiu, head global de Seguros da Vale, afirmou que momentos como esse de aprovação do PL, trazem a responsabilidade de fazer um acompanhamento sobre os impactos da nova legislação à luz dos riscos e como pode passar a trabalhar com as novas alterações. “[O PL nº 2597/2024] tem um tempo maior de adaptação que talvez traga maior conforto para o gestor de risco e, por confiar na adaptabilidade do mercado, poderemos dar continuidade aos nossos negócios, mas eu não consigo não me preocupar com os possíveis impactos, disse Amadiu.

Amadiu destacou que a questão da lei se aplica não apenas ao Brasil, mas a todo o mercado internacional de seguros. Ele admitiu a sua preocupação em como o mercado vai se adaptar e quais os possíveis impactos na questão de custos e questão do prazo de regulação – o PL em tramitação no Congresso determina 120 dias. “Dentro da minha experiência, eu não me lembro de uma regulação que tenha sido concluída em 120 dias. Então, sinceramente, também tenho dúvidas de como a gente vai seguir com isso para o volume de documentos que será solicitado.”

Marcia Ribeiro, assessora técnica do Conselho e da Diretoria da ABGR (Associação Brasileira de Gerência de Riscos), comentou que, após ouvir todas as considerações, tudo indica que as novas regras poderão impactar profundamente o mercado de seguros e fez vários questionamentos sobre as mudanças, entre elas, se todos, a cadeia produtiva, inclusive a SUSEP e a cadeia consumidora estão preparados operacionalmente para a mudança, se haverá arbitragem quando houver impasses e como tudo isso vai impactar na experiência do cliente.

Observou pontos de atenção na fala dos painelistas, alguns relacionados aos princípios do resseguro e, entre eles: aceitação tácita; regulação de sinistros; prescrição; conflitos de normas; e judicialização. E outros como: tratamento igualitário para grandes riscos e massificados; resolução de litígios; relevância e atenção maior ao extenso clausulado; e aumento do custo operacional. “O Brasil está desenvolvendo e temos muitos avanços, mas também temos muito a aprender com o mercado externo que tem grande maturidade”, ressaltou.

Em sendo aprovada, será necessária a adaptação à Lei, com a formação de novas teses jurídicas para o Marco Legal de Seguros e de jurisprudência, além da publicação de novas regras infralegais para sua compatibilização.

Vendas de seguros devem avançar para US$ 7,6 trilhões em 2024, prevê Swiss Re

As tensões geopolíticas e o aumento da inflação geraram preocupações econômicas nos últimos anos. O relatório anual World Insurance Sigma do Swiss Re Institute conclui que a economia global permaneceu notavelmente resiliente, estabelecendo o cenário para o crescimento e maior rentabilidade em toda a indústria de seguros, com vendas estimadas em US$ 7,6 trilhões.

Jérôme Haegeli, economista-chefe do Grupo Swiss Re, afirma: “A indústria de seguros atingiu um novo equilíbrio após os desafios dos últimos anos. A economia global surpreendeu positivamente, o que deverá impulsionar mais procura por seguros. O setor de vida, em particular, é um deles. As taxas de juros mais altas impulsionam a renda do investimento e a demanda do consumidor por anuidades, proporcionando a mais pessoas rendas de aposentadoria seguras.”

Crescimento global contínuo para 2024 e 2025

O Swiss Re Institute estima que o produto interno bruto (PIB) global crescerá 2,7% em termos reais em 2024, o mesmo que em 2023. Espera-se que este crescimento resiliente continue em 2025 a 2,8% em termos reais. Embora as perspetivas gerais sejam positivas, as regiões seguem trajetórias diferentes, prevendo-se que os EUA cresçam 2,5% em 2024, enquanto a área do euro deverá apresentar um crescimento abaixo da tendência de 0,7%.

A tendência para a desinflação global continua. No entanto, é pouco provável que o regresso aos níveis-alvo de inflação seja um percurso tranquilo. Nos EUA, espera-se que a inflação regresse ao objetivo em 2025, devido aos preços dos serviços básicos mais elevados do que o previsto. A Europa já está perto dos seus níveis-alvo de inflação, impulsionada por uma queda nos preços da energia em 2023, preços subjacentes mais baixos e uma desaceleração esperada no crescimento salarial.

