Aon vai patrocinar rede de comércio eletrônico entre empresas (B2B) do Manchester United

Comunicado Oficial

A Aon e o Manchester United, o clube de futebol mais popular do mundo, anunciaram ontem um programa inovador, que aproveitará os elevados níveis de visibilidade desfrutados por ambas as organizações para uma rede de comércio eletrônico (B2B) de última geração, e para programas de envolvimento comunitário. Em 2014, a Aon planeja evoluir para a segunda fase de seu relacionamento com o Manchester United, tornando-se a patrocinadora oficial da Rede de Negócios do Manchester United e da Fundação Manchester United Foundation.

A Aon continuará sendo a Patrocinadora Principal da Camisa do Manchester United por mais duas temporadas. O principal objetivo da Aon, no tocante à sua parceria original na camisa do Manchester United, foi o de unir os seus mais de 60.000 colegas espalhados em 120 países ao redor do mundo. A Aon fez grandes progressos nesse objetivo, e ao mesmo tempo atingiu os seus objetivos de visibilidade de sua marca, com métricas que atualmente são equiparáveis às das grandes marcas globais.

“Uma coisa que a Aon e o Manchester United compreendem é a necessidade de usarem estratégias diferentes para atingirem objetivos diferentes – e ambos estão muito focados em atingir os objetivos,” disse David Gill, diretor-geral do Clube. “A Aon continua sendo tudo o que qualquer empresa pode desejar de um parceiro, com sólidos relacionamentos em todos os escalões de nossa empresa – e nós tencionamos construir relacionamentos similares com a Aon e seus futuros clientes ao longo de muitos anos.”

“A primeira de fase de nosso relacionamento, que prosseguirá durante o ano de 2014, está focada em unir a nossa empresa e os colegas que nela trabalham, e simultaneamente fortalecer a marca da Aon,” esclareceu o diretor-geral da Aon Plc, Greg Case. “Na segunda fase pretende-se dar continuidade a tal dinâmica, porém com maior foco em clientes e comunidades. Estamos muito entusiasmados com o desenvolvimento no longo prazo dessa nova dimensão de nossa parceria com o Manchester United.”

A Rede de Negócios do Manchester United consiste emuma organização em que os patrocinadores, executivos globais, e chefes de estado podem reunir-se para discutir questões importantes da economia, tais como: riscos globais, comércio transfronteiriço, redes de fornecimento, recursos energéticos, talentos, assistência médica, equipes de alto desempenho e diversidade – tudo no contexto de um interesse compartilhado no esporte global, e na equipe número um do mundo.

A Aon programou-se ainda para ser a patrocinadora principal da Manchester United Foundation, dar continuidade ao foco compartilhado de ajuda às comunidades em risco, e viabilizar possibilidades econômicas e humanas em todo o mundo. A Aon e o Manchester United já trabalharam em conjunto em iniciativas globais, e atraíram atenção para questões urgentes, que incluem:

“Pass it on” (Pass It On) – Um programa em que três bolas de futebol do Manchester United viajaram por oito meses, por seis continentes, com o intuito de envolver clientes, colegas e comunidades. As bolas foram utilizadas em eventos filantrópicos, em benefício da Fundação Man Utd Foundation, e instituições de caridade em todo o mundo.

“Encontrando um Meio Melhor” (Find a Better Way) – uma instituição de caridade fundada por Sir Bobby Charlton para o desenvolvimento de meios novos e mais eficientes para localização e remoção de milhões de minas terrestres, que causam sofrimento incalculável às comunidades em todo o mundo. A Aon orgulha-se de liderar em todo o mundo a iniciativa de angariação dos recursos necessários para financiamento do programa de pesquisa e desenvolvimento dessa instituição de caridade, e remoção de minas terrestres, educação preventiva, e assistência médica para auxiliar as pessoas afetadas.

Além disso, como parte do programa, a Aon aguarda ansiosamente a oportunidade de continuar o seu trabalho e promover as escolas de futebol do Manchester United, que se dedicam ao desenvolvimento de jovens apaixonados por esse esporte. A Aon também parabeniza a GM e a Chevy por sua decisão de serem as principais patrocinadoras da camisa do Manchester United, a partir do final da temporada de 2014.

