A corretora Alper Seguros anunciou a contratação de Mário Cruz como diretor comercial. O executivo, que possui mais de 30 anos de experiência no setor, chega para liderar a Alper Network, divisão da empresa voltada para o mercado de seguros e ecossistema.
Com passagens por grandes empresas como Generali, Porto Seguro e SulAmérica, Mário Cruz traz consigo um vasto conhecimento e expertise para identificar e desenvolver novas oportunidades comerciais. Sua chegada acontece em um momento estratégico para a Alper Seguros, que busca consolidar sua posição no mercado e expandir sua atuação.
“O mercado de seguros é um mercado de crescimento acelerado, mesmo em um país onde muitas pessoas ainda não possuem um seguro. Acredito no potencial de geração de negócios e assumo a missão de trabalhar as oportunidades comerciais focadas no mercado de seguros e serviços”, afirma Mário Cruz.
A divisão liderada pelo novo diretor comercial tem um papel fundamental nos planos de crescimento da Alper Seguros. A Alper Network concentra-se em gerar oportunidades no ecossistema, com foco em seguros para seguradoras, prestadoras de serviços, resseguradoras e reguladoras de sinistros.
Com a contratação de Mário Cruz, a Alper Seguros reforça seu compromisso com o setor de seguros e demonstra sua ambição de continuar crescendo e inovando no setor.
Depois de um período de vacas magras para as insurtechs no Brasil, o ano de 2025 começa com um tom otimista para as startups com foco em resolver as dores das seguradoras e corretores e assim estimular um crescimento verdadeiro da inclusão de mais segurados no mercado brasileiro. Para debater o tema, o grupo segurador espanhol MAPFRE reuniu especialistas no MAPFRE Innovation Summit 2025, realizado no dia 25 de fevereiro, em São Paulo.
Felipe Nascimento, CEO da MAPFRE América Latina, afirmou na abertura do evento que o grupo está aberto à inovação e busca parcerias com startups que desejam escalar. “O sonho do setor de seguros é inovar, e, por isso, colaboração é a palavra-chave hoje. O Brasil tem 18 milhões de pessoas vivem em favelas e, dessas, 5 milhões tem algum tipo de empreendimento. Para expandirmos o mercado é preciso inovação e transformação, sempre com o propósito claro de sermos pessoas cuidando de pessoas. Queremos proteger a maior camada possível da população brasileira e fazer isso com vocês, insurtechs”, disse.
Nascimento citou alguns exemplos sobre o uso de tecnologia. Segundo ele, 60% dos atendimentos da MAPFRE são realizados via WhatsApp, o que já traz comodidade para o cliente e economia de custos para a companhia. Em seguro de auto, o principal produto da seguradora, o cliente faz a avaliação dos danos com o celular, envia para a companhia, que conta com a ajuda da inteligência artificial para estimar os custos, indicar a oficina mais próxima.
“Somos um país extremamente inovador, com uma grande capacidade de adaptação às novas tendências do mercado, como demonstramos dia após dia. Novas tecnologias se enraízam aqui muito rapidamente. O Brasil não é apenas sinônimo de alegria e entretenimento—também é um país de empreendedorismo, profissionalismo e inovação. No final das contas, todo este processo melhora a satisfação do cliente e reduz custos. Vivemos um avanço apaixonante da inovação no Brasil, com foco na melhoria da experiência do cliente e na redução de custos. E esta jornada está apenas no início. Temos muito a fazer daqui para frente”, finalizou Nascimento.
Hugues Bertin, influenciador número um no mundo sobre inovação em seguros, foi o primeiro palestrante do evento e apresentou o estudo “Digital Insurance 2025“. Segundo ele, “cada país está vivendo uma realidade totalmente única”. Bertin destacou a importância das associações para alavancar o crescimento das startups de seguros na América Latina, especialmente nos principais países da região, como Brasil, México e Chile.
A captação de investimentos na América Latina nos últimos 10 anos foi de US$ 506 milhões (sem Brasil). Apenas o Brasil arrecadou US$ 743 milhões. De acordo com o estudo apresentado, o financiamento de insurtechs na região atingiu seu pico em 2021, com US$ 420 milhões, e caiu para US$ 92 milhões em 2024, representando uma queda de 78%. O Brasil é um terço deste valor.