Rentabilidade do seguro não vida deverá melhorar

Devido à inflação e ao consequente aumento nos custos com sinistros, as seguradoras não-vida aumentaram as taxas nos últimos anos. O Swiss Re Institute prevê que os preços mais elevados continuarão para as linhas pessoais em 2024, moderando-se em 2025. Para as linhas comerciais, embora ainda positivos, os aumentos das tarifas desaceleraram, com alguns mercados começando a abrandar. No geral, prevê-se que o volume de prêmios não vida se baseie no crescimento de 3,9% alcançado em 2023, atingindo US$ 4,6 trilhões em 2024 e US$ 4,8 trilhões em 2025.

Kera McDonald, diretora de subscrição da Swiss Re Corporate Solutions, afirma: “Os seguros comerciais representam quase metade do mercado total de propriedades e acidentes. Esperamos que as operadoras comerciais de P&C mantenham a lucratividade em 2024, já que as tendências das taxas permitiram que linhas como propriedades permanecessem com preços sustentáveis A indústria viu aumentos de taxas de um dígito para negócios imobiliários este ano. Do lado das baixas, observamos uma tendência de abrandamento do mercado geral na maioria das linhas de cauda longa.

Espera-se que as seguradoras de P&C melhorem a lucratividade em 2024, com o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em todo o setor em oito principais mercados em 10% até agora este ano, acima dos 6% em 2023. O ROE acima de 10% está previsto para 2025 .

Boom do seguro de vida devido a taxas de juros mais altas

A indústria dos seguros de vida enfrenta um benefício duplo do ambiente de taxas de juro mais elevadas, com crescimento das receitas e maior rentabilidade. O Swiss Re Institute prevê um crescimento de prêmios de 2,9% para a indústria até o final de 2024, atingindo um pool total de prêmios de US$ 3 trilhões. Espera-se um crescimento semelhante de 2,7% em 2025. Fortes recuperações no crescimento deverão ser visíveis em muitos mercados-chave, com a Europa Ocidental e a APAC avançada a regressarem ao crescimento premium.

Uma área de crescimento significativo para o seguro de vida é a utilização de anuidades para aumentar as poupanças para a reforma. Nos EUA, por exemplo, as vendas de anuidades de taxa fixa aumentaram 63% em 2022 e 36% em 2023. A longo prazo, os mercados avançados deverão contribuir com metade de todos os prémios adicionais nos próximos 10 anos, impulsionados pelo forte crescimento das anuidades.

Para 2024, o Swiss Re Institute prevê que a combinação do aumento dos prêmios e do aumento dos rendimentos de investimento impulsionará a rentabilidade no setor vida, com os resultados operacionais nos oito principais mercados a aumentarem 15% durante o ano.

Susep lança novo edital do sandbox regulatório

Alessandro Octaviani susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou, hoje (16), o Edital da 3ª edição do Sandbox Regulatório, programa que tem por objetivo selecionar projetos inovadores e sustentáveis, estimulando e aumentando – de maneira controlada e com elevada qualidade técnica – a competição no mercado de seguros, com foco em sua expansão e aumento de eficiência, bem como nas necessidades dos consumidores.

A grande novidade da terceira edição é a priorização que será dada a projetos voltados à transformação ecológica e à inovação tecnológica. A preferência por projetos sustentáveis está em linha com o Plano de Transformação Ecológica do Governo Federal, que tem como objetivo reconfigurar os paradigmas econômicos tradicionais, privilegiando o desenvolvimento nacional a partir de relações sustentáveis com a natureza e seus biomas, possibilitando a geração de riqueza e sua distribuição justa, com melhoria na qualidade de vida das gerações presentes e futuras.

Além disso, projetos que envolvam inovação tecnológica também terão preferência, de modo a ampliar o acesso da sociedade a produtos e serviços vinculados à criação e utilização de novas tecnologias que sejam adequadas às necessidades dos consumidores. Segundo o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, há uma relação direta entre inovação tecnológica e desenvolvimento econômico. “O Brasil está num momento oportuno para viabilizar a criação e aprimoramento de tecnologias voltadas para o bem-estar social, internalizando centros decisórios e construindo um sistema de inovação com sentido distributivo”, afirmou Octaviani.  

