A MONGERAL AEGON fechou o primeiro semestre com faturamento R$ 285 milhões, crescimento de 19% em relação ao mesmo período do ano passado. Nas vendas, o aumento foi de 14%. A seguradora segue investindo no desenvolvimento de novos produtos como estratégia para expansão de sua atuação para novos mercados. Este ano, lançou o Previdência Sustentável, primeiros PGBL e VGBL do mercado brasileiro com conceito de investimento atrelado à sustentabilidade. E devido ao resultado positivo do projeto piloto do seguro popular Minha Família, no nordeste do país, desenvolveu um produto de microsseguro que está pronto para ser aprovado, tão logo esteja concluído o processo em curso de autorização na Susep para atuar nesse mercado.
Icatu Seguros vence concorrência da Corretora Seguros BRB
A Icatu Seguros venceu a licitação da Corretora Seguros BRB (Banco de Brasília) para comercializar novos produtos de capitalização, tradicional no balcão de vendas do banco. Disputada entre seis empresas, a Icatu Seguros saiu vitoriosa numa concorrência com premissas específicas para o desenvolvimento dos produtos, em um curto prazo. Os seis novos produtos, com o nome de BRB CAP Sonho, começam a ser comercializados essa semana.
A Icatu Seguros possui expertise no desenvolvimento de soluções em capitalização para comercialização via parceiros e distribuidores. A empresa possui a capacidade de adaptar os produtos de capitalização às necessidades dos parceiros, adicionando um enorme valor agregado aos produtos oferecidos por eles. Além disso, os títulos de capitalização da seguradora são os que mais premiam no mercado. Apenas no primeiro semestre de 2012, o montante distribuído na forma de sorteios foi de R$ 26 milhões.
Fundacion Mapfre investe em educação dos motoristas na semana do trânsito
Comunicado oficial
Em linha com as diretrizes que serão realizadas nacionalmente pelo Governo Federal, a Fundación Mapfre participa da Semana Nacional de Trânsito 2012, cujo tema é “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a velocidade, preserve a vida”. A velocidade é tema inédito na semana nacional, e o principal foco é a conscientização de jovens entre 18 e 25 anos, considerados o grupo mais vulnerável e de maior exposição ao risco de acidentes de trânsito.
A companhia participará com quatro atividades diferentes: Na Pista Certa, a campanha “5 km/h a mais, uma vida a menos” e os programas Segurança Viária (no Rio de Janeiro) e Educação Viária (na Paraíba).
Para a diretora da delegação da Fundación Mapfre no Brasil, Fátima Lima, todas as ações têm como propósito atingir um ponto em comum, que é a redução de acidentes e o número de vítimas nas vias do país.
“Pela primeira vez durante a semana faremos quatro atividades distintas para que possamos conscientizar ao mesmo tempo todos os públicos da sociedade: as crianças, os jovens, os adultos e os idosos”.
Menos velocidade Para contribuir para que haja uma mudança de comportamento dos motoristas, a instituição desenvolveu a campanha “5 km/h a mais, uma vida a menos”, que visa mostrar que apenas 5km a mais na velocidade pode retardar a frenagem do carro, podendo ocasionar acidentes irreversíveis. Em atropelamentos a 30 km/h, 10% das pessoas não sobrevivem. A 40 km/h este número sobre para 50%. Já a 50 km/h, os dados saltam e 90% das vítimas não sobrevivem.
Para chamar a atenção dos condutores para esses riscos, a entidade fará uma ampla ação em canais de imprensa e no Shopping D&D, na cidade de São Paulo (distribuição de milhares de folhetos explicativos), alertando os motoristas para os perigos que assumem ao ultrapassar a velocidade permitida nas vias, além de ressaltar que excesso de velocidade não significa correr, mas ultrapassar os limites de velocidade sinalizados nas vias e estradas.
Na Pista Certa Esta não é a única atividade que a Fundación Mapfre realiza na Semana Nacional de Trânsito. Neste ano, a instituição estará com o Programa Na Pista Certa em Belo Horizonte. O projeto é destinado às crianças de 5 a 9 anos de idade e tem o intuito de difundir a educação viária, enfatizando valores e comportamentos importantes, como o respeito à sinalização e às normas de trânsito, além de relacionar a segurança viária a temas como meio ambiente e inclusão social.
Segurança e Educação Outra campanha realizada pela entidade é o programa de Segurança Viária para idosos, que acontecerá em Cabo Frio, Rio de Janeiro, e cuja finalidade é discutir a Segurança Viária entre os idosos, além de abrir um espaço para a reflexão e conscientização entre profissionais que lidam com este público e também seus familiares.
O objetivo é a redução no número de acidentes de trânsito com pessoas acima de 60 anos. A outra atividade da Fundación Mapfre para a Semana Nacional de Trânsito beneficiará mais de 100 escolas do Estado da Paraíba. Na região, a instituição implantará o programa “Educação Viária é Vital” e formará professores para que em conjunto com os alunos, envolvam-se em uma ampla pesquisa sobre as condições de circulação viária das comunidades próximas às escolas, incentivando-os a implementar ações que tornem a circulação mais segura, justa e eficiente.
