Presidente da SulAmérica analisa atuação do mercado em evento do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

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O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella, em seu almoço de julho, realizado nesta terça-feira (02/07), no Circolo Italiano.

O executivo esteve acompanhado dos vice-presidentes da seguradora Matias Ávila (Comercial), Carlos Alberto Trindade (Ramos elementares e Automóvel) e Renato Terzi (Vida e Previdência), além de outros membros da diretoria, que esclareceram dúvidas dos corretores de seguros nos variados assuntos. O mentor do CCS-SP, Alexandre Camillo, considerou um momento oportuno para estreitar relacionamento com os principais dirigentes de uma das maiores e mais importantes seguradoras do Brasil.

Para a plateia de aproximadamente 150 corretores de seguros, Portella apresentou sua visão sobre o mercado de seguros e a atuação da categoria. Enfatizou que o momento de cidadania e participação política no qual se encontra o País deve impactar a todos. “Fechar os olhos para as mudanças sociais que estão acontecendo no País é fechar os olhos para o futuro. E tudo isso vai impactar o mercado de seguros”.

Defendeu que a SulAmérica está em constante atualização para atender todas as exigências do mercado. “No ano passado treinamos e atualizamos mais de 20 mil corretores sobre os mais variados ramos de seguros. Essa deve ser a razão para tornar uma empresa multiprodutos como a SulAmérica especialista e bem sucedida em todas as suas linhas de negócios”.

O mentor do CCS-SP elogiou a seguradora pela criação do Programa Nova Geração, para formar profissionalmente os sucessores de corretores, no qual já inscreveu seu filho. Matias Ávila explicou que a iniciativa foi baseada na visão de que a maioria das corretoras de seguros são empresas familiares. “Queremos ajudar na sucessão e modernizar as corretoras com a participação dos jovens e da era digital. O programa é rico, terá palestra da nossa agência de propaganda sobre mídias digitais, e um bate-papo sobre o mercado segurador com nosso presidente e corretores, como o Boris Ber (mentor do CSS-SP de 2004 a 2008)”.

Sobre a dificuldade apresentada por corretores para comercialização do seguro saúde, com a ausência de planos individuais e a participação de vendedores ocupando o espaço de corretores habilitados, Gabriel Portella sugeriu uma ação entre corretores e seguradores junto ao órgão regulador. “É preciso unir representantes do Sincor (sindicatos de corretores) e da Fenacor (federação da categoria) à CNseg (confederação das seguradoras) com pautas únicas para serem apresentadas à ANS (Agência Nacional de Saúde). Juntos seremos mais ouvidos. Quando corretores e seguradores estão desunidos começam os problemas no mercado. O corretores precisam participar ativamente das mudanças do setor”.

Questionado sobre os sistemas de multicálculo, Portella afirmou que podem trazer ganho de tempo, mas em contrapartida podem destruir valor do seguro, ocasionando redução dos rendimentos dos corretores.

Um brasileiro em Cingapura

liberty chicoLuiz Francisco Campos, executivo responsável por Sinistros e Serviços, da Liberty Seguros, está de malas prontas. Vai levar a sua experiência de 31 anos no mercado de seguros do Brasil para Cingapura. Sim, aonde está localizado o melhor aeroporto do mundo, país que tem o maior número de carros de luxo e se algum motorista for pego usando o celular ao volante é imediatamente preso.

“Desde os 17 anos, quando comecei a trabalhar na cidade em que nasci, Bauru, interior de São Paulo, carrego três sonhos: ser gerente, trabalhar em uma multinacional e morar fora do pais. Realizo agora o último deles”. Chico, como é chamado por todos, tem 49 anos, é casado com Nilcea e tem duas filhas. Começou na área de seguros na Bradescor, corretora de seguros do Bradesco. “Naquela época, viajava com Marco Antonio Rossi, hoje presidente do grupo Bradesco, de ônibus, para visitar as agências do interior de São Paulo”, relembra. Rossi lembra com alegria daquele tempo. “A gente se divertia muito mais”, comenta orgulhoso ao saber da nova etapa profissional do amigo.

Passadas três décadas, a situação é totalmente diferente. Chico vai para o país asiático com a maior proporção de mão-de-obra estrangeira. Lá, encontrará uma cidade extremamente desenvolvida e muito trabalho. Pelo menos na área de seguros talvez tenha de indenizar mais carros de luxo, como Ferrari, do que enviar guincho para socorrer clientes presos em enchentes. Segundo estudos divulgados, Cingapura tem um dos mercados de seguros mais desenvolvidos da Ásia.

