Fidelidade de 70% dos clientes das seguradoras em risco com o aumento da concorrência, segundo o Relatório Mundial sobre o Setor de Seguros 2013

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Em media, apenas 30% dos clientes no mundo inteiro afirmam que suas experiências com suas seguradoras são positivas; por isso, as seguradoras precisam pensar em distribuir seus produtos usando vários canais e na experiência dos clientes, concluiu o Relatório Mundial sobre o Setor de Seguros, em sua sexta edição. O relatório também revelou que os canais de mídia móvel e social estão se popularizando entre as seguradoras, com melhores taxas de adesão. Esses canais de distribuição podem ajudar as seguradoras a fornecer uma melhor experiência aos clientes e obter eficiência operacional. O relatório de 2013 é baseado em pesquisas com 16.500 clientes, dados de 41 mercados e entrevistas com 114 executivos do setor de seguros.

De acordo com o relatório de 2013, o foco do setor de seguros está mudando, passando da redução pura de custos e iniciativas voltadas à eficiência operacional à geração de receitas e estratégias de fidelização à marca, reduzindo, simultaneamente, os custos de aquisição de clientes. Uma grande ênfase está sendo dada às estratégias de distribuição por diversos canais, com grande interesse em tirar proveito de canais de venda mais baratos, como o móvel, Internet e mídias sociais. As mídias móveis e sociais serão uma prioridade para mais de 50% das seguradoras pesquisadas no mundo inteiro nos próximos dois anos.

Uma experiência positiva para o cliente é mais importante do que somente medir a satisfação dos clientes

A experiência dos clientes reflete todo o ciclo de vida do cliente, enquanto a satisfação dos clientes é somente uma medição pontual de como os produtos e serviços atendem ou ultrapassam as expectativas dos clientes. Em media, o Relatório Anual sobre o Setor de Seguros revela que aproximadamente um em três clientes, nos 30 países incluídos no novo Índice de Experiência do Consumidor do relatório, teve uma experiência positiva com sua seguradora, enquanto 62% registraram níveis positivos de satisfação dos clientes. Além disso, o relatório revelou que aproximadamente dois entre três clientes apresentam riscos de retenção, com somente uma experiência neutra e/ou negativa do cliente. “Quando os clientes têm experiências neutras ou negativas com uma seguradora, são criadas oportunidades para as seguradoras “flertarem” com clientes de outras seguradoras, e os clientes podem mudar de provedora mesmo por poucos benefícios extras”, disse Jean Lassignardie, diretor de vendas e marketi ng da Capgemini Global Financial Services. “Mesmo nos EUA, o país com as melhores classificações das experiências do cliente, as seguradoras ainda enfrentam uma taxa de risco de retenção de 50%, o que significa que ninguém está imune.”

As mídias móveis e sociais são oportunidades para melhorar a experiência do cliente

A maioria das seguradoras vê os canais móveis como um importante ponto de acesso para sustentar a experiência geral dos clientes (principalmente nos departamentos de cotação, sinistros e gestão do relacionamento), e não somente como um canal de vendas a mais. E, enquanto os clientes das seguradoras preferem executar certas atividades online, tais como encontrar o melhor preço e comparar coberturas de apólices, eles ainda preferem as redes de distribuição física (agentes e corretores), quando se trata de ganhar confiança para a marca. As cinco principais razões para as seguradoras investirem em canais móveis são: demandas de serviços a qualquer hora/ qualquer lugar/ qualquer dispositivo; fazer frente à concorrência; custos de atendimento ao cliente; crescente adoção de smartphones e oportunidades de vendas cruzadas e de produtos mais sofisticados.

