Mais de cinquenta empresas – seguradoras e prestadoras de serviços – estarão presentes na 10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil, nesta terça-feira (26), em São Paulo. Entre as seguradoras, estão: Pottencial, Confiança, Aspecir, Excelsior, HSBC, Caixa, Prudential, Berkley, Icatu, Virginia Surety, BB Mapfre, Ace, Nobre, Itaú, Porto Seguros, Chubb, Allianz, Liberty, SulAmérica, Zurich, AIG, Mitsui Sumitomo, QBE, SBCE, Cardif, Mongeral Aegon, Tokio Marine, Alfa, Grupo Bradesco Seguros, Brasilprev, HDI, Capemisa, Brasilcap, MetLife, além do IRB-Re e Mapfre Re.
Dos prestadores de serviços, destaque para a Sodré Santoro Leiloeiro Oficial, Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Engeval, Marinho Despachantes, Freitas Advocacia, I4PRO, SIS e Cotak. O evento conta com o apoio da operadora de planos de Saúde Ameplan e Fundação Mokiti Okata.
A 10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil é realizada sob consultoria do economista Luiz Roberto Castiglione, no que diz respeito aos “Melhores Desempenhos” das seguradoras de Grande e Médio Porte, respectivamente com faturamento acima e abaixo de R$ 1,5 bilhão. As empresas classificadas receberam as análises elaboradas por Castiglione, levando em efeito os resultados apresentados de novembro de 2011 a novembro de 2012.
A Seguros Unimed acaba de lançar sua Academia Corporativa – iniciativa que engloba diversas escolas em prol do desenvolvimento de seu time de colaboradores e líderes. O projeto – que é de grande importância dentro da companhia, pois é o segundo maior investimento da área de Gestão de Pessoas, atrás apenas da folha de pagamento – vai beneficiar todo o quadro da empresa.
A Academia Corporativa é formada pelas escolas Corporativa, EAD (Ensino a Distância), Inovação, Cidadania, Comercial e Líderes – Potenciais, Novos Líderes, Média Gestão e Alta Gestão – com treinamentos focados e customizados para as necessidades de cada grupo. Para 2013, a projeção é de mais de 60.000 horas em treinamento, com média de 80 horas por colaborador.
“A nossa companhia está em constante crescimento, e como queremos continuar neste caminho, investir nas pessoas se torna imprescindível. Um dos nossos valores é ‘Pessoas de Valor’, no qual está contemplado que a nossa principal força competitiva e o comportamento desejado é a busca permanente do crescimento pessoal. Para isso, é importante ter pessoas motivadas e capacitadas”, comenta Rafael Moliterno Neto, presidente da Seguros Unimed.
A escola de Potenciais abriu a agenda deste ano no dia 18 de fevereiro, com o primeiro encontro dos 50 profissionais aprovados na seletiva para participar deste programa. Na ocasião, foi apresentado o cronograma dos cursos que os colaboradores selecionados participarão ao longo de 18 meses, onde serão preparados para assumir posições de destaque na companhia.
Como uma empresa que cuida de pessoas, a Seguros Unimed acredita que a aprendizagem está entre os fatores de sucesso para o negócio. Para isso, os programas de capacitação e desenvolvimento são concebidos considerando as necessidades identificadas e com o propósito de aumentar a eficiência profissional, para o cumprimento dos objetivos estratégicos da companhia. Eles capacitam o colaborador desde o seu início na empresa, passando por sua fase de maturação e ações voltadas ao exercício da liderança.
A Susep publicou hoje a declaração de intenção de Marcelo Augusto Dutra Labuto assumir a administração da BrasilCap. Ele deixa a diretoria de Empréstimos e Financiamentos para assumir o cargo de Marco Barros, que esta como diretor de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização do Banco do Brasil, bem como presidente da Fenacap. Barros segue para a diretoria de Mercado de Capitais e Investimentos, segundo comunicado do BB enviado à CVM e publicado no site do banco. Barros completa o mandato 2010/2013.
Veja a íntegra da ata publicada no site de RI do BB
2013/03
EXTRATO DA ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM DEZOITO DE MARÇO DE DOIS MIL E TREZE
Em dezoito de março de dois mil e treze, às dez horas, na sede social da empresa, no Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco G, 24o andar (parte), Asa Sul – Brasília (DF), sob a presidência do Sr. Nelson Henrique Barbosa Filho, realizou-se reunião ordinária do Conselho de Administração do Banco do Brasil S.A. (CNPJ: 00.000.000/0001-91; NIRE: 5330000063-8), com a participação dos Conselheiros Adriana Queiroz de Carvalho (Vice-Presidente), Aldemir Bendine, Bernardo Gouthier Macedo, Henrique Jäger e Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça.
