A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, fechou uma parceria com o Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais no Estado do Rio de Janeiro (Sinfito RJ). O objetivo é disponibilizar os planos de seguro com cobertura Diária por Incapacidade Temporária (DIT), Previdência e Renda por Invalidez para os profissionais sindicalizados.
“O DIT é um seguro muito contratado por profissionais liberais, pois cobre o pagamento de uma quantia por dia de afastamento do trabalho causado por acidente ou doença. Entre os 600 mil clientes da seguradora, 15% possuem a cobertura. Já a Previdência e a Renda por Invalidez são dedutíveis do Imposto de Renda”, afirma Andreia Macedo, gerente comercial da Mongeral Aegon.
Confira as características e os benefícios dos produtos:
– DIT: o segurado conta com o pagamento de uma indenização diária, para pessoas de 18 a 65 anos, em caso de afastamento temporário do trabalho, por acidente ou doenças conhecidas como “do trabalho”, como LER/DORT. Se comprovada, indeniza até 100% da renda média mensal comprovada e a cobertura vai até os 70 anos de idade, além de indenização por morte ou invalidez por acidente.
– Previdência: o usuário pode optar entre dois modelos: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) ou o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). O primeiro é ideal para quem declara Imposto de Renda (IR) pelo modelo completo, tem imposto a pagar e contribui para a previdência social; já o VGBL é voltado para quem declara o IR pelo modelo simplificado, para quando as contribuições para a previdência excedem o limite de dedução de 12% da renda bruta e para quem quer deixar herança.
Os PGBLs e VGBLs da Mongeral Aegon possuem algumas vantagens em relação aos planos similares do mercado, como zero de taxação na entrada, ou seja, 100% do montante investido serão destinados à reserva do cliente, e são multifundos. Assim, o cliente pode optar por investir livremente o dinheiro aplicado em um ou mais fundos entre as cinco opções oferecidas pela companhia, com perfis que variam do mais conservador ao mais agressivo, com a possibilidade de movimentar os recursos entre os fundos sem encargos ou carências.
– Renda por Invalidez: é uma previdência para pessoas de 18 a 60 anos, que prevê o pagamento de uma renda vitalícia, caso ocorra uma invalidez total e permanente até os 70 anos. O plano prevê a possibilidade de deduzir as contribuições da sua base tributável até o limite de 12% da renda bruta anual.
Matéria publicada pelo Globo traduz o resumo do estudo da Geneva Association, divulgado ontem. O estudo completo pode ser acessado no portal da entidade.
Íntegra da tradução do Globo
As mudanças climáticas têm tornado mais frequentes e imprevisíveis os eventos climáticos extremos, o que obriga as seguradoras a mudar a forma como avaliam o risco de desastres naturais que afetam uma área específica, alertou esta segunda-feira (24) o centro de pesquisas de políticas públicas Geneva Association.
“As abordagens tradicionais, que são exclusivamente baseadas em dados históricos, falham cada vez mais em estimar as probabilidades de riscos atuais”, alertou o grupo especializado em questões de gestão de risco e seguros em áreas estratégicas.
“É necessária uma mudança de paradigma dos métodos de avaliação de risco”, reforçou, acrescentando que a indústria de seguros precisa apoiar a pesquisa científica para obter uma compreensão maior de quando e onde ocorrerão os desastres relacionados ao clima. Segundo um relatório das Nações Unidas divulgado na semana passada, as catástrofes naturais custaram ao mundo US$ 2,5 trilhões até agora neste século, o que é muito mais do que o estimado anteriormente.
O diretor da Geneva Association, John Fitzpatrick, afirmou que o aquecimento dos oceanos do mundo e a elevação do nível do mar foram um gatilho crucial para eventos climáticos extremos. Só neste século, catástrofes naturais custaram ao mundo US$ 2,5 trilhões, segundo relatório da Organização das Nações Unidas
Olhar no passado e na ciência
No relatório de 38 páginas, intitulado “Aquecimento dos Oceanos e Implicações para a Indústria do (re)seguro”, a Geneva Association reforçou a necessidade de que as seguradoras não observem apenas dados históricos, mas também compreendam as “mudanças nas dinâmicas dos oceanos e a complexa interação entre o oceano e a atmosfera”.
