Se a moda pega, governos serão mais comprometidos com ações para reduzir enchentes

Geralmente as pessoas e governos mudam quando alguém mexe no bolso deles. Por exemplo, só se conseguiu reduzir o número de acidentes nas estradas no período de Carnaval com severas penalidades e aumento da fiscalização. Muitas pessoas buscam ressarcimento dos governos para danos causados por mazelas da administração pública, como um carro que é sugado pelo buraco aberto em vias públicas.

Mas a grande maioria desiste de pedir indenização ao governo dada a demora no julgamento do processo. Mas parece que tudo está mudando. Os governos tem perdido causas importantes e a sociedade está mais organizada para ajudar a difundir a cultura de responsabilidade civil, sendo cada um responsável pelos prejuízos que causam a terceiros. A notícia fresca a esse respeito vem da Porto Seguro, que ganhou a setença abaixo. Com a recuperação do valor, o preço do seguro pode melhorar e muito, pois trará mais equilíbrio para a carteira de automóvel. Adorei ler esta setença, na qual a Porto Seguros consegue ressarcimento do governo pelos danos causados a uma cliente durante uma enchente. Vale a pena ler.

15ª vara de Fazenda Pública do RJ
Município deve reembolsar seguradora por indenização paga em razão de alagamento

Fonte: Migalhas on line – Processo: 0222362-87.2012.8.19.0001

O juiz de Direito João Felipe Nunes Ferreira Mourão, da 15ª vara de Fazenda Pública do RJ, condenou o município a reembolsar uma seguradora pelo valor pago em indenização em razão de alagamento provocado por chuva. A seguradora propôs ação de regresso pleiteando a condenação do município ao pagamento de R$ 10.830,46 a título de ressarcimento da indenização securitária.

Em sua defesa, o município alegou excludente de responsabilidade (força maior/caso fortuito) ao argumento de que a chuva ocorrida no dia do sinistro figurou entre as dez maiores precipitações dos últimos dez anos, tendo chovido em uma hora quase a totalidade da precipitação daquele mês.

O magistrado considerou que as enchentes como a ocorrida “há muito são previsíveis, constituindo fato notório, de amplo conhecimento da população munícepe e das autoridades constituídas há várias décadas”. Para ele, a teoria do risco administrativo importa atribuir ao Estado a responsabilidade pelo risco criado pela sua atividade administrativa. “O Estado responde porque causou o dano ao seu administrado, simplesmente porque há relação de causalidade entre a atividade administrativa e o dano sofrido pelo particular”, ressaltou.

A seguradora foi representada no caso pelo advogado João Darc Costa de Souza Moraes, do escritório Darc Costa Advocacia.

Íntegra da sentença:

http://www.migalhas.com.br/arquivo_artigo/art20130220-03.pdf

Fundacíon Mapfre e Cufa investem em comunidades brasileiras

Comunicado

Nas favelas das cidades brasileiras, também conhecidas como comunidades, a pobreza e a exclusão social se alimentam de um círculo vicioso: falta de formação, desemprego, ausência de oportunidades, perspectivas de futuro e vulnerabilidade.Empenhadas em reverter esse cenário, a Fundacíon Mapfre e a Cufa (Central Única das Favelas) desenvolvem em parceria desde 2011, projetos que buscam melhorar a qualidade de vida nessas comunidades e contribuir para a disseminação do conceito de cidadania.

O apoio da Mapfre é viabilizado a partir do programa Formando Comunidades, criado com o objetivo de promover assistência continuada a crianças e adolescentes que vivem em comunidades carentes. Para isso, a instituição destina recursos a diversos projetos de educação integral, com iniciativas focadas em educação, saúde e nutrição. “Ao apoiar a realização de projetos sociais dessa natureza, estamos investindo e contribuindo para a construção de um futuro melhor para essas comunidades. Temos consciência da nossa responsabilidade com esse público e da importância do nosso auxílio, que cada vez mais tem contribuído para a redução dos riscos sociais aos quais esse público está exposto”, destaca Fátima Lima (foto), diretora da Fundacíon Mapfre no Brasil.

