Valor Econômico: jornal traz na edição de hoje especial de Seguros e Resseguros

O Valor de hoje traz um suplemento de seguros e de resseguros. Com dez matérias, o especial conta ao leitor que o Brasil, apesar do fraco crescimento do PIB em 2012, continua sendo o principal mercado de seguros para os investidores de seguros e de resseguros. Conta um pouco da estratégias dos grandes grupos, como a regulamentação vem ajudando a trazer mais transparência ao setor, o avanços de produtos como para PME e a grande expectativa com a comercialização do microsseguros prevista para o segundo semestre.

Bola da vez

O Brasil é hoje um mercado no qual seguradoras do mundo todo querem estar. Embora a afirmação soe otimista demais para um país que registrou em 2012 um crescimento mais fraco do que as demais economias dos Brics, o interesse pelo setor impressiona. De acordo com a pesquisa “16th Annual Global CEO Survey”, realizada pela PriceWaterhouseCoopers, a América Latina permanece sendo a bola da vez. De 92 seguradores entrevistados, em 39 países, 88% afirmaram que o foco da expansão está nos emergentes, com a América Latina no topo da lista.

Maior economia da região, o Brasil recebe boa parte dos investimentos. Em resseguros, já são mais de cem empresas disputando mercado, número relevante considerando-se que até 2007 apenas o IRB Brasil Re era autorizado a operar. No seguro garantia, por exemplo, há cinco anos, três companhias reinavam absolutas. Hoje há perto de 20 concorrentes num nicho no qual até mesmo o governo entrou para ofertar garantias e, com isso, agilizar financiamento para projetos de infraestrutura visando a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.

O potencial é grande em outros ramos. Apenas 30% da frota nacional de veículos têm seguro, menos de 10% das residências e menos de 5% das pequenas e médias empresas. O seguro rural responde por menos de 10% da área plantada de grãos. “Tenho um sentimento de que em breve teremos uma participação mais significativa do governo no subsídio rural como acontece no México, o que trará um grande desenvolvimento para o agronegócio e para o seguro no Brasil”, afirma o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

Segundo executivos do setor, as empresas estrangeiras também valorizam indicadores como o fato de o país ter, para cada cem brasileiros em idade ativa, apenas dez aposentados com mais de 65 anos; metade da população pertencer à classe C; o desemprego abaixo de 6%; a renda per capita superior às da Índia e da China, e a participação do setor de seguros no PIB ser metade dos 8% da média mundial.

Para conhecer melhor esse mercado, o Lloyd’s of London, o mais antigo e importante mercado de seguros do mundo, contratou o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Meirelles é o segundo estrangeiro a compor o conselho do Lloyd’s.

São dados que despertam o interesse pelo mercado de seguros e colaboram para as projeções de sucesso do IPO da BB Seguridade, que promete ser um dos maiores dos últimos anos, estimado em R$ 12,5 bilhões. Segundo relatórios divulgados por analistas de bancos, a compra de seguros deve crescer muito nos próximos anos com a ascensão das classes C e D. Seguradoras ligadas a bancos, como a BB Seguridade, podem captar clientes sem muito esforço.

Ao contrário do que se poderia imaginar, o IPO da BB Seguros deixou os concorrentes eufóricos. “Por conta do interesse despertado pelo road show realizado pelos bancos emissores do BB, fomos procurados para fazer cerca de 15 apresentações neste início de ano”, comenta Samy Hazan, relações com investidores da Porto Seguro, a primeira seguradora a fazer parte do Novo Mercado da bolsa brasileira, em novembro de 2004.

“O BB já vem atuando fortemente no mercado há dois anos e por isso a concorrência já foi sentida. A entrada de mais uma seguradora na bolsa só enaltece o setor de seguros, despertando os analistas para o potencial desse mercado que avançou muito na última década e ainda tem muito para conquistar”, afirma Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros. Em 2012, o grupo lucrou R$ 3,5 bilhões, o que representou 30% do lucro de R$ 11 bilhões do banco. O foco, segundo Rossi, é continuar crescendo de forma orgânica.

