“É possível fazer um produto rentável e ao mesmo tempo socialmente responsável?”. Com esse mote, a Icatu Seguros vai contar, em vídeo, a história dessa parceria, que já repassou cerca de R$ 2 milhões ao instituto. Essa quantia já possibilitou a construção de hospitais, casas de apoio, compra de ônibus e manutenção do trabalho da entidade.
Valor Setorial Construção Civil: Concorrente de peso cria expectativas
Duas notícias sacudiram o dia a dia dos executivos envolvidos com seguros para a construção civil neste ano: o pacote de construção de rodovias e ferrovias anunciado pela presidente Dilma Rousseff, em agosto, e um sinistro considerado “vultoso” na obra da Hidrelétrica de jirau. As duas notícias alteram o plano de negócios das seguradoras e resseguradoras. Os clientes são beneficiados por ambas.
Para ler a íntegra, acesse o portal do Valor Econômico: http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=57&edicao=3
Bradesco lança microsseguros com custo mensal de R$ 8,00
A Bradesco Seguros apresentou hoje à Susep o Microsseguro Bradesco Proteção em Dobro, que deve chegar ao mercado em até 60 dias após a aprovação pelo órgão regulador, segundo nota enviada pela assessoria de imprensa da seguradora. A BB Mapfre, informa a Agência Estado, protocolou esta semana pedido junto à Susep para que seis empresas da companhia sejam autorizadas a atuarem com microsseguros, apólices de baixo tíquete voltadas à população de menor renda. Os segmentos de atuação serão: seguros de vida, acidentes pessoais, funeral, residencial, além de produtos para pequenos produtores agrícolas, de acordo com Bento Zanzini, diretor geral de pessoas do BB Mapfre.
O microsseguro da Bradesco foi desenvolvido no formato “combo” – residencial + acidentes pessoais, acrescido de assistência funeral como benefício adicional –, em conjunto pela Bradesco Auto/RE e a Bradesco Vida e Previdência, empresas integrantes do Grupo Bradesco Seguros. O custo para as duas coberturas não deverá superar os R$ 8,00 mensais.
A comercialização será apoiada por meio eletrônico – telefonia móvel e de POS (point of Sales) -, tecnologia já utilizada pelo Grupo segurador que, além de viabilizar a integração e simplificação dos processos de venda em todo o país, reduz significativamente os custos de aquisição do seguro. “Operar no segmento de microsseguro é uma vocação natural do grupo Bradesco Seguros. Nossa expectativa é apresentar os benefícios do seguro a milhões de brasileiros que ainda não tiveram acesso a esse mercado”, afirma o presidente Marco Antonio Rossi, em nota.
O grupo segurador lançou em 2010 o primeiro seguro da série popular, o Primeira Proteção Bradesco, hoje vendido em todo o País, a R$ 3,50 por mês, que já registra mais de 1,8 milhão de segurados. No mesmo ano, lançou o Bradesco Bilhete Residencial Estou Seguro, desenvolvido exclusivamente para atender os moradores do Dona Marta, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O seguro, que tem contratação simplificada e desburocratizada – custo anual a partir de R$ 9,90 -, integra o projeto de educação financeira “Estou Seguro”, criado a partir de convênio assinado, em dezembro de 2009, entre a Confederação Nacional de Seguros (CNSeg) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em 2011, o Grupo Bradesco Seguros venceu o concurso Innovation Grants 2011, promovido pela Microinsurance Innovation Facility, uma divisão da Organização Internacional do Trabalho (OIT), especializada na promoção do microsseguro.
Medo das mídias sociais? Pense bem…
O Valor traz uma tradução de um texto do Wall Street Journal sobre o temor dos CEOs em entrar nas redes sociais (Por que os CEOs têm medo de 140 caracteres?). No Brasil, boa parte dos CEOs da indústria de seguros também teme as novas mídias. Mas muitos deles enfrentam os desafios não só do twitter, como do Facebook.
