CNseg reinaugura escritório em Brasília

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A eleição da nova Diretoria da CNseg e uma reunião do atual Conselho marcam a reinauguração do escritório da entidade em Brasília, no dia 19 de março. A cerimônia de inauguração será às 17hs, seguida de um coquetel. Mais bem estruturada, a nova sede tem um auditório para até 50 pessoas, sala de reunião, sala para a presidência e área administrativa em 286 metros quadrados no Edifício Brasília Trade Center.

Para Solange Beatriz Mendes, diretora executiva da CNseg, as mudanças na estrutura física do escritório chegam junto com um olhar mais amplo do setor no sentido de não apenas acompanhar, mas participar do movimento político, e mostrar que a atividade seguradora é imprescindível para a vida do país. “Vamos ter a oportunidade de ajudar a construir um país mais moderno e mais justo”, afirma.

Antonio Mazurek, Diretor de Relações Governamentais da CNseg em Brasília há 21 anos, ressalta os projetos relevantes do mercado de seguros que tramitam no Congresso Nacional nos quais o escritório de Brasília continuará focado: a atualização do Còdigo do Consumidor, para o qual a CNseg está oferecendo sugestões no sentido de reduzir ao máximo os conflitos entre os consumidores e os provedores de serviços; o projeto da previdência complementar, área que cresce de importância, que trata da constituição de uma entidade privada sem fins lucrativos para prestar garantias suplementares para o cumprimento das obrigações contratuais das entidades do segmento.

“Tudo é muito dinâmico, muito rápido, é preciso estar atento e presente. Vamos assegurar nossa presença concreta no dia a dia”, afirma Mazurek.

Argo projeta crescimento de 40% em seguro transporte

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A Argo Seguros iniciou sua operação no início de 2012 e comemora o primeiro ano de resultados que superaram as expectativas. Seguindo uma tendência de crescimento contínuo, foram R$ 27 milhões em prêmios emitidos na carteira de Seguros de Transportes, uma das especialidades da Argo, atingiu um faturamento mensal acima de R$ 3 milhões. Desse total, 56% da produção referem-se a seguros de transportadores e o restante para embarcadores, sendo 24% em seguros de transporte intenacional (importação/exportação) e 21% para seguro de transporte nacional. Os resultados de 2012 permitem projetar um faturamento ao redor de R$ 40 milhões para 2013, crescimento estimado de 40%.

“Esse desempenho foi obtido com base em serviços na área de prevenção de perdas, coberturas diferenciadas e no atendimento a cada operação juntamente com os corretores e gerenciadores de riscos. Alcançamos um expressivo número de clientes”, explica Salvatore Lombardi Junior, Diretor de Seguros de Transportes da Argo Brasil.

Em 2012, os esforços da área se dirigiram para a divulgação da marca e os diferenciais que trouxemos para o mercado nos segmentos de Transportes internacional e nacional. O foco para 2013 vai intensificar os trabalhos de gerenciamento de riscos, por meio de ações conjuntas para prevenir acidentes e roubos de cargas. “Estaremos mais perto de nossos parceiros por meio de ações direcionadas com subscritores especializados por segmentos (Tradings, Operadores Logísticos/Transportadores, Agentes Internacionais, Despachantes, etc), comenta o Diretor. “A Argo têm produtos para toda a cadeia de comércio exterior e para os transportadores , por isso, intensificaremos a parceria com os nossos corretores especializados”, anuncia o Diretor.

Diferenciais

Para manter a meta de crescimento, a Argo atua para oferecer diferenciais aos seus clientes e corretores. “Cada vez mais uma apólice de seguro contemplará riscos que não podem ser controlados pela própria operação do cliente. Por isso, estamos investindo também em treinamentos nas áreas de logística junto aos nossos principais clientes”, diz Salvatore.

Os clientes da ARGO contam com diversas ferramentas inovadoras, dentre elas uma central dedicada para telemetria, que visa combater um dos maiores problemas de sinistralidade do mercado de seguros de carga: os acidentes. Salvatore explica que a Argo é a primeira seguradora a usar a telemetria na precificação dos Seguros e a combater os riscos de acidentes de forma diferenciada, tendo como meta a elaboração de um PGA (Plano de Gerenciamento de Acidentes) para cada um de seus clientes. Por meio dessa central é possível gerar uma séria de relatórios chamados de “não conformidades”, dentre eles: Controle de Velocidade, Carga Horário, Controle de Rotas, etc. “Contamos também como um Controle Integrado de Transportes via Internet, possibilitando o controle total das operações de Seguros Transportes, com relatórios estatísticos personalizados por filiais ou centro de custos dos clientes.”

