A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, pioneira em seguros para energia renovável, participa pelo quarto ano consecutivo como patrocinadora do Brazil Windpower, o maior evento de energia eólica da América Latina.
A Companhia é líder mundial no segmento de energia renovável e acompanha sua evolução em todo o mundo há mais de 30 anos, com vasta experiência no desenvolvimento de soluções em seguros para geração de energia a partir de fontes renováveis.
“O Brasil continua sendo um mercado bastante promissor, com especial destaque para as novas oportunidades geradas pelo investimento crescente em energia eólica, e a RSA Seguros oferece ao mercado brasileiro soluções completas para todas as etapas dos projetos: desde o transporte dos primeiros equipamentos até o início da operação, passando pelas fases de construção e montagem dos empreendimentos”, afirma Ariel Couto, diretor comercial da RSA Seguros.
Com operações em 130 países, a RSA Seguros disponibiliza seus serviços a empresas do mundo inteiro, garantindo os empreendimentos eólicos onshore (em terra) e offshore (no mar).
A SulAmérica anunciou a unificação das áreas de Projetos Estratégicos, Inteligência de Mercado, CRM e Marketing em uma nova vice-presidência sob o comando do executivo Renato Terzi, que até recentemente ocupava a vice-presidência de Vida e Previdência. Em razão disso, Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente de Automóveis e Ramos Elementares, passa a liderar também as áreas de Vida e Previdência.
Trindade tem especialização em Seguros de Pessoas pela American College, da Filadélfia, Estados Unidos, e MBA pela Universidade de São Paulo (USP). Há mais de 30 anos no mercado, já presidiu uma companhia especializada em previdência e na SulAmérica foi executivo de diversas áreas entre elas Vendas, Marketing, Vida e Previdência, além de Auto e RE.
À frente da nova vice-presidência de Planejamento e Marketing, Renato Terzi terá como desafio buscar uma maior sinergia entre os diversos produtos da SulAmérica. Com mais de 18 anos de experiência no setor financeiro, o executivo, que está na SulAmérica há um ano, tem grande expertise em Marketing, Vendas, Tecnologia, Projetos e Planejamento. “Esta nova estrutura trará um nova fase para o modelo multilinha da companhia”, avalia o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. “Estou certo de que as experiências, o dinamismo e a competência destes dois brilhantes executivos farão toda a diferença para alcançarmos nossos objetivos”, finalizou.
Quantas pessoas não sonham com o imóvel próprio? Sair do aluguel e comprar a casa é o desejo de 57,6% dos integrantes da classe média, segundo pesquisa deste ano do Instituto Data Popular. Com a facilidade dos financiamentos, diversos cidadãos conseguem concretizar suas metas. Mas, um “balde de água fria” é jogado quando infiltrações começam a aparecer, rachaduras, entre outros problemas estruturais. Quem mais sofre são as pessoas de baixa renda, visto que o conserto será um gasto a mais, comprometendo o orçamento mensal.
Porém, o que diversos cidadãos não sabem é que têm o direito ao Seguro Habitacional. Segundo Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, ao financiar um imóvel, o consumidor é obrigado a escolher uma seguradora para fazer a apólice. “O Seguro Habitacional pago durante o período que o imóvel for financiado, é justamente para ressarcir o cidadão de futuros problemas e para garantir a integridade do mesmo para o banco caso for para leilão”.
Embora exista a apólice, os moradores não acionam por falta de divulgação e acabam “remendando” as trincas, os telhados, não solucionando quase nada. “Quando se adquiri um imóvel, a seguradora – que não é necessariamente a empresa que o cliente financiou a casa própria – tem que averiguar o estado do bem e fichar qual material foi usado. “Pois se for usado material de qualidade duvidosa, na primeira chuva, os bens serão atingidos e o cliente precisará estar ciente do tipo de construção”, explica Guilherme de Carvalho.