Temos Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros (com 2,3 mil amigos), Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro (4,4 mil amigos), Luis Maurette, CEO da AL da Willis, Max Thiermann e Paulo Marraccini, membros do conselho da Allianz, Bento Zanzini, responsável por microsseguro na BB Mapfre, Helio Kinoshita, da Mitsui, Paulo Umeki, Renato Rodrigues e Luiz Francisco Campos da Liberty, Marcelo Blay (1,8 mil amigos) e seu sócio Manes, da Minuto Seguros, entre outros corretores, resseguradores, assessores e fornecedores. E muitos, muitos jornalistas!
Eu realmente tenho grande admiração pelos executivos presentes nas mídias sociais, pois não é fácil enfrentar a democratização da informação. Ainda mais quando o número de “curtir” é bem maior nos comentários negativos do que nos positivos. Realmente é um desafio para poucos profissionais do setor de seguros, que ainda luta para melhorar a imagem do produto perante a opinião pública. A idéia ainda que se tem é de que o seguro é um mal necessário, caro e quando se precisa usar há dificuldades.
Como estamos em meio a muitas mudanças, afirmo que vale a pena arriscar. É bem mais divertido participar do debate real do que ficar apenas observando sem fazer nada. Nem de bom para comemorar, nem de ruim para aprender e aprimorar. Com certeza esses executivos serão os mais citados pelos jornalistas em matérias, pela facilidade que temos de encontrá-los e ter uma resposta rápida. Outro dia um CEO me perguntou: por que você entrevista tanto o fulano? É seu preferido? A resposta não poderia ser outra: Quem tem conteúdo e coragem está sempre disponível, inclusive nas mídias digitais.
Realmente facilita muito e traz credibilidade, uma vez que por meio das mídias é possível diminuir o vácuo entre o que se diz e o que se faz. Imagino que também gere negócios. Eu, por exemplo, consigo muito trabalho por meio das mídias sociais. Praticamente metade do meu faturamento hoje vem por meio do face, twitter e linkedin. E as fontes que mais procuro são aquelas que estão acessíveis nas redes. Afinal, ninguém tem tempo a perder.
Na matéria publicada hoje no Valor, Mark Bertolini, diretor-presidente da seguradora Aetna Inc., expressa bem que tipo de executivo pode ter sucesso no uso das redes sociais. Ele tem uma conta no site há três anos – embora a filha, que já foi diretora de redes sociais, tenha tentado dissuadi-lo. Bertolini já usou a plataforma para falar de coisas pessoais, como o transplante de rim do filho. Embora tenha entrado no Twitter para se comunicar com amigos, o executivo virou um para-raios para críticos da Aetna.
Meses atrás, quando um segurado com câncer de cólon usou o Twitter para contar que atingira o teto de custos do seu plano de saúde Aetna, centenas de usuários do site postaram me nsagens raivosas para Bertolini, que logo entrou em contato com o segurado, também via Twitter. O resultado? A Aetna aceitou pagar as despesas médicas do homem até o fim do último ano do plano. “Não quero ser um comunicado de imprensa”, diz Bertolini, que tem cerca de 3.000 seguidores. “É preciso correr certos riscos. É preciso se expor um pouco”. Presidentes das 500 maiores empresas do ranking da revista “Fortune” com conta no Twitter têm, em média, 33.250 seguidores, segundo o estudo do CEO.come da Domo. Uma celebridade do meio empresarial como Jack Welch, ex-cabeça da GE, tem 1,3 milhão de seguidores.
Tokio Marine reduz juros e amplia parcelamento dos produtos corporate
Release
Seguindo o movimento da economia brasileira, que foi marcada pela redução nas taxas de juros no primeiro semestre de 2012, a Tokio Marine Seguradora implementou novas opções de pagamentos e diminuiu as taxas de parcelamento para os produtos Corporate. Com a alteração, a Seguradora torna os produtos mais atrativos e proporciona mais flexibilidade e oportunidades de fechamentos de negócios para os Corretores.