Antonio Trindade, diretor do Itaú Unibanco responsável pelos negócios de seguridade do banco, concorda com Rossi. “A concorrência está acirrada há tempos e a meta agora é aumentar a participação na base de clientes do conglomerado, sejam correntistas, portadores de cartões, e nos clientes de nossos parceiros de negócios. Preparamos produtos para todos, do microcrédito ao investidor de grandes projetos, por atuarmos como seguradora multilinha e multicanal”, revela.

Enquanto as seguradoras ligadas a bancos se preocupam em conquistar os clientes da casa, as independentes investem em tecnologia e inovação para conquistar corretores e clientes oferecendo agilidade no atendimento, produtos e serviços diferenciados a preços acessíveis. “O IPO do BB é excelente, ao trazer mais liquidez para o setor na bolsa e chamar a atenção dos analistas”, afirma Gabriel Portella, que acaba de assumir o comando da SulAmérica Seguros e Previdência, com papéis negociados em bolsa desde outubro de 2007.

As estrangeiras também precisam investir para ser mais conhecidas. A Allianz, maior seguradora da Europa, negocia com a WTorre o “naming rights” da Arena Palestra Itália, estádio do Palmeiras, pelos próximos 20 anos. A ação, se concluída, reforça a estratégia de crescimento e se revela o principal investimento em marca pela Allianz realizado até o momento. Além de reforçar a imagem do grupo, Edward Lange, CEO da Allianz, afirma que “a chave para manter a lucratividade é focar em serviços e valor agregado, com mais apoio aos corretores”.

Pablo Barahona, presidente da Liberty no Brasil, conta que o investimento no patrocínio visa gerar reconhecimento para a marca como a Seguradora Oficial da Copa do Mundo da Fifa 2014. Além disso, o objetivo é despertar em seus colaboradores, corretores e segurados o orgulho de fazer parte do importante evento esportivo do mundo. “Não tenho dúvidas de que esta será a maior de todas as Copas do Mundo e que a seguradora será reconhecida por participar dela.”

Para Hyung Mo Sung, o IPO do BB aumenta a concorrência e quem sai ganhando é o consumidor brasileiro. “Veja a quantidade de produtos e serviços inovadores que temos lançado”, comenta o CEO da Zurich Seguros Gerais, responsável por acompanhar de perto o andamento de quatro obras importantes por ser a seguradora de riscos de engenharia da reforma do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro), da Arena Fonte Nova (Salvador), do Estádio Mané Garrincha (Brasília) e do Itaquerão, em São Paulo. “O diferencial da Zurich no mundo inteiro é ter uma qualificada equipe de engenheiros que ajudam os corretores e clientes a gerenciar riscos”, diz.

Já a britânica RSA optou por atuar em nichos, como transportes, frotas, afinidades, risco de engenharia e energia renovável, tema em que é referencia mundial para os fabricantes de equipamentos. “Excelência em gerenciamento de riscos, ferramentas de tecnologia da informação e suporte técnico aos corretores são os elementos que têm nos feito crescer com sustentabilidade no Brasil”, afirma Thomas Batt, CEO da RSA Seguros no Brasil.

Outro nicho que desponta com bom potencial é o de microsseguros. O impacto dessas apólices de baixo valor no mercado ainda é incerto, mas calcula-se que o potencial de penetração é de até cem milhões de pessoas dentro de dez anos – 40 milhões até 2016. O cálculo é da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com essa inclusão, o setor de seguros teria a capacidade de dobrar sua participação no PIB para algo mais próximo da média global.

