Mais um estudo da consultoria Siscorp. Desta vez o tema é saúde. Veja a análise feita pelo diretor presidente, Flavio Faggion, dos números de 2012. Boa leitura!
A atividade de saúde suplementar no Brasil no final de 2012 contava com 1.539 operadoras registradas na ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar e 66,5 milhões de beneficiários de planos de saúde (35% da população), dos quais 52% eram mulheres e 48% homens. Durante o ano, os beneficiários desembolsaram R$ 96,5 bilhões (2,2% do PIB) com planos de saúde de assistência médica e odontológica e as operadoras com essa massa de recursos, pagaram R$ 79,4 bilhões (82% dos valores arrecadados) em eventos médicos e odontológicos. Na gestão dos planos de saúde, as operadoras despenderam R$ 17,0 bilhões, ou seja, 18% dos recursos angariados.
A ANS classifica as operadoras em 8 modalidades: Autogestão-administra exclusivamente planos de saúde de empresas ou entidades; Cooperativa Médica-sem fim lucrativo; Cooperativa Odontológica-sem fim lucrativo e opera exclusivamente com planos odontológicos; Filantropia-sem fim lucrativo e certificada como entidade filantrópica; Administradora-apenas administra planos que são financiados por outra operadora; Seguradora Especializada em Saúde-seguradora autorizada a operar exclusivamente em planos de saúde; Odontologia de Grupo-demais empresas que operam exclusivamente, planos odontológicos; e Medicina de Grupo-demais empresas que operam planos de saúde.
As operadoras de medicina de grupo congregam o maior número de beneficiários de planos de saúde, com 30% do total, que pagam em média R$ 1.364 por indivíduo/plano. Por sua vez, as operadoras desembolsam a média de R$ 1.092 com eventos médicos e odontológicos por beneficiário, ou seja, 80% da angariação com os planos.
As seguradoras especializadas em saúde pagam a maior média com eventos médicos e odontológicos por indivíduo/plano: R$2.499, e cobram o maior valor médio por plano: R$ 2.983, sendo a segunda maior relação (84%) entre a despesa com eventos médicos e odontológicos dividida pela receita com os planos.
As cooperativas médicas angariam a maior massa de receitas com os planos de saúde, mais de R$ 34 bilhões. Seus beneficiários pagam em média R$ 1.915 por indivíduo/plano e as cooperativas pagam R$ 1.565 em média por evento médico e odontológico por beneficiário e a relação entre a despesa com eventos médicos e odontológicos dividida pela receita com os planos é de 82%.
As operadoras de odontologia de grupo e as cooperativas odontológicas comercializam planos com valores médios de R$ 148 e R$ 188, respectivamente por indivíduo/plano. As operadoras de odontologia de grupo desembolsam R$ 63 por evento odontológico/indivíduo, que representa 42% da receita com planos, enquanto que as cooperativas odontológicas pagam R$ 119 por evento, e a relação sobre a receita é de 63%.
As operadoras de autogestão mantém a relação (95%) mais próxima entre o valor dos eventos médicos e odontológicos e a correspondente receita com os planos. Tem os segundos maiores valores médios dos preços dos planos e dos eventos médicos e odontológicos por beneficiários: R$ 1.951 e R$ 1.844, respectivamente.
São Paulo reúne a maior concentração dos beneficiários do planos de saúde, com 38% total de beneficiários, representando 61% da população do Estado. Os demais estados da região sudeste tem uma concentração de 25% dos beneficiários, totalizando na região sudeste 63% de todos os beneficiários.
A população dos beneficiários por faixa etária se distribuiu uniformemente pelas regiões, com 24% dos beneficiários com até 19 anos, 56% dos beneficiários entre 20 e 49 anos, 13% entre 50 e 64 anos e 6% com 65 anos ou mais.
A região norte tem maior concentração na faixa até 19 anos, com 29% dos beneficiários totais da região, compensada pela menor concentração nas faixas com idade de 50 anos ou mais. O Nordeste tem a maior concentração de beneficiários de 20 a 49 anos, com 59% do total dos beneficiários dessa região.
