Seguradoras recorrem a climatologistas para melhorar análises de risco

Na manhã desta quinta-feira (10), 60 pessoas se reuniram no Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da Universidade de São Paulo – seis eram alguns dos maiores climatologistas do país, e os demais, executivos de seguradoras. O workshop produziu três conclusões, traz reportagem do Valor Econômico.

A primeira é que já existem modelos que dão previsões e materialidade a algumas ameaças climáticas. A segunda, que a escala e o período das previsões funcionam para as dimensões do Brasil, mas devem ser ajustadas em tempo e espaço para o setor de seguros.

A terceira é a intenção das seguradoras de construir com com os cientistas um instrumento que seja útil a todos. “Queremos desenvolver um instrumental de modelagem para o setor que calibre os modelos de risco e seja útil tanto para o planejamento financeiro das empresas como para desenvolver os produtos”, diz a ecóloga Ana Cristina Barros tem 30 anos de trabalho em clima e biodiversidade e há três meses foi convidada a dirigir a área de sustentabilidade da CNseg.

Leia a matéria completa no Valor.

Zurich Seguros e Instituto BRK lançam projeto para escolas em terras indígenas

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O projeto “Fonte de Futuro”, lançado pelo Instituto BRK em parceria com a Zurich Seguros, busca transformar a vida de comunidades indígenas, rurais e áreas afastadas dos centros urbanos, levando água tratada e educação ambiental para escolas nessas regiões. O estado do Tocantins é o primeiro a receber a iniciativa, que impactará diretamente cerca de 10.500 pessoas na região, incluindo alunos e funcionários de 20 instituições de ensino. A primeira fase do projeto fornecerá aproximadamente 220 mil litros de água tratada por dia, beneficiando 18.000 pessoas de forma direta e indireta.

De acordo com o Instituto Trata Brasil, 32 milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à água potável. A situação é particularmente grave nas áreas indígenas e rurais, onde 9% das escolas não contam com acesso à água tratada, segundo o Censo Escolar de 2022. Em Tocantins, escolas como a Tainá, na Aldeia Canoanã, e a Escola Municipal Rural Sebastião Lopes da Silva, no Assentamento Lagoa da Onça, serão as primeiras a receber os sistemas de tratamento de água desenvolvidos pela PWTech, empresa brasileira responsável por eliminar 100% dos vírus e bactérias da água.

“Um projeto como o Fonte de Futuro é um aliado valioso, ainda mais em escolas indígenas. Ele contribui com diversos aspectos, principalmente com relação à saúde e ao bem-estar dos alunos e funcionários”, destacou Leomarcia Ferreira Maia, coordenadora pedagógica da Escola Tainá, em nota.

Carlos Almiro, presidente do Instituto BRK, ressaltou o impacto social do projeto: “Acreditamos que o saneamento básico pode transformar a vida das pessoas. Com esse projeto inovador, ampliamos o acesso à água tratada em áreas fora do escopo contratual da empresa e levamos educação ambiental para as comunidades beneficiadas.”

A Zurich Seguros, que também apoia a iniciativa, vê no projeto uma oportunidade de reforçar seu compromisso com a sustentabilidade. “Contribuir com o projeto Fonte de Futuro significa melhorar a vida da comunidade em torno da escola. Estamos muito satisfeitos em atuar nesse projeto ao lado do Instituto BRK”, afirmou Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da Zurich, em nota.

O projeto abrange ainda a capacitação de funcionários das escolas para a manutenção dos sistemas, garantindo a sustentabilidade da iniciativa após o término da parceria. Ao longo de 12 meses, os profissionais da BRK cuidarão da manutenção dos filtros, enquanto treinam os funcionários das escolas para assumir essa responsabilidade futuramente.

A expectativa é que o projeto atenda a 20 escolas em Tocantins, Macaé (RJ) e Goiás até o final de 2024, levando dignidade e qualidade de vida a milhares de pessoas por meio do acesso à água potável e educação ambiental.

Aportes em previdência privada ultrapassam R$ 130 bilhões, de janeiro a agosto

Relatório realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi informa que, de janeiro a agosto de 2024, foram aportados R$ 130,8 bilhões em planos de previdência privada aberta no país. O número é maior 17,9% do que o montante registrado no acumulado dos oito primeiros meses do ano passado.