Essa interação, destacou, é “a chave para compreender as mudanças atuais na distribuição, frequência e intensidade dos eventos extremos globais relevantes para a indústria dos seguros, tais como ciclones tropicais, inundações e tempestades de inverno extratropicais”.
O estudo, liderado por Falk Niehorster, da Iniciativa de Previsão de Risco do Instituto de Ciência Oceânica das Bermudas, admitiu que o principal gatilho dos custos de seguro em alta está relacionado a fatores sócioeconômicos, como o número crescente de moradias para os mais ricos construídas em áreas costeiras e planícies alagadiças.
Contudo, destacou que a falta de dados históricos para prever catástrofes no futuro, assim como teorias concorrentes entre cientistas sobre quando e onde elas vão ocorrer, também dificulta aos seguradores estimar precisamente os riscos.
A melhor forma de assegurar que “riscos ambíguos” permaneçam assegurados, destacou o estudo, é que a indústria dos seguros ajude a promover a mitigação hoje. Ela também deveria “desempenhar um papel ativo em aumentar a conscientização para os riscos das mudanças climáticas através da educação”, concluiu.
O Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo está com as inscrições abertas de 24 de junho até 30 de agosto de 2013, para matérias jornalísticas cujo tema envolva sustentabilidade – mudanças ambientais – ou seguros. São oito subcategorias que abrangem reportagens em impressos e on-line, além de TVs e rádios. Estas duas últimas são exclusivas para o tema sustentabilidade, que também abrange a categoria especial de Comunicação Corporativa.
Podem concorrer trabalhos veiculados entre 1º de setembro de 2012 a 30 de agosto de 2013. Os interessados em participar só precisam acessar o site www.allianz.com.br, e abrir o link do Prêmio. Não há restrição de número de matérias por jornalista. Não podem concorrer reportagens que tenham informações sobre uma única empresa ou sobre sua atuação no mercado, assim como matérias cujo tema principal seja previdência privada.
Após o encerramento das inscrições, em 30 de agosto, os materiais serão avaliados dois comitês independentes, sendo o primeiro de Seleção e Julgamento e o segundo de Premiação, composto por jornalistas e especialistas em cada tema. Não há qualquer envolvimento da Allianz Seguros na decisão dos finalistas e premiados. A cerimônia de entrega dos prêmios acontece em novembro, na capital paulista, e cada ganhador receberá R$ 15 mil.
Categoria Especial Comunicação Corporativa
A Categoria Especial Comunicação Corporativa é voltada aos trabalhos desenvolvidos dentro das corporações com o objetivo de incentivar e informar o público interno sobre questões socioambientais. Em 2013, além de reportagens em linguagem escrita, passam a concorrer matérias em linguagem audiovisual – TVs e rádios corporativas – e “cases” em sustentabilidade.
Apenas para essa categoria serão aceitos trabalhos que mencionem somente uma empresa.
Prêmio Allianz
O Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo está em sua sétima edição e tem o intuito de reconhecer reportagens sobre o setor de seguros e matérias que estimulem o debate e auxiliem no esclarecimento da sociedade sobre os impactos econômicos, políticos e sociais das questões ambientais.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail imprensa@allianz.com.br ou no telefone (11) 3083-1242. O regulamento completo está disponível no site da seguradora.
O mercado de resseguro já superou a fase de adaptação e agora se depara com novos desafios, principalmente, no processo de regulação de sinistros, diz a advogada especialista em resseguro internacional Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, sócia da JBO Advocacia.
Dados atuais sobre o desempenho do mercado de resseguro sinalizam que o desafio inicial de adaptação ao mercado livre já foram superados. Atualmente, o setor é formado por mais de 100 empresas, sendo 14 resseguradoras locais, 29 admitidas e 60 eventuais. Entre 2008 e 2011, o mercado de resseguros no Brasil arrecadou cerca de R$ 18,5 bilhões, de acordo com levantamento da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber).
“O estágio de adaptação já passou e agora o mercado está funcionando em franca expansão, estabilizado e mais operacional”, diz Marcia Cicarelli Barbosa de Oliveira, sócia da JBO Advocacia. Mas, se por um lado o resseguro brasileiro tem evoluído rapidamente, com maior faturamento e novos players, por outro, a advogada aponta novos desafios pela frente. “Os problemas agora são relacionados a contratos, renovações, regulação de sinistro, estes inerentes à nova fase do mercado”, diz.