O relatório explora quatro áreas móveis principais das seguradoras, categorizadas como: “primeiras vencedoras e indispensáveis” (áreas com alto ROI em potencial) e áreas em evolução, como “indispensável observar” e “espere para ver”. Entre as seguradoras pesquisadas, os principais serviços móveis oferecidos atualmente e aqueles com alto ROI em potencial nos próximos anos são: informações sobre produtos via dispositivo móvel (43% hoje/ 91% até 2015); serviços de sinistros (16% hoje/ 73% até 2015), cotações (23% hoje/ 70% até 2015), processamento direto (9% hoje/55% até 2015 e alterações da apólice (9% hoje/ 52% até 2015).

Da mesma maneira, as mídias sociais oferecem às seguradoras novas maneiras de aumentar a sua penetração no mercado e a eficiência de suas estratégias de retenção/aquisição. De acordo com o Relatório Mundial do Setor de Seguros, a maioria das seguradoras globais (59%) já usam mídias sociais, mas poucas delas já as integraram em suas estratégias de CRM, levando a resultados inferiores. O relatório sugere que integrar estratégias de mídias sociais ao CRM tradicional dará origem a um “CRM social”, criando uma experiência mais positiva para os clientes e melhores propostas que beneficiem a marca. Patrick Desmarès, secretário geral da Efma, acrescenta: “Outra maneira possível para as seguradoras melhorarem as classificações da experiência de seus clientes seria seguir o modelo do setor bancário. Apesar de os bancos terem muito mais interações com os clientes, a classificação das experiências de seus clientes indica que eles estão implantando as melhores práticas para a análise de d ados, segmentação do mercado e integração por múltiplos canais.”

Esforços contínuos do setor para melhorar a eficiência operacional

O ano de 2011 testemunhou muitos eventos catastróficos, como o tsunami causado pelo maremoto no Japão e as condições climáticas extremas nos EUA e Austrália, que causaram uma perda econômica de 370 bilhões de dólares, dos quais 116 bilhões estavam segurados. Esses eventos externos causaram um impacto negativo na eficiência operacional[1] do setor de seguros em geral. No entanto, as seguradoras localizadas nas regiões não afetadas por esses eventos continuaram a progredir bastante em seus esforços para obter melhorias operacionais em áreas como subscrição e sinistros. Esses esforços voltados a melhorias operacionais estão dando frutos e devem continuar. As áreas nas quais as melhorias operacionais trouxeram resultados positivos foram: investimentos em sistemas e tecnologias; realinhamento das estratégias voltadas aos canais de distribuição; transformação da área de sinistros e aumento da produtividade.

SulAmérica divulga estudos sobre mulheres e carros e outros sobre os estragos do estresse na saúde

Seguem os dois releases divulgados

Mulheres utilizam mais os serviços agregados ao seguro do carro

Estudo realizado pela SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos mostra que, além de mais cautelosas nos trânsito, as mulheres estão utilizando cada vez mais os serviços oferecidos nas apólices e costumam se manter fiéis a mesma seguradora.

O acionamento do “Motorista Amigo” é um exemplo. O serviço oferecido pela SulAmérica pode ser solicitado sempre que o a condutora não se sentir apta a dirigir, como em casos de ingestão de bebida alcoólica, realização de exames que usem sedação leve como endoscopia ou de exames oculares, por exemplo. A seguradora envia um motorista que leva a condutora e o veículo para casa. Em 2012, 60% dos acionamentos foram feitos por mulheres, que mostra que elas são mais cautelosas.

O comportamento mais prudente das mulheres está refletido no valor médio do seguro de automóveis: as mulheres pagam cerca de 10% menos no valor da apólice.

“Aprofundar o conhecimento sobre o perfil do público feminino é fundamental para podermos atender as necessidades e oferecer serviços diferenciados para a segurada. Prova disso é que desde 2009, a SulAmérica oferece o ‘Auto Mulher’, seguro de automóveis específico para o público feminino, afirma o diretor de Automóveis da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

De acordo com o executivo, a comodidade e o atendimento personalizado são aspectos bastante valorizados pelo público feminino. O índice de utilização do C.A.S.A., Centro Automotivo de Super Atendimento, comprova. Em 2012, a maioria dos segurados, atendidos nas 35 unidades distribuídas pelo Brasil, era do sexo feminino. Para a SulAmérica, esse número é sinal de que o modelo de Concierge Center, trabalhado nesses postos da seguradora, é uma vantagem que faz a diferença para elas.

