Mais uma contribuição de seguradora para difundir a arte entre os brasileiros. Desta vez, a Caixa Seguros.
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A partir do dia 4 de outubro, os brasilienses poderão ver imagens do planeta Terra sob uma nova perspectiva, na exposição A Terra Vista do Céu. A mostra, trazida para a capital do país pelo Grupo Caixa Seguros, será montada a céu aberto e terá visitação gratuita até o dia 4 de novembro, na Praça do Museu da República, coração da cidade. As 130 fotografias que compõem a exposição foram clicadas pelo fotógrafo e ecologista francês Yann Arthus-Bertrand, que estará presente no lançamento. Há vinte anos, ele viaja pelos cinco continentes retratando do alto de um balão, de um helicóptero ou de um avião, paisagens inusitadas do planeta.
Cada painel terá aproximadamente três metros de altura. A ideia é revelar ao público de Brasília um planeta incrivelmente belo e, ao mesmo tempo, frágil diante da degradação causada pelas ações do homem. As crianças também terão um espaço lúdico na exposição. O Planisfério, um mapa mundi de 200 m2, estará disposto no chão, possibilitando aos visitantes de todas as idades uma caminhada pelo mundo e pelos principais pontos de fragilidade do planeta.
“As fotos de Yann Arthus-Bertrand são maneiras inteligentes de sensibilizar as pessoas quanto à necessidade de proteger nossas riquezas naturais. Por isso, decidimos apoiar a divulgação desse trabalho e trazê-lo para Brasília”, afirma na nota o presidente do Grupo Caixa Seguros, Thierry Claudon, releito para novo mandato de três anos. “Assim como estamos investindo na construção de nossa sede na capital do país, queremos investir também no enriquecimento da cultura local”, complementa.
A exposição – Vista por mais de 120 milhões de pessoas em 110 países, esta é a segunda vez que a exposição chega a uma capital brasileira. Entre maio e junho deste ano, 1 milhão de pessoas viram a mostra no Rio de Janeiro, durante a Rio+20, evento que marcou as duas décadas de trabalho do fotógrafo, iniciado na Eco 92. “Há 20 anos, percebi que a Terra se transformava diante dos meus olhos e, então, dei vida ao projeto para sensibilizar os cidadãos e os dirigentes políticos sobre a questão do meio ambiente”, comenta o fotógrafo.
Durante a passagem por Brasília, Yann Arthus-Bertrand fará imagens do alto de um helicóptero de alguns pontos da capital. As fotografias serão incluídas no livro da exposição, que estará disponível para o público enquanto o evento estiver na cidade. Depois de 18 de novembro, a exposição parte para São Paulo e Belo Horizonte. A mostra, produzida pela Bonfilm, também conta com o apoio da Embaixada da França no Brasil, Secretaria de Cultura do DF, Museu Nacional e Biblioteca Nacional do DF.
Yann Arthus-Bertrand – fotógrafo, jornalista e ambientalista francês, Yann é presidente da Fundação Good Planet, cuja missão é a luta contra as mudanças climáticas. Após 35 anos dedicados à arte de observar o planeta, Yann Arthus-Bertrand tem publicado mais de 60 livros com retratos feitos ao redor do mundo, sempre a bordo de helicópteros e balões. Também é autor do documentário HOME, Nosso Planeta, Nossa Casa, exibido recentemente pelo canal GNT e está lançando o filme Planète Océan.
A American International Group, Inc. (NYSE: AIG) revelou hoje a atualização de seu logotipo, com um estilo mais moderno e nova cor. O novo logotipo começará a ser utilizado em todos os materiais da companhia, incluindo publicidade, antes do final do ano.
O novo logotipo será usado de maneira limitada até que a empresa complete seu plano de revitalização da marca. Esta revitalização será efetuada para os negócios de seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, seguros de vida e aposentadoria, que deverá ser finalizado até o final do ano.
Quando a revitalização da marca estiver completa, o segmento de seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil da AIG, que atualmente se chama Chartis, se converterá em AIG em quase todo o mundo. O segmento de seguros de vida e aposentadoria, atualmente conhecido como SunAmerica Financial Group, passará a chamar AIG Life and Retirement.
“Os clientes da AIG, investidores e o público em geral têm reconhecido que a empresa tem cumprido a sua dívida com o governo dos EUA, mais lucros”, disse o presidente e CEO AIG, Bob Benmosche. “Nosso novo logotipo reflete uma AIG reconstruída e reenergizada; e com olhar para um futuro – contemporâneo, dinâmico, transparente e revitalizada. Dia a dia, seguiremos trabalhando para construir sobre estas conquistas e continuar a inovando, oferecendo aos nossos clientes produtos e serviços de excelência”.
