Liberty, a seguradora oficial da Copa 2014!!!!

Ser especialista em um setor tem as suas vantagens. Você acaba tendo a exata noção do que uma notícia representa para uma empresa, para um executivo e para o setor. Estou tão feliz pela Liberty ser a seguradora oficial da Copa. Primeiro porque é um fato inédito para a indústria de seguros no Brasil. Na história da Copa também. Teve apenas uma seguradora alemã de 1970 até hoje que apoiou o mundial na categoria nacional. Considerando-se o mercado financeiro, apenas bancos e administradoras de cartões de crédito tinham cacife e coragem de apoiar um evento desta magnitude. Agora temos uma seguradora.

Segundo porque ela só chegou a essa notícia por ter feito muita coisa nos últimos anos, como modernizar produtos, economizar custos para ofertar preços acessíveis e aportes de capital para estar solvente e assim poder avançar. Além contribuir para divulgar o setor, essa iniciativa é excelente para uma das maiores seguradoras dos EUA construir a sua imagem com algo que é a paixão do brasileiro. Ajudará também a divulgar este novo Brasil, hoje muito mais do que o país do futebol para o mundo.

“O Brasil é a bola da vez. Todos olham para o Brasil. E nos estamos aqui faz tempo. Entramos na época do Fernando Henrique, construímos a empresa na gestão Lula e agora estamos pronto para aproveitar todas as oportunidades e crescer junto com este país que ainda tem tanto a conquistar”, diz visivelmente emocionado Luis Maurette, presidente da Liberty Seguros.

Ele passou o dia inteiro ontem numa feliz jornada de luzes, câmera e ação, para contar a vários públicos, em três idiomas (português, inglês e espanhol), o grande desafio de apoiar a FIFA na preparação do maior evento esportivo do mundo. Sorte contar com uma equipe de peso para comandar todo o trabalho que esta iniciativa vai gerar. Sorte também dessa equipe que tem a chance de trabalhar num projeto desse. E sorte de quem for contratado, pois será preciso reforçar o time para sustentar o crescimento.

O apoio a Copa 2014 traz também uma grande vantagem num momento de pleno apagão de profissionais no setor em razão do veloz crescimento da indústria de seguros. “Com certeza nos ajudará a reter e atrair talentos, pois os profissionais hoje buscam mais do que bons salários, benefícios e a oportunidade de trabalhar em outros países oferecidas pela companhia. Eles querem projetos que emocionem e que realmente sejam importantes para todos”, comenta Luis.

Desejo tudo de bom e poucas matérias no sentido do uso do seguro. Torço para que tudo corra bem com os preparativos da Copa e que os especialistas da Liberty possam ajudar os organizadores a construir um evento seguro sugerindo gerenciamento de riscos e apólices que protejam a todos caso um infortúnio ocorra. Enfim, o que todos desejam é uma Copa sem acidentes e com muita infraestrutura para dar vazão a tantas emoções que um mundial desse traz para um país. A matéria completa desta entrevista você poderá ler na próxima edição da Revista Apólice.

Antonio Cassio é CEO de seguros da AL na Zurich

Antonio Cassio dos Santos, que depois de 11 anos no comando da Mapfre Brasil, assume em maio o cargo de CEO de seguros gerais da América Latina da Zurich Financial Services, segundo comunicado divulgado ontem na sede do grupo na Suíça.

Cássio continuará, de certa forma, utilizando o jogo de cintura que aprendeu na Mapfre nos últimos anos para lidar com os espanhois do Santander, agora sócio da Zurich na holding de seguros anunciada recentemente e que ficará sediada em Madri, Espanha.

O grupo tem apostado fortemente no Brasi nos últimos dois anos. Reestruturou toda a area de seguros gerais e criou a área de vida após ter comprado a Minas Brasil do banco Mercantil, com a contratação de uma ampla equipe. Santos sucederá Peter Rebrin, que assumiu o comando do Bank Distribution LatAm General Insurance. Cassio ficará sediado em São Paulo e responderá para o CEO de Seguros Gerais do grupo, Mario Greco.