Já os resgates, por sua vez, subiram 2,4% na mesma base de comparação, variação menor do que a inflação do período, totalizando R$ 88,5 bilhões.

Dessa maneira, a captação líquida – que é o resultado da arrecadação total dos planos subtraída dos resgates – foi de R$ 42,3 bilhões, alta de 72,3% em comparação com o acumulado no mesmo período do ano anterior.

Outro dado que chama a atenção no documento são os ativos: no fim de agosto, o setor segurador administrava mais de R$ 1,5 trilhão nesses planos,  valor que supera o equivalente a 13% do PIB brasileiro.

Cresce número de planos de previdência e participantes

O universo de clientes ou participantes que possuem previdência privada aberta também aumentou. O relatório revelou que, em agosto desse ano, havia 11,2 milhões de pessoas com planos comercializados no Brasil. Um crescimento de 1,9%, quando comparado ao mesmo mês em 2023.

Apesar do avanço, esse contingente representa apenas 7% da população com 18 anos ou mais no país, deixando claro o potencial de expansão do setor, na visão da Fenaprevi.

Ao todo, essa população possui mais de 14 milhões de planos de previdência privada aberta, dos quais 80% eram da modalidade individual, isto é, quando a própria pessoa toma a iniciativa de contratar um plano desta natureza, enquanto os demais 20% são coletivos.

Ao analisar os planos por tipo de produto, percebe-se que o VGBL — Vida Gerador de Benefício Livre — é o favorito, representando 63% dos planos comercializados (8,9 milhões), seguido pelo PGBL — Plano Gerador de Benefício Livre — com participação de 22% (3,1 milhões de planos) e os demais 15% (2,2 milhões) são planos tradicionais.

VGBL é o produto com os maiores aportes

O relatório da entidade permite ainda avaliar o resultado segmentado por produto. O VGBL foi responsável por 92% da captação total no período, (aproximadamente, R$ 120 bilhões). Já nos planos PGBL foram aportados mais de R$ 8 bilhões ou 6% do total aferido, frente aos cerca de R$ 2 bilhões captados em fundos tradicionais de previdência privada aberta.

Capitalização ultrapassa R$ 40 bilhões em reservas técnicas

O setor de capitalização no Brasil ultrapassou a marca de R$ 40 bilhões em reservas técnicas, um feito histórico que destaca a relevância deste segmento para a economia nacional. A Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) anunciou os números durante um encontro com jornalistas especializados no SindsegSP, em São Paulo, nesta quarta-feira (16/10). O presidente da entidade, Denis Moraes, reforçou a importância da capitalização no estímulo à disciplina financeira e injeção de recursos na economia, especialmente em momentos de resgates e sorteios.

Em meio às comemorações pelos 95 anos de operação no país, a capitalização acumula resultados positivos, com crescimento contínuo ao longo de sete meses consecutivos. Entre janeiro e julho de 2024, o setor arrecadou R$ 17,89 bilhões, um aumento de 5,8% em relação ao ano anterior. Os resgates pagos totalizaram R$ 14,16 bilhões, enquanto os sorteios alcançaram R$ 1,06 bilhão, refletindo incrementos de 13,5% e 21,3%, respectivamente. Esses números representam mais de R$ 15 bilhões injetados na economia, beneficiando tanto famílias quanto empresas.

A FenaCap também apresentou uma estimativa otimista para o futuro do setor. Segundo estudo “Estimativa de Potencial de Mercado”, a arrecadação da capitalização pode chegar a R$ 91 bilhões até 2028, três vezes maior do que o faturamento atual. O estudo ainda prevê o pagamento de R$ 69 bilhões em resgates e R$ 5,8 bilhões em sorteios, além de reservas técnicas que devem alcançar R$ 111,4 bilhões.

Moraes destacou a versatilidade da capitalização ao longo das últimas décadas, mencionando a capacidade do setor de se reinventar e inovar. Um exemplo recente é o sucesso da modalidade Instrumento de Garantia, que arrecadou R$ 1,87 bilhão de janeiro a julho, oferecendo uma alternativa ao fiador em contratos de aluguel e outras negociações. Outro destaque foi a Filantropia Premiável, que registrou R$ 2,36 bilhões em arrecadação, com repasses de R$ 1,1 bilhão a entidades filantrópicas, um aumento de 29,5% em relação ao ano passado.

