Estudo da corretora Aon divulgado em Londres revela que o seguro de satélites tem se mostrado muito rentável nos últimos cinco anos. De acordo com a publicação, a previsão de lucro para 2009 é de US$ 400 milhões, caso não haja pedido de indenizações até o final deste ano. Este valor significa exatamente a metade do volume de prêmios do mercado mundial, de US$ 800 milhões, pagos pelos segurados para satélites lançados e também em órbita. Mas como as seguradoras tiveram um grande déficit em 2007, o lucro servirá para amenizar a perda passada e com isso os preços deverão apresentar apenas uma ligeira queda.
No terceiro trimestre de 2009, foram ao ar segurados cinco lançamentos: dois Ariane 5s, dois Protons e um Long March 3B, o que gerou cerca de US$ 154,6 milhões de faturamento para o mercado de seguros. O Long March 3B ficou aquém da órbita de destino, devido a uma anomalia na terceira fase, mas os engenheiros conseguiram manobrar a nave, o que resultou em uma perda de apenas um terço da vida da nave espacial.
Segundo Clive Smith, líder da unidade de negócios espaciais, disse no comunicado que a demanda de empresas de comunicação por satélite continua crescente, principalmente para aumentar a capacidade de banda larga e teve a cabo. Há também muitos lançamentos para vigiar a poluição da terrae monitorar movimentos de desastres naturiais.
A crise financeira reduziu o lançamento de satélites, uma vez que faltou capital para novos projetos. “Mas o ritmo começa a voltar a esta indústria, com projetos interessantes”, diz Smith. “A saúde da indústria de seguros significa que ela está bem posicionada para apoiar programas de satélites, oferecendo uma capacidade suficiente para satisfazer as exigências dos investidores”.
Segundo estudo divulgado ontem pela Swiss Re, as catástrofes naturais e feitas pelo homem já acumulam um total de US$ 52 bilhões em 2009, bem abaixo dos US$ 267 bilhões de 2008. O total das perdas seguradas chega a US$ 24 bilhões, sendo US$ 21 bilhões em catástrofes naturais e US$ 3 bilhões em acidentes causados pelo home, segundo dados preliminares.
Praticamente o dobro do valor registrado em 2008, quando as indenizações atingiram US$ 50 bilhões, diz o estudo. A fraca safra de furacões nos Estados Unidos é a razão do valor das indenizações pagas pelas seguradoras estarem muito aquém do valor registrado nos últimos anos. Na Europa, no entanto, o custo com enchentes tiveram forte elevação na média de indenizações pagas.
As indenizações nos sete primeiros meses do ano apresentam o dobro da media dos últimos 20 anos. Entre janeiro e julho deste ano, cinco eventos ultrapassaram os custos em US$ 1 bilhão. A chuva de inverno chamada de Klaus, que em janeiro castigou França e Espanha, foi o evento mais caro, com perdas de US$ 3,5 bilhões. Em julho, as chuvas com fortes raios na Suíça e Áustria custaram outros US$ 1,25 bilhão. Nos EUA, as chuvas de inverno e dois tornados geraram perdas seguradas de US$ 3,5 bilhões, segundo informa o estudo.
Em todo o mundo, aproximadamente 12 mil pessoas morreram nas catástrofes, comparadas com 240 mil em 2008. A região mais afetada foi a Ásia, com o terromoto na Indonésia em setembro, onde mil vidas foram perdidas. A passagem de três tufões tirou outras 2 mil vidas. Segundo Thomas Hess, economista chefe da Swiss Re, comentou que em 2009 todos agradecem de ter não ter visto algo como o furacão Katrina, que em 2005 causou perdas de US$ 71 bilhões.
O pedido de renegociação de dívidas do braço imobiliário do banco Dubai World assustou as seguradoras e resseguradoras de todo o mundo ontem. O reflexo disso foi a subida do custo de seguro financeiro, especialmente o garantia., segundo reportagem do jornal britânico Financial Times. Segundo o FT, os preços ganharam zero a mais. A previsão de inadimplência saltou do US$ 60 mil para US$ 500 mil para cada US$ 10 milhões da dívida garantida por cinco anos.
