Cultura de prevenção de riscos é cada vez maior no Brasil

MATÉRIAS EXTRAÍDAS DO PORTAL DA CNSEG (www.cnseg.org.br)

cnseg 20130919_seminario-controles-internosO primeiro painel técnico do Seminário de “Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos”, evento da CNseg realizado nesta quinta-feira, em São Paulo, contou com palestra do presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Antonio Gustavo Rodrigues, cujo órgão é subordinado ao Ministério da Fazenda. O órgão tem o papel de identificar fraudes em transações financeiras, inclusive lavagem de dinheiro, e de comunicá-las ao Ministério Público. Para isso, conta com a colaboração de instituições financeiras, como bancos e seguradoras.

Antonio Gustavo iniciou sua apresentação destacando um aspecto positivo: o aumento da conscientização da importância da cultura da prevenção de riscos no Brasil, que deixa de encarar certas situações como simples fatalidades. Para isso, usou um exemplo simples, mas muito significativo. Quando a maioria dos presentes ao Seminário era criança, os pais não exigiam que os filhos usassem cinto de segurança no carro, atitude que é completamente diferente nos dias de hoje. E essa mudança de mentalidade não se dá só no Brasil. Outra situação citada é a da legislação de alguns países, como França e Alemanha, que até há alguns anos, permitia que suas empresas descontassem do Imposto de Renda os valores pagos em corrupção em outros países.

Em seguida, o presidente da Coaf discorreu sobre o processo e a lógica de funcionamento do órgão. De acordo com as normas do setor, as instituições financeiras devem comunicar ao Coaf todas as transações que se enquadrem dentro de determinados critérios. Por exemplo, todos os depósitos bancários acima de R$ 100 mil devem ser comunicados. Além disso, os comunicantes também podem informar situações que considerem suspeitas. Assim, entre 1º de outubro de 2012 e 30 de junho de 2013, foram 137.829 comunicados encaminhados por 79 instituições. Esse grande volume, tratado por uma equipe de cerca de 12 analistas, obriga o órgão a elaborar critérios de classificação de prioridades, já que cerca de 95,58% destes são de baixa relevância.

Em meio a tantas informações, o Coaf criou recentemente um departamento de Inteligência Financeira, que opera na identificação de transações que, não sendo necessariamente ilegais, são suspeitas. Assim, por exemplo, uma pessoa que leva um grande montante de dinheiro vivo para ser depositado no banco pode acender uma luz vermelha, já que pode se tratar de lavagem de dinheiro.

Antonio Gustavo citou alguns exemplos de artifícios utilizados por criminosos para esse fim, como o ato de contratar um seguro de valor alto, pagar o prêmio em dinheiro e cancelar o seguro no dia seguinte para receber de volta um cheque da seguradora, que é aceito para depósito no banco com muito menos suspeita.

Apesar de recentes, os sistemas de identificação de lavagem de dinheiro têm se mostrado eficientes. Evidência disso é o aumenta da apreensão, pela polícia, de grandes quantias de dinheiro em espécie com criminosos que tiveram receio de levar as somas às instituições financeiras. “Há algum tempo, não havia a menor preocupação dos bancos, ou mesmo das seguradoras, em relação à questão, o que é completamente diferente hoje em dia”, afirmou.

Finalizando sua palestra, Antonio Gustavo ressaltou que, para que os processos de detecção de fraudes continuem a evoluir, é importante que a qualidade das informações fornecidas também evolua. Para tanto, é preciso que as instituições financeiras entendam cada vez melhor como funciona e para que se presta o Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

cnseg painel-1---Nuno-Andre-_microfone_Seguradoras devem se antecipar ao risco operacional, em vez de apenas reagir

No segundo painel técnico do VII Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos”, realizado nesta manhã de quarta-feira, 19 setembro, em São Paulo, pela CNseg e Funenseg, Nuno André Vieira, da Consultoria EY, falou sobre como a gestão de riscos operacionais pode ser instrumento de criação e de preservação de valor.

“As organizações têm de pensar em gerenciar riscos operacionais não apenas sob uma perspectiva regulatória, como também para apoiar o negócio a diminuir custo, aumentar receita e gerenciar capital”, disse. Para que a área de Risco Operacional sirva de apoio ao negócio, ele destacou como necessária a existência de estruturas comuns na gestão de risco, incluindo metodologias.

