Allianz lança novo programa de relacionamento com corretores
“O novo programa de relacionamento foi criado com o intuito de retribuir e reconhecer individualmente o corretor que escolheu a Allianz. Nós queremos que os 20 mil corretores trabalhem conosco como verdadeiros aliados”, disse Ramon Gomez, diretor executivo da divisão Comercial da Allianz Seguros, nesta segunda-feira, 15, em café da manhã à imprensa especializada. Em clima descontraído, Gomez contou em detalhes as ações criadas para beneficiar o principal e preferencial canal de vendas da companhia.
O AlliadoZ surgiu como resposta a uma pesquisa realizada com os corretores, em 2011. No ano passado, várias ações já foram implementadas em função do estudo. “Ao longo de 2012, houve uma revisão da companhia na forma de se relacionar com seus parceiros. O resultado disso é que, em 2013, a seguradora resolveu reunir todas as ações desenvolvidas no ano passado sob um único guarda-chuva e também implementar evoluções”, explica.
A fidelidade do corretor é fator determinante no atual modelo do programa, baseado em três pilares: benefícios, campanhas/eventos e comissões. Se antes o item central era produção, agora a Allianz passa também a considerar a renovação e a concentração de negócios com a companhia. Com isso, a seguradora quer incentivar o corretor a almejar segmentos mais elevados e, consequentemente, estreitar o seu relacionamento com ela.
Benefícios
A principal novidade é o lançamento do Benefícios Flex. O corretor escolhe como irá utilizar a verba disponibilizada pela Allianz para as atividades do dia a dia: se será em assistência 24 horas, campanhas de incentivo para os colaboradores, infraestrutura para a corretora ou marketing cooperado.
Campanhas/eventos
O objetivo da Allianz com esse pilar é promover o relacionamento e identificar as oportunidades de negócios para os corretores. Por isso, serão lançadas campanhas que contribuirão para que os parceiros vendam mais e que também se aproximem da Allianz. “Promover eventos é algo positivo, porque são nesses momentos que, longe da pressão do dia a dia, estreitamos nossos laços, identificamos oportunidades e planejamos o futuro”, ressalta Ramon Gomez.
Com o AlliadoZ ainda foi criado um programa de eventos inclusivo, isto é, cerca de 90% dos corretores de segmentos superiores participarão de, no mínimo, dois eventos da Allianz por ano e 100% deles participarão de uma campanha ou evento ao menos.
“Os eventos da Allianz focam em proporcionar aos corretores experiências que o dinheiro não compra e isso só é possível por meio das parcerias que a companhia possui. O patrocínio mundial da F-1TM, por exemplo, possibilita que os corretores caminhem pelo Pit Lane, vejam de perto o funcionamento de uma escuderia e fiquem próximos de um piloto, como Nico Rosberg, ou ainda, dirijam um carro de alta performance em uma pista de corrida, pela parceira com a Mercedez”, aponta Gomez.
Comissões
O programa de remuneração adicional foi remodelado em 2012 e, então, será uma ação mantida para 2013. Desde o ano passado, ficou mais acessível – o percentual de corretores beneficiados é muito maior. Antes, as regras complexas limitavam o pagamento da comissão adicional a uma parcela menor de parceiros.
“No programa anterior, cerca de 5% da base tinham acesso à remuneração adicional. Com o Alliadoz, o percentual de remunerados chega a 35%, em alguns segmentos”, lembra o diretor.
Programa de Responsabilidade Social para Corretores
“Com o lançamento do AlliadoZ, surge, de maneira inédita no mercado segurador brasileiro, a possibilidade de corretores contribuírem para projetos sociais”, afirma Gomez.
O corretor poderá doar R$ 1 por apólice de seguro Auto Individual emitida e, em contrapartida, a Allianz doará a mesma quantia. A renda permitirá a manutenção e novos projetos de educação complementar para crianças e jovens da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), localizada na comunidade Santa Rita, zona leste de São Paulo. Cada corretor receberá uma sugestão de valor de doação para 2013, baseada no número de apólices do seguro Auto vendida por ele em 2012.