Idealizando o sonho seguro

Pessoal, vou ficar fora uns dias. Mas gostaria de manter contato com vocês. Toda vez que vierem aqui buscar uma informação, o que já se tornou um hábito, vamos criar um outro hábito. O de praticar algo bom para vocês e, consequentemente, para todos aqueles que convivem com vocês. E assim sucessivamente. Assim quando eu voltar terei fontes mais felizes!!!

Então quando vierem aqui lembre-se de fazer um elogio como sugere o psicólogo Arthur Nogueira, de ter uma atitude gentil no trânsito como promove a Porto Seguro, de criar produtos com responsabilidade social como prega a Liberty, de buscar um canteiro ou uma praça para adotar como a HDI, de descobrir um dom como os irmãos Dabus encontraram na música instrumental, de dar um conselho como a cozinheira aposentada da campanha da Allianz ou de estimular alguém a praticar esporte e saúde, como a Bradesco.

Volto no início de maio e espero ter muitas notícias que ajudem todos a idealizar um Sonho Seguro. Ou não. Bem, mente aberta para escolher o melhor.

Até mais!!!

Denise

TERAPIA DO ELOGIO
Arthur Nogueira (Psicólogo)

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram. A ausência de elogio está cada vez menos presente nas famílias. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto. Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos. Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Pense nisso!

Famílias poupam mais, segundo Fenaprevi

Se por um lado as famílias se endividam mesmo com o aumento do IOF promovido pelo governo para conter o avanço do crédito e consequentemente do consumo, do outro temos indivíduos poupando. Pelo menos é isso que mostram os números divulgados hoje pela Fenaprevi, entidade que reúne 64 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no país.

Segundo a pesquisa realizada mensalmente, os planos de previdência arrecadaram R$ 7,6 bilhões no primeiro bimestre deste ano, o que representou um crescimento de 25,16% na comparação com o mesmo período de 2010. Cinco pontos percentuais a mais do que a evolução do crédito concedido pelos bancos no mesmo período. A carteira do setor totalizou R$ 229,1 bilhões. “Começamos o ano em ritmo forte. O crescimento da massa salarial e o aumento da renda familiar estão contribuindo para o investimento em formação de poupança de longo prazo”, avalia Marco Antonio Rossi, presidente da Fenaprevi, em nota divulgada.

O VGBL acumulou R$ 6,1 bilhões, com alta de 27,62%. O PGBL, por sua vez, apresentou alta de 28,68% arrecadando R$ 1 bilhão frente aos R$ 788,9 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. Os planos tradicionais apresentaram queda de 2,14% no período com arrecadação de R$ 522,3 milhões, em relação aos R$ 533,7 milhões de 2010.

Os planos individuais cresceram 27,04% e acumularam R$ 6,4 bilhões no primeiro bimestre deste ano em relação ao acumulado de 2010. Os planos empresariais tiveram alta de 14,51% e aportes de R$ 976,4 milhões. Os planos para menores arrecadaram R$ 256,3 milhões, alta de 22,95%, informa a Fenaprevi.

A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação em fevereiro de 2011, com 27,71% do total arrecadado, BrasilPrev (27,05%), Itaú Vida e Previdência (23,71%), Caixa Vida & Previdência (6,39%), Santander Seguros (4,66%), HSBC Vida e Prev (4,04%), Sul América (0,91%), Safra Vida e Prev. (0,90%), Icatu Seguros (0,88%), Metropolitan Life Seg. Prev. (0,73%). As demais seguradoras somam, no total, 3,03% da arrecadação.

Correção: Antonio Cássio deixa a Mapfre

Roberto Barroso, CEO da BB&Mapfre para as operações de vida e rural, me ligou agora para corrigir uma informação errada que publiquei na pressa. Segundo ele, na estrutura de governança estabelecida pelos dois acionistas, Mapfre e Banco do Brasil, haverá um CEO para seguros e danos, cargo até hoje ocupado por Antonio Cássio dos Santos, e outro de CEO para vida e rural. Ou seja, haverá um substituto para o cargo deixado por Santos, que será anunciado provavelmente nesta semana após reuniões realizadas entre os acionistas.

