O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), em reunião realizada dias 29 e 30 de janeiro, aprovou o conjunto de resoluções propostas pela Susep (Superintendência de Seguro Privados) que completam a regulação dos requerimentos de capital do mercado supervisionado pela autarquia – seguros, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta. Trata-se de um arcabouço de normas que contribuirão para o estabelecimento de um sistema de solvência mais robusto, trazendo mais segurança para os consumidores e colocando o Brasil em linha com as melhores práticas internacionais de supervisão baseada em risco.
As principais novidades foram o estabelecimento dos critérios de apuração dos capitais de risco de subscrição, para as operações de vida e previdência e de títulos de capitalização, e do risco operacional, além da obrigatoriedade de apuração do risco de mercado até 2014. Adicionalmente, houve modificação na forma de cálculo do capital mínimo requerido, que passa a ser o maior valor entre o capital base e o capital de risco. A autarquia também passou a admitir que as empresas submetam critérios próprios de cálculo do capital para prévia autorização pela Susep.
O lucro do maior banco privado brasileiro foi de R$ 14 bilhões em 2012, um declínio de 4,1% em relação a 2011. Considerando o resultado contábil, o lucro líquido trimestral foi de R$ 3,4 bilhões e o anual foi de R$ 13,5 bilhões – beneficiado pela venda da participação do banco na Serasa. Em seguridade, o banco informa que lucro líquido no quarto trimestre de 2012 atingiu R$ 491,3 milhões, ou 14% do total do lucro líquido recorrente do conglomerado. No ano, o resultado de seguros chegou a R$ 2,9 bilhões em 2012, 10% acima dos R$ 2,7 bilhões de 2011. Desse valor trimestral, previdência responde por R$ 270 milhões, seguros por R$ 151 milhões e capitalização por R$ 69 milhões, mantendo quase a mesma proporcionalidade para o resultado anual.
Em receitas (aparentemente o valor de prêmios não foi encontrado, apenas percentualmente, optando-se por divulgar provisões), Vida e previdência responde por 51% das vendas de seguros do grupo, seguido por 22,4% em garantia estendida, 15% em DPVAT, 6,5% em risco patrimonial e 4,5% em transportes. A associação com a Porto Seguros aparentemente não consta deste mix.
Segundo o quadro expectativas 2012, apenas seguros e crédito não atingiram a meta. Para seguros estava previsto crescimento entre 10% e 12% e o realizado foi de 8,5%. Em crédito, a meta era entre 14% e 17%, e o realizado ficou em 13%. Para 2013, a expectativa de crescimento com seguros é entre 11% a 14%. O Itaú entende como resultado as Receitas de Prestação de Serviços (+) Receitas de Operações de Seguros, Previdência e Capitalização (-) Despesas com Sinistros (-) Despesas de Comercialização de Seguros, Previdência e Capitalização.
O otimismo dos executivos do mercado de seguros para os próximos meses é mantido, porém em uma menor proporção. É o que aponta o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) referente ao mês de janeiro de 2013. A medição registra 115,6, uma variação negativa de 3,6% em relação ao mês de dezembro, quando atingiu 119,9. “A queda no Índice é influenciada pela diminuição na taxa de crescimento da economia brasileira”, explica Francisco Galiza, diretor da Rating de Seguros e responsável pelo cálculo do ICES.
Para 51% dos executivos do mercado de seguros o crescimento da economia brasileira será melhor nos próximos seis meses, enquanto 41% informaram ser igual e 8% pior. A amostragem de dezembro apontou uma proporção de 53% como melhor, 44% igual e 3% pior.
Conforme Galiza, o otimismo é estimulado pela expectativa quanto ao crescimento da receita das seguradoras (veja gráfico). Dos executivos entrevistados, 18% disseram que a rentabilidade será melhor nos próximos seis meses, 49% igual e, 33%, pior. Já quanto ao faturamento há uma pequena oscilação, em que 73% afirmaram acreditar que será melhor, em dezembro eram 77%; 22% igual, na edição anterior eram 23%, e 5% avaliaram que será pior.