Os resultados e a satisfação dos clientes estão diretamente ligados a qualificação dos profissionais da Argo. “São 11 técnicos dedicados à subscrição de riscos de Transportes, muitos deles com mais de 15 anos de experiência no segmento”, analisa o Diretor.

Novo produto: Argo Cargo

Para manter seus diferenciais e ampliar seu portfólio de produtos, a Argo lança seu novo produto de Seguros Transportes: o Argo Cargo, voltado para Agentes de Cargas. O produto visa reembolsar as quantias pelas quais o Agente de Carga vier a ser responsabilizado civilmente.

O seguro traz as seguintes coberturas de responsabilidade: por perdas e danos materiais às mercadorias decorrentes do transporte; perdas e danos materiais ao contêiner e equipamentos de transportes; perdas ou danos por erro ou omissão do agente de cargas; danos materiais e/ou corporais a terceiros, devido ao transporte de mercadorias; e perdas ou danos às mercadorias em armazéns.

Após ter lançado um teste piloto do produto durante o ano de 2012 com o apoio da corretora Lógica Seguros, o lançamento oficial do Argo Cargo irá ocorrer em meados de março.

Conselho Empresarial de Seguros e Resseguros é criado para transformar o RJ no centro de resseguros da AL

Foi criado hoje o Conselho Empresarial de Seguros e Resseguros da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Presidido por Marco Antônio Gonçalves, do grupo Bradesco Seguros, esse foi o primeiro passo para a AGRJ cumprir o seu objetivo de transformar o Rio de Janeiro na capital dos Seguros e Resseguros da América Latina. O evento contou com a participação do ministro-chefe Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, que falou para mais de 400 convidados.

Segundo divulgou o portal da CNSEG, Moreira Franco disse que cabe ao seguro para manter o acelerado processo de mobilidade social dos últimos 10 anos. “Este grupo demanda mais proteção, porque é mais empreendedor, mais dinâmico e convive de fato com mais riscos produtivos. Portanto, precisa estar protegido dos riscos patrimoniais e pessoais. Mas por falta de educação financeira, ainda não sabe a abrangência do seguro para protegê-lo”, lembrou Moreira Franco, na entrevista coletiva que antecedeu a solenidade de lançamento do conselho empresarial.

Este é o 19º conselho instalado pela centenária e tradicional instituição empresarial fluminense e já nasce como um dos maiores da ACRJ- são 40 membros que aceitaram, entre outros desafios, pensar estratégias para transformar a cidade do Rio de Janeiro na capital de Seguros e de Resseguros da América Latina a médio prazo. A presidência do Conselho Empresarial está a cargo de Marco Antônio Gonçalves, executivo da Bradesco Seguros. “O Rio de Janeiro está apto a ser a capital de seguros e resseguros, porque tem a infraestrutura necessária, profissionais capacitados, e por ser a sede das principais entidades representativas das seguradoras, resseguradoras, corretoras, de alguns dos principais grupos seguradores e resseguradores e da própria Susep”, destacou ele.

O novo conselho também trabalhará em prol do crescimento do mercado no País, incluindo na pauta das discussões o atendimento pleno das demandas dos consumidores de seguros e de resseguros. Para tanto, o grupo reúne as principais lideranças e executivos do mercado, incluindo-se aí o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, presidentes das quatro Federações (Paulo Marracini, da FenSeg; Osvaldo Nascimento, da FenaPrevi; Marcio Coriolano, da FenaSaúde; e Marco Barros, da FenaCap), o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, e o presidente do IRB, Leonardo Paixão. Participam também diretores executivos das principais entidades do mercado segurador, como Solange Beatriz (CNseg), lideranças dos corretores de seguros, das resseguradoras e das corretoras de resseguros. Edward Lange, presidente da Allianz Seguros, é um dos integrantes do Conselho.

