Unidade de Assistências da Tempo Assit reúne prestadores de serviços para aprimorar atendimentos

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A Tempo USS, Unidade de Assistências Especializadas do Grupo Tempo Assit, uma das principais companhias do país na prestação de serviços de seguros saúde, planos odontológicos, home care e soluções em saúde, concluiu com sucesso a realização de encontro para integração de prestadores de serviços e parceiros com os profissionais da empresa.

Ocorrido nos dias 29 e 30 de agosto na sede da companhia em Barueri (SP), o evento contou com a participação de gestores e de toda a diretoria de Operações da Tempo USS. O principal objetivo, além de aproximar a equipe, foi apresentar as novas metas e diretrizes da companhia, além de cases de sucesso e métodos para promover sinergias: tudo para ampliar a qualidade do atendimento ao cliente.

“O alinhamento de nossa equipe com os prestadores de serviços e parceiros é fundamental para manter constantemente o foco na qualidade e na melhoria do atendimento. Entendemos que o trabalho realizado em conjunto é um componente importante para a conquista de nossas metas, e a crença e dedicação de nossos profissionais são fatores decisivos para o sucesso da empresa. Queremos trazer uma nova cultura de relacionamento com nossos prestadores – muito próxima, com muito respeito e muita reciprocidade”, afirma Daniel Meneghin, Diretor da Tempo USS.

Ao final do encontro, os participantes tiveram ainda a oportunidade de participar de uma festa de confraternização em restaurante localizado próximo à companhia. “A aproximação dos nossos profissionais, agora mais engajados e focados em nossas metas, irá aprimorar ainda mais o atendimento e os serviços prestados, o que é fundamental para obtermos resultados de curto prazo”, afirma Gibran Marona, Vice-Presidente da Tempo USS.

Depois de 13 anos de processo, privatização do IRB chega ao fim em1º de outubro

© Copyright 2010 CorbisCorporationAgência Brasil

Depois de um processo que durou 13 anos, a privatização do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil) será concluída nos próximos 30 dias. Segundo o Ministério da Fazenda, pasta à qual o IRB-Brasil ainda está vinculado, o órgão passará para a iniciativa privada até 1º de outubro, quando devem ser finalizados os últimos trâmites burocráticos.

No último dia 20, uma assembleia do conselho do IRB-Brasil confirmou o aumento de capital da empresa, que atualmente responde por 40% do mercado de resseguros no Brasil. A companhia será gerida por quatro instituições financeiras – o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e o Fundo de Investimentos da Caixa Econômica Federal. Esses bancos estão comprando ações detidas pela União para assumir o controle do IRB-Brasil, cujo capital será 51% privado.

Para a privatização do IRB-Brasil ser concluída, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia do Ministério da Fazenda que regula o setor, também precisa homologar o aumento de capital da empresa. Além disso, a operação precisa ser registrada em cartório para que a empresa passe a funcionar da nova maneira.

O resseguro funciona como o seguro das seguradoras. Nessa modalidade, a empresa seguradora transfere à empresa de resseguro, parcialmente ou totalmente, os riscos assumidos nas apólices de alto valor ou em apólices de pequeno valor com riscos distribuídos em massa. Em 2001, após a destruição das torres gêmeas em Nova York, as maiores resseguradoras do mundo ajudaram as seguradoras a absorver o prejuízo de US$ 40 bilhões provocados pelas indenizações pagas às vítimas do atentado.

No Brasil, o IRB, criado em 1939 pelo presidente Getúlio Vargas, detinha o monopólio do mercado de resseguros. Em 1998, a empresa foi transformada em sociedade anônima e passou a chamar-se IRB-Brasil Resseguros. Em 2000, o governo iniciou o processo de privatização, que foi paralisado por causa de uma ação direta de inconstitucionalidade. Em 2002, o Supremo Tribunal Federal julgou o processo e considerou a privatização ilegal.

Para que o IRB-Brasil pudesse passar à iniciativa privada, era necessário primeiramente acabar com o monopólio da empresa no mercado de resseguros. Em 2007, o Congresso aprovou uma lei complementar que reabriu o setor a outras empresas. Atualmente, existem 110 empresas de resseguro no País, embora o IRB-Brasil ainda detenha a maior fatia do mercado. No ano passado, o IRB-Brasil recebeu R$ 2,8 bilhões em prêmios emitidos e teve lucro de R$ 293,4 milhões.

