HDI Global: lucro operacional sobe para €479 milhões, frente a €293 milhões no ano anterior

com HDI e agências internacionais

A HDI Global registrou crescimento contínuo em receita e lucratividade nos primeiros nove meses do ano, com uma melhora em seu índice combinado, que alcançou 90,5%. A seguradora de riscos corporativos e especiais obteve receita de €7,3 bilhões, um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro operacional subiu para €479 milhões, frente a €293 milhões no ano anterior.

O presidente do conselho executivo da HDI Global SE, Edgar Puls, atribuiu o desempenho ao fortalecimento das relações com clientes e corretores e à capacidade da empresa de enfrentar os riscos emergentes. Ele destacou que todas as filiais globais contribuíram para o resultado e mencionou a expansão da presença internacional, incluindo a recente inauguração de um escritório em Dubai.

O crescimento na receita foi impulsionado por novos negócios e ajustes de preços ligados à inflação. O resultado dos serviços de seguro aumentou para €692 milhões, enquanto os pagamentos de grandes sinistros cresceram para €313 milhões, em grande parte devido a catástrofes naturais, mas ainda abaixo do orçamento.

Puls também mencionou os impactos das mudanças climáticas e a importância dos serviços de resiliência da HDI Global, como relatórios de riscos climáticos e coberturas ESG. O índice combinado melhorou para 90,5%, e o retorno sobre o patrimônio alcançou 16,4%. A contribuição para o lucro do Grupo Talanx aumentou para €362 milhões.

Carf: reserva de seguradoras deve integrar a base do PIS e da Cofins 

Fonte: Jota

Por voto de qualidade, a 3ª Turma da Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) decidiu que as reservas técnicas de operadoras de seguros devem integrar a base de cálculo do PIS e da Cofins. Venceu o posicionamento de que as reservas técnicas não são estranhas ao faturamento e atividades empresariais das companhias.

A reserva técnica consiste em um depósito obrigatório que as seguradoras e resseguradoras devem manter como garantia de que podem arcar com eventuais pagamentos aos segurados. Resseguro é o nome dado à operação que assegura as próprias seguradoras contra riscos.

O julgamento começou em agosto, mas foi suspenso por pedido de vista. Na ocasião, o relator afirmou que as reservas técnicas costumam integrar as atividades públicas das seguradoras. Agora, em voto-vista, o conselheiro Regis Xavier Holanda concordou com o voto e afirmou que a manutenção de reservas técnicas ou provisões inserem-se na atividade típica da seguradora.

“É inegável que se trata de obrigação legal inerente ao objeto social e integra suas operações e seu faturamento”, afirmou o conselheiro. De acordo com Holanda, “os rendimentos auferidos nas atuações financeiras destinados à garantia de provisões técnicas são decorrentes de atividades típicas das seguradoras, portanto, sujeitos à incidência do PIS e da Cofins”.

Além do relator e do presidente do colegiado, também estão na corrente vencedora os conselheiros Rosaldo Trevisan e Vinicius Guimarães. Ficaram vencidos os conselheiros Semíramis Oliveira, Tatiana Belisário, Alexandre Freitas e Denise Green, que negavam provimento ao recurso da Fazenda. A linha divergente entendeu que a reserva é compulsória e diferente das situações de instituições financeiras.

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Por fim, o colegiado retirou de pauta o recurso do contribuinte, que tratava da preclusão (perda do direito de se manifestar em um processo), porque o relator deixou o colegiado. O recurso deverá ser redistribuído.

O caso envolve a IRB-Brasil Resseguros S.A e tramita com o número 16682.722324/2017-67. O mesmo entendimento foi aplicado ao processo 16327.909923/2011-47, do Bradesco Vida e Previdência S.A.

A matéria ainda aguarda definição do Supremo Tribunal Federal (STF) no RE 1479774 (Tema 1309), com repercussão geral reconhecida.

Ações de seguradoras nos EUA sobem 5,3% com vitória de Trump

estudos sobe desce

Fonte: Reinsurance News

Em um relatório recente da RBC Capital Markets, intitulado Insurance Observations, a empresa de serviços financeiros, especializada em analisar o impacto de desenvolvimentos políticos, econômicos e regulatórios em diversos setores, examina as potenciais implicações da recente eleição presidencial dos EUA para a indústria de seguros.