Estiveram presentes, também, os Srs. Antonio Pedro da Silva Machado, Diretor Jurídico, e Marco Antonio Ascoli Mastroeni, Diretor de Estratégia e Organização.
3. homologar a decisão do Sr. Presidente de 28.02.2013, ad referendum do Conselho, que aprovou os remanejamentos e as eleições abaixo, tendo em vista a vacância nos cargos de Diretor de Distribuição São Paulo e Diretor de Mercado de Capitais e Investimentos:
a) o remanejamento do Diretor Marco Antonio da Silva Barros da Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização para a Diretoria de Mercado de Capitais e Investimentos, para completar o mandato 2010/2013;
b) o remanejamento do Diretor Marcelo Augusto Dutra Labuto da Diretoria de Empréstimos e Financiamentos para a Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização, para completar o mandato 2010/2013;
c) a eleição do Sr. Sérgio Peres, a seguir qualificado, para completar o mandato 2010/2013 no cargo de Diretor de Distribuição São Paulo, esclarecido que o eleito atende às exigências legais e estatutárias:
SÉRGIO PERES, brasileiro, divorciado, administrador, inscrito no CPF sob o no 635.746.328-00, portador da Carteira de Identidade no 5.930.598-8, expedida em 15.10.2012 pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Endereço: Av. Paulista, 2163, 9o andar, Bela Vista , São Paulo (SP);
d) a eleição do Sr. Edmar José Casalatina, a seguir qualificado, para completar o mandato 2010/2013 no cargo de Diretor de Empréstimos e Financiamentos, esclarecido que o eleito atende às exigências legais e estatutárias:
EDMAR JOSÉ CASALATINA, brasileiro, separado judicialmente, administrador, inscrito no CPF sob o no 017.122.018-83, portador da Carteira de Identidade no 12.202.548-9, expedida em 07.06.2010 pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
O Conselho de Administração decidiu: (…)
- segue –
CABB de 18.03.2013 2
Endereço: Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco A, 7o andar, Brasília (DF). (…)
Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrada a reunião, da qual eu, ass.) Aurislon José Ferreira, Secretário, mandei lavrar esta ata que, lida e achada conforme, vai assinada pelos conselheiros.
Ass.) Nelson Henrique Barbosa Filho, Adriana Queiroz de Carvalho, Aldemir Bendine, Bernardo Gouthier Macedo, Henrique Jäger e Sergio Eduardo Arbulu Mendonça.
ESTE DOCUMENTO É PARTE TRANSCRITA DO LIVRO No 28 PAGS 09 A 12
Aurislon José Ferreira Secretário

A Renova Energia, líder em energia eólica contratada do Brasil, construirá na Bahia 15 parques eólicos com capacidade para gerar 386 megawatts. Batizado de Alto Sertão II, o projeto deverá entrar em operação em 2014 e durante sua construção a Argo é a seguradora responsável pela cobertura de riscos de Transporte e DSU (Delay on Start-up – seguro que cobre perdas financeiras decorrentes de atraso no início da operação devido à sinistro com os equipamentos que serão transportados para a obra).
“No caso da Renova Energia, a Argo criou uma solução adequada às necessidades do cliente, adaptando seu produto de Transporte e de DSU estruturada para a implantação dos parques”, diz Salvatore Junior, Diretor de Cargo & Marine da Argo. “Devido à operação diferenciada com essa conta, customizamos nosso produto para atender à todas as necessidades.”
Fica sob responsabilidade da Argo segurar o transporte dos componentes das torres eólicas, os itens críticos que demandam cuidados especiais, como as pás eólicas e as naceles presentes no centro de cada torre, e também as perdas financeiras decorrentes de atrasos no início da operação, o DSU.
SOBRE A ARGO GROUP
Argo Group International é uma companhia de seguros especiais e resseguros atuante no mercado de danos e responsabilidade, oferecendo uma linha completa de produtos e serviços concebidos para atender às necessidades exclusivas de atendimento de coberturas e reivindicações de negócios em quatro segmentos principais: Excess & Surplus Lines, Commercial Specialty, International Specialty e Syndicate 1200 (subscritor internacional especializado em produtos de seguros e resseguros).