Fiquei feliz de ver um anúncio do IRB Brasil Re no exterior. Selecionava subscritores para dar vazão a sua estratégia internacional. Chique ver empresa brasileira na mídia internacional. Mas a admiração durou pouco tempo. O primeiro brasileiro, residente no exterior, que se candidatou à vaga foi recusado exatamente por ser brasileiro. Em tempo: é para trabalhar no Brasil, país no qual deteve o monopólio por quase 70 anos, repudiando estrangeiros. Como pode isso! Será que a presidente Dilma Rousseff sabe disso? Justamente ela que em agosto autorizou a criação de uma estatal para privilegiar os brasileiros!!!
Procurada, a assessoria de imprensa do IRB não retornou ao pedido de entrevista. Acredito que isso seja discriminação e, portanto, proibido. Bem, fica a minha contribuição por meio das mídias sociais, que vieram para democratizar a informação, e juntos construirmos um país melhor, com empresas pautadas pela governança corporativa e requisitos mínimos de sustentabilidade, que envolvem ética e respeito a todos os stakeholders.
Veja abaixo o anúncio do IRB na Business Insurance, compartilhado na rede social Linkedin, e a resposta do IRB ao candidato brasileiro. O nome do candidato será mantido em sigilo em razão do corporativismo.
ANÚNCIO DO IRB
IRB-BRASIL RE, the Largest Reinsurer in Latin America, is seeking Underwriters.
Established in 1939, IRB-Brasil Re is the leading reinsurer in Latin America, with offices in London, São Paulo, Rio de Janeiro and Buenos Aires. In accordance with its plan of international expansion it is seeking to hire experienced underwriters from the London and continental European markets to underwrite in the following lines of business: Engineering, Oil/Energy, D&O, Life and General Treaty. Successful candidates will have suitable qualifications and a proven track record in underwriting. Availability to undergo a 8 month professional training program in Rio de Janeiro is a must. The compensation package will be commensurate with experience and will include rent allowance, health insurance and regular repatriation expenses. First interview will be held by telephone or Skype. Please, send your CV, including details of current compensation package, to: uk_underwriters@irb-brasilre.com.br
CARTA DO IRB ENVIADA AO CANDIDATO
Agradeço o envio do CV, mas infelizmente estamos em busca de estrangeiros para aturem no Brasil, de forma que, neste momento, a posição não permite que tragamos você, por ser, também, brasileiro.
Mas manteremos seu CV no nosso banco de dados para, quem sabe, futuramente, voltarmos a conversar.
Obrigada e tenha uma boa noite.
Atenciosamente,
Coordenação de Administração de Recursos Humanos (COARH/GERHU)
Tel.: (21) 2272-0695 – Fax: (21) 2272-2814
CARTA DO CANDIDATO BRASILEIRO ENVIADO AO RH DO IRB
Em primeiro lugar, muito obrigado pela rápida resposta.
Estive acompanhando, desde o início, o processo de abertura do mercado de resseguros no Brasil e honestamente vejo uma decisão acertada do IRB em buscar outros mercados através de um projeto de expansão internacional, entretanto como brasileiro confesso que fico desapontado, principalmente por que todas as empresas multinacionais que conheço, selecionam seguindo critérios de capacidade técnica e experiência profissional do candidato independentemente da nacionalidade. Na minha opinião, o que deveria ser pontos positivos adicionais neste processo, que é o fato de ser nativo de língua portuguesa e conhecedor do mercado local, infelizmente, é um fator de eliminação.
Como você pode observar no meu CV, estou vivendo fora do pais já faz 4 anos, tenho dupla nacionalidade, sou fluente em espanhol castellano e inglês, sou atuário de formação (Puc-SP), possuo um MBA em Gestão e Técnicas de Seguros pela Fundação MAPFRE em Madrid e atualmente estou trabalhando como Underwriter sênior em uma das maiores seguradoras do mundo na Espanha. Adicionalmente, tenho contato diário com Londres e constantemente participo de cursos e treinamentos em diversos países dentro da Europa abrindo ainda mais meu leque de conhecimento cultural e técnico dos mercados de seguros de diferentes países.