Na avaliação do especialista, o Brasil já evoluiu bastante em riscos operacionais nos últimos dez anos. “As empresas têm adotados estruturas cada vez mais relevantes para gerenciar riscos operacionais, com o acompanhamento cada vez mais próximo do órgão regulador e apoio da CNseg”, afirmou.

Ele ressaltou, ainda, a importância da atuação das comissões técnicas da CNseg no apoio às seguradoras e o devido cumprimento destas das normas e regras regulatórias, “para garantir que haja mitigação de risco operacional”, disse.

Na previsão de Nuno Vieira, em dois ou três anos seguradoras deverão fazer mais do que fazem hoje em gestão de riscos operacionais. “É uma jornada de contínua evolução”, concluiu.

Luiz Pereira de Souza, da CNseg, que atuou como mediador, observou que a gestão de riscos operacionais não deve ser vista apenas pelo ângulo do desafio, custo e complexidade, mas como um instrumento que pode servir para a preservação de valores. Souza lembrou que a CNseg está à disposição do mercado e daqueles que ainda não dominam o assunto risco operacional.

cnseg painel-ouvidoria_sem_controles-internosOuvidoria pode contribuir com a gestão de riscos operacionais

“Um trabalho bem-feito de ouvidoria é suficiente para detectar fraudes internas e externas nas seguradoras”. A afirmação é ouvidor do grupo BNP Paribas Cardif do Brasil, Alexandre Pestilli, palestrante do quinto painel do VII Seminário de Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão Riscos, realizado nesta tarde de quinta-feira, 19 de setembro, em São Paulo.

Segundo Pestilli, a essência da ouvidoria é receber, registrar, analisar e dar tratamento formal e conclusivo às reclamações de segundo nível dos clientes, dentro do prazo legal. Nesta função, ele acredita que o ouvidor pode ser muito útil na identificação de fraudes, sobretudo as externas, devido a seu contato direto com o consumidor. “Um cliente que usa indevidamente um equipamento ou que usa excessivamente um canal para reclamação pode ser um caso suspeito”. Pestilli comentou sobre o caso de fraude de superfaturamento de peças de reposição de máquina de lavar, descoberto pelo próprio segurado.

A ouvidoria também pode ajudar a identificar fraudes em sinistros, como a falsificação de documentos, por exemplo, atuando em conjunto com os analistas e reguladores de sinistros. Pestilli contou que já se deparou com casos de reclamação do próprio fraudador. “Ele percebe que sua indenização poderá ser negada e usa todos os canais para reclamar, até mesmo recorrendo à Susep”, disse.

Para Silas Rivelle Junior, presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, a ouvidoria ajuda a livrar a empresa da exposição de risco, por meio das recomendações. “O trabalho da ouvidoria tem de andar em conjunto com o compliance e gestão de riscos”, disse.

O papel da Auditoria Interna na busca da qualidade do monitoramento

Nenhuma atividade econômica pode sobreviver sem uma definição de parâmetros, regras, controles e normas de funcionamento. Mas para que esses parâmetros, regras, controles e normas sejam seguidos, é preciso que existam meios e procedimentos para sua verificação, que são os mecanismos de Controles Internos. Entretanto, mesmo os Controles Internos devem ter a sua qualidade de monitoramento das atividades aferida, no caso, pela Auditoria Interna. Foi o que afirmou Assizio Oliveira, presidente da Comissão de Comissão de Controles Internos da CNseg, durante a palestra “Auditoria Interna e sua relação com a gestão de Riscos Operacionais”, no seminário Controles Internos & Compliance, realizado pela CNseg, nesta quinta-feira, 19, em São Paulo.

E para que a Auditoria Interna seja eficiente, deve considerar, em primeiro lugar, a avaliação dos processos de Controles Internos, já que é quando se identificam eventuais desvios com relação aos modelos. Assizio também ressaltou as outras duas vertentes do trabalho do auditor, que são a realização de testes de aderência e a intervenção em situações anômalas.

Mas não basta que as empresas gastem rios de dinheiro em sistemas de auditoria ou tenham os melhores modelos de cálculo de capital se não houver investimento em capital humano, o que inclui uma eficiente seleção dos colaboradores, explicou o presidente da Comissão de Controles Internos. De acordo com pesquisa feita por ele em fontes disponíveis na internet, cerca de 2% da população têm propensão a condutas antissociais, delitivas ou desviantes, o que significa que, no Brasil, com uma população de 200 milhões, cerca de 500 mil se enquadram nesse perfil.

