Jane Fonda dá receita da longevidade: ‘Viva o melhor da vida…e poupe’

Matéria extraída do portal da CNseg (viverseguro.org.br)

Para chegar aos 75 anos linda e bela como Jane Fonda, é preciso muito mais do que amor no coração, talento, comida saudável e prática de esporte. “É preciso poupar e investir sabiamente seus recursos”, disse a atriz e autora do livro “Jane Fonda, O melhor momento”. Ela admite, no entanto, que esse é um grande desafio das instituições financeiras. “Quando se é jovem, é difícil acreditar que você vai envelhecer”.

Ao ser indagada pelos jornalistas quanto investe mensalmente para se manter bela, Jane Fonda soltou um bela gargalhada. “Muito. O custo é muito elevado”, comentou. Para ela, há muito exagero em gastos com cirurgias plásticas e que esse é um tema que deve ser melhor avaliado pelas pessoas. “O Brasil é conhecido mundialmente pelas plásticas. Mas é preciso ter mais cuidado com esse assunto para não acabar ficando com um rosto jovem e um corpo velho.

Segundo ela, um dos motivos que a inspiraram a escrever o livro foi para tentar mostrar as pessoas que a vida fica ótima a partir dos 50 anos, considerando-se que não se tenha uma doença grave. “É preciso ter amor na sua vida. Não precisa ser sexual. Ajuda se for, claro. Mas o amor te mantém bonito e jovem. Não o jovem de cirurgia plástica. Mas jovem daquela forma que vem de dentro para fora”, diz ela.

Para ela, é preciso cultivar a resiliência, aceitando as limitações impostas pela idade. “Em 1988, quando estive aqui fui correr no parque do Ibirapuera. Hoje, não posso mais fazer. Meu joelho e meu quadril são próteses. Mas faço outros tipos de exercícios, que ajudam a não deixar o seu cérebro encolher”, diz ela, ressaltando alimentação saudável. “Tudo que coloca em sua boa tem valor nutritivo, que vai ajudar na luta contra as doença”, diz ela aos jornalistas.

Ela contou que não teve pânico de envelhecer, pois nunca imaginou que iria viver tanto. “Foi um choque envelhecer. Quando bati em 70 anos foi um choque. Estou mais feliz agora. Todos da minha família são deprimidos e eu estou cada dia melhor. Mas sei que muitas pessoas têm esse temor. Ter doenças como câncer ou demência senil. É muito triste. Viva o melhor da vida, aconselha Jane Fonda. “E poupe”, finaliza.

Jane Fonda participa do VII Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, realizado nesta terça-feira, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Gastos da saúde suplementar vão superar R$ 80 bi

Release

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) apresentou hoje (27/11), em São Paulo, durante o seminário internacional “Projeções do custo do envelhecimento no Brasil”, estimativas das despesas nas áreas de saúde pública e suplementar, além de previdência social, até 2030, geradas por conta da mudança demográfica que vai acontecer no País nos próximos anos.

Em 2010, o Brasil contava com 190,8 milhões de habitantes, sendo 11% de idosos (a partir de 60 anos de idade). Para 2030, a estimativa do IBGE é que o total de idosos atingirá 40,5 milhões de brasileiros, ou 19% da população, de 216,4 milhões. A projeção do IESS analisa, portanto, o momento posterior ao chamado “bônus demográfico”, período em que a parcela da população em idade ativa é maior do que a da população dependente. A previsão é que o bônus demográfico termine entre 2020 e 2025, como resultado do crescimento mais acelerado da população idosa.

Saúde pública

Os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com assistências ambulatorial e hospitalar podem atingir, em 2030, até R$ 63,5 bilhões, um crescimento de quase 150% em relação aos R$ 25,5 bilhões despendidos a estes serviços em 2010. A assistência ambulatorial compreende procedimentos realizados por profissionais de saúde no âmbito do ambulatório, sem necessidade de internação hospitalar, como consultas, exames diagnósticos, terapias e procedimentos clínicos e cirúrgicos. Já a assistência hospitalar abrange procedimentos com finalidade diagnóstica, procedimentos clínicos, cirúrgicos e transplantes de órgãos, tecidos e células realizados em regime de internação hospitalar.