Cingapura está localizada ao sul da Península de Malásia, situada estrategicamente em uma das rotas marítimas mais importantes e movimentadas do mundo, a que liga o Extremo Oriente ao Oriente Médio e à Europa. “Ou seja, é um importante hub aeroportuário na Á́sia”, conta o executivo. Por lá passa um quarto do comércio mundial, fazendo de Cingapura um excelente centro para o Brasil redistribuir seus produtos para o Sudeste Asiático, China e Índia, nenhum dos quais possuem as facilidades ofertadas pela ilha: inglês como idioma; porto automatizado, moeda estável; informatização dos serviços; transparência nos tramites burocráticos e comerciais; e um arcabouço jurídico-comercial voltado para os negócios.

singapuraPor essas razões, existem mais de 26 mil multinacionais instaladas em Cingapura, o que faz dela uma cidade com economia dinâmica, diversificada e competitiva. “Uma das minhas metas é aumentar os negócios do grupo com clientes multinacionais”, conta. Ou seja, muitos negócios para as cerca de 60 seguradoras, para uma população de 5 milhões de pessoas. As companhias movimentaram prêmios de US$ 22,5 bilhões em 2012, segundo dados do estudo da Swiss Re. Em vida, US$ 12,2 bilhões. Em seguros gerais, US$ 9,8 bilhões. É o 28o maior mercado segurador do mundo e a participação do setor no PIB chega a 6%. O consumo per capita é de US$ 3,3 mil, o que lhe confere a 18o colocação no ranking mundial. Só para comparar, o Brasil é o 45o da lista em valor de consumo per capita.

Chico participou de uma concorrência internacional para a escolha do novo CEO da subsidiária do grupo americano Liberty Mutual em Cingapura e ele substitui Martin Bridger, que é argentino mas também estava na Liberty Brasil antes de assumir Cingapura, e que seguiu para a China. Um dos pontos relevantes do currículo de Chico é sua experiência com a visão global do negócio. Esta há dez anos na Liberty (quatro na área comercial e seis em sinistros e serviços) e há 31 no mercado de seguros, sendo 25 deles na área comercial e seis no complexo mundo dos sinistros, que envolve atendimento, fornecedores, terceiros, assistência, advogados entre outros ramos necessários para o que é o motivo de existência de uma seguradora: pagar indenizações.

“Terei muito trabalho lá para desenvolver novos produtos, atrair novos clientes. Como aqui, a concorrência é bem acirrada”, conta. A unidade de Cingapura emprega cerca de 180 pessoas. No Brasil, Chico era responsável por 380. A Liberty Insurance de Cingapura opera em todos os ramos, incluindo property, personal lines, auto, saúde, acidente do trabalho, garantia, entre outros. A unidade tem seguros de nichos para atender a incrível demanda de proprietários de Ferrari. São mais de 700 corretores de seguros, que pouco diferem da política adotada no Brasil: relacionamento, tecnologia e campanhas, sendo o básico produtos inovadores e preços acessíveis

liberty chico nilceaNa vida pessoal, os desafios também são muitos. O executivo embarca sozinho em agosto. “Tenho de achar um local para morar e deixar a casa pronta para receber a esposa, que só vem em janeiro”, conta, animado. As duas filhas, cursando mestrado e doutorado, ficam no Brasil. A sorte da esposa Nilcéa é que poderá palpitar em tudo pelas redes sociais, desde a compra do enxoval até da decoração da nova casa. “Estou muito feliz de termos essa oportunidade de viver em outro país, no qual poderemos manter nossa rotina de pedalar nos finais de semana”, diz.

O casal confessa que a saudade da família e dos amigos é o que mais vai pesar. “Mas é uma grande oportunidade profissional para ele e uma grande experiência para nós, que nunca moramos fora do país”, diz Nilcéa. Eles aceitaram o desafio sem mesmo ter ido a Cingapura conhecer. “Estamos indo no escuro, porém muito seguros, pois a Liberty é uma excelente companhia. Está e vai cuidar da gente”. Pablo Barahona, CEO da filial brasileira, sente muito em perder um dos melhores executivos de sua equipe, mas garante que está muito orgulhoso. “Quem não ficaria de estar exportando mão de obra qualificada para a Ásia, o motor do mundo?”, comenta Barahona.