E como, segundo ele, por melhor que sejam os processos de seleção de pessoal, sempre poderá haver alguém com esse perfil dentro das instituições. Então, “é inútil demitir os fraudadores, um após o outro, e permitir que as oportunidades de fraudar permaneçam”. Por isso, além da apuração de eventuais desvios, cabe à Auditoria Interna sugerir o tratamento dos resultados da apuração e recomendar medidas para prevenir a repetição da situação e a melhoria do monitoramento.

Encerrando sua apresentação, que teve a moderação do superintendente de Regulação da CNseg, Alexandre Leal, Assizio definiu o auditor interno como aquele que tem o papel de “ouvir as coisas internas” para proteger a empresa.

Área de Controles Internos está mais presente na agenda do mercado

O número de participantes do VII Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos, realizado no Hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo- cerca de 300 pessoas- foi avaliado positivamente pelo presidente da missão de Controles Internos da CNseg, Assizio Oliveira, ainda na abertura do evento. Para ele, o tema controles internos está cada vez mais presente na agenda do mercado. “O tema é tão importante que está presente nos programas de formação da Funenseg”, acrescentou o diretor da Escola Nacional de Seguros, Renato Campos Martins Filho, lembrando que a matéria controles internos faz parte também do conteúdo programático dos cursos de habilitação de corretores, que forma por ano 10 mil alunos.

Convidado a participar da abertura do evento, o presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio Conduru, confessou que tempos atrás não entendia importância de controles internos. “Hoje, no quarto ano como presidente, mudou minha perspectiva, pois entendo que os controles internos têm de estar presente nas empresas, principalmente, porque a concorrência cada vez maior fará as margens diminuírem”, disse. A seu ver, está se desenvolvendo no País cultura do seguro. “Prova disso é este auditório lotado para discutir um tema que não despertava tanta atenção no passado”,disse.

Brasil é o oitavo maior em saúde suplementar, apesar de gasto per capita baixo

O Brasil é o oitavo maior mercado em saúde do mundo, mas o gasto per capita ainda é baixo e, consequentemente, a rentabilidade também. Com estas notícias – uma boa e outra má, Flávio Bitter, diretor técnico Operacional da Bradesco Saúde, iniciou a apresentação do tema “O Desafio da Gestão de Riscos na Saúde Suplementar”, durante sua participação no VII Seminário de Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos, nesta quinta-feira, 19. A palestra foi a penúltima do evento, realizado pela CNseg e Funenseg, em São Paulo.

Mas, o controle da escalada de custos no segmento de Saúde Suplementar é apenas um dos muitos desafios dos gestores, segundo Bitter. Ele apontou como grande vilão do sistema o VCMH (Variação dos Custos Médico-Hospitalares), índice mais conhecido como “inflação médica”, que é composto pelos custos de consultas e exames e da frequência de utilização dos serviços pelos usuários.

Pelos cálculos de Bitter, a inflação médica atingiu seu pico máximo no final do ano passado, atingindo 15%, percentual três vezes maior que o índice oficial de inflação do País apurado no mesmo período.

Com base nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Bitter expôs em gráfico um retrato da dinâmica de custos nas operadoras de saúde, medido pela variação da sinistralidade por trimestre. O detalhe que chamou a atenção foi a volatilidade da sinistralidade em relação ao número de vidas das operadoras. “Quanto menor a carteira, maior a sinistralidade. Portanto, escala em plano de saúde é fundamental”, disse.

Ele apontou que o aumento de custos em saúde está relacionado às três transições atuais: epidemiológica, demográfica e tecnológica. Segundo Bitter, alguns tipos de doenças mais preponderantes variam de acordo com o grau de desenvolvimento dos países. Os que estão no grupo de países em desenvolvimento, apresentam prevalência de doenças infecciosas e de desnutrição, devido à falta básica de ambiente sanitário adequado. Já os países mais desenvolvidos, apresentam a predominância de doenças crônicas, como diabete e doenças cardíacas, ambas relacionadas ao mau hábito de vida.

O Brasil, segundo ele, está “no meio do caminho”, ou seja, apresenta a incidência de doenças dos dois grupos de países. Porém, o aumento de doenças crônicas gera uma agravante nos custos de saúde, porque são mais difíceis de tratar. A mesma situação ocorre na atual etapa de transição demográfica, cujo fator de maior transformação na pirâmide etária brasileira é o aumento longevidade. “A população envelhece de maneira rápida, enquanto a taxa de natalidade cai”, observou.