Seguradoras mudam mix de investimentos para obter maior retorno

O Valor traz hoje uma interessante pesquisa realizada pelo Goldman Sachs Asset Management com diretores de investimento de 153 companhias seguradoras globais, que reúnem mais de US$ 3,8 trilhões em ativos sob gestão. Elas estão mais propensas a aumentar o risco de suas carteiras em busca de retorno, apesar do ambiente macroeconômico considerado desafiador. Entre as opções apontadas, destacam-se títulos corporativos de alto risco (os chamados “high yield”), papéis de bancos e mezanino – um instrumento híbrido de dívida e ações. Classes alternativas como ativos imobiliários, títulos de dívida de países emergentes e “private equity” também entraram no radar. A crise de dívida europeia foi apontada como um dos maiores riscos macroeconômicos para os portifólios de investimento por cerca de três quartos dos entrevistados. Para 45%, contudo, a turbulência na Europa é a maior preocupação. A volatilidade dos mercados de dívida e ações aparece como principal risco para 17%. E para 90% dos entrevistados, essas oscilações tendem a aumentar ou permanecer em níveis elevados.

FenSeg debate mudanças no seguro de responsabilidade civil hoje

Comunicado oficial

Com o objetivo de discutir as novas regras do Seguro de Responsabilidade Civil, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) realiza nesta quarta-feira, 1º de agosto, em São Paulo, das 9h às 12h30, seminário sobre a atualização das Condições Contratuais do Seguro de Responsabilidade Civil, estabelecida por circular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) no dia 14 de junho. A nova norma substitui a anterior, publicada há mais de 30 anos.

O evento contará com a presença do diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas, do diretor da Escola Nacional, Renato Campos, do diretor da Susep, Nelson Le Coqc, além de outros representantes do órgão e de integrantes das seguradoras Liberty, Chartis, e das resseguradoras IRB Brasil-Re, Swiss-Re e Fenaber/Transatlantic Re.

Segundo Renato Rodrigues, presidente da Comissão de Seguro de Responsabilidade Civil Geral da FenSeg, a medida atualizou as condições contratuais contemplando a legislação em vigor e a evolução do mercado. “A regra antiga contemplava 19 coberturas e o mercado atualmente opera com mais de 90 opções. A modernização será benéfica para as seguradoras, pois, ao se adequarem, poderão ofertar uma gama maior de coberturas”, afirmou.

A mudança, resultado de oito anos de análise e parceria da Federação com o órgão regulador, atualiza também o seguro ao novo Código Civil Brasileiro. Além disso, beneficia os segurados, uma vez que os produtos terão condições mais claras e padronizadas. As seguradoras que não quiserem comercializar o produto padrão poderão apresentar novas propostas à Susep até o fim do ano.

Para Renato Rodrigues, em um cenário de maior percepção de risco dos consumidores quanto às possibilidades de causar danos a terceiros, o seguro de responsabilidade civil encontra espaço para crescer. “Quanto mais se tem divulgação do produto e se cria maior conscientização em torno das perdas financeiras, temos melhor chance de disseminar a importância desse seguro”, explicou o também diretor da Liberty Seguros.

O seguro de responsabilidades garante proteção ao segurado contra reclamações para reparos de danos involuntários, materiais e/ou corporais, causados a terceiros. Segundo dados da Susep, a receita das seguradoras com a carteira em 2011 foi de R$ 925 milhões, 23,4% a mais do que em 2010, com R$ 750 mi. Nos cinco primeiros meses de 2012, o valor chegou a R$ 438 milhões, 18% a mais do que o mesmo período do ano passado (R$ 371 mi).

Serviço:

Evento: Seminário de Condições Contratuais do Seguro de Responsabilidade Civil

Data: 01/08/2012

Horário: 9h às 12h30m

Local: Hotel Braston – Rua Martins Fontes, 330 – São Paulo

SulAmérica registra alta nas vendas e queda no lucro

A SulAmérica divulgou hoje comunicado sobre o resultado do segundo trimestre e acumulado do ano até junho. O faturamento cresceu 13,9% no segundo trimestre, para R$ 2,6 bilhões. Já o lucro líquido do segundo trimestre de 2012 foi de R$ 3,6 milhões, apresentando redução de 86,8% em relação ao mesmo período de 2011.

