Susep divulga nota de esclarecimento sobre matéria da Revista Veja

http://www.susep.gov.br/setores-susep/noticias/noticias/susep-esclarece-informacoes-publicadas-na-revista-veja

Devido à matéria publicada na revista Veja, edição n. 16, de 17 de abril, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) presta os seguintes esclarecimentos:

I – A atuação da Autarquia, vinculada ao Ministério da Fazenda, é absolutamente técnica e desprovida de qualquer interferência político partidária.

II – A decretação da liquidação extrajudicial da Companhia Internacional de Seguros, em 2010, não guarda nenhuma relação com qualquer outro processo judicial em que o Sr. Naji Nahas teria sido, segundo a publicação, absolvido. Após a constatação de graves irregularidades perpetradas no âmbito da liquidação ordinária da companhia (conduzida pelos acionistas), especialmente em face da retirada de valores superiores a R$ 30 milhões de reais por sua controladora, a título de empréstimo (“pagos” posteriormente, em parte, com títulos da Eletrobrás que não têm liquidez e tampouco reconhecimento da companhia emissora), o então superintendente da Susep, Sr. Paulo dos Santos, viu por bem decretar novamente regime especial de liquidação, nomeando como liquidante extrajudicial o Sr. Manoel dos Santos Leitão, consoante o disposto na legislação.

III – Ainda naquele ano, a Susep constituiu Comissão de Inquérito, composta por servidores concursados da própria autarquia e presidida por procurador federal dos quadros da Advocacia-Geral da União, com o propósito de apurar os fatos e eventuais responsabilidades. Essa comissão apresentou relatório final no segundo semestre de 2012, no qual apontou a existência irregularidades de responsabilidade de inúmeros ex-administradores e acionistas, dentre os quais o Sr. Tupy Caldas e o Sr. Naji Nahas. Após exame pela Procuradoria Federal junto à Susep, no início de 2013, o Sr. Superintendente aprovou as conclusões do relatório final, tornando indisponíveis os bens dos agentes apontados como responsáveis pela prática de irregularidades e encaminhou cópia do processo administrativo ao Ministério Público, para providências que este entender cabíveis na esfera criminal.

IV – Os fatos envolvendo a liquidação ordinária da Companhia Internacional de Seguros ainda não foram apreciados de forma conclusiva pelo Ministério Público e tampouco pelo Poder Judiciário. Esclarecemos, entretanto, que os controladores da companhia ingressaram em juízo com o propósito de anular a decretação da liquidação extrajudicial e tiveram seu pedido de liminar indeferido pelo Poder Judiciário.

V – Quanto à transferência de valores da conta da massa liquidanda para a conta pessoal do liquidante, esclarecemos que o valor é um pouco superior ao mencionado pela revista, cerca de R$ 18.500,00 (dezoito mil e quinhentos reais). Essa transferência de recursos teve por escopo preservar valores necessários ao pagamento de despesas correntes da massa liquidanda, em face de ordem judicial de bloqueio da conta bancária desta. O valor transferido foi efetivamente utilizado para pagamento de despesas da massa liquidanda, conforme se verificou de prestação de contas prestada pelo liquidante. Não houve, pois, apropriação indébita de recursos. Não obstante as manifestações favoráveis ao liquidante emitidas pela Coordenação de Regimes Especiais e pela Corregedoria da Susep, o Sr. Superintendente viu por bem determinar a abertura de processo administrativo sancionador em face do liquidante, por considerar que o procedimento adotado não encontra previsão expressa nas normas da Autarquia.

VI – Em relação ao terreno da massa liquidanda localizado na cidade de Niterói, cabe esclarecer que a avaliação dos imóveis é providenciada pelo liquidante e feita por empresa especializada, de acordo com critérios previstos nos normativos da Susep. A alienação dos imóveis, por sua vez, é feita em hasta pública, por meio de edital divulgado previamente, vencendo o maior lance, em forma similar ao procedimento ao adotado pelo Poder Judiciário. A avaliação feita pela Câmara de Valores Mobiliários de São Paulo, divulgada pela revista Veja, foi apresentada há apenas alguns dias atrás pelos controladores da liquidanda e está em análise no âmbito da Susep. Outra avaliação, no entanto, já havia sido solicitada pelo liquidante.

