Seguindo o movimento da economia brasileira, que foi marcada pela redução nas taxas de juros no primeiro semestre de 2012, a Tokio Marine Seguradora implementou novas opções de pagamentos e diminuiu as taxas de parcelamento para os produtos Corporate. Com a alteração, a Seguradora torna os produtos mais atrativos e proporciona mais flexibilidade e oportunidades de fechamentos de negócios para os Corretores.
“Repassamos a queda das taxas para nossos produtos com o objetivo de reduzir significativamente o percentual de juros, além de aumentar o número de parcelas”, afirma o Diretor Executivo Técnico Corporate, Felipe Smith.
Na prática, a redução na taxa de juros envolve os seguros Empresarial para Médias Empresas, Empresarial Varejo, RD Equipamentos, Agronegócios, Riscos de Engenharia e demais Produtos Corporate. Agora, estes produtos podem ser pagos sem juros no parcelamento em até 4 vezes.
No Risco de Engenharia, o pagamento pode ser feito em até 12 vezes, e para os demais produtos, em até 10 vezes. As taxas de juros, que giravam entre 2,0% e 4,5%, passaram para 1,0% a 2,5% ao mês para os parcelamentos superiores a 5 vezes. A condição é válida para apólices vigentes desde o dia 16 de setembro.
A busca por redução de custos e prestação de serviços diferenciada tem suscitado negócios interessantes ao redor do mundo na indústria de seguros. Uma recente vem da seguradora Allianz, a maior da Europa, e que no Brasil apresentou crescimento constante nos últimos nove anos e acaba de mudar o comando. Comunicado divulgado ontem pelo grupo anuncia uma parceria entre a Allianz e a Volkswagen Financial Services, braço financeiro da fabricante Volkswagen. Elas vão criar, em janeiro de 2013, uma joint venture mundial para atuar no mercado de seguro automotivo. A Allianz terá 49% da Volkswagen Autoversicherung AG e a Volkswagen 51%. A meta é oferecer aos clientes da Volkswagen seguros personalizados com custo acessível.
Chegou o dia que todos temiam. Isso trará um grande impacto no lucro das seguradoras. Resta saber o quanto isso vai aumentar o preço do seguro. Afinal, não tem milagre: será preciso vender mais, aprimorar custos e mesmo assim vai faltar para cobrir uma receita que era muito importante no equilíbrio de contas das companhias. Vamos ver o que temos nos jornais e sites amanhã sobre isso. Talvez por isso não havia ninguém da Susep no almoço do SindSeg-SP, que reuniu praticamente 100% dos principais executivos do setor. Mas amanhã tem coletiva na Susep para lançamento de produto de microsseguro da Bradesco, com a presença do titular Luciano Portal. Quem sabe esse importante tema também seja tratado. Aguardemos!
Comunicado oficial
A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em reunião do Conselho Diretor, realizada nesta quarta-feira (26/6), extinguiu a cobrança do custo de apólice de seguro enquanto receita específica. Analise feita pelo Grupo de Trabalho instituído pela apontou que, do ponto de vista contábil, não haveria justificativa para a manutenção da taxa fora do prêmio. O total do valor arrecadado, dentro da rubrica custo de apólice, foi de R$ 1,7 bilhão em 2011. Até março deste ano, a taxa gerou R$ 485,3 milhões. A medida passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2013.
Em abril deste ano, a SUSEP suspendeu os efeitos da Circular 401, publicada em 25 de fevereiro de 2010, que majorou o teto da cobrança do custo de apólice de R$ 60 para R$ 100. Através da Circular 432, publicada no Diário Oficial da União em 16/4/2012, a autarquia determinou que fosse realizado estudo técnico necessário para estabelecer, caso fosse necessário, novo teto para este tipo de cobrança.
Estudo realizado pela Susep revelou que as razões que deram origem à cobrança do custo de apólice, como o alto custo da impressão do documento em papel moeda, somado às perdas com a inflação, não se justiçam mais no ambiente atual. Segundo técnicos da autarquia, as reformas econômicas realizadas pelo governo brasileiro nos últimos anos, que mantiveram a estabilidade econômica, além do uso massivo da tecnologia em procedimentos de comercialização de seguro, reduziram significativamente os custos das operações de contratação.