O levantamento revelou que, em janeiro de 2025, a América Latina contava com 502 insurtechs, sendo 70 novas apenas no primeiro mês do ano. Em 2024, o número de startups de seguros totalizou 432 na região. O México conta com 120 insurtechs, continua atraente e apresenta uma taxa de internacionalização de 36%. A Argentina cresceu 88% e se caracteriza por um perfil altamente internacional. Já o Chile apresenta um crescimento sustentável de 21%, mesmo sem novos investimentos. A Colômbia cresce a uma taxa de 18% e atrai 51% dos investimentos internacionais. “O Brasil se destaca como um mercado único no cenário latino-americano, com 206 insurtechs e um crescimento de 6% em 2024, comparado a 2023. É um mercado predominantemente interno e inovador”, afirma o palestrante.
No quesito distribuição, houve mudanças no mercado. Em 2020, a distribuição representava 59% das insurtechs; em 2024, caiu para 51%. Já as enablers (facilitadores) subiram de 41% em 2020 para 49% em 2024. No ranking das principais insurtechs da América Latina, aparecem cinco empresas de destaque: Sami, Loovi, 180 Seguros, Blucyber e Lina.
O estudo de Bertin reforça que, apesar dos desafios, o mercado de insurtechs na América Latina continua evoluindo, com destaque para a internacionalização e novas oportunidades de crescimento. “É preciso agora atentar-se para exportar a outros países o que o Brasil tem feito de bom”, afirma. Nos últimos quatro anos, a internacionalização das insurtechs cresceu significativamente: em 2020, apenas 6% das startups operavam fora do país de origem, enquanto hoje esse número subiu para 28%. O índice de internacionalização em 2024 foi de 14%, e o índice de atração de investidores chegou a 24%. A taxa de mortalidade das insurtechs na América Latina foi de 11%, enquanto no Brasil 7% no ano passado.
Leire Jiménez, Chief Innovation Officer (CIO) da MAPFRE Global, contou que o grupo espanhol passou por três fases importantes de inovação. Entre 2005 e 2014, o foco foi a transformação digital inicial, com a implementação de seguradoras digitais e a adaptação às novas tecnologias emergentes. De 2015 a 2023, o ponto alto foi a expansão das iniciativas digitais, consolidando a inovação como um pilar estratégico e integrando soluções tecnológicas avançadas nos processos e serviços oferecidos.
Já o plano do período de 2024 a 2030 inicia uma nova fase, com o objetivo de aprimorar o desenvolvimento de negócios, otimizar processos decisórios e manter a empresa à frente das tendências de mercado para melhor atender aos clientes. Esta etapa é liderada por Leire Jiménez, que busca fortalecer a posição da MAPFRE como referência em inovação no setor de seguros. “Essas fases refletem o compromisso contínuo da MAPFRE com a inovação e a adaptação às mudanças do mercado, garantindo soluções eficientes e atualizadas para seus clientes, com destaque em três tendências: riscos emergentes, nova mobilidade e longevidade.”
Hugo Assis, diretor geral de estratégia e transformação da MAPFRE no Brasil, ficou surpreso com a baixa internacionalização das insurtechs revelada no estudo, pois acredita que o país é muito diverso e tem capacidade de exportar tudo o que é feito aqui. O programa Tubarões é o motor de engajamento da empresa com a inovação. Ele contou que a empresa registrou aproximadamente 90 iniciativas em 2024, com mais de 150 colaboradores envolvidos, 25 projetos e mais de 15 startups testadas e contratadas.
“Queremos desenvolver produtos com impacto e potencializar a hiperpersonalização. Um exemplo são os seniors, que possuem necessidades específicas. Utilizaremos realidade virtual para atender idosos. Com um celular, eles podem receber suporte, como em casos de vazamento de água, por exemplo. Esse atendimento é prestado pela Mawdy, empresa que presta assistências para a MAPFRE.”
Assis destacou como tendências os canais alternativos, o embedded insurance (seguros embarcados), programas de qualidade de vida integrados aos seguros da MAPFRE, maior integração das insurtechs com seguradoras, seguros de impacto e, por fim, a inteligência artificial aplicada ao negócio, incluindo atendimento, retenção e eficiência. “Temos muitas dores e as insurtechs têm grande capacidade de criar mecanismos para solucioná-las. Estamos de portas abertas para as insurtechs”, finalizou Assis.