Espero sinceramente que este projeto de expansão do IRB, além de benefício financeiro, possa mostrar para o mundo a competência brasileira que é pouco conhecida no mercado de seguros mundial, que realmente possamos mostrar nossa “cara” no sentido que temos sim profissionais altamente qualificados que podem executar o trabalho igual ou melhor que qualquer estrangeiro. Penso também que exigir experiência internacional é normal, agora filtrar o processo por nacionalidade além de uma atitude discriminatória, demonstra que a empresa não está preparada para entrar em outros mercados, por que isso não é pratica habitual dentro e muito menos fora do Brasil.
Uma grande resseguradora e histórica como IRB, que leva o nome do país, jamais poderia desclassificar um candidato qualificado para a posição pelo fato de ser brasileiro. Gostaria de deixar claro, que meu desapontamento não é só pela perda da oportunidade, e sim por ver um empresa nacional desmerecer sua própria gente. O brasileiro tem condição de estar onde estou eu hoje e atingir grandes resultados.
Por favor, se possível, encaminhe este e-mail ao diretor de RH e/ou ouvidoria do IRB, ficaria extremamente orgulhoso se essa decisão fosse reavaliada.
Novamente, deixo meu profundo agradecimento por sua atenção.
Atenciosamente,
CARTA DO CANDIDATO INCONRFORMADO COM A ATITUDE DO IRB ENVIADA AO BLOG
Sou brasileiro e atualmente trabalho em uma seguradora na Europa. Sou atuário formado pela Puc-SP e vivo fora do Brasil já faz 4 anos. Sempre acompanho seu blog pois tem um ótimo conteúdo e me ajuda muito no sentido de ficar atualizado em relação as noticias de seguros do mercado brasileiro.
Agora te conto o que aconteceu, faz um mês que um Head Hunter me procurou no país em que moro para oferecer-me uma oportunidade de trabalho do IRB, em um primeiro momento achei melhor pesquisar e ao parecer um projeto interessante e atrativo para o momento de minha carreira profissional, optei em mandar meu CV diretamente ao email da oferta de trabalho que encontrei divulgado no Linkedin.
Para não ficar dando muitas voltas no assunto, te envio o email em anexo com a postura adotada pelo IRB de acordo com o email que uma analista do RH do IRB me enviou, deixa absolutamente claro o preconceito e a falta de confiança que temos com nos mesmos brasileiros.
Não tenho absolutamente nada contra a contratação de estrangeiros, acho que é fundamental para o desenvolvimento do nosso mercado, mas restringir as contratações desse novo projeto somente a estrangeiros é uma coisa revoltante para os brasileiros que vivem fora e sabem de todas dificuldades do mercado local.
Gostaria de deixar meu nome em sigilo pois quero evitar problemas futuros, mas gostaria de dividir essa informação com você que tem um grande conhecimento e contatos no mercado, acho que o futuro do Brasil depende de nossas atitudes, penso que estou fazendo minha parte, pois tenho claro que vale muito mais pena em qualificar um profissional nosso que buscar fora, é a primeira vez que teremos um representante mundial no segmento de seguros, tenho certeza que o brasileiro tem capacidade suficiente de responder aos desafios e exigências desse grande projeto.
Obrigado pelo contato e parabéns pelo conteúdo do Blog.
Trazer uma proposta inovadora, com ferramentas que simplificam a contratação de proteções demandadas pelos clientes. Essa é a prioridade da Segurar.com, uma das primeiras corretoras pontocom lançadas no Brasil. A novidade do dia vem da entrada do seguro automóvel na prateleira de produtos de uma corretora online, algo até semanas atrás um assunto proibido. Liberty, Zurich, HDI e Cardif são as seguradoras que vão compor a oferta de seguro de carro que a Segurar.com vai levar aos internautas a partir de novembro. Outra novidade nos próximos dias é com a seguradora American Life, com quem a corretora lança um seguro para diabéticos, um público geralmente excluído em produtos normais de vida ofertados no mercado.
Atualmente, os internautas podem comprar seguro viagem, proteção para a casa, acidentes pessoais, diária hospitalar, mulher e vida. Assim como suas concorrentes, a aposta é conquistar o jovem que não desgruda dos smartphones e tablets. “Até o namoro tem sido pelos aplicativos, com curtir no face e what’s up”, brinca Oswaldo Romano, presidente da Segurar.com. Pensando nisso, a corretora decidiu fazer uma análise dos produtos disponíveis nas seguradoras e empresas de assistências e criar ofertas personalizadas pela corretora. “De nada adianta encher o site com diversas opções se o cliente ficar confuso na hora de comprar”, diz Renato Spadafora, COO da Segurar.