ICES volta a registrar queda; 46% dos executivos acreditam na piora da economia

© Copyright 2010 CorbisCorporationO Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES) atingiu 96,2 e voltou a cair no mês agosto. A variação é de 1,8% em relação ao mês de julho, quando chegou a 98. “O ICES interrompeu a pequena tendência de alta registrada em julho, e voltou a cair, indo para 96,2, com queda mensal de 1,8%. Como o valor ficou abaixo de 100, as empresas ainda estão com uma perspectiva pessimista pelo terceiro mês seguido”, justifica o economista Francisco Galiza, diretor da Rating de Seguros e responsável pela aferição do indicador realizado em parceria com a Revista Cobertura.

Para 49% dos executivos das seguradoras, o crescimento da economia brasileira será igual nos próximos seis meses; 46%, pior, e para 5%, melhor. “A pior avaliação continua a ser o comportamento futuro da economia brasileira”.

Já no quesito rentabilidade, para 63% será igual, 19% pior e 18% melhor. No mês anterior foi 64%, 20% e 16%. “Já o otimismo com relação ao comportamento da receita é favorável, mas em grau menor do que no início do ano. Por exemplo, em fevereiro de 2013, 76% das seguradoras brasileiras diziam que o seu faturamento seria melhor nos próximos seis meses; em agosto de 2013, essa mesma variável passou para 31%”.

No quesito faturamento das seguradoras, 62% acreditam que será igual nos próximos seis meses, enquanto no mês anterior foram 54%; 31% melhor, ante 39% do mês anterior, e 7% mantiveram a tendência de piora.

Auto mantém estabilidade

“Analisando somente o ramo automóvel, o crescimento esperado das vendas para 2013 continua positivo, embora a estabilidade dos números já esteja prevalecendo”, diz Galiza.

Para 52% dos executivos o faturamento do seguro automóvel nos próximos seis meses será igual, no mês anterior a proporção era de 38%; 37% creem na melhora – no período anterior eram 45%, e 11% acreditam que irá piorar, em julho foram 17%.

Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que foi anunciado no final de novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.

O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.

As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

RSA Seguros reforça atuação no segmento de energia renovável

A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, pioneira em seguros para energia renovável, participa pelo quarto ano consecutivo como patrocinadora do Brazil Windpower, o maior evento de energia eólica da América Latina.

A Companhia é líder mundial no segmento de energia renovável e acompanha sua evolução em todo o mundo há mais de 30 anos, com vasta experiência no desenvolvimento de soluções em seguros para geração de energia a partir de fontes renováveis.

“O Brasil continua sendo um mercado bastante promissor, com especial destaque para as novas oportunidades geradas pelo investimento crescente em energia eólica, e a RSA Seguros oferece ao mercado brasileiro soluções completas para todas as etapas dos projetos: desde o transporte dos primeiros equipamentos até o início da operação, passando pelas fases de construção e montagem dos empreendimentos”, afirma Ariel Couto, diretor comercial da RSA Seguros.

Com operações em 130 países, a RSA Seguros disponibiliza seus serviços a empresas do mundo inteiro, garantindo os empreendimentos eólicos onshore (em terra) e offshore (no mar).

SulAmérica unifica áreas acomodando-as em nova vice-presidência

renato terziA SulAmérica anunciou a unificação das áreas de Projetos Estratégicos, Inteligência de Mercado, CRM e Marketing em uma nova vice-presidência sob o comando do executivo Renato Terzi, que até recentemente ocupava a vice-presidência de Vida e Previdência. Em razão disso, Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente de Automóveis e Ramos Elementares, passa a liderar também as áreas de Vida e Previdência.

Trindade tem especialização em Seguros de Pessoas pela American College, da Filadélfia, Estados Unidos, e MBA pela Universidade de São Paulo (USP). Há mais de 30 anos no mercado, já presidiu uma companhia especializada em previdência e na SulAmérica foi executivo de diversas áreas entre elas Vendas, Marketing, Vida e Previdência, além de Auto e RE.

À frente da nova vice-presidência de Planejamento e Marketing, Renato Terzi terá como desafio buscar uma maior sinergia entre os diversos produtos da SulAmérica. Com mais de 18 anos de experiência no setor financeiro, o executivo, que está na SulAmérica há um ano, tem grande expertise em Marketing, Vendas, Tecnologia, Projetos e Planejamento. “Esta nova estrutura trará um nova fase para o modelo multilinha da companhia”, avalia o presidente da SulAmérica, Gabriel Portella. “Estou certo de que as experiências, o dinamismo e a competência destes dois brilhantes executivos farão toda a diferença para alcançarmos nossos objetivos”, finalizou.