Com 60 anos de atuação e com origem nos EUA (Califórnia, Texas) e matriz nas Bermudas, a multinacional tem alcance global e conta com cerca de 1.300 funcionários em oito países e 28 localidades, com exposição a riscos em 134 países e uma expansão internacional planejada a partir de 2007, pela fusão com Grupo PXRe, formando o Grupo Argo.
MATÉRIA PUBLICADA PELA REVISTA APÓLICE EM FEVEREIRO
Full potencial. Esse é o nome dado ao plano de ataque do grupo AIG para voltar a liderança mundial, perdida em setembro de 2008, quando foi socorrida pelo governo dos EUA com um aporte de US$ 182 bilhões. Quatro anos depois, quitou a sua dívida com o governo americano e acaba de colocar no ar uma campanha institucional agradecendo aos contribuintes a ajuda pontual no momento agudo da crise financeira.
Para Jaime Calvo, que assumiu o comando da operação brasileira no final de 2012, chega de crise. A palavra é oportunidades. “Brasil e China são os principais países na mira dos investimentos dos acionistas da AIG. Pensamos no longo prazo. Então mãos à obra”, diz ele, decidido a construir uma história de sucesso do grupo no Brasil com o apoio da matriz. “Todo o board esteve aqui em dezembro. Visitamos clientes, corretores, parceiros”, conta. Parceiros? “Temos interesse em associações que façam sentido”, comenta, lembrando que a sociedade com o Unibanco, que durou 11 anos (1997 a 2008), foi um grande sucesso.
Independentemente da ter um parceiro que acelere o ritmo de crescimento, a AIG constrói uma operação com foco no crescimento das vendas de seguros para corporações, famílias e indivíduos. Os produtos vão das complexas apólices para riscos cibernéticos até o seguro de carro online. Microsseguros pode vir a fazer parte do portfólio, caso o grupo conquiste algum parceiro que tenha foco nas apólices de menor valor. “Esse é um nicho que requer grande investimento”, diz.
A prioridade atual é crescer com sustentabilidade, garantindo a qualidade de serviço e inovação, duas características que fizeram da AIG a maior do mundo no passado. Para isso, todos estão envolvidos em elencar o que é necessário para isso, considerando-se sistemas, back-office, contratação de pessoas, treinamento, escolha de parceiros bem como áreas geográficas mais potenciais e nichos de mercado em que a AIG pode fazer a diferença. “Lançamos o seguro ambiental há anos e até hoje nosso produto se destaca entre os concorrentes”, comenta.
Para fazer e acontecer, é preciso ter as pessoas certas e bem treinadas. Em três anos, o número de funcionários saltou de uma dúzia para 310 e deve encerrar 2013 com mais 150 que estão em fase de contratação. Duas vagas foram preenchidas recentemente. Um executivo do Bradesco foi contratado para a filial de Curitiba e um do Itaú para a de Belo Horizonte, informa Fábio Cabral, cujo cargo é uma novidade até mesmo dentro do grupo AIG. Ele é o responsável pela venda e também pela subscrição de seguros gerais. “Minha missão é otimizar a sinergia entre as duas equipes para que a seguradora cresça com rentabilidade”, diz ele, que divide esse desafio com o de criar gêmeas idênticas que nasceram em novembro passado.
Aos olhos dos executivos, o Brasil tem muitas oportunidades e é preciso estar preparado para aproveitá-las diante de um cenário tão competitivo. “Estamos analisando diversas frentes de negócios. As consultorias já fizeram o trabalho delas e agora cabe a nós avaliarmos o que precisamos para o conselho aprovar na reunião trimestral que acontece em Nova York. A próxima é no final de fevereiro”, conta ele em um descontraído almoço.
A meta dos executivos da AIG é passar de um market share de 0,5% em seguros patrimoniais para 3,7% em 5 anos. Um passo importante conquistado foi a capacidade de US$ 250 milhões por risco no contrato de resseguro com a matriz. Estão previstos 15 produtos inovadores para serem lançados em 2013 para os clientes corporativos.
Em linhas pessoais, segmento que o grupo praticamente começa a desenvolver, a meta até 2017 é ter participação de 1,2%. Isso sem considerar uma fusão ou compra de canal de vendas. “Uma parceria pode mudar muito tudo isso”, diz Calvo. Ou seja, a AIG está decidida a ser líder no mundo e para isso precisa crescer rápido no Brasil. Sinal de que teremos muitas notícias daqui para frente do grupo.