No ano passado, a Allianz comercializou 1,4 milhão de apólices de Auto Individual e a expectativa é que chegue a 2 milhões em 2013. “Se tivermos adesão de 30% dos corretores, já será mais do que suficiente para garantir estabilidade financeira à ABA e abrir mais horizontes às crianças e adolescentes atendidos pela Associação”, diz Gomez.
Indenização do DPVAT não precisa ser declarada em Imposto de Renda
Os contribuintes brasileiros têm até o dia 30 de abril para enviar a declaração de Imposto de Renda (IR) referente ao ano de 2012 para a Receita Federal. Em meio a muitos campos, algumas dúvidas sobre o que deduzir e o que declarar na hora de preencher o formulário. Uma delas é o recebimento de indenização pelo Seguro DPVAT.
A Seguradora Líder DPVAT, administradora do Seguro no país, esclarece que os benefícios recebidos não precisam ser declarados no documento do IR. O diretor-presidente da Seguradora, Ricardo Xavier, explica o motivo. “Como o valor recebido do Seguro DPVAT se trata de uma verba indenizatória, não existe a necessidade de declará-la em Imposto de Renda”, diz.
O Seguro DPVAT indeniza vítimas de trânsito em três situações: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500, variando de acordo com a gravidade da lesão) e reembolso de despesas médico-hospitalares (até R$ 2.700). O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária.
Susep divulga nota de esclarecimento sobre matéria da Revista Veja
http://www.susep.gov.br/setores-susep/noticias/noticias/susep-esclarece-informacoes-publicadas-na-revista-veja
Devido à matéria publicada na revista Veja, edição n. 16, de 17 de abril, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) presta os seguintes esclarecimentos:
I – A atuação da Autarquia, vinculada ao Ministério da Fazenda, é absolutamente técnica e desprovida de qualquer interferência político partidária.
II – A decretação da liquidação extrajudicial da Companhia Internacional de Seguros, em 2010, não guarda nenhuma relação com qualquer outro processo judicial em que o Sr. Naji Nahas teria sido, segundo a publicação, absolvido. Após a constatação de graves irregularidades perpetradas no âmbito da liquidação ordinária da companhia (conduzida pelos acionistas), especialmente em face da retirada de valores superiores a R$ 30 milhões de reais por sua controladora, a título de empréstimo (“pagos” posteriormente, em parte, com títulos da Eletrobrás que não têm liquidez e tampouco reconhecimento da companhia emissora), o então superintendente da Susep, Sr. Paulo dos Santos, viu por bem decretar novamente regime especial de liquidação, nomeando como liquidante extrajudicial o Sr. Manoel dos Santos Leitão, consoante o disposto na legislação.
III – Ainda naquele ano, a Susep constituiu Comissão de Inquérito, composta por servidores concursados da própria autarquia e presidida por procurador federal dos quadros da Advocacia-Geral da União, com o propósito de apurar os fatos e eventuais responsabilidades. Essa comissão apresentou relatório final no segundo semestre de 2012, no qual apontou a existência irregularidades de responsabilidade de inúmeros ex-administradores e acionistas, dentre os quais o Sr. Tupy Caldas e o Sr. Naji Nahas. Após exame pela Procuradoria Federal junto à Susep, no início de 2013, o Sr. Superintendente aprovou as conclusões do relatório final, tornando indisponíveis os bens dos agentes apontados como responsáveis pela prática de irregularidades e encaminhou cópia do processo administrativo ao Ministério Público, para providências que este entender cabíveis na esfera criminal.
IV – Os fatos envolvendo a liquidação ordinária da Companhia Internacional de Seguros ainda não foram apreciados de forma conclusiva pelo Ministério Público e tampouco pelo Poder Judiciário. Esclarecemos, entretanto, que os controladores da companhia ingressaram em juízo com o propósito de anular a decretação da liquidação extrajudicial e tiveram seu pedido de liminar indeferido pelo Poder Judiciário.