Investimentos, inovação, regulação e crescimento no setor de seguros
A segunda parte do evento reuniu especialistas do setor de seguros, insurtechs e investidores para debater a inovação e o futuro do mercado segurador na América Latina. Mediado por Hugo Assis, da Mapfre, o encontro contou com a participação de Alexandre Leal, diretor da CNseg, Cristiano Saab, da insurtech Klimber, Rafaela Andrade, gestora do fundo Mundi Ventures, e Gabriel Purkyt, da consultoria Boston Consulting Group (BCG).
O fundo de investimento Mundi Ventures, com sede em Madri, Espanha, anunciou que colocou a lupa para encontrar bons investimentos na América Latina e contratou como adivisors Sheynna Hakim e Marcelo Blay. Atualmente, o fundo já investiu US$ 30 milhões na região e planeja expandir esse montante para US$ 100 milhões nos próximos três anos. Segundo Rafaela Andrade, o objetivo é investir em startups que operam na interseção do seguro com outros setores, como fintechs e healthtechs. “Percebemos o potencial do mercado segurador na América Latina devido à sua baixa penetração no PIB. Não olhamos apenas para as 500 insurtechs mapeadas no estudo, mas para startups em séries A e B, e empresas que podem agregar seguros como parte do seu modelo de negócio”, afirmou.
Gabriel Purkyt, da BCG, destacou que, apesar dos últimos dois anos terem sido lucrativos para as seguradoras, os próximos anos trazem desafios significativos. Entre eles, mencionou a instabilidade política, a evolução da inteligência artificial generativa (GenAI), o impacto das mudanças climáticas e a necessidade de adaptação às novas gerações de consumidores. Além disso, apontou que a regulamentação do setor está em constante evolução, o que exige flexibilidade das empresas. No contexto global, Purkyt citou a experiência da Ping An, seguradora chinesa que conseguiu revolucionar sua operação ao fornecer tecnologia diretamente para corretores e fornecedores. “Essa estratégia pode inspirar insurtechs brasileiras a agregar mais valor ao setor”, afirmou.
Alexandre Leal, da CNseg, afirmou que regulações bem estruturadas ajudam a modernizar o setor. “O setor de seguros é muito rico em dados, e um dos desafios é garantir a proteção dessas informações, especialmente com a LGPD. O Sandbox Regulatório tem sido essencial para impulsionar novas seguradoras e trazer mais inovação ao mercado”, disse Leal.
Sobre o Open Insurance, Leal mencionou que ainda há barreiras para sua adoção plena pelas seguradoras, principalmente devido aos investimentos necessários para viabilizar sua implementação. “Apesar disso, o Open Insurance representa uma grande oportunidade para o setor”, afirmou. Ele considera “talvez a principal regulação indutora de inovação no setor de seguros. Um ponto que ficou de fora foi a análise da demanda total do mercado para um produto ou serviço. Não se começa um negócio sem saber quem vai consumi-lo”, argumentou.
Outra preocupação em relação ao Open Insurance é sua abrangência, que inclui todos os ramos de seguro. “As próprias empresas ainda têm dificuldades para definir como utilizar essa ferramenta e avaliam que a inclusão de determinados ramos não faz muito sentido”, ponderou.
Representando as insurtechs no painel, o country general manager da Klimber, Cristiano Saab, disse que a missão de sua empresa é fazer a conexão entre as seguradoras e seus parceiros de negócio no processo de distribuição, utilizando uma plataforma que cobre todo o ciclo de vida de uma apólice. Entretanto, segundo ele, a tecnologia, por si só, não resolve todos os problemas das seguradoras, sendo necessário desenvolver produtos que atendam às reais necessidades dos clientes.
O evento foi encerrado por Alessandro Octaviani, superintendente da Susep, que destacou a necessidade de inovação para ampliar a penetração do seguro no Brasil. Citando a tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul, Octaviani ressaltou a urgência de maior cobertura securitária, já que as perdas econômicas foram superiores a R$ 100 bilhões, enquanto os valores indenizados pelo mercado segurador somaram apenas R$ 6 bilhões.