Por conta das incessantes chuvas e do maior volume de acionamentos nas cidades do litoral norte de São Paulo nos últimos dias, o grupo segurador do Banco do Brasil e Mapfre enviou reforços para as cidades de São Sebastião e Bertioga desde o dia 19/03.
O objetivo é atender com maior agilidade aos chamados dos clientes ao call center e manter a qualidade dos atendimento durante a operação especial implantada em função das chuvas que atingem a região. Guinchos, reboques e socorro mecânico darão apoio e assistência aos segurados, e estarão posicionados nas bases de prestadores.
Para os casos mais complexos, que necessitarem vistoria, um perito será enviado à base do prestador. Somente na última semana, 25 atendimentos foram feitos na região, sendo 13 para a modalidade guincho.
Segundo dados da FenaCap, Federação Nacional de Capitalização, o setor de capitalização encerrou o primeiro mês de 2013 registrando um crescimento no faturamento de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando o total de R$ 1,46 bilhão arrecadados.
As provisões técnicas alcançaram R$ 22,7 bilhões, revelando um aumento de 14,6%. No mês foram pagos R$ 86 milhões em prêmios representando uma média de R$ 3.915 mil por dia útil — a 20.775 clientes contemplados e R$ 966 milhões foram devolvidos na forma de resgates.
Atualmente cerca de 40 milhões de brasileiros possuem títulos de capitalização, em razão da simplicidade do produto: O título de capitalização é um instrumento que ajuda a cultivar a disciplina financeira, dispensa burocracia e não exige comprovação de renda, enumera Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.
“Torcida Pé Quente Bradesco- Agora é Bra”
A Bradesco Capitalização lança em março o título de capitalização “Torcida Pé Quente Bradesco – Agora é Bra”. O novo produto, de pagamento único no valor de R$ 3 mil, permite aos clientes concorrerem a 10 sorteios mensais de R$ 100 mil (valor liquido), sorteados pela Loteria Federal. O prazo de vigência do título é de 36 meses e, ao final do prazo, o cliente terá direito a 100% do valor pago, atualizado pela TR.
A aquisição do título pode ser feita nas agênciasdo Banco Bradesco ou pelo Fone Fácil Bradesco da região. A forma de pagamento pode ser por débito em conta-corrente, poupança ou boleto bancário (apenas para não correntista).
A Bradesco Capitalização integra o Grupo Bradesco Seguros que é a Seguradora oficial dos Jogos Rio 2016. Com o novo produto, a seguradora reforça o apoio ao evento.
A unidade brasileira do Grupo Assurant Inc, que completou dez anos de operação no país em 2012, especializada em seguros massificados, distribuídos em redes de varejo, cartões de crédito, companhias de telecomunicações, concessionárias de veículos e energia, fechou ao ano de 2012 com R$ 457,8 milhões, crescimento de 14,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Com a expansão dos negócios, o lucro líquido da companhia cresceu 30,85% e acumulou R$ 26,3 milhões.
Segundo Ricardo Fiuza, presidente da companhia, a empresa se tornou um dos maiores players do segmento de seguros massificados e a companhia manterá esse ritmo de expansão nos próximos três anos. “O crescimento está atrelado a uma diferenciada gestão e diversificação de canais de distribuição de seguros, sólidas operações com nossos parceiros no país todo, inteligência de mercado e investimento em pesquisa para desenvolvimento de produtos, levando em consideração os diferentes perfis de consumidores e suas necessidades”, afirma.
O expressivo desempenho em 2012 deve-se também ao número de apólices emitidas no acumulado do ano. Ao todo foram cerca de 18.157.345 milhões de apólices. Em 2011 foram 15,5 milhões. “O modelo de gestão desenvolvido pela unidade brasileira para acompanhar a evolução das vendas dos nossos parceiros se tornou referência global para as operações da Assurant em outros países”, diz o executivo.
Na análise por ramo de seguros, o de garantia estendida (incluindo garantia estendida para veículos) bateu a marca de R$ 226 milhões em prêmios, alta de 20,25%% frente ao resultado apresentado em 2011, quando a companhia contabilizou R$ 187,9 milhões.
