Marcus Vinicius deixa Zurich; Antonio Cassio dos Santos acumulará funções

Fiquei supresa ao ler no CQCS essa notícia. E como sempre, Antonio Cassio dos Santos trabalhando demais.

Segue a íntegra

A Zurich Seguros, informa que, por uma decisão pessoal, o CEO de Auto e Seguros Gerais da Zurich no Brasil, Marcus Vinicius, deixou a empresa para se dedicar a outros projetos profissionais. Antonio Cássio, CEO de Seguros Gerais da Zurich para a América Latina acumulará, temporariamente, a posição de CEO de Seguros Gerais no Brasil de forma a dar continuidade à estratégia de crescimento sustentável e de conquista cada vez mais significativa do mercado com foco em seguros corporativos e de automóvel, além de microsseguros e seguros massificados, tendo como principal canal de distribuição a rede de Corretores, especialmente através das Filiais e ZACs, além das plataformas e parcerias.

A Zurich Seguros trabalha para ser, dentro dos próximos 10 anos, uma das 5 maiores seguradoras do Brasil nos seguros de patrimônio (automóvel, residência, garantia, acidentes pessoais, etc) e Responsabilidade Civil.

CNseg estimula sustentabilidade na agenda do mercado segurador

Agenda

Divulgação

O mercado brasileiro de seguros vai aderir aos Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros, uma iniciativa do Programa das Nações Unidades para o Meio Ambiente. A adesão será celebrada na Rio+20, conferência que será realizada de 20 a 22 de junho no Rio de Janeiro, e representará um compromisso público de longo prazo do setor de seguros com o desenvolvimento sustentável. “A iniciativa das Nações Unidas de estabelecer princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros está alinhada com o que o mercado segurador brasileiro tem defendido ao longo dos anos e, por isso, fortalecerá a cultura e a disseminação deste conceito no mercado nacional”, diz Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras).

Os quatro princípios são o resultado de um processo consultivo realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em parceria com o setor mundial de seguros nos últimos dois anos e serão apresentados às seguradoras brasileiras pela CNseg ao longo de 2012. A primeira apresentação será no dia 7 de fevereiro, em São Paulo, durante o I Workshop Inovação e Oportunidades em Sustentabilidade.

“A tendência mundial de valorização das empresas socialmente responsáveis e sustentáveis já está consolidada. No Brasil, muitas empresas do setor de seguros já abriram área específica para o estudo de ações para uma economia sustentável”, observa Solange Beatriz. O desafio da CNseg é tornar essas práticas de excelência conhecidas, para que possam permear de uma forma pragmática toda a cadeia do mercado segurador, influenciando no comportamento dos clientes – pessoas físicas ou jurídicas -, de investidores, da sociedade, de reguladores e do governo

No workshop, a CNseg também apresentará os resultados de uma pesquisa realizada com 28 seguradoras sobre práticas sustentáveis e lançará um questionário com indicadores de ações sociais, meio ambiente, governança corporativa e transparência. “A proposta é identificar o nível de adesão das seguradoras a esses indicadores”, explica a diretora-executiva da CNseg. O evento contará com a participação de diversos executivos do setor de seguros que atuam na área de sustentabilidade e o objetivo é discutir como aplicar critérios socioambientais na gestão de riscos e o papel do mercado.

Princípios para o Desenvolvimento Sustentável de Seguros

1. Considerar sistematicamente as questões ambientais, sociais e de governança no negócio, princípios, estratégias e operações.
2. Aumentar a consciência da indústria de seguros sobre questões ambientais, sociais e de governança, reduzir o risco e encontrar soluções.
3. Trabalhar em conjunto com a sociedade para reforçar nossa eficiência na implementação dos Princípios.
4. Ser transparente ao comunicar as nossas atividades e progressos na implementação dos Princípios.

