Partner Re reduz índice combinado para 81,9%

cao73m6qcafyptcpca1lcs7ucapz605icamumgc9ca9ajxzscav23o13ca0u942acayrjt4ecafe2zh3caeagrgjca1sfi4pcarnptl0caqng19vcaboji60cayr26vyca5tmin0caktxa3ccaq2aj58A Partner Re divulgou ontem lucro líquido de US$ 1,5 bilhão em 2009, resultado comemorado por Patrick Thiele, presidente do grupo, que no ano anterior obteve ganho de US$ 46 milhões. O que mais chamou a atenção no balance da resseguradora foi a redução de quase 11 pontos percentuais no índice combinado, que passou de 94.1% to 81.8%. Os prêmios registraram uma ligeira queda, passando de US$ 3,9 bilhões em 2008 para US$ 4 bilhões em 2009.

Segundo Thiele, as renovações de contratos negociadas em janeiro deste ano confirmaram a estabilidade do comportamento de preços e práticas do mercado de resseguros.

Catlin divulga lucro de US$ 603 milhões

catlinO Catlin, sindicado to Lloyd’s, com sede em Bermudas, divulgou ontem lucro líquido de US$ 603 milhões em 2009. Em 2008, o grupo registrou perdas de US$ 13 milhões. Os prêmios totalizaram US$ 3,7 bilhões, 8% acima dos US$ 3,4 bilhões do ano anterior. Boa parte da melhora do resultado veio dos investimentos, com retorno de US$ 419 milhões.

Em 2008, o Catlin, também presente no Brasil, contabilizou perdas de US$ 85 milhões. O índice combinado melhorou cinco pontos percentuais, para 89%. Graham Hearne, presidente do Catlin, disse que o resultado mostra a força do grupo, que comemora neste ano 25 anos.

Marsh fatura 5% menos e reverte prejuízo

mashO grupo Marsh & McLennan divulgou faturamento de US$ 10,5 bilhões em 2009, queda de 5% comparado aos US$ 11,5 bilhões de 2008. O lucro líquido do ano chegou a US$ 242 milhões, melhor do que as perdas de US$ 73 milhões no ano anterior. A corretora de seguros do grupo registrou queda de 5% no faturamento, para US$ 4,3 bilhões em 2009.

Nas operações internacionais, a Marsh registrou alta de 2%, liderada pela América Latina, onde o faturamento avançou 9% e na Ásia, com avanço de 5%. A resseguradora do grupo, Guy Carpenter, registrou alta de 13% no faturamento do ano, para US$ 911 milhões. A Marsh estima que o acordo para a compra da HSBC Insurance Brokers, anunciado em dezembro, esteja finalizado no segundo trimestre deste ano.

Brian Duperreault, presidente e CEO da Marsh, disse que os resultados mostram que o grupo está mais forte do que um ano atrás, principalmente pela melhora nos resultados da operação de serviços de gerenciamento de riscos e seguros. Ele também destacou a boa performance da Guy Carpenter.

Principal destaca Brasil em balanço mundial

A Principal, que no Brasil é sócia do Banco do Brasil em previdência e também tem uma empresa independente de administração de recursos (asset), divulgou ontem lucro líquido de US$ 589,7 milhões em 2009, acima dos US$ 425,1 milhões registrados em 2008. O faturamento recuou para US$ 9,3 bilhões, comparado com os US$ 10,7 bilhões de 2008. O Brasil foi destacado no balanço do grupo, tanto pelos ganhos obtidos com as aplicações financeiras no Brasil, como pela renovação do contrato de parceria com o Banco do Brasil em previdência pelo período de 23 anos.

XL reverte prejuízo e lucra US$ 206 milhões

cawl0ry9caj54qznca9l4o0kca56g3f9cab21kswca47hf1dcarmwro3ca497ejaca9lpolrcaccj5pgca552we7cagr8wc3cag7w2u4ca4ici5scadiyp42cao8vjplca2f9mo6ca1w395ica3dep9oO grupo XL, ex-sócio do Itaú Unibanco, divulgou ontem lucro líquido de US$ 206,6 milhões em 2009, resultado muito melhor do que o prejuízo de US$ 2,6 bilhões em 2008. Os prêmios líquidos no segmento de ramos elementares totalizaram US$ 4,7 bilhões, abaixo dos US$ 5,7 bilhões. O CEO Mike McGavick disse que o resultado do quarto trimestre e também do ano mostram que a companhia vem se recuperando no mercado de grandes riscos. O índice combinado ficou em 93,6%. O retorno sobre capital ficou em 13,5%.