Embora o setor não seja diretamente afetado por eleições federais, devido à regulação predominantemente estadual, há formas sutis pelas quais o cenário político pode influenciar o setor, segundo a RBC. Na semana após a eleição, as ações de seguradoras subiram, com o índice Dow Jones P&C Insurance registrando um aumento de 5,3%.

Esse impulso positivo reflete expectativas de taxas de juros elevadas, beneficiando seguradoras ao melhorar a renda de investimentos em portfólios de renda fixa. A política econômica do presidente eleito Trump pode contribuir para inflação e gastos governamentais, evitando quedas acentuadas nas taxas de juros, embora sua posição anterior por taxas mais baixas traga incertezas.

As políticas da nova administração podem beneficiar indiretamente o setor. Cortes de impostos e redução nas taxas corporativas devem aumentar o poder de consumo e de investimento, promovendo o crescimento. A preservação da dedução fiscal de 20% para entidades de repasse também deve apoiar a lucratividade de pequenas empresas, incluindo agências de seguros independentes.

A RBC Capital Markets observa que o ambiente regulatório deve seguir uma tendência de supervisão reduzida para instituições financeiras. Embora essas mudanças afetem diretamente bancos, seguradoras podem se beneficiar de um ambiente regulatório menos restritivo. A regulamentação federal de seguros deve permanecer com o sistema estadual.

A inflação e as tarifas comerciais são pontos de atenção, pois podem aumentar os custos de sinistros em setores como manufatura e construção, impactando seguros de automóveis e propriedades. Além disso, nomeações judiciais da administração poderiam influenciar o mercado de seguros de responsabilidade civil, especialmente para diretores e oficiais (D&O), reduzindo riscos de litígios para empresas.

Em suma, o cenário para o setor de seguros sob a nova administração é moderadamente otimista, impulsionado por políticas econômicas mais amplas do que por mudanças regulatórias diretas. A trajetória das taxas de juros e a implementação de políticas específicas serão cruciais para os resultados a longo prazo.

Zurich Seguros renova parceria com Imaflora

Fonte: Zurich

Seguindo sua jornada de sustentabilidade, a Zurich Seguros acaba de renovar a parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) para apoiar por mais 18 meses a rede Origens Brasil®. Com a renovação, mais de 16 mil pessoas que vivem em regiões da Floresta Amazônica serão impactadas positivamente pelo projeto.

Com suporte financeiro da Z Zurich Foundation (fundação global do Grupo Zurich) e acompanhamento no Brasil da Zurich Seguros desde 2020, a rede Origens Brasil® conecta povos indígenas e populações tradicionais que vivem em terras indígenas e áreas de conservação com empresas interessadas em comprar seus produtos de forma ética. O intuito é fomentar a equidade social por meio da geração de renda, conferindo mais autonomia e participação nas cadeias produtivas com um preço justo de venda.


A iniciativa abrange seis dos nove estados brasileiros (Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Mato Grosso e Rondônia) onde a Floresta Amazônica está presente. São mais de 4 mil produtores de 76 etnias beneficiadas economicamente, que habitam na região e fazem negócios com mais de 30 empresas de maneira ética e transparente. Os produtos são provenientes da sociobiodiversidade brasileira e devem ajudar indiretamente cerca de 16 mil indígenas de populações tradicionais da Amazônia, com uma possível geração de renda de em média 5 milhões por ano. 


Segundo Nathalia Abreu, gerente de Sustentabilidade da Zurich Seguros, além do comércio justo e da inserção dos produtores locais e povos indígenas na economia, o projeto ainda garante a preservação da floresta, à medida que coíbe atividades ilegais – estudos mostram que a maior parte das áreas de floresta protegida no Brasil estão em territórios ocupados por povos tradicionais. Ele também possibilita a preservação da cultura desses povos, que corre o risco de se perder devido a múltiplos fatores, como oportunidades de emprego limitadas e perda de territórios e recursos tradicionais. 


“Quando assinamos a parceria, com duração de três anos, buscávamos a expansão da rede para novos territórios, ampliando o empoderamento econômico, social e ambiental para milhares de produtores locais e povos indígenas, objetivo que foi alcançado com sucesso nesses 3 anos”, diz a executiva. 