A maior concentração de beneficiários com 65 anos ou mais está na região sudeste, exclusive o estado de São Paulo, com 8% dos beneficiários da região. 68% dos beneficiários dessa faixa etária estão concentrados na região sudeste.
Depois de divulgar em fevereiro que foi aceita pela UNEP Fi (programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), como a mais nova signatária dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros – PSI, ação voltada para a indústria global de seguros e lançado em 2012, durante a Rio+20, a Terra Brasis, a primeira resseguradora brasileira a aderir ao PSI, integrando o seleto grupo de resseguradoras signatárias, ao lado das resseguradoras Munich Re (Alemã), Swiss Re (Suíça) e Scor (Francesa), recebeu dois ratings. A A.M. Best Co. atribuiu um rating de força financeira de B++ (Bom) e um rating de crédito de emissor de “bbb” a Terra Brasis Resseguros (Terra Brasis) (Brasil). A perspectiva para ambos os ratings é estável. Ganhou também ‘brA+’ da Standard & Poor’s.
Leia a íntegra dos comunicados
Os ratings atribuídos à Terra Brasis refletem seu forte plano de negócios e adequado capital de risco ajustado, que são baseados nos planos apresentados pelos seus dirigentes e a análise realizada pela A.M. Best. Terra Brasis é registrada como uma empresa de resseguros “local” no Brasil e planeja concentrar-se exclusivamente ao crescente mercado de resseguros no Brasil subscrevendo uma combinação ampla de negócios de vida e de ramos elementares.
Contrabalançando parcialmente estes atributos de avaliação positiva temos o perfil limitado da Terra Brasis no mercado, o potencial para mudanças regulatórias que podem afetar negativamente a empresa e o risco inerente associado a uma empresa nova de executar os seus planos de negócios. O mercado brasileiro de resseguros é um mercado altamente competitivo dominado por empresas significativamente maiores, algumas sendo apoiadas por grandes (re) seguradoras globais que possuem uma flexibilidade financeira mais substancial e recursos operacionais contra os quais Terra Brasis terá que competir.
Nos últimos anos, o mercado de resseguros Brasileiro transitou para um mercado mais aberto. Na América Latina, o Brasil é o maior mercado de (re)seguros e o país tem atualmente um ambiente econômico favorável o que representa um potencial significativo para crescimento continuo. À medida que o mercado de (re)seguros tem crescido, a competição também tem aumentado.
Pelo fato da Terra Brasis ser uma empresa de resseguros nova, A.M. Best irá acompanhar de perto o desempenho da empresa e a execução dos seus planos de negócio. Fatores de rating que poderiam levar a uma melhoria dos ratings ou a uma perspectiva mais positiva seriam rentabilidade sustentada e estável, forte capital de risco ajustado e indicações de que a empresa alcançou um perfil mais sólido no mercado. Fatores que poderiam levar a um rebaixamento dos ratings ou a uma revisão da perspectiva para negativa incluem uma perda significativa do capital de risco ajustado, volatilidade relacionada a subscrição de prêmios ou a incapacidade da empresa a atingir as suas metas de rentabilidade, conforme descrito no seu plano de negócios. Outros fatores que podem afetar negativamente as classificações da Terra Brasis seriam a saída de executivos-chave ou indicações de que a gestão de risco empresarial não está desenvolvendo de acordo com seu perfil de risco.
Rating ‘brA+’ atribuído à Terra Brasis Resseguros S.A. na Escala Nacional Brasil; Perspectiva é estável
Resumo
Acreditamos que a empresa resseguradora brasileira Terra Brasis atingirá suas metas de crescimento e de receitas com base em sua estratégia conservadora e na expectativa de resultados operacionais adequados. Atribuímos o rating de crédito de contraparte ‘brA+’ na Escala Nacional Brasil à empresa. A perspectiva estável incorpora nossas expectativas de que a empresa crescerá de forma conservadora e manterá bons níveis de capital.
Ação de Rating
Em 9 de maio de 2013, a Standard & Poor’s Ratings Services atribuiu o rating de crédito de contraparte ‘brA+’ na Escala Nacional Brasil à Terra Brasis Resseguros S.A. (“Terra Brasis”). A perspectiva é estável.