Já os impactos da transição tecnológica sobre a saúde podem ser mensurados, segundo Bitter, pelo aumento dos custos de tratamento de determinadas doenças. Ele expôs como exemplo a evolução dos protocolos quimioterápicos para tratamento de câncer de mama, nos quais os medicamentos aumentaram quase 10.000% nos últimos anos. “Se, por um lado, dispor de novas tecnologias para tratamento é uma ótima notícia, por outro, a pressão que exercem sobre os custos é ruim”, disse. “Não somos contra a incorporação tecnológica, mas defendemos que seja feita de maneira séria, com base em estudos”, complementou.

Tokio Marine fecha contrato com o Flamengo para venda de seguro de acidentes pessoais

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, fechou uma parceira com o Clube de Regatas do Flamengo para a comercialização de Seguros de Acidentes Pessoais. Os torcedores poderão adquirir o produto com a marca do clube por R$19,99 por mês e concorrer a quatro sorteios mensais pela Loteria Federal, no total de R$ 60 mil. O negócio foi criado pela seguradora em parceria com a Zé Augusto Corretora e Administradora de Seguros Ltda.

“O Flamengo é um time de massa, que desperta grande paixão, e nossa expectativa é de que esse produto tenha uma excelente aceitação por sua torcida”, afirma o Diretor de Afinidades da Tokio Marine, Luciano Bezas.

As vendas do Seguro Paixão Que Dá Prêmios serão iniciadas a partir de outubro. O contrato entre a Tokio Marine, a Corretora e o Flamengo foi assinado nesta quarta-feira, dia 18, no Rio de Janeiro.

A importância dos seguros voltados para a mulher

© Copyright 2011 CorbisCorporationArtigo – João Cardoso, Cofundador da TaCerto.com

Cada vez mais independentes, social e economicamente, as mulheres têm se tornado um dos focos do mercado de seguros. Com produtos voltados, especialmente para a saúde feminina, elas contam com opções diferenciadas que há pouco tempo não existiam.

A preocupação com a saúde delas se explica. Segundo dados do Instituto do Câncer (INCA), os cânceres femininos atingem milhares de mulheres durante todos os anos. O câncer de mama, por exemplo, representa 22% dos novos casos da doença por ano no Brasil, o que significa 52 casos para cada 100 mil mulheres. No país, os índices da doença ainda são muito altos, pois ela é descoberta tardiamente – quando intervenções cirúrgicas já se fazem necessárias e a chance de cura é menor. Além da mama, os cânceres de ovário (6 casos para cada 100 mil mulheres) e os de útero (colo de útero são 17 para cada 100mil e corpo do útero 4 para cada 100 mil) elevam ainda mais as estatísticas.

Além dos benefícios para a saúde, os seguros também são uma forma de prevenção financeira no caso da doença se manifestar. Quando um problema tão grave ganha forma, a saúde financeira pode ser muito prejudicada. Se a paciente não tiver um plano que cubra essas necessidades, problemas que não deveriam interferir no tratamento, como as despesas hospitalares ou o tempo de espera para ser atendido na rede pública de saúde, acabam ganhando força.

O seguro pensado na mulher também é extremamente vital para a família, já que muitas delas são as responsáveis financeiras pelo sustento daqueles que moram em sua casa. Ou seja, uma doença de extrema gravidade pode afetar todo o funcionamento do núcleo familiar. E, ao mesmo tempo em que um seguro auxilia nas despesas médicas, ele também proporciona à segurada o direito a ter uma segunda opinião médica. Também proporciona auxílio psicológico e nutricional, pois a vida da mulher e de todos ao seu redor passa por mudanças profundas e significativas, abrangendo todos os lados da batalha de enfrentar um câncer.

Mas, muitas mulheres ficam em dúvida se realmente é necessário ter um seguro focado em câncer, já que são saudáveis. Como diz a sabedoria popular, prevenção nunca é demais, mas para quem ainda têm dúvidas, dados do INCA apontam que o histórico familiar está associado ao aumento das chances de desenvolver a doença – mesmo sendo o parente da família paterna. Ou seja, a prevenção deve ser redobrada nos casos de quem teve alguém consanguíneo com câncer. Estudos apontam que o problema está na alteração de genes ligados ao metabolismo hormonal.

