Lucro da Chubb avança 13,8% no terceiro trimestre, para US$ 2,32 bi

A Chubb Ltd. registrou lucro líquido de US$ 2,32 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 13,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os prêmios líquidos de propriedade/acidentes escritos subiram 5,4%, totalizando US$ 13,8 bilhões.

Os prêmios globais de propriedade/acidentes líquidos escritos, que excluem a agricultura, aumentaram 7,6%, chegando a US$ 10,9 bilhões, com os prêmios comerciais subindo mais de 8%, segundo o comunicado de resultados da seguradora divulgado na terça-feira após o fechamento do mercado.

Os prêmios na América do Norte subiram 7,8%, incluindo um crescimento de 7,2% nos prêmios comerciais, com linhas de propriedade/acidentes aumentando 9,9% e linhas financeiras caindo cerca de 5%.

A receita de subscrição de propriedade/acidentes aumentou 11,7%, alcançando US$ 1,46 bilhão, enquanto o índice combinado da seguradora melhorou para 87,7%, em comparação com 88,4% no mesmo período do ano anterior.

A receita líquida de investimentos subiu 14,8%, totalizando US$ 1,51 bilhão.

As perdas por catástrofes antes de impostos foram de US$ 765 milhões, incluindo US$ 250 milhões causados pelo Furacão Helene, em comparação com US$ 670 milhões no terceiro trimestre do ano passado.

Os preços no mercado de propriedade/acidentes comerciais permaneceram semelhantes aos trimestres anteriores, segundo Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb.

“As tendências do mercado foram consistentes com as do trimestre anterior. As condições gerais são favoráveis tanto em propriedade, que está gradualmente mais competitiva em algumas áreas, quanto em acidentes, que está progressivamente mais firme”, disse Greenberg em uma teleconferência de resultados na manhã de quarta-feira.

A inflação dos custos de sinistros permanece estável e dentro do que a Chubb considerou em sua precificação e reserva, disse Greenberg. “A precificação para ambos continua à frente dos custos de sinistros; a propriedade se tornou mais competitiva nos segmentos de grandes contas e E&S, enquanto a precificação de propriedade de mercado médio subiu em relação ao trimestre anterior”, afirmou Greenberg.

O portfólio de propriedade da Chubb está “bem precificado”, com termos e condições estáveis em relação aos trimestres anteriores, disse ele.

Acidentes “estão se firmando em áreas que precisam de taxa”, com taxa e preço de acidentes subindo em relação ao trimestre anterior, acrescentou Greenberg, observando que a Chubb vê essa tendência como “duradoura”.

As linhas financeiras na América do Norte caíram cerca de 5%, segundo Greenberg.

O CEO da Chubb acrescentou que a seguradora emitiu US$ 1,2 bilhão em novos negócios no trimestre, um aumento de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Prudential do Brasil apresenta oportunidades para empreender com seguro de vida

Fonte: Prudential

A Prudential do Brasil, maior seguradora independente no segmento de pessoas do país, participa da Expo Franchising ABF Rio, de 7 a 9 de novembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro. Quem visitar o estande da companhia terá oportunidade de conhecer o modelo de negócios da Prudential e descobrir como construir uma trajetória de sucesso ao empreender com propósito, por meio do seguro de vida.

Reconhecida como uma das cinco maiores microfranquias do país, a Prudential possui hoje 39 pontos de apoio distribuídos por 14 estados brasileiros que dão suporte aos negócios da rede. Desde 2004, a seguradora atua no modelo de franquia e, atualmente, já conta com mais de 1,9 mil corretoras franqueadas Life Planner em todo país. Este ano, a seguradora conquistou o Selo de Excelência em Franchising, concedido pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), pelo segundo ano consecutivo. O Selo credencia a Prudential como uma das melhores franquias para se investir no Brasil. 