A expectativa da indústria, com a popularização desses produtos de baixo valor é formar um público consumidor que até hoje não tinha condições financeiras de adquirir seguros – e que, futuramente, pelas projeções, crie o hábito de contratar proteção para a casa, o automóvel, ou um plano de previdência para os filhos. “O microsseguro atenderá às necessidades de proteção prementes das classes mais baixas, especialmente por meio dos produtos do ramo de vida, com inclusão de cobertura de assistência funeral, além de produtos residenciais, de acidentes pessoais e de perda de renda. É uma oportunidade para levar proteção a cem milhões de brasileiros”, diz Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora-executiva da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Para Eugênio Velasques, da Bradesco Seguros, os microsseguros representam, depois da bancarização, do acesso ao crédito, da aquisição de automóveis e de itens da linha branca, a derrubada da última fronteira de inclusão para um grande contingente de pessoas. “Nossos testes de venda porta a porta, pelo celular do corretor, foram interessantes. A inadimplência é baixa nessas classes sociais, cerca de 32% inferior na comparação com o mercado tradicional. Tudo o que essa população conquista ela não quer perder”, afirma.

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Sincor SP divulga ranking de seguros de 2012

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Estudo que acaba de ser concluído pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) revela que o faturamento das seguradoras em 2012 alcançou o montante de R$ 93,4 bilhões (excluindo o VGBL, mas considerando seguro saúde). Esse resultado representa uma variação positiva de 14,2% em relação a 2011. Desconsiderando o seguro obrigatório (DPVAT), o crescimento foi de 14,9% (faturamento total de R$ 86,3 bilhões). Em ambos os casos, os números superam as taxas de inflação do período.

Para Mário Sérgio de Almeida Santos, presidente do Sincor-SP esse resultado é um claro indicativo da força do setor que, a despeito da menor taxa de crescimento do país, foi capaz de manter um desempenho favorável. “Essa performance reforça a certeza de que o setor segue em franca expansão”, afirma.

O consultor econômico Francisco Galiza, Sincor-SP, responsável pelo levantamento, tem a mesma percepção. “Historicamente, o setor de seguros vem mantendo taxas de crescimento anuais em torno dos 15%. A despeito do PIB brasileiro ter fechado em 0,9%, o menor índice desde 2009, o mercado de seguros não foi fortemente afetado”.

A exemplo dos anos anteriores, a Bradesco Seguros permanece na liderança do mercado global com uma participação de 20,2%, seguida pelo Banco do Brasil-Mapfre com 12,7% e SulAmerica com 12,2%.

Chama a atenção o ramo de Automóveis — um dos mais disputados do setor — cujo crescimento foi de 16% contra os 6% apresentados em 2011 na comparação com 2010. Um dos motivos principais, segundo Galiza, foi o aumento no valor médio do prêmio, acima da taxa inflacionária no período. Nesse segmento, a soma do faturamento de todas as seguradoras no ano passado atingiu a cifra de R$ 24,8 bilhões (já descontado o seguro obrigatório). Considerando o seguro obrigatório (DPVAT), o montante chega a R$ 31,8 bilhões, contra os R$ 28 bilhões registrados em 2011. A liderança nesse setor continua com a Porto Seguro, que detém participação de 26% do mercado (R$ 6,4 bilhões de faturamento).

No ramo de Pessoas (sem VGBL), o faturamento foi de R$ 21,9 bilhões – variação positiva de 14% em relação ao ano passado. A liderança ficou com o grupo Banco do Brasil-Mapfre, com participação de 19,5% e faturamento de R$ 4,2 bilhões.

Já no segmento Patrimonial, o faturamento total em 2012 foi de R$ 9,9 bilhões, 7% mais do que no ano anterior. Nesse segmento, três seguradoras detêm juntas 45% do faturamento: Itaú (com 24,2% do mercado), Banco do Brasil-Mapfre (12%) e Bradesco (8,8%).