Corretores podem fazer cotações e acumular créditos entre os dias 1º de julho e 30 de setembro

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Devido ao grande sucesso da Super Conta Corrente Residencial, lançada em 2012, a Tokio Marine Seguradora traz de volta a campanha. A ação tem como objetivo dar crédito de acordo com o índice de cotação e negócios fechados e incentivar a ampliação da ferramenta Conta Corrente, auxiliando na conquista de novos negócios para os Corretores cadastrados.
“A Conta Corrente oferece muitos benefícios aos nossos Corretores. Quanto mais utilizar a Conta Corrente e acumular créditos, mais condições o Corretor terá para fechar novos negócios”, afirma o Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues. Segundo ele, a campanha começa no mês de julho devido às férias escolares, período no qual os imóveis ficam mais vulneráveis em função das viagens em família e a busca pelo seguro aumenta.

Com a Super Conta Corrente Residencial, os Corretores ganham créditos em suas contas correntes a cada cotação realizada, de acordo com o índice de fechamento, durante o prazo estipulado. Com faixas que variam de R$ 10 a R$ 20, após o mínimo de cinco cotações aceitas, o valor acumulado poderá ser utilizado na concessão de descontos para os clientes no produto Tokio Marine Residencial Premiado. A iniciativa também permite que o Corretor tenha mais autonomia para fechar seus negócios e aumentar sua comissão.

A conta corrente do Corretor está disponível nas cotações on-line do sistema de Cálculo Web da Tokio Marine e é válida para pessoas físicas e jurídicas. A consulta aos créditos acumulados, movimentações de saldos e extratos estão disponíveis no Portal Nosso Corretor.Disponível para todos os parceiros do canal Varejo, a campanha foi lançada no dia 1º de julho e os créditos acumulados são válidos até 31/12/2013.

Bradesco Capitalização lança o “Solução de Aluguel”

norton e equipeA Bradesco Capitalização estreia no segmento de títulos de capitalização voltado para substituir o fiador nos contratos de aluguel. Trata-se de um título de pagamento único, chamado Solução de Aluguel. “Investimos dois anos na criação desse produto, criado por uma equipe de ponta (foto) para realmente levar às imobiliárias, aos proprietários de imóveis para alugar e aos locatários um produto que faça a diferença e ajude toda a cadeia”, diz Norton Glabes Labes, diretor presidente da Bradesco Capitalização, durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (3), em São Paulo.

Segundo pesquisa encomendada à Ernest Young, há cerca de 8 milhões de imóveis alugados, dentro de um universo de 57 milhões. Destes, 65% utilizam a figura do fiador e 35% outros instrumentos de garantia. Considerando-se apenas o Estado de São Paulo, 22% são casas; 44% apartamentos; e 35% imóveis comerciais. Destes, 55% usam fiador; 30% caução; 14% seguro fiança; e apenas 0,8% título de capitalização.

Sem fazer previsão de vendas, Glabes conta com vendas significativas, pois tem mais de 30 mil corretores para ofertar o produto, bem como as agências (40 mil profissionais de vendas) e as imobiliárias, que compõem um nicho significativo de clientes dentro do grupo. São 6,6 mil imobiliárias clientes do Bradesco. A cada venda, a imobiliária é remunerada em 3,5% sobre o valor do título e na renovação também, explica Ricardo Alahmar, diretor da Bradesco Capitalização. “Acreditamos que, com novos concorrentes, ainda mais um do peso da Bradesco, e mais divulgação, o título de capitalização na solução de aluguel, vai ajudar a aumentar a penetração do produto nesse segmento”, acrescenta.

Marco Antonio Rossi, presidente do grupo Bradesco Seguros, também acredita que o lançamento irá contribuir muito para difundir o produto em todo o Brasil, que visa atender às necessidades dos clientes. “O objetivo principal da nossa atuação é criar produtos que atendam aos anseios de nossos clientes e é assim que o setor tem crescido acima do PIB e nos permitiu aumentar a nossa participação para 5,77%”, informa Rossi, que também é presidente da CNseg.

O movimento de executivos para outras cidades, que tem sido intenso em razão da realização da Copa 2014, evento espalhado em 12 cidades sedes, bem como a busca por melhor qualidade de vida, que tem levado muitas famílias a deixarem as capitais em busca de cidades interioranas, também estimularam a Bradesco Capitalização a entrar nesse mercado de solução de aluguel, explicou o presidente da Bradesco Capitalização.

Para entrar no mercado que já conta com concorrentes de peso, a Bradesco buscou diferenciais, como flexibilidade na negociação dos valores, sorteios semanais, enquanto os outros são mensais, e um sistema mais simplificado que traz agilidade para a contratação. ”O título é a garantia total para o relacionamento entre inquilino e locatário, evitando toda a burocracia no aluguel”, comenta Glabes.