V – Quanto à transferência de valores da conta da massa liquidanda para a conta pessoal do liquidante, esclarecemos que o valor é um pouco superior ao mencionado pela revista, cerca de R$ 18.500,00 (dezoito mil e quinhentos reais). Essa transferência de recursos teve por escopo preservar valores necessários ao pagamento de despesas correntes da massa liquidanda, em face de ordem judicial de bloqueio da conta bancária desta. O valor transferido foi efetivamente utilizado para pagamento de despesas da massa liquidanda, conforme se verificou de prestação de contas prestada pelo liquidante. Não houve, pois, apropriação indébita de recursos. Não obstante as manifestações favoráveis ao liquidante emitidas pela Coordenação de Regimes Especiais e pela Corregedoria da Susep, o Sr. Superintendente viu por bem determinar a abertura de processo administrativo sancionador em face do liquidante, por considerar que o procedimento adotado não encontra previsão expressa nas normas da Autarquia.
VI – Em relação ao terreno da massa liquidanda localizado na cidade de Niterói, cabe esclarecer que a avaliação dos imóveis é providenciada pelo liquidante e feita por empresa especializada, de acordo com critérios previstos nos normativos da Susep. A alienação dos imóveis, por sua vez, é feita em hasta pública, por meio de edital divulgado previamente, vencendo o maior lance, em forma similar ao procedimento ao adotado pelo Poder Judiciário. A avaliação feita pela Câmara de Valores Mobiliários de São Paulo, divulgada pela revista Veja, foi apresentada há apenas alguns dias atrás pelos controladores da liquidanda e está em análise no âmbito da Susep. Outra avaliação, no entanto, já havia sido solicitada pelo liquidante.
VII – Por sua vez, a relação da Susep com o Sr. Henrique Brandão, dono de uma das maiores corretoras de seguros do País e Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), dá-se exclusivamente em razão desta condição. Fosse o Sr. Henrique Brandão lobista junto à autarquia, seria certamente um lobista fracassado. A título de exemplo, de todos os pleitos por ele formulados perante a autarquia na condição de presidente do Sincor/RJ, dentre os quais a confecção de carteirinhas profissionais pelo sindicato, a revogação da circular que aboliu a exigência da contribuição sindical no cadastramento e o recadastramento de corretores, cópia dos dados cadastrais dos corretores no Rio de Janeiro, a elaboração de um artigo para livro em comemoração aos 80 anos do Sindicato, entre outros, nenhum deles foi deferido. A propalada influência de Henrique Brandão na Susep, estimulada por edição anterior da revista Veja, é falsa. Não teve influência na nomeação de ninguém dentro da autarquia e não houve um único pedido que lhe fora deferido, em proveito do próprio sindicato ou de terceiro. Neste ponto, voltamos ao caso relatado pela revista.
VIII – Henrique Brandão, em reunião com o Sr. Superintendente agendada para tratar de um dos pleitos do Sincor/RJ, fez-se acompanhar de advogado do Sr. Tupy Caldas. Na ocasião, após demonstração de sentimento de amizade antiga por este, disse que havia risco de injustiça no âmbito da Comissão de Inquérito instaurada pela Susep, que na ocasião ainda não havia apresentado seu relatório final. O advogado fez uma breve exposição sobre o caso e pediu que houvesse atenção em relação ao que seriam, na sua ótica, pontos frágeis do processo administrativo.
IX – O Sr. Superintendente, no entanto, em momento algum dirigiu-se aos membros da Comissão de Inquérito, nem antes nem depois da elaboração do relatório final que apontou Tupy Caldas como responsável por irregularidades cometidas no âmbito liquidação ordinária da Companhia Internacional de Seguros. No único caso, pois, em que Henrique Brandão buscou interferir no julgamento administrativo em favor de terceiro, durante a atual gestão da Autarquia, ficou mais uma vez ficou demonstrado que não goza de nenhuma espécie de privilégio.
X – A Susep aproveita para alertar aos consumidores e aos integrantes dos mercados supervisionados que foram constatadas situações em que pessoas utilizam o nome da autarquia ou de dirigentes desta para locupletamento ilícito. Recentemente a Susep comunicou crimes desta natureza à Polícia Federal, para que tome providências cabíveis na esfera criminal.