O foco de atuação principal dos projetos desenvolvidos em parceria pela Fundacíon e pela Cufa está orientado para a formação de jovens, com o objetivo de romper o círculo vicioso já instalado, gerar novas perspectivas de vida e inclusão social.

Em Salvador, esse posicionamento é materializado com a formação de guias turísticos, um setor em plena expansão no Brasil, nas comunidades periféricas à cidade. Em Manaus, considerando as demandas das empresas do pólo industrial da cidade, foi criado um balcão de empregos para orientar, acompanhar e encaminhar os participantes ao mercado de trabalho. Além disso, em 2013 serão realizados cursos paralelos sobre empreendedorismo, cidadania, comunicação, resolução de conflitos, trabalho em equipe, etc.

Em 2013, os projetos seguirão a estratégia de êxito já utilizada, baseando-se no aproveitamento das potencialidades dos jovens, em apoiar a liderança da própria comunidade e em adaptar parte da formação profissionalizante às necessidades do mercado de trabalho, uma vez que a geração de renda é uma prioridade dos projetos.

Desde o início da parceria em 2011, as instituições já atenderam mais de 1.600 jovens e adultos em comunidades de Manaus e Salvador, com resultados que superaram as expectativas: 115 participantes conseguiram um emprego formal; 7 foram aprovados em vestibular para universidades; mais de 1.500 jovens receberam orientação laboral e mais de 150 cursos de formação profissional titulada foram realizados no período.

“Atuamos em linha com o Objetivo do Milênio número 1 ‘Reduzir a pobreza extrema e a fome’ e trabalhamos onde a desigualdade está concentrada: nas favelas. O eixo central é gerar autonomia nestas comunidades, a partir do empoderamento dos líderes locais, aproximando-os a uma rede de contatos que viabilize os seus projetos e co-criando soluções para que estas agreguem o máximo valor a todos os grupos de interesse”, ressalta Leonardo Martins Dias, assessor estratégicoem Sustentabilidade da CUFA.

A ideia é dinamizar a mobilidade social e formar sociedades mais igualitárias, baseadas na igualdade de oportunidades, em um ambiente de ampliação de perspectivas, consciência e cidadania. Porque a igualdade beneficia absolutamente a todos.

Desafio: Como criar nos brasileiros a cultura de projetar seu futuro financeiro?

Belo artigo de Marcelo Blay publicado em algumas mídias, entre elas o portal Investimentos e Notícias (http://www.investimentosenoticias.com.br)

Vale a leitura, mas além de pensar em educação em escolas, é preciso aprimorar produtos, preço e atendimento ao cliente, o que, consequentemente, vai melhorar a percepção da sociedade em relação ao conforto de ter seguradoras como parceiras na transferência de riscos.

Quando buscamos uma resposta para entender por que o brasileiro ainda estranha o mundo dos seguros, surgem algumas ideias. Esse comportamento teria algo a ver com a educação fundamental nas escolas? Existe algo que possa ser feito? Será que estamos deixando de fazer alguma coisa ou de melhorar algum ensinamento para que nossas crianças aprendam desde cedo a importância da precaução e visualizem melhor as vantagens de se programarem financeiramente para sua vida adulta? As pessoas poderiam perceber desde cedo a importância de proteger aquilo que conquistaram.

Muito se discute sobre as condições da educação brasileira, especialmente a de base. Nessas horas, é fácil fazer críticas vazias, sem reconhecer que, em vários aspectos, a direção da mudança tem sido positiva. Além disso, apontar as falhas sem oferecer uma solução jamais fará o Brasil atingir o que acreditamos ser nosso potencial como nação em um horizonte de curto prazo – e, com isso, quero dizer uma geração, algo próximo a 20 anos. Se demorarmos mais tempo, poderá ser tarde demais para o País, uma vez que o chamado bônus demográfico de nossa população se encaminha para o fim, em outras palavras, o Brasil corre o sério risco de se tornar “idoso” antes de se tornar rico.