SERVIÇO:
I Workshop Inovação e Oportunidades em Sustentabilidade
Dia: 07 de fevereiro de 2012
Hora: 8h30 às 14h30
Local: Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Av. São João, 313 – 6º andar – SP)

Grupo Informe
Tayná Xavier – 2173-0057 tayna.xavier@grupoinforme.com.br
Eduardo Nunes – 2173-0056 eduardo.nunes@grupoinforme.com.br
Gloria Santos – 2173-0053 gloria.santos@grupoinforme.com.br

BB Mapfre intensifica atendimento no seguro rural

A BB Mapfre já contabilizou, nos últimos 30 dias, 2.200 sinistros na carteira de seguro rural atendidos pela Central de Atendimento, com o agravamento da seca. A maioria vem de cidades dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, regiões de grande concentração de contratações.Segundo comunicado do grupo, mais de 150 peritos, auditores e analistas estão em campo, distribuídos nas regiões sinistradas ou de alta concentração de riscos.

Na Central de Atendimento, a equipe encarregada de receber ligações exclusivamente dos produtores rurais foi ampliada para proporcionar um melhor atendimento. As perícias técnicas preliminares também foram priorizadas: estão sendo realizadas em até 7 dias após o aviso à Central de Atendimento. Uma equipe de 50 pessoas atua no BackOffice, na matriz do grupo, em São Paulo, para agilizar a análise dos processos. Como as lavouras estão em diferentes estágios de desenvolvimento e a seca afetou com intensidade distinta cada região, ainda não é possível precisar o montante total das indenizações.

“Fizemos o levantamento histórico de ocorrência de sinistros da Safra de Verão 2008/2009, uma das piores já registradas, para balizar nossas ações”, explica Luis Carlos Guedes Pinto, diretor-geral de Operações Rurais do Grupo BBMAPFRE. Naquela ocasião mais de 4 mil avisos de sinistros foram registrados pela Central de Atendimento do Grupo Segurador. Apesar de menos intenso, o cenário atual tem como coincidência as influências do La Niña. As culturas de milho e soja são as mais afetadas e representam mais de 90% da produção da Região Sul.

Para facilitar a vida do segurado, o grupo divulgou as seguintes orientações:

· Após a comunicação de perdas à seguradora, é agendada a vistoria por um engenheiro agrônomo credenciado. Normalmente são realizadas duas vistorias: uma logo após a comunicação de perdas e outra no período da colheita.

· O Segurado ou seu representante legal assina os Laudos de Inspeção de Danos (Preliminar e Final). Caso discorde das conclusões do documento, deverá declarar no próprio laudo suas razões para a discordância.

· O produtor deverá apresentar as Notas Fiscais dos insumos utilizados na área segurada. Essas notas deverão estar em nome do segurado e da propriedade.

· O Segurado deverá comunicar a data do início da colheita com antecedência de 15 (quinze) dias para permitir o agendamento da vistorias pelos peritos.

· O produtor não deve iniciar a colheita sem a autorização do perito (engenheiro agrônomo indicado pela seguradora).

· Os contatos com o Grupo Banco do Brasil e Mapfre devem ser feitos pelos telefones: 0800 729 7000 (Banco do Brasil) e 0800 775 1000 (Mapfre).

Anac flexibiliza regra e aumenta concorrência entre seguradoras e resseguradoras

Finalmente o governo soube recuar de uma medida que inibia a concorrência entre as seguradoras e resseguradoras que atuam no seguro garantia. Principalmente porque prejudicava, também, o IRB Brasil Re, controlado pelo Tesouro Nacional, ao permitir apenas seguradoras que tenham rating de participar do leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília, previsto para 6 de fevereiro, na sede da BM&F Bovespa, em São Paulo.

