MDS Brasil expande operações com aquisição da APR Seguros

O movimento de fusões, aquisições e parcerias no setor de corretagem de seguros está intenso no mundo e no Brasil. A notícia de hoje vem da MDS Brasil, que anunciou a aquisição da APR Seguros, uma corretora especializada em seguros empresariais. Esta compra é mais um passo importante na estratégia de expansão da MDS no Brasil, que assume a gestão de uma carteira com mais de 800 clientes, totalizando aproximadamente 150 milhões de reais em prêmios. Com forte presença em São Paulo, a incorporação da APR Seguros potencializa o segmento de Riscos Empresariais da MDS, responsável por comercializar produtos de ramos elementares para o mercado corporativo.

“Essa aquisição é mais um passo estratégico fundamental, que fortalece nossa presença no Brasil e reflete nosso compromisso com o crescimento sustentável na região, somando-se às outras incorporações já realizadas no país, incluindo a mais recente, D’Or Consultoria, que nos consolidou como líderes no segmento de Saúde e Benefícios. A APR Seguros chega para reforçar a nossa atuação no segmento de Riscos Empresariais, agregando à nossa carteira importantes clientes que passam a contar com todos os produtos e serviços que oferecemos no Brasil e internacionalmente”, comenta Ariel Couto, CEO da MDS Brasil em nota divulgada.

A APR Seguros possui mais de 20 anos de experiência e se destaca pelo uso de tecnologia e atendimento personalizado em setores como Frota, Property, Responsabilidade Civil e Seguro Garantia. Tuca Ramos, fundador da APR Seguros, e os principais executivos da empresa, se juntam ao time da MDS Brasil e seguem à frente da operação.

“Este novo capítulo representa não apenas um marco significativo para a APR Seguros, mas também uma oportunidade incrível para nossos colaboradores e clientes. Estamos animados com a integração das equipes, pois sabemos que a MDS possui uma cultura muito forte focada em pessoas, criando um ambiente que favorece o desenvolvimento e a geração de oportunidades para todos. Estou confiante de que, sob esta nova estrutura, poderemos crescer rapidamente e oferecer soluções ainda mais inovadoras para atender às demandas do mercado,” finaliza Tuca Ramos CEO da APR Seguros.

Seguradora Mapfre contrata Karine Brandão para estreitar relacionamento com corretor

KARINE BRANDAO AXA

Depois de duas semanas de suspense, veio a notícia que todos queriam saber. O destino de Karine Brandão, que deixou a AXA. Agora ela faz parte do time da seguradora espanhola  Mapfre, como diretora executiva comercial do canal corretor. Com 27 anos de atuação no mercado de seguros, a executiva acumula experiência nas áreas de Vendas, Marketing, Desenvolvimento de Negócios e Estratégia Digital.

Karine é graduada em Administração de Empresas pela Universidade Santa Úrsula, possui pós-graduação em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e MBA Executivo pela Coppead/UFRJ, além de ter formação em Desenvolvimento de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Ao longo de sua carreira passou por corretoras de pequeno e médio porte cativas e internacionais até consolidar-se como executiva de grandes seguradoras globais.

A nova diretora executiva do Canal Corretor da Mapfre assume o cargo com o objetivo de liderar o relacionamento entre a seguradora e seus parceiros. “Os corretores representam a ponte direta entre nossos produtos e os clientes, sendo responsáveis por identificar as necessidades de proteção de cada pessoa ou negócio e oferecendo soluções personalizadas que traduzem a qualidade e a diversidade dos produtos da Mapfre”, concluiu a executiva.

Coface prevê alta de 2,6% do PIB global em 2025; para o Brasil, estimativa é de 1,8%

A economia global deverá crescer 2,6% em 2025, mantendo o nível previsto para o final de 2024 (também de 2,6%), e pouco abaixo dos 2,8% registrados em 2023. A estimativa é da Coface, seguradora de crédito que apresentou suas perspectivas econômicas para o próximo ano.

A previsão vale também para a América Latina, segundo o estudo da Coface, que estima crescimento de 2,0% em 2025 para a região, estável em comparação com 2024 e com ligeira queda em relação aos 2,3% registrados em 2023. O cenário é menos otimista para o Brasil: a Coface acredita que o PIB de nosso país terá alta de 1,8% no próximo ano, abaixo dos 3,0% previstos para 2024 e dos 2,9% registrados em 2023.