No ramo Saúde, as seguradoras faturaram R$ 20 bilhões no ano passado. O resultado foi 19% superior a 2011. Duas companhias – Bradesco e Sul América – continuam a concentrar as maiores receitas desse segmento, com participações de 45,1% e 36,5% respectivamente.

Marsh Brasil realiza o Seminário Latino-Americano para o setor de Energia Elétrica

Comunicado

A corretora Marsh realizará no dia 25 de Abril, em São Paulo, o Seminário Latino-Americano para o setor de Energia Elétrica. Serão abordados temas como os desafios e soluções em projetos financeiros, retorno sobre o investimento na gestão de risco, o mercado de Energia Renovável, perspectiva de mercado para o Brasil, transferência de riscos, entre outros. Entre os palestrantes estarão o líder de unidade de Infraestrutura da Marsh Brasil, Armando Bandechi, a gerente de Transferência de Riscos da Marsh Espanha, Rocío Pereira Fernandez, e o líder da Prática de Construction & Utilities da Marsh Londres, Scot Peachey. Veja abaixo a programação completa.

Para se inscrever acesse o link https://marsh.qualtrics.com/SE/?SID=SV_byMCeksVhdy2DOJ.

Seminário Latino-Americano para o setor de Energia Elétrica

Data: 25/04/2013

Horário: 8h às 16h

Local: Hotel Pullman – Rua Joinville 515 (Vila Mariana)

8h00 – 8h45 – Welcome Coffee e Credenciamento
8h45 – 9h00 Abertura – Armando Bandechi, Líder da Unidade de Infraestrutura da Marsh Brasil
09h00 – 9h30 Perspectivas de Mercado para o Brasil
09h30 – 10h15 Transferência de Riscos – Rocío Pereira Fernandez, Gerente da Área de Transferência de Riscos da Marsh Espanha
10h15 – 10h30 Break
10h30 – 11h00 Tendências do Mercado de Seguros para a Construção de Projetos Hidrelétricos, Renováveis, Termoelétricos e Nucleares – Scot Peachey, Líder da Prática de Construction & Utilities da Marsh Londres

11h00 – 11h30 Operação de Plantas no Mercado Internacional de Seguros para o Setor Elétrico – Simon Howell, Líder da Prática de Renováveis da Marsh Londres
11h30 – 12h15 Painel sobre Energias Renováveis com Seguradoras e Resseguradoras – Ace Seguros, Allianz e Swiss Re, Moderador Paulo Mantovani , Líder da Prática de Power & Utilities da Marsh Brasil
12h15 – 13h30 Almoço
13h30 – 14h00 Mega Sinistros – José Goggi, Líder da Prática de Sinistros para a Marsh América Latina
14h00 – 14h45 Melhores Práticas de Gestão de Riscos para equipamentos e máquinas do Setor Elétrico – Donald S. Schubert, Líder da Prática de Energy, Mining e Power & Utilities da Marsh EUA
14h45 – 15h00 Break
15h00 – 16h00 Seguro de danos: subscrição, conteúdo, equilíbrio e lei de contrato de seguro – Ernesto Tzirulnik Advocacia e Mattos Filho
16h00 – 16h15 Fechamento

Seguridade participa com 31,6% do lucro do Bradesco

O Bradesco abre a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2013 com lucro líquido ajustado de R$ 2,943 bilhões no primeiro trimestre, alta de 3,4% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os empréstimos concedidos a empresas puxaram o desempenho do crédito. Os desembolsos para pessoas jurídicas cresceram 13% em um ano, alcançando R$ 272,4 bilhões. Nas pessoas físicas, a alta foi de 8,7% em um ano, para R$ 119,2 bilhões.

A Bradesco Seguros, braço de seguridade do banco, representou 31,6%, do ganho do conglomerado. O lucro líquido da Bradesco Seguros foi de R$ 930 milhões de janeiro a março de 2013, aumento de 2,76% ante igual intervalo do ano passado. O faturamento chegou a R$ 10,953 bilhões em prêmios emitidos no primeiro trimestre deste ano, aumento de 16,3% comparado ao mesmo período do ano passado.