Apenas como impacto do aumento e envelhecimento da população, os gastos com serviços ambulatoriais e hospitalares seriam de R$ 35,8 bilhões em 2030, um incremento de mais de 50% no período. Considerando, ainda, o crescimento das taxas de utilização do SUS e dos gastos médios por atendimento, projeta-se o cenário mais realista, no qual as despesas atingirão R$ 63,5 bilhões.

Previdência Social

Os gastos previdenciários e assistenciais do governo devem atingir 46,1% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2030. Um crescimento de 27,4 pontos porcentuais em relação ao patamar registrado em 2010, de 18,7% do PIB, segundo as estimativas do IESS.

A estimativa considera, na visão do IESS, um cenário realista, com crescimento médio do PIB de 2% ao ano, de 2010 a 2030, e manutenção da regra de reajuste do salário mínimo, sendo que o principal fator para o incremento dos gastos com o Regime Geral da Previdência Social (RGPS) e da Lei Ordinária de Assistência Social (LOAS) são a expansão demográfica e o envelhecimento da população. A projeção indica, ainda, que o total de aposentados e assistidos no Brasil deve crescer 89,77%, saltando de 20,65 milhões, em 2010, para 39,2 milhões, em 2030.

Se admitido um cenário mais otimista, com crescimento médio do PIB de 4% ao ano, no mesmo período considerado, os gastos previdenciários e assistenciais teriam um impulso ainda maior. Neste caso, os gastos do setor atingiriam 57,1% do PIB nacional.

Saúde suplementar

Os gastos do setor de saúde suplementar no País devem ultrapassar R$ 80 bilhões em 2030, o que representará um crescimento de mais de 35% em relação aos R$ 59,2 bilhões despendidos pelas operadoras em 2010, somente como consequência do crescimento do total de beneficiários de planos de saúde e, principalmente, da parcela de idosos.

Para projetar o avanço dos gastos do setor nas próximas décadas, o IESS construiu dois cenários considerando o “efeito demográfico puro”, sem aplicar qualquer indicador inflacionário ou de frequência de utilização dos serviços, o que elevaria ainda mais os valores projetados – os idosos realizam mais consultas do que os bebês de até quatro anos e o número de internações da população que tem entre 60 e 69 anos é o dobro daquela com idade entre 40 e 49 anos. No primeiro cenário, ao considerar a utilização de uma amostra de operadoras de planos individuais e a projetando para o conjunto de todo o mercado, concluiu-se que as despesas atingiriam R$ 83,1 bilhões em 2030 e, em 2050, saltariam para R$ 104,7 bilhões.

Já no segundo, valendo-se de uma amostragem de operadoras de autogestão e a extrapolando para todo o mercado, a estimativa atingiu patamares ainda mais elevados, de R$ 87,6 bilhões para 2030 e de R$ 117,5 bilhões em 2050. “O fato de a população envelhecer não é ruim para o negócio de saúde suplementar. Se houver equilíbrio financeiro entre o que se gasta e os valores recebidos pelas operadoras, estamos falando de um mercado muito significativo e, não por outro motivo, as grandes corporações globais do setor estão de olho no Brasil”, avalia o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro. “Enxergamos uma grande oportunidade, mas que poderá se tornar um risco, porque o problema não está em envelhecer, mas em não haver equilíbrio entre o valor cobrado e as despesas da área.”

Pode a economia mundial suportar outro 2011?, discute estudo do Lloyd`s of London

Comunicado divulgado pelo Lloyd`s

Uma nova pesquisa do mercado de seguros especializados, o Lloyd’s de Londres, chama a atenção para o déficit anualizado de $168 bilhõesi em seguros, que deixa 17 países com alto crescimento gravemente expostos aos custos de longo prazo de eventos catastróficos. O novo estudo independente, realizado pelo Centre for Economics & Business Research [Centro de Pesquisa em Economia e Administração] e encomendado pelo Lloyd’s, ressalta claros riscos para países afetados por essa escassez, incluindo um ônus desnecessário cobrado do Estado e um custo mais alto de recuperação após desastres:

 O Brasil enfrenta um déficit de seguro anualizado de $12,68 bilhões, significando que é severamente sub-segurado.

 O Estado arca com uma proporção excessiva do custo de catástrofes naturais em países com um baixo nível de seguros. Um aumento de 1% na penetração de seguros em um país pode reduzir a responsabilidade do Estado em um percentual tão alto quanto 22%ii. Por exemplo, as enchentes na Tailândia em 2011 resultaram em danos estimados de $30 bilhões e ainda assim somente 3,47% foram cobertos por seguro. Devido a esse déficit de seguro o Governo Tailandês arcou com uma conta de $18 bilhões.

