MAG Seguros avança com inovação e capacitação dos corretores

Para atender a essa demanda crescente pelo seguro de vida, a MAG Seguros, que completará 190 anos em janeiro próximo, vem investindo fortemente em inovação, produtos aderentes, educação financeira e na capacitação de novos corretores. O Programa de Formação de Novos Corretores da MAG, realizado em parceria com a Escola de Negócios de Seguros, já formou mais de 300 profissionais apenas no primeiro semestre deste ano, com um índice de aprovação de 89%. “Usamos a inteligência artificial e people analytics no programa “Formandos 4.0”, que tem como objetivo otimizar a seleção de novos corretores e gerar leads para impulsionar as vendas”, conta segundo Helder Molina, CEO da MAG Seguros.

“A pandemia trouxe maior conscientização sobre a importância do seguro de vida. Tanto corretores quanto clientes passaram a valorizar mais a proteção financeira em momentos de imprevistos, como doenças graves e invalidez, que antes eram vistas como coberturas secundárias. Essa conscientização levou ao aumento da procura por seguros, especialmente entre os mais jovens”, destaca. De acordo com relatório da Susep, o seguro de vida registrou R$ 16,3 bilhões até junho de 2024, um crescimento de 14,6% em relação ao primeiro semestre de 2023.

A MAG tem apostado na comunicação direta com corretores por meio de canais exclusivos, como o Conecta MAG, que oferece suporte por Telegram, com informações sobre produtos e campanhas de vendas. No atendimento aos segurados, a seguradora realizou o rebranding da antiga linha Vida Toda Bem-Estar, agora chamada de INVIDA, com foco em coberturas voltadas à saúde. “Essa reformulação busca desmistificar a ideia de que seguros de vida se limitam à cobertura em casos de morte, mostrando que são ferramentas importantes para proteção em diversas situações”, pontua.

Outro destaque na operação da MAG é a criação de uma diretoria focada na experiência do cliente, com o objetivo de centralizá-lo nos processos. Molina revelou que a área de Suporte ao Cliente (CRMAG) já atinge 89,6% de resoluções na primeira chamada, enquanto a área de Sucesso do Cliente, que foca em relacionamento proativo e autosserviço, registrou um aumento de 128% na cobertura de pontos de contato digitais nos últimos sete meses.

No campo das inovações, além do rebranding da linha INVIDA, a MAG lançou recentemente o Acolhe BEN, um processo de pagamento mais eficiente para beneficiários de segurados que faleceram. “É uma iniciativa incrível, que oferece suporte na organização de documentos para aviso de sinistro, além de atendimento psicológico e consultoria financeira, sem custos adicionais”, comenta.

Em termos de distribuição, a MAG conta com 39 unidades no Brasil, mais de 800 parceiros de negócios e 6,6 mil corretores. A seguradora tem buscado ampliar suas operações digitais e foi pioneira, em 2017, ao lançar o Venda Digital, que permite que todo o processo de comercialização seja realizado de forma 100% digital. Em 2023, essa ferramenta foi responsável por mais de 95% das vendas individuais. Outro destaque é o MAG Phygital, ferramenta de captação, gestão e distribuição de leads, que apresentou um aumento de 9% na taxa de conversão de vendas em 2024.

A adoção de tecnologias como inteligência artificial tem permitido à MAG otimizar tanto a análise de riscos quanto os processos de venda. Molina menciona o uso do machine learning no MAG Phygital, que torna a experiência de compra mais adaptada às preferências dos clientes, e o SARA (Simplified Automated Risk Assessment), ferramenta desenvolvida em parceria com a Munich Re, que melhora o processo de underwriting, oferecendo uma experiência mais rápida e personalizada aos clientes da linha Private Solutions.

O desempenho financeiro, Molina destaca que, de 2019 até 2023, o faturamento da MAG com seguros de vida (sem VGBL) dobrou, saindo de R$ 1,4 bilhão para R$ 2,8 bilhões. Esse crescimento foi impulsionado pela conscientização da população sobre a importância da proteção da vida e pela diversificação dos produtos oferecidos pela seguradora. No ano passado, a MAG pagou R$ 816,3 milhões em benefícios, o segundo maior valor da sua história.

Para 2025, a seguradora tem uma perspectiva positiva, com foco em expandir sua participação no mercado de seguros de vida individual e em grupo. A digitalização e a inovação continuam sendo prioridades para a companhia, que busca desmistificar o seguro de vida e apresentá-lo como uma ferramenta essencial para o planejamento financeiro das famílias brasileiras.