Em sua palestra, o ministro Moreira Franco deixou claro que conta com o mercado de seguros em duas frentes importantes: a primeira, para reduzir as vulnerabilidades da nova classe média; a outra, relacionada à condição de investidor institucional do setor, diz respeito à participação das seguradoras nos investimentos de infraestrutura, em particular na área de saneamento básico, por meio da aplicação de parte de suas provisões técnicas. Segundo o ministro, os títulos para financiar a infraestrutura estão em linha com as necessidades de retorno de médio e longo prazos do mercado segurador.

Segundo consta no site da Bradesco, para o presidente do Conselho, Marcos Gonçalves, a capital carioca preenche os requisitos necessários para o desenvolvimento pleno dessa atividade econômica, podendo ser credenciada com esse título em médio prazo. Últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam que no ano passado o mercado de seguros registrou, de janeiro a julho, uma receita de R$ 71,6 bilhões, alta de 23,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda segundo o órgão, a participação do mercado brasileiro de seguros em 2012 foi de 3,5% do PIB, número que pode chegar a 7% em 2015. “Temos infraestrutura e profissionais capacitados para atenderem a demanda de mão de obra exigida pelo mercado.

Outro ponto favorável e atrativo é que aqui estão localizadas as sedes das maiores entidades representativas das seguradoras, resseguradores e corretoras, como a Susep, que normatiza e fiscaliza a atividade no país, além das grandes seguradoras e resseguradores que estabeleceram aqui suas matrizes”.

Gonçalves revela também que o conselho vai trabalhar em prol do crescimento da atividade no país funcionando como encaminhador de temas para entidades representativas do setor. Para ele, o conselho deve congregar novas ideias e sugestões para enriquecer debates sobre temas que possibilitem o crescimento e a maior representatividade deste segmento no PIB nacional.

Marcus Vinicius, ex-Sulamérica, assume área de varejo da MDS

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A MDS Consultores de Seguros e Risco, corretora multinacional atuante nos segmentos de gerenciamento de risco, gestão de benefícios e resseguro, acaba de contratar um novo diretor. Trata-se de Marcus Vinícius Lopes Martins para o cargo de diretor da área de varejo para a operação no Brasil. Seu desafio é desenvolver a área varejista, assim como alavancar as atividades online da empresa.

Martins é graduado em engenharia mecânica pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e possui mestrado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior. O executivo possui sólida experiência na área de seguros, tanto em grandes seguradoras quanto em um grande banco, onde era responsável pelo braço segurador da instituição.

Liberty cria projeto de mobilidade urbana em cinco cidades-sede dos jogos da Copa

A Liberty Seguros lançou ontem um projeto maravilhoso, que mostra grande comprometimento com o bem estar das pessoas. Com pequenos gestos, dosados pelo amor, a iniciativa, chamada Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, vai fazer a diferença na vida de muita gente. Parabéns Karina e equipe!.

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Melhorar a mobilidade e locomoção nos centros urbanos é um dos maiores desafios do mundo contemporâneo. Com o objetivo de amenizar o problema, a Liberty Seguros acaba de lançar o projeto Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro (www.projetosinallivre.com.br), com ações que visam melhorar a mobilidade verde, estimulando a escolha de meios de locomoção que causem menor impacto ao meio ambiente; facilitar a fluidez, reforçando o respeito de todos dentro dos espaços de deslocamento nos grandes centros urbanos; e garantir a segurança no trânsito, trabalhando efetivamente na prevenção dos acidentes.

Além disso, o programa contempla questões tangentes ao comportamento individual, seja do motorista no trânsito, do pedestre, dos ciclistas, motociclistas ou dos usuários de transporte público. Também foi lançado o vídeo institucional do manifesto do projeto http://www.youtube.com/watch?v=QBtMCe2FfiU&feature=youtu.be.

Inicialmente a Liberty Seguros, seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, levará o Sinal Livre para cinco cidades-sede do evento (São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador), a partir de 2014 o projeto se estende para mais cinco cidades. O foco inicial da ação será em comunidades ao redor dos estádios, contando com parcerias de ONGs e jovens das regiões, que serão agentes voluntários e protagonistas da mudança de comportamento no trânsito. “Os moradores têm conhecimento da problemática do seu bairro e, com nosso apoio, terá ferramentas para promover atitudes que influenciem na melhora da mobilidade urbana do local”, comenta Adriana Gomes, diretora de marketing da Liberty Seguros.