Veja abaixo o comunicado oficial

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) encerrou o primeiro semestre de 2012 com R$ 5,1 bilhões de receita em prêmios, o que representa crescimento de 14,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Prêmios do trimestre crescem 13,9% e alcançam R$ 2,6 bilhões. As principais carteiras da companhia seguem apresentando bom desempenho em vendas, principalmente as de saúde e odontológico que, em linha com o primeiro trimestre do ano, continuaram a apresentar forte crescimento em prêmios ao registrar alta de 19,3% em relação ao semestre anterior e receita acumulada de R$ 3,5 bilhões.

O segmento corporativo, com 1,2 milhão de vidas seguradas cresceu 22,5% no acumulado do semestre em relação ao mesmo período de 2011, e 20,6% no segundo trimestre deste ano. Já o segmento de pequenas e médias empresas apresentou um crescimento 30,3% em comparação com o segundo trimestre de 2011.

Com receita de R$ 23,8 milhões em prêmios no segundo trimestre de 2012, o segmento odontológico cresceu 40,1% ante o mesmo período do ano anterior. A carteira encerrou o primeiro semestre com 495 mil membros, alta de 25% em relação ao número observado no mesmo período em 2011. “O resultado obtido na carteira de saúde e odontológico deve-se ao fortalecimento do relacionamento com o canal de corretores, e à grande aceitação de uma linha de produtos que vem sendo comercializada desde o ano passado. Todas essas ações proporcionaram condições para a companhia torna-se ainda mais competitiva e uma das maiores do mercado de seguro saúde”, avalia o presidente da SulAmérica, Thomaz Cabral de Menezes.

A receita com seguros de automóveis no primeiro semestre de 2012 representou 21,7% dos prêmios totais da companhia e somou R$ 1,1 bilhão, crescendo 4,0% sobre o mesmo período do ano anterior, com a frota segurada alcançando 1,5 milhão de veículos. As reservas de previdência e VGBL finalizaram o trimestre totalizando R$ 3,5 bilhões, com destaque para o crescimento de 15,1% da carteira de VGBL. Já a área de Gestão de Ativos da SulAmérica acumulou recursos de R$ 21,8 bilhão ao final do período, com crescimento de 26,2% sobre o saldo apresentado ao final do primeiro semestre de 2011, destacando-se a evolução da carteira constituída pelos recursos de terceiros, que registrou alta de 41,1%. A carteira de recursos próprios, não vinculada à previdência e VGBL, apresentou rentabilidade de 108,3% do CDI no semestre.

Thomaz Menezes complementa destacando que a companhia continuou a investir na expansão de sua infraestrutura de presença física regional e a ampliar seu portfólio de produtos e serviços. Nesse sentido, foram inauguradas quatro filiais no trimestre, com a rede finalizando o período contando com 68 unidades distribuídas em todo o Brasil. A SulAmérica lançou ainda novos produtos, como o SulAmérica Capital Global e o SulAmérica Previdência PME, desenvolvidos especialmente para o promissor mercado de empresas de pequeno e médio porte. Além disso, anunciou a assinatura de contrato para aquisição da SulaCap, a quarta maior empresa de capitalização do País, que avalia como uma excelente oportunidade para a SulAmérica, uma vez que irá incorporar ao seu portfólio um novo segmento de mercado e de consumidores.

Resultado geral

O lucro líquido do segundo trimestre de 2012 foi de R$ 3,6 milhões, apresentando redução de 86,8% em relação ao mesmo período de 2011. Essa queda no resultado é consequência do aumento da sinistralidade no trimestre das duas principais áreas de negócios da companhia. A sinistralidade da carteira de saúde aumentou para 88,2%, em linha também com os índices de mercado. Principalmente nos segmentos de planos individuais e grupais, o período foi marcado por índice de reajustes abaixo do crescimento da variação dos custos médicos e hospitalares e também por um aumento na frequência da utilização.