Sobre a cobertura de pandemias, Molina afirmou que, durante a crise da Covid-19, a MAG decidiu pagar benefícios aos segurados, mesmo em apólices que não previam esse tipo de risco. A empresa está ativamente envolvida nas discussões do setor sobre a cobertura de futuras pandemias, com o objetivo de garantir a melhor proteção financeira para os brasileiros.

Procura por coberturas para doenças graves dobrou na Prudential do Brasil

prudential do brasil
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Fonte: Prudential

O número de mulheres que busca o seguro de vida como uma proteção financeira para doenças graves cresceu na Prudential do Brasil, maior seguradora independente do segmento de pessoas do país. As contratações e os benefícios pagos para elas em casos de câncer de mama dobraram em um período de cinco anos. Atualmente, 40% de todos os pagamentos de indenizações feitos pela Prudential por coberturas de doenças graves para clientes do sexo feminino são relacionados à doença.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se mais de 73 mil novos casos de câncer de mama em 2024. Estudos mostram que uma em cada oito mulheres possa desenvolver câncer de mama ao longo da vida. Nos últimos anos, a Prudential tem direcionado um olhar especial para as mulheres, ampliando e adaptando seu portfólio para atender às necessidades específicas de saúde feminina. O aumento da demanda tem sido impulsionado por fatores como longevidade, maior incidência de doenças crônicas e a participação crescente das mulheres no mercado de trabalho.
 
De acordo com o vice-presidente de Marketing e Clientes da Prudential do Brasil, Carlos Cortez, a cobertura para doenças graves pode ser um recurso importante para o planejamento financeiro. “No mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama é importante lembrar que esse é o tipo de câncer que causa mais mortes entre as mulheres. Hoje, elas têm um papel decisor na contratação de um seguro de vida já que, em muitos casos, são chefes de família ou contribuem no orçamento familiar. Além de custear o tratamento, a indenização ajuda a manter a estabilidade financeira da família em caso de perda momentânea de renda”, explica o executivo.

Líder em Doenças Graves – Pioneira no país, a Prudential do Brasil tem a maior carteira de Doenças Graves do mercado e oferece esse tipo de cobertura desde 2004. Em 2019, lançou o Doenças Graves Modular, que engloba até 25 doenças e procedimentos, com um diferencial importante para as mulheres: 50% adicional ao capital segurado em caso de câncer de mama diagnosticado em estágio avançado.

Em 2022, a seguradora lançou o Prudential Proteção em Vida que cobre uma série de doenças graves e dá acesso a assistências e coberturas adicionais, como internação hospitalar, cirurgias e quebra de ossos. No mesmo ano, foi a vez do Prudential Minha Primeira Proteção, primeiro seguro para doenças graves destinado a crianças de 2 a 13 anos. Em 2023, o Prudential Vida e Saúde chegou ao mercado como o único produto a incluir cobertura vitalícia para doenças graves, além de possibilitar a utilização de até 50% do capital segurado total contratado para morte em uma indenização em vida. 

Valor Econômico publica especial de Seguros

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O jornal Valor Econômico traz hoje um especial sobre seguros com 19 matérias. Entre elas, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com agência da ONU, desenvolveu ferramentas de auxílio às empresas do setor para melhor enfrentarem os impactos provocados pelas mudanças climáticas. Realizado ao longo de 15 meses (de julho de 2022 a outubro de 2023), o projeto desenvolveu o Mapa de Calor, uma ferramenta para apresentar uma visão macro da exposição geográfica brasileira a 11 riscos climáticos físicos, considerando dois cenários climáticos (aumento de 2°C e de 4°C) e dois horizontes temporais (2030 e 2050).

A CONTA DO CLIMA

A cobertura de danos causados por catástrofes pode não ser novidade para o mercado de seguros, mas as mudanças climáticas têm colocado componentes adicionais nessa conta. A frequência e a severidade com que os eventos extremos têm ocorrido acendem o alerta do setor em relação a coberturas e modelagens de classificação de risco. O país, que não tinha histórico de grandes perdas provocadas por desastres dessa natureza, vem registrando números de catástrofes cada vez mais intensos, como as enchentes no Rio Grande do Sul, que teve perdas de quase R$ 6 bilhões, de acordo com fontes da indústria.