Outra novidade do programa será uma possível cooperação para o financiamento de projetos das sociedades participantes do Sandbox. Neste sentido, já se encontram em andamento tratativas da Susep com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com o intuito de ampliar os recursos para o desenvolvimento de novas tecnologias no âmbito do programa.

O terceiro edital do programa incorpora muitas sugestões das próprias empresas que participaram de edições anteriores. Com a sua publicação, a Susep passará a receber propostas de forma contínua, tendo em vista que, diferentemente dos editais anteriores, este ficará aberto por prazo indeterminado.

As empresas que tiverem seus projetos aprovados, poderão atuar neste ambiente experimental, dentro das regras do edital, pelo prazo máximo de 36 meses. Além disso, caso haja interesse, tais empresas poderão, ainda, solicitar, dentro deste mesmo prazo, sua autorização definitiva para atuar no mercado segurador, desde que cumpram com as regras gerais de autorização.  

As inscrições para o Sandbox Regulatório devem ser enviadas por meio de peticionamento eletrônico, disponível no Sistema Eletrônico de Informações (SEI).

Akad anuncia Odete Queirós para área de Parcerias e Afinidades

Fonte: Akad

A Akad anunciou o nome de Odete Queirós como sua primeira Head de Parcerias e Afinidades. O movimento evidencia a estratégia da seguradora de acelerar a criação de programas e produtos especialmente direcionados a parcerias comerciais. A projeção é expandir em pelo menos 20% o volume de prêmios alcançados a partir de operações de parcerias até o final de 2024.

Graduada em Administração de Empresas com especializações em Marketing de Serviços e Gestão de Projetos, Odete Queirós acumula mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros. Antes de chegar à Akad, foi responsável por estruturar programas de afinidades do Itaú Unibanco e comandou a estrutura de afinidades na Marsh.

Nos últimos dois anos, a Akad já colecionava parcerias bem-sucedidas ancoradas em riscos corporativos com empresas como Stone, MarketUp, Dentalis, Oggi e Linker Bank. Com a recente estreia no segmento de Seguro de Pessoas, a seguradora ganha fôlego para impulsionar e diversificar novas parcerias voltadas agora ao capital humano, criando um elo direto com o consumidor final.

De acordo com a executiva, a companhia passa a ter nas mãos a oportunidade de explorar novos riscos. “Queremos desenhar produtos customizados para grupos específicos de consumidores”, afirma a nova Head da Akad, que encara o desafio como oportunidade ideal para difundir a cultura do seguro a pequenas empresas e empreendedores da nova economia, incluindo profissionais autônomos e liberais.  “Temos tecnologia e demanda para criar coisas novas, a Akad sempre manifestou disposição e flexibilidade para propor soluções mais disruptivas”, acrescenta.

Além de ouvir o consumidor final, a companhia assegura que as necessidades e reinvindicações dos corretores também serão tratadas com prioridade na nova estratégia de parcerias. Segundo Queirós, a intenção é apoiar os profissionais na atuação com os programas de afinidade, ajudando-os a construir um pitch de vendas a partir de conceitos de cross selling e experiência do cliente.

Com os investimentos recentes em inteligência artificial e digitalização, a Akad já é capaz de emitir mais de 80% de suas apólices online, progresso este que facilita a jornada de integração com eventuais novos parceiros. Os primeiros produtos e programas de afinidade liderados pela nova Head serão anunciados ainda em breve.

Karine Barros sai e Allianz Seguros anuncia Nelson Veiga como diretor executivo comercial

Nelson Veiga, novo diretor executivo Comercial da Allianz Seguros

Nelson Veiga é o novo diretor executivo Comercial da Allianz Seguros, sendo responsável por todo o desenvolvimento de negócios de varejo e corporativos em âmbito nacional. Com reporte direto ao presidente Eduard Folch, também será membro do Comitê Executivo. 

Veiga liderará cerca de 470 colaboradores, que atuam nas sedes de São Paulo e do Rio de Janeiro, como também nas seis regionais da Allianz distribuídas pelo Brasil, que são compostas por 56 filiais. Estas possuem como canal de distribuição mais de 30 mil corretores, 50 assessorias e outros parceiros de negócios. 