Nathalia explica que, agora, a renovação vai garantir a continuidade do projeto a longo prazo e irá fortalecer ainda mais a Origens Brasil®. Duas grandes inovações estão sendo introduzidas nessa nova etapa da parceria: “A primeira é a implementação de um mecanismo financeiro para equalizar o valor pago aos produtores, de acordo com o mercado ético, ou seja, oferecer um preço competitivo como uma solução de curto prazo para atrair mais produtores para o projeto, especialmente mulheres e jovens”, discorre.


Ela continua: “A segunda é a criação de uma agenda para engajar empresários na compra dos produtos e o setor público na melhoria de políticas públicas que valorizem a produção das populações tradicionais e dos povos indígenas na Amazônia. Isso dará mais corpo e sustentação à inserção desses povos na economia a longo prazo”, ressalta a executiva.


Luiz Brasi, Gerente da rede Origens Brasil® no Imaflora, diz que nos últimos três anos, a Z Zurich Foundation foi o principal apoiador da rede, o que aumentou o valor agregado da marca junto aos consumidores e incentivou novas empresas a aderirem à rede e praticarem transações comerciais éticas e transparentes com as comunidades da Amazônia. “Com isso, além de aumentar o número de pessoas que podem produzir itens com rastreabilidade e garantia de origem, expandimos a rede para novos territórios, contribuindo para a manutenção da floresta em pé, geração de renda e qualidade de vida dos povos das comunidades”, destaca.


“A partir dos recursos Z Zurich Foundation, cinco organizações comunitárias receberam apoio para estruturarem as suas cadeias produtivas nos territórios, o que permitiu que, ao longo desse processo, a comercialização de novos produtos com o mercado ético”, complementa Luiz


Shirlei Arara, que faz parte do povo Karo Arara, da aldeia PayGap, da Terra Indígena Igarapé Lourdes, explica o quanto é importante a retomada do extrativismo da seringa, da participação das mulheres na atividade, junto com seus esposos e filho na coleta da Seringa. “Isso vai fortalecer não só o nosso território, mas também todo o trabalho e a renda sustentável da nossa comunidade, da nossa juventude e das mulheres”.

Swiss Re registra lucro de US$ 2,2 bilhões até setembro

Andreas Berger Swiss Re

A Swiss Re anunciou um lucro líquido de US$ 2,2 bilhões nos primeiros nove meses de 2024, com um desempenho expressivo no segmento de seguros de propriedade e responsabilidade (P&C), mesmo após fortalecer suas reservas em US$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre.

Esse aumento nas reservas P&C foi parte de um ajuste total de US$ 3,1 bilhões para os primeiros nove meses do ano, visando colocar as reservas no nível superior do intervalo de estimativas. Andreas Berger, CEO da Swiss Re, afirmou que essa medida reforça a resiliência do grupo e prepara a companhia para enfrentar incertezas futuras.

O resultado de seguros de P&C atingiu US$ 1 bilhão no período, com um índice combinado de 92,8%, embora não alcance a meta de menos de 87% para 2024 devido ao impacto das reservas e de grandes sinistros por catástrofes naturais, como tempestades no Canadá, Europa e EUA.

No segmento de vida e saúde (L&H Re), o lucro foi de US$ 1,2 bilhão, impulsionado por rendimentos de investimentos e margens robustas. Já a unidade Corporate Solutions reportou um lucro de US$ 642 milhões, com um índice combinado de 89,4%.

Apesar do fortalecimento das reservas, a Swiss Re espera encerrar 2024 com um lucro superior a US$ 3 bilhões, apoiada em uma posição de capital sólida para enfrentar as renovações futuras. Berger adiantou que o grupo divulgará novas metas para 2025 no próximo mês.

CNseg é a primeira entidade a aderir ao Fórum para a Transição de Seguros para Zero Emissões (FIT), da ONU

por Carla Simões

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) é a primeira entidade a aderir oficialmente ao Fórum para a Transição de Seguros para Zero Emissões Líquidas (FIT), liderado pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

O anúncio foi feito pelo líder da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI), Butch Bacani, durante o lançamento do guia “Fechando a Lacuna: A Agenda Global Emergente de Planos de Transição e a Necessidade de Orientação Específica para o Setor de Seguros” (em tradução livre),que ocorreu nesta quinta-feira, 14 de novembro, durante a 29ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP29), em Baku, Azerbaijão.