FINANCIAMENTOS A CIDADES

Seguradoras estão propondo mudanças em regulamentações para facilitar os investimentos em projetos de mitigação e adaptação das cidades à crise climática. A ideia é estimular as obras necessárias agora, para evitar desembolsos maiores no futuro em indenizações para cobrir eventuais danos causados por eventos climáticos extremos.

GUERRAS

O total de prejuízos para o setor de seguros e resseguros causado por guerras em curso no mundo é uma cifra bilionária que continua a crescer no mesmo ritmo da escalada das tensões. Tanto a guerra entre Rússia e Ucrânia como o conflito entre Israel, de um lado, e Hamas e Hezbollah, do outro, parecem longe de um final.

RESSEGURO

O aquecimento global provoca aumento na incidência de catástrofes climáticas. Mais seguros contra danos são feitos. As seguradoras recorrem às resseguradoras para garantir que conseguirão prover os ressarcimentos, em caso de sinistro. Resumidamente, esse é o ciclo que faz crescer as cifras no mercado de resseguros, foco de empresas como o IRB(Re), que, com 85 anos de atuação, lidera o setor de resseguros no Brasil, tendo 17% do mercado e contabilizando R$ 6,5 bilhões em prêmios vendidos às seguradoras em 2023.

LRS

Um novo instrumento financeiro para lidar com riscos catastróficos chamado LRS (Letra de Risco de Seguro), regulamentado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) neste ano, aguarda aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para autorizar as sociedades seguradoras de propósito específico (SSPE) interessadas em atuar no Brasil. “A expectativa é que algumas sejam autorizadas em breve”, diz o diretor da Susep, Carlos Queiroz, sem revelar quais. Dois nomes, entretanto, são dados como certos: Andrina Seguros, ligada ao IRB (Re), e uma vinculada ao fundo Galapagos Capital.

PL DE SEGUROS

O novo marco legal de seguros, ou Lei do Contrato de Seguro, completou 20 anos de tramitação em 2024 e irá passar novamente pela Câmara dos Deputados. Entre outras medidas, o Projeto de Lei 2.597/24 proíbe a extinção unilateral do contrato pela seguradora e a criação de um questionário de avaliação de risco, a ser preenchido pelo segurado no ato da contratação.

AI

As aplicações de inteligência artificial generativa (IAGen) em seguros ainda estão em teste, mas já surgem resultados em assistentes digitais, desenvolvimento de softwares e ferramentas de produtividade ou relacionamento com o cliente. Cuidados são essenciais em um setor com informações pessoais abundantes.

SEGURO DE VIDA

A pandemia de covid-19 trouxe uma nova realidade para o mercado securitário no Brasil, impulsionando o crescimento das vendas de seguros de vida e mudando a percepção dos consumidores sobre a importância da proteção financeira. Com o avanço da digitalização e a introdução de novas tecnologias, como a inteligência artificial, seguradoras registraram crescimento significativo ao personalizar produtos e integrar soluções de saúde e vida, tendências que devem moldar o mercado nos próximos anos.

DOENÇAS GRAVES

Vem ocorrendo um forte aumento da procura por seguros para doenças graves no Brasil. Fatores como histórico familiar de enfermidades, maior longevidade e predisposição ao planejamento financeiro para o futuro são algumas das razões dessa tendência, que é notada principalmente entre as mulheres – e entre elas, se destacam aquelas que são chefes de família ou que contribuem no orçamento familiar, afirma Carlos Cortez, vice-presidente de marketing e clientes da Prudential do Brasil.

LONGEVIDADE

A indústria da previdência acelera seu crescimento em ritmo histórico, acompanhando uma população que se torna mais velha e longeva. Parte da explicação vem da percepção de que o brasileiro está mais preocupado com a qualidade de vida na aposentadoria e com as dificuldades financeiras que pode vir a enfrentar.

SAÚDE

Cresce no mercado de saúde suplementar o número de operadoras que oferecem Atenção Primária à Saúde (APS), tanto como cuidado dos beneficiários como para reduzir impactos financeiros gerados pelo envelhecimento de suas carteiras. Nos últimos 12 anos, a população com mais de 60 anos cresceu 57,4% no Brasil.

PREVIDÊNCIA

O setor de seguros quer ofertar uma modalidade inédita no Brasil, mas popular nos Estados Unidos. Lá, o chamado “universal life” funciona como um híbrido de seguro de vida e previdência, permitindo resgates. Por aqui, o vida universal, em fase de nova regulamentação pela Susep, permite o uso dos recursos acumulados para eventuais atrasos de mensalidades.