Os eventos da Semana Nacional de Trânsito tiveram início nesta última terça-feira (18) e terminarão no dia 25.
Ao longo deste período, Ministério das Cidades, o Denatran, os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e diversas entidades realizam campanhas com o objetivo de conscientizar os cidadãos sobre a necessidade de respeitar as regras de trânsito. Motoristas, motociclistas e pedestres são convidados a observar seus comportamentos, refletir e modificar suas ações para promover um trânsito mais seguro.
Seguradoras têm grande oportunidade de crescer de forma sustentável, diz Giannetti da Fonseca
O assunto principal do 7o. Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas da Allianz sempre foi sustentabilidade. Por uma questão óbvia. O setor oferece produtos para que governos, empresas e indivíduos mantenham projetos mesmo com a ocorrência de acidentes. Mesmo aqueles catastróficos. Como sempre, plugada nas necessidades dos profissionais de mídia, a Allianz decidiu abordar outros temas de interesse, por achar que sustentabilidade é importante, porém os jornalistas receberam uma dose elevada de informações neste ano. “Em virturde do tema ter sido muito debatido, com o evento Rio +20, assinatura dos Princípios de Sustentabilidade em Seguros, optamos por pensar em outros temas de interesse dos jornalistas, como o impacto da crise financeira no Brasil e o avanço do risco de hackers com o crescimento das mídias digitais”, disse Felipe Gomes, diretor de gestão de mercado estratégico da Allianz.
Eduardo Giannetti da Fonseca abordou “As perspectivas da zona do Euro para 2013, seus impactos na economia global e desaceleração do crescimento dos Brics”. Para o economista, o Brasil conseguiu driblar a crise mundial que se arrasta há quatro anos. Começou como uma crise financeira nos Estados Unidos e hoje é uma crise geral e internacional. Em 2012, o Brasil sente os efeitos da crise, como mostra a projeção do PIB de apenas 1,5% para 2012. Já o mercado de seguros avança na casa dos 20% até julho.
A explicação de Eduardo Giannetti da Fonseca para isso é simples. Enquanto o setor mais machucado pela crise no Brasil foi o industrial, como conseqüência da apreciação cambial e baixa competitividade, o mercado de seguros avança pois vem investindo em tecnologia para atender a nova classe média, que representa mais da metade da população do Brasil. No entanto, é preciso matar um leão por dia para manter a rota de crescimento. “Brasil e seguradoras precisam vencer desafios e aproveitar a grande oportunidade de estarem bem posicionados em um momento em que países de ponta sofrem com recessão, desemprego, ajustes fiscais e também políticos”, cita o economista.
Para Giannetti, a experiência das economias maduras mostra que o padrão de gasto das famílias tende a mudar com o aumento da renda da população. Menos consumo imediato e mais em qualidade de vida, privilegiando os setores ligados a educação e a saúde. No entanto, como crescer com sustentabilidade, evitando os riscos de tantas perdas como as observadas nos últimos quatro anos de crise? “Esta não é uma crise normal. Estamos completando quatro anos de um crescimento muito abaixo da média histórica mundial e isso se deve ao que chamo de hipertrofia financeira causada pela junção de quatro elementos”, diz o economista.
O primeiro elemento foi a prática de juros baixos por um longo período, com crescimento do PIB aliado a baixa inflação, comportamento que deixa o responsável pela política monetária sem qualquer razão para aumentar a taxa de juros. O segundo elemento foi a forte expansão da economia global, em desequilíbrio, com países cronicamente deficitários em conta corrente. O terceiro elemento foi uma aposta de desregulamentação desastrada do mercado financeiro, coisa que o presidente do FED, banco central dos Estados Unidos, reconheceu como um verdadeiro desastre em sua gestão. E, por último, o crescimento das mídias digitais, que potencializaram todos os outros citados.
“Esses elementos trouxeram descolamento da realidade financeira daquela realmente vivida na economia real”, explica. O total de ativos financeiros do mundo, considerando-se os depósitos em bancos, títulos de dívidas e valor de ações no mercado de capital, era de US$ 96 trilhões em 2002. Seis anos depois, US$ 167 trilhões. “Um período incrível, que mostra que a economia real não tinha contrapartida na economia financeira”.
Segundo ele, a melhor metáfora para definir tal cenário foi a do filósofo árabe Avicena, no qual uma pessoa caminha por uma tábua estreita sem dificuldade quando acredita que está apoiada no solo. Quando a pessoa acredita que está num abismo, perde o equilíbrio e cai”, diz. Ou seja, quando mudou a percepção de risco, de que os valores dos ativos não tinham a solidez que se imaginava, mudou a percepção de risco e o mercado financeiro desabou. O que tivemos foi basicamente uma mudança de percepção, percebendo que os ativos financeiros estavam desconectados da vida real.