Segundo nota no book de resultados, o crescimento foi sustentado pelos segmentos de vida e previdência, capitalização e saúde, que cresceram acima de dois dígitos no período. O índice combinado, que mede a eficiência operacional da companhia,ficou em 86% nos três primeiros meses do ano, alta de 0,4 ponto porcentual. De janeiro a março, o índice de sinistralidade apresentou leve recuo, passando de 71,9% para 69,6% . O grupo segurador do Bradesco encerrou março com 42,9 milhões de clientes, aumento de 5,1% ante 12 meses e leve recuo de 0,5% na comparação com dezembro.

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GRUPO BRADESCO SEGUROS REGISTROU CRESCIMENTO DE 16,3% COM FATURAMENTO DE R$ 11 BILHÕES

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, apresentou faturamento de cerca de R$ 11 bilhões até março de 2013, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse valor representou crescimento de 16,3% em relação aos R$ 9,4 bilhões registrados no mesmo período de 2012.

O resultado é fruto principalmente da evolução do Grupo em todas as linhas de produtos e negócios nos principais segmentos:

Ø 23,7% em Capitalização;
Ø 22,8% em Saúde;
Ø 13,8% em Vida e Previdência;
Ø 8,3% em Auto e Ramos Elementares (RE).

O lucro líquido obtido pelo Grupo segurador nos três primeiros meses de 2013 alcançou R$ 930 milhões, evolução de 2,8% em comparação ao apurado no mesmo período de 2012. O aumento ocorreu em função: (i) do crescimento no faturamento de 16,3%; (ii) da redução de 2,3 p.p. na sinistralidade; e (iii) da melhora no índice de eficiência administrativa, que passou de 5% para 4,3%, já considerando o acordo coletivo da categoria, em janeiro de 2013.

Em termos de ativos, o Grupo Bradesco Seguros encerrou o primeiro trimestre de 2013 com R$ 141,5 bilhões, contra R$ 122,2 bilhões em comparação ao mesmo período de 2012 de ativos financeiros – crescimento de 15,9% entre os dois períodos.

O total pago em indenizações e benefícios pelo Grupo, de janeiro a março deste ano, atingiu R$ 7,4 bilhões – aumento de 14,37% em relação aos R$ 6,5 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2012.

O volume de provisões técnicas também apresentou considerável aumento no primeiro trimestre deste ano, alcançando R$ 127,4 bilhões – contra R$ 107 bilhões em igual período de 2012, o que representa evolução de 19,1%.

Pontos de atendimento-375 dependências, entre núcleos de atendimento, escritórios e sucursais – Corretores-Mais de 35 mil corretores ativos.

Generali inicia plano de expansão com inauguração em Salvador

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Neste mês, a Generali Brasil Seguros inicia uma nova fase de expansão e inaugura em Salvador (BA) uma plataforma inovadora de atendimento e suporte ao corretor e segurado. O Generali Apoio ao Corretor, também conhecido pela sigla GENAC, tem o objetivo de levar as diretrizes, valores e qualidade dos produtos Generali para mercados até então atendidos de maneira remota.

O escritório de Salvador será responsável pelo atendimento ao mercado baiano e também aos corretores de Sergipe. A escolha desta primeira localidade se baseou no crescimento da demanda local, bem como na possibilidade de explorar diferentes nichos de mercado que incluem desde riscos patrimoniais até transporte de carga.

A operação em Salvador já atingiu mais de R$ 1 milhão em prêmios no primeiro mês de atuação, superando a meta inicial em cerca de oito vezes. “Esses números mostram que a Generali tem sido bem recebida por parceiros e clientes que reconhecem o caráter flexível, inovador e confiável da marca. Em um mês de atividades, já cadastramos cerca de 100 corretores”, explica Claudia Papa, Diretora Executiva Comercial da empresa.