O executivo é graduado em Engenharia de Produção, com MBAs em Gestão de Negócios, pela FIA, e em Gestão Bancária, pelo Insper, e também foi participante do Program Management Development, na Universidade de Navarra. Com mais de 25 anos de experiência no mercado financeiro, Veiga possui sólidos conhecimentos em distribuição comercial, de modelos físico e digital, e operação de atendimento, com passagens pelos bancos Bradesco, HSBC e Santander.

“Estou entusiasmado em aplicar minha experiência na Allianz, para aproveitar plenamente o potencial do mercado de seguros brasileiro e impulsionar o crescimento das carteiras da companhia. Pretendo fortalecer ainda mais nossas parcerias com os corretores de seguros, mantendo um olhar atento às melhorias e inovações que possam agilizar e aprimorar o seu trabalho. Com minha trajetória profissional, trabalharei em estreita colaboração com as equipes para desenvolver estratégias eficazes que direcionem nosso futuro de acordo com as dinâmicas do mercado. Acredito que, com uma abordagem proativa, continuaremos a expandir nossos resultados e a oferecer um portfólio cada vez mais robusto para nossos clientes,” declara o executivo.

A Allianz Seguros agradece à executiva Karine Barros pela dedicação e comprometimento ao longo de sua atuação na companhia e deseja muito sucesso em seus próximos desafios. 

Prêmio Jovens Visionários Prudential destina R$ 50 mil para incentivar ações socioambientais e de inclusão financeira

Fonte: Prudential

 A seguradora Prudential do Brasil está com inscrições abertas para a terceira edição do Prêmio Jovens Visionários Prudential. A premiação faz parte de um programa internacional da companhia que reconhece ações desenvolvidas por brasileiros de 14 a 25 anos para solucionar desafios financeiros e socioambientais de suas comunidades. O primeiro e o segundo colocados recebem um aporte financeiro de R$ 30 mil e R$ 20 mil, respectivamente, para investirem em seus projetos e representam o Brasil no Emerging Visionaries, cerimônia global do prêmio realizada na sede da Prudential, em Newark (Nova Jersey), ao lado de finalistas oriundos dos Estados Unidos, da Índia, da China e do Japão. Para os oito finalistas, a premiação oferece uma mentoria sobre elaboração de projetos, incluindo curso sobre empreendedorismo social.

“A Prudential busca conhecer e apoiar os jovens engajados na construção de um mundo melhor, auxiliando-os no desenvolvimento de projetos de impacto para o futuro. A intenção da companhia é fomentar e dar visibilidade a iniciativas inovadoras que transformam a realidade econômica e socioambiental das comunidades de maneira positiva e contribuem para uma sociedade mais justa e democrática”, explica a gerente de Sustentabilidade e Diversidade da Prudential do Brasil, Mariana Simões.

Desde 2022, o Prêmio Jovens Visionários recebeu a inscrição de mais de 430 iniciativas implementadas por jovens de 25 estados brasileiros. No ano passado, a mineira Millena Martins Xavier foi a vencedora com o projeto social Prep Olimpíadas, ONG fundada em 2020, com o objetivo de preparar estudantes para olimpíadas científicas. O segundo lugar ficou com o pernambucano Stenio Filho e o Taboafilter, um biofiltro de baixo custo, feito de óleo à base da fibra da taboa (Typha domingensis), para absorver rejeitos descartados em pias domésticas, evitando a contaminação de recursos hídricos. Os dois foram reconhecidos na cerimônia internacional, no Estados Unidos, ao lado de jovens premiados por outras operações da Prudential no mundo.

RS: Resgatado pela solidariedade de todos, mas sensibilizado e esperançoso pela empatia de muitos

Por César Saut, Vice-Presidente Corporativo da Icatu Seguros e Presidente da Rio Grande Seguradora

No começo do mês de maio testemunhamos o início do que se demonstrou ser uma das maiores tragédias que assolaram o estado do Rio Grande do Sul. As enchentes que nos acometeram deixaram um rastro de destruição e desamparo, afetando profundamente as vidas de milhões de pessoas e a infraestrutura do estado inteiro. Entendemos claramente o que o estatístico Emil Gumbel expressava em sua famosa frase: “O impossível é que o improvável nunca aconteça”. E realmente, o improvável se demonstrou mais do que possível, quase que implacável.

Assim como milhares de outros gaúchos de todas as querências “de nosso Brasil”, alterei a minha rotina para cooperar, me unindo a sociedade civil, que se organizou como pode, ao setor privado, ao poder público e até as diversas forças de segurança que se fizeram presentes. Muitos, e eu não diferentemente, contribuindo como podiam – ou melhor, como podem, até porque pouco posso dizer que já passou.

