Quem me conhece sabe que não sou de frescura. Tudo está ótimo, desde que eu tenha sempre boas informações. Seja do CEO, da secretaria, do gerente ou do motoboy. Mas ter participado do almoço da Geneva Association, o primeiro aberto à imprensa, me trouxe muito orgulho. Por vários motivos. A associação reúne os 300 principais CEOs do mundo. Um prato cheio para jornalistas.
Segundo porque foi muito chique estar na Suíça, um país que não conhecia. Por sorte, estava na Alemanha, a convite da Allianz, entre 27 de maio e 2 de junho, para cobrir o Encontro Brasil Alemanha, realizado em Munique. As palestras aconteceram na sede da BMW e no estádio Allianz Arena. Um show.
Como costumo fazer sempre, passei email para algumas pessoas chaves, com grande conteúdo, para me ajudarem a tirar melhor proveito da viagem a Europa. Pedi para conhecer a sede de algumas companhias, como Zurich, Hannover, Munich Re, Swiss Re e também dicas de assuntos palpitantes que pudesse abordar com os estrangeiros. Tive a chance de conhecer a Allianz, a Munch Re, a Swiss Re e a grande oportunidade de participar do almoço da Geneva Association porque Patrick Larragoiti me respondeu ao email, dizendo que seria realizado no dia 3, um dia depois do fim do encontro da Allianz, este almoço.
Mais sorte ainda foi o Patrick e a Solange Guimarães me ajudarem a ser incluída na restrita lista de pessoas, onde constavam os principais CEOs do mundo, que são membros do Conselho de Administração da Geneva Association, e os oito jornalistas. Eu e Patrick entre eles!!!! Já estava muito feliz com tudo. Mas no final do almoço, durante o café de saideira, os jornalistas vieram me cumprimentar. “Nossa, o Brasil realmente é a bola da vez do mundo. E você deve ser muito importante para estar aqui e ainda sentada no lugar de honra. Ao lado do anfitião, Nickolaus Bomhard, presidente da Munich Re”.
Sério gente. Orgulho de ser brasileira, de ser jornalista, de cobrir a indústria de seguros!!!!! Com os sinceros agradecimentos a todos que me ajudaram a conhecer melhor a Allianz, a Munich Re, a Swiss Re e a Geneva Association. Valeu Max, Dani, Lucila, Patrick, Solange, Christian da Munich e Marisa da Swiss Re.
O executivo Marcos Machini (foto) assume esta semana a área de vendas da Liberty Seguros, substituindo Matias Ávila, que aceitou o convite de Thomaz Menezes, presidente da SulAmérica, para assumir a vice-presidência comercial. Machini, que atua no mercado de seguros há 20 anos, assume o posto com os negócios da Liberty em expansão no país. A companhia cresceu 25% no primeiro semestre, tem 12 mil corretores no mercado brasileiro e estima fechar o ano com cerca de R$ 2 bilhões em prêmios. Entre os focos de crescimento estão as operações em automóveis e seguros para pequenas e médias empresas. Formado em Administração, com MBA Executivo Internacional pela USP, Machini possui significativa experiência no mercado segurador. Sua carreira no setor começou na AGF Seguros, onde permaneceu por 14 anos. Desde 2003, ocupava a Direção de Vendas da Indiana Seguros, comprada pela Liberty em 2008.
A Bradesco Seguros e Previdência, com apoio da Bradesco Capitalização, tem investido forte no incentivo ao esporte, que vai das corridas para todas as idades, com um apelo aos idosos, ao ciclismo para toda a família. Além de estimular os paulistanos a pedalar na pista de domingo, que vai da marginal Pinheiros ao parque do Ibirapuera, agora providencia a extensão dos 15 quilômetros já existentes da pista de ciclismo que beira a marginal Pinheiros. O grupo patrocinará o trecho da Vila Olimpia até a USP. A cidade agradece.