Portanto, a prevenção ao câncer deve ser feita pensando na saúde física quanto na saúde financeira para que o tratamento seja adequado e o restabelecimento seja atingido no menor espaço de tempo possível.

AIG e Travel Guard crescem embalados pelo aumento das viagens corporativas

© Copyright 2012 CorbisCorporationRelease

Nos últimos sete anos, os gastos com viagens corporativas cresceram 80,17%. Em 2012, o número de pessoas que viajaram a trabalho avançou 12,88%, arrecadando R$ 32,31 bilhões, perante os R$ 28,62 bilhões do ano anterior. Para 2013 é esperado um aumento acima de 10%. Os dados são do IEVC (Indicadores Econômicos das Viagens Corporativas).Quem também cresce com o setor é o Travel Guard, central de assistência exclusiva e dedicada ao seguro de viagem da AIG. A cobertura é uma das líderes no segmento de seguro viagem no Brasil.

A AIG possui planos corporativos diferenciados e de fácil contratação, garantindo às empresas despreocupação com a proteção de seus funcionários durante viagens. “Para facilitar a compra, a companhia pode optar por contratar um pacote com dias de viagens, planos anuais multiviagens ou ainda customizar um plano e coberturas de seguro viagem”, diz Luciana Nogami, Gerente de Seguro Viagem da AIG Brasil.

As coberturas do seguro viagem AIG incluem assistência médica em caso de acidente ou doença súbita e indenização em caso de perda de bagagem “A apólice cobre imprevistos durante a viagem do funcionário, oferecendo assistência quando for necessário atendimento médico e hospitalar ou se for da preferência do segurado, ele pode solicitar reembolso das despesas. A cobertura em caso de morte acidental é de até 250 mil dólares”, explica Nogami.

Viajantes também contam com até 100 mil dólares para cobrir gastos com médicos e hospitais em caso de doença súbita ou acidente e cobertura em caso de remoção e repatriação médica de até 125 mil dólares. Outros diferenciais são as coberturas complementares, como residência do titular protegida, que cobre roubo ou furto da moradia no período da viagem, e a carteira protegida, que garante despesas para reposição de documentos em caso de perda ou roubo, além do valor da carteira.

Além de centrais de atendimento próprias, com atendentes que falam português, o seguro possui atuação global, com redes credenciadas nos cinco continentes.

Aon foi a consultoria de riscos e corretora de seguros oficial do Rock in Rio 2013

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Na última sexta-feira (13) teve início na Barra da Tijuca (RJ) o Rock in Rio 2013, evento que desde 1985 traz para o Brasil importantes e renomados artistas internacionais do mundo musical. A expectativa é que 85 mil pessoas compareçam à Cidade do Rock.

Pensando na segurança do público e nos riscos envolvidos em um evento desta magnitude, a organização do festival contratou a Aon como corretora e consultora de riscos para desenvolver um programa de seguros estruturado para cobrir o evento.

Segundo Cristina Schneider, especialista da área de Entretenimento da Aon, a empresa possui grande experiência no segmento. “Em 2012 colocamos no mercado nacional R$ 18 milhões em prêmios apenas em Entretenimento e neste ano a expectativa é superar R$ 22 milhões”, diz.

A Aon desenvolve frequentemente trabalhos semelhantes em grandes eventos realizados tanto no Rio de Janeiro como em todo o Brasil. Recentemente, desenhou e estruturou o programa de seguros de responsabilidade civil da Jornada Mundial da Juventude, movimento que trouxe o papa Francisco e milhões de jovens católicos ao País.

LIU, do grupo Liberty Mutual, tem novo diretor

Ronaldo BolanosRonald Bolaños é o novo diretor da LIU, divisão de riscos especiais da Liberty Seguros, especializada em risco de energia, construção, garantia, gerenciamento de crise, responsabilidade civil gerencial, profissional e ambiental. Ele substitui Renato Rodrigues, que deixou o grupo Liberty Mutual para assumir o comando da seguradora XL.

Lançado há duas semanas na web, filme do movimento Conviva já foi visto por mais de 3,1 milhões de pessoas

http://youtu.be/tcJFzgEksz8

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O filme do “Movimento Conviva” – iniciativa promovida pelo Grupo Bradesco Seguros com o objetivo de incentivar a convivência mais harmonia entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres – veiculado na web há pouco mais de duas semanas, já ultrapassou 3,1 milhões de visualizações (www.movimentoconviva.com.br). O filme integra a campanha “Paz nas Ruas”, criada pela Agência M&C Saatchi F&Q, e mostra paisagens de uma São Paulo vibrante, onde é possível perceber cenas de gentileza e respeito mesmo em meio ao trânsito intenso.