Octaviani também pontuou três desafios cruciais para o futuro do setor: a supervisão das novas entidades que entram no mercado, como as 3 mil associações veiculares, a implementação do Sistema de Registro de Operações (SRO) e a evolução do Open Insurance. Ele defendeu que o Open Finance, que integra bancos e seguradoras, pode liberar mais de R$ 1,4 trilhão em previdência para servir como garantia de crédito, o que equivaleria a quatro vezes o BNDES. “Para que isso aconteça, a jornada do consumidor precisa estar bem estruturada”, disse.
Por fim, destacou a relação entre seguros e infraestrutura como um tema estratégico para a economia. “Temos mais de 10 mil obras paradas no Brasil. Uma boa gestão do seguro garantia pode permitir a retomada desses projetos e garantir maior segurança para investidores”, finalizou Octaviani.
Cleide Camilotto assume nesta segunda-feira (24), como diretora Comercial Regional Sul da Allianz Seguros. A executiva será responsável pelo desenvolvimento de negócios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Assumo este novo desafio com o compromisso de identificar oportunidades no mercado, sempre com foco no crescimento sustentável e na entrega de valor”, destaca Cleide.
“Com mais de 25 anos de experiência na área Comercial, desenvolvi uma visão sistêmica e estratégica abrangente do mercado de seguros, que será fundamental neste ciclo profissional”, completa a executiva, que construiu uma trajetória sólida na Caixa Seguradora, onde atuou por mais de duas décadas e chegou ao cargo de superintendente Comercial Nacional. Mais recentemente, esteve no Sicoob Central Unicoob por quase três anos, exercendo a função de diretora executiva.
Graduada em Ciências Contábeis, Cleide possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Marketing e Vendas pelo CEDEPE, além de especialização em Economia e Gestão Empresarial pela Fundação Dom Cabral.
Com a chegada de Cleide, Luciano Ambrosini, que ocupou interinamente o cargo de diretor Comercial Regional Sul entre janeiro e fevereiro, passa a dedicar-se integralmente à posição de diretor Comercial Regional São Paulo Interior.
O Carnaval, um dos feriados mais aguardados do ano, está chegando. Seja em viagens, blocos de rua, bailes ou na praia, as opções de diversão são inúmeras. Para que seus clientes aproveitem a festa com segurança, a AXA no Brasil promoverá uma semana de conteúdos no Instagram com dicas de prevenção, reforçando seu compromisso com a proteção e bem-estar.
Batizada de “Carnaval Seguro”, a microssérie também contará com materiais exclusivos na Central de Conteúdo da AXA, abordando temas que vão desde segurança em blocos até dicas para quem pretende viajar no período festivo.
As orientações trazem desde cuidados pessoais, proteção de pertences, prevenção de acidentes e planejamento de viagens. Além disso, a seguradora destacará as vantagens do Clube de Descontos, que oferece aos clientes benefícios exclusivos em diversos serviços e produtos.
Danielle Fagaraz, diretora de Marketing e Experiência do Cliente da AXA no Brasil, ressalta a importância da iniciativa: “Mais do que oferecer soluções em seguros, a AXA tem um papel fundamental na prevenção. Queremos levar informação relevante para que todos curtam o Carnaval com mais segurança”.
O Sincor-SP e representantes das seguradoras se reuniram com a Prefeitura de São Paulo, no dia 18 de fevereiro, para discutir a participação do mercado de seguros no Programa Smart Sampa. A iniciativa tem como objetivo aumentar a segurança da população com a instalação de 20 mil câmeras inteligentes na capital, equipadas com algoritmos que geram alertas para identificar atos de intrusão, vandalismo, furtos, pessoas desaparecidas e foragidos da justiça, por meio de sistema de reconhecimento facial.
“Foi um encontro estratégico em que tivemos a oportunidade de colocar o mercado de seguros à disposição e reforçar que a iniciativa privada pode ajudar neste esforço”, comenta o presidente do Sincor-SP, Boris Ber.
Além dos diretores do Sincor-SP e do SindsegSP, participaram da reunião o secretário de Segurança Urbana, Orlando Morando, o secretário adjunto, Júnior Fagotti, o diretor-presidente da ADE SAMPA, Renan Vieira, e o gerente de Inteligência de Dados da ADE SAMPA, Robson Zanovelo.