O mercado de seguro de pessoas, que inclui produtos como seguro de vida e coberturas como Doenças Graves e Acidentes Pessoais, por exemplo, tem muito potencial para crescer no país. Atualmente, apenas 18% da população conta com a proteção financeira, segundo pesquisa Fenaprevi/Datafolha, o que significa que mais de 80% dos brasileiros estão desprotegidos. Em termos de faturamento, o mercado de seguro de pessoas segue em alta. Na Prudential do Brasil, por exemplo, houve aumento de 17,4% de janeiro a julho de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. 

O diretor jurídico da Prudential do Brasil, Pedro Mansur, será o mediador do debate Franchising e Relações de Trabalho: Desafios e Limites do Vínculo Trabalhista entre Franqueadores e Franqueados, programada para o primeiro dia de evento, quinta-feira, 7, das 19h às 20h. Também participam da mesa Christiano Willon, do escritório Willon Advogados, Luciana Gato Plácido, sócia na Riche Advogados Associados, e Pedro Paulo Abreu, diretor jurídico adjunto da ABF.

EZZE Seguros fecha novo acordo com o Corinthians para a temporada 2025

ezze seguros corinthians

A EZZE Seguros anunciou um upgrade do patrocínio do Sport Club Corinthians Paulista mirando a próxima temporada. Agora, além de seguir mais um ano estampando as costas da camisa da equipe profissional masculina, a marca da seguradora estará presente também na camisa da equipe sub20 masculina e na parte superior das camisas do time de futebol feminino até o fim da temporada de 2025.

O novo contrato contará com bonificações atreladas à performance esportiva do time profissional masculino em 2025. Outra novidade é que no próximo ano a EZZE irá promover um campeonato de corretores de seguro nas instalações do Corinthians ao término da temporada.

“Estamos preparados para potencializar as ações de Marketing e trazer o torcedor ainda mais próximo da EZZE. O futebol é realmente uma paixão nacional e temos alcançado uma visibilidade incrível junto aos nossos potenciais clientes nesta nova fase da nossa companhia”, ressalta o vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing da EZZE, Ivo Machado. 

“Sempre acreditamos na força desta parceria para divulgar a cultura do seguro em nosso país. Damos mais um passo importante, especialmente no incentivo ao time de futebol feminino, um dos principais da América do Sul e que tem gerado muitas oportunidades. Reconhecemos o potencial das jogadoras e estamos confiantes nas conquistas que elas terão em 2025”, diz o CEO da EZZE Seguros, Richard Vinhosa.

“Para o Corinthians, é muito importante ter um patrocinador do porte da EZZE, que, inclusive, se antecipou e já ampliou seu investimento no clube para o próximo ano, expandindo sua participação também ao futebol feminino profissional e ao sub20 masculino. O novo acordo intensifica ainda mais essa relação entre as marcas, traz novos ativos para o patrocinador e reforça a valorização do Corinthians enquanto plataforma de patrocínio”, comemora Vinicius Manfredi, Superintendente de Marketing do Corinthians.

Smiles Viagens e Assist Card firmam parceria e lançam apólice com cancelamento por qualquer motivo

A Smiles Viagens, operadora de turismo da GOL, junto com a Assist Card – multinacional de assistência integral aos viajantes – anunciam o lançamento da Any Reason. A cobertura permite que os clientes da operadora tenham flexibilidade e reembolso sem complicação, caso precisem cancelar a viagem por qualquer motivo.   

Em linhas gerais, as multas de cancelamento só são cobertas pela seguradora em casos de doenças, internações e outros motivos bem específicos.  “Este é o diferencial que criamos para a Smiles Viagens, pois se o viajante simplesmente desistir da viagem, as multas de cancelamento serão cobertas pelo seguro”, explica Alexandre Camargo, diretor-geral da Assist Card no Brasil. 

O reembolso é válido para todos os produtos adquiridos pelo consumidor para compor a viagem, como passagem aérea, hospedagem, atividades, transfer entre outros. “Ficamos felizes em anunciar essa novidade para os nossos clientes, que podem adicionar o seguro-viagem e fazer o cancelamento sem preocupações. Também estamos animados em estreitar ainda mais nosso relacionamento com a Assist Card, que complementam nossas experiências e trazem segurança aos nossos clientes” diz Rodrigo Possatto, diretor da Smiles Viagens.