Vantagens do Auto Mulher

O SulAmérica Auto Mulher disponibiliza uma série de serviços e coberturas diferenciadas. Uma delas é a opção de contratação da franquia zero, ou seja, se a segurada bater com o carro, o primeiro conserto é por conta da SulAmérica, mesmo que o valor do reparo seja menor que o da franquia indicada na apólice.

As clientes contam ainda com um profissional para trocar o pneu do carro quantas vezes precisar. O mesmo vale para o serviço de socorro mecânico e reboque. E em caso de roubo ou furto do carro, a segurada ainda conta com acompanhante até a delegacia para registrar o boletim de ocorrência e depois levá-la para casa.

“Pensar e implantar serviços e ações de segurança é uma questão muito importante para este público. No caso do Auto Mulher, todo o produto foi desenhado com base em pesquisas, que apontaram que a essência procurada pelas mulheres em um seguro de automóvel é a segurança. Buscamos, assim, oferecer serviços que garantem a proteção da cliente em algumas situações”, explica Dal Ri.

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Estresse e exames preventivos em atraso são os principais vilões da saúde feminina, revela estudo da SulAmérica

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8/3), a SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos divulga levantamento que revela dados preocupantes sobre a saúde e o estilo de vida das mulheres.

Os números foram registrados em 2012 pelo Saúde Ativa, conjunto de programas que a SulAmérica oferece a seus segurados com foco na promoção à saúde e prevenção de doenças e suas complicações. Foram pesquisados por meio de questionário 14.366 colaboradores de empresas atendidas pela companhia, sendo que 37,3% (5.362) eram mulheres.

A avaliação desses questionários apontou que o maior índice de estresse está concentrado na população feminina entre 20 e 39 anos. Consultadas, a maioria das mulheres dessa faixa etária (55,6%) declararam passar por níveis de estresse moderado ou alto. Para a SulAmérica, uma das justificativas para esse quadro é que nessa fase da vida, muitas mulheres têm de conciliar ascensão profissional e maternidade, em jornadas de trabalho dentro e fora de casa.

Outro dado alarmante é a displicência em relação aos exames preventivos para o câncer de colo de útero e de mama. Os números demonstram que, do total das entrevistadas em idade de risco (35 a 50 anos), 21,8% não realizaram a mamografia ou estão com o exame em atraso. O panorama é ainda pior em relação ao exame papanicolau, realizado para diagnosticar o câncer de colo de útero. Das mulheres entrevistadas, 25,7% declararam estar com o exame em atraso.

“Apesar de terem acesso ao plano de saúde, algumas mulheres ainda protelam os cuidados preventivos. Por isso, o mapeamento realizado pelo “Saúde Ativa” é uma importante ferramenta para a SulAmérica na gestão da saúde de seus segurados. Essa pesquisa é o ponto de partida para outras etapas do programa que vão efetivamente alertá-las em relação aos seus riscos de saúde e auxiliá-las na mudança de hábitos e comportamentos”, afirma diretor técnico e de Produtos da SulAmérica, Maurício Lopes.

Já em relação ao tabagismo, a SulAmérica apresenta dados mais animadores: 11,1% da população feminina avaliada respondeu que deixou de fumar. A maior concentração de ex-fumantes está entre as mulheres com mais de 50 anos (26,5%), seguidas pelas de 40 a 49 anos (15,1%). Para a seguradora, esses dados positivos demonstram o impacto das políticas antitabagismo sobre a população.

