Allianz: crescimento de dois dígitos em vendas de seguros e melhor rentabilidade

Eduard Folch CEO da Allianz
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A Allianz Seguros encerra 2024 com resultados expressivos, consolidando-se como uma das principais seguradoras no mercado brasileiro. Segundo o CEO da empresa, Eduard Folch, o desempenho foi positivo em todas as linhas de negócio. “Entre janeiro e setembro deste ano, crescemos acima do mercado em quase todos os segmentos, com destaque para o Automóvel, onde tivemos um avanço de 5% frente aos 2,2% registrados pelo setor”, afirmou. O faturamento da companhia no período foi de R$ 7,1 bilhões, um aumento de quase 9% em relação a 2023, colocando a Allianz entre os 10 maiores players do setor no Brasil.

A diversificação e o aprimoramento contínuo das ofertas foram pilares desse crescimento, mas desafios também marcaram o ano. Folch destacou a competitividade na precificação do seguro de automóvel como um dos principais obstáculos. Ainda assim, ele projeta que a Allianz deve encerrar 2024 com crescimento superior ao do mercado.

Para expandir o acesso ao seguro, a Allianz lançou produtos mais acessíveis e customizáveis. “Apresentamos ofertas enxutas que contemplam as coberturas principais. No seguro Residência, por exemplo, criamos o pacote ‘Compacto’, que inclui proteção contra incêndio, danos elétricos, RC Familiar e eventos climáticos. Já no seguro de Vida Individual, lançamos a Oferta Personalizada, permitindo que os clientes escolham coberturas e assistências conforme suas necessidades”, explicou. Essa abordagem resultou em avanços significativos: 20,6% de crescimento em Residência, 27,8% em Vida e 5% em Auto nos nove primeiros meses de 2024.

A empresa também se beneficiou de investimentos públicos anunciados pelo governo brasileiro em outubro, especialmente no setor de infraestrutura. “Estamos preparados para atender à crescente demanda gerada por esses investimentos, oferecendo soluções completas para todas as etapas do ciclo de vida dos empreendimentos”, afirmou o executivo. A Allianz projeta um crescimento de 30% na carteira de Riscos de Engenharia até o final do ano, impulsionada por projetos em infraestrutura, energia e indústrias.

No campo da inovação, a Allianz investiu em digitalização e diversificação de canais de distribuição. “O corretor segue como nosso principal parceiro, mas também estamos ampliando canais complementares para atender diferentes perfis de clientes”, destacou Folch. A criação da marca Allianz Commercial, voltada ao mercado corporativo, e o uso de tecnologias como Inteligência Artificial e metodologias ágeis estão entre os destaques da estratégia da companhia.

Para 2025, as metas incluem diversificar ainda mais o portfólio, com foco em linhas como Residencial, Empresarial PME, Condomínio, Rural e Vida. “Continuaremos investindo em estratégias de cross-selling e em novos clientes no Brasil, buscando crescimento de dois dígitos em prêmios e melhorias nos índices de sinistralidade e rentabilidade”, afirmou o CEO. Ele também ressaltou o compromisso da Allianz em ouvir corretores e clientes para traduzir suas demandas em soluções concretas, reforçando a dedicação da empresa a uma trajetória sustentável de crescimento.

Guy Carpenter planeja inovações em coberturas agregadas e limites catastróficos revisados

A Guy Carpenter, corretora de resseguros, teve um ano de 2024 muito positivo, de acordo com seu CEO, Pedro Farme. Ele destaca que a empresa avançou significativamente, tanto com novos clientes quanto com a expansão de parcerias existentes. “Entendemos a operação de contratos como uma parceria e um posicionamento consultivo que viabiliza a realização do plano de negócios dos mercados”, afirmou. Como resultado, a empresa conseguiu expandir em pelo menos 10 novas linhas ou carteiras de startups de seguradoras no Brasil, além de ampliar sua atuação em outras já representadas. No total, a Guy Carpenter ultrapassou R$ 4 bilhões em prêmios de resseguros transacionados, e mais de meio bilhão de reais foram recuperados em sinistros decorrentes de eventos no Rio Grande do Sul.