Fundamentos
Os ratings refletem nossa visão do perfil de risco de negócios “vulnerável” da empresa e de seu perfil de risco financeiro “adequado superior”. O perfil de risco de negócios “vulnerável” reflete nossa avaliação do risco-país da indústria seguradora do segmento brasileiro de negócios de ramos elementares (P&C, na sigla em inglês para Property & Casualty), o status de início de operações (start-up) da empresa e o mercado de resseguros relativamente pequeno no Brasil, altamente concentrado em poucos participantes e um ambiente muito competitivo. O perfil de risco financeiro “adequado superior” se baseia na avaliação de capital e rentabilidade “moderadamente forte” da empresa.
A Terra Brasis é uma companhia de resseguros que iniciou suas atividades com um montante de capital de R$ 100 milhões, certificada com licença definitiva pelo órgão regulador em outubro de 2012. A companhia opera em todos os segmentos do mercado de seguros do Brasil com retenções diversificadas, em conformidade com a sua estrutura de capital.
Nossa avaliação do risco-país da indústria seguradora para o segmento de P&C indica um “risco intermediário”. Isso reflete o risco normalmente enfrentado pelos seguradores do setor de P&C que operam no país, e é derivado de nossa avaliação de risco-país “intermediária” e “baixo” risco da indústria para o segmento de P&C. Nossa classificação de risco-país se baseia nos riscos dos sistemas econômico, político e financeiro do Brasil, a qual deriva de nossos critérios soberanos para os primeiros dois elementos, e dos critérios do BICRA para o último (veja “BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria” e “Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável”).
A nossa avaliação de risco “baixo” da indústria se ampara nos níveis bons e estáveis de rentabilidade do setor, somados aos padrões adequados de subscrição, com exposições de risco administráveis. Também consideramos que os potenciais riscos em geral provenientes de catástrofes são moderados, dadas a composição do portfólio da indústria e a baixa incidência de desastres naturais no país.
Em nossa visão, o mercado brasileiro mostra barreiras importantes para entrada, não pelo lado regulatório, mas sim como um resultado da composição do mercado, o qual é integrado por grandes e bem estabelecidos participantes. Consideramos que a supervisão regulatória local e o histórico são adequados, visto que temos previsto um desempenho satisfatório do mercado e crescente competição nos últimos anos; adicionalmente o regulador monitora com frequência e adequadamente toda a indústria.
A avaliação do perfil de risco de negócios “vulnerável” se baseia também em uma posição competitiva “menos do que adequada”. A Terra Brasis está operando há menos de um ano e detém uma pequena posição de mercado em um mercado de resseguros muito pequeno no Brasil, dominado pelo IRB-Brasil Resseguros S.A. Sua estratégia é operar em todos os segmentos de seguros no mercado brasileiro, mas esperamos que o segmento de P&C permaneça sendo a principal linha de negócios.
Embora os mercados ainda sejam muito pequenos, eles têm bom potencial para crescimento, especialmente em função da importante necessidade para desenvolver a infraestrutura no Brasil. Não esperamos que a empresa atinja desempenho operacional estável até construir uma marca reconhecida, diversificar sua base de clientes e estabilizar o crescimento.
Avaliamos a adequação de capital da Terra Brasis como “extremamente forte”, no entanto, como toda empresa start-up, os planos de crescimento são muito importantes nos primeiros dois anos das operações, os quais deverão consumir capital à medida que os lucros permanecem voláteis. Contudo, esperamos que a empresa mantenha pelo menos redundâncias de capital no nível ‘AAA’ até 2015. Isso está vinculado as nossas expectativas de melhor desempenho operacional e resultados finais positivos após a empresa atingir o breakeven (ponto de equilibrio) no início de 2015.
Em nossa visão, a posição de risco da Terra Brasis reflete o “risco moderado” que se beneficiam dos baixos riscos que ela detém como uma empresa start-up e a nossa visão de que a empresa não tomará riscos significativos à medida que cresce. Embora o portfólio de investimentos da empresa seja principalmente composto por títulos públicos, ela é administrada por meio de um fundo, o qual poderia expô-la aos riscos de contraparte do fundo. A flexibilidade financeira da empresa é adequada em decorrência de nenhuma dívida em seu balanço patrimonial e de nenhuma expectativa de que dívida será levantada nos próximos três anos.