TaClaro.com mostra perfil de quem compra seguros online
Um levantamento feito pela TaClaro.com indica que os canais online são uma ferramenta para viabilizar acesso e informação às pessoas que ainda não consomem produtos de seguros. Segundo os dados levantados numa amostragem de cerca de 6 mil clientes, 73% das apólices comercializadas são novas e somente 27% são renovações.
Além disso, 77% das pessoas que compram seguros online são homens, casados (58%) e estão, majoritariamente, nas faixas etárias entre 18 e 30 anos (37%) ou 31 e 40 anos (36%). São Paulo (25%), Rio de Janeiro (24%) e Minas Gerais (14%) são os Estados com mais contratações de seguros pelos meios digitais. “A venda online permite que o consumidor conheça detalhes de produtos menos conhecidos, como o seguro residencial, contra doenças da mulher, doenças graves, pet, entre outros”, observa João Cardoso, sócio da TaClaro.com.
Setor de seguros quer criar Código Nacional de Segurança contra Incêndio
Notícia veiculada pela Agência Câmara
O representante da Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais, Previdência, Saúde Suplementar e Capitalização, Paulo Marraccini (foto), espera que o Congresso crie um Código Nacional de Segurança contra Incêndio e Pânico.
Ele participou, nesta quarta-feira, de audiência pública da comissão externa da Câmara sobre a tragédia da cidade gaúcha de Santa Maria, que deixou 241 mortos. Segundo Marraccini, o objetivo é obrigar estados e municípios a cumprirem normas de prevenção de catástrofes, como foi o caso do incêndio na boate Kiss.
Já o presidente do Sindicato gaúcho dos Corretores de Seguros, Celso Marini, defendeu a vinculação da obrigatoriedade de seguro à permissão de eventos em casas de espetáculos.
“Uma seguradora qualquer vai fazer um seguro somente se tiver em condições plenas de segurança, senão não aceita esse risco, então desta forma obriga-se a fazer aquele que está preparado”, explicou Marini.
Cidades não estão preparadas
Nessa linha de pensamento e propondo que toda edificação por onde circulem mais de 100 pessoas tenha seguro obrigatório, o deputado Ronaldo Zulke (PT-RS) alertou que 65% das cidades no seu estado não estão preparadas para licenciar, conceder alvará ou fiscalizar itens de segurança.
Atualmente existem 74 mil corretores de seguros localizados em cerca de 3 mil municípios brasileiros. Também corretor, o deputado Armando Vergílio (PSD-GO) apresentou projeto (PLP 243/13) que responsabiliza os promotores de eventos.
Segundo ele, a proposta “é uma forma de obrigar que essas empresas, que esses promotores de eventos, de shows, etc, possam observar normas mínimas de prevenção de acidentes e garantir [segurança] às pessoas que frequentam esses ambientes”.
O coordenador da comissão externa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), demonstrou confiança nos trabalhos do colegiado. “A comissão acabou desbravando uma realidade que sempre existiu, mas que nunca foi objeto de uma preocupação do poder público e eu diria que quase da sociedade como um todo.”
Após sete reuniões, a comissão externa deverá apresentar, na terça-feira que vem, minuta das sugestões legislativas para evitar tragédias como a do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
Aplicativo mobile da Liberty amplia canais de comunicação e relacionamento com seus clientes
A Liberty Seguros, seguradora oficial da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014™, lança a nova versão de seu aplicativo mobile com mais funcionalidades para solicitar os serviços da seguradora. Além de o cliente poder comunicar acidentes e chamados de assistência já disponíveis na versão atual, também poderá consultar as informações do seu seguro, situação de pagamento, localizar oficinas próximas de onde estiver e pesquisar estabelecimentos mais próximos do Clube Liberty.
Inicialmente os serviços estarão disponíveis somente para usuários de iPhone e iPod Touch, com download gratuito na loja da App Store. O projeto mobile integra a estratégia de investimento da seguradora em novas tecnologias para ampliar canais de relacionamento com os seus clientes. “A nossa proposta é sempre oferecer uma melhor experiência aos nossos clientes, focando também nos meios digitais pelo fato de o ambiente mobile trazer agilidade e flexibilidade aos usuários”, afirma Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros.