O objetivo do filme é motivar as pessoas a compartilhar o desejo de andar por ruas mais seguras. A campanha “Paz nas Ruas” também estará presente na mídia impressa com o mote “A harmonia nas ruas está em suas mãos”, reforçando que a convivência harmoniosa não depende de carros, motos ou bicicletas, e sim de pessoas.

Criado pela M&C Saatchi F&Q para o Grupo Bradesco Seguros, o movimento Conviva vem desempenhando importante papel na conscientização da sociedade para o uso da bicicleta como opção de lazer e de locomoção urbana. O Conviva tem como principal iniciativa a Ciclofaixa de Lazer São Paulo, implantada pela Prefeitura da capital, com o patrocínio do Grupo Segurador.

“Um dos compromissos do Grupo Bradesco Seguros é promover ações que incentivem alcançar a qualidade de vida. E a mobilidade urbana é um exemplo disso. A busca de soluções para planejar e repensar o processo de deslocamento nas cidades é um tema cada vez mais debatido pelas autoridades públicas e especialistas”, explica Alexandre Nogueira, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Desde 2009, a Ciclofaixa de Lazer proporciona – aos domingos e feriados nacionais –, opção de lazer democrático e gratuito para as pessoas. Atualmente, oferece mais de 120 km de vias seguras e sinalizadas, incluindo novos circuitos, como os que levam da Avenida Paulista ao centro da cidade e da Marginal Pinheiros à Represa de Guarapiranga. Em pesquisa conduzida pelo Ibope, o nível de aceitação da CicloFaixa de Lazer é praticamente total: 98% dos usuários aprovam a iniciativa.

– A CicloFaixa de Lazer é um projeto muito importante para a cidade, pois transcende a complexa operacionalização dos cones aos domingos e feriados. É uma mudança de comportamento que ajudou a trazer as bicicletas às ruas e colocou São Paulo na rota das cidades que buscam ser mais sustentáveis e amigáveis a seus moradores – acrescenta Fernando Quinteiro, sócio Diretor Geral de Planejameno da M&C Saatchi F&Q.
Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, integrante da Organização Bradesco e líder do mercado de seguros no Brasil, tem atuação multilinha, em âmbito nacional. Até junho de 2013, seu faturamento atingiu R$ 24,191 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Tal valor representou evolução de 15,3% em relação aos R$ 20,988 bilhões totalizados no mesmo período de 2012. Esse faturamento mantém o Grupo Segurador na liderança do mercado nacional de prêmios de seguros, rendas de contribuição e receitas de capitalização.

Pesquisa do HSBC mostra que metade dos brasileiros prefere parar aos poucos a se aposentar completamente

A “semi-aposentadoria” já é uma realidade para os cidadãos brasileiros. Ao se aproximar da aposentadoria muitos buscam a redução de horas de trabalho, mas querem continuar ativos e sendo remunerados. É isso o que mostra a pesquisa “O Futuro da aposentadoria: vida após o trabalho”, realizada pelo HSBC este ano. Segundo o estudo inédito, mais de um quarto (29%) dos entrevistados entre 55-64 anos já estão semi-aposentados e metade (50%) das pessoas entre 25-34 anos espera seguir o mesmo caminho.

A pesquisa, realizada em 15 países, entre eles o Brasil, com 16 mil pessoas no total, analisa o processo da aposentadoria e compara experiências reais dos aposentados com as expectativas daqueles que ainda estão na fase ativa. No Brasil, foram entrevistadas cerca de mil pessoas.

De acordo com o superintendente do HSBC Brasil, Alfredo Lalia, a projeção de vida mais longa dos brasileiros e a vitalidade dos cidadãos já se refletem neste novo cenário, no qual as pessoas não pensam mais na aposentadoria total como a primeira opção. “Ao parar de trabalhar na sexta-feira não significa que na segunda-feira você não terá mais a sua experiência e vitalidade”, diz Lalia. “Assim, cada vez mais brasileiros já buscam uma nova ocupação para continuarem na ativa”.

Esse cenário é ainda mais intenso quando se analisa os recentes dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que prevê a expectativa de vida do brasileiro em 2060, de 78 anos para os homens e 84 para as mulheres.