A carteira de seguro prestamista (proteção financeira), por sua vez, movimentou R$ 143,6 milhões, refletindo a expansão e consolidação da seguradora Assurant no mercado de seguros de garantia estendida e seguro prestamista. Em 2012, o seguro de acidentes pessoais foi o produto que registrou a maior variação percentual relativa. Registrou alta de 36,5% em relação ao mesmo período do ano anterior e acumulou R$ 46,9 milhões em prêmios.
LONDRES – Enquanto o mundo tenta recompor-se da crise financeira de 2008, e da Primavera Árabe de 2010, o mapa de riscos políticos da Aon para 2013, desenvolvido em parceria com a empresa Roubini Global Economics, identifica certos mercados emergentes que estão vivenciando menor exposição aos riscos políticos.
No intuito de complementar o mapa impresso, a Aon Risk Solutions, a unidade global de gerenciamento de riscos da Aon plc (NYSE: AON), apresenta este mês um novo mapa de riscos políticos online e interativo com dados dos últimos 15 anos. Este mapa mensura os riscos políticos, a violência política e terrorismo em 163 países e territórios no intuito de ajudar as empresas a avaliar os níveis de risco de transferência e cambio de moeda, o risco jurídico e regulatório, interferência política, violência política, inadimplência soberana, e interrupção na cadeia de suprimentos (supply-chain). Em 2013, pela primeira vez, o mapa de riscos políticos da Aon também mede a vulnerabilidade do setor bancário, o risco de estímulo fiscal, e o risco ligado à realização de negócios.
O mapa pode ser acessado por meio do site: http://www.aon.com/2013politicalriskmap/index.html
O Mapa de Riscos Políticos da Aon produz cenários macro dos países, e comparações customizadas das classificações dos países e alterações nos riscos ao longo do tempo. Ao acessarem o mapa interativo da Aon, as corporações podem monitorar as suas exposições específicas aos riscos políticos em mercados emergentes, tanto em termos atuais como históricos. Os dados do mapa serão atualizados trimestralmente, e quando ocorrerem eventos políticos significativos.
Para 2013, o Mapa de Riscos Políticos da Aon apresenta um aumento no número de países com melhor classificação de risco politico (o risco do país ou território como um todo recebeu uma pontuação mais baixa que no ano anterior). Em 2013 a classificação de treze países melhorou (contra três países em 2012). O mapa de 2013 apresenta apenas doze países que foram rebaixados, comparado com 21 países em 2012. Relacionamos abaixo esses países, e os riscos que as entidades enfrentam ao negociar com, e em, tais países.
Principais percepções de uma equipe experiente
Este ano, a capacidade da Aon para gerenciamento de Riscos Políticos foi reforçada com a parceria realizada com a Roubini Global Economics (RGE), uma empresa global independente de pesquisas fundada em 2004 pelo renomado economista Nouriel Roubini, que visa à utilização da metodologia única da RGE – Analítica Quantitativa de Países (QCA) para análise sistemática dos riscos políticos ao redor do mundo. Ao contrário de outras abordagens usadas para análise dos riscos de países, a QCA analisa sistematicamente 158 séries de dados, e proporciona aos clientes um nível inigualável de transparência quanto ao método utilizado para a análise de cada país.
O Mapa de Riscos Políticos da Aon é exclusivo, visto que agora segue uma abordagem de 3 níveis para a análise de riscos políticos em países emergentes (com exceção dos países da UE e da OCDE). As classificações dos países refletem uma combinação da:
• Análise da Aon Risk Solutions
• Análise da Roubini Global Economics
• Opiniões de mais de 20 sindicatos do Lloyd’s e seguradoras corporativas que operam ativamente em seguros de riscos políticos.
Luigi Sturani, chefe da equipe de ramos elementares (property e casualty) e de gerenciamento de crises da Aon Risk Solutions, do Centro Global de Corretagem de Londres, fez o seguinte comentário, “Com o agravamento do risco político, que passou a fazer parte da agenda dos conselhos de empresas, os nossos clientes devem ter acesso a dados e análises de primeira linha para poderem determinar os vetores globais de mudança. Os conhecimentos específicos da Aon, como líder em gerenciamento de crises, associados a dados atuais e históricos permitem-nos proporcionar aos nossos clientes um Mapa de Riscos Políticos de grande valor e profundidade sem igual no mercado”. Matthew Shires, chefe da equipe de riscos políticos da Aon Risk Solutions, em Londres, comentou, “a Aon está continuamente procurando formas de apresentar soluções inovadoras aos seus clientes. Este mapa interativo, agora disponível online, não apenas permite que nossos clientes visualizem o que está acontecendo em determinados países em 2013, como também oferece acesso a informações específicas da nossa equipe líder desde 1998. Isto apoia a tomada de decisões estratégicas e financeiras de nossos clientes no mercado atual, que é altamente regulamentado e muito exigente.”