Mas é fato que algo deve ser feito para que nossas crianças, desde pequenas, tenham sua curiosidade despertada para o futuro e os riscos a que estamos sujeitos, pois todos acabamos vivenciando no decorrer da vida situações diversas das desejadas. Neste ponto, cabe refletir com base em outros casos: uma cultura juvenil como a norte-americana, na qual o conceito de seguros e sua importância são mais bem compreendidos, poderia ser estimulada no Brasil?

Certamente, análises estatísticas mais aprofundadas não fazem parte do currículo do ensino fundamental, mesmo nas nações mais desenvolvidas. Mas algo de diferente é percebido em outros países quando vemos o gosto das crianças por esportes, seus times e jogadores. Nos EUA, por exemplo, um jogo de beisebol mostra, a cada lance, antes de uma rebatida importante, estatísticas relevantes com informações que impressionam. Esses dados não são complexos. Pelo contrário, ajudam a criança a construir suas próprias estimativas intuitivamente e, sem perceber, entender quais as chances de seu jogador favorito rebater corretamente a bola e qual o risco de o adversário ganhar pontos importantes para o time. No basquete, a mesma coisa: em vários momentos do jogo, números são fornecidos e estimulam a criança a familiarizar-se com contas básicas, frações e o tal do percentual.

Fica claro que, mesmo que esses pequenos não se tornem engenheiros ou mestres em alguma ciência exata, estarão aptos a fazer um planejamento financeiro e a trabalhar com o conceito de juros. Além disso, saberão o que esperar de um “lance” ou de uma “jogada” importante em sua vida pessoal – como a compra de um automóvel ou de sua residência. É aí que o hábito de pensar sobre o futuro começa a ser elaborado. A criança conseguirá estimar riscos, o que nada mais é que perceber a possibilidade de algo não sair como foi planejado, seja um gol de seu time, seja a cesta de três pontos do adversário, seja, mais tarde, seu carro ser roubado e ela perder o investimento de anos de trabalho.

Resta a pergunta: o que podemos fazer no Brasil, com nossos recursos escassos e com uma educação que ainda tem um caminho longo a percorrer? Por que não introduzir no currículo de alunos das primeiras séries estratégias educacionais divertidas, utilizando esportes como o futebol e o vôlei? Poderíamos abordar temas como o percentual de passes de um jogador durante uma partida, a quantidade de defesas de pênalti de um goleiro em toda a sua carreira ou o percentual de contra-ataques iniciados na defesa por um time que chegam a gol. Essas e muitas outras são situações que indicam para as crianças estimativas rápidas sobre a probabilidade de algo sair como o desejado ou como o indesejado.

Alguém poderia argumentar que o futebol atingiria apenas meninos, mas mudanças do tipo que propomos raramente escolhem gênero, raça e opção sexual. Poderiam exercer alguma influência no nível social e educacional, mas, justamente por isso, sugerimos aqui o esporte como foco de aprendizado. Também poderiam ser as redes sociais, que, como os jogos, são manifestações que abrangem, praticamente, do mais rico ao mais pobre. Se considerarmos o Brasil de hoje, no qual a inclusão digital é crescente, ficará ainda mais fácil.

Adolescentes e jovens, por exemplo, poderiam aprender noções de seguro por meio dos relacionamentos estabelecidos nas mídias sociais: quantos de seus posts receberam um “curtir”, qual o percentual de amigos que comentaram ou marcaram suas fotos. A ideia é que as mudanças venham não somente de uma aula específica, na qual um professor utilize o vídeo de um jogo e forneça estatísticas relevantes, mas também da educação e dos hábitos cultivados dentro de casa.