A regulação de sinistros, segundo ela, pode ser um dos maiores desafios do resseguro, especialmente no momento atual, em que estão em curso diversos eventos de infraestrutura no país, os quais provocarão, naturalmente, o aumento da sinistralidade. Marcia Cicarelli chama a atenção para as consequências do não cumprimento de determinadas cláusulas do contrato de resseguro. Um exemplo são as Cláusulas de Assistência, Cooperação e Controle de Sinistros (CCC), que podem impactar na relação entre segurador e ressegurador.
Ressegurador na regulação
As CCC são cláusulas eventualmente exigidas pelos resseguradores em seguros de grandes riscos, normalmente na colocação de resseguros facultativos. Mas o ponto nevrálgico, a seu ver, está em trechos como o seguinte: “(…) Ressegurador exercerá, a qualquer momento, o direito de assumir o controle total das investigações, perícias e liquidações de quaisquer sinistros notificados (…)”. O problema é que a nomeação de peritos e reguladores por resseguradores traz inúmeras implicações, a começar pelo desconhecimento do mercado brasileiro, suas regras e legislação. Os pontos afetados são os prazos de elaboração de relatórios e pareceres e a exposição das seguradoras a riscos jurídicos.
A advogada pondera que, de um lado, as cláusulas de controle de sinistro devem ser exercidas pela resseguradora sem excluir a seguradora da regulação, porque é esta, afinal, que responde perante o segurado. Mas, de outro lado, observa que, em muitos casos, a seguradora colabora para uma situação de desconfiança ao deixar de fornecer todas as informações à resseguradora. “Advogo para resseguradoras estrangeiras e vejo como ficam em pânico, às vezes, pela falta de informação, por não saberem ou não entenderem o que está acontecendo”, diz.
Perda de indenização
Marcia Cicarelli explica que a inserção de obrigações de notificação e informação em cláusulas de controle e cooperação de sinistros, como as conditions precedent (condições precedentes), são práticas reiterada nos contratos de resseguro. Todavia, tais cláusulas, quando interpretadas sob a égide do direito brasileiro, segundo ela, não têm o mesmo efeito do direito inglês. A advogada esclarece que as cláusulas mais comuns são as claims control e claims cooperation clauses (cláusulas de controle de sinistros e cooperação em sinistros). “Na prática de mercado, tais cláusulas, quando alçadas à qualidade de condições precedentes à responsabilidade da resseguradora no âmbito de um contrato de resseguro, se inobservadas, podem ensejar o declínio da indenização ressecuritária”, adverte.
Nos mercados internacionais, em especial no inglês, a violação de uma condição precedente desonera automaticamente a resseguradora da obrigação assumida no contrato de resseguro. Entretanto, no Brasil, a condição precedente não tem o mesmo efeito. Segundo Marcia Cicarelli, o Poder Judiciário tende a resolvê-la em perdas e danos, de acordo com o prejuízo demonstrado, e não com a desoneração automática da obrigação assumida pela resseguradora.
Isso porque o Código Civil não contempla o conceito de condição precedente, mas apenas o de condição suspensiva (os efeitos do negocio jurídico ficam suspensos até que ocorra a condição) e resolutiva (o negocio jurídico vigora até que esta se implemente). “Para que a condição precedente tenha efeito similar a do direito inglês é necessário que a cláusula seja redigida de forma a explicitar com clareza as obrigações a cargo da ressegurada – de notificação imediata do sinistro, de envio de informação, de concordância prévia para o pagamento ou negativa de indenização etc.- e os efeitos decorrentes do seu eventual descumprimento”, afirma.
Nesse contexto, ela ressalta o importante papel da assessoria jurídica. “Os advogados podem colaborar para o sucesso da regulação de sinistros, revisando os termos dos contratos de resseguro, que muitas vezes contém cláusulas mal traduzidas ou contraditórias, e participando do processo, para assegurar que o fornecimento de informações e outras previsões contratuais sejam satisfatoriamente cumpridos pelas partes”. Para Marcia Cicarelli, muito existe ainda a ser melhorado no resseguro brasileiro. “Mas o importante é que o mercado está caminhando”, afirma.