O Programa Smart Sampa visa transformar a cidade em um modelo de segurança inteligente, utilizando tecnologia de ponta para monitorar áreas públicas e garantir uma resposta mais rápida a situações de risco. Além das câmeras, a iniciativa inclui o uso de inteligência artificial para analisar dados em tempo real e auxiliar na prevenção de crimes, buscando proporcionar maior tranquilidade à população paulistana.
Segundo a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, a iniciativa ainda prevê integração com diversos outros órgãos, como SAMU, Corpo de Bombeiros, dentre outros. Até o momento estão integrados ao Smart Sampa, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) com seu banco de dados de pessoas desaparecidas, que já trouxe muitos êxitos em ocorrências dessa natureza, permitindo a localização dessas pessoas por meio do reconhecimento facial, como também a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP), que firmou parceria com o Smart Sampa em 5 de setembro deste ano, com a integração de seu banco de dados de foragidos da justiça.
Por Fátima Lima, diretora de sustentabilidade da MAPFRE no Brasil
A compensação de carbono evoluiu de uma simples ferramenta de mitigação para um componente estratégico das práticas empresariais sustentáveis. Hoje, mais do que neutralizar emissões, as políticas de compensação incorporam ações regenerativas, gerando impactos positivos nas comunidades e biomas ameaçados. Essa transformação reflete a crescente pressão sobre o setor privado, com consumidores, investidores e reguladores exigindo compromissos mais robustos com soluções ambientais.
Tradicionalmente, a compensação de carbono ocorre por meio de projetos como plantio de árvores, energias renováveis ou captura de carbono, que, embora eficazes, não alteram diretamente o modelo de produção das empresas nem o impacto ambiental de suas atividades. Uma abordagem inovadora é o ‘carbono insetting’, que integra ações ambientais diretamente à cadeia de valor das empresas. Em vez de financiar projetos externos para neutralizar suas emissões (offsetting), o carbono insetting visa reduzir impactos ambientais dentro da própria cadeia de fornecedores, processos produtivos e produtos finais. Dessa forma, a compensação torna-se local e integrada, gerando benefícios ambientais, sociais e econômicos para todas as partes envolvidas.
O carbono insetting vai além do plantio de árvores, promovendo a regeneração de biomas ameaçados. Um estudo da Universidade ETH em Zurique aponta que o reflorestamento global poderia capturar até 205 bilhões de toneladas de CO₂, um impacto relevante diante da urgência de reduzir as emissões. Além disso, a regeneração de áreas desmatadas e a preservação de florestas não só capturam carbono, mas também aumentam a resiliência climática, preservam recursos hídricos, geram empregos e fortalecem comunidades locais.
Para que a compensação de carbono seja eficaz, é necessário mais do que boas intenções. Esse mercado, vital para financiar projetos de grande impacto, exige regulamentação e transparência. Além disso, ações bem estruturadas podem conferir às empresas uma vantagem competitiva. Pesquisa da PwC indica que 76% dos consumidores preferem marcas sustentáveis, reforçando que a sustentabilidade não só atrai clientes, como também constrói reputações sólidas e gera valor a longo prazo.
Essas práticas também impulsionam a inovação, estimulando tecnologias de baixo carbono e revisões nos processos produtivos, o que aumenta a eficiência e prepara as empresas para atender às crescentes exigências ambientais.
Hoje, a sustentabilidade é um imperativo estratégico, que permeia todos os aspectos do negócio. A compensação de emissões não é apenas uma responsabilidade, mas uma oportunidade de integrar progresso econômico e regeneração ambiental. Para ser eficaz, essa prática deve ser central na estratégia organizacional, não uma ação isolada.
Quando a sustentabilidade se torna parte essencial do modelo de negócios, as empresas garantem um compromisso de longo prazo com a regeneração ambiental, criando impactos reais e duradouros. Esse alinhamento também abre portas para novas oportunidades de negócios, seja por meio de novos produtos, serviços ou pela otimização da cadeia de suprimentos. Com isso, as empresas se tornam líderes no mercado, pavimentando um futuro sustentável que une crescimento econômico e preservação ambiental, com um propósito que inspira mudanças duradouras.