Quando chegarem à idade adulta, essas crianças e jovens terão um bom embasamento para ponderar, por exemplo, se vale a pena investir 5% do valor total de um automóvel para fazer um seguro, se ele custou o equivalente a 20 salários para ser adquirido. A clareza no raciocínio para avaliar chances de um resultado acontecer poderá fazer com que a cultura do brasileiro se direcione mais rapidamente para uma cultura que valorize o planejamento pessoal e financeiro, atribuindo o valor correto a uma apólice de seguro que, muitas vezes, consideramos “cara” por simplesmente não termos parado para planejar o futuro ou estimar riscos.

Tenho certeza de que professores criativos terão outras ideias divertidas para ensinar uma disciplina que, quebrados os preconceitos, pode ser muito interessante. Talvez possamos contar com a ajuda das redes de TV que transmitem esportes para ampliar a quantidade e a qualidade das informações divulgadas durante as partidas. Esse pode ser um bom começo. Pelo menos, o assunto passaria a fazer parte das conversas nas escolas na segunda-feira.

Marcelo Blay é fundador e sócio-diretor da Minuto Seguros, está no mercado há mais de 20 anos e trouxe seu know how para montar a empresa. Blay é formado em Engenharia pela Escola de Engenharia Mauá com MBA em Finanças pela FGV e Columbia University (NY).

Brasileiro acredita que aposentadoria vai durar 23 anos, mas que dinheiro acaba 11 anos antes do previsto

Saiu a super interessante pesquisa realizada pelo HSBC sobre aposentadoria. A oitava edição da pesquisa “O Futuro da
Aposentadoria” tem muitos destaques interessantes para indivíduos, corporações, governo e insituições financeiras pararem para analisar e buscar o melhor dentro de cada negócio. Os indivíduos podem se conscientizar com as estatísticas e as insituições formularem produtos dentro das necessidades detectatas. Realmente essa pesquisa é prá lá de interessante para todos, e, por isso, para o jornalista.

Um dos destaques é que os brasileiros acreditam que seu período de aposentadoria será de 23 anos, mas poupam para somente 12 deles, ou seja, os outros 11 anos não sabem como irão se sustentar. E que os brasileiros poupam mais para as férias (49%) do que para a aposentadoria (41%).

Veja os dados divulgados em um release pelo HSBC

• Pesquisa global do HSBC ouviu 15 mil pessoas no mundo, sendo mais de mil no Brasil
• Somente 38% dos brasileiros poupam regularmente
• 49% dos brasileiros preferem poupar para férias do que para aposentadoria
• Planejamento financeiro formal ou informal levou 42% dos entrevistados a poupar mais

Ao contrário do que se imagina, o brasileiro começa a economizar para a aposentadoria quatro anos antes da média mundial. No entanto, essa constatação esconde o fato de que quase dois terços (64%) dos entrevistados nunca poupou para a aposentadoria. Essas são algumas das conclusões de um estudo global sobre o futuro da aposentadoria, realizado pelo HSBC com 15 mil pessoas em 15 países, sendo mais de mil entrevistados no Brasil.

O estudo “O Futuro da Aposentadoria – Uma Nova Realidade”, divulgado hoje, reúne informações inéditas sobre o hábito de poupar e a falta de planejamento dos brasileiros para a aposentadoria:

• Os brasileiros acreditam que a aposentadoria durará 23 anos, mas que suas economias acabam em apenas 12 anos, ou seja, 11 anos antes do previsto.

• Se o brasileiro tivesse que escolher poupar para as férias ou guardar o dinheiro para a aposentadoria, a maioria dos entrevistados escolheria economizar para as férias (49%).

• Dos brasileiros entrevistados, aproximadamente 59% julgam inadequada sua preparação para a aposentadoria: a maior parte (41%) admite não fazer o suficiente e uma parcela razoável (19%), na verdade, nem está se preparando.