Dentro da iniciativa, a seguradora terá o papel de: educar jovens de escolas na comunidade ao redor dos estádios e oferecer a eles uma formação para que se tornem multiplicadores das atitudes positivas; engajar a população e torcedores durante os jogos da Copa das Confederações FIFA 2013 e Copa do Mundo da FIFA 2014™; influenciar políticas públicas promovendo a troca de informações entre as comunidades ao redor dos estádios e entidades responsáveis pela mobilidade urbana local; e reconhecer boas práticas por meio do lançamento do Prêmio Nacional de Mobilidade Urbana para incentivar projetos na área.

No site www.projetosinallivre.com.br do projeto há o “Banco de Boas Práticas”, com materiais produzidos pelos jovens das comunidades, cursos de ensino à distância, conteúdos especiais para cada agente que compõe a mobilidade urbana em uma cidade, como ciclistas, pedestres, motoristas, taxistas etc.

A adoção da causa está em linha com a missão da Liberty Seguros, que é ajudar as pessoas a viverem de forma mais segura e tranquila, além de trabalhar com uma problemática atual que afeta a todos os brasileiros, principalmente os que moram em grandes centros urbanos.

AD Corretora de Seguros comemora 33 anos de história

Uma das maiores corretoras de seguros do Brasil, a AD comemora nesta quarta-feira, 13, seu 33º aniversário. São mais de 30 anos de crescimento contínuo e de uma de história de sucesso marcada pela conquista efetiva de credibilidade e reconhecimento do mercado segurador.

“Chegamos aos 33 anos com solidez, direcionando nossa gestão para pilares como empreendedorismo, inovação e sólido conhecimento técnico. Agora, estamos nos preparando para alcançar novos patamares e nos estruturando para crescer ainda mais, com vistas aos nossos 50 anos”, afirma o Alberto Dabus, fundador e diretor-presidente da AD.

Fundada em 1980, com sede em Bauru e escritórios distribuídos e consolidados em Araçatuba, Ribeirão Preto e São Paulo, a AD Corretora de Seguros firmou-se como especialista em gestão de riscos e serviços diferenciados. Ao longo dos anos, suas áreas de atuação se ampliaram e hoje sua seriedade e expertise são atestados pela fidelização de clientes e por diversas premiações já adquiridas no mercado de seguros.

Grupo BB e MAPFRE e IGP reúnem especialistas para falar sobre os benefícios empregatícios no mundo

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Especialistas do Brasil, México, EUA, Canadá e demais países da América Latina se reuniram, pela primeira vez no país, para debater sobre a importância dos benefícios empregatícios. O encontro, promovido pelo Grupo BB e MAPFRE e o IGP (International Group Program), aconteceu no “Seminário de Benefícios”, dia 7, em São Paulo (SP).

Por meio de palestras e debates, os participantes tiveram a oportunidade de obter uma visão atualizada sobre a economia internacional e as relações de trabalho, evidenciando a taxa de crescimento de diversos países e seus impactos em programas de benefícios concedidos aos trabalhadores em diferentes realidades.

Os participantes puderam conhecer também o funcionamento do sistema de saúde e previdenciário, leis de proteção ao trabalhador e tendências recentes em novos produtos e serviços relacionados a seguros de diversas nações.

Participaram do seminário corretores especializados, gestores de RH, seguradoras internacionais parceiras do IGP e clientes do Grupo BB e MAPFRE. Também estiveram presentes o presidente da companhia nas áreas de Vida, Rural e Habitacional, Roberto Barroso, e o vice-presidente do IGP no mundo, Peter de Vries.

O IGP e a seguradora John Hancock Life Insurance Company “USA” fazem parte do Grupo Manulife Financial Canada, um dos maiores grupos financeiros do mundo, representado por seguradoras de 65 países. Por meio de acordos de exclusividade, estas seguradoras cooperam entre si para cuidar de Programas de Benefícios de empresas multinacionais.

O Grupo BB e MAPFRE é o representante oficial do IGP no Brasil desde 2010 e já possui 30 clientes no programa, contemplando mais de 30 mil colaboradores (ou 100 mil beneficiários). A importância do seguro de vida para atrair e reter talentos – Para complementar a visão de negócios do encontro, o seminário também contou com uma palestra especial da diretora de RH do Grupo BB e MAPFRE, Cleide Fonseca.