“Repassamos a queda das taxas para nossos produtos com o objetivo de reduzir significativamente o percentual de juros, além de aumentar o número de parcelas”, afirma o Diretor Executivo Técnico Corporate, Felipe Smith.
Na prática, a redução na taxa de juros envolve os seguros Empresarial para Médias Empresas, Empresarial Varejo, RD Equipamentos, Agronegócios, Riscos de Engenharia e demais Produtos Corporate. Agora, estes produtos podem ser pagos sem juros no parcelamento em até 4 vezes.
No Risco de Engenharia, o pagamento pode ser feito em até 12 vezes, e para os demais produtos, em até 10 vezes. As taxas de juros, que giravam entre 2,0% e 4,5%, passaram para 1,0% a 2,5% ao mês para os parcelamentos superiores a 5 vezes. A condição é válida para apólices vigentes desde o dia 16 de setembro.
Allianz e VW: parceria mundial para venda de seguro de carro
A busca por redução de custos e prestação de serviços diferenciada tem suscitado negócios interessantes ao redor do mundo na indústria de seguros. Uma recente vem da seguradora Allianz, a maior da Europa, e que no Brasil apresentou crescimento constante nos últimos nove anos e acaba de mudar o comando. Comunicado divulgado ontem pelo grupo anuncia uma parceria entre a Allianz e a Volkswagen Financial Services, braço financeiro da fabricante Volkswagen. Elas vão criar, em janeiro de 2013, uma joint venture mundial para atuar no mercado de seguro automotivo. A Allianz terá 49% da Volkswagen Autoversicherung AG e a Volkswagen 51%. A meta é oferecer aos clientes da Volkswagen seguros personalizados com custo acessível.
Susep extingue a cobrança do custo de apólice
Chegou o dia que todos temiam. Isso trará um grande impacto no lucro das seguradoras. Resta saber o quanto isso vai aumentar o preço do seguro. Afinal, não tem milagre: será preciso vender mais, aprimorar custos e mesmo assim vai faltar para cobrir uma receita que era muito importante no equilíbrio de contas das companhias. Vamos ver o que temos nos jornais e sites amanhã sobre isso. Talvez por isso não havia ninguém da Susep no almoço do SindSeg-SP, que reuniu praticamente 100% dos principais executivos do setor. Mas amanhã tem coletiva na Susep para lançamento de produto de microsseguro da Bradesco, com a presença do titular Luciano Portal. Quem sabe esse importante tema também seja tratado. Aguardemos!
Comunicado oficial
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião do Conselho Diretor, realizada nesta quarta-feira (26/6), extinguiu a cobrança do custo de apólice de seguro enquanto receita específica. Analise feita pelo Grupo de Trabalho instituído pela apontou que, do ponto de vista contábil, não haveria justificativa para a manutenção da taxa fora do prêmio. O total do valor arrecadado, dentro da rubrica custo de apólice, foi de R$ 1,7 bilhão em 2011. Até março deste ano, a taxa gerou R$ 485,3 milhões. A medida passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2013.
Em abril deste ano, a SUSEP suspendeu os efeitos da Circular 401, publicada em 25 de fevereiro de 2010, que majorou o teto da cobrança do custo de apólice de R$ 60 para R$ 100. Através da Circular 432, publicada no Diário Oficial da União em 16/4/2012, a autarquia determinou que fosse realizado estudo técnico necessário para estabelecer, caso fosse necessário, novo teto para este tipo de cobrança.
Estudo realizado pela Susep revelou que as razões que deram origem à cobrança do custo de apólice, como o alto custo da impressão do documento em papel moeda, somado às perdas com a inflação, não se justiçam mais no ambiente atual. Segundo técnicos da autarquia, as reformas econômicas realizadas pelo governo brasileiro nos últimos anos, que mantiveram a estabilidade econômica, além do uso massivo da tecnologia em procedimentos de comercialização de seguro, reduziram significativamente os custos das operações de contratação.