• No Brasil apenas 38% são poupadores regulares, e dentre os que nunca pouparam para a aposentadoria, 42% dizem que não o fazem por causa do alto custo de vida. 24% revelaram nunca terem pensado no tema.

SAÍDA ESTÁ NO PLANEJAMENTO FINANCEIRO

A pesquisa mostrou também que o planejamento financeiro e a consultoria profissional têm efeito positivo sobre os níveis de poupança para a aposentadoria. 42% revelaram que pouparam mais a partir do momento em que começaram a se planejar formal ou informalmente. Entre aqueles que tiveram assessoria profissional, esse número chegou a 58%.
“Esses números revelam que a organização e a disciplina associadas ao planejamento já são um grande fator de impulso para uma aposentadoria com maior disponibilidade. Quando o planejamento é assistido os resultados são ainda melhores”, afirma Gilberto Poso, superintendente-executivo de Gestão de Patrimônio do HSBC.

O brasileiro, no entanto, não está sozinho nesta falta de planejamento para a aposentadoria. Segundo o estudo do HSBC, quase metade dos entrevistados em 15 países está despreparada para enfrentar esse período da vida. Alguns dos países com maior renda no mundo são os menos preocupados com a aposentadoria, como o Reino Unido, a França, o Canadá e a Austrália.

Como no resto do mundo, quando se aposentarem, 51% dos brasileiros querem passar mais tempo com a família e os amigos e 50% deles pretende viajar. Quando perguntados sobre seus receios na aposentadoria, as principais preocupações dos entrevistados foram ter condição para pagar assistência médica e as dificuldades financeiras. Parte dos respondentes também está preocupada em ter problemas de saúde. A pesquisa mostrou ainda que os brasileiros acreditam que poderão viver confortavelmente durante a aposentadoria com o equivalente a 70% da sua renda atual.

No Brasil, 37% consideram a previdência pública como uma importante fonte de renda na aposentadoria. Mesmo levando em conta outros recursos, os entrevistados consideram o apoio do Estado em elevada proporção (31) na composição de sua renda.

O principal motivo que leva 45% dos brasileiros a poupar para a aposentadoria é o receio de dificuldades financeiras. Embora não tão expressivo (22%), mas também importante, destaca-se a percepção de uma baixa qualidade de vida sobre familiares já aposentados.

Mongeral comemora liderança em ranking de rentabilidade de fundos RF

A Mongeral Aegon, que há pouco tempo ingressou na administração de ativos e também no segmento de previdência privada, comemora o resultado do esforço da equipe. Segundo nota divulgada, os fundos de renda fixa geridos pela Mongeral Aegon ocuparam as primeiras colocações do ranking de renda fixa da indústria de previdência privada do país, no mês de janeiro. Os dados foram organizados pela Economática, que tem como base estatística os dados captados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

O Top Previdência ficou em primeiro lugar, com desempenho equivalente a 125% do CDI; em seguida veio o Private Previdência, com 122% do benchmark, seguido pelo Previdência RF, com 110%. O desempenho mediano dos fundos que compõem o ranking foi de 78% do CDI.

A indústria de seguros e a tragédia de Santa Maria – Jornal do Commercio

Interessante artigo de Lauro Faria, professor da Escola Nacional de Seguros, publicado no Jornal do Commercio. Vale a leitura

O trágico incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, que vitimou mais de 200 pessoas, traz à tona o papel que o mercado de seguros pode exercer na proteção de bens e vidas. O público em geral entende que o seguro garante os valores dos bens materiais em casos de acidentes, mas poucos sabem que desempenha papel decisivo na prevenção dos mesmos, evitando, na maioria das vezes, que venham a ocorrer.