 Os custos de recuperação pós-catástrofe são mais baixos em países que possuem níveis de seguro mais altos. Um aumento de 1% na penetração de seguros gera uma redução de 13% em sinistros não segurados.

 O ritmo e a extensão do desenvolvimento econômico global viram o custo das catástrofes crescer em $870 bilhões em termos reais desde 1980. O nível de catástrofes naturais em 2011 produziu $107 bilhões em sinistros – o segundo ano mais custoso em geral para a indústria de seguros e o mais caro em sinistros de catástrofes naturais já registrado.

Richard Ward, Presidente do Lloyd’s , disse: “Com o Furacão Sandy ainda presente em nossas mentes, espero que essa pesquisa estimule um debate sobre como os governos – e empresas – gerenciam o risco de catástrofes naturais. Isso também levanta uma importante questão em relação ao mérito da transferência de riscos versus o uso de fundos públicos para cobrir o custo. O seguro existe por duas razões simples:- para ajudar a evitar a ocorrência de perdas, em primeiro lugar, mas também para aliviar as consequências financeiras se o desastre acontecer.

Como esta pesquisa enfatiza, um número excessivo de países com alto crescimento não está conseguindo tomar as providências necessárias para se preparar adequadamente para esse tipo de evento, deixando pessoas e empresas expostas. Com as economias de alto crescimento continuando a se desenvolver e as cadeias de fornecimento se tornando cada vez mais interconectadas, agora é o momento de nos perguntarmos: o mundo pode se dar ao luxo de assumir um risco tão grande?”Esse estudo abrangente é o primeiro desse tipo e cria uma nova medida de comparação de ‘sub-seguro’. Outras conclusões importantes incluem:

 Uma análise dos cinco maiores desastres globais mostra que apenas 21% ($115 bilhões) de um prejuízo econômico total de $538 bilhões foram cobertos por seguro no mundo todo.

 A China segurou apenas 1,4% dos sinistros decorrentes de catástrofes naturais de 2004 a 2011, com $208 bilhões em sinistros não segurados.

 Em cinco dos 17 países identificados como severamente sub-segurados, o prejuízo médio não segurado médio para grandes catástrofes é de pelo menos 80%. O custo médio não segurado de catástrofes na China é de $18,91 bilhões; na Índia, de $1,96 bilhão e na Indonésia, de $1,45 bilhão.

 Níveis de seguros mais elevados se correlacionam positivamente com o crescimento econômico. Um aumento de 1% na penetração de seguros está associado com o aumento do investimento de 2% do PIB.

Com o custo de danos de catástrofes naturais aumentando a cada ano, o Lloyd’s está convocando empresas, governos e companhias de seguro a agirem, a fim de se ajustarem às ameaças que essa escassez de seguros apresenta para empregos, domicílios e empresas nos países mais afetados:

 As empresas precisam ter uma visão mais de longo prazo. A gestão de riscos tem que ser uma questão tratada em nível de conselho de administração e as empresas devem investir mais na preparação de curto prazo para proteção de longo prazo. Isso significa um melhor planejamento de contingências para proteger as cadeias de fornecimento. Um melhor planejamento e uma melhor gestão de riscos podem poupar recursos no longo prazo, liberar fundos para investimento e permitir que as empresas absorvam melhor os choques.

 Os governos têm que investir mais em medidas de mitigação como barreiras contra inundações e defesas costeiras e promover, por exemplo códigos prediais urbanos mais fortes para minimizar os danos causados pela próxima grande catástrofe natural em um ambiente fiscal fraco. Os governos também podem ajudar suas economias abrindo mercados para seguradoras privadas, a fim de aumentar a capacidade disponível para subscrever riscos.

 A indústria de seguros precisa tomar providências para entender melhor o risco em economias em crescimento, permitindo que possam perquisar e precificar novos riscos. Essas providências poderiam incluir investir em relações com seguradoras em territórios não familiares, em que o problema do sub-seguro é mais severo, e fazer mais para desenvolver uma gama de produtos e modelos para novos clientes em economias em crescimento.