“O diferencial da Generali nesse modelo de expansão é a oferta de uma grande variedade de linhas. Na composição dos prêmios comercializados em março, podemos observar um forte equilíbrio entre seguros massificados e não massificados”, complementa Carlos Magalhães, Diretor do GENAC Salvador.

Além desta inauguração, estão previstos outros GENACs para este ano, dois dos quais nas regiões Norte e Nordeste.

Porto Seguro aposta em riscos de engenharia

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A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br), que também atua no segmento de seguros para obras, prevê maior demanda na procura por esse tipo de apólice nos próximos anos. De acordo com Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares, área que engloba o produto Riscos de Engenharia, os grandes eventos esportivos que serão realizados no País – Copa e Olimpíadas – impulsionam diversos setores da construção civil, abrindo espaço para o aquecimento do mercado de seguros para obras.

Frizzarim explica que, “assim como um bom projeto é fundamental para a execução bem sucedida de uma obra, a garantia do seguro é importante para que o empreendedor ofereça aos seus colaboradores o respaldo necessário em caso de eventuais ocorrências. Além disso, a apólice oferece coberturas e serviços que atendem a uma série de outras necessidades”.

O Porto Seguro Riscos de Engenharia pode ser contratado para obras de construção, ampliação ou reforma. As coberturas básicas garantem riscos inerentes à construção, como incêndio, erro de execução e sabotagens; roubo ou furto qualificado; impacto de veículos e aeronaves; e riscos da natureza, que cobre os prejuízos causados pela ocorrência de vendaval, queda de granizo, queda de raios, alagamentos e outros fenômenos naturais.

Conforme a sua necessidade, o segurado pode incluir coberturas opcionais para: Erro de Projeto, que garante danos causados à obra em decorrência de falhas no projeto da mesma; Responsabilidade Civil com ou sem Fundação, que inclui danos a terceiros e eventuais gastos com honorários de advogados; e Despesas Extraordinárias, que cobre custos com a mão de obra para realização de serviços noturnos ou realizados em finais de semana e feriados.

A apólice também oferece garantias adicionais para Despesas com Desentulho; Obras concluídas (eventuais danos causados à obra, após sua conclusão); Obras Temporárias (cobre danos materiais causados exclusivamente a barracões e andaimes existentes no local da construção); Incêndio após Entrega da Obra; Despesas de Salvamento e Contenção de Sinistros (cobre despesas emergenciais com providências para conter as consequências de um prejuízo decorrente de acidentes); Danos Morais decorrentes de Responsabilidade Civil; e Responsabilidade Civil Cruzada, que cobre os danos materiais e corporais causados involuntariamente a terceiros.

O Porto Seguro Riscos de Engenharia possui ainda coberturas opcionais para Equipamentos Móveis/Estacionários, que garante danos de causa externa a equipamentos móveis ou estacionários dentro do canteiro de obras; Equipamentos e Ferramentas de Pequeno e Médio Porte, que cobre perdas e danos materiais causados a equipamentos e ferramentas de propriedade do segurado ou por ele alugados; Manutenção Ampla; Transporte de Materiais incorporados à Obra; Lucros Cessantes decorrentes de Responsabilidade Civil (garante as quantias pelas quais o segurado é responsável, devido a perdas financeiras causadas por danos involuntários a terceiros); e Responsabilidade Civil do Empregador, que garante as despesas pelas quais o segurado vier a ser responsável civilmente, devido a danos corporais causados involuntariamente a e mpregados ou prepostos, durante serviços realizados no canteiro de obra.