Ricardo Steiman chega a Inter Risk para liderar estratégia de Benefícios

Fonte: Inter

Com quase 30 anos de trajetória no mercado de benefícios, o executivo Ricardo Steiman assumiu nesta segunda-feira (4) a posição de Chief Benefits Officer (CBO) da Inter Risk, holding de seguros, resseguros e benefícios que tem como sócio o grupo americano Amwins. O objetivo é posicionar a operação brasileira entre as dez maiores do país, em linha com a posição global da Amwins Group Benefits, responsável pela colocação de US$ 6.2 bilhões de dólares e mais de 5 milhões de vidas seguradas. 

Steiman é economista, com pós-graduação em gestão de saúde, e uma longa trajetória na área de benefícios. A corretora que criou em 1999 foi comprada por uma multinacional líder do setor em 2007. Na época, ele assumiu um cargo de executivo na empresa, na qual permaneceu por 15 anos, alcançando a posição de CCO. Em 2022, foi convidado pelo grupo Dasa para se tornar sócio da Dasa Empresas, onde foi responsável pela área comercial e relacionamento com o mercado.

O economista chega a Inter Risk de olho em uma fatia relevante das 50 milhões de pessoas que possuem benefícios corporativos no Brasil. O foco, explica, é crescer mantendo a excelência no atendimento que é uma característica da Inter Benefícios, cujo NPS (métrica de avaliação de qualidade pelos clientes) alcança 92% de satisfação. 

“Hoje, cerca de 30% das vidas corporativas administradas no Brasil estão concentradas em apenas 10 corretoras, embora existam mais de 10 mil em operação. Vamos desenvolver ainda mais a estrutura da Inter com o objetivo de atrair a gestão dos benefícios dos clientes que já estão na casa (cross-sell) e também novos clientes”, afirma Steiman. 

Fernando Coelho, Chief Strategy Officer (CSO) da Inter Risk, destaca a sinergia entre as trajetórias de Steiman e a da corretora. A preocupação com compliance e relacionamento local com apoio global é comum aos novos parceiros, por exemplo.

“É com grande satisfação que anunciamos a chegada de Ricardo à nossa equipe. Ricardo desenvolveu habilidades no estabelecimento e na manutenção de relações estratégicas com operadoras e prestadores de serviços, incluindo hospitais, clínicas e redes de laboratórios, e a Inter Risk é reconhecida por sua abordagem de boutique e sua especialização em gerenciamento de riscos complexos. É com essa abordagem que oferecemos soluções sob medida e eficazes para nossos clientes, aliando tecnologia de ponta e mecanismos de controle rigorosos. A integração de Ricardo à nossa equipe, além de trazer ao time um dos executivos mais respeitados do mercado brasileiro de Benefícios, reforça nosso compromisso contínuo em expandir nossa capacidade de atendimento, através de uma abordagem cada vez mais consultiva”, afirma Coelho. 

De acordo com Steiman, que demonstra grande entusiasmo neste novo desafio, a Inter Benefícios desenvolve estratégias voltadas tanto para o crescimento orgânico quanto para a expansão por meio de aquisições. 

“Essas abordagens nos dão a confiança necessária para aprimorar nosso posicionamento no mercado de Benefícios e permanecer entre as corretoras mais destacadas do país”, completa.

Corretores que pedalam integram time da FF Seguros no L’Etape Brasil

FF Seguros bike

por Adriana Aguilar

Quem pedala por ruas, estradas, trilhas e participa de provas e pedais em pelotão, precisa se proteger contra acidentes. O prejuízo com a queda de um ou mais ciclistas é grande. Somente o quadro da bicicleta representa 70% do valor dela. Pior ainda se quebrar um monte de itens juntos: pneu, catraca etc. Para alertar e divulgar a importância do seguro bike, a Fairfax Seguros (FF Seguros) levou uma equipe de corretores, que também são ciclistas, para participar do L’Etape Campos de Jordão. 