A Liberty Seguros, idealizadora do projeto Sinal Livre, realizou no último dia 22 de junho em Salvador, em parceria com a Escola Olodum e com a Secretaria Cidade Sustentável da Prefeitura de Salvador, uma ação ao redor do Estádio Fonte Nova para incentivar os torcedores a ter atitudes corretas que melhorem a mobilidade urbana. Cerca de 15 jovens do Ensino Médio municipal ficaram nos cruzamentos próximos ao estádio orientando a locomoção segura dos pedestres, ciclistas e motoristas.
Desenvolvido em parceria com a Lynx, agência de consultoria socioambiental da Holding Clube, o projeto Sinal Livre tem como base três temáticas: a mobilidade verde, estimulando a escolha de meios de locomoção que causem menor impacto ao meio ambiente; a fluidez, reforçando o respeito de todos dentro dos espaços de deslocamento nos grandes centros urbanos; e a segurança no trânsito, trabalhando efetivamente na prevenção dos acidentes. O Sinal Livre – Andar com responsabilidade é andar seguro, tem como objetivo a difusão de boas práticas para estimular o engajamento e a conscientização das pessoas para uma locomoção mais segura. Mais informações sobre o projeto acesse o site www.projetosinallivre.com.br.
Daniel Gonzalez é o mais novo Chief Operating Officer (COO) da ACE Brasil. O executivo ingressou no departamento financeiro da empresa quando o Grupo ACE adquiriu uma das operações da Cigna, onde ele atuava desde 1984. Em 1996, Daniel havia sido promovido a CFO da ACE Argentina e, desde 2006, vinha exercendo esta mesma função na ACE Brasil.
A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça presente no Brasil há mais de 30 anos, apresentou, durante a 4ª edição da Zurich Corporate Conference, suas novas soluções e ferramentas em gestão e análise de riscos estratégicos na cadeia de suprimentos e na área de riscos cibernéticos para empresas brasileiras. O evento, realizado na cidade do Guarujá-SP, também contou com workshops e palestra com o economista Paulo Rabello de Castro.
Thomas Hürlimann, CEO mundial de Global Corporate da Zurich, destacou a importância da cadeia de suprimentos em um mundo corporativo cada vez mais globalizado. “A conectividade entre empresas é latente e isso faz com que a volatilidade na indústria de seguros cresça a cada minuto. Daí, temos a necessidade de prevenir perdas e reagir em caso de falhas ou atrasos.”
A necessidade de monitorar e analisar constantemente todos os processos que envolvem a cadeia de suprimentos são aspectos que devem ser levados em conta para minimizar os impactos negativos, explica Linda Conrad, diretora de Riscos Estratégicos da Zurich. “Em pesquisa realizada pelo Business Continuity Institute (BCI), em uma amostra de 200 companhias, constatou-se que 85% destas empresas tiveram pelo menos uma ruptura em sua cadeia de suprimentos. E, 50% dessas, tiveram mais do que um episódio de interrupção em sua cadeia.”, explica Linda Conrad.
Há mais de dez anos, o Grupo Zurich investe em ferramentas e soluções aos danos causados por interrupção de negócios na cadeia de suprimento ao redor do mundo. Linda ressalta que a o Grupo Zurich desenvolveu um produto específico para quebras na cadeia de suprimento, o “Supply Chain Insurance”, uma apólice com cobertura all risks, e que poderá chegar ao mercado brasileiro no decorrer do próximo ano.
A edição deste ano também contou com o Zurich Market Place, workshops que promoveram pequenas palestras onde executivos e corretores conheceram mais de perto algumas ferramentas e soluções que a Zurich Seguros oferece ao mercado corporativo. Confira:
Gestão de riscos em frotas automotivas – Na área de gestão de riscos em frotas de automóveis, a Zurich Seguros, além da cobertura tradicional da apólice, oferece consultoria especializada em quatro áreas distintas: direção preventiva, análise de sinistros, perfil do condutor/frota e região de atuação do cliente. “Durante a vigência da apólice nossa equipe acompanha e analisa todos os riscos que envolvem este importante setor. Fazemos visitas in loco, ou mesmo entrevistas, o que resulta em um melhor entendimento das particularidades de nossos clientes”, explica Luis Vitiritti, consultor de riscos de transportes e frotas da Zurich Seguros.