A diferença para a crise de 1929 foi que nesta os governos decidiram ajudar. “Em 29, os governos não socorreram os mercados e isso gerou uma crise que perdurou 10 anos, com significativa queda do PIB mundial e índice de desemprego na casa de 25%”, comenta. Já nesta crise, os governos socorreram as instituições, socializando as perdas da multiplicação do excesso dos ativos financeiros. Tal socorro não solucionou, só empurrou para frente o momento de uma tomada de decisão mais radical, gerando o que temos hoje. “Um movimento de stop and go da economia mundial, com altos e baixos”.
Atualmente, o foco está na zona do euro, com a Alemanha numa posição super ortodoxa para que os países da comunidade européia avançem na regulamentação bancária e na reforma fiscal. Grécia numa tentativa de deixar a zona do euro sem tantos danos ao acordo e Espanha aceitar compromissos que vão implicar em perda de soberania. “Um sinal positivo é o anúncio do BCE (banco central europeu) de resgatar os países, o que tranqüiliza de certa forma os mercados e reduz os spreads”. Temos também um risco político, que vem das eleições nos EUA. O Congresso Americano tem de aprovar corte de impostos e gastos públicos.
A novidade em 2012 foi os países emergentes, que vinham descolados da crise e passaram a apresentar desaceleração econômica. Na China ainda temos outro problema, que é a confiabilidade dos dados apresentados. O avanço do consumo que eles divulgam não equivale ao baixo consumo de eletricidade. “Não há clareza do que pode acontecer pela falta de confiança no que é divulgado pelo governo”.
Já o Brasil, desde 90, mostra avanço. “Bastava uma pequena piora do cenário externo para que o país ficasse a deriva ou em uma situação de emergência”. No entanto, desta vez, a economia assimilou os ventos ruins. Giannetti cita que o BC pode reduzir a taxa de juros, deixar ocorrer uma pequena desvalorização cambial, rapidamente revertida, com forte valorização do real e agora uma situação menos danosa. Também ajudou o Brasil ter registrado recessão mais tardia, em 2009, e ter saído dela mais rápido do que os outros. “Em 2010 tivemos crescimento excessivo do PIB, de 7,5%, e em nenhum momento se duvidou que o governo não honraria suas dividas”.
O que mudou? A virada das contas externas, enfatiza o economista. Nos anos de ouro, com preço das commodities em alta, o Brasil acumulou reservas, equilibrando a balança comercial e possibilitando o pagamento de dívidas. Isso tornou o pais menos dependente do financiamento externo, o que foi vital para passar pelo pior momento da crise, quando as torneiras de recursos se fecharam completamente.
Outro fator decisivo para ajudar o Brasil foi o dinamismo do mercado doméstico. “O Brasil foi beneficiado pela mobilidade social com o surgimento da nova classe média. Mais de 30 milhões de brasileiros mudaram de classe, o que significou aumento de renda. “Costumamos dizer que a renda da classe C cresceu a taxas asiáticas, enquanto a renda dos ricos avançaram a um ritmo europeu”, compara.
Outro fato relevante para o economista foi a suave transição entre os governos de FHC e Lula. “Era um risco enorme de descontinuidade na condução da política econômica e o Brasil fez isso de forma serena”, ressalta Giannetti. “Claro que o governo Lula precisou abrir o barril de chope de vez em quando para conseguir fazer tudo o que era necessário, mas isso faz parte”. O que não pode, diz Giannetti, é fazer como a Argentina, que se animou e quando acabou o chope abriu o barril de pinga. A festa ficou mais animada, mas a ressaca é brava. Nem mesmo importantes formadores de opinião divulgam mais o índice de inflação da Argentina por não confiarem no indicador após as mudanças da base de cálculos promovida pela governo”, relembra.
O fato é que o Brasil vem crescendo menos, o que mostrou que o Brasil não é uma ilha de prosperidade num mar turbulento. O crescimento previsto para 2012 é desapontador, com algo próximo de 1,5% ao ano. Tal ressaca foi causada pelo superaquecimento da economia, com descontrole inflacionário. O BC adotou uma série de medidas no final de 2010. A economia vinha se equilibrando, mas a crise europeia se agravou. Isso levou a uma redução do PIB num patamar não esperado, com queda da demanda por produtos brasileiros e uma desaceleração expressiva dos investimentos das empresas locais.
Diante desse quadro, o governo Dilma vem adotando medidas de estímulos. No começo, medidas tímidas e esquisitas, como liberar compulsório bancário para compra de automóvel. Isso não estimulou o consumo e não atacou o problema de baixa competitividade e alto custo da indústria local, em dólar. Mas agora parece que o governo resolveu atacar o problema e com isso acredita-se que o Brasil está em aceleração econômica e deve prosseguir ao longo do semestre. Segundo ele, se tudo correr bem e o mundo não atrapalhar, o Brasil retoma o crescimento para taxas entre 3,5% a 4% a partir de 2013.