Hartford divulga prejuízo de US$ 887 milhões

hartfordA Hartford, ex-sócia do grupo Icatu, divulgou ontem lucro líquido de US$ 557 milhões no quarto trimestre de 2009, um resultado bem melhor do que a perda de US$ 806 milhões do mesmo período do ano anterior. No ano, a Hartford registrou prejuízo de US$ 887 milhões, resultado melhor do que as perdas de US$ 2,7 bilhões de 2008. Boa parte do resultado do quarto trimestre veio da receita com investimento de US$ 1,4 bilhão.

No mesmo período do ano passado, o grupo registrou perdas de US$ 3,9 bilhões com aplicações financeiras. Em razão disso, o grupo teve de entrar na fila de empréstimos do governo americano e conseguiu US$ 3,4 bilhões. Mesmo com a melhora do resultado, as ações registraram queda de 4% no pregão de ontem.

Lucro da Porto Seguro cresce para R$ 328 milhões

portoSimultaneamente a divulgação do Itaú Unibanco, a Porto Seguro também divulgou seus resultados de 2009. Os número incluem a Itaú Seguros Auto e Residência (ISa+r), empresa pela qual o Itaú detém 30% do capital da Porto Seguro.

O lucro líquido da Porto Seguro foi de R$ 328,4 milhões em 2009, alta de 13,2% sobre os R$ 290,2 milhões de 2008. A melhora do resultado foi creditada a contabilização do resultado da ISa+r, do crescimento de 19,8% dos prêmios auferidos e de uma redução da participação das despesas administrativas e tributos de 0,8 ponto percentual, segundo informou a seguradora em nota divulgada. Desconsiderando a ISa+r, o lucro recua para R$ 289,3 milhões em 2009. A rentabilidade sobre o patrimônio apresentou ligeiro recuo, para 14%.

Os prêmios, incluindo a ISa+r, totalizaram R$ 5,78 bilhões em 2009, 19,8% acima dos R$ 4,8 bilhões de 2008. O acréscimo de prêmios no último trimestre de 2009 chegou a 46%, para R$ 1,8 bilhão, principalmente em razão da transferência das operações do Itaú. O seguro de carro representa a maior fatia do faturamento da Porto Seguro, com R$ 3,8 bilhões, alta de 24,5% em relação a 2008, considerando-se a ISa+r.

Sem considerar a operação do Itaú, os prêmios em automóvel da Porto apresentaram evolução de 12,6%, para R$ 3,5 bilhões. Um fato que chama a atenção no balanço é o índice de sinistralidade das operações. Enquanto a Porto Seguros tem uma sinistralidade de 51% em automóvel, a carteira do Itaú e da Azul, a seguradora light da Porto, exibe quinze pontos percentuais a mais no índice, ou seja, 70%.

Itaú Unibanco destaca reservas de R$ 52 bi

images4Depois de reorganizar as operações de seguros durante 2009, o Itaú Unibanco começa 2010 com a estrutura pronta para buscar um posicionamento estratégico no mercado de seguros. Entre os fatos marcantes do ano temos a associação com a Porto Seguro para atuar em seguro de carro e casa; a venda da operação de saúde, a negociação com a Allianz da participação de 14% que detinha na companhia alemã, e a compra a participação da XL Capital em grandes riscos. Resta saber agora o que fará com a participação que detém no IRB Brasil Re.

O principal destaque dado pelo banco em relação a área de seguridade foi o volume de reservas técnicas, no total de R$ 52 bilhões em 2009, sendo R$ 44 bilhões referentes a previdência. O grupo salientou a parceria com a Porto Seguro, uma vez que a negociação causou forte oscilação nas demonstrações financeiras do 4º trimestre de 2009 em relação ao trimestre anterior.