Aplicativo e Software de Gerenciamento de Riscos – Durante a conferência, a Zurich Seguros também apresentou o aplicativo “What if?”, ferramenta desenvolvida pela área de Riscos de Engenharia onde é possível visualizar de uma forma simples os impactos das recomendações e as respectivas melhorias no grading da operação das empresas. Carlos Cortês, superintendente de Engenharia de Riscos, explica o aplicativo é uma excelente ferramenta para tomada de decisões e também para prevenção, reduzindo os riscos nas plantas industriais.
Linda Conrad apresentou ainda o software “Velocity ERM”, programa que permite, de forma intuitiva e organizada, compilar o conjunto de ocorrências/sinistros que acontecem em uma empresa. E, com isso, facilitar o gerenciamento de riscos e direcionar, o gerente de riscos, na sua tomada de decisão.
Riscos cibernéticos estão no foco da Zurich Seguros – Mitigar e proteger os riscos de um mundo virtualmente conectado também são o foco da Zurich Seguros, que apresentou durante a 4ª edição da Zurich Corporate Conference seu mais novo seguro voltado para os ataques cibernéticos. O “Security & Privacy” deve chegar ao mercado no segundo semestre deste ano. Além de ataques cibernéticos, o seguro também irá cobrir fraudes dentro das empresas. Vale destacar que, somente nos Estados Unidos, o Grupo Zurich conta com mais de mil apólices emitidas.
Vinícius Jorge, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, ressalta a importância de se proteger as informações e os prejuízos que as falhas na área da Tecnologia da Informação podem causar aos negócios. “A necessidade de se mapear os riscos para reduzir os danos é imprescindível no mundo virtual e nosso produto chega ao mercado justamente para oferecer soluções na área de riscos cibernéticos.”, comenta Vinícius Jorge.
O Brasil é o segundo maior mercado de animais de estimação do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Quase 50% das casas brasileiras possuem pelo menos um cão ou gato, segundo pesquisa Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de produtos para Saúde Animal (Sindan).
O segmento de pets está em plena expansão. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em 2012, o setor gerou R$ 14,2 bilhões, respondendo por aproximadamente 0,30% do Produto Interno Bruto do País. São diversos itens já ofertados aos animais de estimação que vão desde roupas e brinquedos até planos de assistência médica.
Pensando nisso, a AIG acaba de lançar o seguro PET, uma proteção com coberturas para quem deseja oferecer mais segurança e carinho aos seus bichinhos. Com planos feitos especialmente para cães e gatos domésticos, a apólice, além de garantir indenização no caso da morte acidental do pet, cobre serviços emergenciais, despesas com funeral e/ou cremação, além de responsabilidade civil, protegendo o dono caso o animal de estimação cause a morte ou danos a terceiros, dano material a propriedade de terceiros, bem como, morte ou danos corporais a outros cães e gatos domésticos.
De acordo com Henrique Faria, Gerente de Personal Lines da AIG, o seguro foi desenvolvido justamente para evitar gastos inesperados, que geram preocupações aos donos. “Sabemos como os animais de estimação são importantes para as famílias brasileiras e temos consciência que os gastos com o funeral ou nos casos em que o dono tem que ressarcir um terceiro, são inesperados e na maioria das vezes alto, por isso criamos o PET AIG, uma cobertura que visa à tranquilidade do dono nessas horas complicadas”.
Um dos grandes diferenciais do produto da AIG é a cobertura de responsabilidade civil, que garante ao segurado o reembolso do valor gasto caso o animal provoque algum dano material ou corporal a terceiro. “O Seguro Pet AIG reembolsa o segurado caso ocorra algum destes imprevistos, dentro dos limites do plano contratado, garantindo ao dono do animal uma preocupação a menos”, afirma Faria.
Acrescentando uma informação importante ao texto da revista Apólice. Os clientes estão ligando para seus corretores para pedir a cobertura para tumultos. No entanto, isso deverá custar muito caro, diante do cenário de risco atual.
Prejuízo mesmo para toda a indústria de seguros mundial será se a FIFA cancelar o evento por falta de segurança. Apólice tradicional dos eventos da FIFA tem cobertura para isso, mas o valor cobre apenas uma parte dos danos. O grande prejuízo ficará por conta de toda a população. Novamente.
Segue a íntegra do texto da Apólice
Por Amanda Cruz, da Revista Apólice
As manifestações que tiveram início em São Paulo, nas últimas semanas, e se estenderam para muitas outras cidades do país despertam a dúvida: os danos causados pelos atos são cobertos pelo seguro?