Shires acrescentou, ”Não obstante as melhores classificações para este ano, as empresas que operam em países emergentes ainda enfrentam riscos políticos significativos. Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes no sentido de identificarmos as suas exposições a tais riscos. Fundamentado em sólidas informações e análises das tendências atuais e históricas, este novo mapa interativo proporciona uma clareza sem precedentes quando nossos clientes avaliam os seus riscos políticos em mercados emergentes”.
No que diz respeito à América Latina e aos riscos para empresas brasileiras, Keith Martin, responsável para a área de comércio e investimento internacional da Aon Brasil, comentou: “Em vários países, como Peru, Colômbia e México, vemos um quadro político e econômico estável ou até melhorando, mas, na Argentina, Venezuela e em Cuba, os riscos estão aumentando. Na Argentina, há um risco mais elevado de confrontos entre o governo e sindicatos, empresas e outros – e de restrições ainda mais severas ao câmbio de moeda. Na Venezuela, a transição pós-Chávez vai demorar a ser consolidada – particularmente por causa das varias tendências adentro do próprio chavismo, que somente não se cristalizaram mais no passado devido à liderança do antigo presidente. Finalmente, Cuba enfrenta tanto os riscos de uma abertura parcial estagnada como também de possíveis mudanças em Venezuela, fonte de recursos importantes para o regime cubano. Nesses países, como nos outros de interesse das empresas brasileiras, é importante avaliar criteriosamente as suas atuais e possíveis futuros negócios sob a lente de riscos políticos e regulatórios.”
Richard Green, Diretor Executivo da Roubini Global Economics, declarou que, “A Roubini Global Economics orgulha-se de sua parceria com a Aon em disponibilizar esta abordagem criteriosa de mapeamento de riscos políticos e violência política para seus clientes. Este ano, a exposição aos riscos políticos nos mercados emergentes permanece volátil, contudo os nossos dados demonstram uma diferenciação liderada pela capacidade financeira de alguns países para melhorar seus balanços. A nossa análise indica que Omã, Bahrain, e os EAU apresentaram uma menor exposição aos riscos políticos, o que ilustra a sua força na região, e o fato de terem superado o impacto da Primavera Árabe de 2010. O Mapa de Riscos Políticos da Aon exclusivo e interativo dará aos nossos clientes uma nova percepção das tendências nos mercados emergentes, e um quadro trimestral da evolução do risco político, com base na pesquisa mais sólida da indústria.”
Resumo do Mapa:
2013 – Elevação e Rebaixamento das Classificações dos Países
Elevação (quando o risco somado do país ou território recebe uma pontuação menor que no ano anterior)
Rebaixamento (quando o risco geral do país ou território recebe uma pontuação maior que no ano anterior)
12 rebaixamentos (2012: 21 rebaixamentos): Argélia, Camarões, Chade, Etiópia, Madagascar, Mali, Namíbia, Moldova, Turcomenistão, Uzbequistão, Panamá, e Paraguai.
Tendências:
Mais elevações que rebaixamentos: Após vários anos de grandes rebaixamentos resultantes da Primavera Árabe, os efeitos políticos da crise financeira global e tensões persistentes no Sul da Ásia – o risco político diminuiu em 13 países, contra rebaixamentos em 12 países. Identificamos as seguintes tendências:
Melhorias na Periferia da Europa
Vários países da Ásia Central e do Cáucaso– Azerbaijão e Armênia, por exemplo, apresentaram melhoria, no entanto a partir de uma base baixa. Tal reflete um esforço conjunto da Europa emergente e Comunidade dos Estados Independentes para uma reforma estrutural no sentido de atrair investimentos, e aumentar a participação no mercado. Apesar de ainda haver a possibilidade de melhorias, a tensão econômica que perdura na Europa Ocidental e Oriental aumentou a pressão econômica sobre vários governos regionais, resultando em rebaixamentos na Moldova e Uzbequistão, (a melhoria das instituições governamentais reduz o efeito de tais riscos sobre os investimentos através do fortalecimento dos balanços dos países).