A sinistralidade na carteira de seguro automóvel cresceu 3.5 p.p. neste trimestre em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a 67,7% neste segundo trimestre, sendo um dos principais motivos para este resultado o aumento de roubo e furto de veículos nas grandes metrópoles do País.

“Entre outros fatores que impactaram o resultado da SulAmérica está a queda da taxa básica de juros fixada pelo Governo. Mesmo considerando as constantes revisões para baixo nas projeções do PIB brasileiro e diante de um ambiente econômico internacional ainda instável devido à crise mundial que afetou a economia de diversos países, o cenário para o mercado de seguros no Brasil, para o segundo semestre, é otimista. Focaremos ainda mais em melhorias contínuas em nossos processos e serviços para que a SulAmérica continue crescendo e que seus acionistas tenham o retorno esperado”, afirma o presidente da companhia.

Mercado de seguro de pessoas cresce 18,86% em maio

Comunicado oficial

Os seguros de pessoas movimentaram R$ 1,8 bilhão em prêmios de seguros no mês de maio, montante 18,86% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, segundo levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). O mercado de seguro de pessoas engloba vários produtos, entre eles, prestamista, educacionais, vida individual e em grupo. O seguro de vida é o produto de maior representatividade no segmento e respondeu pela maior parte dos prêmios arrecadados no período: R$ 745,6 milhões, alta de 10,40% em relação aos R$ 675,3 bilhões verificados no ano anterior. “O seguro de vida é um importante mecanismo de proteção social, especialmente para as pessoas economicamente menos favorecidas, onde a ocorrência de um infortúnio pode comprometer significativamente a renda e a subsistência familiar”, diz Marco Antonio Rossi, presidente da Fenaprevi.

O seguro prestamista (proteção financeira que garante o pagamento de prestações de bens adquiridos pelo segurado em caso de morte, invalidez e desemprego), por sua vez, registrou R$ 507,2 milhões em prêmios, expansão de 30,32%. Já o seguro desemprego (que garante uma renda temporária ao segurado, em caso de desemprego) obteve crescimento de 72,20%. A modalidade somou R$ 8,6 milhões no período. Segundo a FenaPrevi, entidade que representa 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência, o seguro viagem foi outro produto que apresentou resultado expressivo em maio (expansão de 91,35% e R$ 4,8 milhões em prêmios).

Resultado acumulado – Na avaliação do acumulado, o mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 8,8 bilhões, crescimento de 13,83% em maio de 2012, comparativamente a igual período do ano anterior. Dentre os seguros com maior representatividade no mercado, os produtos que obtiveram melhor desempenho foram o seguro desemprego, que cresceu 224,30%, com prêmios de R$ 56,3 milhões, e o educacional, o qual expandiu 88,68% e registrou R$ 14,1 milhões.

Brasil novamente é destaque no balanço da Mapfre

O Brasil é o grande destaque do balanço do grupo espanhol Mapfre, que reportou hoje pela manhã os números obtidos no primeiro semestre. As operações internacionais continuam crescendo fortemente, passando a representar 66% do faturamento do grupo no primeiro semestre do ano. Os prêmios totais do grupo somaram 11 bilhões de euros, 15% acima do resultado obtido em mesmo período do ano anterior. O lucro, no entanto, recuou 20%, para 434 milhões de euros, devido a provisões decorrentes da crise bancária na Espanha. O segmento de vida avançou 22%, para 3 bilhões de euros, e seguros gerais 12%, para 8 bilhões de euros. Na divisão America, o volume de prêmios chegou a 4,2 bilhões de euros, alta de 46% no semestre. O Brasil apresentou crescimento de 75%, para 2,3 bilhões de euros, com redução da sinistralidade na região, afirma nota divulgada.

Fenaprevi promove VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

A FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) promove em São Paulo, nos dias 21 e 22 de agosto de 2012, o VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada. A FenaPrevi reunirá no evento presidentes e diretores de seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, bem como lideranças do mercado segurador brasileiro, para debater tendências dos setores de previdência privada aberta e de seguros de pessoas, segmentos de grande importância no Brasil e no mundo. Segundo a organização do evento, a expectativa é reunir nos dois dias mais de 450 pessoas.

