O Paraná Banco informou que o retorno com as operações de seguros contribuiu com 17,2% do resultado consolidado da instituição, que registrou lucro líquido contábil de R$ 39,5 milhões no primeiro trimestre do ano, o que representa um aumento de 6,7% na comparação com o resultado do mesmo período em 2012. O lucro líquido da JMalucelli Seguradora foi de R$ 9,22 milhões no primeiro trimestre, alta de 35,3% sobre o mesmo período do ano passado e de 9,9% em relação ao último trimestre de 2012.O volume de prêmios emitidos, incluindo seguro DPVAT e garantia, foi de R$ 75,4 milhões, 28,3% superior ao dos últimos três meses do ano passado.
Seguros participa com 17,2% do ganho do Paraná Banco
Workshop Encontro FenaSaúde e Imprensa
Desafios Econômicos e Jurídicos da Saúde Suplementar é o tema do evento do dia 15
A FenaSaúde realiza, no dia 15 de maio, no Hotel Atlântico Business, no Rio de Janeiro, o workshop “Encontro FenaSaúde e Imprensa – Desafios Econômicos e Jurídicos da Saúde Suplementar”.
Tendo os jornalistas como público alvo, o evento terá início às 9h30 com café de boas-vindas, seguido de apresentação do presidente da FenaSaúde, Marcio Coriolano. Posteriormente, falarão o consultor em Seguros e Previdência da Price waterhouse Coopers Carlos Eduardo Silva Teixeira, sobre conceitos básicos do seguro saúde, e a professora da Universidade Paulista – UNIP Angélica Carlini, sobre o panorama da judicialização no setor.
Antes do almoço, que será servido às 12h50, o diretor-executivo da FenaSaúde José Cechin abordará a questão dos custos crescentes e o impacto nas operadoras de planos de saúde no Brasil.
Tokio Marine registra crescimento de 20,5% no Seguro Auto Frota no primeiro quadrimestre
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A Tokio Marine Seguradora comemora o excelente desempenho do seguro Auto Frota no início deste ano. O produto apresentou significativo crescimento em todas as regiões, com destaque para Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Centro Oeste. No total, a companhia fechou o primeiro quadrimestre com produção de mais de R$42 milhões no ramo, com crescimento em prêmios emitido de 20,5% superior ao obtido no mesmo período de 2012. Atualmente, a produção do Auto Frota corresponde a 11% do prêmio da carteira de Auto da Seguradora.
“O desempenho é resultado dos investimentos da Tokio Marine no aprimoramento de serviços e, também, dos diferenciais do produto. Estamos muito satisfeitos com os resultados e temos boas perspectivas para este ano”, afirma o Diretor Executivo de Massificados, Marcelo Goldman.
De acordo com o executivo, a Seguradora oferece ao mercado uma solução completa, com a possibilidade de customização adequada às necessidades de cada cliente. O Seguro Auto Frota Tokio Marine contempla assistência completa e VIP, com opção de quilometragem ilimitada de reboque para veículos de passeio e pick-ups, e customização como coberturas de blindados e serviço de vidros e, ainda, opções de troca de retrovisores, faróis e lanternas.
O seguro personalizado pode ser contratado por empresas com seis ou mais veículos. Além disso, o pagamento pode ser realizado em até sete vezes sem juros, o que garante mais comodidade aos clientes.
JMalucelli inaugura sede em Porto Alegre
O Grupo Segurador JMalucelli inaugura nova sede em Porto Alegre no próximo dia 15, buscando ampliar sua atuação e ganhar mais visibilidade no mercado espaço, alia conforto e modernidade para melhor atender corretores e clientes.
Na ocasião, será lançado o JM Empresarial PME, produto voltado ao segmento de comércio e serviços, além de comemorar o 18° aniversário da Seguradora de Garantia. A nova sede fica na Avenida Carlos Gomes, 222, no Bairro Auxiliadora, em Porto Alegre.
As cinco empresas do Grupo Segurador JMalucelli: JMalucelli Participações, Seguros e Resseguros, JMalucelli Controle de Riscos, JMalucelli Seguros, JMalucelli Resseguradora e JMalucelli Seguradora.
BR Insurance compra Omega, por R$ 13 milhões
A Brasil Insurance comprou o controle da paulistana Omega Corretora, que movimenta prêmios anuais de R$ 20 milhões, com a venda de apólices de benefícios, como saúde, vida, viagem e dental. O valor a ser pago é de R$ 13 milhões, dos quais 40% serão pagos em dinheiro e o restante em ações da Brasil Insurance, informou a empresa em comunicado ontem. Esta é a 21a. aquisição da holding de corretores listada em bolsa, com investimentos de R$ 375 milhões.
Generali tem lucro 6,3% maior no mundo e arruma a casa para crescer no Brasil
A Generali divulgou lucro líquido de € 603 milhões (U$ 792 milhões) no primeiro trimestre de 2013, 6,3% acima dos € 567 milhões no mesmo período de 2012. O CEO mundial, Mario Greco, afirmou ser o melhor resultado do grupo em quatro anos. O segmento de seguros gerais registrou melhora de 1,8 ponto percentuais no índice combinado, para 93,6%.