Não há carência para sacar os recursos, mas há um deságio no valor a ser resgatado, caso seja efetuado antes do final do contrato de 15 meses, renovável por mais 15. No final do plano, o locatário recebe todo o dinheiro de volta, se nada acontecer ao imóvel. Em caso de estragos ou inadimplência, o valor acumulado será usado para indenizar o proprietário. O participante do título também concorre a sorteios semanais. Nos outros produtos, não recebe de volta.

O “Solução de Aluguel” tem um pagamento único de R$ 100 a R$ 50 mil. Os sorteios semanais equivalem a cinco vezes o valor do título, considerando o valor já líquido de impostos. O título também conta com rede de assistência nas locações residenciais, com um pacote completo de atendimento 24 horas, com serviços de chaveiro a help desk. Foi criada uma central de atendimento exclusiva para os clientes desse produto.

A venda se dará pelo corretor ou pela imobiliária, bem como pela central de atendimento e portal da Bradesco. O produto pode ser comprado por não correntista, diante do pagamento por meio de boleto bancário, mesma forma de pagamento dos que forem clientes do banco.

A Bradesco Capitalização tem uma carteira de 3,5 milhões de clientes, cerca de 22 milhões de títulos ativos e market share de 24,1%. As provisões técnicas somaram R$ 5,6 bilhões no primeiro trimestre do ano, com faturamento de R$ 983 milhões até março de 2013.

Crédito da foto: Fábio Salles

Seguradoras ampliam investimentos em ações sustentáveis

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As iniciativas nas áreas de responsabilidade social e da sustentabilidade estão ganhando mais força no cotidiano das empresas do mercado segurador. Hoje, 59% das seguradoras tem uma área destinada a ações desse tipo, 67% possuem um Código de Ética e Conduta e 43% já criaram programas internos de trabalho voluntário. As informações são da última pesquisa realizada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) e divulgada no Balanço Social da entidade, que será lançado nos próximos dias.

Ao todo, 55 projetos foram desenvolvidos ao longo do ano passado, envolvendo áreas diversas, como capacitação profissional, cidadania, cultura, educação, esporte, meio ambiente e saúde, entre outras. As iniciativas beneficiaram mais de quatro milhões de pessoas e 75% alcançaram totalmente seus objetivos. Em relação aos negócios, o número de seguradoras que adotam políticas de aceitação para fornecedores e prestadores de serviço em função de eventuais infrações e questões socioambientais representa 59%. Em contrapartida, 84% delas fazem treinamento para sua cadeia de fornecedores. A pesquisa reuniu 92 empresas, que representam 80% do mercado segurador.

Segundo a diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, os números mostram um maior esforço para a construção de uma economia mais sustentável. “O mercado de seguros deve tratar de questões de sustentabilidade global com rigor e inovação. A escalada dos problemas ambientais, sociais e de governança tem sido muito rápida e exige uma ação coletiva e proativa do setor”, explica. Um exemplo de que o investimento das empresas de seguros é crescente é que, em 2000, primeira edição do Balanço Social, apenas 22 empresas investiam em ações sociais, enquanto no ano passado esse número chegou a 42.

Em junho de 2012, a CNseg e as seguradoras brasileiras aderiram aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês), formulados pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – UNEP FI. Os princípios visam orientar instrumentos de gestão de risco em prol da sustentabilidade ambiental, social e de governança.

Indenizações pagas

O Balanço Social também apresenta o panorama de contribuição do setor para o desenvolvimento da economia. No ano passado, os segmentos de seguros, previdência privada e capitalização devolveram à sociedade mais de R$ 119 bilhões em 2012 em pagamentos de indenizações, um valor 17,4% maior do que os R$ 101,4 bilhões pagos em 2011.

Entre os segmentos, o de seguros desembolsou a maior fatia: R$ 58,9 bilhões. Os recursos destinados à recomposição de bens, como veículos e imóveis com perda total, chegaram a R$ 22,3 bilhões, 10,4% a mais do que os R$ 20,2 bilhões desembolsados no ano anterior. O principal retorno à sociedade foi para a preservação da saúde que, no ano passado, somou R$ 30,6 bilhões, 20,4% a mais do que os R$ 25,4 bilhões em 2011.

Proteção social

Na última década, o Brasil foi palco da ascensão social de grande parte da população, em função da expansão do crédito por meio de instituições financeiras. O cenário foi ideal para expansão dos produtos massificados, entre eles o microsseguro, voltado para as classes C e D.