De acordo com Bacani, os apoiadores do FIT têm um papel decisivo para ampliação dos objetivos do Fórum em todos os mercados. “A CNseg é parceira de longa data do PNUMA, desde o lançamento dos Princípios da ONU para Seguros Sustentáveis ​​(PSI) durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável de 2012. A adesão da CNseg ao FIT é importante, pois o Brasil sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) de 2025, em Belém (Pará)”, destacou.

Para Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, a adesão da Confederação ao Fórum faz parte de um projeto maior que busca destacar o papel do setor segurador nas discussões sobre adaptação e transição climática. “Acredito que aderir a este projeto possibilitará intercâmbios técnicos com outras organizações que venham a aderir ao FIT em busca de soluções globais para mitigação e adaptação. Acredito no potencial do setor de seguros como um meio disponível e eficaz na implementação de estratégias para a transição climática”, disse.

Estabelecido em abril passado, o FIT é um fórum multissetorial liderado pelas Nações Unidas que envolve seguradoras, reguladores e supervisores de seguros, a comunidade científica e acadêmica, a sociedade civil e outras partes interessadas para promover estratégias e práticas de seguros que acelerem e ampliem uma transição justa para uma economia resiliente com emissões líquidas zero. 

O relatório é o primeiro resultado do Projeto do Plano de Transição da FIT. Ele avalia as principais características das carteiras de subscrição das seguradoras – em todos os ramos de seguros, na cadeia de valor do seguro e nos intervenientes do setor segurador envolvidos – que devem ser consideradas no planejamento da transição, juntamente com os riscos e oportunidades de sustentabilidade relevantes. O relatório também articula o triplo papel da indústria de seguros como gestores de risco, portadores de risco e investidores no apoio a uma transição justa para uma economia resiliente com emissões líquidas zero, incluindo a abordagem das questões de sustentabilidade interligadas e relacionadas ao clima, proteção da natureza, biodiversidade e prevenção da poluição por meio de uma economia circular .

Swiss Re prevê desaceleração do crescimento real de vendas de seguros em 2025

america latina

A Swiss Re divulgará, no próximo dia 21, um estudo que projeta uma desaceleração no crescimento econômico e do setor de seguros na América Latina para os próximos anos, diante do aumento dos riscos globais. O relatório prevê que o PIB real da região crescerá 2,2% em 2025, abaixo dos 2,5% estimados para 2024. Esse desempenho reflete uma tendência de longo prazo mais moderada, em parte devido a deficiências estruturais persistentes, como baixa produtividade, infraestrutura defasada e desafios fiscais que ainda não foram resolvidos.

No setor de seguros, a Swiss Re estima um crescimento real de 3,8% nos prêmios totais para a América Latina em 2025, frente a uma projeção de 7,6% em 2024. Apesar da desaceleração, o mercado de seguros continua a apresentar um desempenho superior ao crescimento econômico da região, uma tendência que vem se consolidando ao longo das últimas duas décadas. A Swiss Re indica que as condições de endurecimento do mercado, especialmente nas linhas de seguro de danos e responsabilidade, deverão influenciar as dinâmicas de precificação nos próximos anos.

Especificamente, o setor de seguros de Vida e Saúde (L&H) na América Latina deverá crescer 4,0% em 2025, em comparação com 8,0% em 2024. Já os prêmios de Ramos Elementares (P&C), excluindo Vida e Saúde, devem desacelerar de 6,3% neste ano para 3,3% no próximo ano. Ainda assim, a lacuna de proteção na região permanece significativa, com um déficit estimado em US$ 151 bilhões em prêmios equivalentes para 2023.

Perspectiva Econômica e de Seguros no Brasil

Para o Brasil, a Swiss Re projeta uma desaceleração do PIB real para 2,0% em 2025, após um crescimento de 3,0% em 2024, impulsionado, em parte, por uma inflação persistente. A inflação anual no país deverá se manter elevada, atingindo 4,0% em 2025, após 4,2% em 2024, ambos acima da meta estipulada.

O mercado de seguros no Brasil deve refletir essa desaceleração econômica, com os prêmios reais projetados para crescer 3,6% em 2025, em comparação aos 7,0% estimados para 2024. O setor de Vida e Saúde, por exemplo, deve desacelerar de 7,7% para 3,5%, enquanto o setor de P&C (Ramos Elementares) deve reduzir de 5,6% para 3,7%.