Depois de um pedido das seguradoras, por intermédio da CNseg, a confederação das seguradoras, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu flexibilizar as exigências relativas à contratação de seguro garantia. Por meio do comunicado relevante nº 7, a agência retificou o texto “a contratação do seguro garantia deverá ser feita com seguradora e resseguradora de primeira linha, assim entendidas aquelas cuja classificação de risco esteja compreendida na categoria ‘grau de investimento’ em, pelo menos, uma das seguintes agências: Fitch, Standard & Poor’s ou Moody’s” para “com seguradora e resseguradora autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), entidade vinculada ao Ministério da Fazenda”. Agora todas podem participar. Antes, apenas JMalucelli Re e Munich Re, entre as resseguradoras, e ACE, Chubb, Itaú e J.Malucelli como seguradoras.

Agora só falta voltar atrás na regra do resseguro!

Talanx assumirá o grupo segurador polonês Warta

O grupo alemão Talanx, presente no Brasil através da HDI Seguros, está comprando por 770 milhões de euros a totalidade das ações da companhia de seguros polonesa Tuir Warta SA, pertencente ao grupo belga KBC. A transação, ainda sujeita à aprovação das autoridades regulamentadoras, deverá estar concluída no segundo semestre deste ano. Após a conclusão do negócio, a Talanx International AG terá direito a 70% das ações da Warta Talanx International AG – empresa resultante da aquisição. Os outros 30% caberão à Meiji Yasuda, parceira japonesa da Talanx.

Segundo nota do grupo, em 2010 o Grupo Warta registrou prêmio bruto de aproximadamente 1 bilhão de euros, dos quais 560 milhões de euros provêm de seguros de vida e outros 433 milhões vêm dos ramos elementares (não vida). Além da forte atuação em seguros de vida, a empresa é uma das principais seguradoras polonesas no ramo industrial — em que se destacam os segmentos naval e de aviação. O grupo Warta possui em carteira 1,5 milhão de segurados.

Atualmente, o grupo Talanx está presente na Polônia por meio de duas empresas nos ramos de automóvel, responsabilidade civil geral, property e vida: a HDI Asekuracja TU SA e a HDI-Gerling Zycie TU SA. A aquisição da Warta fará da Talanx, a partir do segundo semestre de 2012, o segundo maior grupo segurador do mercado polonês e reforçará ainda mais sua estratégia de ampliar sua carteira internacional. A Europa e a América Latina são hoje os principais mercados alvos da Talanx.

“Com a aquisição da Warta, estamos dando um passo decisivo rumo à nossa meta de crescimento estratégico”, afirmou Torsten Leue, membro do Conselho da Talanx AG e diretor Executivo do Conselho de Administração da Talanx International AG.

JMalucelli se prepara para atuar em ramos elementares

A J.Malucelli está perto de iniciar suas operações em ramos elementares. Até então, a seguradora opera apenas em seguro garantia e de crédito. A expectativa para ampliar a atuação em ramos elementares é grande. Segundo João Gilberto Possiede (foto), presidente da seguradora, a festa de inauguração está prevista para o dia 27 de fevereiro. Até lá, acredita-se que todas as autorizações da Superintendência de Seguros Privados (Susep) tenham sido homologadas. Nesta semana, a Susep homologou a alteração do controle acionário indireto e da ingerência efetiva nos negócios da J. Malucelli Seguradora S.A, da J. Malucelli Resseguradora S.A., e da J. Malucelli Seguradora de Crédito, todas com sede na cidade de Curitiba, no Paraná, que agora passam a ser exercidos de forma compartilhada pelo Paraná Banco S.A., e pelo The Travelers Companies, INC., dos Estados Unidos, por meio da também americana Travelers Brazil Acquisition LLC. A portaria está publicada no Diário Oficial da União.