Entre as inovações, o CEO destacou o lançamento do Modelo Probabilístico de Alagamento em agosto, que se tornou amplamente utilizado no segundo semestre de 2024. “É o primeiro desse tipo e ainda único no Brasil, equiparando nosso mercado com outras regiões mais acostumadas a esse tipo de evento no acesso a estatísticas e simulações”, explicou. Farme enfatiza que o modelo trouxe impactos significativos no aumento das proteções adquiridas e oferecidas pelas seguradoras, resultando em benefícios para os segurados e para a sociedade, com uma maior oferta de produtos e preços competitivos. Além disso, o modelo incorpora simulações relacionadas ao aquecimento global e mudanças climáticas, permitindo que os clientes entendam os impactos potenciais em seus portfólios.

O setor de resseguros como um todo também demonstrou resiliência em 2024, segundo Farme, especialmente na resposta às chuvas no Rio Grande do Sul. Ele destacou a capacidade do mercado de adaptar coberturas e cláusulas para atender às necessidades decorrentes desses eventos. Contudo, desafios persistem, como a crescente preocupação com perdas de processos judicializados e a necessidade de informações mais detalhadas para melhor quantificação e precificação de riscos. Apesar disso, ele observa grandes oportunidades no setor. “Reduzir o gap de proteção é uma oportunidade que traz benefícios mútuos: maior resiliência econômica, redução de impactos sociais e individuais e mais negócios para o setor”, pontuou.

Farme também vê grandes perspectivas com a agenda de industrialização e infraestrutura do governo, que considera essenciais para o crescimento do setor. Olhando para 2025, ele espera inovações em coberturas agregadas e limites catastróficos revisados. Além disso, a Guy Carpenter planeja avançar no lançamento de modelos únicos no Brasil, incluindo um modelo probabilístico de queimadas, algo que já foi feito em outros países e que responde a um problema recorrente no Brasil. “Entender e quantificar o risco é a melhor forma de estruturar programas de resseguro”, afirmou.

Para alcançar as metas de participação no PIB do mercado de resseguros até 2030, Farme defende a expansão de seguros diretos, investimentos em infraestrutura e flexibilização de produtos, especialmente no segmento corporativo. Ele também menciona a importância de limites maiores para coberturas, como a de terceiros no seguro de automóvel, e a adaptação a novas economias e indústrias. “Precisamos de marcos que permitam maior flexibilidade nos produtos para acompanhar as mudanças do mercado”, concluiu.

Infraestrutura interligada com as mudanças climáticas está no foco da corretora de seguros Marsh

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O ano de 2024 foi marcado por desafios e oportunidades para o mercado de seguros. Na avaliação de Paula Lopes, presidente da Marsh no Brasil, a companhia manteve sua trajetória de crescimento e reposicionamento estratégico. “A Marsh, que sempre foi uma empresa completa em termos de produtos e de geografias, seguiu buscando penetração e aumento de share em regiões economicamente estratégicas do país. Queremos estar bem próximos do Sul, para ajudar na recuperação da região, além do interior de São Paulo, que tem o agribusiness como um propulsor para a economia do país.”

A executiva destaca que, em um ano de transformações, a empresa assumiu um papel ainda mais consultivo, ajudando os clientes a aproveitar as melhores oportunidades em gestão de riscos e seguros. “Foi um ano de reposicionamento da estratégia, com muito foco em desempenhar um papel consultivo para os clientes, aproveitando as melhores oportunidades de gestão de risco e de seguros que surgem neste ambiente em transformação.”

Entre os avanços de 2024, Paula cita a introdução de inovações como seguros paramétricos e o uso de inteligência artificial. “A Marsh, juntamente com o mercado segurador, está se transformando, oferecendo oportunidades para os clientes se destacarem em um cenário competitivo e dinâmico”, afirmou.

O portfólio de produtos e serviços da Marsh também evoluiu, com destaque para as áreas de consultoria de riscos, Cyber e Marine. “Estamos com nossa gama de serviços em alta na parte de consultoria de riscos, sendo capazes de aportar valor no processo do cliente, especialmente nas áreas de seguros e gerenciamento de riscos.” Paula ressalta que a crescente preocupação com mudanças climáticas abriu novas oportunidades. “A visão das mudanças climáticas trouxe uma oportunidade com clientes, que agora nos procuram para ajudá-los a entender os riscos e trazer as soluções.”