Consideramos a gestão integrada de risco, a administração e as práticas de governança corporativa da Terra Brasis como consistentes com o rating. Nossa avaliação da gestão integrada de risco “adequada” se baseia em nossa visão de que a empresa tem estabelecido controles de risco adequados para gerir o crescimento. A avaliação da administração e governança da empresa é “regular” em nossa visão e reflete principalmente o seu status start-up, em que há certos fatores como, por exemplo, como a estratégia será convertida em ação construtiva, e a tolerância a risco da empresa frente a pressões de mercado.
No entanto, sua estrutura acionária é composta por profissionais experientes com boa expertise e profundo conhecimento dos mercados financeiros. A International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado, detém uma participação minoritária na companhia e, em nossa visão, poderia suportar a governança corporativa. A forte liquidez da Terra Brasis também se deve a seu status start-up e ao montante de capital disponível para crescimento.
Perspectiva
A perspectiva estável reflete nossa visão de que a adequação de capital da empresa permanecerá forte apesar do rápido crescimento esperado em função de a empresa estar em início das operações e dos desafios que enfrenta em termos de construir uma marca diferenciada, posição de mercado e diversificação. Embora não antecipemos que um breakeven seja atingido até 2015, esperamos que o desempenho operacional permaneça consistente com o nosso cenário de caso-base.
Poderemos rebaixar o rating se, diferente de nossas expectativas:
As perdas da empresa excederem o que consideramos em nossas projeções afetando o capital.
Percebermos aumento no risco sobre como o fundo gerencia os investimentos.
Se percebermos agressividade por parte da administração voltada ao crescimento.
Uma ação de rating positiva é uma possibilidade remota nos próximos dois anos, visto que a empresa precisa construir forte histórico e provar capacidade para enfrentar riscos inesperados.
CRITÉRIOS E ARTIGOS RELACIONADOS
Insurance Rating Methodology, 7 de maio de 2013.
BICRA do Brasil permanece no Grupo ‘4’; Perspectiva de seis bancos alterada para negativa pelo aumento no risco econômico e no risco da indústria, 13 de março de 2013.
Rating ‘BBB’ de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil reafirmado; perspectiva permanece estável, 18 de dezembro de 2012.
Paulo Marracini presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), vem pela primeira vez ao Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) falar sobre seus planos na entidade para contribuir com a evolução do setor.
Para o mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, o tradicional almoço é sempre um momento importante para troca de informações e atualização das notícias do mercado de seguros. “Em se tratando de um profissional brilhante como Paulo Marracini, certamente será um dos mais lembrados eventos já realizados pelo Clube”.
O almoço-palestra acontece na próxima terça-feira, dia 14/05, no Restaurante do Circolo Italiano. É aberto para a participação de jornalistas.
Almoço CCS-SP com FenSeg
Data: 14 de maio – terça-feira
Horário: 12h
Local: Restaurante do Circolo Italiano – Av. Ipiranga, 344 – 1º andar – Edifício Itália – Centro – São Paulo
Desde o início do ano, os Corretores Acionistas da Lojacorr S.A. contam com a mais moderna, eficiente e completa ferramenta Multicálculo do mercado para cotações de seguro automóvel. O novo sistema, adaptado exclusivamente para os acionistas da Lojacorr, realiza em minutos cotações com as diversas seguradoras parceiras, resultando em economia de horas de trabalho e em mais tempo livre para que o corretor se dedique à prospecção de clientes e à venda de seguros.
Pelo método convencional, o corretor gastaria no mínimo 20 minutos em cada nova cotação, ou até 1 hora considerando apenas três seguradoras, já que seria obrigado a cumprir um longo trâmite operacional. Normalmente, começaria pelo acesso ao site, login, preenchimento de dados do perfil do segurado e encaminhamento da proposta, além do tempo gasto na negociação. Tudo isso, sem contar com o risco de não efetivação do negócio.