Boa notícia: Otimismo da PME permanece em alta para o 4º tri em todas as regiões do país
O Santander e o Insper divulgaram nesta quarta-feira o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN) referente ao quarto trimestre de 2012. O índice atingiu 74,6 pontos, aumento de 0,67% em relação ao trimestre anterior (74,1 pontos). “Acreditamos que o resultado reflita a expectativa com as datas comemorativas de fim de ano, Dia das Crianças e Natal, que historicamente contribuem aumento nas vendas do comércio – setor que apresentou maior elevação no otimismo”, explica Marcelo Malanga, diretor executivo de Pequenas e Médias Empresas do Santander. Para o professor do Insper, José Luiz Rossi Júnior, o otimismo do empresariado advém da percepção da redução do risco da economia.
Quando analisadas as diferentes questões que compõem o índice, o destaque positivo fica para o aumento na confiança do pequeno e médio empresário com relação ao futuro geral da economia, que apresentou o maior aumento percentual (4,11%), passando de 71,2 pontos no terceiro trimestre do ano para 74,1 pontos no quarto trimestre. As perspectivas de investimento dos empresários de pequenos e médios negócios permaneceram estáveis em 71,3 pontos, já a intenção de contratação de empregados mostrou queda de 0,92%, passando de 68,2 pontos no terceiro trimestre do ano para 67,5 pontos no quarto trimestre.
Entre os ramos de atividade, o setor comercial se mostrou o mais confiante da economia com aumento de 2,21%, subindo de 73,7 pontos no terceiro trimestre para 75,3 pontos no quarto trimestre. Já com relação aos setores industrial e de serviços houve queda no otimismo. A indústria parece ter encerrado um contínuo processo de aumento da confiança que iniciou no primeiro trimestre, terminando o ano com queda de 2,72% na confiança. O setor de serviços também está menos otimista, caindo de 73,7 pontos no terceiro trimestre do ano para 73,3 pontos (queda de 0,55%). Comparado com mesmo período de 2011, apenas o setor de serviços apresentou queda.
A confiança do empresário brasileiro de pequeno e médio negócio subiu em todas as regiões do país com exceção do Nordeste. A região Norte possui os empresários mais otimistas e a região Sul apresentou o maior aumento na confiança (1,71%), atingindo 74,4 pontos no quarto trimestre do ano. Embora com um aumento de 0,40% na confiança, a região Sudeste voltou a ser a menos otimista com 74 pontos. A confiança na região Nordeste passou de 75,2 pontos no terceiro trimestre para 74,8 pontos no quarto trimestre (queda de 0,58%).
Metodologia – Lançado em novembro de 2008, o Índice, desenvolvido pelo Insper Instituto de Ensino e Pesquisa em parceria com o Santander, tem o intuito de aprofundar o conhecimento a respeito das expectativas do empresariado nacional, contando com divulgações trimestrais. O IC-PMN varia em uma escala de 100 pontos, sendo 100 o nível máximo de confiança. Os dados foram coletados entre os dias 1 a 5 de Setembro de 2012, contando com a participação de 1.200 empresários de todo o Brasil e dos setores de indústria, comércio e serviços.
Marsh & McLennan terá novo CEO em 2013
RELEASE
A Marsh & McLennan anunciou que Brian Duperreault, 65 anos, se aposentará como Presidente e CEO da empresa no final deste ano. Daniel S. Glaser, 52 anos, atual Presidente e COO das companhias do Grupo, foi nomeado sucessor de Duperreault e se tornará Presidente e CEO em 1º. de janeiro de 2013. “Estamos imensamente gratos ao Brian pela significativa recuperação da Companhia realizada sob sua administração”, disse Lorde Lang of Monkton, Presidente do Conselho Diretivo da Marsh & McLennan Companies. “Dentre suas muitas contribuições para a Companhia desde sua entrada, em janeiro de 2008, Brian construiu uma equipe executiva forte, melhorou significativamente os resultados operacionais da Companhia e estabeleceu uma estratégia de longo prazo que continua servindo como base para futuros projetos da Companhia. Não há dúvida de que ele deixará a Marsh & McLennan Companies em uma posição muito mais forte do que quando chegou.”