VII – Por sua vez, a relação da Susep com o Sr. Henrique Brandão, dono de uma das maiores corretoras de seguros do País e Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), dá-se exclusivamente em razão desta condição. Fosse o Sr. Henrique Brandão lobista junto à autarquia, seria certamente um lobista fracassado. A título de exemplo, de todos os pleitos por ele formulados perante a autarquia na condição de presidente do Sincor/RJ, dentre os quais a confecção de carteirinhas profissionais pelo sindicato, a revogação da circular que aboliu a exigência da contribuição sindical no cadastramento e o recadastramento de corretores, cópia dos dados cadastrais dos corretores no Rio de Janeiro, a elaboração de um artigo para livro em comemoração aos 80 anos do Sindicato, entre outros, nenhum deles foi deferido. A propalada influência de Henrique Brandão na Susep, estimulada por edição anterior da revista Veja, é falsa. Não teve influência na nomeação de ninguém dentro da autarquia e não houve um único pedido que lhe fora deferido, em proveito do próprio sindicato ou de terceiro. Neste ponto, voltamos ao caso relatado pela revista.

VIII – Henrique Brandão, em reunião com o Sr. Superintendente agendada para tratar de um dos pleitos do Sincor/RJ, fez-se acompanhar de advogado do Sr. Tupy Caldas. Na ocasião, após demonstração de sentimento de amizade antiga por este, disse que havia risco de injustiça no âmbito da Comissão de Inquérito instaurada pela Susep, que na ocasião ainda não havia apresentado seu relatório final. O advogado fez uma breve exposição sobre o caso e pediu que houvesse atenção em relação ao que seriam, na sua ótica, pontos frágeis do processo administrativo.

IX – O Sr. Superintendente, no entanto, em momento algum dirigiu-se aos membros da Comissão de Inquérito, nem antes nem depois da elaboração do relatório final que apontou Tupy Caldas como responsável por irregularidades cometidas no âmbito liquidação ordinária da Companhia Internacional de Seguros. No único caso, pois, em que Henrique Brandão buscou interferir no julgamento administrativo em favor de terceiro, durante a atual gestão da Autarquia, ficou mais uma vez ficou demonstrado que não goza de nenhuma espécie de privilégio.

X – A Susep aproveita para alertar aos consumidores e aos integrantes dos mercados supervisionados que foram constatadas situações em que pessoas utilizam o nome da autarquia ou de dirigentes desta para locupletamento ilícito. Recentemente a Susep comunicou crimes desta natureza à Polícia Federal, para que tome providências cabíveis na esfera criminal.

TaClaro.com mostra perfil de quem compra seguros online

Release

Um levantamento feito pela TaClaro.com indica que os canais online são uma ferramenta para viabilizar acesso e informação às pessoas que ainda não consomem produtos de seguros. Segundo os dados levantados numa amostragem de cerca de 6 mil clientes, 73% das apólices comercializadas são novas e somente 27% são renovações.

Além disso, 77% das pessoas que compram seguros online são homens, casados (58%) e estão, majoritariamente, nas faixas etárias entre 18 e 30 anos (37%) ou 31 e 40 anos (36%). São Paulo (25%), Rio de Janeiro (24%) e Minas Gerais (14%) são os Estados com mais contratações de seguros pelos meios digitais. “A venda online permite que o consumidor conheça detalhes de produtos menos conhecidos, como o seguro residencial, contra doenças da mulher, doenças graves, pet, entre outros”, observa João Cardoso, sócio da TaClaro.com.

Setor de seguros quer criar Código Nacional de Segurança contra Incêndio

Notícia veiculada pela Agência Câmara

O representante da Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais, Previdência, Saúde Suplementar e Capitalização, Paulo Marraccini (foto), espera que o Congresso crie um Código Nacional de Segurança contra Incêndio e Pânico.
Ele participou, nesta quarta-feira, de audiência pública da comissão externa da Câmara sobre a tragédia da cidade gaúcha de Santa Maria, que deixou 241 mortos. Segundo Marraccini, o objetivo é obrigar estados e municípios a cumprirem normas de prevenção de catástrofes, como foi o caso do incêndio na boate Kiss.

Já o presidente do Sindicato gaúcho dos Corretores de Seguros, Celso Marini, defendeu a vinculação da obrigatoriedade de seguro à permissão de eventos em casas de espetáculos.

“Uma seguradora qualquer vai fazer um seguro somente se tiver em condições plenas de segurança, senão não aceita esse risco, então desta forma obriga-se a fazer aquele que está preparado”, explicou Marini.