Os dados do balanço apresentados nesta manhão trazem apenas os valores do quarto trimestre de 2009 comparado com o trimestre anterior. O resultado consolidado do ano será divulgado em breve. O lucro líquido recorrente consolidado das operações de seguros, previdência e capitalização do quarto trimestre somou R$ 293 milhões, inferior aos R$ 374 milhões do terceiro trimestre do ano. Vida e previdência teve a maior participação, com R$ 175 milhões, capitalização ficou com R$ 85 milhões e seguros com a menor fatia, apenas R$ 32 milhões.

Desconsiderando as carteiras de auto e residência, a quantidade de apólices apresenta pequena redução de 3,1% em relação ao trimestre anterior, provocada principalmente pelo cancelamento de apólices de seguros prestamistas, consideradas no agrupamento vida e acidentes pessoais, diz o texto do balanço.

O índice combinado, que indica a eficiência das despesas decorrentes da operação em relação à receita de prêmios ganhos, apresentou redução de 1,4% em relação ao trimestre anterior. Segundo o banco, a melhora resulta da nova composição do mix agora sem a carteira de automóvel, que apresentava um índice de sinistralidade maior que a média dos demais produtos, informa o grupo no balanço divulgado.

O segmento vida e previdência encerrou o quarto trimestre com redução de 16,4% do lucro líquido recorrente em comparação ao trimestre anterior resulta da queda de 18,5% na margem financeira gerencial e do aumento de 11,9% na variação das provisões técnicas de previdência privada devido à sazonalidade de aportes.

A captação em planos de previdência e vida somou R$ 2,1 bilhões, aumento de 11,3% em relação ao trimestre anterior, principalmente pela venda nos canais de alta renda do banco, o Personnalitè e Private. A constituição de provisões adicionais da ordem de R$ 43,3 milhões na carteira de seguros de vida em razão de revisão de premissas financeiras de longo prazo, permanência e expectativas de mortalidade, também contribuiu para esse cenário.

Em capitalização, o lucro líquido recorrente apresentou aumento de 11,6% comparativamente ao trimestre anterior, face ao aumento de 37,1% na captação bruta de títulos de capitalização impactada por ações comerciais realizadas no 4º trimestre, envolvendo produtos de ticket mensal e de valor único. O Itaú Unibanco vem estimulando ação de doações via venda de títulos vinculados a entidades sócio-ambientais, cujo valor chegou a cerca de R$ 473 mil em 2009, representando um aumento em 65% sobre o exercício anterior.

Aon mantém faturamento estável em 2009

aonO grupo Aon Corp., dono de uma das maiores corretoras do mundo, manteve o faturamento estável em US$ 7,5 bilhões em 2009. O lucro líquido, no entanto, apresentou queda de 49%, passando dos US$ 1,4 bilhão obtidos em 2008 para US$ 747 milhões em 2009, segundo balanço divulgado hoje. A divisão de seguros registrou alta de 3% no faturamento, para US$ 6,2 bilhões. O resultado do quarto trimestre de 2009, de US$ 198 milhões, foi significativamente melhor do que a perda de US$ 6 milhões em 2008.

Segundo Greg Case, presidente da Aon, os resultados do quarto trimestre refletem o desempenho operacional sólido, apesar das difíceis condições econômicas e um declínio de 63% do lucro com investimento. “Nossos executivos têm feito um excelente trabalho de apoio aos nossos clientes em todo o mundo. Começamos 2010 bem posicionados na indústria de seguros”, comenta na nota divulgada.

Zurich eleva em 8% o lucro operacional em 2009

zurich1A Zurich Financial Services encerrou 2009 com lucro operacional de US$ 5,5 bilhões, incremento de 8% em relação ao resultado do ano anterior. O lucro líquido ficou estável em US$ 3,2 bilhões. Segundo nota divulgada, os prêmios de seguros gerais apresentou redução de 8%, para US$ 34 bilhões. O retorno sobre capital ficou em 12% e o índice combinado encerrou o ano em 96%.

Segundo comentou o CEO Martin Senn, 2009 foi um excelente ano para a Zurich, com a geração de um resultado sólido e uma boa performance em todas as linhas de negócios em todo o mundo, apesar do ambiente econômico desfavorável. O balanço completo pode ser acessado no site www.zurich.com.