De forma interativa, a executiva comentou sobre o desenvolvimento do alicerce da estratégia de pessoas do Grupo que é focado na proteção dos clientes, colaboradores e dependentes. Para isso, foram apresentados os benefícios concedidos aos funcionários da companhia que vão desde o seguro de vida e incentivo a qualidade de vida até a previdência privada para os filhos.

Rodobens Corretora de Seguros cresce 19% no segmento de transportes

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Com aumento de 4,6% na receita líquida e 19% na carteira, empresa pretende encerrar 2013 com incremento de 18% em seu volume de negócios. Apenas nos dois primeiros meses deste ano, a empresa já obteve desempenho 71% maior em novos negócios, ante o mesmo período do ano passado.

A Rodobens Corretora de Seguros, uma das maiores corretoras de seguros do País, e que faz parte da Rodobens Negócios e Soluções, registrou um aumento significativo na comercialização de seguros de transportes e gerenciamento de riscos em 2012. De acordo com os dados apurados pela empresa, o crescimento foi de 19% em novas apólices emitidas e de 4,6% na receita líquida, passando de R$ 5,4 milhões em 2011 para R$ 5,7 milhões em prêmios em 2012. “Estamos confiantes com a demanda de mercado e esperamos crescer 18% este ano no segmento de transportes”, comenta o diretor geral da Rodobens Corretora, Carlos Ronaldo, informando que já possui em carteira mais de 700 clientes entre seguro de transporte e gerenciamento de risco.

De acordo com o diretor da Rodobens Corretora de Seguros, o crescimento no ano passado se deu também pelo fato da unificação da gestão técnica e comercial da área de transportes e gerenciamento de riscos. Com isso, foi possível ampliar a prospecção de novos clientes e também realizar uma ação específica e direcionada na renovação dos contratos vigentes. “Ampliamos nossas parcerias ao longo do ano passado. Como resultado, tivemos mais força para trabalhar não apenas novos clientes como as renovações de seguros já contratados”, comenta Carlos Ronaldo.

Segundo estimativas da empresa, com a perspectiva de crescimento de 15% nas vendas de caminhões no Brasil, segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, e a retomada do crescimento da economia, que pode gerar aumento do volume de carga transportada, será possível à Rodobens Corretora de Seguros encerrar 2013 com incremento de 18% em sua receita líquida para o segmento de seguros de transportes. “Temos uma estrutura técnica e comercial especializada no segmento de transportes. Acreditamos que a demanda por transportes aumentará, principalmente pelo bom resultado já observado nos dois primeiros meses do ano, que chegou a um aumento de 71% na quantidade de novos negócios fechados em relação ao mesmo período de 2012. Por isso, estamos confiantes em atingir este patamar de crescimento”, conclui Carlos Ronaldo.

Reactions realiza a 5° Brazilian Reinsurance Conference no Rio

Uma das participantes é a AIG Brasil, que distribuiu esse release:

A AIG estará presente na 5° Brazilian Reinsurance Conference, conferência anual com foco na área de Resseguros, que ocorrerá nos dias 13 e 14 de março, no Rio de Janeiro. Entre as representantes da companhia estão: Carla Acras, Gerente de Seguro Garantia da AIG Brasil, e Nathalia Gallinari, Engenheira Ambiental e responsável pela subscrição de riscos ambientais da AIG Brasil.

No primeiro dia do evento (13/03), Nathalia Gallinari participará do Painel “Cobertura de responsabilidade ambiental: Quanto tempo para entrar no ritmo?”. Já na quarta-feira (14/03), será a vez de Carla Acras integrar, pela segunda vez, a mesa de debates do evento, que terá como tema esse ano “Seguro de garantias: Como as crescentes perdas em 2012 afetaram esta linha de negócios?”.

Com o crescimento do mercado nacional nas áreas de energia, construção e engenharia, a conferência será uma ótima oportunidade para as Empresas de Seguros e Resseguros analisarem maneiras sustentáveis e positivas de continuarem a expansão do setor sem afetar os negócios. Players do Brasil e do Mundo discutirão as oportunidades para o mercado de Resseguro no Brasil, além de trocarem experiências e novas possibilidades de negócios.