Sobre o mercado segurador, Paula avalia que 2024 apresentou uma desaceleração no crescimento do setor, mas trouxe também novas possibilidades. “O mercado de riscos corporativos do Brasil deve crescer abaixo de 10% em 2024, uma desaceleração em relação aos anos anteriores. Porém, embora haja desaceleração, existem oportunidades em diferentes linhas de negócio.” Ela observa que o ambiente econômico, marcado pelo aumento da taxa de juros, contribuiu para o controle da inflação, mas limitou os investimentos estruturais no país, impactando o mercado de seguros.

Ainda assim, a competição entre seguradoras, resseguradoras e brokers trouxe benefícios para os clientes. “Houve um aumento de competição entre seguradoras e resseguradores, colocando bastante pressão nas taxas e condições”, afirmou Paula. Além disso, a análise de risco em propriedades evoluiu devido aos impactos crescentes dos eventos climáticos. “A análise de risco em propriedades tem se sofisticado, com modelos avançados ajudando seguradoras a ajustar preços de forma mais precisa.”

Para 2025, a Marsh planeja intensificar sua atuação em inovação tecnológica e novos produtos. “Será um ano no qual a Marsh conseguirá trazer várias inovações tecnológicas importantes para os clientes, reduzindo o tempo de resposta e diminuindo processos internos.” A empresa também dará atenção à adequação de contratos e às recentes mudanças regulatórias no setor, como a nova legislação para seguros de transporte rodoviário. “Essas mudanças visam aumentar a segurança e a responsabilidade no transporte de mercadorias”, explicou Paula.

Entre as prioridades para o próximo ano, estão os segmentos de Gestão de Benefícios, Cyber, Garantia, Crédito e Infraestrutura. “A parte de Infraestrutura, interligada com as mudanças climáticas, ajudando todo o escoamento do agribusiness, também é nosso foco.” A executiva reforça que o Brasil possui um enorme potencial de crescimento no setor de seguros e que a estabilidade econômica será essencial para alcançar os objetivos até 2030. “Temos que ter um ambiente de estabilidade econômica e fiscal para termos mais investimentos no país”, pontuou.

“O ponto principal é conseguirmos melhorar a experiência do cliente em todos os elos da cadeia. Apólices emitidas de forma correta, regulações de sinistros feitas com clareza e pagamentos de sinistros em tempo são fundamentais para um mercado mais estável e confiável.”

Ecoassist avança com projetos sustentáveis para seguradoras

O ano de 2024 foi marcado por avanços significativos para a Ecoassist e para o setor de seguros, especialmente na temática da sustentabilidade. “Fortalecemos e ampliamos nossos serviços ESG, como o Assistência Placas Solares, que visa atender a um mercado em amplo crescimento, e o Projeto Oficina Sustentável, que contribui para que as oficinas reparadoras tenham seus processos dentro da legislação ambiental”, contou Eber Sousa, representante da Ecoassit. “Além disso, a Ecoassist expandiu os benefícios ambientais no seguro automóvel. “Permitir que segurados descartem móveis e outros itens de maneira ecológica amplia nossa contribuição para um mercado mais sustentável.”

O mercado de seguros enfrenta desafios para se adequar às regulamentações ambientais estipuladas pela Susep. As normas de produtos sustentáveis previstas para 2025 exigem adaptação e inovação das empresas para atender às demandas de um mercado cada vez mais consciente, o que beneficia empresas como a Ecoassist.

As reformas promovidas pelo governo em 2024 também foram apontadas como positivas para o setor. “A Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR), regulamentada em 2024, traz incentivos fiscais promissores para projetos de reciclagem, fomentando a economia circular e aumentando a competitividade de empresas que adotam modelos sustentáveis.” Embora os resultados concretos ainda não sejam visíveis, Eber vê perspectivas positivas para 2025. “O mercado de seguros poderá ser beneficiado ao promover novos serviços em prol da reciclagem, deduzindo valores parciais do IRPJ.”

O executivo destacou as iniciativas para integrar benefícios ambientais a diferentes produtos. “Incluímos benefícios ambientais nos seguros Residenciais, Auto e Empresariais, ampliando o volume de itens descartados corretamente em todas as camadas da sociedade.” Ele ressaltou a importância de parcerias com o terceiro setor. “A cada tonelada de resíduo processado, há uma reinserção financeira na economia através da mão de obra de instituições parceiras. A geladeira que poderia parar na esquina é coletada e transformada em matéria-prima.”