As reuniões e encontros corporativos deram lugar a uma rotina de tentar fazer o possível para acolher pessoas, alocar, mobilizar e gerir recursos de todas as ordens para doações, buscar parcerias para fortalecer a corrente do bem que se estabeleceu. Fazendo, sobretudo, a minha parte para cuidar de todos que meus esforços, seja como pessoa física ou jurídica, puderam alcançar.

Na intensidade dessa jornada, me deparei com algo que me gerou diversas reflexões: a diversidade presente entre os afetados. Dentre os muitos e muitos gaúchos, vi diversos venezuelanos. Já maculados por uma trajetória difícil e emigrados em busca de conforto – afinal, Deus nos deu pés, não raízes – , estavam agora de igual forma sofrendo as agruras da tragédia. Ao fim de cada dia, vendo centenas de milhares que precisavam de algo, ou às vezes de tudo, tive a certeza de que somos mais iguais do que muitas vezes percebemos. Quanto à nacionalidade, origem ou classe social, estávamos juntos ali, eu e milhares de outros iguais, tentando ajudar outras centenas de milhares.

Ajudando ou sendo ajudados, vi amigos, amigos de amigos, colegas de trabalho ou até seus familiares, parceiros da Icatu Seguros e da Rio Grande Seguradora. Enfim, pessoas. Todos fragilizados pelo improvável que se estabeleceu com uma força que eu nunca tinha imaginado que poderia se fazer presente – mesmo isto estando gravado na história deste estado, mas no distante ano de 1941.

Hoje, enquanto as águas retornam, me sinto machucado pela experiência, mas mais consciente do que nunca de que solidariedade e empatia devem andar juntas. Estou certo do poder impressionante da força coletiva e da resiliência humana. Pessoas, famílias e comunidades buscam se reerguer com determinação, muitas vezes sem recursos mínimos ou com recursos insuficientes. Elas estão reconstruindo não apenas suas casas, mas também tentando reencontrar suas histórias e retomar suas vidas o mais próximo possível da normalidade.

É um momento que se precisa ter esperança, onde os inúmeros exemplos de solidariedade e a empatia que todos nós temos em nossas memórias e, com certeza em nossos corações, precisam ser os alicerces que reestabelecerão as nossas esperanças no futuro.

A solidariedade, como vimos durante as enchentes, se manifestou por meio de doações, apoio logístico e esforços conjuntos para oferecer alívio imediato e salvar vidas. Aprendi que a empatia faz toda a diferença, mostrando-se ainda mais importante quando muitos se colocaram no lugar do outro, compreendendo dores e necessidades. Mesmo dentro da água, compartilhavam a dor de quem perdeu e a esperança de quem estava sendo acolhido. Empáticos, choraram junto, sofreram, mas também tiveram motivos para muitas vezes respirarem aliviados e sorrirem.

Estar junto me fez entender as diferenças, mas também a importância das complementaridades. Durante alguns dias, vi a pequenez e a impotência dos homens frente a um desastre natural, mas também a grandiosidade das pessoas e, ressalto, a força da coletividade. Vi empresários expressivos e expoentes na sociedade, na economia do nosso estado e do nosso país, unidos a pessoas simples, por um mesmo propósito. Fazer a desesperança se transformar em esperança, às vezes em poucos minutos, pela intervenção assertiva de alguém cuja empatia saiu de sua zona de conforto e atendeu a tantas necessidades.

Muitos gestos e imagens marcaram minha história, mas sempre lembrarei do poder transformador da empatia e da coletividade. Quem tinha recursos, doou; quem tinha equipamentos, emprestou ou doou; quem tinha força física, ajudou como pôde. Mesmo aqueles sem recursos ou capacidade física participaram, oferecendo solidariedade. Como ouvi de uma senhora: “Estou orando por todos os socorristas e para que a normalidade se restabeleça.”

Agora, quando muitos acham que o que o Rio Grande do Sul viveu é passado, é importante lembrar que, infelizmente, não é. As águas afetaram mais do que o nosso passado; abalaram a infraestrutura do estado e feriram a felicidade do povo. Mesmo com a ajuda de gaúchos de coração de todo o país e do mundo, não há como dizer que estamos próximos de sair do estágio de calamidade.