O crescimento do lucro veio apesar de uma queda de 5% nos prêmios ganhos, para € 16,2 bilhões e uma queda de 11,5% no total das receitas, para € 22,3 bilhões. A redução nas receitas foi compensada por uma queda de € 3 bilhões em despesas para € 21,3 bilhões. Ao assumir a empresa em agosto de 2012, Greco revelou planos de vender, no valor de € 4 bilhões, ativos não ess enciais como parte de seu plano de recuperação. A empresa está em processo de venda da operação de vida nos EUA. A francesa SCOR e a americana RGA estão competindo para comprar a resseguradora da Generali. “Estamos nos estágios iniciais de nossa jornada e estamos no caminho certo para entregar nossas meta”, disse Greco em comunicado.
Apesar de não citar o Brasil, país visitado recentemente e que conhece muito bem por ter sido o CEO da América Latina da Zurich, Greco tem boas as expectativas com a operação local, comandada pelo português, responsável pelo início das operações do Lloyd`s of London no Brasil, José Ribeiro, que assumiu a presidência da Generali no Brasil há quase um ano. “Nossa meta é atingir R$ 1 bilhão em receita até o fim de 2014”, promete ele, que quer reduzir o gap de ser uma das maiores do mundo e uma das menores do Brasil.
Para conquistar tal meta, Ribeiro arrumou a casa, contratou novos executivos, se desfez de contratos deficitários e definiu como estratégia “pescar num mar com menos pescadores”. Segundo ele, o foco é criar produtos diferenciados e atuar em segmentos com poucos competidores, transformando riscos ruins em bons negócios. “Para tudo há um preço. Riscos ruins podem ser bons riscos se forem bem gerenciados”, diz. A equipe já está em busca de riscos que hoje não encontram coberturas para serem estudados e precificados.
O grupo também ousou em absorver as carteiras de seguro de carros das cooperativas, conhecidas como “seguro pirata”no mercado. A Susep vem fechando o certo às cooperativas, pois elas atuam como seguradoras sem serem fiscalizadas e reguladas. Diante disso, a Generali aproveita o momento e, por meio de parceria com associações, fez sua atuação em seguro de carro praticamente crescer 100% em 2012 em massificados, avanço liderado por automóveis. “Em 2013 vamos crescer 100% também, comprando as carteiras das associações. Começamos por Minas Gerais, mas vamos avançar em todo o Brasil. É um mercado imenso, com mais de 2 milhões de itens”, assegura o CEO da Generali no Brasil.
Já os riscos corporativos ficaram estáveis, em razão da limpeza feita na carteira.Mas a expectativa é grande para os próximos anos. O grupo renegociou contratos de resseguro, triplicando a capacidade para assumir riscos, para atender mais rapidamente as demandas de grandes e médios riscos e já se preparou para conquistar boa parte das micro e pequenas empresas com contratos sob medida. Além disso, o grupo vai buscar clientes mundiais da Generali presentes no Brasil, o que deverá ajudar a fortalecer o grupo localmente, uma vez que a seguradora é uma das maiores do mundo.
Microsseguro é uma área nova no Brasil e que requer muito investimento, segundo Ribeiro. Por isso, o projeto de entrar nesse segmento deverá aguardar um pouco mais. Pelo menos até a seguradora atingir o break even, ou seja, a dar lucro no Brasil. “Em 2013 vamos reverter o prejuízo em lucro”, aposta. Em 2012, a companhia registou uma receita com prêmio de seguro de R$ 433 milhões, avanço de 42,4% em relação ao ano anterior. A seguradora, porém, apresentou um prejuízo de R$ 45,5 milhões no período. O índice combinado sinaliza que em 2013 a situação deve melhorar, ao recuar dez pontos, para 78%, de 2011 para 2012.
O grupo italiano também pretende trazer ao Brasil inovações, tanto para clientes como para corretores, o principal canal de distribuição da companhia. “Sem inovação é praticamente impossível crescer num mercado tão concorrido”, reconhece. Neste ano, o grupo pretende abrir 22 escritórios de atendimento ao corretor, em mercados onde nunca atuou, do Nordeste ao Sul do Brasil. Por enquanto, a meta é crescer de forma orgânica. Porém, bons negócios serão sempre analisados, informa Ribeiro.
Um dos projetos pilotos vem sendo testado na Itália e outros importantes países em que está presente, como o “pay how you driver”. Trata-se de um seguro de carro calculado de acordo com o modo de dirigir da pessoa, já usado na Itália e Inglaterra. Um chip armazena dados como brecadas bruscas, velocidade entre outros, gerando um valor de seguro mais adequado ao tipo de motorista. Obviamente beneficia os bons motoristas, alvo de todas as seguradoras.Quem pouco usa o carro também será beneficiado, pois a quilometragem rodada tem importante peso na precificação.
