Mitsui Sumitomo recebe aporte de R$ 60 milhões

mitsuiO grupo japonês Mitsui Sumitomo Insurance, um dos maiores do mundo, fez aporte de R$ 60 milhões na matriz brasileira, hoje presente em sete estados, para reforçar sua presença geográfica no Brasil, nas estruturas de atendimento a corretores, inclusive médios corretores, e em canais não tradicionais em parcerias com corretores especializados, informou a empresa em nota.

Segundo o vice-presidente da companhia, Hyung Mo Sung, em 2006 o grupo organizou um planejamento para dez anos que previa alcançar a primeira etapa em 2010. Essas metas foram atingidas já em 2009. “Em 2008, por exemplo, já havíamos registrado um crescimento de 36% de prêmios retidos e em 2009 a expectativa é de termos alcançado um crescimento de 46% de prêmios emitidos, no total de R$ 289 milhões, e 64% de prêmios retidos, no total de R$ 225 milhões. Triplicamos o número de apólices mantendo o mesmo número de funcionários de 2005, em virtude da otimização dos processos internos, treinamento e investimentos em TI”.

O grupo também atua no mercado de resseguros no Brasil, na categoria admitido. Entre os investimentos do grupo no País, vale destacar a participação no capital social da Vale e está investindo no Metrô de São Paulo, por meio da Companhia de Concessões Rodoviárias. No Japão, a Mitsui aguarda autorização final dos órgãos reguladores para finalizar a fusão com outras duas seguradoras japonesas, tornando-se o primeiro grupo segurador do Japão e o quinto do mundo.

Entre as empresas seguradas pela Mitsui Sumitomo Seguros estão Amaggi Exp. e Imp., Cenibra, Vale, Denso Industrial da Amazônia, Ferrovia Centro Atlântica, Panasonic do Brasil, Yakult S.A., Yamaha Motor do Brasil, Usiminas, Toshiba, Sony, Honda, Samsung, Votorantim, Gerdau, Natura, Avon, Embeleze, Colgate Palmolive, entre outras.

Bradesco patrocina o World Bike Tour em SP

25012010015Valeu patrocinar o Bike Tour, Bradesco. É muito valioso ensinar a população a praticar saúde e companheirismo. Isso é bom para a instituição, para mim e para todos nós.

O evento, em sua segunda edição no Brasil, marca a comemoração dos 456 anos da cidade de São Paulo. Mais de 6 mil ciclistas, sendo 40 cadeirantes e 40 deficientes visuais, percorreram 9 quilômetros no trajeto da ponte estaiada até a Universidade de São Paulo, vestindo camiseta vermelha e divulgando o nome Bradesco Seguros e Previdência.

Estava uma linda manhã de sol nesta cidade onde a chuva não dá trégua há mais de 30 dias, tirando vidas e deixando centenas de pessoas desabrigadas. Parte dos prejuízos gerados com as chuvas será ressarcido pelas seguradoras aos proprietários que investem no seguro como uma forma de mitigar perdas decorrentes dos riscos a que todos estão expostos.

Felizmente, foi um evento seguro, sem acidentes, mesmo com o congestionamento gerado na marginal Pinheiros, que deixou os motoristas enlouquecidos em pleno feriado. Ao contrário deles, os ciclistas curtiram o passeio, apesar das filas para encher o pneu da bike. Havia uma bomba incluída no kit, mas muitos não conseguiram usá-la e precisaram da ajuda dos “mecânicos das magrelas”.

“O sucesso do evento reforça o estímulo ao uso da bicicleta como meio de locomoção não poluente e promoção da prática de exercícios, alinhada à filosofia de gestão integral do bem-estar e da saúde adotada pela Bradesco Seguros e Previdência, uma das patrocinadoras”, comentou Jorge Nasser, diretor de marketing da Bradesco Seguros e Previdência, em nota divulgada.

Alguma notícia sobre a negociação com a SulAmérica e Allianz? Muitos comentários entre os funcionários do grupo que participaram em peso do evento. Mas nada oficial que possa ser divulgado.

Especulações sobre as negociações no setor

1231420097rpgf5g1As diversas opiniões sobre as notícias de fusões e aquisições na indústria de seguros recebidas por este blog dizem a mesma coisa: “Faz sentido. O amor entre as duas é antigo.” Mas uma merece destaque.

O entrevistado, que pede anonimato, diz:

Pensando cá com os meus botões……

É de se supor que a Sul América, quando da parceria Itaú Porto, viu que seu preço poderia aumentar, sabendo que o Bradesco não deixaria de se mexer. Já deveria ter alguma conversa com o Bradesco e, a partir do negócio do Itaú com a Porto, deu uma “endurecida” na negociação para se valorizar.