Segundo as respostas dos entrevistados, entre as principais motivações da semi-aposentadoria estão: “eu gosto de trabalhar para continuar com alguma posição”, 43%; “eu gostaria de continuar ativo/manter o cérebro alerta”, 41%; “eu gostaria de ter uma transição fácil para a minha aposentadoria”, 29%.

aposentadoria hsbcPlanejamento e gestão do patrimônio – “O planejamento da aposentadoria não envolve apenas o salário recebido ao longo da vida versus o tempo que está por vir sem a atividade remunerada. O planejamento financeiro é parte importante da gestão de patrimônio para quem quer ter uma aposentadoria com mais tranquilidade ou mesmo viabilizar uma segunda atividade profissional”, diz Lalia. O executivo alerta que planejar e cuidar do patrimônio é o segredo para encontrar o equilíbrio, iniciando um novo modelo de vida produtiva.

Segundo a pesquisa, quem não fez este planejamento, está pagando um preço alto. O estudo aponta que na maioria dos entrevistados a renda não apenas caiu na aposentadoria como é menor do que esperavam. No Brasil, somente 35% ganham o quanto esperavam e apenas 5% realmente ganham mais que o planejado. “A semi-aposentadoria, apesar de já ser realidade no país, também esconde, em parte, o pensamento do brasileiro de que ainda espera poupar e enfrentar a aposentadoria como os pais fizeram no passado”, diz Lalia.

Dados da pesquisa ainda mostram que mais da metade dos brasileiros entrevistados sustentam um dependente durante a aposentadoria e, dentre os que já são semi-aposentados, 25% sustentam os filhos; 7% os netos e 12% os pais. Quando comparados com os totalmente aposentados, os números crescem: 33% sustentam os filhos; 9% os netos e 18% os pais.

aposentadoria hsbc 1O sustento de um parente e a necessidade de deixar um legado geralmente impulsiona a busca por um trabalho complementar na aposentadoria. Segundo dados do IBGE, para cada 100 indivíduos em idade produtiva, existem 46 dependentes. Em 2060 o número de dependentes deve passar para 66 e mais de um quinto serão idosos.

O Brasil e no mundo – a maioria dos aposentados (56%) em todo o mundo ainda está poupando para aproveitar a vida “mais tarde”. Exatos 38% afirmaram que não guardam nada por mês. Na maioria dos países ocidentais pesquisados (Reino Unido, França, EUA, Canadá), mais da metade dos aposentados não poupam mensalmente na aposentadoria integral, enquanto que na maioria dos países da Ásia-Pacífico pesquisados, economizar na aposentadoria continua a ser a norma (69% pretendem economizar).

Em geral, 43% dos aposentados poupam numa base regular, enquanto 34% realizam a ação de poupar de tempo em tempo. Um em cada seis (16%) diz ter guardado dinheiro no passado, mas não mais agora e 5% dos aposentados afirmaram que nunca pouparam. No Brasil, quase um terço (32%) dos hoje aposentados falam que seus preparativos para a aposentadoria foram no mínimo adequados. Por outro lado, dois terços (67%) dizem não ter se preparado adequadamente: destes, somente 17% fizeram isto antes de se aposentar e aproximadamente um quinto (18%) acham que eles não irão compensar esta defasagem.

A maioria dos aposentados no mundo (79%) tem se planejado financeiramente em algum momento da vida. No entanto, a maior parte dos planejamentos para a aposentadoria foi informal (63%), enquanto que 34% dos planejamentos foram de modo formal, e um em cada quatro (26%) aposentados já receberam aconselhamento financeiro profissional.

Nível de renda aposent. vs. pré-aposentadoria Nível de renda aposent. de vs. expectativa

aposentadoria hsbc 2Quando os aposentados no Brasil foram perguntados sobre qual o melhor conselho financeiro que eles tiveram na vida, a resposta mais popular foi “comece a poupar enquanto jovem” (escolhido por 63% dos aposentados), seguida por “não gaste aquilo que você não tem” (59%) e “comece a poupar pequenas quantias regularmente” (53%).

A pesquisa também apresenta os quatro passos práticos para uma melhor aposentadoria. São eles:

1. Não corra para se aposentar

Existe uma visão entre as pessoas aposentadas de que elas possam ter sido muito precipitadas em largar um emprego remunerado. Aproximadamente dois terços (64%) que entraram na pré-aposentadoria desejariam ter ficado no emprego de tempo integral por mais tempo. Este arrependimento se deve amplamente a motivos positivos, com muitas pessoas aposentadas vendo o trabalho como um importante meio de conservar o corpo e a mente ativos.