“Ao escolher Dan Glaser para suceder Brian, o Conselho reconheceu as fortes habilidades de liderança de Dan e realizações impressionantes desde que ingressou na empresa como presidente e CEO da Marsh, em dezembro de 2007. Juntos, ele e Brian posicionaram a Marsh & McLennan Companies para se tornar um empresa global de elite.”
“Tem sido um privilégio ser Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies”, disse Duperreault. “Eu estou orgulhoso do que fizemos acontecer em virtude dos grandes esforços e da imensa dedicação de nossos líderes e colegas ao redor do mundo. Fazer parte da Marsh & McLennan Companies tem sido um dos aspectos mais gratificantes da minha carreira. Dan e eu trabalhamos muito próximos e tenho plena confiança de que ele continuará a capitalizar os pontos fortes da Marsh & McLennan Companies para entregar o valor agregado da companhia a nossos clientes, colaboradores e acionistas. Quero agradecer ao Conselho por seu apoio incondicional ao longo dos últimos anos e estou ansioso para completar uma transição harmoniosa junto ao Dan até o final do ano.”
“É uma honra suceder Brian como Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies”, disse Glaser. “Sou grato ao Conselho e ao Brian pela confiança que depositaram em mim e pelo trabalho que têm feito para posicionar a empresa em um caminho de crescimento e sucesso contínuos. Estou ansioso para trabalhar com nossos líderes e colegas em todo o mundo e continuar o posicionamento da Marsh & McLennan Companies como uma organização de elite.”
Após sua aposentadoria como Presidente e CEO, Duperreault também se desligará do Conselho Diretivo da Companhia. Dan Glaser integrará o Conselho como Diretor efetivo em 1º de janeiro de 2013. Duperreault é um veterano da indústria de seguros que, ao longo de sua carreira de quase 40 anos, ocupou cargos de liderança entre as empresas mais importantes do setor. Antes de sua função na Marsh & McLennan Companies ele foi CEO da ACE Limited e membro de seu Conselho Diretivo. Duperreault também atuou em cargos de liderança na AIG e suas afiliadas. Atualmente serve como Presidente do Federal Advisory Committee on Insurance (FACI) e em 2011, foi incluído no International Insurance Society’s Hall of Fame.
Dan Glaser ocupa o cargo de Presidente e COO da Marsh & McLennan Companies desde abril de 2011 com uma visão estratégica e operacional tanto em Riscos quanto em Prestação de Serviços para Seguros, além dos segmentos de Consultoria da empresa. Antes de sua função atual, Glaser foi Presidente e CEO da Marsh Inc. Em dezembro de 2007, retornou à Marsh depois de ocupar posições elevadas na corretagem e venda de seguros nos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio. Sua carreira se iniciou há mais de 30 anos na Marsh. Glaser é ex-presidente da BritishAmerican Business e faz parte de seu Conselho Consultivo Internacional. Também é membro do Board of Trustees of the American Institute for Chartered Property Casualty Underwriters e do Board of Trustees of Ohio Wesleyan University.
Coface usa mídias sociais para divulgar imagem e produtos
A Coface dispobibiliza na sua página no Facebook a aba “Guia Coface de Seguro de Crédito Consciente”, onde as empresas podem esclarecer suas dúvidas sobre a importância do seguro de crédito na estratégia de negócios e como ferramenta de proteção contra inadimplência e falência de um determinado cliente em sua carteira, entre outras informações sobre esta modalidade de seguro. “A atuação cada vez mais consistente da Coface nas mídias sociais é fundamental para um relacionamento mais próximo e transparente com nossos clientes, corretores e parceiros de negócio, levando até eles informações sobre a empresa e o mundo do crédito”, afirma Jeane So, Gerente de Marketing da seguradora.
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