Uma preocupação é com a dosagem dos estímulos fiscais e econômicos. “Essa é a grande incógnita: será que os estímulos vão conduzir para uma situação em que o Brasil tenta dar um passo maior do que a perna? E isso depende da atuação do governo Dilma. Se ela vai respeitar a autonomia do Banco Central ou se vai tirar o barril de chope de uma festa que começa a ficar boa. Vamos aguardar”.
No que diz respeito ao mercado financeiro, incluindo a indústria de seguros, Giannetti afirma que todos terão de se adaptar a uma nova realidade. O mercado financeiro é avesso à regulamentação. “Os banqueiros têm criatividade diabólica. Querem multiplicar ativos pela especulação”, disse. Ele explica que os bancos cumprem papel essencial de intermediar a poupança privada para transferir aos empreendedores, para que eles possam gerar emprego e riqueza e assim transformar os valores em bom retorno aos investidores. “Mas essa função se desvirtuou e é difícil regulamentar”.
Embora o mercado financeiro brasileiro não tenha incorrido nos erros cometidos pelos pares americanos e europeus, o setor ficou mal acostumado, com altos retornos, liquidez total e risco zero. A regra do jogo mudou e todos vão ter de aprender a duras penas. E isso inclui as seguradoras, que apesar de apresentarem crescimento nas vendas, a rentabilidade recua. “O impacto da queda de juros é brutal. As companhias têm de se adaptar rapidamente a esse novo cenário, com redução de custos e melhoria na subscrição de riscos para poder crescer e ser rentável”, comentou José Garcia, CFO da Allianz Brasil.
Giannetti concorda com Garcia. “Taxas de juros de dois dígitos não voltam mais. Mesmo que o governo seja impelido a aumentar a Selic, não vamos retornar ao patamar de dois dígitos. Isso vai levar ao reposicionamento do poupador e do empresário. Toda a intermediação vai passar por aprendizado de juros baixos. Esse é o nome do jogo atualmente”, afirma.
Para ele, o mercado segurador tem uma oportunidade incrível nas mãos e precisa ser criativo para lançar produtos para a nova classe média. “Temos ai uma grande demanda por produtos de saúde. É importante o governo perceber como tem restringido a oferta de seguro familiar. A população tem acesso a seguro saúde apenas pela empresa e não por meio de contratos individuais. O governo brasileiro tem visão restritiva. Tem de prevalecer liberdade contratual para atender a demanda da população. Claro que o governo precisa ter controle, mas não ao ponto de inibir a atuação das empresas”.
Mercado de seguros imune à crise
Felipe Gomes destacou que embora ainda esteja muito concentrado nas regiões Sudeste, com 66,7% de participação, e Sul, com 15,3%, a velocidade de crescimento das economias locais em várias partes do país anima o mercado segurador. “O crescimento do consumo e as ações de governos em toda a região Nordeste, como o que temos visto o porto de Suape, em Pernambuco, estão trazendo grandes benefícios para o mercado de seguros”, enfatizou Felipe Gomes. Dados da consultoria Siscorp apontam que de janeiro a junho, exceto saúde, enquanto setor cresceu 21% no Sudeste, a expansão chegou a impressionantes 38% no Nordeste.
Na região Centro-Oeste, cujo avanço foi de 18% no mesmo período, as perspectivas repousam na forte expansão do mercado agrícola. “A nova política de subvenções do governo no campo vão permitir que o mercado segurador triplique até 2015”, afirmou Gomes. O Norte do país, que ocupa ainda 1,1% da indústria nacional de seguros e cresceu 16% de janeiro a junho, também projeta uma forte expansão, provocada pelo aumento da renda da população, o avanço dos mercados agrícola e de mineração e as obras de infraestrutura, como a construção de grandes usinas hidrelétricas.
Apesar do crescimento mais acelerado na massa de seguros de vida e automóveis, as grandes obras de infraestrutura em curso no Brasil abrem novas perspectivas para o setor segurador. A construção de rodovias, portos, ampliação de aeroportos, centrais elétricas e projetos associados à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas no Rio de Janeiro de 2016 reforçarão a carteira de grandes riscos das seguradoras. De acordo com José Garcia, esse cenário é não só favorável, como também lança uma série de desafios positivos para as empresas e ganho de eficiência. “Cada vez mais, as seguradoras terão de melhorar sua capacidade de análise de risco, aproximando o Brasil dos mercados mais avançados nessa área”, destacou Garcia.
Brasil Insurance assume controle da Itax Corretora
Na correria, so para constar a informação oficial….
Release
A Brasil Insurance, primeira holding de corretagem de seguros a abrir capital e uma das líderes em corretagem de seguros no país, consolidando o seu leque de serviços, reforçou sua atuação no ramo de Benefícios adquirindo a Itax Corretora, grupo composto por duas empresas, Itax Corretora de Seguros de Vida Ltda. e SBX Corretora de Seguros de Vida Ltda.