Auto
No automóvel foi mantido o número de que 43% dos executivos entrevistados disseram que o faturamento do ramo será igual, mas houve queda quanto aos que acreditam que será maior, 38%, ante os 50% registrados em dezembro. Para 19% dos executivos o resultado será menor; em dezembro, esse número era de 7%.
“Especificamente no ramo de automóvel, a expectativa de crescimento da receita para 2013 continua mais otimista do que a taxa obtida em 2012, embora a margem de ganho tenha diminuído”, comenta Galiza.
Atualmente, cerca de 60 grupos seguradores já participam da elaboração do ICES.
Metodologia
O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura com o objetivo de equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.
O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores precisam responder a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses. As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.
Em 2012, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos seguradores do mundo, registrou crescimento de 22% na produção da Diretoria de Afinidades, na comparação com o mesmo período de 2011. O aumento expressivo na produção, que totalizou R$300 milhões, é atribuído a conquista de novos e importantes parceiros, como Leader, Banco Pan Americano, Lojas Guaibim e Lojas Saraiva.
“O foco da Companhia nas regiões Norte e Nordeste e o lançamento de novos produtos, como o seguro contra roubo de eletrônicos portáteis, também foram decisivos para a conquista dos excelentes resultados”, afirma o Diretor de Afinidades da Tokio Marine, Luciano Bezas.
Neste ano, o plano da Seguradora é manter o mesmo ritmo de crescimento. Para isso, serão promovidas ações de marketing em pontos de vendas. Outra iniciativa prevista para 2013 é a conclusão dos estudos sobre a atuação da Companhia no mercado de microsseguros, que tem grande potencial de penetração no Brasil.
O segmento vem crescendo exponencialmente e ganhando representatividade na carteira de seguros da Tokio Marine. Para atender as demandas e conquistar mais espaço nesse nicho de mercado, a Diretoria Comercial de Afinidades da Seguradora promove a formação de parcerias estratégicas de negócios, com o objetivo de oferecer seguros com soluções diferenciadas para grandes bases de clientes de empresas parceiras.
“Este conceito de negócio visa o reforço do relacionamento das empresas com seus clientes e a conquista de novos consumidores, para gerar receita adicional e aumentar o potencial de negócios”, explica o Diretor.
A parceria com a Tokio Marine permite às empresas agregar valor a seus produtos e serviços. Os clientes contam, ainda, com uma série de vantagens e diferenciais como os seguros de vida, desemprego, residência, proteção financeira, equipamentos portáteis, pneus, perda e roubo de cartão e muitos outros.
Uma das principais características do ramo de Afinidades é a customização do seguro para atender as necessidades do mercado consumidor. Entre os principais seguros oferecidos pela Tokio Marine estão residencial, prestamistas e acidentes pessoais, que são seguros comercializados a valores baixos. “A facilidade de contratação do seguro a preços bastante atrativos é outra vantagem assegurada pela Tokio Marine”, conclui Luciano Bezas.
A Icatu Seguros liderou o ranking geral, que inclui todas as categorias, de fundos de previdência em 2012. Segundo levantamento da própria seguradora, com base nos dados da Anbima, o fundo Icatu Seg Brasil Total obteve o maior retorno do ano, 37,21% (líquida de impostos e das taxas cobradas, informa a Icatu). Primeiro fundo de previdência que utiliza a estratégia Portable Alpha, o nome Brasil Total foi escolhido pois seu desempenho no longo prazo está diretamente relacionado com o crescimento do país. O cenário ideal para o fundo é um crescimento sustentável do Brasil com taxa de juros baixa e bom desempenho da bolsa. Por isso, o Icatu Seg Brasil Total é focado em clientes com perfil agressivo e de longo prazo, que aceitam o risco Brasil de longo prazo através da alocação em títulos de inflação longos e exposições a bolsa.
Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, é um dos candidatos no concurso Personagem da Semana do jornal Brasil Econômico. Para votar, basta acessar o site do Brasil Econômico (www.brasileconomico com.br). A votação termina na próxima sexta-feira, 8, às 12h. O resultado será divulgado na segunda-feira, 11. O diretor presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, o presidente da CGI, João Baptista, o vice-presidente mundial de marketing de produtos para automóveis da Mercedes-Benz, Philipp Schiemer, e Severin Schwan, presidente global da Roche, também estão entre os finalistas.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou, esta semana, duas resoluções: uma que institui as novas regras de constituição das provisões técnicas; e outra que altera a Resolução CNSP Nº 226/10 com o objetivo de regulamentar todos os valores que podem ser oferecidos como redutores da necessidade de cobertura de provisões técnicas por ativos garantidores.