Além desse produto, regulamentado no ano passado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que vem aos poucos ganhando mercado, a CNseg deu prosseguimento ao projeto Estou Seguro, em parceria com o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade – IETS, A Escola Nacional de Seguros e a Organização Internacional do Trabalho – OIT. A iniciativa, com abordagem cultural por meio de peças de teatro, apresentações circenses e de música, e a criação do game Caminhoneiro Estou Seguro, é voltada para a sensibilização da população de baixa renda para destacar a importância do seguro como forma de proteger o patrimônio físico e pessoal.

Investimento na gestão de pessoas

Outra área que é foco das seguradoras é a de Recursos Humanos (RH). Segundo dados do Balanço Social, o valor dos investimentos ao longo de 2012 alcançou a casa de R$ 2,5 bilhões, distribuídos entre salários (57%), encargos sociais (25%) e benefícios (18%). O treinamento dos funcionários também foi uma das prioridades das empresas de seguros, recebendo um investimento de R$ 33,4 milhões.

Mulheres e jovens em alta

O relatório apresenta também um perfil dos funcionários que atuam no mercado segurador. Atualmente, as mulheres já são maioria no que diz respeito ao número de funcionários. Elas somaram 17,9 mil no ano passado, representando 57% do total de funcionários, contra os 13,5 mil homens. Em 2011, o sexo feminino correspondia a 54,8% do total, com 13,2 mil integrantes, 35,7% a menos do que este ano. Os jovens também estão em alta no mercado. De acordo com a pesquisa, 41% dos funcionários com idades de 26 a 35 anos trabalham no setor, enquanto 13,6 mil são profissionais com ensino superior.

Formação de poupança interna

Os investimentos do mercado segurador ao longo do ano totalizaram R$ 585,9 bilhões, um resultado 21% acima do observado no ano anterior, que foi de R$ 483,9 bilhões. Os recursos provenientes das aplicações e investimentos permanentes representaram a maior parte do volume, que totalizou R$ 492,6 bilhões. Em relação ao patrimônio líquido das empresas, em 2012 o número foi de R$ 93,3 bilhões, 16,5% a mais do que os R$ 80 bilhões de 2011.

Mongeral Aegon promove campanha solidária de inverno 2013

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A Mongeral Aegon, uma das dez maiores seguradoras independentes do Brasil, realiza até a próxima quarta-feira (03), a Campanha Inverno Solidário 2013, voltada para funcionários e corretores de todo o Brasil. O objetivo é arrecadar roupas de frio e fraldas (infantis e geriátricas, tamanhos G e GG). As doações serão entregues em instituições e bairros carentes nas cidades onde estão as 55 unidades da empresa.

Esse é o oitavo ano que a seguradora realiza a campanha. Em 2012 foram arrecadados 2490 itens incluindo cobertores e agasalhos “A responsabilidade social é um de nossos valores. Nosso objetivo é manter a Mongeral Aegon presente no mercado e na vida das pessoas, seja por meio dos nossos produtos ou de ações como essa que visam minimizar a necessidade daqueles que mais precisam”, explica Mônica Martins, gerente de consultoria interna de RH da Mongeral Aegon.

Grande disputa para vencer a Fase 3 da Campanha Artilheiros da Liberty Seguros

liberty jantar rioFernando Gonzaga e Clarice, proprietários da FG Seguros, uma das principais corretoras de Florianpólis SC, fazem parte do seleto grupo de cerca de 330 profissionais premiados na Campanha Artilheiros fase 2, do grupo Liberty Seguros. O objeto de desejo desta edição foi poder vir torcer no jogo final da Copa das Confederações. O que não estava previsto era ter o Brasil na final e ainda ganhar de goleada no time espanhol por 3 a 0.

liberty pablo e chefe“Quem quiser ver a final da Copa 2014 já sabe o que tem de fazer na terceira fase da campanha”, diz Pablo Barahona, CEO da Liberty Seguros, única seguradora entre os patrocinadores da Copa 2014. Victor Mientjes, COO da América Latina, repetiu o conselho de Barahona durante o jantar de premiação dos corretores vencedores: “Vocês gostaram do evento? Então façam o possível para torcer pelo Brasil na Copa conosco, pois temos certeza de o time brasileiro estará na final pelo jogo que vimos juntos ontem no Maracanã”, disse.