Ontem foi a vez da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama. Cerca de 8 mil participantes percorreram 5 quilômetros em torno do parque do Ibirapuera, numa manhã fria e com sol. Segundo o grupo, a iniciativa de apoiar o evento faz parte da política da Bradesco Seguros e Previdência de promover atividades em favor da qualidade de vida, bem-estar e saúde das famílias brasileiras. “É um evento que nos traz muito orgulho participar”, diz Norton Glabes Labes (foto), presidente da Bradesco Capitalização.
Em 2006, a Bradesco Capitalização lançou o “Pé Quente Bradesco O Câncer de Mama no Alvo da Moda”, fruto da parceria com o IBCC – Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, que destina recursos para o desenvolvimento de projetos de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer do IBCC. Com a contribuição, foram realizadas obras de expansão que ampliaram a capacidade de atendimento, melhorando as condições dos serviços oferecidos pelo Instituto em São Paulo.
Eu e a Aline Bronzati, da revista Apólice, fizemos bonito na corrida. Nosso tempo foi o dobro da vencedora, mas ganhamos saúde e ajudamos na luta contra câncer!
A OGX, braço petroleiro do grupo EBX, do empresário Eike Batista, divulgou comunicado ao mercado sobre a renegociação de seu programa de seguros de riscos de petróleo, um assunto que vinha incomodando os acionistas do grupo, a exemplo do que tem ocorrido no mundo todo. Em razão do acidente no Golfo do México com a explosão da plataforma da British Petroleum e o vazamento que causou o maior prejuízo da história, as negociações de seguros ficaram mais difíceis.
De acordo com comunicado da OGX recebido pelo Blog Sonho Seguro, a AON renegociou o contrato, que tem entre várias seguradoras participantes a Zurich e os sindicatos do Lloyd’s of London Novae e Beazley. A negociação resultou em uma economia estimada em US$ 1,5 milhão para os próximos 12 meses, segundo comunicado divulgado hoje ao mercado. Desde setembro de 2009, a OGX já iniciou a perfuração de 17 poços nas Bacias de Campos e de Santos, sem registro de sinistro, o que contou pontos na hora de convencer os seguradores e resseguradores sobre o risco ofertado num momento desafiador e incerto, a espera de uma nova regulamentação internacional sobre a exploração de petróleo.
“A Aon está orgulhosa de ter se associado à OGX e de apoiá‐la como sua consultora em gerenciamento de risco”, comentou José Felipe (foto), CEO da Aon Risk Solutions no Brasil, na nota. “É gratificante trabalhar com uma companhia que ativamente constrói relacionamentos próximos com o mercado segurador. Isso não só ajuda no resultado final, como também demonstra que sua expertise no setor pode ajudar a aperfeiçoar a segurança do pessoal e a eficiência operacional”.
Veja abaixo a íntegra do comunicado:
Rio de Janeiro, 12 de agosto de 2010 ‐ A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3, OTC: OGXPY), empresa brasileira de óleo e gás natural, responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que, após a perfuração de 17 poços nas bacias de Campos e Santos, desde setembro de 2009, a Companhia em conjunto com a Aon, sua consultora de risco, renegociou os termos do seu atual programa de seguros “Offshore”, o que resultou em uma economia estimada de US$ 1,5 milhão para os próximos 12 meses.
Nesta renegociação foi considerado o substancial progresso obtido pela OGX até o presente momento. A OGX atraiu a atenção das seguradoras inicialmente em agosto de 2009, e desde então, o contínuo sucesso na campanha de perfuração se refletiu em uma performance excelente não havendo ocorrido nenhum sinistro. O momento desta renegociação foi desafiador em especial devido ao recente impacto que o evento no Golfo do México teve sobre o mercado de seguros. A OGX e a Aon trabalharam intensamente para diferenciar os riscos da companhia, inerentes à atividade de perfuração, e também demonstrar como as técnicas de gestão de risco desenvolvidas e implementadas durante a campanha exploratória resultaram em um alto padrão de segurança.