Na contratação do seguro multirrisco empresarial, as seguradoras realizariam previamente inspeções e examinariam os fatores que agravam situações de risco, como explosão, incêndio, roubo e vendaval. A verificação dessas situações ajuda a companhia a determinar o preço final do seguro e serve como sinal de alerta para o estabelecimento que quer contratar a garantia.

Se as condições agravarem o risco de acidentes, a aceitação do seguro somente ocorre depois que são acatadas as exigências de segurança feitas pelas seguradoras, o que diminui a probabilidade de acontecer uma catástrofe. No limite, se o estabelecimento não aceita diminuir o risco, o seguro pode ser recusado.

Na boate, um fator que certamente teria sido identificado numa inspeção de risco seria a utilização de material inflamável na cobertura do palco, bem como a existência de uma única entrada e, ao que parece, a inexistência de uma saída de emergência. O mercado de seguros disponibiliza produtos para estabelecimentos comerciais, como os seguros compreensivos empresariais, em que o segurado escolhe os capitais segurados para as diversas coberturas que necessita. No caso da boate, a cobertura básica abrangeria incêndio, que foi o causador do sinistro, explosões e queda de raio no edifício ou na área onde está localizada.

Devido à permanência de centenas de pessoas no local do incêndio, também seria importantíssima a contratação da cobertura adicional de responsabilidade civil, que cobre perdas resultantes de danos corporais e materiais causados a terceiros, desde que sejam involuntários e acidentais, pelas quais a empresa segurada possa vir a ser responsabilizada civilmente.

Contudo, mesmo havendo a contratação de seguro, para que as coberturas contratadas tenham validade e o sinistro seja indenizado, a legislação deve ser sempre respeitada, assim como as disposições constantes da apólice de seguro.

Segundo relatos, a boate Kiss funcionava sem estar em dia com o alvará de Plano de Prevenção de Combate à Incêndio, portanto não poderia funcionar. Tal fato já seria suficiente para negar a indenização, caso o local estivesse segurado. Também há a perda de direito à indenização sempre que o segurado agrava intencionalmente o risco. É de se perguntar se os donos da Kiss não o fizeram ao contratar uma banda que soltava fogos de artifício em um ambiente fechado e, além disso, instruíram os seguranças a trancar a única porta de saída.

Este lamentável acontecimento enlutou o Brasil e poderia ter sido evitado se todos os responsáveis agissem com bom senso. Esta tragédia representa uma péssima propaganda para um País se prepara para sediar eventos internacionais de massas, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Sincor-SP comemora o do Dia Internacional da Mulher

Que elegante!

Release do Sincor-SP

Reconhecer o talento e a competência da mulher em todos os campos de atividades e, de modo especial, em sua atuação como corretora de seguros é uma tradição do Sincor-SP. “Aliando profissionalismo e delicadeza, garra e sensibilidade, inteligência e intuição, as mulheres há muito comprovaram que não há desafios que elas não possam superar”, afirma o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio de Almeida Santos.

Para essa justa homenagem, o Sincor-SP planejou uma programação especial. Serão apresentadas as palestras “Com que roupa eu vou? – Dicas de moda”, com Arlindo Grund, apresentador do programa Esquadrão da Moda do SBT, e “Acorda, Bela Adormecida”, com a conferencista, publicitária, coach executiva e diretora de teatro Bruna Gasgon.

O mestre de cerimônia será o apresentador Cesar Filho, que conduzirá, junto com a diretoria do Sindicato, um evento descontraído com inúmeras atrações.

Para encerrar a comemoração em grande estilo, uma surpresa: a presença de um dos artistas mais badalados da TV, cuja identidade será revelada no momento, para participar de uma sessão de fotos com as homenageadas.

A tradicional homenagem do Sincor-SP às mulheres corretoras de seguros acontecerá no próximo dia 7 de março, véspera do Dia Internacional da Mulher, no Buffet Baiuca Oscar Freire, em São Paulo, a partir das 14h.