SP ganha mais 8 mil bikes com o World Bike Tour 2012

Cada dia que passa, mais gente tem aderido ao hábito de pedalar em São Paulo. Este foi o terceiro ano que a Bradesco Seguros patrocinou o World Bike Tour São Paulo. Imagina quanta gente a seguradora já ajudou a melhorar de vida com a prática do esporte. Eu e minha família somos um exemplo. Com a inscrição do primeiro evento ganhamos a bike, que passou a fazer parte da nossa rotina. Todo domingo vamos praticar saúde e nos divertir na Ciclo Faixa, circuito também apoiado pela Bradesco Seguros. E cada domingo parece ter mais gente. Gente feliz, criando hábitos saudáveis.

Hoje, mais 8 mil pessoas ganharam uma magrela para pedalar no 458º aniversário da capital paulista. O passeio ciclístico teve 9km de percurso, com a largada na Ponte Otávio Frias (Ponte Estaiada) e a chegada na Universidade de São Paulo (USP). “O World Bike Tour já se tornou tradição no aniversário de São Paulo. Segundo executivos do Bradesco Seguros, o evento está alinhado às ações nas quais o grupo investe, como a prática do exercício físico, o incentivo à qualidade de vida, o bem-estar e à adoção de hábitos mais saudáveis, além da convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres”, explica Alexandre Nogueira, diretor de marketing do grupo Bradesco Seguros, em nota divulgada.

Todos puderam pedalar com tranquilidade nesta quarta-feira de sol. Havia água a vontade, segurança, boa organização e dez mecânicos do serviço SOS Bike estiveram espalhados no percurso do Bike Tour, ajudando os ciclistas que tiveram contratempos com suas bicicletas.
Após o evento, quinze “Bikes Anjos” guiaram os participantes pedalando em comboios a pontos estratégicos de retorno, como a Ponte Estaiada, estações de Metrô e de Trem, e para vários bairros de São Paulo. Os “Bike Anjos” são ciclistas experientes que trabalham por uma cidade mais humana, onde todos possam pedalar nas ruas.

É isso ai. O Brasil no circuito dos grandes eventos internacionais. O World Bike Tour já passou pelas cidades de Lisboa e Porto, em Portugal, e Madri, na Espanha. Parabéns Bradesco!!! Tenha certeza de que mudou para melhor a vida de muita gente! Minha bike do ano passado está sendo doada para um jovem que quer trocar o ônibus pela bike para ir ao trabalho! Ou seja, gentileza gera gentileza e o bem se espalha de uma forma inimaginável.

MetLife dá dicas de planejamento financeiro para quem cuida de parentes idosos

O MetLife Mature Market Institute publicou algumas dicas de planejamento financeiro para quem cuida de familiares. São dicas para ajudar a população que perde uma considerável quantia em dinheiro quando se afasta do emprego para cuidar de parentes idosos. Segundo informa a seguradora em comunicado, o estudo recente descobriu que 10 milhões de pessoas que cuidam de pais ou parentes idosos e que estão empregados nos Estados Unidos perdem cerca de três trilhões de dólares em salários, aposentadoria e benefícios durante a sua vida se saírem do emprego prematuramente; a média da perda é de US$ 304 mil por pessoa.

“Essas dicas foram desenvolvidas para apresentar pequenas soluções para muitas pessoas dedicadas que não só fazem sacrifícios físicos e emocionais, mas também sacrifícios financeiros por seus pais”, comenta Sandra Timmermann, doutora em Educação e diretora do MetLife Mature Market Institute, no release. “Existem ações que as pessoas podem fazer para minimizar os custos ocultos do cuidado, e existem programas que os empregadores podem instituir para apoiar seus funcionários”, completa.

Confira algumas dicas do MetLife Mature Market Institute:

Pense duas vezes antes de sair do seu emprego para cuidar da pessoa doente, uma vez que isso terá um impacto duradouro nas suas finanças e num futuro emprego – Além de perder seus rendimentos mensais, você também pode perder anos de serviço necessários para ter direito à aposentadoria, ou para receber uma pensão do governo.