O Santander e o Insper divulgaram nesta quarta-feira o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN) referente ao quarto trimestre de 2012. O índice atingiu 74,6 pontos, aumento de 0,67% em relação ao trimestre anterior (74,1 pontos). “Acreditamos que o resultado reflita a expectativa com as datas comemorativas de fim de ano, Dia das Crianças e Natal, que historicamente contribuem aumento nas vendas do comércio – setor que apresentou maior elevação no otimismo”, explica Marcelo Malanga, diretor executivo de Pequenas e Médias Empresas do Santander. Para o professor do Insper, José Luiz Rossi Júnior, o otimismo do empresariado advém da percepção da redução do risco da economia.
Quando analisadas as diferentes questões que compõem o índice, o destaque positivo fica para o aumento na confiança do pequeno e médio empresário com relação ao futuro geral da economia, que apresentou o maior aumento percentual (4,11%), passando de 71,2 pontos no terceiro trimestre do ano para 74,1 pontos no quarto trimestre. As perspectivas de investimento dos empresários de pequenos e médios negócios permaneceram estáveis em 71,3 pontos, já a intenção de contratação de empregados mostrou queda de 0,92%, passando de 68,2 pontos no terceiro trimestre do ano para 67,5 pontos no quarto trimestre.
Entre os ramos de atividade, o setor comercial se mostrou o mais confiante da economia com aumento de 2,21%, subindo de 73,7 pontos no terceiro trimestre para 75,3 pontos no quarto trimestre. Já com relação aos setores industrial e de serviços houve queda no otimismo. A indústria parece ter encerrado um contínuo processo de aumento da confiança que iniciou no primeiro trimestre, terminando o ano com queda de 2,72% na confiança. O setor de serviços também está menos otimista, caindo de 73,7 pontos no terceiro trimestre do ano para 73,3 pontos (queda de 0,55%). Comparado com mesmo período de 2011, apenas o setor de serviços apresentou queda.
A confiança do empresário brasileiro de pequeno e médio negócio subiu em todas as regiões do país com exceção do Nordeste. A região Norte possui os empresários mais otimistas e a região Sul apresentou o maior aumento na confiança (1,71%), atingindo 74,4 pontos no quarto trimestre do ano. Embora com um aumento de 0,40% na confiança, a região Sudeste voltou a ser a menos otimista com 74 pontos. A confiança na região Nordeste passou de 75,2 pontos no terceiro trimestre para 74,8 pontos no quarto trimestre (queda de 0,58%).
Metodologia – Lançado em novembro de 2008, o Índice, desenvolvido pelo Insper Instituto de Ensino e Pesquisa em parceria com o Santander, tem o intuito de aprofundar o conhecimento a respeito das expectativas do empresariado nacional, contando com divulgações trimestrais. O IC-PMN varia em uma escala de 100 pontos, sendo 100 o nível máximo de confiança. Os dados foram coletados entre os dias 1 a 5 de Setembro de 2012, contando com a participação de 1.200 empresários de todo o Brasil e dos setores de indústria, comércio e serviços.
A Marsh & McLennan anunciou que Brian Duperreault, 65 anos, se aposentará como Presidente e CEO da empresa no final deste ano. Daniel S. Glaser, 52 anos, atual Presidente e COO das companhias do Grupo, foi nomeado sucessor de Duperreault e se tornará Presidente e CEO em 1º. de janeiro de 2013. “Estamos imensamente gratos ao Brian pela significativa recuperação da Companhia realizada sob sua administração”, disse Lorde Lang of Monkton, Presidente do Conselho Diretivo da Marsh & McLennan Companies. “Dentre suas muitas contribuições para a Companhia desde sua entrada, em janeiro de 2008, Brian construiu uma equipe executiva forte, melhorou significativamente os resultados operacionais da Companhia e estabeleceu uma estratégia de longo prazo que continua servindo como base para futuros projetos da Companhia. Não há dúvida de que ele deixará a Marsh & McLennan Companies em uma posição muito mais forte do que quando chegou.”
“Ao escolher Dan Glaser para suceder Brian, o Conselho reconheceu as fortes habilidades de liderança de Dan e realizações impressionantes desde que ingressou na empresa como presidente e CEO da Marsh, em dezembro de 2007. Juntos, ele e Brian posicionaram a Marsh & McLennan Companies para se tornar um empresa global de elite.”