Obviamente o preço é o alvo do internauta quando faz uma pesquisa pela internet. “Nossa aposta é levar a melhor proteção para o consumidor, tirando-o da angústia de ter de decidir entre muitas ofertas sem ter domínio do assunto seguros. Por isso, selecionamos o que entendemos como a melhor proteção, levando em conta a relação custo e benefício. Só assim conseguimos conquistar o cliente e, consequentemente, fazer a corretora crescer de forma sustentável”, diz Spadafora.
Com US$ 10 milhões disponíveis para o plano de negócios decolar, os executivos apostam num ritmo de venda sem expectativas mirabolantes, algo que virou moda no Brasil da Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016. “Não vai haver um boom. Estamos preparados para vendas consistentes, ao longo do tempo, na medida em que aumenta a percepção da sociedade em relação aos benefícios de ter proteção financeira para eventos corriqueiros do dia a dia. Imaginamos que em dois ou três anos o setor de seguros terá uma parcela significativa de vendas online”, diz.
O portal promete um intenso cronograma de lançamentos para completar as coberturas mais demandas pelos consumidores, como ser atendido em português por uma central de atendimento em caso de acidentes com a saúde fora do pais. Essa proteção faz parte do seguro viagem, que marcou a estréia da corretora, em 2011, período do boom no setor de turismo. Garantido pela Assist Card, o seguro viagem da Segurar.com permite acrescentar a cobertura para “esporte”, caso a viagem envolva a prática de esporte radical. Uma simulação mostrou o custo de R$ 5 a mais por dia no valor a ser pago para a seguradora para incluir o risco de acidentes durante um vôo de asa delta, escalada em montanhas entre outros esportes considerados radicais. Para esportes tradicionais, como um jogo de futebol, um vôlei na piscina ou uma corrida de rua, o risco já está contabilizado nos produtos normais.
O Lar Protegido, por exemplo, é um serviço de atendimento de urgência medica. Ele pode ser contratado para um número de pessoas, sem especificar o nome dos beneficiados. “Muitas vezes você faz uma festa e quer ter condições de prestar os primeiros atendimentos àqueles que se machucaram na sua casa”, explica. O plano inclui atendimento para empregados, fixos ou temporários e, por enquanto, só pode ser contratado por um ano em razão do custo para a contratação por evento ser elevada, compensando ao consumidor a compra da proteção pelo período de um ano. Em breve, essa assistência será lançado para os pequenos e médios comércios. “Geralmente as empresas têm um pacote de assistência 24 horas, mas não com cobertura para uso de ambulância em caso de acidentes”.
A opção hoje é usar o SAMU, atendimento público, que não leva o cliente para hospitais particulares, ou ter o produto no plano médico. Quem não tem, passa agora a contar com a opção do site da Segurar.com”, explica Spadafora. Esse serviço hoje é prestado pela Bem Assistência. Com a MetLife, a Segurar tem quarto proteções: Mulher, Diária Hospitalar, Vida e Acidentes Pessoais.
Essa é a melhor propaganda que uma seguradora pode fazer. Divulgar a razão de ser do seguro. Desde que comecei com os blogs peço esse tipo de abordagem para as seguradoras. Até que enfim Mapfre e Icatu já entenderam que isso funciona muito mais do que ficar divulgado produto. É preciso divulgar resultados. Parabens BB Mapfre
Hoje recebi um release interessante sobre mídias sociais e por isso vou compartilhar aqui. Eis um bom executivo para fazer palestras para o setor de seguros e explicar o que precisa ser feito para entrar nas redes sociais sem tantos temores.
RELEASE
Especialista afirma que, independente do tamanho da empresa, a valorização da criatividade e da colaboração coletiva são triunfos para se destacar da concorrência
São Paulo, outubro de 2012 – Enquanto alguns empresários temem a supervalorização das redes sociais, outros se opõem e se adéquam a nova era do compartilhamento e da criatividade. Com base na lista de maiores companhias do mundo, organizada pela Fortune Magazine, o site CEO.com e o escritório de análises Domo divulgaram que, de cada dez presidentes dessas empresas, sete não estão presentes nas grandes redes sociais, como Facebook, Twitter e Google+.
Apesar dessa dicotomia entre os executivos no mundo, o Brasil caminha para o aumento no número de usuários de internet. De acordo com dados do IBOPE Nielsen online, divulgados na última semana, atualmente são 83,4 milhões de pessoas com acesso à internet em todos os ambientes (considerando lan houses e outros lugares), sendo que 70,9 milhões usam à rede em casa ou no local de trabalho, ante 61,2 milhões de conectados em agosto de 2011, ou seja, um crescimento de 16% nos últimos 12 meses.