A inovação foi outro destaque no setor em 2024. “O mercado avançou com produtos como seguros para placas solares e coberturas atreladas a catástrofes ambientais, além de impulsionar a digitalização e os seguros cibernéticos.” Para 2025, a expectativa é de consolidação dessas tendências. “Esperamos novos produtos voltados à sustentabilidade e maior uso de tecnologia para personalizar coberturas e tornar soluções mais acessíveis.”

Sobre as metas para o próximo ano, Eber está otimista. “Estamos inaugurando uma nova sede em Barueri e vamos criar uma recicladora de automóveis, que integrará outras linhas de destinação, como de eletrodomésticos e móveis.” Além disso, a empresa busca ampliar iniciativas existentes. “Vamos expandir o Projeto Oficina Sustentável e os benefícios ambientais em seguros residenciais e empresariais.”

Outro ponto importante para 2025 é o mercado de crédito de carbono. “Com a regulamentação desse mercado, estamos estruturando o processo de geração de créditos ao mercado de seguros, alinhando-nos às novas exigências e expectativas.”

MAPFRE Re emite bônus de catástrofe de US$ 125 milhões por um prazo de três anos

A MAPFRE RE promoveu a emissão de um bônus de catástrofe pela primeira vez em sua história. O bônus foi emitido pela Recoletos Re DAC, uma empresa irlandesa de propósito específico (SPV), para fornecer proteção plurianual de janeiro de 2025 a dezembro de 2027, com o objetivo de aumentar a proteção de retrocessão da MAPFRE RE. A AON Securities foi o agente estruturador do bônus, trabalhando em conjunto com a GC Securities na colocação.

Os bônus de catástrofe são instrumentos financeiros que oferecem proteção garantida a seguradoras e resseguradoras como uma alternativa ao resseguro tradicional. A primeira emissão desse programa de retrocessão, a Série 2024-1, oferece à resseguradora espanhola proteção contra sua exposição a catástrofes de tempestades tropicais e furacões nos Estados Unidos, com base nas perdas relatadas pelo setor em relação a esses eventos e em uma base agregada anual.

Os mercados de capitais receberam essa transação inaugural de forma muito positiva. O bônus foi aumentado de US$ 100 milhões iniciais para US$ 125 milhões, e com uma redução no preço, devido à forte demanda dos investidores.

“Estamos muito satisfeitos com essa nova proteção porque ela nos permite expandir nossos negócios nos Estados Unidos e diversificar nossas fontes de resseguro, o que fortalece nossa posição no mercado global”, explica Miguel Rosa, CEO da MAPFRE RE.

Os bônus catastróficos são uma alternativa de proteção de resseguro adicional e complementar para as empresas de seguros e resseguros e servem como uma opção de investimento interessante para os grandes investidores do mercado de capitais, que podem acessar retornos atraentes em uma classe de ativos diversificada sem ter que criar seu próprio veículo de seguros.

“Nosso desafio é criar produtos que possam escalar e atender quem está desprotegido”, diz CEO da Metlife

Breno Metlife

A MetLife encerra 2024 celebrando conquistas significativas em sua operação no Brasil, que figura entre os cinco principais mercados da companhia globalmente. Durante uma entrevista concedida ao portal Sonho Seguro no Dia de Voluntariado da empresa, Breno Gomes, CEO da MetLife Brasil, destacou o crescimento expressivo da companhia, a relevância do Brasil na estratégia global e os avanços do projeto Floresta MetLife.

Comemorando 25 anos de operação no Brasil, a MetLife registrou um crescimento superior a 20% pelo quarto ano consecutivo, encerrando 2024 com um desempenho que superou a média do mercado nacional de seguros, projetada em 11%. Este crescimento reafirma a importância do país para a matriz da companhia, que realizou no dia 12 de dezembro, em Nova York, o Investor Day. Durante o evento, o Brasil foi reiteradamente citado como um mercado estratégico para investimentos e expansão.