O desconhecimento acaba sendo principal razão para a reduzida contratação do seguro bike que é muito útil por incluir coberturas para roubo, furto, acidentes e até indenização terceiros. Para quem não faz ideia de preços, o seguro da FF Seguros protege bicicletas de R$ 500 reais até R$ 120 mil, incluindo as elétricas.  O valor da franquia varia em função do valor da bicicleta, em torno de 10% do valor da bike. É um produto flexível que pode ser montado com cobertura para roubo e furto ou somente a cobertura para acidentes, envolvendo terceiros. Cada um personaliza o seguro da maneira que quiser.

Para divulgar o seguro flexível para bicicletas, em 2024, a FF Seguros patrocinou a temporada 2024 do L’Etape Brasil, com etapas realizadas em Cunha, Rio de Janeiro e em Campos de Jordão.

Na última etapa, em Campos de Jordão, realizada em 28 de setembro, a FF Seguros levou profissionais que pedalam, com muita experiência neste tipo de seguro. Conheça alguns dos participantes do time FF Seguros na L’Etape Brasil Campos de Jordão:

Como diretor comercial da FF Seguros, Marcel Giacon teve a ideia de convidar corretores, que também são ciclistas, para pedalar no L’Etape Campos de Jordão. 

“Além de engajados nesta atividade esportiva, são distribuidores de seguros e, melhor do que ninguém, sabem da importância desta proteção”, afirma Giacon.

Com experiência no pedal, Giacon fez parte do time de ciclistas. O diretor comercial da FF Seguros começou a pedalar em 2011, por orientação médica, para diminuir o volume de corrida. Desde então, a bicicleta nunca mais saiu da minha vida dele.
“Com a mesma bike, participei de algumas edições do Troféu Brasil de Triathlon e também estive no L’Etape Brasil, em Cunha, no Rio de Janeiro, em 2015”, conta.

A corretora de seguros, Mayra Bianchini, pedala de 3 a 5 vezes por semana pelas estradas vicinais em Sorocaba há, pelo menos, 10 anos. Na etapa L’Etape Campos de Jordão, ela integrou o time FF Seguros. 

“Acredito que as pessoas sentem confiança em mim quando precisam de seguro para bike porque eu pratico e conheço bem a atividade”, afirma. Na Bianchini Corretora de Seguros, a proteção para bike deslanchou, com forte representatividade no total de contratos. 

“Muitos optam por seguro com cobertura Internacional para provas fora do país. Não é só por conta do risco de mala extraviada, mas também devido aos danos físicos na bike durante o voo. O seguro cobre roubo, queda e qualquer dano durante a viagem”, explica Mayra Bianchini. “O quadro representa em torno de 70% do valor da bike. Se o quadro entorta durante a viagem, é preciso trocar para não colocar em risco a vida da pessoa”, completa.

Integrante de time FF Seguros no L’Etape Campos de Jordão, o CEO da Odlevati Corretora de Seguros, Arnaldo Odlevati Junior, avalia o principal motivo que leva as pessoas a contratar um seguro para bicicleta ainda é o risco de roubo e furto. Mas, no dia a dia, o seguro acaba sendo acionado por conta de acidentes nos pedais, principalmente, com participação de bastante gente. “É muito fácil cair e quebrar roda, câmbio, quadro e outras itens da bicicleta”, diz.

“No Letape, algumas pessoas tiveram acidente com bike e caíram. É importante ter o seguro com cobertura para acidentes”, afirma. 

Na avaliação do sócio fundador da MCGS Corretora de Seguros, Marcelo Guirao, integrante do time FF Seguros do L’Etape Campos de Jordão, a busca por um estilo de vida saudável, somado ao aumento de provas de bikes no Brasil, resultaram em um maior número de pessoas pedalando e contratando seguro para a bicicleta. 

“Gosto de fazer seguro de bike completo com danos a terceiros. Se o ciclista bate na porta de algum carro, a responsabilidade é dele pagar e reparar o carro”, explica Guirao. 

Ele  relembra a história de uma cliente que se enroscou com outra ciclista em um pelotão de bike. “Minha cliente foi culpada. A bicicleta dela deu perda total e a bike da outra pessoa teve perda parcial.  A seguradora indenizou a bike da minha cliente e também a da outra ciclista”, diz Guirao.