Icatu Seguros lucra R$ 165 milhões em 2012

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O grupo Icatu Seguros atingiu lucro líquido de R$ 165,3 milhões em 2012, aumento de 61% em relação a 2011. O faturamento da companhia foi de R$ 2,8 bilhões em 2012, crescimento de 33% comparado ao ano passado. O patrimônio líquido alcançou R$ 839,5 milhões ao final de 2012 e o volume de ativos livres da companhia encerrou o ano com o montante de R$ 573,1 milhões. A soma dos ativos sob gestão chegou a R$ 11,4 bilhões em 2012 (sendo R$ 8,1 bilhões de recursos sob gestão própria e R$ 3,3 bilhões sob gestão de terceiros).

“Tínhamos metas desafiadoras para 2012 e é um orgulho ver esse resultado. Crescemos acima do mercado em todas as nossas regionais. Abrimos sete novas filiais, totalizando 22, marcando fortemente nossa presença em todo o Brasil. Lançamos 12 novos produtos, fortalecemos o trabalho junto aos corretores e ampliamos nosso portfólio de serviços para os nossos mais de seis milhões de clientes. 2013 será um ano de desafios ainda maiores e estamos entusiasmados” – afirma Kati de Almeida Braga, presidente da Icatu Seguros.

O segmento de seguros de vida apresentou faturamento de R$ 1,1 bilhão no ano, aumento de 40% em relação a 2011. O bom desempenho dessa linha é devido ao fechamento de diversos novos negócios aliado a uma rigorosa política de subscrição de riscos e processo de controle das carteiras.

Em previdência aberta, rompemos a barreira de mais de R$ 1 bilhão de captação total. “Foi um excelente ano para a previdência, no qual obtivemos um crescimento de mais de 100% na captação líquida (entradas – saídas), alcançando R$ 942,2 milhões”- comenta Kati.

O segmento de capitalização alcançou R$ 1,6 bilhão em provisões técnicas e distribuiu na forma de sorteios o montante de R$ 51,6 milhões.

Na Icatu Fundos de Pensão, o patrimônio administrado chegou a R$ 1,4 bilhão ao final do ano. O total de participantes atingiu cerca de 64 mil, distribuídos entre os 34 planos do fundo Icatu Multipatrocinado e dos cinco planos Instituídos.

A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo Icatu Seguros, fechou 2012 com R$ 8,1 bilhões em ativos, sendo R$ 5,8 bilhões de recursos oriundos do grupo Icatu Seguros (fundos de previdência, seguros e capitalização) e R$ 2,3 bilhões de recursos de terceiros. A Icatu Vanguarda figura no topo dos principais rankings de investimento, se destacando na gestão de fundos de inflação, crédito e de dividendos.

Segurar.com oferece apólice 100% online a empresários interessados em seguro de responsabilidade civil (D&O)

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A Segurar.com, única corretora 100% online do Brasil e com a maior gama de seguros comercializados via internet, expande novamente o seu portfólio com a oferta do seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Empresários, também chamado de D&O (Directors and Officers Insurance). No site www.segurar.com já é possível adquirir proteção profissional de forma rápida, garantida e sem burocracias graças à parceria estabelecida entre a Segurar.com e a Argo Seguros, subsidiária do Argo Group International – voltado aos segmentos de seguros especiais e resseguros.

O Seguro RC Empresários garante proteção e assistência em caso de eventuais processos e demandas decorrentes de dívidas ou obrigações relacionadas aos negócios da empresa, e de acordo com o CEO da Segurar.com, Oswaldo Romano Jr., este seguro é fundamental em casos de defesas processuais relacionadas diretamente à atuação do profissional como Sócio Administrador ou Gestor da Empresa, garantindo todos os gastos necessários, como honorários de advogados, contratação de perito e demais despesas. Com cobertura para todo o território nacional, os planos estão disponíveis a partir de R$ 99,90 e com coberturas de até R$ 1 milhão diretamente no site da Segurar.com.