O preço total estimado para essa aquisição é de R$ 15 milhões, sendo 40% pagos em dinheiro e 60% em ações da Brasil Insurance. Com a transação, a holding passará a deter 99,99% da Itax Corretora, que é especializada em Benefícios com foco de atuação em empresas de médio e pequeno porte.
Somente em 2011, a Itax comercializou cerca de R$ 35 milhões em prêmios de seguros. A corretora possui uma carteira de mais de 1.100 empresas que representam algo em torno de 35 mil vidas seguradas, nos produtos dos ramos de Vida, Saúde e Odontológico. “Estamos dando continuidade a nossa estratégia de crescimento através da aquisição de empresas especializadas no setor”, afirma Tuca Ramos, CEO da Brasil Insurance.
Com a vinda da Itax, a Brasil Insurance totaliza 44 corretoras em seu portfólio e a sexta aquisição em 2012. Dos R$ 200 milhões previstos para a chegada de novas corretoras nesse ano, a companhia já utilizou R$ 70 milhões. “Estamos com tratativas avançadas para novas aquisições até o final do ano”, completa Ramos. Desde seu IPO, realizado em novembro de 2010, a holding já investiu um total de aproximadamente R$ 262 milhões incluindo a estimativa futura dos earn-outs na aquisição de 11 sociedades corretoras de seguro de 2011 (R$ 192 milhões) e 6 em 2012 (R$ 70 milhões). A Brasil Insurance se reunirá em breve em Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre a aquisição.
Minuto Seguro atrai investidores e pode ter aporte entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões
Que notícia interessante no Valor e no Brasil Econômico. A Minuto Seguros, corretora online fundada por Marcelo Blay, conquistou investimento. A Redpoint e.Ventures, joint venture entre os grupos do Vale do Silício Redpoint Ventures e e.ventures (antigo BV Capital), anunciam hoje um aporte de capital na companhia novata brasileira Minuto Seguros. O valor da operação é mantido em sigilo pelas companhias, mas está incluído na categoria A de investimentos de venture capital, que varia entre US$ 3 milhões e US$ 5 milhões.
Segundo o Valor, este ano a Minuto Seguros recebeu propostas de 42 fundos de investimento, incluindo grupos americanos, europeus e brasileiros. Blay disse que chegou a receber propostas de até R$ 45 milhões. “Era importante conseguir um aporte para expandir a companhia, mas não queria um sócio que se tornasse meu chefe”, afirmou. A opção pela Redpoint e.Ventures deve-se ao fato de o grupo dar apoio ao negócio sem atuar diretamente na administração.
Os sócios da Redpoint e.Ventures também fizeram uma pesquisa longa no Brasil até fechar o acordo. Yann de Vries e Anderson Thees analisaram pouco mais de cem companhias novatas. Na área de sites de seguros, avaliaram 12 empreendimentos. Vries afirmou que considerou a companhia novata a melhor estruturada e com uma excelente equipe de profissionais. O investimento na área de vendas de seguros on-line chamou a atenção por ser uma área ainda pouco explorada no país e com grande potencial de expansão.
O Brasil Econômico informa que, com os recursos, Blay vai investir em infraestrutura. “A empresa é bastante nova e o mercado de internet é muito grande. Precisamos de infraestrutura para atender a demanda”, destaca. Além disso, parte do investimento vai ser usado para aprimorar as ações de marketing e para aumentar o quadro de funcionários. Combinadas, essas medidas vão possibilitar que o número de clientes – que hoje é de 3,5 mil – salte para 150 mil em três anos. “Temos atualmente 90 funcionários, que é uma quantidade razoável para internet, e vamos contratar mais 70 até o fim do ano. Em três anos, queremos chegar a 400.”
Segue o release na íntegra
A Minuto Seguros, corretora de seguros on-line líder no Brasil, anuncia hoje ter recebido investimento da Redpoint e.ventures, um dos maiores fundos brasileiros de Capital Empreendedor e o primeiro fundo afiliado ao Vale do Silício dedicado à região.
O capital será utilizado para acelerar o crescimento a partir da expansão do desenvolvimento de produtos e dos esforços de marketing, além da ampliação da infraestrutura tecnológica da empresa para atender à demanda crescente em todo o País.
Fundada em 2011 por Marcelo Blay, especialista na indústria de seguros com um forte histórico e quase duas décadas de experiência no segmento, a Minuto Seguros é uma das companhias pioneiras na prestação de serviços inovadores na web para ajudar os 85 milhões de usuários brasileiros da internet a facilmente pesquisar e comprar produtos de seguros. A empresa oferece uma ampla gama de produtos tanto para indivíduos quanto para empresas, e os usuários podem pesquisar por cotações sem pagar nada. No centro da estratégia da Minuto está sua experiência única com consumidores on-line e seu suporte de alta qualidade por meio de seu call center in-house. A Minuto Seguros oferece atualmente produtos de seguros dos principais players locais e internacionais.