O Globo discute perspectivas do mercado segurador

Matéria publicada pelo portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Especialistas avaliam cenário benigno para crescimento de seguros, previdência e capitalização

“O mercado de seguros no Brasil”, nome do seminário promovido nesta segunda-feira (11) pelo jornal O Globo, serviu para conhecer os próximos passos planejados nos mercados supervisionados pela Susep. Entre as propostas, a ideia de estender para outros ramos a venda por meios remotos, como telefone celular, algo já permitido para o microsseguro; a criação de seguro popular de automóvel; o VGBL Saúde; e a eliminação das barreiras para que seguradoras assumam controle de empresas fora de sua atividade principal, sobretudo diante do novo cenário de juros baixos e impactos nas provisões técnicas.

Outra atualização de normativo relevante é a criação de uma agência reguladora, sucessora da Susep e do CNSP, para tornar a fiscalização e a supervisão mais dinâmicas e abrangentes. Na verdade, a Susep já rascunhou o projeto de uma agência reguladora de seguros gerais, previdência e capitalização, encaminhando-o ao Ministério da Fazenda.

Todas essas iniciativas miram o desenvolvimento do mercado e a maior proteção dos consumidores, assinalou o superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, um dos quatro participantes do encontro promovido pelo O Globo e patrocinado pela Capemisa- ao lado de Hélio Portocarrero (ex-superintendente da Susep e atual diretor executivo da Casa de Rui Barbosa); Luiz Tavares Pereira Filho, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro/Espírito Santo; Henrique Brandão, presidente do Sindicato dos Corretores do Rio de Janeiro (Sincor-RJ).

Lembrando o papel de tutelar o consumidor da autarquia, o titular da Susep destacou o esforço para acelerar o término das liquidações extrajudiciais- caíram de 25 para 14 em sua gestão as empresas sob intervenção; defendeu a venda das carteiras de seguradoras liquidadas para grupos mais sólidos; e assegurou que todas as seguradoras serão vistoriadas em loco no prazo de cada dois anos a partir de agora, com as visitas dos fiscais da autarquia previamente comunicadas para que as empresas organizem a documentação necessária.

ESTRANGEIROS. No encontro, Luciano Santanna avaliou ainda o interesse renovado das multinacionais (seguradoras e resseguradoras) pelo País, movimento “importante para aumentar a competição, ampliar a oferta de produtos e reduzir preços”. Para ele, o interesse tem relação direta com a taxa de expansão dos mercados supervisionados na última década. Apenas em 2012, a evolução de seguros gerais, previdência e capitalização alcançou 21%, uma taxa extraordinária na comparação com o PIB e algo que mantém relação direta com a reduzida taxa de desemprego.

Ele frisou ainda que a atuação ilegal de empresas, incluindo multinacionais de seguros, continuará a ser duramente combatida pela autarquia. Nesse sentido, lembrou a multa recorde- R$ 11 bilhões- aplicada pela Susep contra uma seguradora do Texas, nos Estados Unidos, por vender seguros no País sem estar credenciada na autarquia, e deixou claro que novas autuações a grupos internacionais que captam negócios irregularmente podem ocorrer em breve.

No plano doméstico, o radar da Susep mira as cooperativas de proteção veicular. Até agora, 300 já foram identificadas e há dezenas de ações lideradas pela Susep para obrigá-las a sair do mercado. Lembrou a parceria firmada com a Polícia Federal para deflagrar operações que resultem na prisão de dirigentes das empresas que atuam no mercado marginal e voltou a defender o projeto que dá poderes ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) de decretar a liquidação extrajudicial das cooperativas ou associações de proteção veicular.

Sobre a extinção do custo da apólice, Luciano Portal voltou a defender a medida adotada em sua gestão, lembrando que seu impacto financeiro é relativo, porque, como o mercado de seguros não é tabelado, as empresas podem inserir o custo desta rubrica nas despesas administrativas. “A extinção dá clareza a um custo que deveria sempre estar nas despesas administrativas e evita problemas futuros com o Ministério Público, que já vinha questionando a segmentação do custo da apólice”, lembrou ele.

CENÁRIO BENIGNO. Outro expositor do encontro foi Helio Portocarrero, ex-superintendente da Susep e atual diretor da Casa Rui Barbosa. Ele chamou a atenção para o desempenho positivo de algumas modalidades de seguros, em virtude do avanço da nova classe média brasileira. Nesses casos, inclui o garantia estendida e o seguro saúde. Também avaliou positivamente a expansão dos títulos de capitalização, o segundo produto mais conhecido após a caderneta de poupança.