Pelo sistema Multicálculo da Lojacorr, o corretor realiza em poucos minutos não apenas três, mas oito cotações em seguradoras, com muito menos trabalho, mais facilidade e chances maiores de efetivar o negócio com o cliente. O sistema, que funciona integrado ao Portal da Lojacorr, possui inúmeros diferenciais em relação aos modelos existentes no mercado, como a dispensa de nova digitação de login e senha, além de não requerer do corretor o retrabalho de preenchimento manual de dados do cliente a cada nova cotação.
Dentro do ambiente do Portal da Lojacorr, o acionista dispõe de um link de acesso à ferramenta Multicálculo. Basta que preencha uma única vez os campos com os dados do cliente para receber, em instantes, o comparativo de preços e vantagens entre as companhias. Em seguida, depois de orientar seu cliente sobre a opção mais adequada, o corretor concluirá a venda com a transmissão dos dados à seguradora escolhida, por meio do próprio sistema de Multicálculo.
Daí por diante, o corretor não precisa se preocupar com as demais etapas da venda. No próprio Portal, o Protocolo On-line gerará um documento, remetido eletronicamente ao backoffice operacional da Lojacorr, que cuidará de todo o processo até o pagamento de comissões ao corretor.
Para o corretor paulistano, David Osiris Nunes Pragana, que acumula 16 anos na área e um ano como acionista da Lojacorr, agilidade é essencial em um mercado competitivo. Ele conta que antes do Multicálculo da Lojacorr, perdia mais de meio dia em cada nova cotação. “Cotava diversas seguradoras, gastando cerca de 20 minutos em cada uma. Hoje, em 15 minutos, faço a cotação de várias seguradoras pelo Multicálculo e já envio o e-mail ao cliente”, relata.
Segundo David, depois de lançar todos os dados no sistema, “basta apertar um botão e em 50 segundos” parte das informações já está disponível. “Além disso, o sistema retém as informações e me avisa antes da renovação para eu enviar novas cotações”, acrescenta.
Há sete anos como Corretor Acionista da Lojacorr, Ney Carlos Frari, de Curitiba (PR), utiliza o Multicálculo há quatro meses. Neste pouco tempo, ele garante que já ganhou agilidade, conseguiu reduzir o tempo para cotações e aumentou a produtividade. “Minha expectativa é aumentar em 30% a produção”, revela.
Outro curitibano, o corretor Evandro Luis Pereira, também espera aumentar entre 15% e 20% sua produção com o uso do Multicálculo da Lojacorr. Ele se orgulha de ser dos um os primeiros a apoiar o novo sistema. “Acreditei no projeto do Heitor, André, Diogo e Sandro, e participei da etapa inicial, inclusive da fase de testes, antes mesmo de o produto ser liberado”, conta. Ele classifica o Multicálculo da Lojacorr como um “ótimo produto, fácil de operar e com suporte rápido”.
Sobre as vantagens e benefícios, Evandro elenca a rapidez do cruzamento das informações com o sistema Lojacorr, a facilidade de mudar de cálculo e de veículo, mantendo intactos os dados dos clientes. “O sistema traz agilidade e comodidade e permite passar aos clientes os melhores custos e coberturas”, afirma.
As impressões de Lauro Lima de Fraga, corretor de Porto Alegre (RS) são as mesmas dos seus colegas. Além da simplicidade e velocidade na cotação, ele ressalta que, agora, tem mais tempo para angariar novos negócios, sobretudo em outros ramos, como vida e saúde, nos quais espera um incremento de produção em torno de 30%.
Os depoimentos dos usuários do Multicálculo vão ao encontro da constatação do diretor de Expansão da Lojacorr, Diogo Arndt Silva, que classificou o sistema como “a melhor ferramenta de Multicálculo de automóvel disponível no mercado”. Segundo ele, para os Corretores Acionistas, significa simplificar a rotina operacional e ganhar mais tempo para ampliar o seu mix de carteira. Para as seguradoras, Diogo destaca a certeza de participar de todas as cotações realizadas pelo grupo.
A Cooper Gay, uma das principais corretoras de resseguro no mundo, está completando, em maio, 10 anos de atuação no mercado brasileiro. “Nesse período, completamos uma trajetória sólida e bem-sucedida, operando de forma inovadora e estabelecendo relacionamentos duradouros com os nossos clientes, colaboradores e parceiros”, afirma Fabio Basilone, CEO da empresa.