“Tem sido um privilégio ser Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies”, disse Duperreault. “Eu estou orgulhoso do que fizemos acontecer em virtude dos grandes esforços e da imensa dedicação de nossos líderes e colegas ao redor do mundo. Fazer parte da Marsh & McLennan Companies tem sido um dos aspectos mais gratificantes da minha carreira. Dan e eu trabalhamos muito próximos e tenho plena confiança de que ele continuará a capitalizar os pontos fortes da Marsh & McLennan Companies para entregar o valor agregado da companhia a nossos clientes, colaboradores e acionistas. Quero agradecer ao Conselho por seu apoio incondicional ao longo dos últimos anos e estou ansioso para completar uma transição harmoniosa junto ao Dan até o final do ano.”
“É uma honra suceder Brian como Presidente e CEO da Marsh & McLennan Companies”, disse Glaser. “Sou grato ao Conselho e ao Brian pela confiança que depositaram em mim e pelo trabalho que têm feito para posicionar a empresa em um caminho de crescimento e sucesso contínuos. Estou ansioso para trabalhar com nossos líderes e colegas em todo o mundo e continuar o posicionamento da Marsh & McLennan Companies como uma organização de elite.”
Após sua aposentadoria como Presidente e CEO, Duperreault também se desligará do Conselho Diretivo da Companhia. Dan Glaser integrará o Conselho como Diretor efetivo em 1º de janeiro de 2013. Duperreault é um veterano da indústria de seguros que, ao longo de sua carreira de quase 40 anos, ocupou cargos de liderança entre as empresas mais importantes do setor. Antes de sua função na Marsh & McLennan Companies ele foi CEO da ACE Limited e membro de seu Conselho Diretivo. Duperreault também atuou em cargos de liderança na AIG e suas afiliadas. Atualmente serve como Presidente do Federal Advisory Committee on Insurance (FACI) e em 2011, foi incluído no International Insurance Society’s Hall of Fame.
Dan Glaser ocupa o cargo de Presidente e COO da Marsh & McLennan Companies desde abril de 2011 com uma visão estratégica e operacional tanto em Riscos quanto em Prestação de Serviços para Seguros, além dos segmentos de Consultoria da empresa. Antes de sua função atual, Glaser foi Presidente e CEO da Marsh Inc. Em dezembro de 2007, retornou à Marsh depois de ocupar posições elevadas na corretagem e venda de seguros nos Estados Unidos, Europa e Oriente Médio. Sua carreira se iniciou há mais de 30 anos na Marsh. Glaser é ex-presidente da BritishAmerican Business e faz parte de seu Conselho Consultivo Internacional. Também é membro do Board of Trustees of the American Institute for Chartered Property Casualty Underwriters e do Board of Trustees of Ohio Wesleyan University.
A Coface dispobibiliza na sua página no Facebook a aba “Guia Coface de Seguro de Crédito Consciente”, onde as empresas podem esclarecer suas dúvidas sobre a importância do seguro de crédito na estratégia de negócios e como ferramenta de proteção contra inadimplência e falência de um determinado cliente em sua carteira, entre outras informações sobre esta modalidade de seguro. “A atuação cada vez mais consistente da Coface nas mídias sociais é fundamental para um relacionamento mais próximo e transparente com nossos clientes, corretores e parceiros de negócio, levando até eles informações sobre a empresa e o mundo do crédito”, afirma Jeane So, Gerente de Marketing da seguradora.
Para acompanhar a Coface nas redes sociais, acesse:
Fiquei impressionada com isso. Por que a Susep, que vive dizendo que não tem funcionários suficientes para fiscalizar o setor e agilizar a aprovação de produtos, e não a assessoria do grupo para divulgar isso? O que será que significa? Ter o peso de ser a primeira a divulgar? Mas tantas já divulgaram….Até microsseguro de graça já foi noticiado. A conferir!!!
AVISO DE PAUTA – SUSEP/ ASSUNTO: MICROSSEGURO
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) receberá, na próxima quinta-feira (27/9), às 15h, o pedido de autorização do Grupo Bradesco Seguros para a comercialização de dois produtos desenvolvidos para o segmento de microsseguro. A solenidade contará com a presença do superintendente Luciano Portal Santanna e do presidente da companhia, Marco Antônio Rossi, além de diretores da autarquia e da empresa.