Algumas seguradoras já sofrem com a queda do valor de suas ações nas bolsas. Parte dos financiamentos de megas projetos, que consumiram mais de US$ 80 bilhões nos últimos quatro anos, foi bancada pelo banco oficial, que passou bem pelo pior momento da crise, mas começa a enfrentar problemas agora com a fuga de capital dos investidores para países emergentes como o Brasil. A desvalorização dos imóveis e a retração dos mercados atingiram em cheio o banco mudial de Dubai.
A expectativa é de que novos casos de dificuldades possam ocorrer e com isso o preço do seguro para recuperar perdas já foi reajustado para várias regiões, uma vez que o setor ainda não tem claro qual será a extensão da renegociação. Praticamente todas as operações estruturadas de financiamentos contam com uma apólice de seguro para garantir parte das perdas, financeiras e materiais, causadas por riscos eventuais como o não pagamento ou catástrofes feitas pelo homem ou provocadas pela natureza.
A SulAmérica integrará a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa a partir de dezembro, segundo composição divulgada ontem. Um feito e tanto para a seguradora, única listada no índice. A carteira do índice,que começa a vigorar a partir de dezembro, terá 43 ações de 34 empresas que representam 15 setores e somam R$ 730 bi em valor de mercado. Ontem, o Ibovespa atingiu a maior pontuação em mais de 17 meses, após encerrar o pregão em alta de 0,89%, aos 67.917 pontos, maior nível de fechamento desde o dia 17 de junho do ano passado (68.437 pontos). Com isso, a valorização do índice no ano passa as ser de 80,87%.
A SulAmérica foi uma das oito novas companhias que passaram a fazer parte do ISE, composta por ações de empresas que apresentam alto grau de comprometimento com práticas de sustentabilidade e governança corporativa. As outras sete são Copel, Even, Itaúsa, Indústrias Romi, Redecard, Usiminas e Vivo. Celesc e Odontoprev saíram fora. Na carteira anterior, eram 38 ações, emitidas por 30 empresas de 13 setores, totalizando, em 1º de dezembro de 2008, R$ 1,21 trilhão em valor de mercado, o equivalente a 39,6% da capitalização total da bolsa. O número foi reduzido devido a fusões.
O ISE foi criado em dezembro de 2005 e formulado com base no conceito internacional Triple Bottom Line (TBL), que avalia, de forma integrada, elementos ambientais, sociais e econômico-financeiros. Aos princípios do TBL, foram adicionadas outras três dimensões: governança corporativa, características gerais e natureza do produto.
Para a composição da carteira, são selecionadas as 150 empresas com ações mais liquidas na Bovespa no período de um ano. Para a nova carteira, foram convidadas 137 companhias. Dessas, 51 responderam ao questionário e participaram ativamente. Algumas participaram como “treineiras”, pois não eram elegíveis entre as com maior liquidez. Para carteira do ISE que entrará em vigor no ano que vem, serão levados em consideração os ativos das 200 companhias com maior volume de negócios. O número de empresas para compor a carteira é limitado a 40.
Veja as empresas que compõem a carteira 2009/2010
AES Tiete
Bradesco
Cemig
Dasa
Energias do Brasil
Indústrias Romi
Redecard
Tim Participações
Cesp
Duratex
Even
Itaúsa
Sabesp
Tractebel
Banco do Brasil
Coelce
Eletrobrás
Fibria
Itauunibanco
Sul América
Usiminas
Braskem
Copel
Eletropaulo
Gerdau
Light
Suzano Papel
Vivo
BRF Foods
CPFL Energia
Embraer
Gerdau Metalúrgica
Natura
Telemar
A consolidação do setor não para. A grande notícia do dia em alguns jornais é a compra pela Icatu da participação da Hartford Financial, que foi duramente afetada pela crise financeira e alto nível de desemprego nos EUA. Isso a fez sair de operações internacionais, como no Brasil. Lá, muitos clientes precisaram sacar suas poupanças previdenciárias para enfrentar a atual fase de dificuldades, que já começa a ser superada.
Os boatos de que o Bradesco está comprando a seguradora da família Almeida Braga são fortes entre vários executivos do setor. Boa parte do faturamento da Icatu hoje é com a venda de títulos de capitalização comercializados por meio de parceiros. O Banco do Brasil, na qual a Icatu é sócia da Brasilcap, é um dos principais. Com a reformulação do BB nesta parceria, a Icatu poderia vir a enfrentar um novo cenário em 2010, caso não seja a eleita na parceria do BB em capitalização.