Segundo ele, ao pensar no resseguro de forma diferente, a Cooper Gay encurtou o caminho para tornar-se uma das maiores corretoras de resseguro do Brasil. Fabio Basilone acrescenta que, diante de todos os desafios de um mercado em constante mudança, a Cooper Gay optou por manter a sua filosofia de inovar na busca constante pela agilidade na informação com transparência e em conformidade com a legislação. “Esse é o grande diferencial da Cooper Gay, a nossa identidade”, acrescenta o executivo.
Em abril, a Cooper Gay anunciou a reformulação da sua estrutura no Brasil visando a aprimorar ainda mais a qualidade do atendimento prestado aos clientes. Fabio Basilone assumiu a liderança das colocações de contratos. Além disso, o diretor Executivo da corretora, Fernando Prado, vai liderar a colocação de facultativos e irá manter a gestão das áreas de Back Office.
De acordo com Fernando Prado, uma das metas estabelecidas para o ano é buscar, através da tecnologia, o máximo controle nos processos de resseguro, pensando sempre na tranquilidade dos clientes. “Atuamos com base em três pilares: transparência, informação e eficiência. E estamos um passo à frente do mercado, ao controlar todos os nossos processos através de um sistema que fornece informações para os nossos gestores e clientes”, destaca.
LOGOMARCA. Em homenagem ao aniversário de 10 anos, a Cooper Gay lançou a sua logomarca comemorativa. Destacando as cores do Brasil e o próprio formato da bandeira nacional.
Nesse ano comemorativo está sendo lançado também o programa de ações sociais em parceria do Instituto da Criança, cujo objetivo é desenvolver a cultura do voluntariado nos colaboradores e transformar o Grupo em um multiplicador que busca o propósito da transformação social.
O apoio a causas sociais prosseguirá com outras ações importantes ao longo do exercício, incluindo o lançamento, no segundo semestre, de iniciativas de cunho ambiental.
Ainda no segundo semestre, a Cooper Gay irá lançar a nova versão do eCOG Web – sistema de gestão de negócios de resseguro da corretora, com novo layout e novas funcionalidades.
Conhecido como o “mês das noivas”, o mês de maio chegou e a Liberty Seguros oferece para a atividade “Buffet” todos os diferenciais em coberturas com proteção para incêndio, queda de raio, explosão de qualquer natureza e queda de aeronaves.
Em percentual, no primeiro trimestre o produto teve um crescimento de 21,5% em relação ao mesmo período no ano passado, como afirma o diretor de Riscos Patrimoniais, Luiz Carlos Paladino.
Todos os benefícios visam garantir a tranquilidade para pequenas e médias empresas na hora em que mais precisarem. O produto é adequado às particularidades de cada negócio, e entre as vantagens da contratação está o fato de ser um seguro acessível e sob medida, com coberturas e serviços diferenciados.
Entre os serviços diferenciados oferecidos pelo Liberty Buffets estão inclusos:
– Conserto de Porta Ondulada (disponível nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro), que visa garantir o envio de um profissional para reparo paliativo da porta para segurança do estabelecimento, envolvendo reparo no conjunto de trancas, chaves e fechaduras e ainda lubrificação e limpeza dos trilhos e do conjunto mecânico.
– Conserto de Ar-Condicionado: no qual a companhia disponibiliza um profissional para limpeza, ajuste e pequenos reparos em caso de quebra de aparelhos de ar-condicionado da empresa (excluído aparelho de ar central).
– Gerador Provisório: nos caso de falta de energia que impossibilite o funcionamento da empresa, será disponibilizado um gerador provisório para restabelecer a energia do local.
– Conserto de Eletrodomésticos (Linhas Branca e Marrom): que garante o envio de profissionais para o conserto de eletrodomésticos com até 10 anos de fabricação em todo território nacional (inclui mão-de-obra, materiais e peças).