Douglas McWilliams, fundador e Presidente do CEBR [Centro de Pesquisa em Economia e Administração], disse: “Esta lacuna em seguros tem um impacto enorme e duradouro sobre a capacidade de empresas, governos e indivíduos se recuperaram de terremotos, furacões, enchentes e incêndios em florestas, que nos afetam a todos a cada ano. Isso significa perda de pedidos, perda de empregos e desperdício de recursos do contribuinte devido à incapacidade de se preparar com antecipação para esses eventos, o que cria custos mais severos e impossíveis de administrar”.

i A cifra se baseia em uma redução de prêmios de seguro, exceto seguros de vida, em países subsegurados em 2011.
ii Com base em um exame aprofundado de cinco países em estudos de caso, representando 51% de todos os prêmios de seguro, exceto seguros de vida, em 2011 – discriminados em: EUA 33,9%, Japão 6,6%, Reino Unido 5,6%, China 4,4% e Tailândia 0,3%

BB Seguridade deverá fazer oferta pública em 2013

Depois de quase quatro anos, parece que está tudo pronto para expandir. Inclusive para o exterior. “A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta de ações e a realização da mesma dependerá de condições favoráveis dos mercados de capitais nacional e internacional”, informou o BB em fato relevante. O vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Abreu, afirmou ontem que a oferta primária e/ou secundária de ações da BB Seguridade deve sair no primeiro semestre de 2013 e que o momento do lançamento dos papéis dependerá no momento do mercado. Por enquanto, não foi contratado o sindicato de bancos que coordenará a oferta e o modelo da operação não está definido. A intenção do banco é que a BB Seguridade realize a expansão das operações atuais englobando corretagem de seguros para os ramos de planos odontológicos e de saúde, utilizando a rede de distribuição do BB e outros canais, inclusive visando atender a não correntistas do banco.

FATO RELEVANTE

O Banco do Brasil S.A. (“BB”), em conformidade com o § 4º do artigo 157, da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e com a Instrução CVM n.º 358, de 03 de janeiro de 2002, comunica que o Conselho de Administração, em reunião de 23.11.2012, aprovou:

1. Dar continuidade à reorganização societária de suas atividades de seguros, previdência aberta e capitalização, conforme informado ao mercado por meio dos Fatos Relevantes divulgados em 05.08.2008, 06.10.2009, 15.10.2009, 27.10.2009, 06.01.2010, 30.04.2010, 05.05.2010 e 20.05.2010, autorizando o início de estudos no sentido de promover a constituição de uma sociedade com a denominação social de BB Seguridade S.A. (“BB Seguridade”).

2. Com a constituição da BB Seguridade, o BB pretende: (i) consolidar, sob uma única sociedade, todas as atividades do BB nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e atividades afins, incluindo quaisquer expansões futuras dessas atividades, no Brasil ou no exterior, orgânicas ou não; (ii) proporcionar ganhos de escala nessas operações; (iii) obter reduções de custos e despesas no segmento de seguridade; e (iv) ampliar a atuação da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (“BB Corretora”), que passará a comercializar produtos de terceiros, naqueles ramos em que o BB não possui acordos de exclusividade com empresas parceiras, dentro e fora dos canais de distribuição do BB.

3. É intenção do BB que a BB Seguridade:

3.1. seja uma companhia aberta aderente às melhores práticas de governança corporativa e, sendo assim, o BB pretende, em 2013, promover uma oferta pública primária e secundária de ações de emissão da BB Seguridade no segmento especial do mercado de ações da BM&FBovespa S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, denominado Novo Mercado;

3.2. tenha uma administração, incluindo suas unidades diretivas, própria, independente e comprometida com os conceitos de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidade socioambiental, suportada pela utilização de ferramentas de monitoramento, que alinhem o comportamento dos executivos ao interesse dos acionistas e da sociedade em geral;

3.3. realize a expansão das operações atuais englobando corretagem de seguros para os ramos de planos odontológicos e de saúde, utilizando a rede de distribuição do BB e outros canais, inclusive visando atender a não correntistas do Banco. Inicialmente, a BB Seguridade não atuará como uma seguradora de saúde, não assumindo, dessa forma, riscos de operações de seguro saúde propriamente ditos.

4. O BB pretende, ainda, constituir uma nova sociedade holding, subsidiária integral da BB Seguridade, cuja razão social será BB Cor Participações S.A. (“BB Cor”). A BB Cor deterá participação acionária no capital social da BB Corretora e, eventualmente, no de outras sociedades que atuem no mercado como corretoras na comercialização de seguros, previdência aberta, capitalização e/ou planos de saúde e odontológicos.