Historicamente, produtos como seguros de carro, saúde e de residência têm sido pouco desenvolvidos e não são de fácil acesso no Brasil, na comparação com outras partes do mundo, o que faz com que grande parte da população não conte com esse tipo de proteção. O mercado de corretagem de seguros no País é, hoje, principalmente off-line e pode ser melhorado substancialmente com produtos mais transparentes e ganho de escala. Isso representa uma grande oportunidade para todos: consumidores, corretores e companhias de seguros. Com o recente crescimento econômico brasileiro e a expansão do acesso ao crédito, 40 milhões de brasileiros migraram para uma classe média que cresce rapidamente e estão, pela primeira vez, comprando seus próprios carros, imóveis e bens de consumo, gerando a necessidade por novos produtos de seguros.
“No Brasil, há uma clara lacuna entre a crescente população que precisa de seguros e como esse mercado fragmentado tem atuado para atender a essas necessidades. Acreditamos estar na vanguarda de uma ótima oportunidade de mercado”, afirma Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros. “A parceria com a Redpoint e.ventures oferece à Minuto Seguros uma vantagem estratégica para consolidar nossa liderança: não somos apenas a primeira empresa a receber financiamento significativo de um investidor institucional, mas somos o único player local até agora a se beneficiar da rica experiência do Vale do Silício com internet de consumo.”
“A experiência, credibilidade e conexões da Minuto Seguros são incomparáveis no setor. Após muito tempo analisando esse mercado, estamos convencidos de que eles têm a visão e as capacidades para construir uma empresa incrível e redefinir esse mercado”, diz Yann de Vries, sócio-fundador da Redpoint e.ventures. “Esse é o nosso maior investimento até o momento e estamos orgulhosos de trabalhar com essa equipe competente.”
Sobre a Minuto Seguros
Fundada em 2011 por Marcelo Blay, a Minuto Seguros é uma corretora on-line líder em seguros para pessoas e empresas, oferecendo uma ampla variedade de produtos. Os usuários podem pesquisar on-line por cotações personalizadas gratuitamente e acessar um serviço de apoio ao consumidor de qualidade com representantes disponíveis on-line e pelo telefone. A Minuto Seguros é apoiada pela Redpoint e-ventures. Para mais informações, visite www.minutoseguros.com.br.
Sobre a Redpoint e.ventures
Joint venture entre a Redpoint e a e.ventures, a Redpoint e.ventures é uma nova firma de Capital Empreendedor sediada em São Paulo cujo objetivo é auxiliar empreendedores no mercado brasileiro de rápido crescimento. A Redpoint e.ventures traz capital, acesso ao Vale do Silício e as melhores práticas globais para startups de alto potencial. A firma foi estabelecida com uma equipe local e irá utilizar sua rede de contatos no Vale do Silício e global para ajudar a desenvolver o crescente ecossistema empreendedor no Brasil. Para mais informações, visite www.rpev.com.br.
Brasil é um dos principais mercados do mundo, diz futuro CEO da Allianz Brasil
O norte-americano Edward Lange, futuro CEO da Allianz Brasil, afirma estar pronto para o desafio de dobrar o tamanho da seguradora, passando para prêmios de R$ 5,8 bilhões até 2015. “O relacionamento com o nosso principal canal de vendas, os corretores, é que nos fará atingir as metas”, disse ele ontem, quando recebeu cerca de 300 convidados e representantes do mercado segurador em coquetel realizado no elegante salão Leopoldo, do Hotel Fasano, nos Jardins, em São Paulo. Max Thiermann assumirá a presidência do Conselho de Administração.
Vicente Tardio, presidente das operações na Península Ibérica e América Latina, juntamente com outros membros do board da Allianz, a maior seguradora da Europa, prestigiou a troca de comando na unidade brasileira do grupo. “O Grupo Allianz é muito forte na Europa, onde o setor de seguros já está maduro. As grandes oportunidades estão na América Latina, principalmente no Brasil com sua grande capacidade de crescimento”. O executivo comentou sobre os investimentos que o grupo fará no país, sendo que um dos pilares será a nova plataforma tecnológica que está sendo desenvolvida. “Ela vai proporcionar grande agilidade aos corretores, facilitando conexões para tornar os processos mais eficientes”, comenta.
Lange resume em uma única palavra qual será a estratégia: aproximação. “Se eu tenho que atingir meus objetivos, vou fazê-lo ao lado dos corretores. Para isso, estamos desenvolvendo uma grande quantidade de ações para melhorar o comprometimento, o relacionamento e facilitar a forma de trabalhar. Não estou me referindo a condições comerciais, mas a outras iniciativas para que queiram trabalhar conosco: temos boa qualidade de serviços, bom tempo de resposta, não criamos dificuldades no momento mais importante, que é o do pagamento do sinistro”, explica.