Além disso, recentes mudanças regulatórias, como a Resolução 460 e a Lei 14.599, que instituem o seguro de responsabilidade obrigatório para transportadores rodoviários de passageiros e transporte terrestre de mercadorias, podem impulsionar o crescimento dos prêmios de responsabilidade no país. O estudo destaca ainda que, apesar das chuvas intensas e inundações registradas no Rio Grande do Sul no primeiro semestre de 2024, os sinistros de P&C não tiveram aumento significativo.

Com essas projeções, o estudo da Swiss Re lança luz sobre um cenário de desafios econômicos e de crescimento mais lento, demandando atenção das seguradoras para uma estratégia de adaptação ao contexto de riscos globais crescentes.

Capitalização na Era da IA e do Digital’ é tema de painel em evento de tecnologia e inovação

Fonte: Fenacap

Otimizar processos, ampliar a análise de grande volume de dados e personalizar produtos são algumas das possibilidades que a inteligência artificial proporciona aos mais variados segmentos. Devido à presença cada vez maior dessa tecnologia no dia a dia de pessoas e empresas, o CQCS Insurtech & Inovação 2024, evento que aconteceu nos dias 12 e 13 de novembro, em São Paulo, trouxe o tema para o painel “Capitalização na Era da IA e do Digital”. O presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Denis Morais, participou do debate abordando as principais aplicações dessa ferramenta no setor. Ele destacou ainda as questões de governança e segurança envolvidas nesse processo. 

O CEO da Liderança Capitalização, Renato Terzi, e o diretor da Capemisa Capitalização, Marcio Coutinho, participaram do painel, que discutiu como a inteligência artificial e o uso de dados estão transformando as empresas, as relações de consumo e os produtos. A conversa foi mediada pelo especialista em TI Canabarro Pereira. Os executivos compartilharam suas experiências e visões sobre a relevância dessas tecnologias em um mundo cada vez mais digital e exigente.

Além disso, foram abordadas estratégias para integrar tecnologia e personalização aos produtos de Capitalização, explorando como a análise de dados pode aprimorar as ofertas e alinhá-las às necessidades dos consumidores modernos.

“A Capitalização está comemorando 95 anos de operação no país, mas o setor está em constante renovação e atenta às inovações para oferecer produtos cada vez mais adequados aos clientes. E a inteligência artificial faz parte desse processo, transformando a maneira como as empresas lidam com o consumidor desde o atendimento. Elas já utilizam, por exemplo, sistemas automatizados, com suporte rápido e eficiente. A IA pode levar à personalização de produtos e serviços, aumentando a satisfação de quem adquire os títulos”, analisa Denis Morais.

Durante sua apresentação, o executivo ressaltou que o uso da IA ainda precisa de atenção, principalmente em se tratando de segurança e governança. É importante garantir, por exemplo, que todos os processos estejam em conformidade com as políticas e requerimentos legais e regulatórios.

“A implementação de controles de segurança é fundamental para reduzir riscos e garantir a privacidade dos dados. A gestão envolve a identificação de ameaças potenciais e a recomendação de soluções para mitigá-las”, afirma o executivo. Ele informou ainda que existem empresas na China usando robôs até como membros de conselhos com direito a voto e veto sobre as decisões.

O CQCS Insurtech & Inovação 2024 acontece no Pro Magno Centro de Eventos até esta quarta-feira (13/11). O painel “Capitalização na Era da IA e do Digital” foi patrocinado pela i4pro, empresa especializada em soluções tecnológicas para a área de seguros.

Bradesco Vida e Previdência recebe ‘Movimento Minha Vida Protegida’

A Bradesco Vida e Previdência recebeu, nesta segunda-feira, dia 11, em São Paulo, mais um encontro do ‘Movimento Minha Vida Protegida’, iniciativa que tem como objetivo fomentar a importância do seguro de vida no planejamento financeiro e familiar.

A abertura do encontro ficou a cargo de Jorge Nasser, presidente da companhia, que foi convidado a integrar o quadro de embaixadores do Movimento. Ele enfatizou a importância da iniciativa e pontuou que o seguro de vida é uma ferramenta fundamental de segurança e planejamento financeiro, que todo brasileiro deveria ter acesso, independentemente da sua classe social e momento de vida.