Casas financiadas têm direito a seguro para consertos

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Quantas pessoas não sonham com o imóvel próprio? Sair do aluguel e comprar a casa é o desejo de 57,6% dos integrantes da classe média, segundo pesquisa deste ano do Instituto Data Popular. Com a facilidade dos financiamentos, diversos cidadãos conseguem concretizar suas metas. Mas, um “balde de água fria” é jogado quando infiltrações começam a aparecer, rachaduras, entre outros problemas estruturais. Quem mais sofre são as pessoas de baixa renda, visto que o conserto será um gasto a mais, comprometendo o orçamento mensal.

Porém, o que diversos cidadãos não sabem é que têm o direito ao Seguro Habitacional. Segundo Guilherme de Carvalho, do escritório G Carvalho Sociedade de Advogados, ao financiar um imóvel, o consumidor é obrigado a escolher uma seguradora para fazer a apólice. “O Seguro Habitacional pago durante o período que o imóvel for financiado, é justamente para ressarcir o cidadão de futuros problemas e para garantir a integridade do mesmo para o banco caso for para leilão”.

Embora exista a apólice, os moradores não acionam por falta de divulgação e acabam “remendando” as trincas, os telhados, não solucionando quase nada. “Quando se adquiri um imóvel, a seguradora – que não é necessariamente a empresa que o cliente financiou a casa própria – tem que averiguar o estado do bem e fichar qual material foi usado. “Pois se for usado material de qualidade duvidosa, na primeira chuva, os bens serão atingidos e o cliente precisará estar ciente do tipo de construção”, explica Guilherme de Carvalho.

O advogado do G Carvalho Sociedade de Advogados comenta que outro fato comum nesses casos, é o consumidor acionar a seguradora e o problema não ser resolvido. “O morador pode entrar com uma ação para receber os valores que lhe é de direito”. Por fim ressalta que o consumidor não recebe o dinheiro e sim, o material, pois é para literalmente “arrumar a casa” e não para pagar as dívidas.

Caixa Capitalização eleva capital em R$ 30 milhões

A Caixa Capitalização foi autorizada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) nesta sexta-feira a elevar o capital social em R$ 30 milhões, sem a emissão de novas ações. O capital da companhia passa de R$ 150 milhões para R$ 180 milhões, mediante a capitalização da Reserva Legal, sendo dividido em 8.000 ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. A decisão está em portaria publicada nesta sexta-feira, 30, no Diário Oficial da União (DOU) e no portal da Susep.

Galiza destaca estudo sobre cenário mundial de resseguros

O consultor Francisco Galiza alerta para mais um estudo interessante sobre o setor. A classificadora de riscos AM Best acaba de divulgar um estudo sobre o mercado ressegurador mundial, denominado “Global Reinsurance – Segment Review, The Capital Challenge”.

Segundo o estudo,ressalta ele em seu artigo, nos últimos anos, apesar das diversidades dificuldades – catástrofes globais, recessão em muitas economias, maior volatilidade e queda nas taxas de retorno dos investimentos, entre outras – as resseguradoras mundiais tiveram margens de rentabilidade relativamente razoáveis. Agora, se delineia um novo desafio. Novos investidores (fundos de investimento, de pensão, etc) passaram a se interessar pelo setor, formando novas empresas ou não, aumentando com isso a capacidade e, assim, pressionando os preços.

resseguros maiores

No texto, há um capítulo especial sobre o Brasil. Nesse caso, alguns pontos se destacam:

Nos últimos anos, o excesso de abundância de capacidade das resseguradoras enfraqueceu os preços, o que desanimou um pouco os agentes.

Apesar disso, o potencial econômico do segmento ainda é muito bom. Por exemplo, novas obras de infra-estrutura, baixa probabilidade de catástrofes, pré-sal, ascensão da classe média, pequena penetração do seguro, todos esses são fatores favoráveis. Visando um melhor equacionamento de custo e ganhos de escala, o estudo aposta em fusões e aquisições no mercado ressegurador brasileiro nos próximos anos.

http://www.bestweek.com/europe/promo/GlobalReinsurance.pdf

Riscos da cadeia de suprimento é tema de palestra da Zurich

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente no Brasil há mais de 30 anos, participou da Brazilian Risk Management Summit, evento realizado pela Revista Latam Insurance Review, nos últimos dias 22 e 23 de agosto, em São Paulo. O objetivo foi aprofundar uma série de discussões e debates sobre a importância da gestão de risco no cenário econômico e industrial.