O autor do livro “Você é o que você compartilha” (Ed. Gente) e especialista em inteligência digital, Gil Giardelli, afirma que, apesar de muitos executivos relutarem com as redes sociais, muitas empresas começaram a valorizar a criatividade e o poder da colaboração coletiva. “Liderar a inovação digital nas empresas, primeiramente, deve ser uma atitude da presidência da companhia. Se os principais executivos não acreditarem no processo, nada avançará,” explica.
O especialista explica também que, independente do tamanho da empresa, manter um negócio ausente das mídias sociais é perder competitividade, potencial criativo e inserção no século XXI. “A marca corporativa precisa apenas de um excelente planejamento e vontade de inovar, ou seja, uma pequena empresa pode ter uma presença digital igual ou melhor que a de uma empresa secular de automóveis,” conclui.
Sobre Gil Giardelli
Autor do livro “Você é o que você compartilha” (Editora Gente), Gil Giardelli é especialista no Mundo.com, com quase duas décadas de experiência no universo digital. Web-ativista, é também professor nos cursos de Pós-Graduação e MBA do Miami Ad School e do Centro de Inovação e Criatividade (CIC) da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo, e da FIA-USP (Fundação Instituto de Administração).
Giardelli também é CEO da Gaia Creative, empresa que aplica inteligência de mídias sociais, economia colaborativa, gestão do conhecimento e inovação, com atendimento prestado a companhias e instituições como BMW Brasil, MINI Brasil, TAM Linhas Aéreas, Grupo Educacional Cruzeiro do Sul, Grupo Autopass, Grupo Protege, entre outras.
“É possível fazer um produto rentável e ao mesmo tempo socialmente responsável?”. Com esse mote, a Icatu Seguros vai contar, em vídeo, a história dessa parceria, que já repassou cerca de R$ 2 milhões ao instituto. Essa quantia já possibilitou a construção de hospitais, casas de apoio, compra de ônibus e manutenção do trabalho da entidade.
Duas notícias sacudiram o dia a dia dos executivos envolvidos com seguros para a construção civil neste ano: o pacote de construção de rodovias e ferrovias anunciado pela presidente Dilma Rousseff, em agosto, e um sinistro considerado “vultoso” na obra da Hidrelétrica de jirau. As duas notícias alteram o plano de negócios das seguradoras e resseguradoras. Os clientes são beneficiados por ambas.
Para ler a íntegra, acesse o portal do Valor Econômico: http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=57&edicao=3
A Bradesco Seguros apresentou hoje à Susep o Microsseguro Bradesco Proteção em Dobro, que deve chegar ao mercado em até 60 dias após a aprovação pelo órgão regulador, segundo nota enviada pela assessoria de imprensa da seguradora. A BB Mapfre, informa a Agência Estado, protocolou esta semana pedido junto à Susep para que seis empresas da companhia sejam autorizadas a atuarem com microsseguros, apólices de baixo tíquete voltadas à população de menor renda. Os segmentos de atuação serão: seguros de vida, acidentes pessoais, funeral, residencial, além de produtos para pequenos produtores agrícolas, de acordo com Bento Zanzini, diretor geral de pessoas do BB Mapfre.
O microsseguro da Bradesco foi desenvolvido no formato “combo” – residencial + acidentes pessoais, acrescido de assistência funeral como benefício adicional –, em conjunto pela Bradesco Auto/RE e a Bradesco Vida e Previdência, empresas integrantes do Grupo Bradesco Seguros. O custo para as duas coberturas não deverá superar os R$ 8,00 mensais.
A comercialização será apoiada por meio eletrônico – telefonia móvel e de POS (point of Sales) -, tecnologia já utilizada pelo Grupo segurador que, além de viabilizar a integração e simplificação dos processos de venda em todo o país, reduz significativamente os custos de aquisição do seguro. “Operar no segmento de microsseguro é uma vocação natural do grupo Bradesco Seguros. Nossa expectativa é apresentar os benefícios do seguro a milhões de brasileiros que ainda não tiveram acesso a esse mercado”, afirma o presidente Marco Antonio Rossi, em nota.