“Nos últimos quatro anos, o prêmio emitido da companhia dobrou, e temos um plano agressivo para dobrar novamente até 2029. É muito gratificante ver o Brasil entre os cinco mercados prioritários da MetLife globalmente, o que reforça nossa relevância no contexto mundial”, afirmou Breno Gomes.

Com um planejamento audacioso para 2025, a MetLife pretende manter o ritmo de crescimento acima de 20%, com foco na ampliação da penetração de seguros de vida individuais. Breno Gomes enfatizou a necessidade de desenvolver produtos mais acessíveis para alcançar as camadas menos atendidas da população, ampliando a proteção e a inclusão.

“Nosso desafio é criar produtos que possam escalar e atender quem está desprotegido. Queremos levar seguros para mais pessoas e ajudar na transformação da indústria, tornando-a mais inclusiva e eficiente. A experiência do cliente também é prioridade, com investimentos em tecnologia para oferecer soluções ‘one-click’ alinhadas às expectativas dos consumidores modernos”, completou.

Floresta MetLife: Sustentabilidade e Impacto Social

Em um ano marcado por desafios climáticos e ambientais, o Programa Floresta MetLife chega à sua quarta edição, reafirmando o compromisso com a restauração ecológica e a sustentabilidade. Em 2024, colaboradores da MetLife Brasil se voluntariaram para o plantio de mais de 10 mil novas mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, na região estratégica do sítio Jacarandás, em Nazaré Paulista, interior de São Paulo. A ação visa fortalecer a segurança hídrica do Sistema Cantareira, essencial para abastecer cerca de 46% da população da Grande São Paulo.

Desde 2021, o programa idealizado pela MetLife Foundation, já promoveu o plantio de mais de 11 mil mudas na região, em parceria com o Projeto Semeando Água, do IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. “Este programa reflete nosso propósito de construir um futuro mais seguro e sustentável para todos. É inspirador ver como cada edição amplia nosso impacto e sensibiliza nossos colaboradores para a importância da preservação ambiental”, afirma Daniela Dall’Acqua, AVP de Recursos Humanos da MetLife Brasil.

Os colaboradores e convidados participaram de uma programação diversificada, incluindo planejamento de novas mudas, visita guiada às áreas restauradas, amostragem de frutos da região e atividades de educação ambiental conduzidas por especialistas do IPÊ. “Os números propostos até agora e o entusiasmo dos nossos colaboradores demonstram que estamos no caminho certo. Esse projeto não é apenas ambiental, é também humano, pois conecta as pessoas à natureza e ao propósito coletivo de um planeta mais saudável”, reforça Daniela.

A iniciativa contribui diretamente para o cumprimento das metas ambientais globais da MetLife, que inclui neutralidade de carbono e novos investimentos verdes e o plantio de 5 milhões de mudas até 2030, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Veja o que rolou nas edições anteriores no canal do Linkedin da MetLife.

No âmbito da sustentabilidade, a MetLife avança com o projeto Floresta MetLife, parte de sua ambição global de plantar milhões de árvores. Localizado em Nazaré Paulista (SP), o projeto chega ao quarto ano consecutivo, mobilizando funcionários e parceiros em atividades de plantio de mudas, reforçando o compromisso com a neutralização de carbono e a preservação ambiental.

“O voluntariado é uma parte essencial deste projeto. Trazemos nossos colaboradores para participarem do plantio e disseminarem essa consciência ambiental em suas vidas. Este é um exemplo claro de como podemos aliar nosso propósito corporativo de cuidar das pessoas e do planeta”, destacou Breno Gomes.

AXA do Brasil faz mudanças nas áreas comercial e de subscrição

 A AXA no Brasil anuncia que, a partir de 2 de janeiro de 2025, terá um novo desenho de lideranças nas áreas Comercial e de Subscrição. As mudanças acontecem para que a empresa possa ter uma atuação cada vez mais focada em perfis de negócios, corretores e clientes, além de potencializar os talentos do seu time.