Cidades não estão preparadas

Nessa linha de pensamento e propondo que toda edificação por onde circulem mais de 100 pessoas tenha seguro obrigatório, o deputado Ronaldo Zulke (PT-RS) alertou que 65% das cidades no seu estado não estão preparadas para licenciar, conceder alvará ou fiscalizar itens de segurança.

Atualmente existem 74 mil corretores de seguros localizados em cerca de 3 mil municípios brasileiros. Também corretor, o deputado Armando Vergílio (PSD-GO) apresentou projeto (PLP 243/13) que responsabiliza os promotores de eventos.

Segundo ele, a proposta “é uma forma de obrigar que essas empresas, que esses promotores de eventos, de shows, etc, possam observar normas mínimas de prevenção de acidentes e garantir [segurança] às pessoas que frequentam esses ambientes”.

O coordenador da comissão externa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), demonstrou confiança nos trabalhos do colegiado. “A comissão acabou desbravando uma realidade que sempre existiu, mas que nunca foi objeto de uma preocupação do poder público e eu diria que quase da sociedade como um todo.”

Após sete reuniões, a comissão externa deverá apresentar, na terça-feira que vem, minuta das sugestões legislativas para evitar tragédias como a do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Aplicativo mobile da Liberty amplia canais de comunicação e relacionamento com seus clientes

Release

A Liberty Seguros, seguradora oficial da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014™, lança a nova versão de seu aplicativo mobile com mais funcionalidades para solicitar os serviços da seguradora. Além de o cliente poder comunicar acidentes e chamados de assistência já disponíveis na versão atual, também poderá consultar as informações do seu seguro, situação de pagamento, localizar oficinas próximas de onde estiver e pesquisar estabelecimentos mais próximos do Clube Liberty.

Inicialmente os serviços estarão disponíveis somente para usuários de iPhone e iPod Touch, com download gratuito na loja da App Store. O projeto mobile integra a estratégia de investimento da seguradora em novas tecnologias para ampliar canais de relacionamento com os seus clientes. “A nossa proposta é sempre oferecer uma melhor experiência aos nossos clientes, focando também nos meios digitais pelo fato de o ambiente mobile trazer agilidade e flexibilidade aos usuários”, afirma Adriana Gomes, diretora de Marketing da Liberty Seguros.

Permite visualizar todas as coberturas do seguro, conferir os dados pessoais e a situação das parcelas, sem a necessidade de entrar em contato com o corretor ou com a central de atendimento da Liberty Seguros.

Comunicar e gravar a localização do acidente via GPS, fotografar, recolher e registrar os contatos dos envolvidos, compartilhar as informações e ainda gravar e armazenar notas de voz.

Encontrar estabelecimentos do Clube Liberty mais próximos considerando sua localização no momento da consulta. O Clube Liberty é um programa de ofertas e descontos exclusivos em estabelecimentos comerciais parceiros da companhia. Localizar as oficinas referenciadas próximas à localidade do cliente, sem necessidade de entrar em contato com a seguradora ou com o corretor. Encontrar todos os números de atendimento da Liberty Seguros direto no aplicativo.

Seminário discute Solvencia II no dia 16, em SP

Release

Os encontros, organizados em conjunto pela Susep, European Insurance and Occupational Pensions Authority (EIOPA, na sigla em inglês) e CNseg, contarão com a presença de Luciano Portal Santanna, Superintendente da SUSEP; de Danilo Claudio, Diretor Técnico da SUSEP; de Gabriel Bernardino, Presidente da EIOPA; e de Carlos Guiné, Perito da EIOPA.

Trata-se uma oportunidade única para conhecer a experiência europeia na implantação do projeto Solvência II na Europa e as perspectivas futuras da regulação no Brasil sob a visão dos supervisores.

Rio de Janeiro – Dia 15/04 das 8h30 às 17h
Auditório da Escola Nacional de Seguros – Rua Senador Dantas nº 74, 4º andar – Centro

São Paulo – Dia 16/04 das 8h30 às 17h
Hotel Mercure Grand Hotel- Rua Sena Madureira, 1.355, Bloco 1 – Ibirapuera

Programação:

>> Clique aqui para ver a programação completa do Seminário

Brasil Insurance fecha contrato de R$ 750 milhões para a EBR Estaleiros do Brasil

RELEASE

A Brasil Insurance, primeira holding de corretagem de seguros a abrir capital e uma das líderes em corretagem de seguros no país, acaba de assinar o contrato de seguros para a EBR – Estaleiros do Brasil – primeira obra da P-74.