O advogado do G Carvalho Sociedade de Advogados comenta que outro fato comum nesses casos, é o consumidor acionar a seguradora e o problema não ser resolvido. “O morador pode entrar com uma ação para receber os valores que lhe é de direito”. Por fim ressalta que o consumidor não recebe o dinheiro e sim, o material, pois é para literalmente “arrumar a casa” e não para pagar as dívidas.
A Caixa Capitalização foi autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) nesta sexta-feira a elevar o capital social em R$ 30 milhões, sem a emissão de novas ações. O capital da companhia passa de R$ 150 milhões para R$ 180 milhões, mediante a capitalização da Reserva Legal, sendo dividido em 8.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. A decisão está em portaria publicada nesta sexta-feira, 30, no Diário Oficial da União (DOU) e no portal da Susep.
O consultor Francisco Galiza alerta para mais um estudo interessante sobre o setor. A classificadora de riscos AM Best acaba de divulgar um estudo sobre o mercado ressegurador mundial, denominado “Global Reinsurance – Segment Review, The Capital Challenge”.
Segundo o estudo,ressalta ele em seu artigo, nos últimos anos, apesar das diversidades dificuldades – catástrofes globais, recessão em muitas economias, maior volatilidade e queda nas taxas de retorno dos investimentos, entre outras – as resseguradoras mundiais tiveram margens de rentabilidade relativamente razoáveis. Agora, se delineia um novo desafio. Novos investidores (fundos de investimento, de pensão, etc) passaram a se interessar pelo setor, formando novas empresas ou não, aumentando com isso a capacidade e, assim, pressionando os preços.
No texto, há um capítulo especial sobre o Brasil. Nesse caso, alguns pontos se destacam:
Nos últimos anos, o excesso de abundância de capacidade das resseguradoras enfraqueceu os preços, o que desanimou um pouco os agentes.
Apesar disso, o potencial econômico do segmento ainda é muito bom. Por exemplo, novas obras de infra-estrutura, baixa probabilidade de catástrofes, pré-sal, ascensão da classe média, pequena penetração do seguro, todos esses são fatores favoráveis. Visando um melhor equacionamento de custo e ganhos de escala, o estudo aposta em fusões e aquisições no mercado ressegurador brasileiro nos próximos anos.
A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente no Brasil há mais de 30 anos, participou da Brazilian Risk Management Summit, evento realizado pela Revista Latam Insurance Review, nos últimos dias 22 e 23 de agosto, em São Paulo. O objetivo foi aprofundar uma série de discussões e debates sobre a importância da gestão de risco no cenário econômico e industrial.
No primeiro dia de evento, Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros, participou como moderador da mesa redonda de tema ‘Cadeia de Suprimento e interrupção de negócios’. De acordo com o executivo, o debate entre os convidados foi extremamente importante para promover a cultura da gestão de risco. “Durante a mesa redonda, pudemos compreender os possíveis impactos financeiros, econômicos e no market share que as empresas podem sofrer como resultado da interrupção na Cadeia de Suprimentos”, revela Carlos Cortés.
O executivo de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros ainda destaca que a economia globalizada, na qual as empresas estão interligadas na chamada cadeia de suprimento, exige uma análise criteriosa dos riscos. “É extremamente importante analisar todas as vulnerabilidades que envolvem a cadeia de suprimentos e implementar planos que garantem a continuidade do negócio”, revela o executivo da Zurich Seguros. Carlos Cortés ainda ressalta que um dos maiores problemas enfrentados na América Latina está relacionado ao roubo de carga, no entanto as empresas não devem limitar o seu escopo, pois é importante enxergar o cenário completo. Para Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros,
o debate entre os convidados foi importante para promover a cultura da gestão de risco
Riscos emergentes – Já no segundo e último dia da Brazilian Risk Management Summit, a Zurich Seguros esteve presente para debater sobre os chamados riscos emergentes, novas áreas potencialmente expostas ao risco. De acordo com Vinícius Jorge, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, os desafios emergentes para o Gerenciamento de Risco Corporativo são exponencialmente os riscos cibernéticos e regulatórios. “A prevenção contra ataques cibernéticos e a mitigação dos possíveis prejuízos relacionados às mudanças regulatórias são fatores fundamentais para gestão de riscos nas empresas”, comenta Vinícius Jorge.
O Superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros destaca a importância de se proteger as informações e os prejuízos que as falhas na área da Tecnologia da Informação podem causar aos negócios. “A necessidade de mapear os riscos para reduzir os danos é imprescindível no mundo virtual e saber lidar com situações adversas é fundamental”, conta.
Em relação aos riscos regulatórios, Vinícius Jorge destaca questões como alteração nas políticas regulatórias por parte do governo. “Um exemplo bem claro de risco regulatório foi justamente a alteração do preço da energia elétrica, por parte do Governo Federal, que ocasionou mudanças na cadeia produtiva”, finaliza o Superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros.
Centrada em torno de uma série de discussões aprofundadas e debates em diversos painéis, o evento de dois dias forneceu uma visão abrangente do cenário da indústria e as principais oportunidades e desafios que afetam os gestores de risco nos dias de hoje.
A Mitsui Sumitomo Seguros obteve no primeiro semestre de 2013 lucro líquido de R$ 2,6 milhões, uma significativa evolução quando comparado ao prejuízo de R$ 9.5 milhões publicado no mesmo período de 2012. Segundo Helio Kinoshita, vice-presidente & COO da Mitsui Sumitomo Seguros, a melhora do resultado é decorrente dos investimentos em capital humano, readequação de produtos não rentáveis, e da melhora do processo de subscrição de riscos. “Citando como exemplo de melhoria de performance, o produto Automóvel teve a sua sinistralidade reduzida de 79,8% em 2012 para 63.8% em 2013, ambos no período de Janeiro a Junho. Neste mesmo período o montante de Prêmio Emitido cresceu 15,7% neste produto”, comentou.
No primeiro semestre de 2013, foram feitos investimentos em expansão geográfica para ampliar a capacidade de vendas, iniciando atividades nas regiões de Campinas em São Paulo, Região Serrana no Rio de Janeiro e Vitória no Espírito Santo, e em agosto a Mitsui inaugurou uma nova filial em Belo Horizonte, Minas Gerais. “A contínua disciplina na subscrição de riscos aliado a eficiência operacional, através de melhorias dos sistemas operacionais, e expansão de negócios com intensificação na comercialização de seguros corporativos, levará a Mitsui Sumitomo Seguros a atingir sua principal estratégia que é consolidar uma operação com crescimento sustentável e rentável no país”, aposta Kinoshita.
A companhia lançou em abril de 2013 uma campanha chamada “Juntos pela Excelência” para promover uma interação doa corretores e colaboradores na busca da melhoria da qualidade de serviços prestados. “Esta estratégia é fortemente disseminada na Casa Matriz no Japão, onde através dela, adquiriu-se uma sólida relação de confiança e lealdade dos clientes e levou o Grupo MS&AD à posição de liderança no mercado de seguros do Japão”, destaca.
Segundo nota oficial distribuída ontem no início da noite pelo Ministério da Fazenda, foram eleitos e empossados os membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e os membros titulares e suplentes do Conselho Fiscal da Empresa Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), apelidada no mercado de seguros como Segurobrás. A diretoria Executiva da ABGF será presidida por Marcelo Pinheiro Franco, até então vice-presidente de Garantias Públicas da Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação.O secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Cozendey, assumiu a presidência do conselho de administração da ABGF. O Presidente do Conselho Fiscal será eleito na primeira reunião do Conselho.
O ministro da Fazenda Guido Mantega formalizou em assembleia geral a criação da estatal e nomeou os dirigentes da ABGF, que começa a funcionar co um capital social de R$ 50 milhões e poderá trabalhar com uma alavancagem de até quatro vezes. Segundo informa matéria do Valor Econômico publicada no dia 28 de agosto, o fundo destinado a garantir os projetos de infraestrutura só vai começar a operar no próximo ano. A ideia é que haja a migração paulatina de todos os instrumentos de garantia existentes na União, que hoje somam cerca de R$ 22 bilhões, para a nova empresa. Desses, R$ 12 bilhões pertencem ao fundo de garantia às exportações. Os demais somam cerca de R$ 10 bilhões.