Após apresentações em Londres e no Rio de Janeiro realizadas em julho deste ano, algumas seguradoras comentaram como tais apresentações as ajudaram a entender o comprometimento da OGX com a busca pela excelência operacional:
(i) “Nós estamos muito satisfeitos em nos associar a um cliente que possui alto grau de comprometimento com o gerenciamento de risco. Nós apreciamos o tempo que o time de operações da OGX disponibilizou para nos apresentar como eles gerenciam diariamente suas operações de perfuração. Os controles de monitoramento incluindo o suporte em tempo real endossam nossa visão sobre a companhia e como ela gerencia suas operações”, comentou Iain Hawker, da Zurich Global Energy Underwriter.
(ii) “A apresentação foi bastante completa e esclarecedora”, disse Paul Dawson, Energy Underwriter da Beazley syndicate. “Ela com certeza contribuiu para aumentar a reputação da OGX junto ao mercado segurador londrino”. (iii) “O profissionalismo e o entusiasmo do time da OGX e de suas operações se destacam” mencionou Jason Poulastides, Energy Underwriter do Novae syndicate.
“A Aon está orgulhosa de ter se associado à OGX e de apoiá‐la como sua consultora em gerenciamento de risco”, disse José Felipe, CEO da Aon Risk Solutions no Brasil. “É gratificante trabalhar com uma companhia que ativamente constrói relacionamentos próximos com o mercado segurador. Isso não só ajuda no resultado final, como também demonstra que sua expertise no setor pode ajudar a aperfeiçoar a segurança do pessoal e a eficiência operacional”.
“Os favoráveis termos alcançados no nosso programa refletem o reconhecimento do mercado em função de uma campanha exploratória altamente bem sucedida com foco na excelência operacional e segurança”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral da OGX. “A OGX considera a saúde e a segurança de seu pessoal com muita seriedade e a companhia tem como filosofia investir em profissionais altamente qualificados com significativa percepção de risco e entendimento de medidas de mitigação.”
A Liberty Seguros levará ao Navalshore 2010, em 13 de agosto, a palestra “O setor de seguros e o mercado de construção naval no Brasil – como é calculado o valor dos prêmios”. O objetivo é mostrar como uma empresa especializada e com profunda experiência no segmento naval determina o valor do prêmio e quais são os critérios considerados que podem agravar ou minimizar um risco. Ministrada por Steven Weiss, vice-presidente mundial da Liberty International Underwriters (LIU), e por Mauricio Aguiar Giuntini, superintendente da Divisão Marine da LIU no Brasil, a palestra apresentará as experiências do mercado internacional no segmento de construção naval, além de detalhar como a Inspeção JH 143 pode ser um forte aliado aos estaleiros com relação à minimização das exposições de seus riscos.
Em pouco mais de um ano de atuação no País, a LIU, divisão de Grandes Riscos da Liberty Seguros, conquistou participações em contas de grande porte e expressão, envolvendo tanto a construção quanto o transporte de cargas para grandes obras. “Com pré-sal e grandes obras que envolvem o transporte de cargas e máquinas, a exemplo de Jirau, que envolveu o transporte de turbinas do Porto de Xangai, na China, para Santos, o mercado de seguros e resseguros é um dos mais promissores para os próximos anos”, afirma Mauricio Giuntini. A expectativa é de que, nos próximos 15 anos, o setor de exploração de petróleo contribua para a construção de novas refinarias, petroleiros e navios especializados como PSVs, movimentando o mercado de sondas, de construção civil e de siderurgia, além de demandar mão-de-obra qualificada.
A MetLife, subsidiária de uma das maiores seguradoras dos Estados Unidos, informou em nota que lança quatro fundos para clientes Citibank e incrementa a grade de previdência para atingir todos os perfis de investidores. Com estes novos produtos, a MetLife passa a oferecer 10 tipos de fundos, sendo dois específicos para clientes de alta renda (MetLife Legacy Balanced e MetLife Legacy Conservative), com aporte a partir de R$ 500 mil.