O seguro cobre cerca de R$ 750 milhões – sendo R$ 150 milhões de Seguro Garantia; R$ 100 milhões em Seguro de Responsabilidade Civil; e R$ 500 milhões em Riscos de Engenharia, somente nesta primeira fase. A holding é responsável ainda pelos seguros de Vida e Saúde dos cerca de 3.500 funcionários que irão construir o estaleiro.

A cerimônia de assinatura do contrato, que contou com a presença da presidente da Petrobrás, Graça Foster, aconteceu na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul após a apresentação do plano de negócios da estatal.

CEOs estão otimistas e acreditam em crescimento da receita para mercado de Seguros

RELEASE – Estudo da PwC aponta América Latina e Ásia Central como mercados potenciais, principalmente devido ao crescimento da classe média

Apesar da confiança de 15% dos CEOs que atuam no segmento de seguros, de que o mercado melhorará nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes da indústria não acredita em mudanças no curto prazo. Grande parte dos executivos enxergam essas perspectivas como provisórias para a economia global. Na análise da PwC, divulgada no “16th Annual Global CEO Survey”, quase um quarto desses profissionais espera que a economia decline, embora a visão seja muito menos pessimista do que no ano passado, quando quase metade dos entrevistados previa piora na economia mundial.

Fatores como a recessão nos EUA e a diminuição do ritmo de crescimento da China são, agora, vistos como cenários prováveis para os próximos meses em todo o planeta. Outro ponto abordado na pesquisa foi uma possível ruptura na zona do euro, além de perspectivas limitadas sobre uma chance de crescimento na Europa Ocidental, em comparação com outras regiões. De acordo com o estudo, a confiança das seguradoras nas perspectivas de crescimento da Europa Ocidental (35% antecipam uma expansão de operações) é significativamente mais baixa do que dos bancos (55%), mas posiciona-se à frente da gestão de ativos (30%).

Com a desaceleração do crescimento econômico nos mercados maduros, muitos CEOs veem maior potencial nos países emergentes da América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio. Essas regiões têm passado por mudanças substanciais nas relações de pobreza de suas populações, ampliando a classe média nos últimos anos, principalmente na América Latina. Por isso, países dessa região estão, atualmente, no topo da lista dos locais em que os CEOs enxergam maiores chances de crescimento. Em paralelo, a Ásia é também um forte foco de expansão dos negócios, com mais de 80% dos líderes da indústria acreditando em seu potencial, principalmente na Ásia Central. No entanto, o foco sobre o Oriente Médio (50%), e em certa medida sobre a África, caiu significativamente desde o ano passado e é muito menor nos serviços financeiros globais.

Alerta

O estudo alerta, ainda, para os riscos que os modelos de negócios de seguros existentes correm. De acordo com a “16th Annual Global CEO Survey”, enquanto muitos CEOs de seguros acreditam que os desafios imediatos são as baixas taxas de juros, a desaceleração da demanda em mercados maduros e a consequente pressão sobre os valores das ações, esquecem que as trajetórias de crescimento diferenciadas em vários países do mundo, a demanda por produtos mais transparentes e acessíveis, a revolução tecnológica no segmento de análise de risco são ameaças ao modelo de negócios utilizado em grande parte do mundo.

Para contornar todos esses riscos, especialistas da PwC alertam que o foco das seguradoras deverá estar na adaptação às necessidades dos clientes e na capacidade de inovação e reinvenção dos produtos. Além disso, é importante saber aproveitar as oportunidades emergentes, mas sem elevar os preços para não correr o risco de ter cotação fora do mercado, o que geraria uma grande ameaça por parte de novos concorrentes mais agressivos. “As seguradoras que se adiantarem a essa tendência vão se concentrar profundamente no cliente e terão capacidade superior de inovação e reinvenção. Eles serão capazes de antecipar a mudança e identificar como isso afeta a eles, bem como serem ágeis o suficiente para aproveitar as oportunidades emergentes. “, afirma Carlos Matta, sócio da PwC.

Empregos e a busca por talentos

Outro ponto abordado na pesquisa é a necessidade de investimento em qualificação profissional. CEOs de seguros veem a lacuna de talentos como a maior ameaça para as suas perspectivas de crescimento, embora surpreendentemente menos de 30% desses executivos acreditem que preencher esse vácuo profissional seja uma prioridade.