5. A BB Seguridade passará a deter, caso os estudos indiquem a viabilidade da iniciativa, logo após sua constituição, as seguintes participações acionárias:

5.1. 100% das ações de emissão da BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”) que, por sua vez, detém participação nas seguintes sociedades:

5.1.1. 74,9% do total das ações (sendo 49,9% ações ON) de emissão da BB Mapfre SH1 Participações S.A., que atua no ramo de seguros de pessoas, em parceria com o Grupo Mapfre; 5.1.2. 50,0% do total das ações (sendo 49,0% ações ON) de emissão da Mapfre BB Participações SH2 S.A., que atua no ramo de seguros patrimoniais, também em parceria com o Grupo Mapfre;

5.1.3. 74,9% do total das ações (sendo 49,9% ações ON) de emissão da Brasilprev Seguros e Previdência S.A., que atua no ramo de previdência, em parceria com a Principal Financial Group; e

5.1.4. 66,7% do total das ações (com 49,9% ações ON) de emissão da Brasilcap Capitalização S.A., que atua no ramo de Capitalização,em parceria com a Icatu Seguros S.A. e a Cia de Seguros Aliança da Bahia.

5.2. 100% das ações de emissão da BB Cor, que, por sua vez, deterá 100% de participação no capital social da BB Corretora.

6. Permanece, ainda, a intenção da BB Seguros em deter participação societária na empresa operadora de planos privados de assistência odontológica a ser criada em sociedade com a Odontoprev, conforme Comunicado ao Mercado de 19.08.2010, e em deter participação acionária no capital social do IRB-Brasil Re S.A., conforme Fato Relevante de 15.10.2009.

7. Todos os atos acima mencionados estarão sujeitos à análise e à aprovação dos respectivos órgãos reguladores, supervisores e fiscalizadores, nos termos da legislação aplicável.

8. A presente comunicação não deve ser considerada como anúncio de oferta e a realização da mesma dependerá de condições favoráveis dos mercados de capitais nacional e internacional.

9. Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.

Brasília-DF, 26 de novembro de 2012

Ivan De Souza Monteiro

Vice-Presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores

Seguro de Responsabilidade Profissional para escolas contribui para inibir o bullying

Release

Depois de ter lançado para os estabelecimentos de ensino do Brasil o primeiro seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP) com cobertura para bullying, a ACE Seguradora passou a também estimular a implantação de medidas para evitar este tipo de sinistro nas escolas. “Para contratar o seguro, os estabelecimentos precisam preencher um questionário que solicita diversas informações sobre os métodos preventivos em utilização e, nesta etapa, eles contam com um importante apoio do corretor de seguros. Se a escola não demonstrar que possui mecanismos de prevenção, a contratação da apólice fica inviável”, diz Rodrigo Granetto, coordenador da área de RCP da ACE.

O executivo diz que as informações cedidas verificam, basicamente, o nível de controle dos profissionais do estabelecimento com relação a todas as áreas da escola, além de um acompanhamento psicológico adequado. “A forma como comercializamos a proteção está estimulando a prevenção de um incidente que vem sendo deplorado por toda a sociedade. Além disso, quanto melhor o gerenciamento deste risco, mais baixo fica o custo do seguro”, destaca.

Segundo Granetto, a apólice de RCP garante ao aluno a indenização a que tem direito em caso de condenação judicial da escola por atos interpretados como negligência. “Isto pode englobar não apenas o bullying, mas também atos pontuais de violência, desvios de documentos do aluno, lesões corporais nas dependências do estabelecimento e outros”, prossegue. “Esta proteção da ACE traduz o grande benefício social do seguro: garante para a escola condições de indenizar a vítima, ao mesmo tempo em que contribui para inibir os episódios”, finaliza.

Fórum de Longevidade Bradesco será transmitido ao vivo pela web

Realizado pelo sétimo ano consecutivo pelo Grupo Bradesco Seguros, o Fórum da Longevidade terá, pela primeira vez, transmissão ao vivo pela Internet (bradescoseguros.com.br), permitindo que todos os interessados acompanhem as palestras que abordarão o envelhecimento ativo e seus impactos na economia. A atração especial do evento será a palestra da atriz Jane Fonda (74 anos), que vai abordar temas como amor, saúde e fitness, na fase da vida que ela chama de terceiro ato de sua trajetória.