Uma nova ordem no Oriente Médio
Após haverem liderado os rebaixamentos em 2012, três países do Oriente Médio (Bahrain, Omã, e EAU) tiveram um upgrade em 2013, em reflexo da estabilização e diferenciação do risco político na região MENA (Oriente Médio e Norte de África). Apesar de tal situação poder ser temporária, visto que a região ainda é frágil, tal cristaliza a diferença na região entre os países que possuem instituições econômicas e financeiras mais sólidas e os países com maior riqueza que aumentam a sua resistência no caso de eventos políticos e econômicos adversos. Além do mais, tal enfatiza a importância de instituições corporativas e financeiras sólidas que amortecem os efeitos sobre os países.
Consequências na África Ocidental
Camarões, Chade, e Mali foram rebaixados, assim como a vizinha Argélia, o que reflete as consequências das difíceis mudanças de regimes no Norte de África, que desestabilizarão esses países. O fluxo de grandes quantidades de armas e rebeldes nas fronteiras exacerbou o já elevado risco político. Em 2013 até à presente data, os acontecimentos indicam a existência de potencial para mais rebaixamentos.
Sobre o Mapa de Riscos Políticos da Aon para 2013
A Aon mede o risco politico de 163 países e territórios para apurar os riscos associados a transferência e cambio de moeda, inadimplência soberana, interferência politica, interrupção na cadeia de suprimentos (supply chain), regimes jurídicos e regulatórios, violência politica, facilidade de realizar negócios, vulnerabilidade do setor bancário, e capacidade dos governos em termos de estímulo fiscal. A cada um dos países é atribuída uma classificação em cada categoria de risco específica, assim como uma classificação geral do risco: Baixo, Médio-Baixo, Médio, Médio-Alto, Alto ou Muito Alto. Os países membros da União Europeia e da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico não são classificados no mapa de 2013.
A classificação dos países reflete uma combinação das analises realizadas pela Aon Risk Solutions e Roubini Global Economics—uma empresa global de análises e de assessoria — bem como os pareceres de 26 sindicatos do Lloyd’s e seguradoras corporativas que operam ativamente em seguros de riscos políticos.
Roubini Global Economics e Analítica Quantitativa de Países
A Aon fez uma parceria com a Roubini Global Economics, um empresa global independente de pesquisas, fundada em 2004 pelo renomado economista Nouriel Roubini, para produzir o Mapa de Riscos Políticos para 2013, e utilização da metodologia única da RGE – Analítica Quantitativa de Países (QCA), para analisar sistematicamente os riscos políticos em todo o mundo. A Analítica Quantitativa de Países (QCA), de propriedade exclusiva da Roubini, permite que a RGE e seus sócios monitorem alterações nos países de forma sistemática, proporciona comparativos transfronteiriços coerentes, e o mais importante decompõe o risco para mostrar os vários elementos que o empurrem.
Além de produzir resultados mais sólidos, a mudança da Aon para a referida metodologia proporciona aos seus clientes a oportunidade de interagirem com o mapa de riscos. Os clientes poderão realizar tarefas como decompor cada um dos ícones de risco, e monitorar os vetores de mudanças nas pontuações dos ícones de risco.
Cada um dos países que consta no mapa é classificado de acordo com os diferentes tipos de risco que enfrenta. Tais riscos são mostrados como ícones individuais, sendo que os primeiros seis ícones determinam a classificação geral do país, e os três ícones novos fornecem informações adicionais.
Descrições Resumidas de Cada Ícone de Risco
A classificação do país de acordo com o mapa baseia-se em seis ícones principais, que representam os riscos seguráveis, são eles:
Transferência e Câmbio de Moeda: O risco de não poder realizar pagamentos em moeda forte em resultado de imposição de controles monetários locais. Este risco envolve vários fatores econômicos, inclusive medidas restritivas para contas de capital, o regime de taxas cambiais ‘de facto’ do país, e reservas cambiais. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 29 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive Bermuda, Camarões, Sri Lanka, e Ucrânia. Este risco diminuiu em 13 países, inclusive na Albânia, Camboja, Paraguai e Zâmbia.