A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br), em parceria com o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), oferece condições especiais para seus clientes participarem da 11ª Semana de Museus, que ocorre entre os dias 13 e 19 de maio. Dessa forma, segurados da empresa e um acompanhante ganharão descontos, ou até mesmo isenção, em ingressos para 19 museus, nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Paraty (RJ), Petrópolis (RJ), Belo Horizonte (MG), São João Del Rei (MG), Ouro Preto (MG), Sabará (MG), Diamantina (MG) e Serro (MG).
Conforme explica Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro, os descontos serão concedidos nas bilheterias dos museus participantes da ação, mediante a apresentação da carteirinha de segurado ou comprovante equivalente. “Com essa iniciativa queremos facilitar o acesso às ações que contribuem para promover a cultura em nosso país, além de proporcionar mais entretenimento aos nossos clientes”, ressalta.
A Semana de Museus ocorre em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio). Na ocasião, os museus brasileiros oferecem uma programação em torno de um mesmo tema, que esse ano é “Museus (Memória + Criatividade) = Mudança Social”. Confira os locais onde clientes Porto Seguro e acompanhante ganham desconto ou isenção em seus ingressos:
São Paulo
Capital: Museus da Casa Brasileira, de Arte Sacra, Lasar Segall + Cine Club (Filmes), Fundação Maria Luísa e Oscar Americano e MASP.
Rio de Janeiro:
Capital: Museus da República, Nacional de Belas Artes, Casa de Benjamin Constant, de Arqueologia/Socioambiental de Itaipu, Castro Maya – Chacará do Céu e Castro Maya – Museu do Açude;
Paraty: Museu Forte Defensor Perpétuo;
Petrópolis: Museu Imperial.
Minas Gerais:
Belo Horizonte: Museu de Artes e Ofícios;
São João Del Rei: Museu Regional São João Del Rei;
Ouro Preto: Museu da Inconfidência;
Sabará: Museu do Ouro;
Diamantina: Museu do Diamante;
Serro: Museu Regional Casa dos Ottoni.
A Segurar.com, primeira corretora totalmente online do Brasil, anuncia a ampliação de seu portfólio de produtos com o lançamento do seguro aéreo. Graças à parceria estabelecida entre a Segurar.com e a ACE Seguros – mundialmente reconhecida por prover soluções completas de seguros em diversos segmentos – já é possível contratar proteção para as viagens aéreas de forma rápida e sem burocracias no endereço www.segurar.com.
Destinada para quem faz viagens aéreas constantemente e se preocupa com a estabilidade da sua família, a apólice garante cobertura de até R$ 1 milhão em indenizações a familiares com planos a partir de R$ 14,90, disponíveis diretamente no site da Segurar.com. A cobertura contempla acidentes em voos domésticos e internacionais.
O seguro aéreo também pode ser contratado nas modalidades mensal, semestral ou anual, ótima opção para as pessoas que viajam com maior frequência e precisam de uma cobertura periódica. “Com os planos multi-trip, o segurado não precisará se preocupar em contratar um seguro a cada embarque, pois estará automaticamente coberto em todas as viagens”, explica Oswaldo Romano, CEO da Segurar.com.
Os serviços oferecidos pela Segurar.com contemplam também o Seguro Viagem que reúne diversos tipos de assistências, além das coberturas em caso de acidentes. No entanto, em acidentes aéreos a cobertura do Viagem não chega a R$ 1 milhão. “Recomendamos contratar ambos os seguros na hora de viajar”, explica Renato Spadafora, COO da Segurar.com. “Disponibilizamos uma maneira bem fácil de contratar o Seguro Aéreo junto com o Viagem, de forma a oferecer total cobertura”, explica. “A Segurar.com, que atualmente oferece os planos de assistência em viagens da Assist-Card, passará a oferecer este mesmo produto, porém com um grande diferencial: cobertura de vida de R$ 1 milhão por menos de R$ 25,00”, destaca.
Além do seguro aéreo, outros produtos também estão disponíveis no site da Segurar.com: Seguro Auto, Viagem, Residencial, Lar Protegido, Mulher Protegida, Vida, Responsabilidade Civil para contabilistas, empresários, engenheiros e médicos, Pet, Acidentes Pessoais, Diária Hospitalar e, futuramente, serviços de Assistência 24 horas para Autos, Residências e Funeral, Vida Diabetes, Gadgets, Estagiário, entre outros.