O Sudeste liderou a arrecadação por região, com R$ 10,24 bilhões, seguido pelo Sul (R$ 3,35 bilhões), Nordeste (R$ 1,94 bilhão), Centro-Oeste (R$ 1,61 bilhão) e Norte (R$ 750 milhões). O cenário promissor reflete o papel da capitalização como um importante motor para o crescimento econômico do país, com perspectiva de expansão significativa nos próximos anos.

Demanda por seguros atinge maior valor nominal da história em julho, afirma CNseg

dyogo oliveira cnseg

Um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostrou que o mês de julho de 2024 teve a maior receita nominal desde o início da série histórica. Foram arrecadados mais de R$ 40,3 bilhões em prêmios de seguros, contribuições de previdência e faturamento com títulos de capitalização, o que representou um avanço de 13,9% em relação ao ano anterior, desconsiderando a Saúde Suplementar. 

No acumulado dos sete primeiros meses, o volume arrecadado somou R$ 249,9 bilhões, alta de 15,1% se comparado com o mesmo período do ano passado. O setor registrou um aumento significativo na procura por produtos como os seguros Fiança Locatícia (+26,6%), Prestamista (+23,4%), Garantia (+22,3%) e Família VGBL (+22,1%).

Em termos de indenizações, foram pagos R$ 141,4 bilhões entre janeiro e julho de 2024, um avanço de 6,0% sobre o total desembolsado pelo setor no mesmo período de 2023. Somente no sétimo mês, houve um aumento significativo de 24,6% nos pagamentos em relação ao mesmo mês do ano passado, alcançando a cifra de R$ 21,6 bilhões.

Ramo em destaque

O seguro Garantia, em particular, está sendo impulsionado pela Lei 14.133/2021, a “Nova Lei de Licitações”, cuja obrigatoriedade de aplicação entrou em vigor apenas no final do ano passado. O produto, que garante a conclusão de obras públicas e privadas, arrecadou mais de R$ 2,8 bilhões nos sete meses deste ano, um aumento de 22,3% na demanda por esse tipo de seguro.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, explica que a cláusula de retomada, principal objeto da nova lei, permite que, em caso de inadimplência da empresa contratada para uma obra pública, a seguradora assuma a responsabilidade pela conclusão do contrato. “Isso tende a ajudar na redução do número de obras inacabadas no Brasil, estimadas em quase 9 mil segundo o Tribunal de Contas da União. Isso equivale a 40% dos contratos existentes que demandam recursos federais”, explicou.

estado de Mato Grosso foi pioneiro, estabelecendo limite de R$ 50 milhões para obras de grande vulto, com cláusula de retomada obrigatória. Em 2023, o estado lançou a primeira licitação de uma obra pública com a cláusula de retomada para o asfaltamento de 50 km da MT-430, nos municípios de Confresa e Vila Rica, no valor de R$ 115,8 milhões, que posteriormente foi ajustado para R$ 95,1 milhões, demonstrando a eficácia da parceria entre o governo estadual e o mercado segurador.

“Esse modelo de licitação tem mostrado sucesso, sendo visto como referência para outros estados. A iniciativa foi desenhada para trazer segurança jurídica e financeira às obras públicas, facilitando a finalização dos projetos sem a necessidade de novos processos licitatórios”, destaca Oliveira.

A parceria entre o governo e o setor segurador, que ainda aguarda regulamentação completa da SUSEP, aponta para um potencial crescimento dos produtos de Seguro Garantia, impulsionado também pelos investimentos previstos no PAC. Segundo projeções da CNseg, atualizadas mês passado, a expectativa é que o Garantia feche 2024 com um crescimento de 29,3% em relação ao ano passado e, para 2025, projeta-se uma robusta evolução de 17,0% em relação a este ano.

Bradesco Seguros reforça a importância de criar memórias

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros lança sua campanha institucional intitulada ‘Memórias’. Composta por dois filmes, o projeto reforça a importância de se manter ativo e mostra que pessoas com mais idade não têm só lindas memórias de quando eram mais jovens. Ainda há sempre muito a se viver e novas memórias continuam sendo construídas ao longo da vida – fazendo um link com o tema longevidade – pilar importante para a companhia.