“Foi uma experiência fantática”, disse o corretor Luiz Carlos Alvarez Morales Júnior sobre o L’Etape Brasil Campos de Jordão.  Foi sua primeira vez participação em uma prova de bike. 

Há 35 anos no comando da Lar Corretora de Seguros, Morales Júnior explica que pedala há 20 anos, em grupo, por diferentes lugares de São Paulo, interior e em outros países. São passeios e não prova de ciclismo. 

Começou a pedalar há 20 anos, quando criou a União dos Corretores de Seguros (UCS), junto com outros corretores da associação para a prática de hábitos saudáveis e bem-estar. “Consegui perder 33 quilos”, diz. 

Nas pedaladas, Morales Junior nunca passou por acidentes graves. O único problema que teve com sua bike foi com um furo que rasgou a câmera do pneu. “Não tinha reserva. Acionei a seguradora e trocaram a câmera por uma nova”, diz. 

Em São Paulo, Luiz Carlos conta que é a maior parte dos sinistros, na carteira de clientes da corretora, está relacionada a roubos. “Há  2 meses, tivemos uma bicicleta roubada, em torno de 40 mil”, afirma.

O casal proprietário da Provence Corretora de Seguros, Máyra Konishi de Carvalho e Rodrigo de Carvalho, pedalam há 10 anos na região de atuação da corretora, Vale do Paraíba.  Experientes nesta prática esportiva, integraram o time da FF Seguros no L’Etape Brasil Campos de Jordão.

Máyra Konishi de Carvalho conta que o maior risco do ciclista é em relação aos acidentes. “A chance da queda do que de roubo quando se treina diariamente. Na corretora, temos mais registros de quedas”, afirma Máyra. 

“Na bike, em uma descida com pedras soltas no asfalto, cai e uma roda de carbono amassou. Esse tipo de roda fica imperfeita com reparo. Acionei o seguro e acabei fazendo negociação com a seguradora e recebi R$ 8 mil”, diz Máyra. Ela explica que o custo das rodas da bike dela é de R$ 16 mil, mas há modelos com rodas no valor de R$ 40 mil. 

Também o marido e corretor, Rodrigo de Carvalho, já trincou o quadro de duas bicicletas, em diferentes ocasiões. Ambas tiveram os quadros trincados e outros componentes da bicicleta danificados.

Ciclista há 10 anos, a sócia e vice-presidente de marketing e estratégia de negócios da Gallagher Corretora de Seguros, Carla Abrunhosa, integrou o time da FF Seguros no Letape Brasil Campos de Jordão.  Com umafrota de 6 bikes seguradas, Carla está acostumada a provas de ciclismo e triathlon no Brasil e no exterior.

Uma única vez, passou por acidente, tendo seu capacete quebrado em três partes. “Como eu tinha cobertura de acessórios, ele foi pago integralmente, após acionar a franquia que era 15% do valor da bike. Na época, o capacete custava cerca de R$ 2,8 mil”, explica.

Na Gallagher Corretora de Seguros, os clientes costumam acionar o seguro bike por variados riscos, desde acidente a roubos. “A maior parte dos contratos de seguro bike na corretora se divide entre Rio de Janeiro e São Paulo”, diz Carla Abrunhosa.

O diretor da Mx Seguros, Renato Olbi, participou pela primeira vez do L’Etape Brasil Campos de Jordão no time da FF Seguros.

Acostumado a pedalar, Olbi explica que nunca precisou usar o seguro de sua bicicleta, mas a corretora tem registro de imprevistos, principalmente roubos de bike, acionados pelos clientes, concentrados na cidade de São Paulo e interior, como Campinas, Jundiaí, entre outras cidades. 

A jornalista Adriana Aguilar reforçou o treino de bike para integrar o time da FF Seguros e, assim, completar o percurso curto da prova do L’Etape Brasil Campos de Jordão.   Acostumada a correr longa distância, soma 10 maratonas em 2024. As duas últimas foram em cidades grandes, em Nova York e, a última, São Paulo. 