Segundo entrevista da herdeira Katy e da presidente da seguradora Maria Silva ao jornal Valor Econômico de hoje, a carreira solo já está traçada. A Icatu vai entrar no seguro habitacional e avançar na prestação de serviços de gestão de benefícios para fundos de pensão corporativos. Torço muito para dar certo. Afinal, tem profissionais de primeira linha e uma filosofia de dar inveja a qualquer empresa.
A Icatu foi uma das precursoras no setor de previdência privada a usar a inteligência do benefício da qualidade de vida na criação de um site voltado a explicar mais sobre como chegar bem fisicamente e financeiramente na “melhor idade”. Como ideias boas sempre servem de exemplos, ainda bem que muitas outras empresas a copiaram e hoje muito mais gente pode ter acesso as boas ideias de como ter uma vida melhor.
Em recente entrevista, Aura Rebelo, diretora de marketing da Icatu Hartford, contou que o Projeto Felicidade Interna Bruta (FIB) da Icatu Hartford completou um ano em 2009. “Desde que adotamos o conceito em 2008, temos como meta incentivar as pessoas a iniciar seu próprio projeto de felicidade, começando pelos próprios funcionários. Os frutos disso já se refletem no índice de satisfação interna, que hoje está em 70%, valor superior a média do mercado que é de cerca de 60%.”
A meta é, cada vez mais, propagar o conceito na sociedade e conscientizar funcionários e clientes a buscar realização no longo prazo. Todo mundo almeja qualidade de vida e para isso, também é preciso um padrão financeiro digno. “Queremos incentivar a todos a ir além dos números e incorporar ao dia-a-dia um conjunto de medidas práticas e atitudes que resultam em uma vida mais equilibrada, pautada pela ética, consciência ambiental e consequentemente, mais feliz. Se cada um pautar suas escolhas na ética e em decisões socioambientalmente coerentes em relação a si próprio, sua família, seu trabalho e sua comunidade, esse círculo virtuoso se consolidará.”
Para isso, foram criadas diversas ferramentas para atingir e monitorar esse objetivo. Uma delas é o Teste de Felicidade, hospedado no recém reformulado site www.felicidadeinternabruta.com.br . O objetivo do teste é ajudar as pessoas a ver vida sob aspectos que realmente importam e sinalizar se elas estão dando prioridade para as coisas que realmente contribuem para a felicidade. Até o momento, o teste já foi realizado por mais de 2500 pessoas de todo o Brasil e a média do índice FIB é de 64 pontos ( 0 a 100) – feliz.
A Icatu Hartford abraçou a FIB porque ela expressa exatamente os valores que a companhia acredita e já cultiva há muito tempo. “A FIB está nos projetos que desenvolvemos, nas atitudes que tomamos, nas idéias que propagamos e nos nossos produtos. Temos grande respeito pelo conceito e temos estudado bastante tudo que ele representa. Acompanhamos os estudos, sabemos da seriedade com que ele é tratado e como tem evoluído ao longo dos anos. Queremos nos aproximar cada vez mais pois estamos totalmente alinhados com a proposta”, conclui Alda.
O possível colapso do sistema climático na Amazônia pode gerar impactos econômicos no Centro e Sul do Brasil, em estados como Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Esta uma das conclusões do estudo Pontos de Colapso no Sistema Climático Terrestre e suas conseqüências para o Setor de Seguros (Tipping Points in the Earth’s Climate System and Consequences for the Insurance Sector, em inglês).
O estudo, encomendado pela Allianz SE, em parceria com o WWF (World Wildlife Found) e o Tyndall Centre, foi divulgado ontem na Alemanha. Os pesquisadores afirmam que regiões e ecossistemas mais diversos do planeta correm riscos de atingir um ponto de colapso que desencadeia consequências ambientais, sociais e econômicas devastadoras.
Os pesquisadores analisaram diferentes cenários de aumento de temperatura para chegar às suas conclusões. Caso a elevação da temperatura média do planeta seja de 1ºC, em relação aos níveis de pré-industriais, a floresta amazônica pode entrar em colapso, perdendo cerca de 1,6 milhão de km2 de sua cobertura. Para exemplificar um possível impacto financeiro futuro decorrente da perda do estoque de carbono florestal nas áreas impactadas, o relatório utiliza a abordagem do Reino Unido para o shadow price do carbono, na qual um preço é aplicado a tonelada de gás do efeito estufa .