Por sua vez, o Bradesco deve ter buscado alguma atitude para baixar a bola da SulAmérica. E aí a negociação com a Allianz pode ser bem isso, ou seja, a Bradesco pode estar dizendo para a SulAmérica que ela pode “micar”. Pode acontecer do Bradesco levar primeiro a Allianz, intimidando a SulAmérica, e depois comprar a SulAmérica também. Isto seria um troco com juros para o Itaú Unibanco, que conseguiu levar a melhor na negociação com a Porto Seguro.

Também pode ser que a negociação com a Allianz seja apenas “encenação” para ajudar na negociação com a SulAmérica. Isso até pode ser, mas acho que se puder, o Bradesco compra as duas, pois dinheiro (e vontade também) para isso não falta.

Bem, vamos ver no que dá…

Consolidação do setor é destaque em noticiário

1199188013otwzji1Duas notícias sobre a consolidação da indústria mundial de seguros são destaques nesta quarta-feira. No Brasil, Bradesco e a Allianz negociam uma fusão, segundo o jornal Brasil Econômico. Nos Estados Unidos, o Wall Street Journal afirma que a MetLife está nos estágios finais da negociação para comprar uma das maiores unidades de seguro de vida internacional da AIG por algo entre US$ 14 bilhões e US$ 15 bilhões.

No Brasil, a Bradesco ter um sócio é um dos quatro grandes negócios esperados na indústria de seguros neste primeiro semestre. Qual o próximo capítulo da centenária SulAmérica, quem será o parceiro do Itaú Unibanco em grandes riscos e como ficará a nova estrutura do IRB são as outras indagações que fazem parte das conversas de executivos.

É um caminho natural o Bradesco ter um sócio na área de seguros. Assim como também é um caminho natural uma seguradora independente e especializada buscar um canal de distribuição para produtos massificados. Segundo a repórter Aline Lima, responsável pela cobertura do mercado financeiro, as negociações teriam começado em dezembro e ganharam força com a venda, sexta-feira passada, à própria Allianz da participação de 14% que o Itaú Unibanco detinha na seguradora.

Na verdade, a venda foi anunciada pelo Itaú Unibanco no final de dezembro, em fato relevante enviado à CVM, e já vinha sendo desenhada há tempos. A participação da Allianz no Itaú vem desde a época em que a seguradora alemã precisou vender a carteira de vida e previdência e encontrou o Itaú como comprador. A negociação determinava também que a Allianz não poderia operar em vida por alguns anos. Este prazo acabou em 2007 e desde então a seguradora alemã ensaia a sua volta ao segmento.

Desde que adquiriu o Unibanco, o Itaú vem reestruturando a área de seguros. O processo já resultou na parceria com a Porto Seguro, na venda da seguradora de saúde e no fim da parceria com a XL. Falta apenas saber o que será feito da participação acionária no IRB Brasil Re. E também que rumo dará a grandes riscos. O comentário mais evidente em todo o setor é que nem Bradesco nem Itaú estão aceitando fazer seguro de grandes riscos. Dois pratos cheios para as mais de 70 resseguradoras presentes no Brasil.

Segundo a matéria do Brasil Econômico, a Bradesco Seguros ficaria com 51% do capital social da seguradora alemã, garantindo o controle da operação, por uma quantia que não seria inferior a R$ 5 bilhões. Como as operações de maior volume da Allianz estão no segmento de automóveis que representam 52,7% dos prêmios, com o negócio a Bradesco Seguros assumiria o segundo posto no ranking de veículos, ultrapassando a SulAmérica e encostando na líder Porto Seguro Itaú.

É esperar para ver. Ainda mais se tratando de uma negociação entre duas seguradoras que fazem questão de ter o controle acionário.

Seguro privado no Haiti é quase inexistente

images9Apesar das perdas humanas e financeiras causadas pelo terremoto no Haiti, as seguradoras deverão registrar um valor mínimo de pagamento de indenizações, em razão da população de um dos países mais pobre do mundo não ter seguro. A constatação foi feita por Robert P. Hartwig, presidente do Insurance Information Institute (III), durante entrevista coletiva divulgada pelas agências internacionais.

Segundo o executivo, o mercado de seguro privado é quase inexistente no Haiti. O maior risco para as seguradoras privadas são as instalações de corporações multinacionais. O Haiti tem uma cobertura para catástrofe de US$ 8 milhões por meio de um fundo administrado pelo governo.

De acordo com o Wall Street Journal, a resseguradora Hannover Re afirmou que estima uma perda de 20 milhões de euros. Um porta-voz da Chubb Corp disse que a companhia não tem conhecimento de qualquer exposição no Haiti. A American International Group Inc. (AIG) não se manisfestou. A Aon Benfield informou em um relatório que ainda não havia recebido pedidos de ajuda de clientes na região.