“Além deste, a Segurar.com já conta com seguros semelhantes para Médicos, Engenheiros e Contabilistas. “Estamos satisfeitos com o interesse que estes produtos diferenciados vêm gerando nos clientes”, afirma Renato Spadafora, COO da Segurar.com. “Estamos felizes, pois esse é o posicionamento da Segurar.com: ser a melhor referência de seguros na internet, despertando o interesse e aumentando o conhecimento do consumidor brasileiro sobre seguros”, completa.

Outros produtos também disponíveis no site da Segurar.com são: Seguro Auto, Viagem, Residencial, Equipamentos portáteis (gadgets), Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Responsabilidade Civil para contabilistas, engenheiros e médicos, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral, Vida Diabetes e Acidentes Aéreos.

Os executivos de seguros mais famosos da América Latina. Quase todos do Brasil!!!!

Nossa, já entrevistei quase todos!!!! Que legal ver tantos brasileiros na lista: Marco Antonio Rossi, Jayme Garfinkel, Luis Maurette, Luciano Portal Santanna, Leonardo Paixão, Angelo Colombo, Thomaz Menezes, Antonio Cassio dos Santos, Alexandre Malucelli, Pedro Purm, Paulo Botti, Marcelo Hadad, Margo Black e tantos outros….

Lojacorr, que desde 2004 constrói a corretora do futuro, faz evento para inovar operação

Tudo pronto para a 2ª Convenção Nacional Lojacorr, uma sociedade de 373 corretores de seguros como acionistas preferenciais. Em 2012, a sociedade faturou R$ 124 milhões, 43% de crescimento. A meta é chegar a R$ 368 milhões em 2016, diz Diogo Arndt Silva, diretor de expansão da Lojacorr. Desse valor, 80% vem da venda do seguro automóvel e os 20% restantes se dividem em seguros para pequenas e médias empresas, residência e vida. “Vida tem crescido num ritmo quatro vezes maior do que as outras carteiras. O brasileiro está descobrindo o valor de proteger a vida”, diz.

O otimismo de Arndt com o modelo de negócio da Lojacorr — que administra o compartilhamento de acesso às companhias seguradoras, sistemas de gestão, multicálculo e centralização de backoffice operacional — vem da aposta em fundamentar a empresa em um jogo de ganha-ganha. Ou seja, bom para o corretor, bom para a seguradora, bom para o segurado. “Levamos mais de três anos para desenvolver um modelo de negócio com base em pesquisas com os corretores. Temos hoje a responsabilidade de dar aos corretores acionistas, que atuam nos três estados da região Sul, em São Paulo e Rio de Janeiro, a melhor condição de negócio para ele apresentar ao cliente”, diz Christiano Garcia da Silva, diretor da Lojacorr.

Não está nos planos da corretora abrir capital. “Nosso negócio é ser corretor e construir a melhor corretora para o cliente”, diz Arndt. Se para os corretores a união gera redução de custos e melhor poder de negociação, para a seguradora significa mais pressão na negociação de margens. Mas mesmo assim, as cinco que conseguiram ser eleitas pelos corretores para serem “segurador foco” no sistema de multicálculos, não reclamam.

“O mercado segurador brasileiro possui um vasto campo para atuação, sobretudo nas carteiras de automóvel, residência, empresas, agrícola, responsabilidade civil e aquelas relacionadas à infraestrutura. Por isso, é de extrema relevância discutir como explorar suas oportunidades com corretores, nossos principais parceiros comerciais”, afirma Edward Lange, presidente da Allianz Seguros.

“A Lojacorr tem um papel fundamental no crescimento da Allianz. Em 2015, teremos o dobro do tamanho de hoje, com foco em produtos massificados”, diz Eduardo Grilo, diretor da regional Sul. As cinco seguradoras são eleitas anualmente e neste ano a Allianz conseguiu fazer parte do seleto grupo. “Nossa meta é representar 15% da produção da Lojacorr no primeiro ano de parceria”, estima Grilo.