O Fórum também terá a presença de Bibi Ferreira (90 anos), ícone nacional da longevidade, que fará um “pocket show” do espetáculo “Bibi, Histórias e Canções”. Juntas estarão no palco para receber dos organizadores homenagens como ícones nacional e internacional da longevidade. Outro palestrante ser á o professor de Economia da Universidade de Harvard, David Bloom. O Fórum acontecerá em no dia 27 de novembro, em São Paulo, a partir das 8h.

AIG realiza workshop sobre Responsabilidade Civil Portuária

A AIG Seguros promove, no próximo dia 27 de novembro, workshop sobre o Seguro de Responsabilidade Civil Portuária. O evento ocorrerá em São Paulo. Voltado para Corretores de Seguros e Resseguros, o workshop terá como tema a “Mudança de Comportamento, Práticas Internacionais e Loss Control como Valor Agregado”.

Segundo a empresa, a cidade de São Paulo foi escolhida para receber este evento, devido sua proximidade com um dos maiores parques portuários: Santos – responsável por grande parte das cargas que transitam pelo Brasil. Os palestrantes selecionados para o evento serão Robson Alves, responsável pela carteira de Transportes e RC Portuário da AIG Brasil, Leonardo Fantini, Gerente Regional de Responsabilidade Civil Marítima , e Alfredo Chaia, Responsável pela área de engenharia de Riscos AIG Brasil.

Agenda:

27/11 (SÃO PAULO)
09:00h – 09:30h WELCOME COFFEE
09:30h – 09:45h ABERTURA (Paulo Robson Alves)
09:45h – 10:30h PRÁTICAS INTERNACIONAIS (Leonardo Fantini)
10:30h – 11:15h LOSS CONTROL COMO VALOR AGREGADO (Alfredo Chaia)
11:15h – 11:30h ENCERRAMENTO
ENDEREÇO: Professor José Lanes, n° 40 – Auditório.

Segurar.com lança tabela de preço online de seguro de carro

Comunicado

A Segurar.com lança a Tabela Segurar, aplicativo que permite fazer consultas a qualquer momento sobre o preço de seguros auto de acordo com o modelo do veículo, importado ou nacional. O sistema é abastecido por dados de diferentes seguradoras e oferece uma média ponderada dos valores e em linha com a realidade do mercado. “O preço do seguro de um veículo tem influenciado cada vez mais a decisão de compra do consumidor” explica Oswaldo Romano, CEO da Segurar.com. “A tabela foi lançada com o propósito de oferecer uma referência de valores da forma mais fácil e rápida possível”, completa. “Com a Tabela Segurar, não é mais preciso ligar para um amigo ou aguardar o retorno da corretora para saber se a apólice cabe ou não no bolso”.

Disponível também no site da corretora, em www.tabela.segurar.com, o aplicativo funciona em qualquer smartphone ou tablet.Para fazer a cotação e consultar a Tabela Segurar não é necessário nenhum cadastramento prévio. Todos os dados da tabela serão atualizados constantemente. De acordo com o COO da Segurar.com, Renato Spadafora, inicialmente a Tabela Segurar deverá apresentar uma variação de preços de até 10% em relação ao valor de uma apólice encontrada no mercado. “A tendência é que o indicador seja cada vez mais assertivo, pois estamos gradativamente ampliando a nossa base de seguradoras que oferece o seguro auto”, explica.

Argo lança seguro especiais para proteção e gestão de riscos profissionais

Pena estar fechada em especiais de previdência, o que me deixa sem tempo para me aprofundar em notícias como essa. Para não deixar de registrar, segue comunicado distribuído pela seguradora

Release

A Argo lança o Protector – tecnologia inovadora de prevenção, proteção e gestão de riscos profissionais. Com a nova modalidade de seguro, a Argo tenta tangibilizar a oferta de produtos de seguros especiais, desde a forma como são apresentados ao cliente até o momento da regulação do sinistro, permitindo que o usuário se identifique imediatamente com a proteção. Tal qual um software, o usuário Protector poderá interagir com o produto, fazendo a contratação e acessando todas as coberturas num ambiente on-line com total segurança.