Em seguida, haverá coletiva de imprensa. Eles estarão à disposição dos jornalistas para falar sobre o mercado de microsseguro e suas possibilidades.
PEDIMOS QUE OS JORNALISTAS INTERESSADOS CONFIRMEM A PARTICIPAÇÃO.
COLETIVA: MICROSSEGURO
LOCAL: SUSEP
ENDEREÇO: AV.PRESIDENTE VARGAS, 730, 13º ANDAR, CENTRO DO RIO DE JANEIRO
O Lloyd’s, líder no mercado de seguros especializados do mundo, anunciou hoje um lucro de £1,53 bilhão (US$2,4 bilhões) para o período semestral encerrado em 30 de junho de 2012. O resultado é decorrência de uma primeira metade de 2012 pobre em catástrofes naturais para o ramo de seguros, um ano que não vivenciou sinistros de grandes proporções e que marca um retorno ao lucro após o segundo ano mais caro da história para o ramo de seguros, em 2011.
O Lloyd’s incorreu em um total líquido de sinistros no valor de £4.584 milhões (US$7.243 milhões), uma queda de quase um terço nos sinistros que o mercado vivenciou na primeira metade de 2011. E, apesar das baixas taxas de juros registradas, o retorno sobre o investimento do Lloyd’s subiu 13%, para £619 milhões (US$978 milhões).
O Presidente mundial do Lloyd’s, Richard Ward, disse: “Este é um bem-vindo retorno ao lucro para o mercado, após um período de seis meses que não podia ser um contraste maior com a primeira metade de 2011”. “O resultado certamente foi ajudado pelo clima favorável nos sinistros. Mas dá testemunho de uma atividade de subscrição disciplinada no mercado, que, diante de baixos índices de prêmios continuados, associados a baixas taxas de juros e o mais desafiador clima econômico de toda uma geração, foi capaz de dar retorno com o mais forte resultado semestral dos últimos cinco anos”.
O Chairman do Lloyd’s, John Nelson, disse: “Esses resultados coroam um período semestral forte para o Lloyd’s. Vimos o lançamento de nossa estratégia de prazo mais longo, a Visão 2025, progredir com firmeza e ficar pronta para a Solvency II, e nossa perspectiva de classificação de crédito ser elevada de estável para positiva segundo a Standard & Poor’s”. “Visando o futuro, o mercado do Lloyd‘s – com seus níveis de capital recordes, classificações de crédito A e A+ e sólida reputação – está bem posicionado para se beneficiar de oportunidades que surjam tanto em nível nacional quanto no exterior”.
Destaques financeiros:
• Lucro de £1,53 bilhão/US$2,4 bilhões (um crescimento em relação ao prejuízo de £697 milhões/US$1.122 milhões na primeira metade de 2011).
• Sinistros líquidos incorridos de £4.584 milhões/US$7.243 milhões (decréscimo de 32% em relação a £6.697 milhões na primeira metade de 2011).
• Um índice combinado de 88,7% (redução em relação a 113,3% na primeira metade de 2011).
• Retorno sobre investimento de £619 milhões/US$978 milhões, 1,2%, (elevação em relação a £548 milhões/US$883 milhões), 1,1%, na primeira metade de 2011).
• Ativos centrais montando a £2.459 milhões/US$3.861 milhões (2011: £2.472 milhões/US$3.980 milhões).
A grande notícia do dia hoje é a divulgação das duas resoluções que estavam pendentes para encerrar a regulamentação do microsseguros. Com elas, as empresas vão poder definir se é vantajoso abrir ou não uma empresa a parte para operar com microsseguros ou se vão manter a venda de apólices para a menor renda concentradas dentro de um departamento na seguradora de ramos elementares ou vida. Vamos aguardar entrevistas com executivos de empresas para saber a estratégia de cada uma para podermos ter uma noção se o microsseguros no Brasil será um dos maiores programas mundiais!