“A minha opinião é de que será escolhido alguém do próprio grupo Mapfre. Uma solução caseira”, disse Barroso. Não querendo pecar novamente pela pressa, vou me abster de dizer quem eu imagino que seja e aguardarei a divulgação oficial.

Segue a nota anterior corrigida:

Antonio Cassio dos Santos deixa a presidência do grupo Mapfre. Como estou sem chances de fazer uma apuração agora para levar ao leitor algo diferente e mais informativo, segue o comunicado oficial. Mas prometo fazer algo diferenciado em breve. A mudança mostra como a indústria de seguros está em polvorosa. Marcos Lisboa assume como CEO da Itaú Seguros, o lugar de Zeca Rudge, que passou a acumular outras funções no Itaú Unibanco. Marcos Couto deixou a presidência da ACE e aguarda o anúncio do sucessor, assim como a MetLife perdeu José Loureiro e a Zurich deixou Pedro Purm ir embora. Também tivemos a troca de comando na UBF, com Filippe Bonetti substituindo Luiz Foz. No IRB também houve troca recente, com a saída de Eduardo Nakao por Leonardo Paixão.

Sem contar nos outros boatos que correm por ai. Que pena, mas vou ficar fora até o fim do mês e praticamente não colocarei mais nada no blog…Que dor no coração, pois realmente adoro descobrir informações para manter meus leitores informados…

Comunicado:

O Grupo MAPFRE no Brasil informa que, por razões de ordem particular, o seu Presidente do Conselho de Administração e Presidente da Diretoria, Sr. Antonio Cássio dos Santos, está se desligando de suas funções e cargos nesta data.

A MAPFRE agradece o trabalho desenvolvido por Cássio enquanto à frente das empresas MAPFRE no Brasil, com indiscutível contribuição para o sucesso do grupo no país, graças à dedicação, profissionalismo e competência que marcaram a sua gestão. Ao mesmo tempo, reafirma seu compromisso de contínuo e crescente desenvolvimento de suas atividades no Brasil, reforçado com parceria junto ao BANCO DO BRASIL, que formou um dos maiores grupos seguradores do país e da América Latina.

Durante o período da gestão de Antonio Cássio, a MAPFRE passou a figurar entre os três maiores grupos seguradores do País e foi reconhecida como a melhor seguradora para se trabalhar – segundo o “Great Place to Work” -, além de ter se consolidado numa empresa formada por pessoas com espírito colaborativo e práticas sócio-ambientais. É por isso que Antonio Cássio oferece aos mais de 4 mil colaboradores todos os reconhecimentos recebidos e os que venham a receber pela sua gestão.

Nos próximos dias, após a aprovação nos órgãos de governança da MAPFRE, será divulgada a nova estrutura de comando.

Antonio Cássio deixa comando da Mapfre

Antonio Cassio dos Santos deixa a presidência do grupo Mapfre. Como estou sem chances de fazer uma apuração agora para levar ao leitor algo diferente e mais informativo, segue o comunicado oficial. Mas prometo fazer algo diferenciado em breve. Ao que tudo indica, Roberto Barroso, que presidia a Aliança do Brasil antes da fusão da Mapfre com o BB, será o sucessor de Cássio.

A mudança mostra como a indústria de seguros está em polvorosa. Marcos Lisboa assume como CEO da Itaú Seguros, o lugar de Zeca Rudge, que passou a acumular outras funções no Itaú Unibanco. Marcos Couto deixou a presidência da ACE e aguarda o anúncio do sucessor, assim como a MetLife perdeu José Loureiro e a Zurich deixou Pedro Purm ir embora. Também tivemos a troca de comando na UBF, com Filippe Bonetti substituindo Luiz Foz. No IRB também houve troca recente, com a saída de Eduardo Nakao por Leonardo Paixão.