A resolução que institui as regras de constituição das provisões técnicas consolida em um único normativo as disposições sobre as provisões técnicas das sociedades seguradoras (incluindo as companhias autorizadas a operar exclusivamente com microsseguros), entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradores locais.
Baseado em princípios amplamente discutidos com o mercado supervisionado, o normativo unifica os conceitos de provisões técnicas aplicáveis às sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar. Além disso, as alterações foram efetuadas concomitantemente com as alterações nas regras de capital de risco, haja vista a correlação e a interdependência dos temas.
Com relação à alteração da Resolução CNSP Nº 226/10, a norma incluiu, no rol dos ativos que podem ser oferecidos como redutores da necessidade de cobertura, os depósitos judiciais e os custos de aquisição diferidos referentes às despesas diretamente relacionadas ao valor do prêmio comercial e diferidas de acordo com a vigência de cada risco.
Cabe ressaltar que essas duas resoluções tratam de princípios gerais. As regras mais específicas estarão dispostas nas Circulares Susep específicas.
E quem não lembra de José Macedo, que exportou a tecnologia desenvolvida por ele na Aon Affinity para vender seguro por meio de canais alternativos como contas de serviços e redes de varejo? Se não fosse a Aneel ter proibido a venda de seguros por meio da conta de luz, Macedo teria batido recordes sucessivos de metas impostas pela matriz de uma das maiores corretoras do mundo.
A estratégia se mostrou um sucesso tão grande do ponto de vista aceitação, que acabou gerando problemas para as concessionárias do serviço. Os clientes acabaram por comprar tanto seguro, que a conta de luz ficou cara e muitos deixavam de pagar. Diante da alta inadimplência, a Aneel proibiu a venda do seguro por meio das contas e estuda liberar novamente, porém com regras que limitem a oferta. Assim como no microsseguros, que limita a venda de apólices para clientes de menor renda quando ofertados por correspondentes bancários.
Ele, que inovou também na criação de produtos, trazendo até mesmo o seguro para cães para o Brasil, está de volta e promete transformar a PanAmericana em uma das mais importantes seguradoras de varejo do Brasil. Foi contratado a peso de ouro pelo BTG Pactual, um dos acionistas do banco PanAmericano, controlador da seguradora. Ele sai da posição de corretor para atuar como segurador. Vamos aguardar para ver as novidades. Segue a íntegra do release distribuído pelo grupo.
Release
O executivo José Macedo acaba de assumir o cargo de CEO da PanAmericana de Seguros, subsidiária do Banco PanAmericano S. A., que tem como sócios a Caixa Econômica Federal e o BTG Pactual. “Minha missão é transformar a PanAmericana em uma das mais importantes seguradoras de varejo do Brasil. É um desafio fascinante”, diz Macedo. Para isso, adotará diferenciais como o uso intensivo da tecnologia e a especialização das equipes de profissionais da seguradora especializadas em cada segmento de atuação. Macedo informa ainda que a empresa estuda parcerias para oferecer boas condições aos clientes.
O novo CEO da PanAmericana de Seguros tem o empreendedorismo e a inovação como principais marcas de sua trajetória profissional. Foi diretor da seguradora do Bradesco antes de criar, 15 anos atrás, uma corretora própria focada no mercado de autos e massificados que atraiu a parceria da maior corretora de seguros do mundo, gerando a Aon Pilar.
Com autorização de funcionamento obtida em 1965, a Panamericana de Seguros foi incorporada à divisão financeira do banco em 1999 e oferece seguros contra acidentes pessoais, vida e desemprego, modalidades com baixo índice de sinistralidade. Atualmente grande parte da venda das apólices do PanAmericano é obtida através desses produtos.