Pelo lado positivo, Bruno Fernandes, chefe global de Pesquisa Macroeconômica da Coface, destaca que os preços de energia permanecem moderados, apesar das tensões políticas. Ele lembra, no entanto, que a possibilidade de fechamento do Estreito de Hormuz continua sendo um foco de tensão. Trata-se de um território com 210 quilômetros de extensão que fica entre Irã, Omã e Emirados Árabes Unidos e que tem grande importância estratégica, já que por lá passam 27% do comércio marítimo de petróleo.

Bruno Fernandes recorda também que a política monetária caminha rumo a uma flexibilização gradual em países e regiões importantes: “A confirmação de desinflação nos Estados Unidos e na Zona do Euro permitirá que os bancos centrais reduzam as taxas de juros, sobretudo na Zona Euro, porque nos Estados Unidos o programa econômico de Donald Trump vai provavelmente alimentar as tensões inflacionárias ”.

O especialista considera que algumas das principais incertezas para a economia global em 2025 serão causadas pelos impactos do novo governo dos Estados Unidos: “Donald Trump definiu quatro prioridades que deverão ter consequências para todos: redução de impostos, com extensão do TCJA (Tax Cuts and Jobs Act, que reduz impostos para empresas e cria empregos); imigração, com controles de fronteira mais rígidos e deportação de imigrantes; política comercial com aumento de tarifas; e desregulamentação, que inclui entre vários pontos energia (por exemplo, a supressão de proibições de perfuração de petróleo) e finanças.”

Segundo Bruno Fernandes, o cenário nos Estados Unidos mostra que as finanças públicas do país estão à deriva, com previsão de que a dívida pública cresça para 157% do PIB em dez anos, incluindo a projeção dos déficits no governo Trump. Para o economista, o aumento de tarifas e o corte de gastos não serão suficientes para financiar a redução de impostos.

Quanto ao aumento das tarifas dos Estados Unidos, a Coface avalia que os principais impactos acontecerão na Ásia, especialmente na China, e na Europa, com destaque para a Alemanha.

Para a América Latina, uma das principais medidas da administração Trump será a adoção de uma política migratória mais agressiva. Na análise de Patrícia Krause, economista da Coface para AL, um possível aumento das deportações, se em grande magnitude, tenderia a causar pressão social nos países que recebem os deportados, em seus mercados de trabalho e através de uma redução nas remessas. Remessas enviadas por imigrantes trabalhando nos EUA para seus países de origem representam, por exemplo, 27% do PIB na Nicarágua, 26% nas Honduras e 23% em El Salvador.

Patricia Krause acredita também que as novas políticas de Trump poderão fortalecer o dólar. Tal movimento ocorreria num momento em que as moedas latino-americanas já sofrem uma tendência de depreciação em 2024, devido a questões externas (como o ritmo de redução de juros nos Estados Unidos) e internas (como as preocupações fiscais, no caso de países como Brasil e Colômbia). No ano até novembro, todas as principais moedas da região desvalorizaram face ao dólar, com destaque para o real brasileiro e o peso mexicano. Assim sendo, a volatilidade da taxa de câmbio poderá continuar em 2025.

A adoção de uma política comercial protecionista aumentou a vulnerabilidade principalmente do México, cujas exportações para os EUA representam 80% do total vendido ao exterior, e mais ainda com a renegociação prevista para 2026 do USMCA (Acordo Estados Unidos-México-Canadá), um substituto do NAFTA. 

Além disso os Estados Unidos têm registrado um déficit comercial crescente com o México. Por fim, há também a preocupação crescente por parte do governo americano de que se possa ter uma forte entrada de importações chinesas ao país via o México.

A China, avalia o estudo da Coface, continua a ter crescimento vacilante, com aumento moderado das vendas do varejo e dos investimentos, mas tendo como contraponto o setor imobiliário. Mesmo assim, continuará a desempenhar um papel importante para a América Latina. As exportações dos países da região para a China dispararam nos últimos anos, saltando entre 2013 e 2023 de 20% para 31% do total exportado no Brasil e de 25% para 39% no Chile, por exemplo.