Paulo Umeki, vice-presidente técnico da Liberty, também uma das seguradora foco, participar da Lojacorr é uma grande oportunidade de expandir as vendas. “Acreditamos no modelo de negócio da Lojacorr, pois o corretor é acionista e permanece no negócio, o que é fundamental em seguros, um setor que vive do relacionamento e da confiança”, diz Umeki. Mas o diretor da Liberty torce para que a sociedade de corretores consiga em breve partir para produtos customizados. “Hoje, no sistema de multicálculos, o preço é um fator determinante. Com produtos diferenciados a briga entre as seguradoras passa a ser a criatividade e o serviço prestado”, comenta.”Esse é o nosso próximo passo”, afirma Garcia da Silva, responsável por desenvolver um canal de vendas de afinidades dentro da Lojacorr, que provavelmente terá a Zurich como parceira.

Além da Allianz e Liberty, Porto Seguro, HDI e Marítima foram eleitas como segurador foco, aquelas com as quais os corretores podem trabalhar sem o pagamento de taxa de administração. Se a produção direcionada para outras seguradoras, os acionistas precisam pagar taxas. Obviamente que esse modelo de negócio deixa outras companhias ávidas para entrar na seleta lista. “Estamos trabalhando muito para entrar no ano que vem”, diz Priscila Magni, executiva da Chubb, uma das patrocinadoras do evento, ao lado da BNP Paribas e Mapfre, que também querem fazer parte dos preferidos da Lojacorr. “Temos produtos sob medida para a alta renda, uma classe social que cresce forte no Brasil e pode complementar o portfolio da Lojacorr”, afirma.

O objetivo do evento, que começa hoje e termina no sábado com uma festa de premiação no hotel Maria do Mar, em Florianópolis, é construir a corretora do futuro. Para ajudar nessa missão, a organização do evento chamou todos os acionistas e também seguradores para um debate neste final de semana. “Queremos ser referência nacional em prestação de serviços de corretagem de seguros. Para isso, temos investido muito em treinamento. Estamos indo para o nono ano da empresa de associação dos corretores e o que construímos até agora é apenas o alicerce”, diz José Heitor da Silva, presidente da Lojacorr.

A abertura do evento ficou por conta do talk show “Tendências e Oportunidades”, que começa agora, com a presença de Edward Lange, presidente da Allianz; Paulo Umeki, vice-presidente Técnico da Liberty; Priscila Magni, diretora Personal Lines da Chubb; e Dirceu Tiegs, diretor Geral da Mapfre, que afirmou que “a Lojacorr já deu certo. Como seguradores, temos a obrigação de desenvolver nossos distribuidores, temos de capacitá-los. A seguradora pode ajudar muito a construir a corretora do futuro por meio da capacitação. Porque temos pela frente novos públicos, como a geração Y, que quer fazer tudo pela internet. Temos sérios desafios, mas o mercado vai crescer. A Mapfre investirá muito em qualificação técnica em diversas áreas, do aeronáutico ao agrícola, para ajudar a Lojacorr”.

Segundo Moacir Abbá, diretor regional Paraná da HDI, a corretora do futuro já foi construída pela Lojacorr. “Agora vocês estão planejando o futuro dessa empresa”. Ele afirma que a HDI busca ofertar tecnologia de ponta ao corretor para que ele possa se dedicar mais a venda, e também obter maior rentabilidade “Para desenvolvimento de nossos negócios, é preciso construir parcerias duradouras e rentáveis”.

Para Aldo Dallago, diretor do BNP Paribas Cardif, “a Lojacorr é a corretora do futuro. A Cardif é a seguradora caçula deste evento, dois anos atrás procurávamos um produto inovador e vimos isso na Lojacorr”. Para o diretor, a melhor forma de ajudar a construir a corretora do futuro é criar produtos inovadores para clientes diferentes, e para manter a corretora do futuro, prezar pela transparência e a confiabilidade nas marcas.

