A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente no Brasil há mais de 30 anos, fez uma recente movimentação na área de Seguros Gerais e acaba de nomear o executivo Sergio Wilson Ramos Junior, vice-presidente de Personal Lines, para assumir a vice-presidência de Sinistros da Zurich Seguros no Brasil.
Formado em Administração de Empresas e com quase 32 anos de experiência no mercado segurador, Sergio Wilson, 49 anos, fez sua carreira nas áreas técnica e comercial de Seguradoras como a SulAmérica e a Bradesco Seguros. “Sua vasta experiência no setor faz com que ele esteja bem posicionado para gerenciar a operação de sinistros no Brasil”, afirma Hyung Mo Sung, CEO de Seguros Gerais da Zurich Seguros, a quem Sergio Wilson se reportará diretamente.
“Estou motivado com esta nova missão de gerir a área de Sinistros da Zurich Seguros para aprimorar o resultado de nossas equipes, tanto em termos de produção como de rentabilidade”, afirma Sergio Wilson, que já fazia parte do time da Zurich Seguros desde março de 2011, quando chegou para ser Diretor Comercial de Seguros Gerais.
América Latina
O Grupo Zurich também realizou esta mudança na unidade da Argentina, onde agora Ricardo Castellanos, que até então ocupava o cargo de CCO no Brasil, assume a mesma posição na Argentina, se reportando a Alcides Rocardes, CEO de Seguros Gerais na Argentina. Ricardo Castellanos também continua com o cargo de CCO Regional América Latina, se reportando a Antonio Cássio, Chairman e CEO de Seguros Gerais da Zurich para América Latina, e a Thomas Sepp, CCO de Seguros Gerais.
Após a queda de 12 pontos percentuais em junho, o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) chega a 98. O resultado da aferição do mês de julho obteve alta de 0,4% em relação ao mês anterior. “Mesmo pequena, é a primeira variação positiva após três meses seguidos de queda. Entretanto, como o valor ficou abaixo de 100, as seguradoras brasileiras ainda estão com uma perspectiva pessimista”, comenta o economista Francisco Galiza, responsável pela aferição do Índice realizado em parceria com a Revista Cobertura.
Segundo o economista, em julho, a pior avaliação continuou a ser o crescimento da economia brasileira. Para 46% dos executivos das seguradoras, o desempenho econômico do País deve piorar nos próximos seis meses, enquanto 47% afirmaram que será igual e apenas 7% creem em uma melhora. É digno de nota que a percepção quanto à economia do Brasil em queda entre os executivos do mercado segurador está alinhada com as aferições de profissionais de outros mercados. O Índice da Indústria (ICI), por exemplo, caiu de 103,8 em junho para 99,6 em julho. Já o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) passou de 112,9 para 108,3.
Em julho, o fator Rentabilidade das seguradoras teve recuperação. Nos próximos seis meses, 64% dos executivos acreditam que a rentabilidade das seguradoras será igual, 20% pior e 16% melhor. No mês anterior, a proporção era de 55%, 27% e 18%. Na visão de Galiza, os números se aproximam da estabilidade. O faturamento das seguradoras foi avaliado por 54% dos executivos como igual, ante os 43% do mês anterior; 39% estão confiantes na melhora, em junho eram 48%, e 7% acreditam que irá piorar, ante os 9%. Já na análise do ramo automóvel, o crescimento esperado da receita para 2013 continua positivo. Para 45% dos executivos, o faturamento no ramo será melhor, mesma porcentagem do mês anterior; 38% igual, antes eram 33% e 17% menor, diante dos 22% do mês anterior.
Entenda como é calculado o ICES
O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que foi anunciado no final de novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.
O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.
As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.
Não vejo a hora de ler este livro: Minhas Bagagens, de Acácio Queiroz. Será lançado na quarta-feira, dia 7. O livro traça um retrato da recente história do mercado de seguros no país, ao mesmo tempo que conta a experiência de mais de 40 anos do atual CEO da Chubb, sempre antenado para inovar e impulsionar o setor para padrões de primeiro mundo. “Sempre acreditei no setor, mesmo quando muitos achavam que ele era marginal. Hoje ele representa 6% do PIB”, diz ele em nota da Folha de São Paulo.
O grupo Itaú Unibanco obteve aprovação do órgão brasileiro de defesa da concorrência para levar adiante a compra da quase totalidade do capital da BMG Seguradora. O sinal verde foi dado pelo Conselho Administrativo de Defe sa Econômica (Cade) ao publicar, no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira, decisão favorável ao negócio, tomada no âmbito da Superintendência Geral sem qualquer restrição. As participações detidas pela família Guimarães (50,998%) e pela Icatu Seguros (49%) na BMG serão transferidas a uma sociedade de propósito específico (SPE) de propriedade do Banco Itaú BMG Consignado, controlado pelo Banco Itaú Unibanco (70%). A família Guimarães continuará tendo parte da seguradora vendida, mas indiretamente, pois tem 100% do Banco BMG, parceiro do Itaú Unibanco no Banco Itaú BMG, do qual detém os 30% restantes do capital. O Cade entendeu que a operação não é prejudicial à concorrência no mercado de seguros.