No cenário de 2°C as perdas derivadas da emissão de gases do efeito estufa, poderiam chegar à ordem de U$ 3 bilhões. Se a elevação for superior, entre 3 e 4°C, uma área entre 3,9 milhões e 4,3 milhões de Km2 poderá ser perdida e o valor econômico do carbono nestes casos seria entre US$7,8 bilhões e US$ 9,4 bilhões, respectivamente.
Boa parte das perdas em ambos cenários causaria um impacto significativo no mercado segurador. De acordo com o estudo, as segurados seriam diretamente afetadas pelos efeitos econômicos da seca na região amazônica. Isso implica na desaceleração da economia e na deterioração das finanças públicas.
“A atividade seguradora permeia todos os setores da economia com a função de ressarcir perdas e advertir a coletividade dos riscos que ameaçam sua existência e patrimônio. Por isso, é indispensável ao setor envolver-se diretamente nas mudanças que estão acontecendo no meio ambiente”, afirma Max Thiermann (foto), presidente da Allianz Seguros. “Como seguradores e investidores, devemos preparar nossos clientes para esses cenários, enquanto ainda temos margem de manobra.
Definir os prêmios de forma adequada e sustentável é de interesse vital de todos os envolvidos, porque essa é a única maneira de garantir que as soluções de cobertura continuem a existir”, diz Clemens von Weichs, secretário-geral da Allianz Reinsurance. O setor de seguros hoje aprendeu muito a partir das suas experiências com os sinistros de porte causados por furacões como Andrew (1992), Ivan (2004) e Katrina (2005). Modelos melhores ajudarão as pessoas a entenderem a frequência e a força dos desastres naturais.
“Porém, modelos melhores não serão suficientes para proteger o clima”, explica Michael Bruch, da Allianz Global Corporate & Specialty, a seguradora industrial do Grupo Allianz. “O componente humano tem desempenhado um papel cada vez maior na redução do risco decorrente de desastres naturais, tanto em termos de gestão de risco, como de combate às causas humanas da mudança climática”.
O WWF-Brasil hoje defende que o limiar de 2°C não seja ultrapassado. “São muitos os impactos das mudanças climáticas se formos além desse patamar. Atingir o ponto de colapso significa perdas inestimáveis e definitivas”, explica Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. “Esse relatório nos alerta, mais uma vez, para a necessidade de assinarmos um acordo global de clima justo, eficiente e ambicioso em Copenhague em dezembro deste ano”, aponta.
Outro impacto no Brasil previsto pelo relatório é o aumento da frequência de secas drásticas na região amazônica. A última ocorreu em 2005 e prejudicou a navegação, gerou graves problemas de abastecimento de água na região, além de matança de peixes, fome e isolamento de dezenas de localidades ribeirinhas por conta do desaparecimento dos rios e igarapés.
Segundo divulga a Allianz, trabalhos recentes sugerem que secas similares àquela de 2005 serão mais freqüentes, passando de uma a cada 20 anos para uma a cada 2 anos ou menos, entre 2025 e 2050, caso se chegue à estabilização em 450 a 550 ppmv (partes por milhão em volume) de CO2 -.
Além de todos os problemas sofridos em 2005, o estudo aponta que as secas podem gerar ainda combustão espontânea, redução de produtividade agrícola e na geração de hidreletricidade. Esses impactos combinados contribuíram, em 2005, com a redução do PIB brasileiro, principalmente em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Somente nos dois últimos, estima-se que as perdas tenham chegado a US$ 16 milhões. Em 2004, Paraná e Rio Grande do Sul detinham 17,8% do PIB brasileiro.
“E é preciso lembrar que os custos econômicos são apenas uma parte da conta. Os possíveis impactos socais e ambientais são incalculáveis. O preço de mudar a economia do país e do mundo para uma economia de baixa emissão de carbono é muito menor”, afirma Carlos Rittl, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil. “Esperamos que as metas de redução de emissões anunciadas recentemente pelo governo federal se transformem em um plano de ação de baixo carbono,” acrescenta.