Todos os dias, ao tentar retomar a normalidade, percebo que minhas histórias são muitas, mas pequenas diante do todo. Cada pessoa no Rio Grande do Sul carrega uma ferida aberta, seja própria ou de alguém próximo. Ao mesmo tempo, lembro do povo brasileiro ajudando o próprio povo, com inúmeros heróis anônimos que vi ou conheci, trazendo ânimo. As águas podem ter afetado o passado e prejudicado o presente, mas não abalarão a força e determinação do povo do Rio Grande do Sul, composto por gaúchos de coração de todas as regiões do Brasil e do mundo. Nascidos em diversos lugares, de variadas etnias e sotaques, formam hoje esta grande sociedade.

No fim das contas, vamos levantar-nos, mas se este se levantar será rápido ou não, se vamos sair menores ou quem sabe até mais fortes, tudo dependerá apenas de nós – pessoas, famílias, sociedades e governos. Da nossa postura frente a situação, da nossa (boa) fé, determinação e intensidade.

Por isso, peço que continuem torcendo por nós e por este estado. Façam-se presentes, de perto ou de longe. Se antes usar e consumir um produto gaúcho era uma opção, hoje é mais do que isso; é uma maneira de salvar um estado e dar a essa sociedade ferramentas para se reerguer com dignidade. Nosso objetivo não é ser o lugar onde o Brasil começa ou termina, mas voltar a ser um dos agentes de desenvolvimento econômico do nosso país, onde os brasileiros podem contar com nosso esforço e dedicação para contribuir com o progresso da nação.

A Icatu, além de ações voltadas para colaboradores, clientes, corretores e parceiros da região, doou recursos expressivos, alocou esforços e mobilizou parceiros. Sensibilizou suas redes de relacionamento para realizar doações e transferiu um de nossos principais eventos anuais, que reúne os maiores líderes do mercado brasileiro e que seria em Londres, para Gramado. Com isso, trouxe para nosso estado os recursos que seriam expatriados, visando fortalecer a economia local e auxiliar a retomada da normalidade. Este é o compromisso de nosso grupo empresarial e de nossa seguradora 100% brasileira, que busca praticar a empatia como seguradora de pessoas.

Finalizo este relato reforçando que tanto a empatia quanto a solidariedade não são apenas substantivos, ou meras palavras; são ações que traduzem nosso compromisso mútuo de cuidar uns dos outros. Que nos dão esperança nos homens. E, quando são expressas em grandes proporções, como o que vimos, nos dão esperança na humanidade. Tenho certeza de que vamos continuar avançando, lado a lado com o Brasil, rumo a um futuro mais resiliente, mas também mais próspero e com certeza muito feliz.

O Rio Grande do Sul está vivo, mas ainda precisa de todos nós.

Após um ano da promulgação da Lei 14.599/23, mercado de transporte de carga sente impactos

Fonte: Alper

Promulgada em junho de 2023, a Lei 14.599/23 prometia regulamentar e resolver a questão das obrigatoriedades na contratação de seguros para transportes de carga no Brasil. Passado um ano desde sua implementação, ainda persistem dúvidas e questionamentos sobre as consequências, e a aplicabilidade no dia a dia dos embarcadores e transportadores.

Entre as mudanças mais notáveis, destaca-se a obrigatoriedade de novos seguros. Além do RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga), os seguros RC-DC (Responsabilidade Civil do Transportador em Caso de Desaparecimento de Carga) e RC-V (Responsabilidade Civil do Transportador de Veículos) também se tornaram obrigatórios, alterando, assim, a dinâmica de contratação de seguros. Outra mudança significativa foi a obrigação do transportador de averbar 100% das cargas sob sua responsabilidade, independentemente de o embarcador possuir um programa de seguro.

Além destas, destaca-se o fim das apólices de estipulação. “Antes, embarcadores contratavam suas próprias apólices de seguro de transporte e por meio das apólices de estipulação do RCTR-C e da carta de DDR os transportadores não averbavam mais estes riscos em suas apólices, ficando obrigado a seguir as regras impostas pelos embarcadores”, explica Denis Teixeira, vice-presidente da Alper Cargo, divisão de seguros de Transportes da Alper Seguros. “Agora, com a lei, os transportadores são obrigados a averbar 100% dos embarques e o embarcador não consegue mais emitir as apólices de estipulação do RCTR-C. No entanto, as cartas DDR (Dispensa do Direito de Regresso) ou Carta Conforto, que eram emitidas pelos embarcadores aos transportadores, continuam sendo emitidas, trazendo assim, mais um desafio para equilibrar os interesses das partes.