Inicialmente, o Protector estará disponível para médicos, engenheiros, contadores e empresários e futuramente para outras áreascomo advogados e dentistas. “O Protector garante o risco de responsabilização por atos profissionais, incluindo as Condenações judiciais, acordos e ressarcimentos” afirma Eduardo Pitombeira, Diretor de Linhas Financeiras & Desenvolvimento de Negócios da Argo no Brasil Todos os gastos necessários para a defesa, tais como honorários advocatícios, depósitos recursais, contratação de perito, casos de calúnia, injúria e difamação, além de demais despesas suplementares são também custeados diretamente pelo Protector”, afirma Eduardo Pitombeira, Diretor de Linhas Financeiras & Desenvolvimento de Negócios da Argo no Brasil

O Protector é comercializado numa plataforma exclusiva e sua ativação é feita eletronicamente pelo usuário, sob orientação do corretor – numa plataforma segura, única e exclusiva da Argo. A Argo oferece treinamento e suporte de vendas para corretores interessados em distribuir o produto. “O mercado de seguros profissionais é praticamente inexplorado no Brasil. Acreditamos que isso se deve a deficiências na oferta e na maneira como o seguro é apresentada ao cliente”. explica Pitombeira “Procuramos oferecer uma experiência agradável, que começa com um processo de contratação bastante simplificada”

Outra novidade é a opção de pagamento em até 12 parcelas no cartão de crédito, bem como a efetivação da cobertura imediata no próprio site. Há também benefícios exclusivos, como a “Sala de Emergência” na qual profissionais que estejam enfrentando situações de risco relacionadas a sua profissão, tais como processos de clientes, possam consultar profissionais especializados na mitigação do risco. “Acreditamos que a ação preventiva rápida é a melhor maneira de minimizar prejuízos para o nosso cliente”, explica o diretor da Argo.

A Argo estima que o mercado potencial para o Protector seja de mais de 1 milhão de clientes em todo o Brasil, considerando tanto pessoas físicas quanto jurídicas abrangidas pelos produtos disponíveis na plataforma.

Mais informações podem ser acessadas em www.argo-protector.com.br

Relator busca consenso para Lei Geral dos Contratos de Seguro

Comunicado oficial

Vamos buscar um texto consensual. A afirmação foi feita pelo deputado Armando Vergílio (PSD-GO), relator do Projeto de Lei 3555/04 – que estabelece regras gerais para os contratos de seguros – após a audiência pública realizada nesta terça-feira (20) para discutir a proposta, na comissão especial criada para analisar a matéria, na Câmara.

Vergilio – que também é presidente da Fenacor – utilizará como base para o seu relatório as opiniões apuradas nessa audiência pública; no seminário “Nova Lei Geral do Seguro – PL 3.555-A”, realizado no dia 08 de novembro, com a presença de parlamentares e especialistas; e de outra audiência pública, marcada para a próxima quarta-feira (28), na qual serão ouvidas várias personalidades do setor.

O encontro desta terça-feira contou com a participação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apresentou a proposta quando ainda era deputado, em 2004.

Ele defendeu projeto, argumentando que é preciso aumentar a segurança jurídica no setor e de seguros e “balizar direitos dos consumidores”.

Para o ministro, é importante manter a espinha dorsal da proposta original. Ele entende que não é razoável que um setor que mobiliza tantos recursos seja regulado sem a participação do Legislativo, apenas com normativos infralegais editados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e, em menor escala, pelo Código Civil. “Quando há interesses econômicos tão relevantes, o balizamento legal garante direitos, limites, regras, inclusive para a Administração Pública, que terá garantias para agir, e para a sociedade, que ganhará segurança em contratos dessa natureza”, afirmou José Eduardo Cardozo.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi convidado, não pode comparecer à audiência pública, sendo representado pelo secretário Executivo Adjunto do Ministério, Dyogo Henrique de Oliveira, que manifestou posição contrária a do autor do projeto.

Segundo ele, o mercado brasileiro é exemplo mundial de qualidade e não precisa de uma ampla legislação.

O secretário observou que ainda são registrados problemas nos grandes contratos, firmados em obras de infraestrutura como usinas elétricas, plataformas de petróleo e rodovias. “Não há, de maneira prática, uma regra geral que possa ser aplicada em empreendimentos com naturezas tão distintas. Nosso receio é enquadrar tudo em uma regra que acabe aumentando os custos por conta da dificuldade de prever todas as situações relacionadas aos projetos”, alertou.