Após reconhecer algumas imperfeições no seguro garantia (crítica à distribuição e elevados lucros), Hélio Portocarrero fez questão de exaltar a importância do produto, chamando-o de “o seguro da nova classe média”. Para ele, a concentração do seguro, processo que já teve seu pico nos primeiros anos de sua regulamentação, em 2006, está em franco declínio, aperfeiçoando-se a concorrência e reduzindo as margens dos players, com benefícios crescentes para os consumidores. A despeito das polêmicas, ele destaca que “o patrimônio da nova classe média tem de estar protegido, e o seguro garantia cumpre exatamente esse papel”.

Mesmo assim, a Susep anunciou que criará um grupo de trabalho para analisar o seguro de garantia estendida e coibir práticas prejudiciais aos consumidores. “É um segmento em que percebemos que ainda há a presença de venda casada”. “Normalmente é ofertado pelas lojas de grande porte que acabam vendendo esse produto sem prestar informação adequada ao consumidor”, afirmou Santanna, durante o encontro.

NICHO. Para Portocarrero, outro mercado promissor é o de capitalização. Trata-se de uma “jabuticaba brasileira”, que só faz crescer nos últimos 15 anos, apresentando-se como um dos produtos prediletos dos consumidores, que sabem, sim, o que compram quando decidem por um título, ou seja, querem fazer uma pequena poupança e participar dos sorteios promovidos pelas empresas. “O título de capitalização estimula a acumulação por uma parte da população que não ter o menor motivo para poupar”, lembra ele, já que seus riscos são relativamente cobertos pela gama de serviços sociais, como INSS e SUS, ao contrário de outros emergentes, como a China e Índia, que sequer têm um sistema de previdência pública.”

Ele lembrou ainda que problemas mais sérios da carteira de automóvel e de previdência privada já foram solucionados no passado. Ele se refere ao uso da tabela Fipe para a fixação do valor de mercado de automóvel, o que reduziu queixas dos consumidores e disputas judiciais sobre indenizações pagas para roubo e furto; e à migração de benefícios definidos para contribuições definidas nos planos de previdência, o que garante hoje a normalidade do mercado em um cenário de juros básicos baixos, como os atuais. O único senão, no caso da previdência, é que o projeto de blindagem das reservas técnicas ainda não saiu do papel, o que coloca em risco os recursos acumulados em caso de liquidação.

Outro participante do encontro, o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio, Luiz Tavares, apresentou números da indústria mundial de seguros- de mais de trilhão nos EUA e Europa, em dólar e euro, respectivamente- para mostrar o crescimento potencial reservado ao mercado brasileiro; destacou a importância do seguro DPVAT; e apresentou um perfil da indústria de seguros fluminense, a segunda maior praça de negócios após São Paulo, além de enumerar algumas ações realizadas pelo Sindicato em parceria com o Governo do Estado.

Nesse sentido, citou o Pátio Legal, criado em 2005 com objetivo de abrigar veículos roubados, furtados e recuperados pela Polícia, oferecendo aos cidadãos melhores serviços para reaver seu carro, independente de ser ou não segurado; destacou a legislação estadual de fiscalização dos ferros-velhos pela Polícia Civil, para evitar a receptação e desmanches de carros; e, por fim, o Brat Eletrônico, que permite a motoristas fluminenses que se envolverem em acidente de trânsito sem vítima o preenchimento do registro do acidente pela internet desde janeiro. A ferramenta é mais uma comodidade ao cidadão, que antes precisava se dirigir ao Batalhão da Polícia Militar mais próximo para fazer o Brat.

Outro palestrante foi o presidente do Sindicato dos Corretores do Estado do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão. Ele cobrou solução para os chamados riscos declináveis, exortando o mercado a buscar soluções para que diversos setores econômicos, como fabricantes de colchões e de móveis, voltem a ter seguro de Incêndio, restrição ocorrida após a abertura do mercado de resseguro, dada a elevada sinistralidade. E queixou-se de um suposto aumento de negativas de pagamento de indenizações, tendo como base o questionário de perfil do motorista.