De acordo com o estudo, a concorrência em relação à remuneração profissional ainda é forte, com cerca de 3/4 dos líderes da indústria acreditando que é necessário investir em salário e benefícios para reter os melhores talentos. No entanto, sustentar este investimento em remuneração será difícil, afirmam os CEOs, pois as exigências fiscais e os aumentos das cargas tributárias em muitos mercados preocupam quase 60% dos entrevistados. Dessa forma, o desafio para as seguradoras é criar uma estrutura de compensação coerente, que possa atrair e reter talentos, além de considerar os riscos e manter recursos suficientes para atender as expectativas dos investidores.

Reconstruir a confiança pública

De acordo com a “16th Annual Global CEO Survey”, 55% dos CEOs de Seguros estão preocupados com a falta de confiança na indústria. Mais de 60% dos entrevistados buscam alternativas para fortalecer a cultura e o comportamento ético do mercado, como definição de regras de comportamentos profissional, práticas de contratação, desenho organizacional, programas de desenvolvimento, gestão de desempenho e recompensas.

Metodologia da Pesquisa:

Para a pesquisa “16th Annual Global CEO Survey”,, 1.330 entrevistas foram realizadas em 68 países durante o último trimestre de 2012. Por região, 449 entrevistas foram realizadas na Ásia-Pacífico, 312 na Europa Ocidental, 227 na América do Norte, 165 na América Latina, 95 na Europa Central e Oriental, 50 na África e 32 no Oriente Médio. 92 CEOs de seguros de 39 países foram consultados.

O relatório de estudo completo com gráficos de apoio pode ser baixado em www.pwc.com/ceosurvey.

<

Mongeral Aegon debate inovação em evento em SP

RELEASE

A Mongeral Aegon promoveu, entre os dias 8 e 9 de abril, o II Encontro Clube dos Parceiros, em São Paulo. Com tema central “Visões de Inovação”, os dois dias de seminário reuniram grandes especialistas no assunto.

O evento reuniu cerca de 100 convidados, entre lideranças e parceiros da empresa com o objetivo de fomentar soluções inovadoras para o mercado de seguros de pessoas. “Todos nós temos que pensar de maneira inovadora. A Mongeral Aegon sempre buscou a inovação e considera este tema o oxigênio da companhia”, destacou o presidente Helder Molina (foto).

O indiano Sudhanshu Palsule, reconhecido por sua especialidade como facilitador e coaching abriu o ciclo de palestras. O consultor falou sobre o sucesso das empresas e a sua relação com o setor em que atuam.

Entre alguns pontos, Palsule ressaltou a importância da percepção do consumidor em relação ao produto, e como as empresas precisam “sair da caixa” no momento da oferta do seu serviço. Nesta linha, o indiano apresentou cases de empresas como Nokia, Apple, Starbucks e Nespresso, grandes companhias que permanecem em constante inovação.

Com vasta bagagem para falar de tendências, comportamento e inovação, Luli Radfahrer, consultor em inovação digital destacou o poder das redes sociais e o potencial de armazenamento de dados que elas têm, durante a segunda palestra do dia. De acordo com Radfahrer, as ferramentas digitais estão disponíveis para que as empresas possam se comunicar com o público, basta saber como levar a mensagem correta aos usuários.

No segundo dia de seminário, Walter Longo, presidente da New Energy, falou aos presentes sobre gestão e o impacto da inovação na vida das pessoas e empresas. Ele destacou a resistência em relação às mudanças, principalmente a entrada no mundo digital.

De acordo com Longo, “empresas precisam se adaptar ao novo consumidor”. Ainda segundo ele, para as empresas ganharem papel de destaque no mercado, inovar é algo primordial.

Encerrando o ciclo de palestras, Beatriz Russo, gerente de Inovação da Mongeral Aegon, discorreu sobre o processo de inovação, apresentando como transformar ideias em ações. Para Beatriz, uma empresa que pretende manter-se em crescimento precisa renovar constantemente seus serviços, além vincular seu modelo de negócios com a constante corrida da inovação.

Ao final do evento, uma mesa redonda fechou a agenda de debates do II Encontro Clube dos Parceiros. Participaram Euclides Quaresma, presidente da Unicred; Marcos Aurélio Almada, presidente do Bancoob; Luiz Ricardo Marcondes Martins, presidente da OABPrev-SP; e Carlos Henrique Flory, presidente da SP-Prevcom.