O Carnaval é uma das festas mais esperadas pelos brasileiros, com desfiles, blocos de rua e viagens para destinos turísticos espalhados pelo Brasil. Mas mesmo com essa expectativa de aumento no fluxo de pessoas, seja por meio terrestre ou avião, o brasileiro ainda não tem a tradição de contratar um seguro seguro viagem para viajar. Dados de uma pesquisa da agência Edelman, de dezembro de 2023, indicam que apenas um terço das pessoas com intenção de viajar contratam um seguro.
O Sem Parar Seguros, em parceria com a Kovr Seguradora, criou o Seguro Viagem, que tem contratação 100% digital e custa R$ 9,90 ao mês. Com ele, o cliente está automaticamente protegido para qualquer viagem em território nacional, sem necessidade de avisos prévios. Independente do modal (carro, ônibus, trem ou avião), o seguro é automaticamente válido para deslocamentos que excedam 70km da residência do segurado. A cobertura garante apoio em questões de saúde, acidentes, extravio de bagagem, atrasos de voos e até mesmo despesas com hospedagem extra, caso sua viagem precise ser estendida por motivos de força maior. Nessa modalidade o cliente tem suporte financeiro e assistencial, garantindo atendimento médico, reembolso de despesas ou qualquer outra assistência necessária.
O portfólio de seguros do Sem Parar também disponibiliza o Proteção Pessoal, em parceria com a MetLife, que protege o motorista e todos os integrantes do veículo, em qualquer viagem pelo território nacional. Esse seguro ajuda em caso de despesas com diárias e serviços médicos, hospitalares e odontológicos. Em situações mais graves, como morte ou invalidez permanente, o seguro também oferece indenizações, por apenas R$ 9,90 ao mês.
“O brasileiro não é culturalmente propenso a contratar um seguro Seguro Viagem e só acaba repensando o hábito quando experimenta algum problema em viagem. Existe aquela falsa ideia de que é caro contratar e complexo de usar, mas isso não é real”, contextualiza José Machado, diretor de Seguros no Sem Parar. “Além do preço competitivo, nossa contratação é 100% digital e, em caso de acionamento, os clientes conseguem resolver tudo pelo próprio celular. Dá para contratar hoje e já pegar a estrada na manhã seguinte, sem complicação”, completa.
A Brasilprev, empresa de previdência privada da holding BB Seguros, apresentou uma arrecadação de R$ 59,1 bilhões em 2024, um crescimento de 2,9% em relação a 2023, mantendo a companhia em primeiro lugar entre as seguradoras no ranking de arrecadação total. O balanço mostra ainda que os ativos sob gestão registraram um aumento de 8,9% no ano, totalizando R$ 433,8 bilhões.
Atualmente, a Brasilprev conta com mais de 2,6 milhões de clientes, sendo 10,8% na carteira de planos empresariais e 89,2% em planos individuais. Desses, 28,7% pertencem ao segmento de crianças e adolescentes (produto Brasilprev Júnior), desenvolvido em 1997, no qual a companhia segue líder em reservas até hoje.
Em busca de resultados duradouros, a Brasilprev prioriza o cliente em suas estratégias, impulsionando uma cultura de inovação para aprimorar sua experiência e a de seus parceiros na distribuição dos produtos de previdência. Com foco em manter a posição de liderança no setor, a empresa busca ainda constantes melhorias na eficiência operacional, visando sempre a excelência em serviços.
A Brasilprev manteve a relevância nos investimentos voltados à cultura de dados, inteligência artificial e negócios digitais ao longo de 2024. A consolidação das áreas de Dados e Negócios Digitais, além dos ganhos em eficiência, produziu maior sinergia no desenvolvimento de novas aplicações.
Com isso, o volume de negócios apoiado pela implementação de inteligência artificial ou analítica alcançou R$15 bilhões, 23% superior a 2023. Já o volume de negócios concluídos em canais digitais alcançou R$2,7 bilhões, crescimento de 50% na comparação com 2023.
“Este foi um ano desafiador, não apenas para a Brasilprev, mas para todo o mercado, e acredito que mais uma vez os resultados comprovam o sucesso da companhia, alcançando marcos significativos e reafirmando o compromisso com a inovação, sustentabilidade e diversidade”, afirma Daniel Beneton, diretor de Planejamento e Controle da Brasilprev, em nota. “Seguimos firmes em nossa missão de oferecermos soluções de previdência que garantam resultados a longo prazo e a realização dos projetos de vida de nossos clientes.”