“Hoje faz 17 anos que estou no Grupo Allianz. Passei pelo Chile, Estados Unidos, Alemanha e nos últimos seis anos fui presidente da unidade argentina. É uma honra para mim liderar a maior operação da Allianz na América do Sul. O Brasil é um mercado estratégico e com grande poder de crescimento. A Allianz ocupa uma posição bem sólida no país. A perspectiva é encerrar 2012 com R$ 3,5 bilhões em prêmios e share de 7% nos segmentos não-vida”, discursa Lange.
No evento, Max Thiermann abriu seu discurso agradecendo aos corretores e colaboradores por tudo o que lhe foi proporcionado nos mais de nove anos em que esteve à frente da organização. “Agradeço aos corretores e também a membros da equipe que me ajudaram a fazer da unidade brasileira do grupo uma seguradora forte e rentável. Quero fazer uma homenagem especial a Arlindo, que não está mais no grupo, e a todos os funcionários por acreditar na proposta da companhia para o Brasil”.
Em 2011, a companhia encerrou o ano com R$ 3,1 bilhões. Lange lembrou que a gestão de Thiermann foi responsável por conferir uma posição bem sólida à companhia, que teve um crescimento médio anual de 18% em prêmios e 15% de rentabilidade. “A Allianz Brasil está bem e pode mudar algumas coisas para ficar melhor ainda. Sem dúvida, o melhor legado que eu herdei foi a equipe da Allianz aqui no país. Por isso, também vamos adotar novas políticas de recursos humanos para aproveitar o potencial das nossas pessoas. Em relação ao mercado, vamos nos diferenciar via qualidade em processos, serviços e ferramentas tecnológicas”, explica Lange.
Conhecida por atuar em diversos ramos de seguros, a Allianz está estruturando suas operações para valer-se das oportunidades do mercado brasileiro em infraestrutura, mas também na alta do poder de consumo da classe média – planos de saúde empresarial para PMEs, seguros de automóveis, residência, condomínio e vida. Ou seja, seguros focados no varejo. “A Allianz já é a líder no país em Riscos de Engenharia [dados Susep – julho/2012] e tem apetite, know how e capacidade econômica para segurar os projetos de grande porte. Nós estamos preparados para participar das obras anunciadas pelo Programa de Infraestrutura e Logística, batizado informalmente de PAC Privado, que concede à iniciativa privada ferrovias e rodovias. Ao todo, estão previstos investimentos de R$ 130 bilhões, sendo R$ 80 bilhões destes até 2018”, afirma Lange.
“Para os seguros de varejo, a estratégia será aproveitar o potencial do mercado doméstico, cujas previsões são de alta até a próxima década”, diz o novo presidente. Uma pesquisa recente da McKinsey aponta o potencial do consumo local até 2020. As projeções assinalam que os atuais R$ 2,2 trilhões vão saltar para R$ 3,5 trilhões nos próximos 8 anos. O estudo ainda ressalta o potencial do interior do país, que é quem já está impulsionando várias linhas do varejo.
BB Mapfre lança serviço de apoio ao pet
Que fofo!!! Adorei. Concorrência é bom por isso. O consumidor começa a ter serviços que realmente fazem a diferença
Release
O POP – Programa de Ouvidoria e Papo do GRUPO BB E MAPFRE inicia uma nova fase da sua atuação. Existente há oito anos, o serviço atinge a marca de 2,5 mil atendimentos mensais a colaboradores e familiares, com apoio psicológico e profissional, e amplia o atendimento para os animais de estimação (cães, gatos e passarinhos) dos colaboradores.
“Preocupações com o comportamento, alimentação e a saúde do animal de estimação fazem parte do cotidiano dos nossos colaboradores e seus familiares. O serviço permite às pessoas consultarem um médico veterinário e garantir o bem-estar do animal”, afirma Cleide Fonseca, diretora de RH do GRUPO BB E MAPFRE.
O POP Pet realizou mais de 200 atendimentos somente no primeiro mês. Durante esse período, os chamados mais frequentes foram sobre alimentação e o bem-estar dos animais durante o tempo seco. Mas as recomendações abordam também banho, tosa, doenças, medicação e até estética, como locais e benefícios do ofurô e massagem.
Realizado por uma consultoria especializada e exclusiva do GRUPO, o atendimento é feito por veterinários de segunda a sexta, das 8h até as 22h. “Mesmo que aconteça alguma emergência fora desse horário, o time que estiver de plantão entrará em contato com o veterinário para que a pessoa receba a informação que precisa naquele momento”, complementa a diretora.
Diferenciais do POP – Com o objetivo de oferecer apoio psicológico aos colaboradores, a ouvidoria ganhou força e hoje também conta com um time de especialistas na área jurídica, nutricional, fisioterapêutica e serviço social. Carro-chefe do programa, o atendimento psicológico corresponde a cerca de 50% das ligações. “A confidencialidade sobre a identidade e o tema confere segurança ao funcionário e permite que ele divida seus problemas e dúvidas sem constrangimento”, conta Cleide.