Mapfre compra 50% da portuguesa Finibanco

11400468097ae9501O grupo espanhol Mapfre anunciou a compra de 50% do capital da Finibanco Vida, seguradora de vida do grupo financeiro Finibanco, 16° maior banco português, com ativos de 3 bilhões de euros e uma fatia de mercado de 1,6%. Pelo acordo, a Mapfre terá acesso a 172 novos canais de vendas e a exclusividade na venda de seguro de vida e de bens patrimoniais.

Segundo nota divulgada, a expectativa é de que a negociação irá incrementar em 26 milhões de euros o volume de prêmios da Mapfre em Portugal. Os investimentos iniciais previstos na operação chegam a 15 milhões de euros. A Mapfre detém 2,5% de market share do mercado português de ramos elementares, com prêmios de 144 milhões de euros em 2008.

A transação reflete a estratégia global da Mapfre, que vem dando passos importantes neste sentido. O maior deles foi a parceria com o Banco do Brasil, anunciado no ano passado e que ainda aguarda aprovação dos órgãos reguladores. A parceria com o maior banco do Brasil, que envolve os seguros de vida, carro, empresas e rural, visa a internacionalização do banco e o fortalecimento da seguradora espanhola no Brasil.

SulAmérica passa a integrar o IBrX

ibrx2010 começa com notícias da SulAmérica. A seguradora passou a integrar o Índice Brasil IBrX da BMF&Bovespa. Trata-se de um índice de preços que mede o retorno de uma carteira teórica composta por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas da bolsa brasileira, em termos de número de negócios e volume financeiro. O IBrX serve como importante referência para fundos de ações e carteiras administradas. Com esta inclusão, as units da SulAmérica passam a fazer parte das carteiras dos seguintes índices: IGC (Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada), ITAG (Índice de Ações com Tag Along Diferenciado), SMLL (Índice Small Cap), ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), IFNC (Índice BM&FBovespa Financeiro) e IBrX (Índice Brasil).

Que 2010 seja repleto de notícias interessantes!!!

fogosMais um ano termina. 2009 realmente foi diferente. Dinâmico. Arrojado. Movido mais pelas atitudes do que pela política. Como dizem os estrangeiros, que geraram tanta notícia quanto os brasileiros, a indústria de seguros brasileira:

– fez a diferença, como Lula
– está na moda, como o Brasil
– protegida de tsunamis financeiros pela Susep
– e de catástrofes, por mais de 70 resseguradores aqui presentes
– se reinventa, como o Banco do Brasil
– exercita a arte de torear para vencer, como a espanhola Mapfre
– respeita as diferenças, como diz Trabuco, do Bradesco
– revoluciona em nome dos stakeholders, como Bom Ângelo, da Lazam
– investe em atitudes coerentes para vencer o caos e aliviar o estresse, como a SulAmérica
– se renova para romper fronteiras, como o Itaú Unibanco
– encanta clientes, como a Porto Seguro
– e também é cabeça dura, como Jayme Garfinkel, quando precisa mostrar que o diferente pode ser inovador
– diversifica para mitigar riscos, como o grupo Liberty Mutual
– oferece coberturas de A a Z, como a Allianz
– aposta em ser única, no estilo puro sangue, como a Chubb
– investe na capilaridade, na especialização e nas mulheres, como a Aon (elas representam 60% do quadro de funcionários)
– apoia a infraestrutura, como a ACE
– incentiva a responsabilidade civil, como a Zurich
– está dinâmica, como a Mongeral
– arrojada, como a “dama do aço” que comanda a Icatu
– consciente da importância de ser sustentável para evoluir, como João Gilberto Possiede, da JMalucelli e também o grande mestre do seguro garantia, um dos produtos com mais destaque neste e nos próximos anos
– não mede esforços para se popularizar, como a Caixa
– aponta falhas para transformá-las em virtude, como Leôncio de Arruda, do Sincor-SP
– trabalha em equipe, como Marcos Lima da Odebrecht
– difunde a cultura, como a Funenseg
– constrói sua política, como a CNSeg
– faz parcerias para se fortalecer, como a Marítima
– cultiva a perseverança, como a japonesa Tokio Marine
– ambiciona ser a melhor do mundo, como o Santander
– aposta na longevidade, como o HSBC
– dribla as catástrofes jurídicas e técnicas, como os advogados
– faz malabarismos, como o IRB, para se livrar das amarras e manter a forma
– insiste nas mudanças de processos, como as consultorias
– une o útil ao agradável como os “headhunters”
– luta pela informação e pela ética para escrever a história, como os jornalistas
– e permanece saudável, como todos nós.

A todos que tornam este setor cada dia mais sustentável, Feliz Natal e um 2010 repleto de good news!!!!