Bradesco Seguros patrocina a etapa carioca do World Bike Tour 2013 e do World Bike Show

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No próximo sábado, dia 9, a banda Fresno se apresentará no World Bike Show, no Parque Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, às 17h. A entrada é franca. A apresentação faz parte da programação do World Bike Tour, um dos maiores passeios ciclísticos do País, que ocorrerá em 17 de março. Os dois eventos contam com o patrocínio do Grupo Bradesco Seguros.

Voltado para a sustentabilidade, qualidade de vida e diversão, o World Bike Show terá toda a demanda de energia, decorrente da realização da apresentação, compensada pelas pedaladas dos ciclistas. O público está convidado a levar alimentos não perecíveis, que serão doados a instituições de caridade. Por cada quilo de alimento entregue, será fornecida uma senha que habilita o seu portador a concorrer a uma participação gratuita para o passeio do World Bike Tour Rio de Janeiro. No total, serão sorteadas 1o senhas.

Estatísticas do Seguro DPVAT traçam perfil de mulheres indenizadas por acidentes de trânsito em 2012

De acordo com estudo realizado pela Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro DPVAT no Brasil, as mulheres representaram 23% das mais de 500 mil indenizações pagas pelo DPVAT no ano de 2012. Deste universo de 23%, as mulheres que se encontravam na condição de pedestres ou passageiras representaram 66% das indenizações por morte e invalidez permanente em 2012. Os outros 34% foram destinados às motoristas.

Os acidentes com veículos de duas rodas também tem alto risco para esse público: 66% das indenizações por invalidez permanente foram pagas em acidentes envolvendo motocicletas. Já nos casos de indenizações por morte, 57% foram pagas por ocorrências envolvendo automóveis.

A maior incidência de indenizações de morte de mulheres está presente na faixa etária de 45 a 64 anos. “Embora as mulheres representem um número menor de mortes comparado aos homens, o envolvimento em acidentes de trânsito também é preocupante,” explica o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier (foto).

Nos casos de invalidez permanente, a maior incidência ocorre na faixa em que as mulheres estão em plena capacidade laborativa: dos 18 aos 34 anos, correspondendo a 47% das indenizações pagas. “Neste caso percebemos uma grande perda na força produtiva do país. Nessas idades, as mulheres estão ingressando no mercado de trabalho e podem sofrer alguma sequela que impeçam de exercer a profissão de forma plena”, diz Xavier.

A região Sul concentra 14% da população feminina do país, o percentual de indenizações pagas envolvendo vítimas femininas, por morte, em 2012, foi 19% e 29% para invalidez permanente.

Já na Região Sudeste, tanto o percentual de morte quanto o de invalidez, 37% e 24%, respectivamente, ficaram abaixo dos 42% de concentração de mulheres.

O boletim estatístico completo está disponível no Site da Seguradora Líder DPVAT www.seguradoralider.com.br/SitePages/default.aspx, em Centro de Informações, Dados específicos.

Sobre o DPVAT

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido com Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder – DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. O procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito. Os demais 50% são voltados para o pagamento das indenizações.

Serviço

SAC DPVAT – 0800 022 12 04 – Horário de funcionamento: Todos os dias.

Site DPVAT: www.dpvatsegurodotransito.com.br

CNseg promove encontro de resseguros no Rio de Janeiro

A CNseg, em parceria com a Abecor-Re, Fenaber e com a Escola Nacional de Seguros, realizará o 2º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, nos dias 3 e 4 de abril, no Hotel Sofitel, em Copacabana. Durante os dois dias, serão discutidos importantes temas como as catástrofes climáticas no Brasil e no mundo, o agronegócio e o PL da Nova Lei Geral do Seguro. O Encontro reunirá segurados, seguradoras, resseguradoras, corretoras de resseguro, escritórios de advocacia e prestadoras de serviços, que terão a oportunidade de discutir as várias vertentes do tema.