Sem contar nos outros boatos que correm por ai. Que pena, mas vou ficar fora até o fim do mês e praticamente não colocarei mais nada no blog…Que dor no coração, pois realmente adoro descobrir informações para manter meus leitores informados…

Comunicado:

O Grupo MAPFRE no Brasil informa que, por razões de ordem particular, o seu Presidente do Conselho de Administração e Presidente da Diretoria, Sr. Antonio Cássio dos Santos, está se desligando de suas funções e cargos nesta data.

A MAPFRE agradece o trabalho desenvolvido por Cássio enquanto à frente das empresas MAPFRE no Brasil, com indiscutível contribuição para o sucesso do grupo no país, graças à dedicação, profissionalismo e competência que marcaram a sua gestão. Ao mesmo tempo, reafirma seu compromisso de contínuo e crescente desenvolvimento de suas atividades no Brasil, reforçado com parceria junto ao BANCO DO BRASIL, que formou um dos maiores grupos seguradores do país e da América Latina.

Durante o período da gestão de Antonio Cássio, a MAPFRE passou a figurar entre os três maiores grupos seguradores do País e foi reconhecida como a melhor seguradora para se trabalhar – segundo o “Great Place to Work” -, além de ter se consolidado numa empresa formada por pessoas com espírito colaborativo e práticas sócio-ambientais. É por isso que Antonio Cássio oferece aos mais de 4 mil colaboradores todos os reconhecimentos recebidos e os que venham a receber pela sua gestão.

Nos próximos dias, após a aprovação nos órgãos de governança da MAPFRE, será divulgada a nova estrutura de comando.

Governo dá a largada para privatizar o IRB

A tão aguardada decisão do governo sobre a privatização do IRB Brasil Re, em pauta desde 1996, começou a sair do papel nesta sexta-feira. O Diário Oficial da União de hoje traz a autorização para a retomada da venda da parte do Tesouro no capital do IRB, no qual detém 50% capital e a totalidade das ações ordinárias. Os 50% restantes, formado pelas ações preferenciais, estão diluídos entre várias seguradoras do mercado, sendo Bradesco e Itaú Unibanco as principais, com quase 35%.

A publicação prevê a abertura do capital do IRB-Brasil Re no prazo de 5 anos a contar da desestatização, segundo o Conselho Nacional de Desestatização (CND). O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já vinha fazendo estudos para apurar o valor do IRB para que o Banco do Brasil comprasse a parte do Tesouro, vai comandar o processo. Pela medida publicada hoje, o banco realizará licitação para selecionar e contratar serviços de avaliação econômico-financeira e patrimonial, de assessoria jurídica e de auditoria do processo de desestatização.

Há dez anos havia muitos interessados em comprar o IRB. As maiores resseguradoras do mundo, como Munich Re, Swiss Re e Mapfre Re chegaram a fazer minuciosa. No entanto, o tempo foi passando, o mercado se abriu, o conhecimento dos negócios foi sendo adquirido pelas empresas que se instalaram aqui — em três anos de abertura mais de 90 resseguradoras foram autorizadas pela Susep para operar no mercado local– e a falta de técnicos começou a ser equacionada com o treinamento de profissionais no Brasil e no exterior.

Nesses três anos de abertura, o IRB tentou resolver seus problemas de passivos, mas ainda tem quase 500 funcionários, que tornam o alto custo administrativo um pedágio elevado para um possível investidor acostumado a ver apenas um dígito na coluna de despesas administrativas. Mas nunca se sabe quais as vantagens que o governo poderá oferecer para atrair interessados. Afinal, o IRB é hoje o maior ressegurador da América Latina. Este será um episódio interessante de acompanhar. Uma frase interessante de envolvidos no processo é que há tantos pepinos e abacaxis envolvendo o tema que no final vai acabar tudo em rural.