Patrimônios, tanto públicos quanto privados, sofreram depredações. Lojas, bancos, e estações de metrô não ficaram ilesos pela ocupação das ruas. Sem contar os automóveis, que também sofreram depredações quando voltavam para casa com o trânsito totalmente parado.
No seguro de property as apólices geralmente cobrem apenas riscos como explosões de gás e quedas de raios, por exemplo. Para obter a cobertura contra tumultos é necessário realizar uma contratação à parte. Essa contratação muitas vezes não é divulgada, até porque há mais de 20 anos não se via uma movimentação como essa nas ruas.
A cobertura para tumultos funciona da seguinte maneira: caso a aglomeração gere confusões que saiam do controle e acabem por prejudicar algum patrimônio, ele estará coberto contra o acontecimento. Mesmo assim as seguradoras podem investigar e tentar diferenciar atos gerados pelo tumulto de atos isolados de vandalismo.
“Os casos de vandalismo podem ser excluídos, pois o ato significa um objetivo de depredação de quem o pratica. Sendo objetivada, a depredação deixa de ser apenas uma consequência do que está ocorrendo ao redor”, explica Fernando Valentim diretor de sinistros da Chubb. A premissa é que o seguro proteja alvos incertos e, nesses casos, a propriedade se torna um alvo comum. Mesmo assim, tendo a cobertura, o segurado ainda pode recorrer ao direito do consumidor em caso de negativa da indenização. As partes deverão avaliar com cuidado o ocorrido.
Nos ramos automóvel e vida não há grandes alterações. O seguro auto geralmente possui uma apólice abrangente, que assegura indenização em caso de vandalismo. O indivíduo que possui apólice de vida tem a indenização garantida, não importando em que local ele esteja.
Chegou o momento das seguradoras se voltarem para esses novos movimentos. O risco existe e deve ser observado com cautela, para que seja possível identificar quais setores têm maior necessidade desse tipo de cobertura. “Corretores, por sua vez, precisam também observar as necessidades dos clientes e oferecer produtos e coberturas extras que hoje não são difundidas no Brasil”, observa Rodrigo Protasio, vice-presidente da JLT.
Avaliação dos prejuízos
O valor exato dos danos causados ainda não foi divulgado, mas algumas estimativas já foram feitas. Conforme publicado pela Agência Brasil, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) divulgou que os prejuízos podem chegar a R$ 2 milhões. A informação foi fornecida pelo deputado Paulo Melo (PMDB).
Já em São Paulo, onde ocorreram saques e depredações a lojas, o grupo Magazine Luiza, que sofreu ataques em sua filial localizada na Rua Direita, divulgou em nota oficial que ajudará a Polícia nas investigações e que acredita que os saqueadores estavam infiltrados no ato popular. O grupo não divulgou o valor dos prejuízos.
No último dia 12, o Metrô de São Paulo também revelou seus números. Segundo a Secretaria de Transportes Metropolitanos o prejuízo alcançou a marca de R$109 mil.
A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização acaba de conquistar a marca de 1 milhão de curtidas em sua página no Facebook. Com uma ação de ativação consistente desde novembro de 2012, a fanpage tem atraído clientes, corretores e interessados pelo conteúdo informativo e promocional, atingindo um número de fãs inédito entre as páginas de seguradoras no Brasil.
Para tornar o ambiente online atrativo, a SulAmérica vem preparando publicações relacionadas aos serviços prestados pela seguradora, como cuidados com a saúde, dicas automobilísticas, manutenção residencial, educação financeira, entre outros. Além disso, concursos culturais foram realizados como forma de engajar os fãs. Recentemente, foram distribuídos ingressos para os musicais “Alô Dolly!” e “Galinha Pintadinha – Cadê Popó” aos autores das frases mais criativas das duas promoções.
“A marca de 1 milhão de fãs é importante para a SulAmérica, pois significa que o público está conectado com a empresa através do conteúdo publicado na página. Procuramos sempre utilizar esse espaço para informar sobre nossos produtos de maneira agradável e proporcionar envolvimento a partir dos variados conteúdos e promoções. Como próximo passo, iremos fazer da página um canal de relacionamento e atendimento para clientes”, comenta a superintendente de Marketing Digital, Luciana Froehlich.
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