Jurídico e Regulatório: O risco de perda financeira ou de reputação resultante de dificuldades em cumprir as leis do país anfitrião, regulamentos ou códigos. Este risco inclui medições da eficácia governamental, estado de direito, direitos de propriedade mais amplos, e qualidade regulatória. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 2 países e territórios comparado com o mapa de 2012: Armênia e Mali. Este risco regrediu em 10 países, inclusive no Brasil, Croácia, Peru, e Arábia Saudita.
Interferência Política: O risco de interferência do governo anfitrião na economia ou outras áreas que possam afetar negativamente os interesses de negócios no exterior, e.g., nacionalização e expropriação. Este risco é composto por várias medições de riscos sociais, institucionais e regulatórios. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 3 países e territórios comparado com o mapa de 2012: Guatemala, Honduras e Moldova. Este risco regrediu em 14 países, inclusive em El Salvador, Peru, Tailândia e Zâmbia.
Violência Política: O risco de greves, tumultos, comoções civis, sabotagem, terrorismo, danos dolosos, guerra, guerra civil, rebelião, revolução, insurreição, ato hostil de potência beligerante, motim ou golpe de Estado. A Violência Politica é quantificada através da utilização de medições de estabilidade politica, de situação de paz, e de atos específicos de violência. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 21 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive: Argentina, Filipinas, Rússia, e Servia. Este risco regrediu em 12 países, inclusive na Colômbia, Kuwait, Indonésia e Omã.
Inadimplência Soberana: O risco de um governo estrangeiro ou entidade de um governo estrangeiro deixar de honrar suas obrigações em relação a empréstimos ou outros compromissos financeiros. Este risco envolve medições tanto da capacidade como da boa vontade para efetuar pagamentos, inclusive politica fiscal, risco político, e direito de Estado. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 12 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive: Gambia, Lesoto, Rússia, e Senegal. Este risco regrediu em 7 países, inclusive na Bósnia, Croácia, Trinidad & Tobago e nos Emirados Árabes Unidos.
Interrupção na Cadeia de Fornecimento (supply chain): O risco de interrupção no fluxo de bens e/ou serviços entrando ou saindo de um país em resultado de instabilidade politica, social, econômica ou ambiental. Este ícone de risco foi recentemente acrescentado a 47 países e territórios comparado com o mapa de 2012, inclusive: Argélia, Burundi, Mali e Tunísia. Este risco regrediu em 8 países, inclusive no Brasil, China, Índia e Panamá.
Ícones novos em 2013 e não utilizados na classificação de países
Riscos na Realização de Negócios: Os obstáculos regulatórios relativos à formação e operação de uma empresa no país, tais como procedimentos excessivos, o tempo e custo envolvidos no registro de uma nova empresa, obtenção de alvarás de construção, comércio transfronteiriço, e obtenção de crédito bancário mediante planos comerciais sólidos. Este risco foi encontrado em 96 países, inclusive na Argentina, Bolívia, Dominica, Nigéria e Rússia.
Vulnerabilidade do Setor Bancário: O risco de o setor bancário de um país entrar em crise ou não ser capaz de apoiar o crescimento econômico com crédito adequado. Este risco envolve medições da capitalização e solidez do setor bancário, e vínculos macrofinanceiros como o endividamento total, desempenho comercial, e rigidez do mercado de trabalho. Este risco foi encontrado em 106 países e territórios, inclusive na China, El Salvador, Índia e Tailândia.
Riscos de Estímulo Fiscal: O risco de o governo não ser capaz de estimular a economia devido à falta de credibilidade fiscal, reservas em declínio, endividamento alto, ou ineficiência do governo. Este risco foi encontrado em 94 países e territórios, inclusive na Albânia, Libéria, Marrocos, Tanzânia e Uganda.
Dirigentes das mais importantes seguradoras subirão ao palco do Prêmio Segurador Brasil 2013. O evento, organizado pela Brasil Notícias, responsável pela revista Segurador Brasil, acontece no dia 26 de março, em São Paulo, devendo reunir 500 convidados.
A 10ª Edição do Prêmio Segurador Brasil é realizada sob a assinatura do renomado economista Luiz Roberto Castiglione, no que diz respeito aos “Melhores Desempenhos” das seguradoras de Grande e Médio Porte, respectivamente com faturamento acima e abaixo de R$ 1,5 bilhão.
As empresas classificadas receberam as análises elaboradas por Castiglione, levando em efeito os resultados apresentados de novembro de 2011 a novembro de 2012, comparados ao mesmo período do exercício anterior.
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