Liberty Seguros abre inscrição para o Projeto Sinal Livre

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Seguradora selecionará escolas para participar do projeto que tem o objetivo de difundir boas práticas de mobilidade urbana nos centros urbanos. A iniciativa, que se estenderá a 10 cidades-sede da Copa do Mundo da FIFA 2014™, tem como frentes de atuação a mobilidade verde, fluidez e segurança no trânsito

A Liberty Seguros abriu as inscrições para as escolas públicas de Salvador, Belo Horizonte e Rio de Janeiro interessadas em participar do processo seletivo para serem parceiras do projeto Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, iniciativa da seguradora que tem o objetivo de difundir boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. As solicitações de inscrições podem ser feitas de 16 a 30 de abril pelo e-mail transformeconosco@lynxconsultoria.com da Lynx, consultoria de projetos socioambientais que está responsável pela realização do projeto.

A adoção da causa está em linha com a missão da empresa, que é ajudar as pessoas a viverem vidas mais seguras e tranquilas, e também endereça uma grande problemática atual que afeta a todos os brasileiros que moram em grandes centros urbanos.

Dentro da iniciativa, a Liberty terá o papel de: educar jovens de escolas na comunidade ao redor dos estádios e oferecer a eles uma formação para que se tornem multiplicadores das atitudes positivas; engajar a população e torcedores durante os jogos da Copa das Confederações FIFA 2013 e Copa do Mundo da FIFA 2014™; influenciar políticas públicas promovendo a troca de informações entre as comunidades ao redor dos estádios e entidades responsáveis pela mobilidade urbana local; e reconhecer boas práticas por meio do lançamento do Prêmio Nacional de Mobilidade Urbana para incentivar projetos na área.

A atuação do Sinal Livre será baseada em três temáticas: a mobilidade verde, fluidez e segurança no trânsito. Além disso, o projeto contempla questões tangentes ao comportamento individual, seja do motorista no trânsito, do pedestre, dos ciclistas, motociclistas ou dos usuários de transporte público.

Para saber mais sobre o projeto, assista o vídeo do Manifesto Sinal Livre: http://youtu.be/QBtMCe2FfiU ou acesse o site www.projetosinallivre.com.br

Com foco no médio mercado, Argo fatura R$ 101 milhões em prêmios no Brasil em 2012

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A Argo Seguros consolidou seu balanço financeiro com R$ 101,6 milhões de prêmios reportados em seu primeiro ano em atividade no Brasil, contando com 17 produtos em três áreas de negócios. Os volumes de prêmios foram bastante positivos através da estratégia da Argo de focar em diferentes nichos especializados da área de seguros. Foram R$ 26,8 milhões em Transportes, R$ 24,9 milhões em Riscos Patrimoniais e R$ 21,1 milhões em Linhas Financeiras – que inclui R$ 13,6 mi em Garantia e R$ 7,5 mi em Responsabilidades.

“Neste primeiro ano de operações, atingimos a meta de volume de prêmios estabelecida em nosso plano de negócios para 2012”, afirma Pedro Purm, CEO da Argo Seguros Brasil. “Através do desenvolvimento de negócios baseado na oferta de soluções de seguros específicas definidas em função da identificação das necessidades dos clientes, a Argo sedimentou, em seu ano inicial, sua estratégia de negócios em diferentes nichos do mercado de seguros no País.”

A estratégia vem dando bons resultados. Além de trabalhar com mais de 100 corretores parceiros, a Argo se posicionou no mercado segmentado entre as 20 maiores seguradoras em quatro linhas de atuação, com um market-share acima de 1%. As linhas são: E&O com 2,1% (11ª posição entre o top 20), Garantias 1,7% (14ª), Transportes com 1,2% (17ª) e Engenharia 1,1% (19ª).

“Identificamos espaços no mercado brasileiro para estabelecer uma seguradora especializada em nichos. Assim, a Argo criou soluções especificas e um relacionamento bem próximo e direto com os corretores, conseguindo gerar um ritmo consistente de negócio”, analisa Purm.