No primeiro dia do evento, após a abertura, que contará com a participação do presidente da FenaPrevi, Marco Antonio Rossi, entre outras personalidades do setor, serão abordados os seguintes temas: os “Novos Segmentos para Expansão do Mercado de Seguros”; “Mídias Sociais e Educação Financeira”; “Vender e Manter: a Gestão de Conflitos no Relacionamento com Clientes”; “Longevidade”. O segundo dia contará com os seguintes painéis: “Eficiência Operacional e Competitividade”; “Investimento e Sustentabilidade”; “Comportamento do Consumidor”; e os “Desafios Econômicos para a Próxima Década”.

As novidades do VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada podem ser acompanhadas pela fanpage do evento: .

O VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada acontecerá no Hotel Unique, em São Paulo. As inscrições poderão ser realizadas pelo site do evento www.forumvidaeprevidencia.com.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2523-0304 ou pelo e-mail forumvida@idealizar.com.br

ACE Seguradora inicia operação no competitivo segmento de auto

Comunicado oficial

A ACE Seguradora, que iniciou atividades no Brasil em 1999 e já disputa no País a liderança de segmentos de seguros como Afinidades, Transportes, D&O, Energia e Responsabilidade Civil, está ingressando no competitivo setor de auto. Para iniciar os negócios nesta área, a empresa contratou uma equipe de profissionais com mais de 20 anos de experiência no segmento. Eles estão trabalhando sob a liderança do Presidente da ACE no Brasil, Farid Eid Filho, que é um dos criadores do atual perfil do seguro de auto, que passou a ser adotado pelo mercado nos últimos anos. O questionário baixou de forma expressiva a sinistralidade do setor, permitindo a prática de preços mais em conta para o consumidor final.

Para iniciar a carteira a partir do zero, a ACE está primeiramente concentrando as suas ações nos nichos de Auto Frota e Alta Renda. “Na área de Auto Frota a ACE está complementando o seu leque de produtos para clientes corporativos. Este público já contrata da empresa soluções inovadoras e sob medida em setores como Riscos Patrimoniais, Riscos de Engenharia, Vida e outros”, diz afirma Adalber Alencar, Diretor de Personal Business Insurance da ACE. Já com relação ao nicho de Alta Renda, a ACE passa a oferecer no Brasil o seguro de auto por meio de uma grife que a companhia consolidou nos Estados Unidos ao longo dos últimos 15 anos. “Trata-se da marca ACE Private Risks Services, que está introduzindo no Brasil um novo modo de comercializar seguros, com base em um sistema com plataforma web”, complementa Adalber.

Seguros representa 13% do lucro do Itaú no segundo trimestre

O lucro líquido recorrente do Itaú atingiu R$ 3.585 milhões no segundo trimestre de 2012, com aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior. O resultado de seguros, previdência e capitalização representou 13% do ganho do banco e atingiu R$ 710 milhões no segundo trimestre do ano, uma redução de 5,4% quando comparado com o primeiro trimestre de 2012. Segundo balanço divulgado, a queda foi influenciada, principalmente, pelas maiores despesas com sinistros nos ramos de Vida e Soluções Corporativas. No acumulado do ano, essas receitas apresentaram um aumento de 20,2% em relação ao primeiro semestre de 2011. Em seguros, o Itaú prevê crescimento entre 10 a 12% em 2012.

No segundo trimestre de 2012, os prêmios ganhos atingiram um total de R$ 1 bilhão no subsegmento de Seguros, uma elevação de 1,2% em relação ao trimestre anterior, ocasionada pelo desempenho do produto de garantia estendida e riscos patrimoniais. No subsegmento de Vida e Previdência os prêmios ganhos atingiram R$ 233 milhões, representando uma redução de 4,2% em relação ao trimestre anterior.

Neste trimestre, o lucro líquido recorrente de Seguros atingiu R$ 134 milhões, uma redução de 15,2% em relação ao trimestre anterior, devido a redução da margem de underwriting, influenciada principalmente pelo aumento das despesas com sinistros nos ramos de Vida e Soluções Corporativas, além de um aumento nas despesas não decorrentes de juros.