Com todas as mudanças advindas da lei, a Alper observou efeitos em sua carteira de clientes. “Houve um crescimento de 26% na contratação de seguro de transportadores, quando comparado ao ano anterior. Além de um crescimento massivo de clientes transportadores na carteira.”, comenta Denis Teixeira, vice-presidente da Alper Cargo, divisão de seguros de Transportes da Alper Seguros.
 

Após um ano da promulgação, ainda existem preocupações. “Os embarcadores estão preocupados com o aumento do custo, qualidade e segurança das mercadorias, tendo que ajustar regras conforme exigências dos transportadores”, observa Teixeira. Por outro lado, os transportadores continuam enfrentando desafios na administração de diversas regras de gerenciamento de riscos e nos custos envolvidos, uma vez que as cartas de DDR continuam sendo emitidas. A vulnerabilidade quanto a possíveis ações de regresso, em casos de descumprimento de regras, é uma preocupação crescente.

Para os corretores de seguros e seguradoras, a nova legislação trouxe a necessidade de orientar os segurados sobre as novas exigências e implicações nas apólices. Houve adaptações na subscrição de riscos e adequações de produtos de seguro para alinhar-se às novas normativas, impactando diretamente nos custos e na oferta de mercado. Com a regulamentação da Susep, a provável eliminação das franquias pode acarretar em aumento das taxas de seguro e possivelmente reduzir o apetite de risco das seguradoras no setor de transportes. Para mitigar esses efeitos, é essencial que os segurados contem com consultorias bem informadas e mantenham boas relações com as companhias de seguro, possibilitando negociações eficazes na administração de recursos e custos. “O time Alper Cargo está preparado para apoiar na consultoria de Transportadores e Embarcadores, de forma que possa oferecer uma solução de continuidade para as relações/negócios das empresas e a segurança que a operação precisa. ”, afirma Denis Teixeira, vice-presidente da Alper Cargo.

Em relação às perspectivas futuras sobre a legislação, recentemente a SUSEP realizou uma consulta pública sobre a lei 14.599/23 e está prestes a emitir uma nova normativa. A tendência é de que essa nova resolução seja seguida por um posicionamento da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). “Certamente isso trará novas necessidades de adequações de produto, bem como das subscrições dos riscos por parte das seguradoras.”, explica Teixeira.


Grupo Exalt anuncia Maurício Ramos como diretor

O Grupo Exalt anuncia a saída de Christian Menezes e a chegada de Maurício Ramos como novo diretor. Com mais de 30 anos de experiência nas áreas comercial e técnica, atuando no relacionamento com corretores de diversos segmentos e regiões, possui estreito relacionamento com o mercado segurador. 

Christian Menezes, que está no Grupo Exalt há 2 anos, vai permanecer na empresa até o dia 31 de julho, para conduzir o processo de transição. Dentre outros, o executivo liderou a implantação das ferramentas digitais, o plano de expansão e a reestruturação das soluções ofertadas pelo grupo, com ênfase em um moderno programa de capacitação e desenvolvimento de corretores. “Sou muito grato pelo período que estive à frente do Grupo Exalt, me sinto muito honrado por ter desfrutado da confiança e do apoio de cada um dos nossos corretores, nessa jornada próspera e evolutiva”.

Maurício Ramos é graduado em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão Empresarial, pela Fundação Getúlio Vargas. Com passagens pela Itaú Seguros, Allianz Seguros, Swiss Re e It’s Seg, o profissional traz em sua bagagem a especialização em gestão de negócios, indicadores de desempenho e orçamento, liderança de equipes funcionais e multiculturais, em todo o Brasil. 

“Estou muito feliz com a oportunidade de liderar o Grupo Exalt e dar continuidade a missão de fortalecer a marca no mercado, ampliar nosso posicionamento e contribuir para um novo momento, com soluções focadas em inovação e sustentabilidade”, concluiu Maurício Ramos.