A Willis Brasil, uma das corretoras líderes nacionais pertencente ao Willis Group, acaba de inaugurar sua conta no LinkedIn – maior rede social de cunho profissional na web. Assim como foi com o Twitter, no ano passado, o Brasil é o primeiro país do grupo a embarcar nessa mídia social.
A partir de agora, clientes, parceiros e consumidores terão mais um canal direto de interação no ambiente digital com a Willis Brasil. O LinkedIn proporcionará aos seus usuários o compartilhamento do expertise da companhia no país e no mundo, por meio de participações em fóruns, promoção de debates, além de conteúdos próprios (institucionais), posts do blog Willis Wire, que traz conteúdos exclusivos e atualizados do setor de seguros.
Nesse novo canal on-line, a Willis Brasil tem como um dos objetivos aproximar-se ainda mais dos profissionais da rede. “Pretendemos estar mais perto de interessados em seguros, gestão de riscos corporativos e de benefícios, compartilhando informações relativas a riscos emergentes, legislação, casos de sucesso e novos produtos e serviços. Reuniremos profissionais de diversas áreas e segmentos o que permitirá a troca de conhecimento e interação, seja de conteúdos, apresentação de serviços e produtos bem como também para a disseminação de oportunidades. O LinkedIn nos possibilitará demonstrar a nossa expertise por meio de fóruns e debates abordando diversos temas e projetos”, afirma Anthony Harvey – CCO da Willis Brasil.
Lucro do Grupo Generali supera € 1 bilhão no 1º semestre
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O Grupo Generali, uma das maiores seguradoras na Europa e líder no ramo vida no mesmo continente, apurou lucro líquido de 1,1 bilhão de euros entre janeiro e junho de 2013, um crescimento de 28,4% sobre igual período do ano passado e o melhor resultado semestral registrado pela companhia em cinco anos. O desempenho foi favorecido pelos segmentos vida e linhas corporativas (P&C), que ajudaram a elevar o resultado operacional em 5,3%, a 2,4 bilhões de euros.
Enquanto no segmento de P&C o resultado operacional alcançou 909 milhões de euros -uma alta anual de 24,8% que refletiu margens técnicas-, no segmento vida um melhor mix de negócios resultou em 1,5 bilhão de euros em termos operacionais, apesar do cenário macroeconômico desafiador, afetado por baixas taxas de investimento.
“Tivemos um forte início de 2013, atingindo o melhor desempenho semestral nos últimos cinco anos”, afirmou Mario Greco, presidente-executivo do Grupo Generali. “Demos passos importantes para fortalecer nossa posição de capital e melhorar nosso desempenho financeiro e operacional.”
De janeiro a junho, os prêmios totalizaram 34,8 bilhões de euros, crescimento de 1,7 por cento ano a ano, com tendência positiva tanto no segmento vida quanto em linhas corporativas, e forte contribuição de produtos inovadores. “A Generali está mais focada e rentável agora do que há um ano, e estamos no caminho para alcançar os objetivos que traçamos”, acrescentou Greco. “O grupo espera apresentar resultado operacional para o fechamento do ano superior ao registrado em 2012.”
No Brasil, a Generali mais que dobrou o crescimento no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2012, apoiada no desempenho das carteiras de automóveis e riscos patrimoniais, somado à estratégia de expansão com foco em regiões onde atuava de maneira remota, como as regiões Norte, Nordeste e interior dos principais Estados do país.
Nos primeiros seis meses de 2013, a empresa subiu sete posições no ranking da Susep (Superintendência de Seguros Privados). No mesmo período, e de forma pioneira no Brasil, a Generali começou a oferecer o Stop Loss, uma linha de seguros criada para proteger as empresas contra perdas financeiras relacionadas a planos de saúde.
“Hoje, o Brasil é um dos mercados mais importantes da América Latina e o que mais tem crescido nos últimos tempos. Esse movimento tem sido favorável para nossa estratégia de expansão. Estamos muito satisfeitos e otimistas com os resultados e trabalhamos pela continuidade dessa curva ascendente”, afirma José Ribeiro, presidente da Generali Brasil Seguros.
A Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização, fechou hoje os números de das premiações distribuídas em junho. Foram R$ 8,5 milhões para mais de 1.263 clientes. O acumulado de janeiro a junho já soma R$ 65 milhões, um crescimento de 10% em relação a 2012 para o mesmo período. Nesse mês, Minas ultrapassou São Paulo no valor dos prêmios distribuídos. Os mineiros levaram R$ 1,4 milhão, contra R$ 1,3 milhão dos paulistas. O Paraná foi o terceiro, com R$ 970 mil e o Rio o quarto, com R$ 675 mil.