O lucro líquido recorrente do subsegmento de Vida e Previdência atingiu R$ 263 milhões, uma queda de 1,8% em relação ao trimestre anterior, impactado pela redução do resultado das operações com previdência e pelo aumento das despesas não decorrentes de juros em relação ao trimestre anterior. A captação total dos planos de previdência no trimestre atingiu R$ 4.874 milhões, um aumento de 26,7% comparado ao trimestre anterior.

Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, verifica-se um aumento de 55,4%, influenciado principalmente pelo aumento de 65,7% nas captações do produto VGBL. A captação líquida, que representa a captação total deduzida de resgates e portabilidades externas, teve aumento de 25,0% quando comparada ao trimestre anterior. Considerando captação líquida no acumulado de janeiro a maio (conforme dados disponibilizados pela SUSEP), nossa participação de mercado atingiu 28,3% no período.

As provisões técnicas de previdência totalizaram em 30 de junho de 2012 o montante de R$ 71.357 milhões, apresentando um acréscimo de 6,1% em relação ao saldo de 31 de março de 2012 e de 26,4% comparativamente ao mesmo período do ano anterior.As receitas com taxa de administração somaram R$ 207,3 milhões no segundo trimestre de 2012, um crescimento de 8,4% em relação ao trimestre anterior e um acréscimo de 31,4% em relação ao mesmo período de 2011.

O lucro líquido com capitalização atingiu R$ 70 milhões, uma redução de 14,7% em relação ao primeiro trimestre de 2012, tendo como principais impactos a queda da margem financeira gerencial e um aumento nas despesas não decorrentes de juros verificadas no período.

Seguridade responde por 31% do lucro do Bradesco

A participação das operações de seguridade no lucro líquido do banco Bradesco continua alta. Segundo balanço divulgado nesta segunda-feira, o lucro líquido do conglomerado atingiu R$ 2,8 bilhões no segundo trimestre, com alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2011. Na comparação com o primeiro trimestre, a expansão foi de 1,4%. O aumento dos ganhos, segundo o banco, ocorreu por conta do crescimento das vendas de seguros, melhora das operações de crédito e expansão das receitas com tarifas e serviços bancários. A participação das operações de seguros, previdência e capitalização respondeu por 31% do lucro. Os prêmios retidos, as vendas de planos de previdência e títulos de capitalização cresceram 20% e somaram R$ 11,6 bilhões no segundo trimestre.

Segue a íntegra divulgada pelo grupo

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, apresentou faturamento de R$ 20,988 bilhões até junho de 2012, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse valor representou crescimento de 20,1% em relação aos R$ 17,473 bilhões totalizados no mesmo período de 2011.

O resultado é fruto principalmente da evolução do Grupo em todas as linhas de produtos e negócios nos principais segmentos:

· 23,36% no VGBL / Previdência;
· 20,89% em Vida;
· 13,15% em Auto/RE e Demais Ramos;
· 23,71% em Capitalização;
· 16,18% em Saúde.

O lucro líquido do Grupo Bradesco Seguros no 1º semestre de 2012 foi de R$ 1,786 bilhão, evolução de 14,41% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo crescimento de 20,1% no faturamento, foco em produtos de maior rentabilidade, da queda de 0,5 p.p. na sinistralidade, da melhora do resultado patrimonial e da redução nos gastos gerais e administrativos, mesmo com o aumento referente ao acordo coletivo da categoria, ocorrido em janeiro de 2012, compensado, em parte pela queda no resultado financeiro.

O Grupo Bradesco Seguros encerrou o trimestre com R$ 128,526 bilhões contra R$ 106,202 bilhões em 2011de ativos financeiros – crescimento equivalente a 21,02%. O Grupo Bradesco Seguros atualmente contabiliza 41,898 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização. O crescimento foi de 10,3% em relação a 2011.

O total pago em indenizações e benefícios, em 2012, pelo Grupo Bradesco Seguros atingiu R$ 13,242 bilhões, evolução de 18,45% em relação aos R$ 11,179 bilhões registrados em 2011. O volume de provisões técnicas também apresentou considerável aumento, alcançando R$ 111,789 bilhões, contra R$ 93,938 bilhões no mesmo período de 2011.