Novidades da Bradesco e Allianz

A próxima semana já começa com boas notícias em seguros. Bradesco Seguros e Allianz anunciarão novidades na segunda-feira, dia 15. Enquanto a primeira estimula a compra de seguro conscientizando a sociedade dos riscos e que para cada um deles há uma apólice de seguro, a seguradora alemã lança um programa para aprimorar o relacionamento com o corretor. Inclusive, aproveitará o evento para lançar um programa de responsabilidade social em que corretores poderão contribuir com a Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), que atende cerca de 500 crianças e adolescentes em situação social desfavorável da Comunidade de Santa Rita, zona Leste de São Paulo.

Segundo nota na Folha de São Paulo desta quinta-feira, a Bradesco Seguros estreia na segunda-feira uma grande campanha. Para vender a necessidade de contratar seguros de diversas modalidades, o Grupo Bradesco Seguros usará referências ao filme “Missão Impossível”, informa a Folha. O foco são os benefícios que os produtos oferecem, com o acompanhamento de especialistas, afirma Marco Antonio Rossi, presidente do Grupo Bradesco Seguros.“Queremos mostrar os seguros de forma mais simples e acessível”, afirma Rossi. Serão dois comerciais diferentes produzidos pela agência AlmapBBDO e veiculados em várias mídias. O primeiro mencionará diversos tipos de seguros e o segundo será dedicado à área de saúde, uma das que mais crescem na companhia.

Já a Allianz convocou os jornalistas por meio de um comunicado. Ramon Gomez, diretor executivo comercial da Allianz Seguros, apresentará durante um café da manhã no dia 15 de abril, às 9h, detalhará o funcionamento e os três pilares do programa para corretores: benefícios, eventos e comissões. Ao longo de 2012, houve uma revisão da companhia na forma de se relacionar com seu principal canal de vendas e, portanto, em 2013 a seguradora resolveu reunir todas as ações desenvolvidas no ano passado sob um único guarda-chuva e também implementar outras novidades.

E na semana seguinte, de 22 a 28 de abril, temos o fim do período de reserva das ações da BB Seguridade, num IPO que deverá mudar a configuração do mercado de seguros. A BB Seguros promete sua estreia na BM&F para o dia 25.

Maurício Lopes e Marco Antunes são os novos VPs da SulAmérica

release

A Sul América S.A (BM&FBovespa: SULA11) anuncia hoje a promoção dos executivos Maurício Lopes e Marco Antunes para cargos de vice-presidência na companhia.

Maurício Lopes substitui Gabriel Portella, atual presidente da seguradora, na vice-presidência da área de Saúde e Odontologia. Maurício Lopes ingressou na companhia há dois anos na função de diretor técnico e de produtos. À frente da diretoria, redesenhou os modelos de precificação, lançou novos portfólios de produtos e intensificou os programas de gestão médica e de sinistros, que contribuíram para o seu desempenho à frente da área, que hoje representa 70% dos resultados da seguradora.

Economista pela Universidade de Brasília e pela University of Greenwich (Inglaterra), Maurício tem MBA em Gestão Atuarial pela Universidade de São Paulo (USP) e mestrado em Economia e Ciências Atuariais pela Universidade de São Paulo e pela City University (Inglaterra). O executivo possui experiência de mais de dez anos no segmento de saúde suplementar, atuando no setor público e em empresas privadas.

A SulAmérica informa ainda a criação da vice-presidência de Operações, que inclui Call Center e Tecnologia e que será liderada por Marco Antunes, até então diretor de Operações e Relações Institucionais da área de Saúde. Formado em Química Industrial e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Antunes faz parte do time de executivos da SulAmérica desde 2000, desenvolveu e implantou forte processo de automação com visão na alta performance de análise de risco.

Com 20 anos de experiência no segmento, já atuou em diversas seguradoras, além de ser representante da SulAmérica na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), na Fenasaúde e na Câmara de Saúde Suplementar. Também é membro do Comitê Técnico do Instituto de Estudo de Saúde Suplementar (IESS).

A nova estrutura da seguradora visa dar mais velocidade ao ritmo de inovação além de buscar sinergia de processos com gestão de qualidade no call center e forte investimento em tecnologia.

“É uma mudança estrutural importante para o futuro da companhia”, afirma o presidente Gabriel Portella. “Tenho convicção de que a experiência e o empenho já demonstrados pelo Maurício Lopes e Marco Antunes em suas posições anteriores muito contribuirão para nosso time de liderança.”