Permite visualizar todas as coberturas do seguro, conferir os dados pessoais e a situação das parcelas, sem a necessidade de entrar em contato com o corretor ou com a central de atendimento da Liberty Seguros.
Comunicar e gravar a localização do acidente via GPS, fotografar, recolher e registrar os contatos dos envolvidos, compartilhar as informações e ainda gravar e armazenar notas de voz.
Encontrar estabelecimentos do Clube Liberty mais próximos considerando sua localização no momento da consulta. O Clube Liberty é um programa de ofertas e descontos exclusivos em estabelecimentos comerciais parceiros da companhia. Localizar as oficinas referenciadas próximas à localidade do cliente, sem necessidade de entrar em contato com a seguradora ou com o corretor. Encontrar todos os números de atendimento da Liberty Seguros direto no aplicativo.
Seminário discute Solvencia II no dia 16, em SP
Release
Os encontros, organizados em conjunto pela Susep, European Insurance and Occupational Pensions Authority (EIOPA, na sigla em inglês) e CNseg, contarão com a presença de Luciano Portal Santanna, Superintendente da SUSEP; de Danilo Claudio, Diretor Técnico da SUSEP; de Gabriel Bernardino, Presidente da EIOPA; e de Carlos Guiné, Perito da EIOPA.
Trata-se uma oportunidade única para conhecer a experiência europeia na implantação do projeto Solvência II na Europa e as perspectivas futuras da regulação no Brasil sob a visão dos supervisores.
Rio de Janeiro – Dia 15/04 das 8h30 às 17h
Auditório da Escola Nacional de Seguros – Rua Senador Dantas nº 74, 4º andar – Centro
São Paulo – Dia 16/04 das 8h30 às 17h
Hotel Mercure Grand Hotel- Rua Sena Madureira, 1.355, Bloco 1 – Ibirapuera
Programação:
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Brasil Insurance fecha contrato de R$ 750 milhões para a EBR Estaleiros do Brasil
A Brasil Insurance, primeira holding de corretagem de seguros a abrir capital e uma das líderes em corretagem de seguros no país, acaba de assinar o contrato de seguros para a EBR – Estaleiros do Brasil – primeira obra da P-74.
O seguro cobre cerca de R$ 750 milhões – sendo R$ 150 milhões de Seguro Garantia; R$ 100 milhões em Seguro de Responsabilidade Civil; e R$ 500 milhões em Riscos de Engenharia, somente nesta primeira fase. A holding é responsável ainda pelos seguros de Vida e Saúde dos cerca de 3.500 funcionários que irão construir o estaleiro.
A cerimônia de assinatura do contrato, que contou com a presença da presidente da Petrobrás, Graça Foster, aconteceu na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul após a apresentação do plano de negócios da estatal.
CEOs estão otimistas e acreditam em crescimento da receita para mercado de Seguros
RELEASE – Estudo da PwC aponta América Latina e Ásia Central como mercados potenciais, principalmente devido ao crescimento da classe média
Apesar da confiança de 15% dos CEOs que atuam no segmento de seguros, de que o mercado melhorará nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes da indústria não acredita em mudanças no curto prazo. Grande parte dos executivos enxergam essas perspectivas como provisórias para a economia global. Na análise da PwC, divulgada no “16th Annual Global CEO Survey”, quase um quarto desses profissionais espera que a economia decline, embora a visão seja muito menos pessimista do que no ano passado, quando quase metade dos entrevistados previa piora na economia mundial.
Fatores como a recessão nos EUA e a diminuição do ritmo de crescimento da China são, agora, vistos como cenários prováveis para os próximos meses em todo o planeta. Outro ponto abordado na pesquisa foi uma possível ruptura na zona do euro, além de perspectivas limitadas sobre uma chance de crescimento na Europa Ocidental, em comparação com outras regiões. De acordo com o estudo, a confiança das seguradoras nas perspectivas de crescimento da Europa Ocidental (35% antecipam uma expansão de operações) é significativamente mais baixa do que dos bancos (55%), mas posiciona-se à frente da gestão de ativos (30%).