Estar preparado para atender a demanda da nova sociedade brasileira. Esse é, na verdade, o grande desafio da indústria de seguros, afirmou Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros e que assume hoje o comando da CNseg, a confederação das empresas de seguros, previdência privada aberta e títulos de capitalização. “Hoje representamos 6% do Produto Interno Bruto. Há poucos anos tínhamos uma participação de apenas 1%”, comenta, referindo-se aos valores de faturamento em prêmios de seguros gerais, de saúde suplementar, de previdência aberta e de capitalização.
Em 2012, a receita chegou a R$ 253 bilhões, segundo dados fornecidos pela CNseg. Rossi credita o avanço do setor a intensa atividade das seguradoras junto aos órgãos reguladores, que estimulam a criatividade das seguradoras para lançarem produtos para a nova sociedade brasileira. “Obviamente que todo esse movimento só aconteceu graças ao crescimento da economia, com 50 milhões de pessoas que passaram a ter algo a proteger”, comentou.
Isso mostra o grande passo que o setor já deu e mesmo assim ainda temos muito a conquistar, disse o executivo durante coletiva de imprensa realizada em Brasília. Para Rossi, ser a sexta economia do mundo e o décimo quinto maior mercado do mundo em seguro mostra o grande espaço que há para ser conquistado. “Hoje o seguro já está presente na vida do brasileiro. Planos de saúde e poupar para a aposentadoria já são objetos de desejos da população, segundo pesquisas realizadas pelas empresas. O que temos agora é de intensificar nossa oferta, com produtos e serviços adaptados para as necessidades dessa nova classe emergente”, disse.
O norte da gestão de três anos da nova diretoria da CNseg é seguir o trabalho que vinha sendo realizado por Jorge Hilário, advogado e conselheiro da SulAmérica, que se mantém na diretoria executiva da confederação. Aprovar o PrevSaúde e seguro popular, bem como ter uma melhor interação com o governo são os três grandes alvos de Rossi durante a sua gestão.
Rossi explica que as seguradoras exercem um papel fundamental em ofertar serviços em áreas que o Estado não consegue atuar sozinho, como previdência e saúde. “Dentro desse cenário, e o desafio que nos temos é continuarmos a rota de massificação de seguros iniciada com Jorge Hilário. Mostrar que o seguro é simples. Temos tentado, junto à Susep, fazer contratos mais simples, com menos termos técnicos, para que o produto seja entendido por todas as camadas sociais”.
O mercado de seguros brasileiro está em linha com as discussões internacionais, onde incrementar o dialogo com o poder público para explicar como funcionam as seguradoras é tido como algo prioritário para a segurança do bom funcionamento do setor. “O seguro, em todo o mundo, é um instrumento de longo prazo, com larga capacidade para investir em projetos interessantes, e rentáveis, e que podem servir para financiar o crescimento do país. “Estamos empenhados em fazer uma agenda de propostas para fomentar esse tipo de oportunidades para interagir com o governo”, citou.
Ele também enumerou que o setor conta hoje com 100 mil pessoas empregadas, sendo 40 mil funcionários de seguradoras e 60 mil corretores de seguros. “Pagamos R$ 1 bilhao em procedimentos médicos, desde unha encravada até uma situação de emergência em UTI. Cerca de 500 mil brasileiros nasceram com custos arcados pela saude suplementar”.
Rossi está confiante de que o setor manterá o ritmo de crescimento acima da economia brasileira. “Pelos números do primeiro trimestre, estamos na rota certa”, disse. Quanto a inflação, que já preocupa muito todos os setores e também o governo, Rossi disse que isso não tira o sono dos especialistas do setor. “Mas é claro que está no nosso radar”.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), em Portaria Conjunta publicada no Diário Oficial desta terça-feira (7/5), ampliaram e alteraram a composição do Grupo de Trabalho com a finalidade de estudar e propor alterações normativas referentes ao Seguro Garantia Estendida. Além dos servidores da Susep e Senacon, participam do grupo, que terá 20 dias para a conclusão dos trabalhos, técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e do Ministério da Fazenda
Também participam dos trabalhos representantes da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV).
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.