A Seguros Sura registrou lucro líquido de R$ 31,34 milhões em 2024, alta de 39,6% em relação ao ano anterior, quando a expansão observada foi de R$ 22,44 milhões. O faturamento, em prêmios emitidos, avançou 21%, para e R$ 1,44 bilhão em 2024, contra R$ 1,19 bilhão em 2023.
O segmento de automóveis avançou 25%, para $ 524,87 milhões em prêmios emitidos. O índice de sinistralidade foi de 65%, com comissionamento de 15%. “O crescimento nesta solução é reflexo do alto nível de competitividade que a seguradora tem neste segmento. A margem de rentabilidade técnica deste portfólio ficou acima dos 15% no ano, o que representa uma melhora de 3 pontos percentuais neste indicador”, afirmou a empresa, em sua demonstração de resultados.
A carteira de transportes registrou R$ 346,62 milhões em prêmios emitidos e registrou crescimento de 30% em relação a 2023. A empresa afirma que se posiciona como uma das principais seguradoras do mercado brasileiro neste segmento, que inclui seguro para embarcadores (nacional e internacional) e outros produtos para o setor de transporte e logística.
A categoria patrimonial, que inclui os ramos de seguros residenciais e empresariais, por sua vez, também apresentou crescimento acima de 30% no último ano, somando R$ 256,46 milhões em prêmios emitidos.
Já a carteira de seguros de pessoas, vida em grupo e acidentes pessoais, que representou 10% do volume de prêmios emitidos em 2024 (R$ 141,4 milhões), cresceu 6%, com foco no segmento de pequenas e médias empresas e de soluções diferenciadas para nichos de mercado.
De acordo com a Sura, essa carteira ainda se encontra em desenvolvimento e apresentou uma piora no ano passado. “(São) necessários ajustes em processos de subscrição de riscos, visando garantir uma melhor performance para o próximo exercício”, afirmou a companhia.
Para 2025, a seguradora declarou que “segue reforçando a sua governança e gestão de performance, com o objetivo de garantir que os portfólios gerem a rentabilidade esperada”.
O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, anuncia a campanha “Cresça com o Auto”, parte do programa Cresça Corretor, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos corretores sobre o vasto portfólio de produtos Auto e Frotas e reforçar as vantagens competitivas e oportunidades oferecidas pelas marcas do Grupo – HDI, Yelum e Aliro – por meio de comunicações e encontros em diversas cidades do Brasil.
Com um olhar voltado para o futuro, a iniciativa foi pensada para dar destaque às soluções digitais inovadoras que agilizam o processo de venda e tornam a experiência dos corretores ainda mais ágil e assertiva, com reuniões regionais que visam proporcionar um contato mais próximo com os especialistas do Grupo HDI. Por meio do acesso a informações detalhadas sobre os produtos das marcas e ferramentas que facilitam a contratação e cotação de seguros, os parceiros contam com maior flexibilidade para abranger diferentes perfis de segurados e um atendimento unificado pela Fácil Assist.
Nesta primeira edição, a iniciativa conta com a presença dos executivos do Grupo HDI, Carla Oliveira, Rafael Ramalho e Marta Miranda, diretora de Produtos Auto, vice-presidente de Auto e superintendente da Fácil Assist, respectivamente, que já promoveu encontros nas cidades de Florianópolis, Cascavel, Blumenau, Porto Alegre e, em março, acontecerá em Goiânia e Uberlândia.
Além dos eventos presenciais, a campanha disponibiliza uma série de recursos para potencializar as vendas dos corretores, incluindo treinamentos online, materiais exclusivos com comparativos dos produtos Auto e Frotas das três marcas, infográficos explicativos e suporte digital. Outra vantagem é a disponibilidade de uma comunicação multicanal, incluindo e-mails, WhatsApp, redes sociais e plataformas como o HDI+Corretor e Meu Marketing. Nesses espaços, os parceiros também encontram materiais de divulgação personalizáveis para um contato mais eficaz com os clientes.
“Para nós, além de estar atento às novidades do mercado, é importante encontrar oportunidades dentro de casa, por isso, estamos em processo de aprimoramento dos nossos produtos e, em breve, nossos corretores terão novidades para crescer ainda mais a sua carteira de Auto e Frotas com a gente”, finaliza Marcos Machini, vice-presidente Comercial do Grupo HDI.
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