Nessa mesma linha, José Pires, diretor Comercial da Bradesco Vida e Previdência, também embaixador do Movimento, pontuou que o atendimento dos corretores deve ser personalizado, colocando o cliente no centro do negócio. “Os corretores desempenham um papel importante nesse processo, orientando os clientes na escolha das melhores coberturas. É de extrema importância que eles se apropriem do negócio e façam um trabalho 360º. Além disso, a presença constante e o acompanhamento próximo ajudam a construir uma relação de confiança e segurança, parte essencial para entender as necessidades do segurado”, observa Pires.

Para uma plateia lotada, um dos idealizadores da iniciativa, Rogerio Araújo, conduziu uma palestra detalhada sobre o papel do corretor. Para ele, o corretor passa a ser um agente transformador a partir do momento que começa a enxergar a si mesmo como alguém que irá cuidar da saúde financeira do segurado. “A família de baixa renda busca proteger as pessoas que amam e compor patrimônio da melhor forma; já a de renda média, protege tudo aquilo que está construindo, enquanto à de alta renda pode utilizar o seguro de vida para conquistar a sua liberdade financeira, alavancagem e sucessão patrimonial”, explica o consultor.

O evento também contou com a participação dos especialistas em seguros Elizeu Dias e Luciano Tane, e reuniu cerca de 150 pessoas, entre corretores, representantes de assessorias, executivos e equipes Comercial e de Produtos da companhia. Esse é o segundo encontro do Movimento Minha Vida Protegida que a Bradesco Vida e Previdência recebe este ano. O primeiro foi realizado no início de outubro, no Rio de Janeiro.

Tokio Marine alcança a marca de 3 milhões de veículos segurados

Marcelo Goldman Tokio Marine Seguradora

Fonte: Tokio

Graças a um amplo e completo portfólio de produtos e oportunidades de venda para seus mais de 43 mil Corretores, a Tokio Marine Seguradora acaba de atingir a marca de 3 milhões de veículos segurados no Brasil, se consolidando como a terceira maior Seguradora no segmento de Automóveis do mercado. 

Em agosto de 2012, a Companhia atingiu 500 mil veículos segurados e, desde então, não parou mais de crescer. Apenas nos últimos quatro anos, a Tokio Marine teve um incremento de um milhão de veículos em sua frota segurada. A recente conquista vem ao encontro dos bons resultados que a Seguradora vem desempenhando nesse setor. De janeiro a setembro de 2024, a Tokio Marine aumentou seu faturamento em 5,6% nesse segmento, enquanto o mercado cresceu 2%.

“Nos últimos 13 anos, a Tokio Marine vem crescendo acima da média de mercado, saltando de uma participação de mercado de 3% para quase 14%. Em faturamento, a Companhia passou de R$ 600 milhões para cerca de R$ 8 bilhões nos últimos 12 meses, sem nenhum movimento de fusão ou aquisição. Fomos pioneiros em oferecer uma gama de produtos acessíveis aos diversos perfis de clientes em uma única seguradora e em alguns serviços bastante demandados, como a cobertura de para-choque”, declara Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine.

Dentre as principais iniciativas da Tokio Marine no segmento de Automóvel nos últimos destaca-se o lançamento do Tokio Marine Auto Econômico, produto com preço cerca de 30% abaixo do seguro tradicional. Para Arnaldo Bechara, Diretor de Automóvel, Precificação e RD Massificados da Tokio Marine, o conjunto de ações inovadoras desenvolvidas pela Companhia para seus Clientes e Parceiros de Negócios tem sido fundamentais para o crescimento da Seguradora. “Contamos com a sinergia das mais variadas equipes da Companhia, sempre com o foco em prover a melhor solução para nossos Clientes, Corretores e Assessorias. A excelência operacional em conjunto com a inovação, seja ela tecnológica ou não, está no DNA da Tokio Marine”, comenta o executivo. 

Em 2024, a Companhia anunciou novidades para o Seguro Moto com a inclusão de cobertura de incêndio e roubo/furto. “Nosso portfólio de produtos e serviços é muito completo. Temos diversas opções para oferecer a diferentes tipos de público, desde coberturas muito completas até o produto mais simples. Sempre avaliamos a expansão do nosso portfólio e nossa intenção para os próximos anos é continuar aumentando a penetração em regiões onde enxergamos grandes oportunidades.”, finaliza Bechara.