A FG Seguros atua em todos os nichos de negócios, movimentando cerca de R$ 12 milhões por ano. “Trabalhamos com a Liberty há 11 anos e fomos premiados em nove deles”, conta, orgulhosa, Clarice. Fernando sente que o mercado de seguros está muito competitivo, principalmente em automóvel, carteira que mantém uma boa parceria com a Liberty. “Ela sempre é escolhida pela nossa equipe pois realmente tem um atendimento muito diferenciado, tanto para o corretor como para o nosso cliente quando há um sinistro”, afirmam os corretores.

liberty corretoresPara eles, ter um bom relacionamento com os executivos das seguradoras é um ponto primordial para todos. “Mas o que nos faz ter uma grande produção com a Liberty realmente é o atendimento dado aos nossos clientes na hora em que eles mais precisam”, ressaltam. O casal garante que estará na lista de vencedores da fase 3 da Campanha Artilheiros. “Com certeza vamos estar torcendo junto com a Liberty Seguros pelo Brasil na Copa de 2014”, prometem, ainda empolgados com o jogo Brasil e Espanha.

Luis Alberto Gigliotti, proprietário da corretora de seguros que leva o seu sobrenome, também fará de tudo para estar entre os vencedores da fase final da Campanha Artilheiros. “A Liberty dá automomia para os gerentes regionais resolverem rapidamente qualquer problema quando surge. Isso torna a nossa produção com eles volumosa, tranqüila e constante, o que é de grande importância para o relacionamento de longo prazo”, diz o dona da Gigliotti, que atua em 12 cidades do Estado de São Paulo .

A corretora, que atua com todas as linhas de negócios, movimentou cerca de R$ 40 milhões em prêmios em 2012, com uma parte significativa vinda das redes sociais. “Investimos muito pouco no site, facebook e twitter e temos um retorno enorme de consultas do público sobre como funciona o seguro, preços e serviços”, afirma.

liberty gigliotttiCom a Liberty, a corretora Gigliotti, com sede em Barra Bonita, tem um relacionamento mais forte no segmento de automóvel. “O desafio, e também a grande oportunidade, está em crescer em outros ramos. Temos tido uma enorme demanda das pequenas e médias empresas, principalmente em virtude das manifestações que têm ocorrido. Estamos até contratando mais funcionários para aumentar a nossa atual equipe de 40 funcionários”, conta Ione Gigliotti, gerente da filial de Sumaré.

Para manter seu crescimento, ele aposta também em anúncios na mídia. “No interior, o custo de anúncios é muito inferior ao das capitais”, comenta. A marca Gigliotti está em várias mídias, como tevê Globo, em 21 rádios, oito jornais e agora as redes sociais, além de patrocínios sociais em hospitais e parcerias com entidades filantrópicas.

“Muito obrigado por levarem o nome da Liberty Seguros a cada um de seus clientes. Muito obrigado por terem torcido conosco pelo Brasil ontem no Maracanã”, diz Marcos Machini, VP comercial da Liberty Seguros

Um prognóstico preocupante para governos e empresas Envelhecimento é questão mais desafiante para gestores públicos e privados

matéria extraída do portal da CNseg (www.cnseg.org.br)

Osvaldo do Nascimento 2Bola da vez na atração de investimentos externos durante os primeiros da crise financeira mundial que eclodiu a partir de 2008, o Brasil deve se preparar para conviver com um cenário menos favorável ou mesmo adverso a partir de agora e, em resposta, retomar um receituário clássico do governo FHC- responsabilidade fiscal e redução dos gastos públicos-, para disputar capitais estrangeiros necessários para eliminar gargalos de sua economia, como na área de infraestrutura. E o ideal é que o País se organize já, porque, adicionalmente, enfrentará o grave problema de envelhecimento de sua população nas próximas décadas. A recomendação é do presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Osvaldo do Nascimento, que apresentou palestra, nesta quarta-feira (26), a convite do Grupo Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ).

O Brasil, que hoje conta 24 milhões de aposentados, ou seja, quase uma Argentina, e convive com um déficit de R$ 100 bilhões na previdência pública, terá a metade de sua população com mais de 50 anos em 2050 e menos trabalhadores para gerar riquezas, tendo em vista a queda da taxa de fecundidade no País.

Ele reconhece que seu prognóstico exigirá um “direcionamento estratégico” do mercado de seguros de pessoas nas próximas décadas, visto que, a exemplo dos pares internacionais, terá de conviver com um ambiente macroeconômico mais hostil, incluindo-se riscos regulatórios, rentabilidade reduzida de suas provisões técnicas, provável correção dos preços de produtos, dificuldades de manter elevadas taxas de crescimento, fraudes maiores em razão dos meios remotos, escassez de talentos, entre outras turbulências à espreita no voo de expansão do mercado.