Mongeral Aegon promove programa de intercâmbio Summer Job
A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, promove um intercâmbio diferenciado para os brasileiros que cursam MBA no exterior. Durante os três meses das férias de verão nos países em que estudam, alunos de grandes universidades estrangeiras, como University of Navarra – IESE Business School, na Espanha, Duke University – Fuqua School of Business e University of Pennsylvania – The Wharton School, nos Estados Unidos, trocam o descanso por um contrato de trabalho temporário na sede da seguradora, por meio do programa Summer Job.
“O objetivo é permitir que esses brasileiros, em curso de especialização no exterior, coloquem em prática esse conhecimento diferenciado que estão absorvendo em sala de aula, importando o know hall adquirido aos projetos estratégicos nos quais atuarão em nossa companhia. destaca a gerente de RH, Luciana Rosa.
Para o superintendente financeiro da Mongeral Aegon, Cláudio Pires, que será um dos primeiros gestores a receber um profissional vindo de fora, a expectativa é grande. “É interessante poder contar com o conhecimento de um profissional que chega à empresa trazendo a experiência adquirida em algumas das maiores universidades do mundo”.
O programa começou a ser estruturado no final de 2011 e, no ano passado, foram promovidos encontros com os alunos das universidades. Os interessados participaram de uma seleção que incluiu desde a análise do currículo até uma entrevista, feita por videoconferência, com os profissionais da seguradora. A depender do desempenho, os profissionais têm possibilidade de efetivação após a conclusão do curso.
Brasilcap traz objetos pessoais de Elvis para Porto Alegre
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A Brasilcap, empresa líder em capitalização, está patrocinando a vinda da exposição The Elvis Presley Experience para o Brasil. A partir da próxima quarta, diversos objetos pessoais do cantor estarão expostos em Porto Alegre: o telefone de ouro do seu quarto, a sua carteira com os cartões, os seus discos, as luvas de boxe que ganhou de Muhamad Ali, a farda usada no exército e até o emblemático carro MG vermelho usado no filme “Blue Hawaii”. Vários outros objetos pessoais estão incluídos na exposição, que está sendo realizada em parceria com a Elvis Presley Enterprise Inc, que administra todo o acervo do cantor no museu de Graceland, e a 2Share Entertainment, empresa que viabilizou a vinda ao Brasil da exposição.
Allianz patrocina Encontro Econômico Brasil-Alemanha
A Alemanha é o principal parceiro europeu do Brasil e o quarto maior no mundo. Nos últimos oito anos, o comércio entre os dois países obteve resultados positivos: passando de US$ 11,2 bilhões em 2005 para US$ 21,5 bilhões em 2012. Período em que o país alemão reduziu suas exportações para a União Europeia e passou a investir em novos mercados, principalmente entre as economias emergentes. Em 2012, o Brasil exportou US$ 7,2 bilhões e importou US$ 14,2 bilhões, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O potencial comercial entre os dois países será tema do Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2013, realizado pela CNI em conjunto com a congênere alemã, Bundesverband der Deutchen Industries (BDI), com apoio da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK).
No Brasil há 109 anos, a Allianz é patrocinadora do evento e apoia o estreitamento das relações econômicas entre os dois países. “O Encontro Brasil-Alemanha reúne empresariado de duas importantes economias, que se complementam entre si, para que as parcerias resultem em ganhos para ambos os lados. A Allianz está disposta a auxiliar o debate entre o governo brasileiro e o governo alemão junto à classe empresarial de ambos os países de forma a favorecer acordos comerciais”, afirma o diretor de Relações Institucionais da Allianz, Ingo Dietz.
Para abertura do encontro são esperados o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, e a presidente Dilma Rousseff. Os dois representantes vão dar início, oficialmente, a programação do ano da Alemanha no Brasil. Durante os dois dias de evento, políticos, empresários e especialistas de ambos os países debaterão temas como oportunidades de negócios para pequenas e médias empresas, infraestrutura, energia e inovação.
Serviço:
31º Encontro Brasil Econômico Brasil Alemanha
Data: 13 e 14 de maio
Local: Centro de Convenções World Trade Center, em São Paulo
Reservas da capitalização crescem 15,5%
O mercado de capitalização ultrapassou os R$ 23 bilhões em reservas técnicas já no primeiro trimestre do ano. O valor total aplicado, e que garante a devolução dos recursos dos clientes dos títulos de capitalização, cresceu 15,5% em relação ao mesmo período de 2012. De janeiro a março, o faturamento do setor avançou 18,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 4,5 bilhões.
No mesmo período, foram distribuídos mais de R$ 219 milhões em premiações, cerca de 12,5%, a mais que em 2012. O valor devolvido aos clientes em forma de resgate alcançou R$ 2,8 bilhões nestes três primeiros meses do ano. Apesar das incertezas a capitalização continua uma trajetória de crescimento, apresentando resultados históricos como das reservas. Foi o maior crescimento dos últimos cinco anos. Nossa expectativa é continuar nesse ritmo, com produtos flexíveis e acessíveis, particularmente para as classes C e D”, assinala Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap – Federação Nacional de Capitalização.