UBF Seguros, repaginada, disputa grandes riscos

A Swiss Re começou hoje a sua campanha para associar a imagem do grupo como um forte player em seguro, após a consolidação da compra da UBF Seguros no ano passado, na qual detém 80% do controle e o International Finance Corporation (IFC), um membro do Grupo Banco Mundial, os outros 20% restantes.

Em resseguro, a segunda maior resseguradora do mundo já tem uma imagem totalmente estabelecida no Brasil, por estar presente com escritório de representação há quase 15 anos. Uma das favoritas a comprar o IRB Brasil Re, quando se cogitou a privatização do ressegurador na década de 90, a Swiss Re optou por estabelecer-se como ressegurador admitido no Brasil em 2008, quando o mercado de resseguros foi flexibilizado. Com as recentes mudanças no resseguro, que passaram a vigorar no início deste mês, a expectativa dos concorrentes agora é saber se a resseguradora suíça passará a ser uma resseguradora local, com investimento mínimo de R$ 60 milhões em capital.

Independentemente do cenário de resseguro, a Swiss Re anunciou hoje que a UBF é o mais novo membro da Swiss Re Corporate Solutions, a unidade de seguros comerciais da empresa com sede em Zurique. A UBF Seguros, com sede em São Paulo, é líder em garantias e seguros agrícolas no Brasil. 
”É um grande prazer concretizar esta transação”, comentou Agostino Galvagni, CEO da Swiss Re Corporate Solutions, em nota distribuída à imprensa. “Em parceria com o IFC vamos desenvolver uma proposta de valor atraente, para atender o Brasil, um mercado de importância estratégica para nós.”

O mesmo tom de otimismo veio de 
Loy Pires, gerente do IFC para o Brasil. “Ao facilitar a expansão do mercado de garantias, esperamos ajudar a aliviar os gargalos de infraestrutura no Brasil, o que apoiará os produtores agrícolas, colaborando assim para aumentar a renda nas regiões rurais de todo o país.”

Filipe Bonetti será o CEO da UBF a partir de 15 de setembro de 2011, no lugar de Luiz Foz, que comporá o Conselho de Administração da UBF, presidido por Iván González, Head of Swiss Re Corporate Solutions Latin America, será nomeado Presidente do Conselho de Administração e será relocado de Nova Iorque para São Paulo. “Foz foi um pioneiro no desenvolvimento dos mercados de garantias e seguros agrícolas no Brasil, e esperamos que continue envolvido no desenvolvimento da UBF Seguros”, acrescentou Galvagni.

Qual o seu conselho?

matéria extraída do blog Seguro SA, do portal da revista Voce SA

Qual o seu conselho? Este é o mote da campanha que a seguradora Allianz veicula a partir deste fim de semana em várias mídias. desde as tradicionais como revistas especializadas e rádio até as teve regionais de várias cidades eleitas como alvo pelo grupo. Segundo Ariane Landim, superintendente de marca e de ações de relacionamento, a rede internacional de conselhos visa a aproximação com as pessoas, ao convocar todos a compartilhar experiências. “São pessoas falando de acontecimentos da sua própria vida, o que torna a campanha algo muito próximo da sociedade”, diz.

A campanha faz parte de uma estratégia mundial da Allianz, a maior seguradora da Europa. No site é possível colocar posts e selecionar os que quer ver por assunto, pessoas ou países. No Brasil, os conselhos são bem característicos da cultura brasileira, afetivos, engraçados e sempre de bem com a vida. Mesmo aqueles que sofreram alguma perda contam a experiência em tom de divertido e deixam no site uma boa dica de segurança.

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Inicialmente são 170 conselhos que podem ser vistos no site www.allianz.com.br/umconselho. Eles vieram dos colaboradores da seguradora e dos corretores, principal canal de vendas do grupo no Brasil. Mas todo mundo pode deixar no site um conselho, que em até 24 horas é aprovado pela equipe que comanda a campanha publicitária, onde tornar a marca Allianz mais conhecida no Brasil também é um dos objetivos prioritários. “Queremos aproximar as pessoas e interagir com a sociedade, ao mesmo tempo em que buscamos mostrar que a Allianz tem 75 milhões de clientes em mais de 70 países e emprega 153 mil funcionários”.