Previdência aberta arrecada R$ 70,4 bilhões em 2012 e registra maior crescimento desde 2004

Comunicado oficial da Fenaprevi

O mercado de previdência complementar aberta fechou 2012 com arrecadação de R$ 70,4 bilhões. O montante de novos recursos é 31,54% superior ao registrado no acumulado de 2011, quando R$ 53,5 bilhões ingressaram no sistema. É o maior índice de expansão verificado desde 2004, quando o volume de depósitos cresceu 28,49% frente a 2003.

Com o desempenho da previdência complementar aberta em 2012, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 338,5 bilhões no mês de dezembro, alta de 25,81% na comparação com os R$ 269,1 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado. Com isso, a carteira de investimentos do VGBL obteve alta de 31,45%, passando de R$ 159,3 bilhões para R$ 209,4 bilhões. Já a carteira do PGBL cresceu 14,56%, no período e registrou R$ 75,1 bilhões. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 43,6 bilhões para R$ 53,4 bilhões, alta de 22,38%.

No consolidado de 2012, a previdência complementar aberta fechou o ano com 11,8 milhões de participantes ativos e cerca de 95 mil já usufruindo os benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores), segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país. “Tivemos um ano espetacular, com forte expansão do sistema, o que demostra o reconhecimento da previdência como instrumento de poupança de longo prazo para os brasileiros”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi.

Na análise por produto, os individuais foram o destaque no acumulado, com arrecadação de R$ 61,5 bilhões, volume 37,61% superior ao ano anterior. Os planos para menores registraram aportes de R$ 1,9 bilhão (crescimento de 7,33%), e os planos empresariais, por sua vez, somaram R$ 6,9 bilhões em novos depósitos.

O crescimento não se deu apenas no acumulado do ano. No mês de dezembro também foi registrada forte expansão de novos depósitos. Os aportes totalizaram R$ 8,6 bilhões, 21,60% a mais que o mesmo período do ano anterior. Com os novos depósitos, a carteira de investimentos do sistema fechou dezembro com 338,5 bilhões, volume 25,81% maior que o registrado em 2011.

Segundo a FenaPrevi, na avaliação por tipo de plano, a carteira do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, foi a que obteve melhor desempenho. A modalidade registrou R$ 59,5 bilhões em novos depósitos (crescimento de 37,33%, frente a 2011). Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, registrou depósitos de R$ 7,4 bilhões (alta de 7,59%). Por fim, a arrecadação dos planos tradicionais apresentou um incremento de 5,48%, passando de R$ 3,2 bilhões para os atuais 3,4 bilhões.

Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 338,5 bilhões)

A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 33,41% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,07%); BrasilPrev Seg. e Previdência (19,96%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,25%); Caixa Vida e Previdência (5,73%); HSBC Vida e Previdência (3,30%); Icatu Seguros (1,96%); Sul América Seg. e Previdência (1,28%); Safra Vida e Prev. (0,85%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,77%). As demais entidades somam, no total, 2,42% da Carteira de investimentos.

Provisões

As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta – apresentaram saldo de R$ 325,8 bilhões e alta de 24,10%, em dezembro de 2012. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 262,5 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 31,03%), passando de R$ 159,8 bilhões para R$ 209,4 bilhões.

As provisões dos planos PGBL cresceram 15,40%, no período, passando de R$ 65,1 bilhões para R$ 75,1 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37 bilhões para R$ 40,7 bilhões, no período, alta de 9,83%.

Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 64,27% do total, seguidos pelos PGBL, com 23,06% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,50% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,16%.

Chuva forte e enchente? Saiba o que fazer com o veículo para não ter prejuízo

Release da BB Mapfre

Moradores dos grandes centros urbanos são vítimas recorrentes dos temporais e enchentes que chegam com o verão. Além de ameaçarem a segurança dos ocupantes do automóvel, as enchentes podem estragar o veículo e trazer inúmeros prejuízos para o motorista. Apesar disso, alguns procedimentos e atitudes são capazes de minimizar o problema e auxiliam o segurado no momento de solicitar a ajuda do seguro.