Já com a bicicleta, anteriormente, em 2018, participou da prova GFNY Portugal, com percurso de 162 kms. Antes, em 2017, participou da prova de triathlon olímpico em Coronado, na Califórnia. 

“Nunca teve de acionar o seguro para acidentes com a bicicleta. E procuro pedalar no meio de outros ciclistas para evitar roubos”, afirma Adriana Aguilar. 

Especialista prevê crescimento do mercado de seguros no Oriente Médio

Por Carlos Alberto Pacheco

O escritório Costa, Albino & Rocha Sociedade de Advogados (CAR) realizou nesta quinta-feira, 31, o 2º Seminário Internacional de (Re)Seguros, evento que debate temas nas áreas de seguros, resseguros e grandes riscos. O seminário aconteceu no Centro Brasileiro Britânico (CBB), em São Paulo, e reuniu 210 pessoas, entre executivos, diretores de grandes empresas e corretores, representando mais de 50 companhias do setor. 

Palestrantes de várias empresas como Sompo Seguros, Fairfax, Tokio Marine, Fator Seguros, Swiss Re, Mapfre e Marsh marcaram presença. Os debates giraram em torno do marco legal dos seguros, riscos emergentes, gerenciamento de crises, impacto das recuperações judiciais no mercado de seguros e seguros em obras públicas.

Um dos destaques foi o keynote speaker Sam Wakerley (sócio do escritório HFW), advogado britânico, head de seguros e resseguros do HFW no Oriente Médio, além de consultor de diversas empresas. Ele também atua em mediação, arbitragem e contencioso judicial, com ampla atuação no mercado global. Com sede em Londres, a HFW possui mais de 700 advogados no continente americano, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. É parceira no Brasil da CAR.

Wakerley fez uma análise do mercado no Oriente Médio. Segundo ele, na região, o resseguro ainda não tem uma capacidade suficiente para atender às demandas, mas as oportunidades são boas devido à diversificação da economia. “Nós temos 15% do GPD (Produto Interno Bruto) e a economia cresce 5,6% ao ano”, revelou. Em sua análise, uma das razões para esta expansão no Oriente Médio é o fato de ter havido investimentos de muitos expatriados nos últimos tempos. “A indústria de seguros deverá crescer nos próximos anos”, garantiu. Wakerley vislumbra boas perspectivas em produtos de liability, saúde e decenal. 

O advogado britânico ressaltou o papel da Arábia Saudita neste contexto. Além de ser o maior exportador de petróleo do mundo, o país se sobressai nas áreas de turismo e entretenimento e desenvolve projetos de energia renovável. Ele destaca também que os árabes vivem um cenário de grande transformação digital, com a potencialização dos serviços de e-commerce, fintechs e bancos digitais, por exemplo.

Em termos de Brasil, de acordo com Wakerley, as exportações para o Oriente Médio aumentaram de US$ 2,8 bilhões em 2023 para US$ 11,2 bilhões apenas no primeiro semestre de 2024. “Já as importações do Brasil da Liga Árabe correspondem a US$ 15 bilhões”, complementa. Em relação ao Catar, o comércio bilateral entre os dois países totalizou mais de US$ 871 milhões nos primeiros dez meses de 2024.

Ao final, o advogado citou o banco de dados do Dubai International Financial Centre (DIFC), espécie de plataforma que mede os índices de desenvolvimento do Oriente Médio, África e mais o sul da Ásia. Wakerley afirmou que há mais de 120 empresas relacionadas ao mercado de seguros/resseguros e que tem atraído “talentos globais”. Os setores envolvidos vão desde infraestrutura, energia, P&C, cyber, marine, entre outros. “A plataforma registrou prêmios emitidos da ordem de US$ 2,6 bilhões até o momento”, destacou.