Para ele, os primeiros sinais de dias nebulosos para captar recursos no exterior para o financiamento do governo já começaram neste ano e devem-se não só à melhora da economia dos Estados Unidos, mas também à desaceleração do PIB da China. A reação gradual dos EUA produz alta do dólar no mercado mundial e retorno dos investidores para lá. Já o crescimento menor da China afeta os valores das commodities e, em consequência, os negócios brasileiros, grande vendedor de produtos primários, e suas contas externas. “É sabido que o País não conseguirá manter crescimento sustentável, porque há gargalos na infraestrutura e capitais externos vão se tornar cada vez menores e mais caros para financiar este setor. Então, o País precisa se adequar ao novo cenário mundial”, destacou.

Mesmo com o dever de casa feito, problemas complexos se avizinham e criam dilemas desafiantes para gestores públicos e privados. De longe, a questão mais desafiadora é o envelhecimento da população brasileira nas próximas décadas, tendo em vista os impactos nos gastos públicos, que serão crescentes, e para o mercado segurador, cujos custos também serão maiores em uma sociedade mais velha, lembra Osvaldo do Nascimento.
Justamente pelo fenômeno da longevidade, países desenvolvidos enfrentam hoje uma pressão de custos e graves dificuldades para financiar gastos crescentes na previdência e na área de saúde. “Todos os países que convivem com o envelhecimento da população, como França, Portugal, Itália, estão em crise hoje, mas antes se tornaram ricos. O Brasil sequer chegou a enriquecer, mesmo em um período de bônus demográfico como o atual, e terá de enfrentar já nas próximas décadas os efeitos decorrentes do envelhecimento da população”, lembrou ele.

Destacando que o maior acesso à saúde pública já consta da pauta dos atuais manifestações de rua, lideradas por jovens e pessoas de meia idade, que, a princípio, não são tão demandantes de cuidados médicos no momento, é possível imaginar que tais pressões tornem-se crescentes nas próximas décadas, e os governos não tenham condições de atender aos pleitos, porque o custeio da saúde pública é um problema mundial. Isso porque a inflação médica supera em até 10 vezes a variação dos preços de alimentos e dos demais serviços, tornando-se um saco sem fundo em termos de gastos.

Para ele, está claro que o País caminha para um encontro marcado entre uma demografia adversa e um desafio fiscal. Qual o papel do mercado segurador nesse futuro contexto?. A rigor, sua principal contribuição será mitigar o risco daqueles que fizerem sua adesão aos produtos de previdência, vida e de saúde. “O cidadão terá de planejar melhor sua vida financeira, estabelecendo objetivos de curto, médio e longo prazo. E poupar para custear, lá na frente, gastos com saúde e de previdência. Não há soluções mágicas”, afirma ele. A gôndola das seguradoras já oferece coberturas, mas novos produtos deverão ser incluídos às prateleiras, como o VGBL Saúde e, mais lá na frente, até seguros específicos para atender às necessidades de renda de pessoas que ultrapassem 85 anos.

Marítima cresce 14,8% e registra vendas de R$ 611,7 milhões no quadrimestre

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A Marítima alcançou R$ 611,7 milhões em Prêmios de Seguros no Brasil só nos quatro primeiros meses de 2013. A cifra é 14,8% superior ao mesmo período no ano passado, e segue o histórico de margens de crescimento da ordem de dois dígitos nas carteiras de Automóveis (20,6%), Saúde (13,6%), Pessoas (11.6%) e Ramos Elementares (11,4%; que compreendem modalidades como Engenharia, Garantia, Residência e Condomínio, entre outros).

No Rio de Janeiro, a companhia registrou crescimento de 13,5% no período, impulsionado principalmente pelo desempenho das carteiras de Automóveis (23,7%), seguindo a estratégia de ampliar a participação de mercado no Estado.

Já em Minas Gerais, a companhia registrou R$ 39 milhões em Prêmios Emitidos Líquidos. A cifra é 34,2% superior ao mesmo período no ano passado, e segue a estratégia de incremento no market share da companhia no Estado. O destaque também ficou para as carteiras de Automóveis, que teve 48,8% de crescimento, seguida pelo aumento de 34,5% na de Ramos Elementares.

O crescimento também foi substancial no Paraná. A estratégia de investimento para aumento do market share no Estado resultou em R$ 31,5 milhões em Prêmios Emitidos Líquidos nos quatro primeiros meses do ano. A cifra é 25,7% superior ao mesmo período no ano passado, e foi impulsionada pelo expressivo crescimento de 68,31% na carteira de Automóveis, seguido por 14,1% na área de Pessoas e 7,8% em Ramos Elementares. Desde 2011, novas filiais foram inauguradas em Curitiba, Maringá e Ponta Grossa para atender à crescente demanda.