No vídeo ‘Futebol’, uma mulher conta com alegria a sua lembrança de uma partida, quando seu marido prometeu fazer um gol para ela. Já em ‘Encontro’, um homem destaca o impacto positivo que teve ao encontrar sua esposa antes de um jantar. O curioso é que ambas as memórias, num primeiro momento, fazem o espectador acreditar que são de um passado bem distante, mas que, na realidade, são da semana passada.

“Queremos mostrar que sempre será possível criar boas memórias e que há sempre um futuro pela frente. Viver um futuro que já começa no presente e o Grupo Bradesco Seguros quer estar em todos os momentos com os brasileiros”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

A campanha é narrada pela atriz e apresentadora Zezé Motta, sendo composta por filmes a serem veiculados nas TVs aberta e por assinatura, além de redes sociais. A AlmapBBDO assina o conceito criativo do projeto.

Seguro saúde no Brasil é destaque em conferência internacional da Howden

Ricardo Anbar, superintendente comercial da Howden no Brasil, foi um dos palestrantes no evento que celebrou, em Londres, Inglaterra, os 10 anos da GBN Worldwide, uma rede global presente em mais de 150 países. Com cerca de 100 participantes de 31 países, o executivo abordou o mercado de seguro saúde no Brasil, com a palestra “Health Insurance Market in Brazil: Challenges and Growth Opportunities”.

O tema despertou a atenção do público. Além de saúde ser um tema em evidência e desafiador em qualquer país, Anbar foi o único a tratar de benefícios durante o evento. Ele explicou a relevância do seguro saúde na estrutura de remuneração das empresas brasileiras, comparando-o ao Sistema Único de Saúde (SUS) e à legislação vigente. “Os participantes ficaram impressionados com nosso modelo, que é bastante avançado em comparação a outros países onde o seguro saúde não é tão desenvolvido como o brasileiro”, comentou. Ele também destacou o papel da Howden no uso intensivo de dados e inteligência médica para aprimorar a administração das apólices e trazer avanços ao mercado.

Entre os temas que mais chamaram a atenção dos presentes estavam a inflação médica, a judicialização dos planos de saúde e o crescimento da telemedicina. Anbar também mencionou a preocupação crescente com a saúde mental dos segurados, um aspecto que tem ganhado relevância no cenário atual. “Foi interessante perceber como o público se engajou ao discutir questões que impactam diretamente o mercado, como a saúde mental e o uso de tecnologias no setor”, afirmou.

A inteligência artificial (IA) foi outro ponto de destaque. Segundo Anbar, o uso da IA no controle de sinistralidade, prevenção de fraudes e monitoramento de saúde preventiva gerou uma ampla repercussão entre os corretores presentes. “Chegamos ao consenso de que o uso da IA tem potencial para transformar o mercado, mas é crucial saber como utilizá-la de forma eficiente”, disse ele.

O seguro saúde, de acordo com Anbar, é hoje uma ferramenta essencial para a atração e retenção de talentos nas empresas. No cenário brasileiro, ele destacou que esse benefício se tornou um diferencial importante para a remuneração, reforçando a necessidade de evolução contínua no setor, com a implementação de novas tecnologias e o aperfeiçoamento dos serviços.

HDI: avanço tecnológico objetiva aprimorar produtos, soluções e serviços

Pela primeira vez, o grupo HDI participou do Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros como conglomerado, com suas marcas HDI e Yelum ganhando visibilidade. O estande da empresa foi ponto de encontro para corretores e executivos, além de oferecer ativações interativas que fortaleceram o relacionamento com parceiros. “Tivemos o prazer de encontrar nossos parceiros de negócio e reafirmar o comprometimento do grupo em oferecer as melhores soluções e experiências para todos os nossos públicos. Não poderíamos estar mais satisfeitos”, destacou Eduardo Dal Ri, CEO do Grupo HDI.

Entre os principais painéis do evento, o debate sobre “Transformação Digital como aliada dos Corretores de Seguros” contou com a participação de Igor Di Beo, vice-presidente de Vida & RE do Grupo HDI. Durante sua fala, Di Beo ressaltou o impacto positivo da digitalização no setor: “Todo avanço tecnológico tem como objetivo aprimorar produtos, soluções e serviços para o consumidor. É indispensável levarmos em consideração esse público quando pensamos em melhorias, pois, assim, somos capazes de otimizar a forma como o corretor vai oferecer os produtos”.