“As nossas atividades foram planejadas refletindo essa estratégia e após um primeiro ano de sucesso, a Argo está estabelecida no mercado de seguros e sedimentada de acordo com o que assumimos no começo da implementação da empresa no País.”

Os resultados obtidos e o posicionamento de mercado alcançado no primeiro ano de atuação, conjugados com a previsão de um crescimento maior da economia brasileira permitem otimismo quanto às perspectivas de desenvolvimento da Argo para os próximos anos. Para 2013, a expectativa é fechar o ano crescendo cerca de 25% acima do mercado.

SOBRE A ARGO SEGUROS BRASIL

A Argo Seguros Brasil S.A., empresa do Argo Group International, iniciou suas atividades no Brasil em dezembro de 2011, após autorização da SUSEP para operar com seguros de danos em todo o território nacional. A Argo é uma seguradora especializada, cuja atuação tem principal foco estratégico nos segmentos de pequenas e médias empresas, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços nas linhas de Responsabilidade Civil e Profissional, Garantia, Transportes, Riscos Patrimoniais e de Engenharia.

Argo Group International é um grupo internacional com atuação no mercado de Seguros Gerais, especializado em subscrição de Seguros e Resseguros, com origem nos EUA e exposição a riscos em 134 países.

CORREÇÃO: Vai e vem: Osvaldo do Nascimento

SEGUE A NOTA CORRIGIDO O CARGO DE OSVALDO DO NASCIMENTO

Osvaldo do Nascimento aposentou-se do cargo de diretor do Itaú Unibanco por chegar a idade limite estabelecida na convenção da instituição financeira. O executivo se mantém no quadro de conselheiros de fundos de pensão patrocinados pelo conglomerado e como diretor estatutário da Itaú Vida e Previdência. Nascimento permanece na presidência da Fenaprevi, entidade na qual tem vários desafios pela frente, sendo a educação financeira a prioridade do segmento.

“As pessoas estão cada dia mais conscientes de que precisam poupar para o futuro. Agora a meta é mostrar que o cenário de juros baixo exige delas uma disciplina ainda maior, uma vez que o rendimento das aplicações tem um peso bem menor na formação de reservas do que tinha no passado recente”, diz. Entre outros desafios da Fenaprevi, Nascimento cita conseguir agilizar a aprovação do VGBL Saúde, enviado pela Susep para análise da Receita Federal, bem como incorporar o uso da reserva previdenciária como garantia para empréstimos, reduzindo assim os saques nos planos, bem como o custo dos financiamentos.

Vai e vem

Osvaldo do Nascimento aposentou-se do cargo de diretor de previdência do Itaú Unibanco por chegar a idade limite estabelecida na convenção da instituição financeira. O executivo se mantém no quadro de conselheiros de fundos de investimentos e como diretor estatutário do banco. Nascimento permanece na presidência da Fenaprevi, entidade na qual tem vários desafios pela frente, sendo a educação financeira a prioridade do segmento. “As pessoas estão cada dia mais conscientes de que precisam poupar para o futuro. Agora a meta é mostrar que o cenário de juros baixo exige delas uma disciplina ainda maior, uma vez que o rendimento das aplicações tem um peso bem menor na formação de reservas do que tinha no passado recente”, diz.

Entre outros desafios da Fenaprevi, Nascimento cita conseguir agilizar a aprovação do VGBL Saúde, enviado pela Susep para análise da Receita Federal, bem como incorporar o uso da reserva previdenciária como garantia para empréstimos, reduzindo assim os saques nos planos, bem como o custo dos financiamentos.

Rita Batista, ex-Bradesco Capitalização, assume cargo na Capemisa

Rita Batista assume a nova área criada pela Capemisa Capitalização, a Superintendência de Capitalização. Com mais de 30 anos de carreira, Rita já atuou em empresas do setor desenvolvendo e implementando diversos produtos, além de presidir comissões da Fenacap e CNseg, além de participar grupos de trabalho com técnicos e diretores na Susep.