Na vice-presidência Comercial, Marketing e Experiência do Cliente, comandada por um profissional que em breve se juntará ao time, as novidades são: 

  • Carla Almeida muda de área e passará a atuar como Diretora Comercial Megabrokers;
  • Gustavo Carvalho assume como Diretor Comercial Consultivo e Corporate e responderá pelo canal em nível nacional;
  • Danilo Gomes assume como Diretor Comercial de Grupos de Corretores e Assessorias, também com atuação nacional; 
  • José Eduardo Maiorano segue como Diretor Comercial de Parcerias;
  • Danielle Fagaraz foca sua atuação nas estratégias de negócios e segue agora como Diretora de Gestão Comercial, Marketing e Experiência do Cliente;
  • Felipe Granato assume como Superintendente de Canal Digital com o objetivo de ampliar negócios digitais e de acelerar o desenvolvimento de novos corretores com alto potencial de ascensão dentro da segmentação comercial da companhia. O profissional também continua na liderança do segmento de seguros inclusivos no Brasil. 

área de Subscrição, liderada por Arthur Mitke, vice-presidente de Subscrição e Sinistros, também traz novidades no início do ano:

  • Denis Maelaro assume como Diretor de P&C e Specialties. O executivo assume as áreas de Property, Responsabilidade Civil, Linhas Financeiras, Garantia, Riscos de Engenharia, Programas Mundiais e Agro (Crop), além de seguir responsável pelas áreas de Transportes, Gerenciamento e Engenharia de Riscos, Aeronáutico e Cascos;

A Diretoria de Massificados, Vida e Parcerias, sob liderança de Clóvis Silva, bem como a Superintendência de Excelência Técnica, com Vivian Kautz, e a Superintendência de Produtos e Serviços, com Luciana Soares, permanecem inalteradas.

“Esse novo desenho nos torna ainda mais preparados para alcançarmos os objetivos dos próximos anos. A companhia está crescendo de forma muito acelerada, a dois dígitos por ano, e precisamos revisar estrutura e processos para que possamos seguir evoluindo no atendimento a corretores e clientes, buscando maior integração de canais e produtos”, afirma Erika Medici, CEO da AXA no Brasil. 

Prudential do Brasil anuncia nova vice-presidente para Massificados  

A Prudential do Brasil anuncia que Luciana Amano, atual vice-presidente de Distribuição e Parcerias Latam da Prudential Financial, passa a assumir também a área de Massificados atendendo ao mercado local no Brasil. A executiva terá como objetivo desenvolver as estratégias de distribuição em massificados e firmar futuras parcerias, alavancando novas oportunidades de negócios que permitirão um crescimento sustentável para a companhia.

Na Prudential desde maio de 2024, Luciana acumula mais de 23 anos de experiência no setor de serviços financeiros, cartões de crédito, programas de fidelidade e seguros massificados. Já teve passagens por empresas como Marsh, Mastercard Worldwide e American Express, onde ocupou cargos executivos no Brasil e em Londres, no Reino Unido.

A executiva é formada em Engenharia Química pela Universidade de São Paulo (USP), Business Administration Extension pela Universidade da Califórnia, além de ter MBA em Finanças pela escola de negócios IBMEC. 
 

Chubb e Shopee lançam seguros para consumidores do marketplace

Leandro Martinez CEO da Chubb Seguros

Em uma parceria estratégica para oferecer mais segurança e tranquilidade durante as compras, a Chubb, líder mundial em seguros, e a Shopee, um marketplace que conecta vendedores, consumidores e grandes marcas, passam a oferecer seguro com proteção contra roubo, furto qualificado e danos acidentais para produtos adquiridos na plataforma — como celulares, TVs e outros eletrônicos elegíveis. O processo de adesão é simples, e a cobertura está disponível em todo o Brasil.

Com este lançamento, os usuários que adquirirem itens selecionados de vendedores brasileiros poderão adicionar o seguro no momento da finalização da compra, garantindo a reposição ou reparo em caso de imprevistos. A implementação foi viabilizada pelo Chubb Studio, a plataforma de integração tecnológica da Chubb, que permite a oferta de seguro de forma ágil e integrada. “Estamos muito satisfeitos com a nossa parceria com a Shopee para atender às necessidades dos consumidores brasileiros, oferecendo uma solução alinhada à sua jornada de compra online,” comenta Leandro Martinez, presidente da Chubb Brasil.

“Temos como compromisso sempre buscar formas de tornar a experiência de compra mais segura e conveniente para nossos consumidores. Essa parceria com a Chubb nos permite oferecer uma solução de seguro acessível e confiável, especialmente em categorias de alto valor, como eletrônicos”, comenta Felipe Piringer, head de Marketing da Shopee.