A boa notícia para AL é que a inflação deverá perder força na região em 2025. Na comparação da Coface, os índices de preços também deverão diminuir no Brasil, embora os riscos estejam inclinados para cima (com as expectativas de inflação atualmente em ascensão). A queda deverá ocorrer inclusive na Argentina, que tem projeção de inflação anual em 2024 de 120%, ante 31,4% para 2025.

As condições de crédito, ainda restritivas, também deverão ser relativamente melhores no próximo ano na região, revela a Coface, mas o Brasil é a principal exceção. Aqui, a taxa básica de juros real deverá ficar próxima de 8% em 2025. Seus efeitos colaterais sobre a capacidade de pagamento das empresas são evidentes no Brasil, onde o número de pedidos de recuperação judicial aumentou acentuadamente desde 2023. Para 2025, a situação deverá permanecer desafiadora, uma vez que as condições de crédito continuarão restritivas.

Alexandre Leal assume diretoria de sustentabilidade da CNseg com saída de Ana Cristina Barros

Com apenas seis meses no cargo de diretora de Sustentabilidade e Relações de Consumo da CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras, confederação das seguradoras, Ana Cristina Barros deixou o cargo na última sexta-feira (29). Ela assumiu a diretoria com o objetivo de fortalecer as ações e projetos de sustentabilidade para o setor segurador e trouxe avanços significativos para o setor em seu curto período na entidade. A executiva acumula três décadas de trabalho na área socioambiental, atuando em políticas públicas e privadas de conservação e uso sustentável de recursos naturais, mudanças climáticas, produção e desenvolvimento sustentável.

O blog tentou contato com a executiva, mas não obteve retorno até o fechamento desta nota. A CNseg informou que Alexandre Leal assumirá interinamente a diretoria de sustentabilidade.

Seguradora Tokio Marine inspira equipe a impulsionar a transformação digital

Adilson Lavrador, diretor executivo de Operações, Sinistros e Tecnologia da Tokio Marine Brasil, participou do Digital Round Table 2024 (DRT 2024), realizado na matriz da seguradora em Tóquio. Desde 2017, o DRT tem se consolidado como um espaço estratégico para troca de ideias e projetos inovadores entre as diversas empresas do Grupo Tokio Marine.

Nesta entrevista exclusiva ao blog Sonho Seguro, Lavrador destaca os principais insights adquiridos, como o uso avançado de inteligência artificial para prevenção de fraudes e reconhecimento óptico de caracteres, além de compartilhar como essas experiências internacionais impulsionam a transformação digital no mercado segurador brasileiro.

Quais foram os principais aprendizados e insights obtidos durante sua participação no Digital Round Table 2024 (DRT 2024) na matriz da Tokio Marine no Japão, e como esses conhecimentos podem ser aplicados no Brasil?

    Nós participamos do Digital Round Table, o chamado DRT, desde que ele foi criado pela matriz da Tokio Marine, em 2017, com o objetivo de proporcionar trocas de ideias e projetos entre as diversas empresas do Grupo – algo que é sempre muito rico e agrega valor ao nosso trabalho. 

    Este ano, eu destacaria como insights dois cases envolvendo IA: o primeiro, da Indonésia, sobre uso da inteligência artificial para identificação de danos preexistentes em caso de sinistros de automóveis, que colabora para a prevenção de fraudes; e o segundo, do Japão, sobre o emprego da inteligência artificial generativa no reconhecimento óptico de caracteres, o chamado OCR, função que já utilizamos aqui no Brasil, mas cujas trocas no DRT nos permitiram ter acesso à novas possibilidades de aplicação em nossos projetos. 

    Você mencionou que o Lab de Inovação da Tokio Marine Brasil desempenha um papel crucial no alinhamento às tendências do setor. Poderia compartilhar exemplos práticos de como as iniciativas do Lab têm impactado positivamente corretores, clientes e colaboradores?

      O Tokio Innovation Lab, presente no Brasil desde 2021, tem o objetivo de estimular o intercâmbio de informações com os principais polos de inovação do Grupo Tokio Marine, sediados em Tóquio, no Vale do Silício, Nova York, Singapura, Londres e em Taipei, para acelerar o desenvolvimento local de tecnologia e abrir uma série de possibilidades para nossa operação no País.