Eis uma grande oportunidade para tirar aquele projeto de estudar da gaveta. Participe!!! Faça a diferença!!!!
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A Fundación Mapfre, entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo a formação do cidadão, concederá, até o final deste ano, diversas bolsas e incentivos a estudantes e profissionais que queiram desenvolver programas de pesquisas nas áreas relacionadas à Saúde, Prevenção e Meio Ambiente, Seguros, Terceira Idade e Cultura. Os valores oferecidos ultrapassam a marca de € 1 milhão (ou R$ 3 milhões)
Os incentivos fazem parte das ações da instituição para fomentar a cidadania, a educação e o desenvolvimento sustentável dos países onde atua, como o Brasil. No total são mais de 100 oportunidades, sendo 51 incentivos a profissionais de pesquisa, 60 para estudantes e outras duas destinadas a projetos de atendimento a pessoas idosas e à conservação, elaboração ou divulgação de arquivos históricos da Espanha, Portugal e América Latina.
Os interessados em concorrer aos prêmios devem inscrever seus projetos de acordo com as datas informadas no site www.fundacionmapfre.com.br, na página de Destaques. Podem participar do processo de seleção pessoas residentes na Espanha, Portugal, Brasil e demais países da América Latina.
De acordo com a diretora da delegação da Fundación Mapfre no Brasil, Fátima Lima, os prêmios e demais incentivos à pesquisa estão entre as inúmeras iniciativas da política de responsabilidade social desenvolvida pela instituição.
“Acreditamos que um trabalho conjunto entre instituições e sociedade propicie benefícios que garantam mais qualidade de vida à população”, diz. Ainda segundo a executiva, “as medidas de incentivo que realizaremos agora fornecerão às próximas gerações um mundo mais humano e justo”.
As informações completas, editais e formulários podem ser obtidos no site da instituição – www.fundacionmapfre.com.br / Destaques – ou pelo e-mail fmapfre@mapfre.com.br.
Sobre a Fundación MAPFRE
A Fundación MAPFRE desenvolve intensa atividade nos países latino-americanos nas áreas de segurança, e apoia a formação de profissionais e o desenvolvimento de pesquisas, visando à prevenção de acidentes humanos, materiais e com o meio ambiente, além da redução de suas consequências.
No Brasil, a entidade contribui para a formação do cidadão em cinco focos de atuação: Segurança Viária; Cultura e História; Ciências do Seguro; Prevenção, Saúde e Meio Ambiente; Ação Social, agindo, especificamente, por meio do incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento e à informação e pela divulgação de assuntos relevantes para a sociedade.
Com cerca de 400 participantes nos dois anos anteriores, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, promovidos pelo Grupo Bradesco Seguros, chegam à sua terceira edição em 2013 consolidados como uma das mais importantes iniciativas voltadas à difusão e discussão do tema em âmbito nacional. As inscrições podem ser feitas de 31 de julho a 6 de setembro, em duas modalidades: Prêmio Longevidade de Jornalismo e Prêmio Longevidade Histórias de Vida.
“A premiação tem como principal objetivo despertar a sociedade brasileira para a importância do conceito da longevidade em seu espectro mais amplo, valorizando o envelhecimento saudável, a qualidade de vida e a preparação dos mais jovens para um futuro melhor”, destaca o presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio de Oliveira.
Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.
Os primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios em dinheiro no valor de até R$ 10 mil, além de troféu elaborado por um artista plástico brasileiro. A cerimônia de entrega será realizada durante o VIII Fórum da Longevidade, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em 15 de outubro, na cidade de São Paulo.
Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir o tema.
Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 200 mil participantes, em corridas de 6 km e caminhadas de 3km nas principais cidades do país; o Programa Porteiro do Amigo Idoso, lançado em 2010, no bairro de Copacabana (RJ), para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos; e o movimento Conviva, que visa incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a CicloFaixa de Lazer São Paulo.
Prêmio Longevidade de Jornalismo
Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos sobre o tema da longevidade, contemplando duas categorias: Mídia Impressa (jornais e revistas) e Mídia Eletrônica (TV, rádio e web). Estão habilitadas a concorrer matérias publicadas no período de 31 de outubro de 2012 a 6 de setembro de 2013. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios em dinheiro nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente.
Prêmio Longevidade Histórias de Vida
Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e incentivar a transmissão de conhecimento entre gerações, premiando histórias e relatos que, pelo exemplo pessoal, contribuam para a disseminação do conceito de longevidade, visando uma melhor qualidade de vida no presente e no futuro. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios em dinheiro nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente.
Julgamento
Os trabalhos serão avaliados por um júri composto por profissionais de jornalismo, representantes de entidades de classe do setor e de universidades e um especialista em gerontologia.
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