“Os produtos de previdência complementar aberta da MetLife têm como diferencial a arquitetura aberta dos planos, utilizando sempre os melhores gestores do mercado para cada tipo de fundo”, diz Robert Craddock, diretor do Canal Bancos e Afinidades da MetLife, em nota divulgada à imprensa e ao Blog Sonho Seguro.
Entre os novos fundos, estão o CitiPrevidência RF e o CitiPrevidência Corporate RF, ambos de renda fixa, de perfil conservador e com gestão da BNP Paribas Asset Management. O CitiPrevidência RF tem aporte mínimo de apenas R$ 50 reais. Já o Corporate RF, com taxas diferenciadas em relação ao CitiPrevidência, tem aporte de R$ 150 mil.
Para clientes de aptidão moderada ao risco, a MetLife oferece o CitiPrevidência Corporate C25, com contribuição inicial de R$ 150 mil e gestão do Grupo Legg Mason. Os investidores de perfil agressivo podem optar pelo CitiPrevidência Corporate C45, com aporte de R$ 150 mil e gestão da Schroders. Além dos novos produtos, a MetLife oferece o CitiPrevidência DI e CitiPrevidência Corporate DI, também com gestão do Grupo Legg Mason, ambos fundos referenciados ao CDI.
Na contramão do mercado, a Chartis, ex-AIG, anunciou mundialmente hoje que elevou a capacidade de subscrição da unidade de Oil Rig de US$ 150 milhões para US$ 200 milhões na Divisão Global Marine and Energy. Vários players estão deixando de operar no segmento de plataformas em razão do mais caro acidente já registrado no mundo: o vazamento de óleo da plataforma da British Petroleum, no Golfo do México, em abril deste ano. Sem previsões de perdas, há estimativas levantadas pelo Blog Sonho Seguro de que as seguradoras deverão desembolsar em todos os seguros algo próximo de US$ 6 bilhões, segundo estudo divulgado neste mês pela consultoria Towers.
O Lloyd’s de Londres informou no mês passado que seus sindicatos estavam revendo clausulas dos contratos que passarão a valer a partir de 2011 em razão das mudanças nas regras desta indústria petrolífera promovidas pelo governo dos EUA para evitar outro acidente deste porte. Serão exigidas novas condutas de segurança para exploração em águas profundas. A expectativa apontada em diversos estudos da indústria de seguros é de que os preços terão aumento de até 50% e os limites de coberturas estão reduzidos para boa parte dos clientes. Principalmente para aqueles que não provarem que tem tecnologia de ponta para a operação.
Diante deste cenário, a ex-AIG, conhecida pelas estratégias arrojadas que a levaram a ser a maior seguradora do mundo por vários anos até setembro de 2008, decidiu apostar mais no segmento e abocanhar clientes que se sentem frustrados com a falta de seguro. Segundo nota da seguradora, presente também no Brasil, o aumento destaca o compromisso das seguradoras Chartis em oferecer uma ampla gama de proteção por seguros para o segmento de exploração e produção em alto-mar da indústria extrativista de óleo e gás em todo o mundo.
“A Chartis tem sido líder no fornecimento de seguro para a Energia Offshore por mais de 35 anos, e esse aumento na capacidade nos habilita a continuarmos a apoiar um segmento vital para a economia global”, disse Dorian Grey, Presidente da Oil Rig, em nota divulgada. “O aumento da capacidade será utilizado para continuarmos a cumprir nossa missão de proporcionar capacidade com confiança e mantermos a liderança em subscrições.”
Além do aumento de sua capacidade de subscrição, a Chartis ressaltou os serviços ofertados, como equipes de especialistas dedicadas em Londres e Houston, com acesso disponível através de seus inúmeros escritórios em todo o mundo; flexibilidade de gestão de risco e soluções de transferência de risco adaptadas às necessidades dos clientes; competências em engenharia, controle de perdas e reclamações em todo o mundo; e acesso à rede Marine and Energy.
É uma aposta ousada. Assim com Warren Buffett, considerado um dos principais gurus financeiros do mundo, apostou em seguro contra terrorismo após os atentados de 11 de setembro de 2001 ou o pai de Jayme Garfinkel no segmento de automóvel na década de 60 para desenvolver a Porto Seguro, hoje a maior de seguro de carro do Brasil.