      Por meio do nosso Innovation Lab, podemos desenvolver algoritmos de Inteligência Artificial e automações que melhorem a capacidade de análise e previsão de futuro, de forma que consigamos ter resultados mais interessantes e gerem impacto positivo aos nossos Parceiro de Negócios e Segurados. Assim, conseguimos desburocratizar serviços, simplificar produtos e criar de ferramentas que possibilitem ao Corretor a diminuição dos custos operacionais, com mais eficiência no seu dia a dia, de forma que ele possa atuar de maneira mais estratégica junto ao seu Cliente. 

      Além do uso de inteligência artificial no Lab, também temos a oportunidade de compartilhar nossas iniciativas de transformação digital da Tokio Marine e, em 2024, lançamos o novo SupperApp do Corretor, que apoia nossos parceiros diariamente na mobilidade, além de centralizar de informações e auxiliar na gestão dos processos e muito mais.

      A matriz da Tokio Marine é reconhecida por sua disciplina e organização. Como foi a experiência de observar essas características no ambiente da matriz, e de que maneira elas inspiram a atuação da Tokio Marine no Brasil?

        O Japão é, sem dúvidas, um país muito evoluído em diversos sentidos e, quando falamos de tecnologia, ainda mais. Hoje, o Innovation Lab da sede da Tokio Marine, em Tóquio, tem uma atuação muito forte em pesquisa, com o desenvolvimento de ferramentas diferentes do que temos no Brasil. Um bom exemplo é que, enquanto nós focamos bastante na prevenção de fraudes, no Japão, hoje, o foco é oferecer serviços diferenciados dentro dos produtos ofertados. Essas trocas realmente fazem a diferença – assim como nós absorvemos muitos insights, percebemos que o pessoal do Japão também admira muito o trabalho feito aqui no Brasil e nos considera uma referência em tecnologia, inteligência artificial e digital no mercado segurador no mundo.

        A Tokio Marine Brasil possui uma cadeira permanente no DRT desde sua criação em 2017. Como você avalia a evolução da participação brasileira ao longo dos anos e quais são as expectativas para os próximos encontros?

          Este ano eu fui representar o Brasil no DRT, mas já tivemos outros Colaboradores que tiveram essa oportunidade, o que é muito interessante não apenas do ponto de vista da Companhia, mas como também da troca cultural que, é claro, impacta positivamente o nosso trabalho e a nossa visão de mundo. Dessa forma, entendo que a participação brasileira tem evoluído junto com o DRT, sempre com contribuições muito pertinentes para o debate e para o desenvolvimento de novas ferramentas, algo que, esperamos, seguir acontecendo nos próximos anos. Então, posso dizer que nossas expectativas são positivas e bastante altas. A Tokio Marine Brasil é referência no Grupo no que diz respeito a inovação, inteligência artificial e transformação digital, inclusive tendo ganhado uma série de prêmios ao longo dos anos. 

          Quais iniciativas de automação, inovação e digital desenvolvidas no Japão mais chamaram sua atenção e têm potencial para serem implementadas no mercado segurador brasileiro?

            A forma como os japoneses implementam a inteligência artificial em seus processos e serviços é, certamente, algo a se inspirar. Como eu havia comentado, o Japão é um país muito avançado no uso da tecnologia e, mais do que isso, na criação de novas ferramentas para solução de problemas comuns e na melhoria de serviços. Então, acredito que possamos dizer que todas as ferramentas com as quais tivemos contato têm potencial de serem implementadas em certo nível em nossos processos aqui no Brasil e que estamos sempre atentos às oportunidades.

            Bradesco Seguros lança campanha de final de ano

            Fonte: Bradesco

            Com o fim da jornada, a nave espacial que trouxe o ETzinho à Terra parte em direção a outros destinos, mas, para a surpresa da menina, ele fica, pois foi em nosso planeta onde ele encontrou a verdadeira amizade e alguém com quem se pode contar em todos os momentos. A canção ‘Somewhere Over The Rainbow’ dá o tom à história, que tem o fim do vídeo narrado pela atriz Zezé Motta. 