Verifique com seu empregador quais são os benefícios oferecidos e como você poderia substituí-los caso precise sair do emprego – Seu empregador talvez possa oferecer algumas opções como horário flexível ou licença médica ou familiar – para que você possa continuar no emprego e ao mesmo tempo cuidar do seu parente.

Avalie o que você tem e as despesas para cuidar do paciente – Considere seus custos atuais para viagens, home care e qualquer outro item de sua responsabilidade. Some todos os custos extras atuais necessários ao cuidado do paciente e separe uma verba para essas despesas.

Procure benefícios públicos – Veja se existe algum serviço comunitário de baixo custo ou gratuito, ou mesmo organizações sem fins lucrativos que possam ajudar.

Calcule quanto custaria para manter seu ente querido em casa – Existem muitos recursos que permitem que uma pessoa idosa envelheça em casa, como serviços adicionais de entrega de refeições em domicílio, serviços de acompanhante e modificações na residência.

Considere contratar os serviços de um gestor de cuidados geriátricos – este gestor em geral é um assistente social ou enfermeiro que dá serviços de consultoria com avaliação, indicação e monitoramento de um plano de cuidados para idosos.

Cuidado com possíveis abusos financeiros – Pessoas idosas, principalmente aquelas que têm alguma deficiência física ou cognitiva, podem ser vulneráveis à exploração inescrupulosa que pode exaurir as economias da pessoa.

Converse com seu ente querido sobre questões legais, financeiras e médicas – Consulte a possibilidade de ter uma procuração por tempo determinado ou indeterminado e a execução de um testamento em vida.

Poupe um valor para suas próprias necessidades de aposentadoria – Pense em quanto você precisará para manter seu atual estilo de vida depois de se aposentar; os especialistas geralmente fixam esse valor em 80% da sua renda atual.

O estudo produzido em parceria com a National Alliance for Caregiving e o Center for Long Term Care Research and Policy da Faculdade de Medicina de Nova York, relata que o número de adultos que cuida de pessoas com mais de 50 anos triplicou desde 1994 e hoje chega a quase 10 milhões. O MetLife Mature Market Institute possui várias publicações para ajudar os familiares.

HDI Seguros renova patrocínio nos campeonatos gaúcho e matogrossense de futebol

As seguradoras estão com tudo em futebol para divulgar a marca. Nesta semana, a Mongeral Aegon mostrou interesse em patrocinar Palmeiras e dar o nome a estádios. Nesta sexta-feira, a HDI Seguros divulgou seu apoio ao futebol. A seguradora, de origem alemã, estará presente nos campos este ano quando a bola rolar nos campeonatos gaúcho e matogrossense de futebol. Fiel à sua tradição de apoiar o esporte, a seguradora renovou o patrocínio do Veranópolis Esporte Clube (RS) e fechou outro com o União Esporte Clube de Rondonópolis (MT).

Segundo nota do grupo, uma das mais jovens equipes que disputam o campeonato gaúcho, o Veranópolis, fundado em 1992, conta com o patrocínio da HDI Seguros pelo terceiro ano consecutivo. Pelo contrato, válido para o campeonato estadual, a marca da HDI Seguros estará estampada nas mangas dos uniformes oficial e de treino. A estreia do Veranópolis no Gauchão 2012 está marcada para o dia 22 de janeiro contra o Ulbra.

A HDI Seguros faz sua estreia no campeonato matogrossense ao patrocinar o União Esporte Clube de Rondonópolis. A marca da seguradora ficará exposta ao longo de 2012 nos uniformes oficiais e de treinamentos, bonés, faixas, banners e na área reservada à imprensa para entrevistas com jogadores e comissão técnica.

Fundado em 1973, o União é o clube de maior torcida em todo o estado de Mato Grosso. Seu nome deve-se ao fato de ter surgido da união de quatro times amadores de Rondonópolis: Santos, Paraibana, Comercial e Olaria. A primeira partida pelo campeonato deste ano está marcada para o dia 22 de janeiro contra o Cuiabá.