CARROS ELÉTRICOS

A expansão dos carros eletrificados impulsiona a venda de seguros para esse tipo de veículo. Na Allianz, as emissões dessas apólices cresceram cerca de 120% entre janeiro e setembro de 2024, sobre o mesmo período de 2023. Na Tokio Marine, a alta foi de 70%. Apesar do volume crescente no segmento, as seguradoras ainda usam métricas dos veículos a a combustão para avaliar risco e prêmios dos eletrificados. “Estamos no primeiro ano de avaliação da demanda por este produto”, diz Eduardo Menezes, superintendente de produto auto da Bradesco Seguros.

SEGURO CIBERNÉTICO

Com investimento anual de cerca de R$ 50 milhões em tecnologia e pessoal para segurança nas operações, a +A Educação — plataforma especializada em soluções tecnológicas e de conteúdo para instituições de ensino superior —, passou a investir em seguro cibernético há quatro anos.

SEGURO TRANSPORTE

O aumento da violência e a entrada em vigor de uma nova legislação estão impulsionando a procura por coberturas para o transporte de mercadorias. Hoje o Brasil só perde para o México no ranking dos países com maior número de roubos de carga — foram 17 mil ocorrências em 2023, ou duas por hora, nas estradas brasileiras.

OPEN INSURANCE

O cenário de compartilhamento de dados e transações, com consentimento, do usuário de seguros (o open insurance, ou Opin), mira o pote de ouro no fim do arco-íris: a integração total do sistema financeiro sob o open finance.

INSURTECHS

O surgimento de novas empresas, em geral de pequeno porte e com foco em inovação tecnológica tanto na gestão de riscos como na prestação de serviço ao cliente, tem ajudado a democratizar o acesso aos seguros ao explorar nichos que não são visados pelos grandes grupos.

SEGURO BIKE

Não há dados oficiais, mas especialistas afirmam que o ramo de seguro para bicicletas está em franca expansão, acompanhando o crescimento dos adeptos de um estilo de vida mais saudável e sustentável. Do mesmo jeito que nos carros, o seguro para bicicletas cobre roubos e furtos, além de reparos após eventuais tombos e colisões.

FUSÕES

Após um período agitado no pós-pandemia, marcado por operações expressivas envolvendo grandes corporações, as transações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) no setor de seguros tornaram-se mais seletivas, segundo especialistas do mercado.

FenSeg sugere programa de seguros do governo para tratar de desastres ambientais

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Fonte: CNseg

Hoje é consenso de que é preciso pensar não apenas na população que sofre cada vez mais com os efeitos dos eventos climáticos extremos, mas também em dar resiliência às cidades que também vem sendo cada vez mais impactadas pelas consequências das inundações e das secas.

Em painel durante o 7º Seminário Jurídico de Seguros, realizado em 24/10, em Brasília, o ministro do STJ, Raul Araújo, afirmou que a busca por desenvolvimento social e o crescimento econômico passa pela expansão das infraestruturas existentes, mas esse processo traz riscos ambientais, que podem ser severos. Entretanto, disse ele “o setor de seguros possui produtos que possibilitam que os envolvidos na realização dessas obras de infraestrutura ou em sua operação possam ter os seus riscos compartilhados ou transferidos para os seguradores, na conformidade com os contratos de seguro”.

Para Jéssica de Almeida, diretora da Susep, é muito importante que se pense no papel que o setor segurador pode ter na transição climática, mitigando os riscos advindos do atual padrão de desenvolvimento baseado nas emissões de carbono.

O presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Antonio Trindade, destacou ainda a importância de projetos como o “Programa de seguros para infraestrutura de cidades”, que busca suportar, junto com o Governo Federal, os municípios em caso de desastres climáticos. “Precisamos buscar soluções para diminuir o sofrimento das populações mais carentes, que são justamente as mais atingidas pelos desastres naturais. Sabemos que o brasileiro é solidário e vemos isso quando as pessoas se mobilizam para fazer doações, mas precisamos de soluções que não sejam apenas reativas”, afirmou.

Com o olhar voltado para a as populações mais vulneráveis, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Edilene Lôbo, lembrou que a Constituição brasileira traz uma promessa de entrega de desenvolvimento, de redução das desigualdades e de luta contra a discriminação.