A iniciativa inovadora de Macedo de utilização de canais massificados de distribuição e de uma cadeia de negócios B2C permitiu que a população das classes C, D e E tivesse acesso a seguros e serviços de assistência e capitalização. O sucesso do modelo levou a empresa a expandir sua atuação para Argentina, Chile, Colômbia, Peru, México e Salvador. Hoje denominada Aon Affinity Latin America,ela reúne um portfólio com mais de 10 milhões de clientes ativos. “Tenho certeza de que obterei o mesmo êxito na PanAmericana Seguros”, ressalta José Macedo. “A chegada de Macedo ao grupo reforça o investimento que o PanAmericano tem feito para se consolidar no mercado de seguros”, observa o presidente do banco, José Luiz Acar.
Sobre o Banco PanAmericano
O PanAmericano (BPNM4) é um banco com foco na atuação em três segmentos: crédito ao consumidor, empresas e crédito hipotecário. Com portfólio extenso de produtos e serviços, está presente em todo o território nacional, com 192 pontos de venda exclusivos.
Em relatório divulgado esta semana “Latin American Southern Cone Insurance”, a Fitch sinalizou perspectiva estável em 2013 para a Bolívia, para o Chile e para o Uruguai. Já para a Argentina, a perspectiva é negativa. Segundo a agência, a perspectiva negativa para as seguradoras na Argentina se deu após o rebaixamento do rating soberano do país em novembro de 2012, bem como as mudanças na regulamentação e operação de estrutura da indústria ao longo dos últimos anos. A flexibilidade operacional das empresas fica ameaçado cada vez que aparece a interferência do governo, prejudicando o resultado das companhias, bem como o acesso ao crédito, o que pode levar muitas companhias à dificuldades financeiras, afirma a Fitch em seu relatório.
Neste contexto, a JMalucelli pediu a Susep nesta semana o cancelamento do pedido de compra de 50% de uma resseguradora argentina, segundo autorização publicada pela Susep no inicio desta semana. O grupo continua com foco na estratégia de crescer na América Latina. Agora vou tentar descobrir como fica a estratégia do IRB Brasil Re, que vinha investindo na Argentina. Aguarde cenas do próximo capítulo, que seguirão assim que o ressegurador em vias de desestatização responder ao pedido de entrevista deste blog.
O fisioterapeuta, Dr. Luiz Alberto Rosan, que tem no currículo três Copas do Mundo, cinco Copas das Confederações, cinco Copa das Américas e inúmeros Amistosos, é o personagem do quarto vídeo da série que a Liberty Seguros realiza para exaltar os profissionais decisivos para a Copa do Mundo FIFA 2014™. Desde pequeno Rosan tinha o sonho de trabalhar com futebol, mas percebeu que não tinha muito talento para ser jogador, então resolveu seguir uma carreira que pudesse unir sua paixão pelo esporte. Optou pela Fisioterapia por ser uma profissão que reabilita os atletas, para que continuem brilhando nos gramados. “É extraordinário conviver com um atleta durante quatro ou cinco meses, todo dia, e depois quando ele volta faz um gol, me emociono até hoje”, recorda. O vídeo pode ser acessado no canal oficial da Liberty Seguros no Youtube.
Com a série Heróis Anônimos, a Liberty tem a intenção de mostrar às pessoas que milhares de brasileiros também são importantes para que a Copa do Mundo no Brasil seja inesquecível e um sucesso. Dr. Rosan comenta que participar da Copa do Mundo transcende tudo, é um momento épico do futebol. “Eu fico imaginando a Copa de 2014 no Brasil, e acho que não vai haver acontecimento, por décadas e décadas, igual. Vai ser algo inesquecível”, finaliza.
A campanha, que contará com seis vídeos, foca nos profissionais que nem sempre aparecem tanto quanto os jogadores durante a Copa do Mundo, mas que têm muita importância para que tudo corra bem.
Esse é um projeto realizado em parceria com a Revista Placar e idealizada pela agência CUBOCC, os vídeos foram produzidos pela ICELAND. A Liberty Seguros é a única empresa do setor de seguros com patrocínio da Copa do Mundo da FIFA de 2014™ no Brasil, em programa que abrange os 64 jogos da Copa do Mundo FIFA 2014™ e os 16 jogos da Copa das Confederações da FIFA de 2013.
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