O aumento de renda da população tem beneficiado o mercado de previdência privada aberta, um tema que começa a se tornar prioritário para boa parte da população preocupada com o futuro. Prova disso é o cescimento de 18% no volume de captação registrada pelo setor no primeiro semestre de 2010, com contribuições de R$ 19,8 bilhões, segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que reúne 65 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar.
As provisões — recursos acumulados pelos participantes do sistema de previdência complementar — somaram R$ 190,5 bilhões em junho de 2010, o que representou uma alta de 21,5% em relação a junho de 2009 quando as provisões do setor somavam R$ 156,8 bilhões. A carteira de investimentos cresceu 21,8% no em junho de 2010. Com isso, a carteira do setor somou R$ 197,9 bilhões.
O VGBL acumulou R$ 15,6 bilhões, crescimento de 21,6%, na comparação aos R$ 12,8 bilhões arrecadados no mesmo período do ano passado. O PGBL apresentou alta de 14,52% no período, com arrecadação de R$ 2,56 bilhões no período. Os planos tradicionais apresentou queda de 3,6%, para R$ 1,65 bilhão. Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) somaram R$ 7,39 milhões, com retração de 10,4%.
Os dados da Fenaprevi mostram que, no primeiro semestre de 2010, os planos empresariais cresceram 24,4%, consolidando arrecadação de R$ 2,61 bilhões. Os planos individuais registraram R$ 16,5 bilhões e obtiveram alta de 21,9%, na comparação aos R$ 13,5 bilhões acumulados no mesmo período em 2009. Os planos para menores, por sua vez, arrecadaram R$ 663 milhões.
A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação no primeiro semestre, com 31,97% do total, seguido pela BrasilPrev (20,07%), Itaú Vida e Previdência (19,41%), Caixa Vida e Previdência (8,75%), Santander Seguros (8,49%), HSBC Vida e Previdência (4,60%), Safra Vida e Previdência (1,12%), Icatu Hartford Seguros (0,92%), Sul América (0,75%), Porto Seguro Vida e Previdência (0,58%). As demais seguradoras somam, no total, 3,34% do valor arrecadado.
Os dados da Fenaprevi informam que há 11,5 milhões de contratos de planos previdenciários. Atualmente cerca de 101 mil pessoas são beneficiadas pelas coberturas de pecúlio, pensão e aposentadoria.
A Berkshire Hathaway, controlada pelo megainvestidor Warren Buffett, anunciou ontem lucro em suas quarto unidades de negócios de seguros. Apenas em resseguro o grupo registrou queda no ganho. Segundo comunicado do grupo, o lucro com subscrição avançou de US$ 66 milhões para US$ 462 milhões. No segundo trimestre, no entanto, o lucro líquido caiu 40%, para US$ 1,9 bilhão. A seguradora Geico registrou prêmios de US$ 7 bilhões no primeiro semestre, alta de 9%. A General Re teve faturamento estável em US$ 2,8 bilhões. Os prêmios da Berkshire Hathaway Reinsurance recuaram de US$ 4,2 bilhões para US$ 3,6 bilhões no mesmo período. A Berkshire voltada para seguros apurou prêmios de US$ 816 milhões.
A Hannover Re divulgou lucro líquido de 310,6 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, 28% abaixo do valor apurado em mesmo período do ano anterior, porém que confirma a previsão de lucro de 600 milhões de euros para 2010, informou Ulrich Wallin, CEO do grupo, em comunicado distribuído hoje pela manhã. O retorno sobre o patrimônio ficou em 15,6%. O faturamento avançou 7,9% no primeiro semestre, para 5,7 bilhões de euros. O índice combinado ficou em 99,5%, o que foi considerado como um bom indicador diante das perdas ocorridas neste ano, como terremoto no Chile, Haiti, explosão da plataforma no Golfo do México e enchentes na Europa.
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