O presidente da FenSeg lamentou a inexistência de um programa de seguros por parte do Governo para tratar desses desastres ambientais que, a cada ano, aumentam em frequência e intensidade e cujas perdas para o setor privado alcançaram R$ 320 bilhões entre 2013 e 2022. Ele destacou também a solução de proteção aos atingidos pelos desastres ambientais apresentadas pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) ao governo Federal, o Seguro Social de Catástrofes.

Atualmente existem mais de 8 milhões de brasileiros vivendo em áreas de risco no Brasil. Mais de 2,5 milhões vivem em áreas de alto risco e muita vulnerabilidade. O Seguro Social de Catástrofe funcionaria como um instrumento de proteção e amparo financeiro para essa população vulnerável a desastres provocados por chuvas, inundações, alagamentos ou desmoronamentos. A proposta da CNseg prevê o pagamento de cerca de R$ 15 mil para a cobertura de despesas com perdas materiais e de R$ 5 mil às vítimas fatais, com uma cobrança estimada de R$ 3/mês nas contas de luz.

O projeto, segundo Trindade, teria auxiliado, por exemplo à população atingida em Brumadinho e Mariana, já que “as pessoas jurídicas já receberam suas indenizações, mas ainda há muitas pessoas físicas desassistidas”.

O CEO da Austral Resseguradora, Bruno Freire, abordou a importância do resseguro no processo de fortalecimento da infraestrutura brasileira, fornecendo o aporte financeiro necessário para as seguradorassuportarem os elevados e custosos riscos que envolvem esses projetos.

“Do ponto de vista contratual, o cliente do ressegurador é a seguradora. O ressegurador não tem relação direta com o segurado, mas ele garante que esses grandes capitais sejam cobertos, uma vez que uma seguradora não teria capacidade de assumir sozinha esses grandes riscos. Nesse mutualismo, é fundamental dividir os riscos com o mercado internacional”, disse. Além disso, acrescentou, as resseguradoras não só possibilitam a redução da volatilidade do dia a dia das seguradoras, mas também contribuem com eventual transferência de know-how.

ABGF assina parceria entre Brasil e Reino Unido para crédito à exportação

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Fonte: ABGF

A Agência Brasileira de Fundos Garantidores e Garantias S/A (ABGF) assinou acordo que dá as bases para o compartilhamento de risco entre a União, por meio do Seguro de Crédito à Exportação (SCE) com lastro no Fundo de Garantia às Exportações (FGE), e a United Kingdom Export Finance (UKEF). A parceria foi firmada com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, o ministro de Comércio Internacional e Negócios do Reino Unido, Jonathan Neil Reynolds, e a presidente da ABGF, Maíra Madrid.

O acerto inédito foi firmado em reunião bilateral do Grupo de Trabalho de Comércio e Investimento do G20 e prevê as vendas internacionais de produtos que contêm conteúdo brasileiro e britânico, que poderão contar com seguro à exportação dos dois países, da UKEF e resseguro da ABGF.

Ainda serão definidos os termos operacionais que deverão reger o compartilhamento de risco entre MDIC/ABGF e UKEF, como as estruturas de resseguro, de forma a reduzir, para ambos os países, a exposição a risco de seus programas de apoio oficial ao crédito à exportação e a expectativa é que o acordo final ocorra em janeiro de 2025.

O acordo entre os dois países representa um passo estratégico para fortalecer o crédito à exportação de bens e produtos com conteúdos dos dois países, como aeronaves.

“A iniciativa simboliza o retorno da internacionalização da ABGF e deixará as exportações brasileiras mais atrativas. A cooperação técnica vai compartilhar melhores práticas e manter a atualização de nosso modelo de avaliação e monitoramento de risco, sempre prezando pela solidez técnica da política pública”, ressaltou Maíra.

Bradesco Seguros disponibiliza guia com boas práticas para um futuro longevo

Dando continuidade às suas iniciativas em prol da longevidade, o grupo Bradesco Seguros disponibiliza um guia que reúne orientações para que as pessoas possam viver os melhores anos de suas vidas. Abordando os pilares que contribuem para uma vida longeva e com mais qualidade, como atitudes em relação à longevidade; saúde física e mental; interações sociais e meio ambiente; cuidados de saúde e prevenção; e finanças, o conteúdo pode ser acessado no site desenvolvido pelo grupo segurador, após a conclusão do teste que revela o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP).