No primeiro dia de evento, Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros, participou como moderador da mesa redonda de tema ‘Cadeia de Suprimento e interrupção de negócios’. De acordo com o executivo, o debate entre os convidados foi extremamente importante para promover a cultura da gestão de risco. “Durante a mesa redonda, pudemos compreender os possíveis impactos financeiros, econômicos e no market share que as empresas podem sofrer como resultado da interrupção na Cadeia de Suprimentos”, revela Carlos Cortés.

O executivo de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros ainda destaca que a economia globalizada, na qual as empresas estão interligadas na chamada cadeia de suprimento, exige uma análise criteriosa dos riscos. “É extremamente importante analisar todas as vulnerabilidades que envolvem a cadeia de suprimentos e implementar planos que garantem a continuidade do negócio”, revela o executivo da Zurich Seguros. Carlos Cortés ainda ressalta que um dos maiores problemas enfrentados na América Latina está relacionado ao roubo de carga, no entanto as empresas não devem limitar o seu escopo, pois é importante enxergar o cenário completo. Para Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich Seguros,
o debate entre os convidados foi importante para promover a cultura da gestão de risco

Riscos emergentes – Já no segundo e último dia da Brazilian Risk Management Summit, a Zurich Seguros esteve presente para debater sobre os chamados riscos emergentes, novas áreas potencialmente expostas ao risco. De acordo com Vinícius Jorge, superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros, os desafios emergentes para o Gerenciamento de Risco Corporativo são exponencialmente os riscos cibernéticos e regulatórios. “A prevenção contra ataques cibernéticos e a mitigação dos possíveis prejuízos relacionados às mudanças regulatórias são fatores fundamentais para gestão de riscos nas empresas”, comenta Vinícius Jorge.

O Superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros destaca a importância de se proteger as informações e os prejuízos que as falhas na área da Tecnologia da Informação podem causar aos negócios. “A necessidade de mapear os riscos para reduzir os danos é imprescindível no mundo virtual e saber lidar com situações adversas é fundamental”, conta.

Em relação aos riscos regulatórios, Vinícius Jorge destaca questões como alteração nas políticas regulatórias por parte do governo. “Um exemplo bem claro de risco regulatório foi justamente a alteração do preço da energia elétrica, por parte do Governo Federal, que ocasionou mudanças na cadeia produtiva”, finaliza o Superintendente de Linhas Financeiras da Zurich Seguros.

Centrada em torno de uma série de discussões aprofundadas e debates em diversos painéis, o evento de dois dias forneceu uma visão abrangente do cenário da indústria e as principais oportunidades e desafios que afetam os gestores de risco nos dias de hoje.

Mitsui Sumitomo Seguros lucra R$ 2,6 milhões no primeiro semestre

helioA Mitsui Sumitomo Seguros obteve no primeiro semestre de 2013 lucro líquido de R$ 2,6 milhões, uma significativa evolução quando comparado ao prejuízo de R$ 9.5 milhões publicado no mesmo período de 2012. Segundo Helio Kinoshita, vice-presidente & COO da Mitsui Sumitomo Seguros, a melhora do resultado é decorrente dos investimentos em capital humano, readequação de produtos não rentáveis, e da melhora do processo de subscrição de riscos. “Citando como exemplo de melhoria de performance, o produto Automóvel teve a sua sinistralidade reduzida de 79,8% em 2012 para 63.8% em 2013, ambos no período de Janeiro a Junho. Neste mesmo período o montante de Prêmio Emitido cresceu 15,7% neste produto”, comentou.

No primeiro semestre de 2013, foram feitos investimentos em expansão geográfica para ampliar a capacidade de vendas, iniciando atividades nas regiões de Campinas em São Paulo, Região Serrana no Rio de Janeiro e Vitória no Espírito Santo, e em agosto a Mitsui inaugurou uma nova filial em Belo Horizonte, Minas Gerais. “A contínua disciplina na subscrição de riscos aliado a eficiência operacional, através de melhorias dos sistemas operacionais, e expansão de negócios com intensificação na comercialização de seguros corporativos, levará a Mitsui Sumitomo Seguros a atingir sua principal estratégia que é consolidar uma operação com crescimento sustentável e rentável no país”, aposta Kinoshita.

A companhia lançou em abril de 2013 uma campanha chamada “Juntos pela Excelência” para promover uma interação doa corretores e colaboradores na busca da melhoria da qualidade de serviços prestados. “Esta estratégia é fortemente disseminada na Casa Matriz no Japão, onde através dela, adquiriu-se uma sólida relação de confiança e lealdade dos clientes e levou o Grupo MS&AD à posição de liderança no mercado de seguros do Japão”, destaca.