Com a desaceleração do crescimento econômico nos mercados maduros, muitos CEOs veem maior potencial nos países emergentes da América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio. Essas regiões têm passado por mudanças substanciais nas relações de pobreza de suas populações, ampliando a classe média nos últimos anos, principalmente na América Latina. Por isso, países dessa região estão, atualmente, no topo da lista dos locais em que os CEOs enxergam maiores chances de crescimento. Em paralelo, a Ásia é também um forte foco de expansão dos negócios, com mais de 80% dos líderes da indústria acreditando em seu potencial, principalmente na Ásia Central. No entanto, o foco sobre o Oriente Médio (50%), e em certa medida sobre a África, caiu significativamente desde o ano passado e é muito menor nos serviços financeiros globais.
Alerta
O estudo alerta, ainda, para os riscos que os modelos de negócios de seguros existentes correm. De acordo com a “16th Annual Global CEO Survey”, enquanto muitos CEOs de seguros acreditam que os desafios imediatos são as baixas taxas de juros, a desaceleração da demanda em mercados maduros e a consequente pressão sobre os valores das ações, esquecem que as trajetórias de crescimento diferenciadas em vários países do mundo, a demanda por produtos mais transparentes e acessíveis, a revolução tecnológica no segmento de análise de risco são ameaças ao modelo de negócios utilizado em grande parte do mundo.
Para contornar todos esses riscos, especialistas da PwC alertam que o foco das seguradoras deverá estar na adaptação às necessidades dos clientes e na capacidade de inovação e reinvenção dos produtos. Além disso, é importante saber aproveitar as oportunidades emergentes, mas sem elevar os preços para não correr o risco de ter cotação fora do mercado, o que geraria uma grande ameaça por parte de novos concorrentes mais agressivos. “As seguradoras que se adiantarem a essa tendência vão se concentrar profundamente no cliente e terão capacidade superior de inovação e reinvenção. Eles serão capazes de antecipar a mudança e identificar como isso afeta a eles, bem como serem ágeis o suficiente para aproveitar as oportunidades emergentes. “, afirma Carlos Matta, sócio da PwC.
Empregos e a busca por talentos
Outro ponto abordado na pesquisa é a necessidade de investimento em qualificação profissional. CEOs de seguros veem a lacuna de talentos como a maior ameaça para as suas perspectivas de crescimento, embora surpreendentemente menos de 30% desses executivos acreditem que preencher esse vácuo profissional seja uma prioridade.
De acordo com o estudo, a concorrência em relação à remuneração profissional ainda é forte, com cerca de 3/4 dos líderes da indústria acreditando que é necessário investir em salário e benefícios para reter os melhores talentos. No entanto, sustentar este investimento em remuneração será difícil, afirmam os CEOs, pois as exigências fiscais e os aumentos das cargas tributárias em muitos mercados preocupam quase 60% dos entrevistados. Dessa forma, o desafio para as seguradoras é criar uma estrutura de compensação coerente, que possa atrair e reter talentos, além de considerar os riscos e manter recursos suficientes para atender as expectativas dos investidores.
Reconstruir a confiança pública
De acordo com a “16th Annual Global CEO Survey”, 55% dos CEOs de Seguros estão preocupados com a falta de confiança na indústria. Mais de 60% dos entrevistados buscam alternativas para fortalecer a cultura e o comportamento ético do mercado, como definição de regras de comportamentos profissional, práticas de contratação, desenho organizacional, programas de desenvolvimento, gestão de desempenho e recompensas.
Metodologia da Pesquisa:
Para a pesquisa “16th Annual Global CEO Survey”,, 1.330 entrevistas foram realizadas em 68 países durante o último trimestre de 2012. Por região, 449 entrevistas foram realizadas na Ásia-Pacífico, 312 na Europa Ocidental, 227 na América do Norte, 165 na América Latina, 95 na Europa Central e Oriental, 50 na África e 32 no Oriente Médio. 92 CEOs de seguros de 39 países foram consultados.
O relatório de estudo completo com gráficos de apoio pode ser baixado em www.pwc.com/ceosurvey.