A nova campanha substitui o Duble, personagem que falava sobre os riscos do dia a dia para as pessoas, usando muitas vezes personagens fictícios. Agora a campanha busca a simplicidade, dando a voz aos corretores, clientes e colaboradores, que entendem mais de riscos do que personagens fictícios. Veja abaixo um dos conselhos dado. Para ver outros e também deixar o seu basta acessar o site www.allianz.com.br/umconselho

Japão: indenizações podem atingir até US$ 45 bi

matéria extraída do site da CNSeg (www.viverseguro.org.br)

US$ 45 bilhões. Essa é a mais recente estimativa de indenizações por perdas causadas pelo terremoto seguido de tsunami no Japão, no último dia 11. Apesar disso, de acordo com estudo da corretora de resseguros Tower Watson, o desastre não terá um efeito devastador no capital da indústria de seguros mundial. De acordo com a consultoria, as perdas econômicas chegam a US$ 300 bilhões e as indenizações a serem pagas pelas seguradoras flutuam em uma faixa entre US$ 20 bilhões e US$ 45 bilhões. A tragédia, com o terremoto de magnitude nove, o quinto maior já registrado em todo o mundo, contabiliza mais de 26 mil pessoas mortas e desaparecidas.

A diferença entre as perdas econômicas e as perdas seguradas está na estratégia do governo japonês e das seguradoras japonesas em assumir a maior parte do risco de terremoto no País, uma vez que as seguradoras estrangeiras cobram um preço elevado por estar o Japão localizado sobre a região conhecida como Círculo do Anel de Fogo do Pacífico, com cerca de sete mil tremores ao ano de pequena magnitude. Em relação as perdas pela exposição nuclear, a indústria de seguros mundial não sofrerá qualquer abalo por estar o risco limitado ao pool de seguradoras do governo japonês.

William Eyre, diretor da Towers Watson, acredita que o evento do Japão difere da catástrofe provocada pelo furacão Katrina, em 2005, quando as agências de classificação de riscos emitiram um sem-número de rebaixamento de rating. Na época, praticamente 45% das perdas econômicas estavam seguradas e uma significativa fatia havia sido pulverizada no mercado internacional de resseguros. Segundo a análise da corretora, caso não ocorra outro evento de grandes proporções, o capital das companhias permanece sólido, diante de bons ganhos registrados em 2009 e 2010. A corretora também afirma que, das perdas seguradoras no Japão, menos de US$ 15 bilhões envolvem contratos de resseguros, concentrando as perdas nas seguradoras japonesas.

Logo após o Katrina, com perdas seguradas de US$ 72 bilhões, os preços de resseguro para catástrofes registram alta entre 50% e 100%, por ter sido a perda agravada por outros furacões, Rita e Wilma. Isso fez com que várias empresas saíssem do mercado, o que reduziu a oferta de capacidade e, consequentemente, aumentou o preço do seguro num momento de forte demanda das empresas preocupadas em proteger o patrimônio da fúria da natureza.

No caso do Japão, boa parte da perda não está ressegurada no mercado internacional. Tanto que, para muitos resseguradores, o valor a ser pago pelos terremotos na Nova Zelândia deverá ser maior do que o desembolso no Japão. Em razão disso, a Towers Watson projeta aumento entre 20% a 50% para os programas japoneses. Já as renovações de seguros na Austrália e Nova Zelândia, geralmente realizadas em julho, deverão sofrer aumento de taxas significativos.

O estudo não fala no Brasil. Mas a expectativa é de que as resseguradoras deverão correr para países com baixa exposição de catástrofes para recuperar a rentabilidade perdida neste ano. O Brasil é um dos alvos favoritos por ter de preparar o pais para sediar a Copa em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Eventos com data certa para ser realizado e com poucas chances de não serem realizados. No entanto, o atraso das obras faz com