Resolução SUSEP nº 262, de 25 de setembro de 2012
Estabelece regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas e para a definição da necessidade, por ativos garantidores, de cobertura da Provisão de Prêmios Não Ganhos das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
A SUPERINDENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto no 60.459, de 13 de março de 1967, considerando o que consta do Processo CNSP no 1/2012 e Processo SUSEP no 15414.002558/2012-87, torna público que o Superintendente da SUSEP, ad referendum do CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS – CNSP, com fundamento no art. 4o, § 1o e art. 5o, § 1o do Regimento Interno aprovado pela Resolução CNSP no 111, de 11 de maio de 2004, resolveu:
Art. 1o Instituir regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas e para a definição da necessidade de cobertura, por ativos garantidores, da Provisão de Prêmios Não Ganhos das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
Art. 2o As sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros poderão deduzir, da necessidade de cobertura da Provisão de Prêmios Não Ganhos por ativos garantidores, os valores do carregamento do prêmio comercial, referente às despesas de comercialização.
Art. 3o Aplicam-se às sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros todas as demais disposições da Resolução CNSP no 162, de 29 de dezembro de 2006, ou de norma que vier a sucedê-la.
Art. 4o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Luciano Portal Santanna
Resolução SUSEP nº 263, de 25 de setembro de 2012
Dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar,autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da atribuição que lhe confere o art. 34, inciso XI, do Decreto no 60.459, de 13 de março de 1967, considerando o que consta do Processo CNSP no 2/2012 e Processo SUSEP no 15414.002555/2012-43, torna público que o Superintendente da SUSEP, ad referendum do CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS – CNSP, com fundamento no art. 4o, § 1o e art. 5o, § 1o do Regimento Interno aprovado pela Resolução CNSP no 111, de 11 de maio de 2004, resolveu:
Art. 1o Dispor sobre as regras de definição do capital mínimo requerido para autorização e funcionamento das sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
Art. 2o Considera-se, para efeitos desta Resolução:
I – capital base: montante fixo de capital que a sociedade supervisionada deverá manter, a qualquer tempo, conforme definido na legislação vigente de microsseguros;
II – capital adicional: montante variável de capital que a sociedade supervisionada deverá manter, a qualquer tempo, para garantir os riscos inerentes à operação, conforme definido na legislação vigente;
III – capital mínimo requerido: capital total que a sociedade supervisionada deverá manter, a qualquer tempo, para operar, sendo equivalente ao maior valor entre o capital base e o capital adicional, observada a condição prevista no artigo 3º desta Resolução;
IV – sociedades supervisionadas: sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar, autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros.
Art. 3o Até que o CNSP regule as regras de requerimento de capital adicional pertinentes aos demais riscos, para todos os efeitos, o capital mínimo requerido para as sociedades seguradoras autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros deverá ser o maior valor entre o capital base, o capital adicional e a margem de solvência.
Art. 4o Fica a SUSEP autorizada a adotar as medidas necessárias à execução do disposto nesta Resolução.
Art. 5o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Uma pesquisa da própria Porto Seguro, feita com 350 jovens de 18 a 24 anos de cinco regiões metropolitanas (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife), mostra que 10% já sofreram algum tipo de acidente em decorrência de distrações provocadas pelo uso do celular ao volante. Dentre os jovens que afirmaram já ter sofrido algum tipo de acidente devido ao uso do celular à direção, 72% disseram que, após o acidente, mudaram o modo de dirigir, preocupando-se ainda com outros condutores conhecidos, como familiares e amigos.
A pesquisa revelou que 59% afirmaram dirigir e teclar ao mesmo tempo “muitas” (20% das respostas) ou “algumas” vezes (39% do total). Entre estes, predomina a consciência de que é preciso mudar tal prática, apesar de muitos ainda não “transformarem” esse conhecimento em atitude: 80% dos respondentes disseram preocupar-se quanto ao problema em questão.Destes, 48% tentam evitar o uso de aparelhos à direção, enquanto 32% não fazem nada para mudar o hábito. O levantamento da Companhia foi encomendado ao IBOPE, com base na premissa de que o uso de celulares, smartphones e aparelhos similares é predominante entre os jovens.
A pesquisa foi realizada para a Porto Seguro ter conteúdo para promover na Semana do Trânsito, de 24 ao dia 30, uma série de ações com o objetivo de reforçar as orientações sobre os riscos do uso do celular à direção, sobretudo para redigir e ler mensagens de texto (SMS). As ações dão continuidade à recente campanha também lançada pelo Porto Seguro Auto com essa mesma temática e que está integrada ao movimento Trânsito+gentil”.
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