O Banco do Brasil (BB) anunciou que a BB Seguros Participações, subsidiária da BB Seguridade Participações, desembolsou R$ 547,4 milhões para comprar 212.421 ações ordinárias de emissão do IRB-Brasil Resseguros detidas pela União. Dessa forma, a BB Seguros passa a deter 20,5% do capital social do IRB.
Veja abaixo a íntegra do comunicado.
O Banco do Brasil S.A. (“Banco do Brasil”) e a BB Seguridade Participações S.A. (“BB Seguridade”), em conformidade com o § 4º do artigo 157, da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976; com a Instrução CVM n.º 358, de 03 de janeiro de 2002; com as Resoluções n.º 3/2011 e 3/2013 do Conselho Nacional de Desestatização (“CND”), respectivamente de 07.04.2011 e 16.01.2013; e em complemento ao Fato Relevante divulgado pelas duas Companhias em 24.05.2013, e aos Fatos Relevantes publicados pelo Banco do Brasil em 15.10.2009 e 26.11.2012, comunicam que:
1. Em Assembleia Geral Extraordinária (“AGE”) realizada em 20.08.2013, os acionistas do IRB-Brasil Resseguros S.A. (“IRB”) deliberaram pela homologação do aumento do capital social do IRB, que havia sido objeto de aprovação pela AGE realizada em 07.06.2013.
2. A realização da AGE para a homologação do aumento do capital social do IRB era condição precedente para o pagamento, pela BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”), subsidiária integral da BB Seguridade, do montante de R$ 547.408.917,00, referente à aquisição de 212.421 ações ordinárias de emissão do IRB detidas pela União.
3. Satisfeitas as condições precedentes, a BB Seguros efetivou, nesta data, o pagamento à União, passando a deter 20,5% do capital social do IRB.
4. A aquisição de participação acionária no IRB foi aprovada pelo Conselho Administrativo da Defesa Econômica – Cade, sendo que a eficácia dos atos acima mencionados estará sujeita à aprovação do Tribunal de Contas da União – TCU, e posterior homologação do aumento de capital pela Superintendência de Seguros Privados – Susep.
5. Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.
Brasília-DF, 27 de agosto de 2013
BANCO DO BRASIL S.A.
IVAN DE SOUZA MONTEIRO
Vice-Presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores
BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.
LEONARDO GIUBERTI MATTEDI
Diretor de Governança, Finanças e Relações com Investidores
A Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) disponibiliza o resultado final da Pesquisa Acadêmica, estudo sobre os novos caminhos e tendências do setor de seguros para os próximos anos. O trabalho foi realizado com seus acadêmicos e para todos aqueles que tenham interesse em conhecer essa projeção, basta acessar o site da Academia www.anspnet.org.br ou pelo link: http://www.anspnet.org.br/NovoSite/destaquesTextos/resultados-pesquisa-academica-2013.asp
O resultado do estudo consolidou as respostas de quase metade de seus membros e essas informações servirão de base para os próximos trabalhos que a ANSP desenvolverá, além de servir como material de meditação sobre o setor. Ao acessar o conteúdo, além de conferir as expectativas dos acadêmicos, é possível ainda encontrar os comentários e reflexões dos pesquisadores.
A ANSP promoveu sua primeira Pesquisa Acadêmica durante o primeiro semestre de 2013 somente com a participação do corpo de acadêmicos composto de grandes líderes do setor de seguros que opinaram sobre o futuro e expectativas para o mercado segurador previsto para os anos subsequentes.
A coordenação do levantamento foi realizada pelos os Acadêmicos Francisco Galiza, Fernando Simões e Márcio Pires que já estão articulando desdobramentos para novos estudos.
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