“Há mais de 20 anos, a longevidade é uma prioridade para o Grupo Bradesco Seguros. Com esse guia, queremos estimular, de forma acessível para todas as faixas etárias, uma reflexão sobre a longevidade, além de reforçar a importância de a população ampliar seus conhecimentos sobre o tema e transformá-los em atitudes para começar a construir o seu futuro hoje”, ressalta Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Tanto o guia como o Indicador de Longevidade Pessoal foram desenvolvidos a partir da união de nomes importantes, como o Instituto de Pesquisa Locomotiva e o especialista em envelhecimento Alexandre Kalache, bem como parâmetros e abordagens de organizações que são referências em estatística, saúde, envelhecimento, longevidade, economia e finanças, como:  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde,  Associação Brasileira do Sono, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE),  Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), entre outros.

“Sabemos que ainda existe um grande caminho para o brasileiro percorrer quando o assunto é longevidade e planejamento de vida. Prova disso é a pesquisa realizada com a aplicação do ILP, que identificou que apenas 38% dos brasileiros entendem totalmente o conceito de longevidade. Por esse motivo, além de oferecer uma metodologia que proporciona uma visão holística de qualidade de vida e sua manutenção com o passar da idade, buscamos trazer uma ferramenta que ajude as pessoas a melhorarem nos aspectos que, diante das suas respostas, precisam de mais atenção”, ressalta a superintendente de Comunicação do Grupo Bradesco Seguros, Regina Macedo.

O Indicador de Longevidade Pessoal (ILP) foi desenvolvido com uma metodologia inédita que avalia, em escala de 0 a 100, parâmetros que que compõem a longevidade. Os brasileiros que quiserem descobrir o seu indicador de longevidade pessoal e ter acesso ao guia podem realizar o teste gratuitamente do site https://indicadordelongevidade.com.br/

Akad Seguros anuncia Marcelo Mattioli como novo COO

Fonte: Akad

A Akad anunciou Marcelo Mattioli como novo COO (Chief Operation Officer) da seguradora. O diretor operacional da Akad chega para integrar o comitê executivo empresa, assumindo a liderança das áreas de pós-vendas, incluindo operações de seguros e sinistros, além do novo time de atendimento

Com mais de 10 anos de experiência em ambientes dinâmicos, Mattioli traz um histórico sólido de liderança e transformação em organizações de alto crescimento, alta performance e centradas em servir os clientes. Mais recentemente, atuou como VP de Produto na Hotmart, onde liderou unidades de produtos e gerenciou uma equipe de aproximadamente 100 pessoas. O executivo também acumula uma passagem de destaque pelo Boston Consulting Group (BCG).

“Temos um time qualificado, multifuncional e muito determinado a criar coisas novas”, afirma Mattioli. “Estou confiante que esta equipe tem tudo para não apenas impulsionar o sucesso da seguradora, mas também contribuir com a transformação digital da indústria de seguros”, acrescenta o novo COO da Akad.

Seminário reúne ministros e juristas para debater desafios do setor de seguros

“Vivemos um momento em todo o mundo de polarização nos mais diversos temas e de esgarçamento das relações sociais, mas nós que somos democratas, temos que perseverar no diálogo e o evento de hoje propicia um ambiente para a construção de uma sociedade melhor, com o desenvolvimento que nosso País merece”, afirmou o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, durante a abertura do 7º Seminário Jurídico de Seguros,

O presidente da CNseg destacou que os temas escolhidos para os debates deste ano têm relação direta com o consumidor e o desenvolvimento do País: as fraudes na saúde suplementar, que têm afetado fortemente esse importante segmento da economia, os investimentos em infraestrutura, a questão ambiental e os desafios regulatórios do setor, segundo reportagem divulgado no portal da CNseg.

O Brasil, afirmou ele, possui uma taxa de investimento baixíssima, equivalente a apenas 15% do PIB, quando o necessário seria em torno de 22% para um crescimento sustentável de longo prazo. E em infraestrutura, esse investimento é menor ainda, não tendo sido suficientes, nos últimos 4 anos, nem para recompor a depreciação dessa infraestrutura.

“Mas a retomada dos investimentos em infraestrutura pelo Governo Federal, através do PAC, em um programa de R$ 1,7 trilhão, nos anima muito, mas será um grande desafio para o setor de seguros, pois nenhuma obra de infraestrutura, em nenhum lugar do mundo, acontece sem algum tipo de seguro”, afirmou.