O grupo segurador lançou em 2010 o primeiro seguro da série popular, o Primeira Proteção Bradesco, hoje vendido em todo o País, a R$ 3,50 por mês, que já registra mais de 1,8 milhão de segurados. No mesmo ano, lançou o Bradesco Bilhete Residencial Estou Seguro, desenvolvido exclusivamente para atender os moradores do Dona Marta, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O seguro, que tem contratação simplificada e desburocratizada – custo anual a partir de R$ 9,90 -, integra o projeto de educação financeira “Estou Seguro”, criado a partir de convênio assinado, em dezembro de 2009, entre a Confederação Nacional de Seguros (CNSeg) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em 2011, o Grupo Bradesco Seguros venceu o concurso Innovation Grants 2011, promovido pela Microinsurance Innovation Facility, uma divisão da Organização Internacional do Trabalho (OIT), especializada na promoção do microsseguro.
O Valor traz uma tradução de um texto do Wall Street Journal sobre o temor dos CEOs em entrar nas redes sociais (Por que os CEOs têm medo de 140 caracteres?). No Brasil, boa parte dos CEOs da indústria de seguros também teme as novas mídias. Mas muitos deles enfrentam os desafios não só do twitter, como do Facebook.
Temos Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros (com 2,3 mil amigos), Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro (4,4 mil amigos), Luis Maurette, CEO da AL da Willis, Max Thiermann e Paulo Marraccini, membros do conselho da Allianz, Bento Zanzini, responsável por microsseguro na BB Mapfre, Helio Kinoshita, da Mitsui, Paulo Umeki, Renato Rodrigues e Luiz Francisco Campos da Liberty, Marcelo Blay (1,8 mil amigos) e seu sócio Manes, da Minuto Seguros, entre outros corretores, resseguradores, assessores e fornecedores. E muitos, muitos jornalistas!
Eu realmente tenho grande admiração pelos executivos presentes nas mídias sociais, pois não é fácil enfrentar a democratização da informação. Ainda mais quando o número de “curtir” é bem maior nos comentários negativos do que nos positivos. Realmente é um desafio para poucos profissionais do setor de seguros, que ainda luta para melhorar a imagem do produto perante a opinião pública. A idéia ainda que se tem é de que o seguro é um mal necessário, caro e quando se precisa usar há dificuldades.
Como estamos em meio a muitas mudanças, afirmo que vale a pena arriscar. É bem mais divertido participar do debate real do que ficar apenas observando sem fazer nada. Nem de bom para comemorar, nem de ruim para aprender e aprimorar. Com certeza esses executivos serão os mais citados pelos jornalistas em matérias, pela facilidade que temos de encontrá-los e ter uma resposta rápida. Outro dia um CEO me perguntou: por que você entrevista tanto o fulano? É seu preferido? A resposta não poderia ser outra: Quem tem conteúdo e coragem está sempre disponível, inclusive nas mídias digitais.
Realmente facilita muito e traz credibilidade, uma vez que por meio das mídias é possível diminuir o vácuo entre o que se diz e o que se faz. Imagino que também gere negócios. Eu, por exemplo, consigo muito trabalho por meio das mídias sociais. Praticamente metade do meu faturamento hoje vem por meio do face, twitter e linkedin. E as fontes que mais procuro são aquelas que estão acessíveis nas redes. Afinal, ninguém tem tempo a perder.
Na matéria publicada hoje no Valor, Mark Bertolini, diretor-presidente da seguradora Aetna Inc., expressa bem que tipo de executivo pode ter sucesso no uso das redes sociais. Ele tem uma conta no site há três anos – embora a filha, que já foi diretora de redes sociais, tenha tentado dissuadi-lo. Bertolini já usou a plataforma para falar de coisas pessoais, como o transplante de rim do filho. Embora tenha entrado no Twitter para se comunicar com amigos, o executivo virou um para-raios para críticos da Aetna.
Meses atrás, quando um segurado com câncer de cólon usou o Twitter para contar que atingira o teto de custos do seu plano de saúde Aetna, centenas de usuários do site postaram me nsagens raivosas para Bertolini, que logo entrou em contato com o segurado, também via Twitter. O resultado? A Aetna aceitou pagar as despesas médicas do homem até o fim do último ano do plano. “Não quero ser um comunicado de imprensa”, diz Bertolini, que tem cerca de 3.000 seguidores. “É preciso correr certos riscos. É preciso se expor um pouco”. Presidentes das 500 maiores empresas do ranking da revista “Fortune” com conta no Twitter têm, em média, 33.250 seguidores, segundo o estudo do CEO.come da Domo. Uma celebridade do meio empresarial como Jack Welch, ex-cabeça da GE, tem 1,3 milhão de seguidores.
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