            “Nossa principal estratégia com ‘A Busca’ é destacar ainda mais entre as pessoas os sentimentos de união e amizade, ao passar a ideia de que o Grupo Bradesco Seguros estará sempre ao lado em todos os momentos. Aproveitando também o período das Festas, gostaríamos que esse filme inspire todas as pessoas e que seja compartilhado entre amigos e familiares, mostrando que l a vida é melhor quando temos alguém para compartilhar nossos momentos”, destaca Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. 

            “Se pudéssemos explorar todas as galáxias e visitar os planetas mais distantes, com certeza não encontraríamos uma vida tão incrível quanto a que temos aqui na Terra. Essa é a mensagem que queremos transmitir neste Ano Novo com esse curta-metragem para Bradesco Seguros”, comenta Daniel Chagas Martins, diretor de criação na AlmapBBDO.

            Produzida pela Don’t Touch MY Soda, com direção de Felipe Mansur, a campanha estreou no último domingo, 1º de dezembro, e terá vigência ao longo do período das festas de fim de ano e abrangerá TV aberta, digital e OOH. 

            Darwin Seguros amplia parceria com a Maxpar em todo o Brasil

            A Darwin Seguros ampliou a parceria com a Maxpar com a inclusão da Assistência Auto 24h, que garante uma série de serviços aos segurados, como: guincho, chaveiro, meio de transporte alternativo, pane seca, hospedagem, transporte para recuperação do veículo, troca de pneus e auto socorro. Essa solução é complementada com outras duas assistências da Maxpar que já eram oferecidas pela Darwin Seguros: Vidros e Faróis, Lanternas e Retrovisores.

            Jacyara Ribas, Executiva de Contas na Maxpar, destaca que a Assistência Auto 24h é essencial para garantir que o segurado tenha cobertura completa para o veículo em situações emergenciais. “Os serviços garantidos pela assistência são de fundamental importância em casos de emergências, como uma pane seca no meio da estrada ou um dano mecânico que impeça o motorista de chegar ao destino final, por exemplo. Por isso, nós, em parceria com a Darwin, estamos comprometidos em garantir que o atendimento ao segurado esteja sempre pautado pela agilidade e qualidade”, comenta.

            Firmino Freitas, fundador e CO-CEO da Darwin Seguros, comenta sobre o fortalecimento da parceria da seguradora com a Maxpar Assistências. “Iniciamos nossa parceria com a Maxpar desde o início da nossa operação em 2022 e com apenas algumas soluções do Grupo Autoglass, mas dado o comprometimento na parceria e a qualidade nos serviços prestados, foi mais que natural a migração de um dos serviços mais importantes para os nossos segurados como a assistência 24h em todo o território brasileiro”, reforça.

            Glaucia Smithson deixa Prudential do Brasil e Carlos Cortez assume vice-presidência de parcerias estratégicas

            A partir desta segunda-feira, 2/12, Carlos Cortez, atual vice-presidente de Marketing e Clientes da Prudential do Brasil, assume a vice-presidência de Parcerias Estratégicas Comerciais da companhia. A mudança tem como objetivo alavancar ainda mais o negócio, permitindo um maior foco em iniciativas estratégicas para o futuro.

            O executivo, que está na empresa há quatro anos, tem feito relevantes contribuições para o negócio, sempre comprometido com resultados consistentes e com o crescimento da empresa. “Estou muito motivado para o novo desafio. O mercado de seguros de vida tem grande potencial, e aumentar o alcance dos nossos produtos, consolidando as parcerias estratégicas de negócios, enquanto desenvolvemos novos modelos de distribuição, certamente é um grande motor de crescimento”, declarou Cortez, que acumulará interinamente a área de Marketing e Clientes.

            A vice-presidência de Parcerias Estratégicas Comerciais era ocupada por Glaucia Smithson. Em sua passagem pela Prudential, Glaucia deixou importantes contribuições para o negócio e encerra seu ciclo na companhia após dois anos à frente da área.