As mudanças climáticas, outro dos temas, segundo Dyogo, geram duas grandes perversidades, pois afetam muito mais os países menos desenvolvidos, que menos contribuíram para a ocorrência dessas mudanças, além de afetar muito mais as populações mais vulneráveis que as populações com melhor renda. “Há que se corrigir essas distorções e isso é um trabalho que depende de acordos internacionais, mas também passa muito pelos seguros, que são um instrumento de proteção social e de redistribuição de renda”, alertou.

Com a relevância macroeconômica de um setor que financia 26% da dívida pública brasileira e possui reservas que representam 22% do PIB, os desafios regulatórios são particularmente importantes para se alcançar um ambiente concorrencial mais transparente e aumentar a participação do seguro na sociedade. Citando as enchentes de maio no Rio Grande do Sul, o presidente da CNseg informou que apenas 6% dos R$ 100 bilhões em perdas estavam seguradas. “Além de uma regulação ainda mais eficiente, também precisamos desenvolver novos produtos e novos canais de distribuição para chegarmos a essa população sem seguro”, afirmou, concluindo sua participação.

O seguro na linha de frente dos desafios críticos de nosso país

Ao afirmar que o setor de seguros ocupa uma posição central em nossa sociedade, contribuindo para a estabilidade econômica ao mitigar riscos e promover segurança entre as ações pessoais e empresariais, o ministro do STJ Benedito Gonçalves disse que o seguro também está na linha de frente de desafios críticos que o nosso país enfrenta.

“O aprendizado mútuo que deriva desse tipo de evento contribui para decisões mais justas e coerentes por parte do Judiciário, ao mesmo tempo em que promove uma maior segurança jurídica para o mercado”, concluiu.

A necessidade de cooperação para corresponder às expectativas da sociedade

Na mesma linha, o procurador-geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Daniel Tostes, disse acreditar que apenas a partir da cooperação entre todos os envolvidos é possível corresponder às expectativas que a sociedade tanto deseja. Ele também reforçou o papel da agência reguladora na promoção de uma regulação cada vez mais atual e adequada para que seja possível promover uma saúde de qualidade para todos os beneficiários da saúde suplementar. “Que todos saiamos daqui mais enriquecidos e comprometidos em reforçar esse espírito cooperativo que é tão importante no âmbito regulatório em que o País vive”, afirmou.

Os desafios civilizatórios de nosso tempo

“Algumas pessoas dizem que temos aqui uma lacuna de proteção securitária no Brasil, mas prefiro entender isso como um potencial de crescimento da aquisição de garantias pela população e pela economia brasileira”, disse o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani.

Ele afirmou que atualmente enfrentamos grandes desafios civilizatórios, como os envolvendo os riscos climáticos, por exemplo, “e se não conseguirmos dar respostas a eles, não seremos uma civilização a altura do nosso tempo”.

Octaviani também informou que há duas importantes leis para o setor de seguros que estão em fase final de tramitação no Congresso. Uma delas produzirá uma nova leva de empresas, que são as administradoras de patrimônio e as cooperativas, com uma visão pró-concorrencial. “Mas não adianta mais oferta se não houver confiança e, por isso, também estamos na fase final da Nova Lei de Contrato de Seguro, que organiza a confiança entre os contratantes e ofertantes dessa cadeia”, concluiu.

O evento aconteceu nesta quinta-feira, 24 de novembro, em Brasília, promovido pela CNseg, a Revista Justiça & Cidadania e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).

Mapfre anuncia neutralização da pegada de carbono em dez países, incluindo o Brasil 

Fonte: Mapfre

No Dia Mundial Contra a Mudança Climática (24/10), a Mapfre, companhia global do mercado segurador e financeiro, reforça seu compromisso com o meio ambiente ao anunciar a neutralização de sua pegada de carbono em dez países, incluindo as operações no Brasil, até o final de 2024. Além disso, a empresa prevê reduzir em 43% as emissões de sua carteira de investimentos até 2030.
 

Essas ações integram a estratégia para combater a mudança climática, aumentando de forma consistente e progressiva a incorporação de práticas sustentáveis em suas operações. Para alcançar essas metas, a empresa planeja reduzir a intensidade das emissões de gases de efeito estufa (TonCO2e/milhão de euros investidos) em sua carteira de investimentos (renda fixa corporativa e renda variável), tendo como base o ano de 2022.
 