No Rio Grande do Sul, Os Prêmios Emitidos Líquidos ficaram em R$ 36,3 milhões, 11,7% superior ao mesmo período no ano passado. A carteira de Automóvel teve um crescimento de 18%, seguida pela de Ramos, com 10,3%, e a de Pessoas, com 8,8%. Vale destacar o aumento da companhia no Interior do Estado, com índices de crescimento de 30,7% na carteira de Automóveis, 13,4% na de Pessoas e 11,7% na de Ramos Elementares.

Investimento em planos de previdência individuais cresce 26,61% em abril

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O mercado de previdência complementar aberta arrecadou R$ R$ 6,3 bilhões em abril de 2013. O montante de novos recursos que ingressaram no sistema é 22% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior, quando foram registrados R$ 5,2 bilhões. Os planos individuais responderam por R$ 5,6 bilhões dos novos depósitos no período, alta de 26,61% em relação a abril do ano anterior. Com o desempenho da previdência complementar aberta no mês de abril, a carteira de investimentos do sistema alcançou o patamar de R$ 351,6 bilhões, alta de 21,71% na comparação com os R$ 288,8 bilhões registrados no mesmo mês em 2012.

Frente a abril de 2012, a carteira de investimentos do VGBL, modalidade indicada para quem declara o IR pelo modelo simplificado, obteve melhor desempenho com alta de 27,38%, passando de R$ 174,7 bilhões para R$ 222,5 bilhões. Já o PGBL, recomendado para os participantes que declaram o IR pelo formulário completo, cresceu 9,76%, no período e registrou R$ 75 bilhões. Por fim, a carteira dos planos tradicionais passou de R$ 45,2 bilhões para R$ 53,6 bilhões, alta de 18,40%.

Segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 22 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no país. A previdência privada aberta conta atualmente com aproximadamente 13,7 milhões de contratos ativos e cerca de 96 mil já usufruindo os benefícios (aposentadoria, pecúlio, pensão, renda por invalidez e renda a menores).

Por tipo de produto – Na análise por produto, os planos individuais foram o destaque, com arrecadação de R$ 5,6 bilhões, volume 26,61% superior ao mesmo mês do ano anterior. Os planos para menores registraram aportes de R$ 142,9 milhões (R$ 178,2 milhões em abril de 2012), e os planos empresariais, por sua vez, contabilizaram R$ 567,8 milhões em novos depósitos. Em abril do ano passado, foram R$ 573,1 milhões.

Ranking das Empresas – Carteira de Investimentos (R$ 351,6 bilhões)

A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking no período com 32,99% do total das reservas; Itaú Vida e Previdência (24,39%); BrasilPrev Seg. e Previdência (20,98%); Zurich Santander Seg. e Prev. (6,06%); Caixa Vida e Previdência (5,76%); HSBC Vida e Previdência (3,22%); Icatu Seguros (2,04%); Sul América Seg. e Previdência (1,24%); Safra Vida e Prev. (0,86%); Porto Seguro Vida e Prev. (0,69%). As demais entidades somam, no total, 1,78% da Carteira de investimentos.

Provisões – As provisões (recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta) apresentaram saldo de R$ 339,3 bilhões e alta de 20,66%, em abril de 2013. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 281,2 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no período (alta de 27,39%), passando de R$ 174,7 bilhões para R$ 222,5 bilhões.

fenaprevi1As provisões dos planos PGBL cresceram 9,81%, no período, passando de R$ 68,3 bilhões para R$ 75 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 37,8 bilhões para R$ 41,4 bilhões, no período, alta de 9,40%.

Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de provisões entre os planos de caráter previdenciário, com 65,58% do total, seguidos pelos PGBL, com 22,10% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 12,20% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,12%.

Resultado acumulado (jan/abr)

Na avaliação do acumulado o mercado de previdência somou R$ 25,2 bilhões, um crescimento de 25,58% em relação aos R$ 20,1 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior. A arrecadação dos planos individuais registrou alta de 31,46% na soma dos primeiros quatro meses de 2013, com depósitos de R$ 22,6 bilhões. Os planos empresariais acumularam R$ 2 bilhões (R$ 2,2 bilhões no acumulado do ano passado), e os planos para menores R$ 568,4 milhões, em relação aos R$ 626,4 milhões do mesmo período em 2013.