Também segundo o documento, haverá derretimento das massas de gelo da Groenlândia e do Escudo de Gelo Antártico Oeste – West Antarctic Ice Shield (WAIS) – o que poderia elevar o nível do mar em 0,5 metro até 2050. O relatório aponta também que o aumento do nível dos oceanos irá afetar a costa leste dos EUA e poderá transformar a Califórnia em uma região de clima árido. Além disso, distúrbios nas monções indianas de verão na Índia e no Nepal podem afetar centenas de milhares de pessoas e custar bilhões de dólares.
A Amil Participações comunica aos acionistas e ao mercado em geral que a Amil Assistência Médico Internacional celebrou, em 19 de novembro de 2009, contrato de compra e venda de ações com os acionistas controladores da Medial Saúde. O preço de aquisição das ações a ser pago pela Amil Assistência aos acionistas controladores da Medial Saúde foi fixado em R$ 612,5 milhões, representando R$ 17,2066 por ação da Medial Saúde e aproximadamente R$ 8,4223 por ação da Medial Participações.
Do preço de aquisição das ações mencionado acima, 20% será pago a título de sinal em até três dias úteis da data de assinatura do contrato e o saldo será pago à vista na data de fechamento. Os recursos que serão utilizados na transação serão provenientes de recursos em caixa.
O contrato diz a Amil Assistência comprará 36.220.005 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal de emissão da Medial Saúde, representativas de 51,9% do seu capital social total e votante. A operação representa a aquisição, pela Amil Assistência, da totalidade das ações de emissão da Medial Saúde detidas pelos acionistas controladores.
O comunicado diz que a aquisição visa consolidar a posição de liderança da Amilpar no mercado de saúde suplementar brasileiro, em especial no estado de São Paulo. “Acreditamos que a Medial Saúde é um ativo altamente estratégico neste sentido. Após a aquisição, a participação de mercado da Amilpar em São Paulo passará de 7,9% para 15,1% e no Brasil irá de 6,2% para 10,1%, com um total de 4,2 milhões de beneficiários em planos de saúde e 986 mil beneficiários em planos dentais. As operações possuem potenciais de sinergias nas áreas médico-hospitalares, despesas administrativas, marketing e comerciais”, diz o comunicado.
O Itaú Unibanco divulgou fato relevante hoje informando que sua controlada Itaú Seguros e a XL Swiss Holdings Ltd, sociedade controlada pela XL Capital Ltd celebraram em 12 de novembro um contrato regulando a aquisição da participação da XL na Itaú XL Seguros Corporativos. Nesse contexto, a Itaú XL Seguros Corporativos será 100% detida pelo Itaú Unibanco.
Segundo o fato relevante, em linha com os interesses da XL em continuar atuando no Brasil e com o relacionamento existente entre ambas, um acordo separado foi firmado por meio do qual a Itaú irá fornecer cobertura de seguros aos clientes da XL no Brasil e também aos clientes dos programas globais da XL com operações no Brasil. Essas apólices de seguros serão resseguradas pela XL Re, constituída no Brasil como uma resseguradora local. O acordo terá efeito após a aprovação dos órgãos reguladores.
A Revista Carreiras, editada pelo Valor Econômico, trouxe duas seguradoras entre as melhores empresas na gestão de pessoas. A Prudential levou a premiação na categoria entre 100 a 500 funcionários e a SulAmérica acima de 4 mil empregados. Um ganho e tanto para a imagem do setor.
A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 81 milhões no terceiro trimestre, 32,9% inferior ao do mesmo período de 2008. No acumulado em nove meses, o ganho ficou em R$ 269 milhões, recuo de 8%. Assim como no Bradesco, a gripe suína e o maior uso de serviços médicos em razão da crise foram os vilões do fraco desempenho, bem como este trimestre estar sendo comparado com um período de ganhos extraordinários.
O faturamento caminhou em direção inversa. Os prêmios evoluíram 11,4%, para R$ 2,2 bilhões no terceiro trimestre e 12,3%, para R$ 6,4 bilhões, até setembro. Em automóveis, responsável por 33% da receita da seguradora, os prêmios cresceram 30,4% no trimestre e a sinistralidade caiu 2,7 pontos percentuais, para 63,6%.
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