JMalucelli e Chartis lideram renovação da CCR

ccrJMalucelli e Chartis (ex-AIG) foram as principais empresas envolvidas na renovação do seguro da CCR, o maior grupo privado de concessões de infraestrutura do País. O programa de seguros de garantia (Facility) tem valor total de R$ 2,2 bilhões e renova as garantias dadas pela concessionária ao governo de que cumprirá os contratos em vigor. A apólice tem vigência de um ano.

A oferta de capacidade chegou a R$ 3,1 bilhões, o que mostra o apetite das resseguradoras, confirmando a tendência observada nos encontros anuais realizados, sendo o principal em Baden Baden (Alemanha). Durante os quatro dias que se reuniram com clientes, as resseguradoras deixaram claro que disponibilizarão farta capacidade para empresas com bom histórico de riscos.

O contrato contou com a intermediação da corretora CSCR, das seguradoras J. Malucelli, líder no mercado brasileiro, além da Chartis. Entre as resseguradoras, apoiaram o programa a JMalucelli Re, a Munich Re, o IRB – Brasil Re e um pool de resseguradoras mundiais.

“A CCR é uma das maiores compradoras de seguro de arantia do mundo, com uma exposição aproximada de R$ 1,4 bilhão. A conclusão deste negócio nos permite participar das novas oportunidades nos setores de concessão de rodovias, transporte de passageiros e inspeção veicular ambiental que devem surgir em 2010”, afirma o diretor-financeiro e de relações com investidores da empresa, Arthur Piotto, em nota.

A JMalucelli tem investido pesado na especialização. É a seguradora líder do garantia no Brasil há anos e a partir de 2008 também da América Latina. Em 2008, com US$ 115,2 milhões e mais de 42 mil apólices de garantia emitidas, liderou o ranking da região, à frente das três mexicanas que até então reinavam neste setor: Monterrey, Insurgentes e Sofimex. A tendência é de consolidar sua liderança com a resseguradora. A JMalucelli Re obteve recentemente autorização para atuar no Paraguai, Equador, Costa Rica e República Dominicana.

A Chartis volta com tudo depois da imensa crise que abateu o grupo em 2008 e fez o governo americano injetar mais de US$ 180 bilhões para evitar a quebra da maior seguradora do mundo, que levaria junto consigo outras importantes instituições financeiras. A Chartis também viabilizou as garantias do grupo Odebrecht nesta semana para garantir os desembolsos da agência de fomento CAF. Segundo divulgou a Bloomberg, analistas de seguros acreditam que a idéia é reconstruir a AIG por meio da Chartis, uma vez que esta estratégia se mostra mais bem sucedida do que o IPO previsto inicialmente pela direção do grupo.

Entre os futuros projetos no setor de concessão de rodovias estão a licitação dos trechos sul e leste do Rodoanel, a terceira rodada de concessões de rodovias no Estado de São Paulo, cerca de 6 mil quilômetros de estradas em Minas Gerais e a retomada do programa federal. Nas outras áreas de interesse, há a expectativa da expansão do metrô em Curitiba, Brasília e Porto Alegre, além dos projetos do Expresso Aeroporto e do Trem de Alta Velocidade, ligando as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

Marsh compra corretora de seguros do HSBC

1227225842obb0ki1A Marsh, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, confirmou a compra da corretora de seguros do HSBC, sediada em Londres, por 135 milhões de libras esterlinas. Segundo nota divulgada, além de absorver a corretora, a Marsh assinou um acordo de preferência, permitindo a ela ter acesso preferencial para fornecer serviços de corretagem de seguros e gestão de riscos para os clientes empresariais e particulares do HSBC.

A HSBC Insurance Brokers tem cerca de 1.400 funcionários localizados em 30 escritórios no Reino Unido, Oriente Médio e Ásia. Ela detém posições de destaque em outros países onde a Marsh pretende crescer de forma acentuada, incluindo a Europa, Arábia Saudita, Catar, China, Hong Kong, Índia, Cingapura, Coréia do Sul e Taiwan. No Brasil, a HSBC atua como corretora de resseguros. Nada foi dito em relação ao país na nota divulgada.

“Adquirir a corretora do HSBC é uma grande oportunidade para a Marsh, nossos clientes, colegas e para a equipe. Estamos particularmente animado com as oportunidades disponíveis para nós através do acordo de preferência com o HSBC. Ele nos permitirá aproveitar a rede global do HSBC, e as relações bancárias para gerar novos negócios “, disse o presidente da Marsh e executivo-chefe Dan Glaser. A Marsh manterá a corretora adquirida em uma unidade chamada Gibbs Hartley Cooper.

Para o HSBC, a venda também traz benefícios. Clive Bannister, diretor de seguro do HSBC Holdings, disse em nota que o acordo ajudará a melhorar a abrangência e a sofisticação dos serviços ofertados pelo banco aos clientes, ao mesmo tempo em que afina o foco estratégico sobre o modelo de bancassurance, permitindo ao banco manter ênfase nos produtos de vida, previdência e investimentos.