A empresa também se compromete publicamente a alcançar a neutralidade de carbono em 2030 e a meta de Net Zero até 2050. A companhia fomentará o investimento em soluções que apoiem a transição para uma economia de baixo carbono, em linha com o seu Plano de Sustentabilidade (2024-2026), que estabelece compromissos claros para descarbonizar a economia e promover uma transição energética justa.
 

As iniciativas fazem parte do Plano de Sustentabilidade (2024-2026) e Pegada Ambiental (2021-2030) da empresa, que inclui objetivos de redução de emissões, promoção da economia circular e implementação de uma política de resíduos zero. Em 2023, a MAPFRE já superou suas metas e reduziu sua pegada de carbono global em 25% em comparação a 2019, ultrapassando em 17,5 pontos percentuais o desafio estabelecido para 2023 (7,5%).


Entre as medidas adotadas pela companhia, destacam-se a busca contínua pela eficiência energética das suas instalações, a utilização de fontes de energias renováveis com garantias de origem, a substituição de parte de sua frota de veículos convencionais por híbridos ou elétricos, além da redução de viagens de negócios e deslocamentos de seus colaboradores até os centros de trabalho por incentivar o trabalho remoto. 
 

Em 2023, a seguradora gerenciou 3.567 toneladas de resíduos globalmente, das quais 92% (ou 3.200 toneladas) foram direcionadas para recuperação, reciclagem ou geração de energia. O Plano de Sustentabilidade 2024-2026 da companhia inclui iniciativas para desenvolver produtos inovadores e investir em soluções que impulsionem a transição para uma economia de baixo carbono. Entre essas soluções, destaca-se o fundo Mapfre Energías Renovables II, lançado na Europa no ano passado, que investe em biometano para mitigar o impacto ambiental e melhorar as condições sociais e ambientais das comunidades onde atua.

Corretor de seguros: a peça-chave que conecta o setor

por Leonardo Freitas, Diretor Comercial da Bradesco Seguros

Na nobre missão da indústria de seguros, que visa proteger vidas, famílias, negócios e patrimônios, há um elemento que é peça-chave: o corretor de seguros. Por trás de cada apólice emitida, é esse profissional que se faz presente, disseminando a cultura do seguro na sociedade. Mais do que um vendedor ou consultor, ele é a engrenagem que conecta todo o ecossistema de seguros. Ele estabelece o elo entre as seguradoras e os clientes, sendo o principal canal de distribuição dos produtos e o especialista que leva soluções sob medida para as mais diversas necessidades de proteção.

Na Bradesco Seguros, esses profissionais são essenciais para a construção do nosso negócio. Contamos com um esquadrão de cerca de 50 mil corretores, espalhados por todo o Brasil, que representam nossa marca com dedicação e compromisso. Eles são nossos embaixadores, que conhecem as nuances do mercado, dos produtos e das coberturas, e têm a sensibilidade de identificar as demandas dos clientes. 

A parceria entre seguradora e corretores é a base de uma relação de confiança — um ativo valioso, especialmente em um setor como o de seguros, no qual o produto é intangível e seus benefícios se manifestam no longo prazo. É por isso que, mesmo diante da transformação tecnológica pela qual o mercado vem passando, os corretores continuam desempenhando um papel insubstituível. Somando a sua capacidade de incorporar mudanças, como o uso de ferramentas tecnológicas e inteligência artificial. 

Contudo, os corretores continuam mantendo o fator humano e o olhar atento, características essenciais para as vendas e a manutenção dos negócios. Assim como o farol guia os navegantes em mares turbulentos, o corretor de seguros orienta as pessoas em momentos de incerteza e risco. Ele oferece segurança e clareza em um ambiente muitas vezes imprevisível, garantindo que seus clientes encontrem o caminho para a proteção e a tranquilidade, mesmo nas situações mais desafiadoras.

Neste mês do corretor de seguros, nossa homenagem vai para você, corretor, que leva tranquilidade para tantas famílias e negócios em todo o País. Em um cenário de constantes inovações, temos a certeza de que seguiremos como um time, oferecendo seguros cada vez mais personalizados, com maior agilidade no atendimento e mais eficiência nos processos. A excelência é a nossa marca registrada, e contamos com você para manter esse padrão. A história do seguro no Brasil é construída por muitas mãos, e a dos corretores é, sem dúvida, uma das mais importantes.