Rafael Ramalho, Vice-presidente de Auto do Grupo HDI, também subiu ao palco no painel “O futuro do automóvel. E o seguro?”, discutindo as inovações que estão moldando o setor de seguros automotivos. Ele destacou a importância de acompanhar as tendências do mercado: “O mercado tem respondido positivamente às novas demandas, e nós estamos dedicados a evoluir para acompanhar essas tendências e oferecer soluções personalizadas, tanto para os clientes quanto para os corretores”.

Com uma presença robusta de seus executivos, o grupo HDI reforçou seu compromisso com a inovação e o relacionamento próximo aos corretores. O evento consolidou a atuação da empresa no mercado e reforçou sua estratégia de estar sempre à frente nas transformações que impactam o setor de seguros no Brasil.

Seguradoras arrecadam R$ 288 bi até agosto de 2024, avanço de 13,5%

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As seguradoras arrecadaram R$ 288 bilhões de janeiro a agosto deste ano, crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período de 2023. Já o retorno à sociedade, por meio de indenizações, resgates, benefícios e sorteios, foi de R$ 161 bilhões no período, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Os segmentos de seguros de danos e pessoas apresentaram, sem considerar o VGBL, uma arrecadação de R$ 135,87 bilhões, o que representa uma alta de 10,42% em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

O VGBL arrecadou R$ 16,11 bilhões em contribuições somente em agosto de 2024. Durante os oito primeiros meses do ano, foram R$ 121,32 bilhões arrecadados, um montante 19,4% superior ao mesmo período de 2023. 

Os produtos de capitalização arrecadaram, no período, R$ 20,72 bilhões. Assim, houve um crescimento de 5,7% na receita acumulada até agosto de 2024, em relação aos oito primeiros meses de 2023. 

Akad unifica diretorias para aumentar eficiência e focar na experiência do cliente

danilo gamboa akad seguros

Fonte: Akad

A Akad Seguros acaba de anunciar Rafael Fragnan como o primeiro CUO (Chief Underwriting Officer) da companhia. Com a formação da nova diretoria, a seguradora busca fortalecer a sinergia com seus corretores e parceiros de negócio. O objetivo é agregar mais qualidade e agilidade no fluxo de atendimento aos clientes, coordenando esforços desde a geração da demanda até a subscrição e o desenho do resseguro.

Administrador de empresas, Fragnan possui pós-graduação em Gestão de Negócios pelo Mackenzie e MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ingressou na Argo em 2012, onde atuou como gerente de P&C, diretor de Sinistros e Riscos e Chief Risk Officer (CRO). Quando a seguradora recebeu o aporte da GP Investimentos e passou a se chamar Akad em 2022, Fragnan assumiu o cargo de Chief Operation Office (COO).

O executivo revela que a nova diretoria foi criada para agregar e nortear o trabalho de áreas consideradas estratégicas para a jornada do corretor. Entre elas estão os departamentos comercial e de marketing, responsáveis por criar o conteúdo de marca para o parceiro. Fragnan cita ainda a equipe de subscrição, responsável pelo desenho, precificação e detalhamento das condições dos produtos. Outro time fundamental para o CUO é o de resseguros, encarregado de buscar parcerias para viabilizar novas oportunidades de negócio.

“Minha maior atribuição nesta nova função será conduzir um time de profissionais extremamente capacitados, que já possuem um olhar condicionado a otimizar a jornada de trabalho dos corretores”, afirma Fragnan. “O principal objetivo será coordenar os esforços, desde a geração da demanda com os clientes até o desenho do resseguro, passando pela subscrição. Uma solução única, integrada e fluída, para dar agilidade a solução das demandas dos clientes”, completa Danilo Gamboa, CEO da Akad. 

Fragnan e Gamboa contam que a nova diretoria atuará com atenção especial em Seguro de Pessoas, segmento no qual a seguradora estreou no último mês de julho ao obter a licença da Susep (Superintendência de Seguros Privados). “Trata-se de um mercado com excelente oportunidade de criação de novos produtos, sobretudo produtos disruptivos, capazes de gerar novas frentes de negócio para os corretores”, projeta o novo CUO.

Segundo Fragnan, a intenção é também priorizar produtos dos ramos de danos, entre os quais a seguradora já se estabeleceu como referência de mercado e possui market share relevante. Responsabilidade Civil Profissional, Transportes, D&O, Bike e Cyber são alguns exemplos citados pelo executivo.