Desafios climáticos trouxeram desafios e aprendizados para a seguradora Sompo, afirma CEO

O ano de 2024 foi um marco significativo para a Sompo, segundo Alfredo Lalia Neto, CEO da companhia. “Esse foi o primeiro ano em que operamos totalmente sob nosso novo posicionamento, com foco em Seguros Corporativos e de Agronegócio”, afirmou o executivo. Durante o período, a Sompo enfrentou desafios relacionados a sinistros decorrentes de eventos climáticos extremos, como enchentes no Rio Grande do Sul e secas em vários estados, que causaram incêndios em máquinas e implementos agrícolas. Apesar disso, o grande desafio não foi o pagamento dos sinistros em si, mas a regulação e indenização ágeis e eficientes de um volume significativo de casos. “Apostamos na agilização de processos, uso de meios digitais e em procedimentos facilitados para sinistros de baixa complexidade, o que nos permitiu acelerar os tempos de indenização”, destacou Lalia.

Em termos de avanços, a Sompo expandiu sua oferta de produtos, implementou novos modelos de subscrição e precificação, e investiu em soluções de gerenciamento de riscos. A empresa também alcançou as metas de investimentos em eficiência operacional e inovação, encerrando o ano com mais de R$ 2,8 bilhões em Prêmios Emitidos. “Entre 2021 e 2024, crescemos a uma média anual de 23,2%, contra 16,9% do mercado nos ramos em que atuamos, dobrando nosso volume de prêmios em três anos”, ressaltou o CEO. A ambição agora é repetir esse crescimento nos próximos três anos, buscando consolidar-se como a terceira maior companhia nos ramos em que atua. “Estamos confiantes de que alcançaremos essa meta muito em breve”, afirmou.

No que diz respeito ao acesso a novas fatias de mercado, Alfredo destacou a importância do letramento em seguros como um processo constante para todos os agentes do setor. “O letramento em seguros é fundamental para ampliar o acesso e a compreensão sobre a relevância dos produtos”, explicou o executivo. Embora a Sompo esteja focada nos segmentos corporativos e de agronegócio, a disseminação da cultura de gestão de riscos é parte essencial de sua estratégia, especialmente devido à expertise reconhecida da companhia em gerenciamento de riscos. “Nosso trabalho de consultoria agrega um valor significativo aos segurados”, complementou.

As reformas e investimentos públicos em áreas como energia, infraestrutura e construção civil também contribuíram para um ambiente de negócios favorável, impulsionando ramos como Transporte, Grandes Riscos, Riscos de Engenharia e Garantia. “Esses investimentos geraram oportunidades importantes para o setor e para a Sompo”, destacou Lalia.

No campo da inovação, a Sompo avançou na digitalização e diversificação de canais de venda, além de lançar produtos inovadores. Em 2024, criou uma área específica de Financial Lines & Casualty e lançou o seguro D&O, um seguro empresarial com limite máximo de indenização de R$ 10 milhões, e uma cobertura de RC Ambiental no Seguro de Transporte. “Também implementamos modelos inteligentes baseados em inteligência artificial para precificação no segmento de Transporte, permitindo interpretação de documentos e dados com maior eficiência”, explicou o CEO. “Essas inovações nos colocam à frente do mercado, oferecendo soluções mais adequadas e competitivas”, acrescentou.

Para 2025, a Sompo pretende consolidar-se como “Top of Mind” no mercado de Seguros Corporativos, com crescimento sustentável. “Nossa meta é sermos a principal referência em Seguros Corporativos e de Agronegócio”, afirmou Alfredo Lalia Neto. Desde 2023, a empresa adotou uma estratégia ousada de focar exclusivamente em Seguros Corporativos e de Agronegócio, já sendo líder em Transporte desde 2017, entre as três principais seguradoras de Máquinas e Implementos Agrícolas e crescendo acima de 50% em Grandes Riscos em 2024. Os planos incluem investimentos para aumentar a participação de mercado e oferecer soluções completas de seguros para clientes de diferentes indústrias, com muitas novidades por vir. “Há um futuro promissor pela frente, e estamos prontos para continuar nossa trajetória de crescimento”, concluiu.