“A principal orientação é garantir a segurança dos ocupantes do veículo, evitando locais que costumam encher de água durante as fortes chuvas. Caso não seja possível, a postura da seguradora é sempre apoiar o cliente, orientando-o durante a ocorrência, por meio do call center, e, após, com os serviços especializados das oficinas credenciadas”, afirma Jabis Alexandre, diretor de Automóvel do Grupo BB e MAPFRE.

O que você precisa saber sobre enchentes e seguro:

Se você perceber que o volume de água está aumentando, mantenha a calma e procure locais mais altos, como calçadas e ladeiras

Atenção: se o nível da água ultrapassar a metade da altura da roda, o carro já corre o risco de sofrer panes mecânicas

Se não for possível desviar enquanto o volume da água subir, mantenha a calma, evite utilizar o freio e dirija em velocidade baixa e constante. Essa atitude pode evitar a formação de ondas e entrada de água pelo escapamento

Diante de uma situação crítica, acione o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da seguradora e explique o cenário para que a empresa forneça as orientações necessárias para o momento.

O trânsito parou? Mantenha distância de aproximadamente cinco metros dos carros da frente e dos lados, evitando assim que as ondas provocadas pelos outros veículos atinjam o seu

O ar-condicionado pode aumentar as chances de calço hidráulico. Se possível, desligue o acessório.

Se o carro morreu no meio da enchente não tente dar a partida. A ação comprometerá ainda mais o motor, resultando até em sua perda

Se não teve escapatória e o veículo passou pela inundação, a dica é procurar a seguradora. A avaliação do perito é gratuita e não reduz o bônus do contrato. Além disso, o check-up do automóvel pode evitar prejuízos posteriores

Desde 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza as operações de seguro, determinou que todos os planos se responsabilizem também por submersão total ou parcial do veículo em água doce, inclusive se ele estiver guardado no subsolo

MetLife firma parceria com Curriculum para ofertar seguro de vida a usuários do portal

Release distribuído pela MetLife

A partir deste mês, os mais de sete milhões de usuários da Curriculum, o maior site de empregos da América Latina, vão contar com produtos da MetLife, líder mundial em seguro de vida. Serão oferecidos serviços diferenciados que incluem coberturas como Diária de Internação Hospitalar, Diagnóstico de Câncer Feminino, Proteção contra Acidentes Pessoais e outros como assistências para Animais Domésticos e Help Desk Pessoal.

A Metlife foi escolhida pela Curriculum por oferecer o maior valor agregado no segmento em que atua entre dez seguradoras consultadas, em uma negociação que durou seis meses, acompanhada pela Sponsor Consulting, empresa de consultoria de gestão que assessorou a Curriculum no processo de encontrar o parceiro de negócios. E não para por aí: a Sponsor irá participar ativamente de toda implantação do processo e acompanhamento das vendas dos produtos na base da Curriculum ao longo da vigência do contrato.

Com uma marca já consolidada no mercado corporativo, em que soma cinco milhões de vidas seguradas, a Metlife busca agora expandir sua atuação para outros mercados. “Desde a chegada ao Brasil, temos buscado nos estabelecer por meio de parcerias estratégicas com o objetivo de oferecer as melhores opções de produtos e serviços para nossos clientes”, diz Veronica Basco, Diretora de Marketing Direto da MetLife no Brasil.

Para Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum, a novidade é mais um diferencial para quem utiliza o site de empregos. “Mais do que vagas, nossa especialidade, queremos contribuir para que os usuários tenham acesso a outras vantagens quando se fala em seu bem-estar. Neste caso, temos duas empresas respeitadas no mercado que se uniram com o objetivo de ir além do que oferecem os demais portais do segmento”, celebra o executivo.