Capitalização mantém ritmo de crescimento
Pelo sétimo mês consecutivo, o setor de Capitalização registrou crescimento expressivo nas receitas. Em julho, o faturamento alcançou R$ R$ 9.2 milhões, um avanço de 19,5% em relação a igual período do ano passado. No acumulado do ano, as empresas devolveram aos clientes mais de R$ 6 bilhões e foram pagos mais de R$ 480 milhões em prêmios, um crescimento de 19,1% e 27,2%, respectivamente.Os resultados foram recebidos com otimismo pela Federação Nacional de Capitalização (Fenacap).
“Não há dúvida de que o produto é um grande atrativo para quem quer acumular recursos e ainda concorrer a prêmios em dinheiro”, diz Marco Barros, presidente da FenaCap. O crescimento é atribuído, em parte, ao crescente interesse da chamada nova classe média pelos títulos de capitalização. Segundo o executivo, ainda que não sejam considerados investimento, e não possam ser comparados a qualquer outro instrumento financeiro convencional, uma vez que devolvem ao fim do período de vigência os valores depositados atualizados monetariamente, os produtos vem sendo cada vez mais procurados por aqueles que buscam uma forma simplificada de guardar dinheiro. “Capitalização é particularmente indicada para quem está dando os primeiros passos no mercado financeiro”, assinala, dizendo que é um instrumento que ajuda a desenvolver a disciplina e o controle sobre as finanças pessoais.
Para Marco Barros, quem busca a capitalização abre mão de um possível rendimento em outra aplicação para ter a chance de concorrer a prêmios e também para evitar que o dinheiro evapore da conta. “Não há como comparar um título a qualquer outro instrumento financeiro, não se trata de um investimento”, reitera. O executivo se opõe a visão daqueles que apontam a Capitalização como desvantajosa em comparação a outras aplicações, uma vez que o produto não se assemelha a qualquer outro. “Isso demonstra um desconhecimento sobre as características do produto e do consumidor a que se destina” afirma, lembrando que existem hoje mais de 40 milhões de portadores de títulos de capitalização no país, um universo que engloba todas as classes sociais. “Não podemos perder de vista que nem todos os consumidores têm perfil ou renda para se expor aos riscos inerentes ao mercado financeiro”,acrescenta.
Segundo Marco Barros, como há carência para resgate, geralmente de 12 meses, e alguma perda para quem retira o dinheiro antes do fim do prazo de capitalização, os títulos acabam sendo um aliado importante para a formação de reservas, uma vez que as pessoas pensam duas vezes antes de sacar. “Fora isso, como geralmente os pagamentos são feitos por meio de débito automático e as mensalidades têm valor relativamente baixo – o tíquete médio é de R$ 26 – as pessoas vão economizando sem sentir muito no bolso e ficam satisfeitas quando chegam ao fim do prazo e verificam que, mesmo com um pouquinho por mês, conseguiram juntar algum dinheiro”, assinala.
Para o presidente da Fenacap, essas características, aliadas ao aspecto lúdico dos sorteios, explicam o fato de a aplicação em títulos de capitalização ocupar o segundo lugar na preferência dos brasileiros, perdendo apenas para a Caderneta de Poupança, conforme atestam dados de pesquisa realizada pelo Instituto Fractal, divulgados recentemente.
Ranking Anbima
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Comunicado Oficial
A ANBIMA divulgou nesta quarta-feira (19) o ranking de Mercado de Capitais de agosto. Dividido em duas partes, Originação e Distribuição, o levantamento do mercado doméstico considera quatro grandes grupos de ranking, com listas para renda fixa, renda variável, operações híbridas e operações com empresas ligadas. Ambos os rankings, para os consolidados de renda fixa, apresentam uma subdivisão entre operações de curto prazo (com vencimento até 365 dias), longo prazo (com vencimento superior a 365 dias), e securitização, que são divididos em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). São elaborados mensalmente.
O Ranking ANBIMA de Originação é dividido em dois levantamentos: por valor e por número de operações. Enquanto o primeiro apresenta os valores originados pelas instituições coordenadoras e coordenadoras contratadas, o segundo contém o número total de operações originadas por estas mesmas instituições.
Já o Ranking ANBIMA de Distribuição mostra os valores distribuídos pelas instituições que participaram do esforço de colocação dos papéis no mercado.
No Ranking ANBIMA de Emissões do Mercado Externo são quatro famílias de rankings. Três relacionam os coordenadores de emissões por setor: público, privado e totais (público e privado). São contempladas as instituições financeiras de acordo com o papel desempenhado em cada emissão (Book-Runner e Co-Leader), considerando também o tipo de emissão (Títulos de Dívida, Renda Variável e Outros). O quarto tipo é um ranking dos emissores. São elaborados mensalmente.