Entre os debatedores convidados, estão o ex-Ministro da Agricultura Roberto Rodrigues no painel sobre o Agronegócio no Brasil, o Deputado Armando Virgílio, que vai explicar o projeto da lei do seguro; Alfredo Gomes, da Swiss Re, para falar sobre catástrofes climáticas; os pesquisadores René Hernande e Geraldo Luis Lino, no painel sobre catástrofes climáticas no Brasil.

Prazos de inscrição e valores:
de 4/01 a 18/02 – R$600,00 / US$300.00
de 19/02 a 17/02 – R$700,00 / US$350.00
a partir de 18/03 – R$800,00 / US$400.00

Aon promove seminário sobre seguro garantia no Rio

Matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Executivos da corretora listam vantagens de produto para representantes da indústria de petróleo
Para credenciar o seguro garantia como a principal caução a ser usada na próxima licitação de blocos de exploração e produção de petróleo e gás natural, prevista para maio, a Aon, empresa de consultoria e corretagem de seguros e resseguros, reuniu seu staff com executivos da indústria de petróleo nesta quinta-feira pela manhã, na cidade do Rio de Janeiro.

O seguro e a carta de crédito emitida por bancos estão entre as cauções que os participantes da 11ª Rodada de licitações promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) poderão apresentar antes mesmo do leilão dos blocos e, para os vencedores, nas demais fases do negócio.

Serão ofertados 289 blocos, envolvendo 23 setores e 11 bacias sedimentares, o que marca a retomada das licitações para exploração de novos poços, suspensas a partir de 2008, e cria expectativa de forte retomada da demanda do seguro garantia, lembraram executivos da Aon, como Paulo Niemeyer, Adriano Almeida e Fernando Demier.

Justamente pela paralisação das licitações na área de petróleo e gás ou atraso no cronograma de obras de infraestrutura, o seguro de garantia “andou de lado” em 2012, ao interromper o ciclo de alta dos anos imediatamente anteriores. Segundo dados da Aon, o mercado de garantia fechou 2012 com receita de R$ 788 milhões, queda de 3,52% sobre os R$ 817,6 milhões de 2011.

Na avaliação dos executivos da Aon, o ciclo de recuperação de receita será retomado este ano, até porque o seguro garantia oferece vantagens competitivas em relação à fiança bancária. A previsão é de que o faturamento aumente de algo entre 8% e 10%. “O seguro garantia é uma das formas de caução mais recomendáveis, não só pelo custo menor, pela facilidade de contratação, mas também por não tomar limites bancários como a Carta de Crédito”, exemplifica Adriano Almeida, diretor de Produtos Financeiros da Aon.

No ano passado, também houve forte expansão da sinistralidade, o que serviu não só de prova de fogo, mas também para ampliar o nível de conforto dos contratantes do seguro, um produto em consolidação a partir da abertura das operações de resseguro. Nos negócios privados, a taxa de sinistralidade subiu exatos 377,87% na virada de 2011 para 2012, passando de R$ 104 milhões para R$ 377,8 milhões.

Já os sinistros envolvendo empresas do setor público tiveram avanço ainda maior, de 991,74%, de R$ 38,5 milhões para R$ 421 milhões, ao passo que os prêmios, neste nicho, subiram cerca de 14%, de R$ 500 milhões para R$ 571,4 milhões. Apesar do avanço, o viés é de estabilidade das taxas, segundo eles, algo que tem a ver com o aumento da capacidade do mercado doméstico e maior concorrência gerada com novos players no nicho de garantias nos últimos anos.

No caso da próxima licitação da ANP, a prova de fogo do mercado de seguros será no próximo dia 26 de abril, prazo final para apresentação de garantias de oferta exigidas pela ANS. Seguro ou fiança? Para as empresas interessadas em oferecer o seguro, os especialistas recomendam que as negociações comecem já, porque existe um prazo de maturação do negócio, que chega a 10 dias. O seguro cobre o não cumprimento dos termos contratuais.