            Ciclones causam perdas de US$ 51 bilhões para seguradoras em 2024, segundo Munich Re

            Ciclones tropicais no Atlântico Norte, chamados de furacões, e aqueles no Pacífico Noroeste, conhecidos como tufões, causaram um total estimado de US$ 51 bilhões em perdas seguradas em 2024, segundo um relatório divulgado na segunda-feira pela Munich Reinsurance Co. Inc.

            As perdas seguradas de US$ 51 bilhões são “significativamente” maiores do que a média dos últimos 10 anos, de US$ 36,1 bilhões, e a média dos últimos 30 anos, de US$ 23,7 bilhões.

            As robustas perdas relacionadas aos ciclones tropicais também indicam que as perdas seguradas por catástrofes naturais em 2024 superarão a marca de US$ 100 bilhões, de acordo com o relatório.

            A maior parte das perdas foi registrada na intensa temporada de furacões no Atlântico Norte, que alcançou aproximadamente US$ 49 bilhões, “substancialmente superiores” à média de US$ 30,1 bilhões nos últimos 10 anos e à média de US$ 20,9 bilhões nos últimos 30 anos.

            Dezoito tempestades tropicais foram registradas no Atlântico Norte, das quais 11 atingiram a força de furacão, e cinco delas se tornaram furacões de grande intensidade, nas Categorias 3 a 5 da escala Saffir-Simpson, com ventos superiores a 177 km/h.

            No Pacífico Noroeste, foram registradas 25 tempestades, sendo que 18 chegaram ao continente, resultando em perdas seguradas de cerca de US$ 2 bilhões, segundo o relatório.

            Thomas Blunck, membro do conselho de administração da Munich Re, destacou que a temporada de 2024 foi marcada pela rápida intensificação de tempestades severas e pelas chuvas extremas que se seguiram.

            Perdas econômicas já superam R$ 37,3 bi no Brasil em 2024

            Aon plc (NYSE: AON), líder global em serviços profissionais, revela em seu mais recente Global Catastrophe Recap Report, que os desastres naturais no Brasil provocaram prejuízos que somaram US$ 6,4 bilhões no período de janeiro a setembro de 2024, uma redução de 57% em comparação com 2023, quando a seca histórica na região da bacia hidrográfica do Rio da Prata já havia provocado prejuízos de mais de US$ 10 bilhões.

            O relatório ressalta os eventos catastróficos significativos que impactaram o país, com destaque para o prejuízo de US$ 5 bilhões provocado pelas enchentes no estado do Rio Grande do Sul entre 28 de abril e 3 de maio, as queimadas que atingiram a vegetação brasileira entre janeiro e setembro, resultando em danos estimados de US$ 360 milhões e a seca histórica, que gerou perdas no valor de US$ 470 milhões.

            Beatriz Protásio, CEO de Resseguros da Aon no Brasil, comentou: “Os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul e das queimadas que ocorreram em diversas regiões do Brasil reforçam a necessidade de estratégias de resiliência climática no país. É necessário direcionar esforços para que infraestruturas estejam melhor preparadas diante das intempéries do clima, além de medidas de mitigação dessas ameaças, como a modelagem catastrófica e a contratação de instrumentos de transferência de riscos para impactos derivados do clima. Ações que podem reduzir prejuízos econômicos e apoiar a sociedade a se reestabelecer diante de eventos extremos.”

            Impactos globais

            Os desastres naturais em todo o mundo resultaram em perdas econômicas superiores a US$ 258 bilhões de janeiro a setembro de 2024, uma redução em relação à média do século XXI de US$ 276 bilhões e significativamente inferior às perdas registradas no mesmo período de 2023 (US$ 351 bilhões).

            A lacuna de proteção de seguros foi estimada em 60%, cerca de 154 bilhões de dólares, uma das mais baixas já registradas no período, resultado da maior contribuição das perdas seguradas nos Estados Unidos. O relatório também mostra que, globalmente, as perdas econômicas seguradas até o final de setembro de 2024 foram de, pelo menos, US$ 102 bilhões, valor bem acima da média do século XXI de US$ 79 bilhões. Os prejuízos provocados pelo furacão Milton, o segundo mais forte já registrado no Golfo do México, e de eventos adicionais esperados para o restante do ano, provavelmente levarão as perdas seguradas anuais totais acima do nível de 2023 (US$ 125 bilhões).