Programa de catástrofes naturais espanhol CCS irá cobrir danos segurados na tragédia de Valência

valencia seguradoras

Com agências internacionais

Uma parte significativa da compensação das perdas causadas pelas enchentes na Espanha será coberta pelo Consorcio de Compensación de Seguros (CCS). A entidade pública, vinculada ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria, compensará os cidadãos que sofreram danos assim que os avaliadores puderem se deslocar para as áreas afetadas, conforme declarou o ministro da Economia, Carlos Cuerpo, na rede social X, na semana passada.

Em 29 de outubro de 2024, inundações extremas, provocadas por chuvas torrenciais intensas, impactaram as regiões espanholas de Valência, Albacete, Cuenca e leste da Andaluzia. O governo espanhol mobilizou 10 mil pessoas para dar suporte nas regiões atingidas pelas fortes chuvas ao longo desta semana, chamada de “evento Dana”. O número de vítimas já chega a 211, e mais de 2 mil pessoas continuam desaparecidas na região que cerca a terceira maior cidade do país. De acordo com a Morningstar DBRS, as perdas seguradas devido às inundações extremas nas regiões leste e sul da Espanha devem ultrapassar € 1 bilhão, considerando os danos significativos a pessoas, propriedades, veículos e empresas, bem como ao setor agrícola.

Na Espanha, a cobertura de riscos extraordinários, incluindo inundações e tempestades, é obrigatória para qualquer cobertura de seguro básica oferecida por companhias de seguro privadas. O CCS não recebe financiamento público; em vez disso, é financiado por um encargo sobre os prêmios de apólice pagos pelos segurados e cumpre suas obrigações por meio da constituição de uma reserva de equalização. Essa entidade garante que, desde que a propriedade afetada esteja previamente segurada, a compensação pode ser fornecida tanto para danos materiais quanto imateriais. Estes incluem perda de aluguel, despesas de acomodação temporária e interrupção de negócios.

O CCS “cobre a compensação” “desde que” a propriedade tenha sido previamente segurada, esclarece a Organização de Consumidores e Usuários da Espanha (OCU). Eles também alertam que o Consórcio aplica períodos de carência, de modo que os segurados não poderão utilizar sua apólice até que um certo período de tempo tenha se passado – geralmente sete dias – desde o início da apólice. Além disso, a entidade cobrirá o valor pelo qual a propriedade foi avaliada com base no contratado com a seguradora privada. Portanto, a organização solicita que o governo implemente uma assistência extraordinária para cobrir propriedades não seguradas.

Por sua vez, o CCS informou que cobrirá os danos causados às pessoas e propriedades seguradas, incluindo residências, comunidades, veículos, estabelecimentos comerciais e indústrias em Valência, Albacete, Málaga, Cuenca e leste da Andaluzia. Especifica que, além dos danos materiais, também compensará os afetados por danos imateriais, como perda de renda de aluguel, despesas de acomodação resultantes da inabitabilidade da casa ou perda de receita devido ao fechamento de estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços.

Dada a magnitude dos eventos, especialistas acreditam que as consequências para o setor de seguros e resseguros privados serão significativas, com grandes reivindicações de indenizações, o que possivelmente comprometerá a rentabilidade da subscrição das companhias de seguros espanholas.

As recentes enchentes trágicas no sul do Brasil, particularmente no estado do Rio Grande do Sul em abril, destacaram a necessidade urgente de soluções eficazes de gestão de riscos para mitigar as perdas causadas por desastres climáticos. O modelo espanhol, exemplificado pelo Consorcio de Compensación de Seguros, serve como um exemplo relevante para o governo brasileiro considerar. Se um programa de seguros semelhante estivesse em vigor no Brasil, com cobertura de danos climáticos obrigatória, os esforços de recuperação na região sul poderiam ter sido mais eficientes e menos onerosos para as finanças públicas. Dos R$ 100 bilhões em perdas sofridas durante as enchentes no Rio Grande do Sul, apenas 6% contavam com cobertura para catástrofes.

Novas regras de solvência para seguradoras britânicas começam em janeiro de 2025

A indústria de seguros e poupança de longo prazo do Reino Unido, representada pela Association of British Insurers (ABI), está preparada para fortalecer sua atuação em benefício de clientes, da economia e da sustentabilidade nos próximos anos. Carol Hall, chefe de Assuntos Digitais e Internacionais da ABI, explica que as prioridades da associação para 2024 e 2025 envolvem três pilares principais: conquistar a confiança dos consumidores, investir em pessoas e no planeta e colaborar com membros e stakeholders para moldar um mercado eficaz.