“O patrocínio de ambas as equipes visa reforçar nossa marca em dois importantes mercados: no Rio Grande do Sul, onde estamos entre as três maiores seguradoras no segmento de automóveis, e no Mato Grosso, onde estamos consolidando nossa presença”, destaca Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI Seguros.

Instabilidade global lidera ranking de riscos em 2012, diz Geneva Association

A instabilidade global é a primeira da lista entre as preocupações da indústria mundial de seguros, Segundo estudo divulgado ontem pela Geneva Association, que reúne os principais CEO do setor. Outros desafios dos executivos dize respeito sobre a gestão do risco de catástrofe natural e sobre a forma de lidar com o envelhecimento da população, ambos temas dependentes das ações governamentais. “Nenhum outro tópico tem preocupado os países do que a persistência da instabilidade financeira global”, afirmao secretário geral e diretor da entidade think thank Patrick M. Liedtke (foto).

Além da instabilidade causada pela renegociação das dívidas soberanas de grandes nações, os países têm de lidar com questões sobre os impactos dos prejuízos causados pelas mudanças climáticas e o reforço da regulamentação do mercado financeiro para evitar riscos sistêmicos. Segundo o estudo, a regulamentação financeira tem um impacto “profundo na forma de atuação dos mercados de capitais e sistemas financeiros, assim como a velocidade e os parâmetros de sua evolução. Só com uma compreensão profunda das questões técnicas, os reguladores conseguirão um efeito positivo com as reformas. O seguro é um negócio altamente complexo e não é facilmente comparável com qualquer outra atividade, apesar de compartilharem alguns elementos comuns.”

A indústria de seguros sofre com uma falta de compreensão das pessoas for a do setor sobre como funciona a engenharia financeira de uma companhia de seguros ou de resseguro. “Isso cria o risco de um mal-entendido de suas operações e aumenta a probabilidade de conseqüências negativas na atividade que visa proteger perdas de terceiros.”

2012 tem uma agenda importante sobre regulamentação, que pela primeira vez foi orquestrada através do G-20. “É vital, portanto, que quaisquer decisões tomadas respeitem plenamente o papel dos seguros como um facilitador da gestão dos riscos e de soluções de transferência de riscos, fatores prioritários para o equilíbrio das economias modernas”.

A Geneve Association também traz a discussão sobre as perdas recordes do setor com pagamento de indenizações consequentes de catástrofes naturais em 2011. Segundo o estudo, pouco se avançou na prevenção, ou seja, como lidar com as vulnerabilidades existentes e com os riscos a que os países estão expostos. Muitos deles precisaram tirar milhões em recursos destinado ao crescimento para socorrer vítimas de inundações, enchentes, terremotos ou furacões. “Em 2012, os governos devem fazer progressos na compreensão dos riscos do seu país também sobre a gestão de riscos que acabam expondo a população a situações catastróficas para que assim possam implementar medidas preventivas de mitigação de riscos”.

O outro ponto, a longevidade, também ganhou destaque no estudo da Geneva Association. Viver mais tempo é um fator positivo, mas é preciso pensar em como isso irá impactar financeiramente os países, ou seja, governo, empresas, famílias e indivíduos. As dúvidas sobre a capacidade financeira de estados endividados, com necessidade de cortes dos benefícios sociais para ajustar os orçamentos diante da crise financeira é um assunto importante para ser debatido em 2012.

Para finalizar, Liedtke conclamou a sociedade e os políticos para “agarrar o touro pelos cornos e enfrentar as inevitáveis implicações desses desafios. “Esta é uma grande oportunidade para todos. Em 2012, as seguradoras devem discutir o assunto e desenvolver um canal de comunicação com governos e sociedade, para colaborarem na construção de um setor sustentável”.

O estudo completo está no site da Geneva Association (www.http://www.genevaassociation.org)