“Queremos moldar um ambiente legislativo, regulatório e tributário que libere o potencial pleno do nosso setor para apoiar clientes e a economia globalmente”, enfatizou em entrevista ao Sonho Seguro, durante o Brazil UK Insurance Forum, promovido em parceria com a CNseg, a conferação das seguradoras no Brasil. Hall destaca que o seguro desempenha um papel essencial na segurança financeira das pessoas após desastres, enquanto a poupança de longo prazo é fundamental para a resiliência financeira futura. A ABI pretende assegurar que os clientes de seus membros tenham uma experiência positiva com a indústria de seguros e poupança, promovendo crescimento, confiança e uma atuação inclusiva, com foco em desafios econômicos, ambientais e de saúde.

Desde o Brexit, uma das maiores reformas para o setor de seguros do Reino Unido foi a introdução do Solvency UK, que entra em vigor em 31 de dezembro de 2024. Essa mudança regula a saída do padrão europeu Solvency II, podendo liberar £100 bilhões para investimentos em ativos produtivos do Reino Unido na próxima década. “Para impulsionar esse investimento, estabelecemos um fórum de líderes do setor como parte do nosso Investment Delivery Forum, que servirá de catalisador para projetos de infraestrutura no Reino Unido”, afirma Hall.

Com mais de 300 empresas associadas, a ABI representa um setor robusto que emprega mais de 300 mil pessoas em carreiras qualificadas e de longo prazo, das quais dois terços atuam fora de Londres. Esse setor administra cerca de £1,5 trilhão em investimentos, gera £18,5 bilhões em impostos para o governo e contribuiu £36 bilhões para a economia britânica em 2021. Em 2022, as exportações de serviços de seguros e poupança de longo prazo no Reino Unido alcançaram £23,5 bilhões.

A ABI delineou um manifesto com a ambição de estabelecer uma parceria ativa com o governo para enfrentar alguns dos maiores desafios do país. Isso inclui promover o crescimento econômico e a competitividade, estimular as economias e investimentos nacionais, possibilitar a transição para a energia limpa e reforçar a resiliência climática, além de melhorar a capacidade do país de enfrentar riscos novos e emergentes.

Segundo Hall, a associação vem liderando a sustentabilidade no setor de seguros com seu Climate Change Roadmap, publicado em 2021, que estabelece marcos cruciais para reduzir as emissões do setor pela metade até 2030 e atingir o Net Zero até 2050. Muitas empresas já aderiram à campanha ‘Race to Zero’ da ONU, estabelecendo metas de descarbonização e avançando com planos de transição. “Nossas diretrizes de boas práticas apoiam o setor no engajamento com cadeias de fornecimento para reduzir as emissões relacionadas ao atendimento de sinistros e clientes”, afirma Hall. O Roadmap será atualizado em 2025, reforçando o compromisso com a transição da economia para o Net Zero.

Bradesco Seguros amplia vendas nos canais digitais em 43% no ano

O faturamento dos produtos comercializados nos canais digitais do Grupo Bradesco Seguros atingiu R$ 4,3 bilhões nos primeiros nove meses de 2024, chegando a 3,4 milhões de itens, com crescimento de 42,8% na quantidade de negócios em comparação com o mesmo período de 2023. O app da Bradesco Seguros, que reúne cerca de 90 funcionalidades considerando todas as linhas de negócios, superou a marca de um milhão de usuários únicos e 6,8 milhões de transações por mês.

“Esses importantes resultados são reflexo do foco contínuo da companhia nos nossos clientes e corretores, para entregar experiências cada vez mais fluidas e resolutivas, por meio de investimentos estratégicos em tecnologia, inteligência em dados e design”, destaca José Loureiro, diretor de Inovação, Digital e Dados do Grupo Bradesco Seguros.