2. Não confie em uma única fonte de renda para a aposentadoria

Os atuais aposentados têm três diferentes fontes de renda de aposentadoria em média, sabiamente escolhendo não receber toda a sua renda de um só lugar. Diversificar suas fontes de renda para a aposentadoria e os riscos associados, além de fazer a gestão apropriada de todo o patrimônio, significa não colocar todos os ‘ovos em uma só cesta’.

3. Planeje sua aposentadoria tendo em mente a família

A família continua a ser a principal preocupação no planejamento da aposentadoria e poderá ainda crescer em importância entre a próxima geração. Enquanto um grande número de pessoas (40%) almeja viajar muito durante a sua aposentadoria, aproximadamente metade (49%) dos atuais trabalhadores espera ter algumas responsabilidades financeiras com familiares, mesmo quando se aposentarem. Isto inclui responsabilidades financeiras com seus filhos adultos, bem como sustentar os pais já idosos.

4. Seja realista sobre as suas despesas na aposentadoria

Muita gente em idade ativa assume que a necessidade de sua renda cairá assim que eles se aposentarem. Exatos 52% dos aposentados não têm visto redução alguma de suas despesas e 17% têm visto suas despesas aumentarem. Apesar das pessoas estarem familiarizadas com o conceito do aumento na expectativa de vida, o aumento consequente dos custos com tratamento de saúde nesta etapa pode não estar sendo bem entendido, pois as pessoas ainda não estão fazendo o suficiente para se preparar para estes custos potenciais.

Teste on-line ajuda consumidor a descobrir se está no caminho certo – O HSBC lança hoje em seu website uma ferramenta que auxiliará os consumidores na descoberta de onde eles estão posicionados quando o assunto é aposentadoria (http://hsbc.com.br/futuro-da-aposentadoria). Ou seja, precisam poupar mais? Estão no caminho certo? Assim, conseguirão entender se as respostas deles estarão de acordo com a média do Brasil e do mundo apresentadas pelo estudo do HSBC.

Metodologia

O Futuro da Aposentadoria é um estudo mundial independente sobre as tendências globais da aposentadoria, encomendado pelo HSBC. A pesquisa fornece uma visão sobre as principais questões associadas ao envelhecimento da população e ao aumento da expectativa de vida em todo o mundo.

Este capítulo, vida após o trabalho, é o 9° da série e representa as opiniões de mais de 16 mil pessoas em 15 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Egito, França, Hong Kong, Índia, Malásia, México, Singapura, Taiwan, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.

Custo de remoção do Costa Concórdia pode chegar a US$ 2 bi

quadro navio 2O que representou o acidente do Costa Concórdia para a indústria de seguros? Fui procurar uma das maiores especialistas do Brasil para responder a algumas questões: Maria Helena Carbone, diretora de Marine da Aon. Veja abaixo:

Qual o custo da remoção do Costa Concórdia?

O custo de remoção dos destroços do Costa Concórdia já alcançou cerca de USD 1,17 bilhões somente de P&I (Protection & Indemnity), totalizando US% 1,7 bilhão, se for incluído a parcela referente a perda total da embarcação. Como a operação ainda deverá perdurar até a primavera (na Italia) de 2014, este valor deverá aumentar, podendo superar U$ 2 bilhões.

Por que tão caro? É por causa da tecnologia necessária? Por que ele teve de ser removido dessa forma?

A operação de salvamento tornou-se complexa pelo exigência das autoridades italianas de que o wreck fosse removido por inteiro. Desta forma o método chamado “parbuckling” seria a única opção que atenderia esta exigência. No entanto esta operação nunca havia sido feita antes em um navio do porte do Costa Concordia, tampouco que estivesse tão perto da costa. No Parbuckling a embarcação é virada sobre um “fundo falso” – que atuaria como uma plataforma estabilizadora para o navio até ele estar pronto para reflutuar e ser rebocado ao destino definido. A remoção dos destroços em navios de grande porte é extremamente mais complicada. Para o Costa Concordia ainda mais, pela posição em que o navio se encontrava, próximo a uma área de extrema profundidade para onde ele poderia escorregar. O bordo de boreste era de dificil acesso, por estar submerso.

O alto custo justificado por:

• Cerca de 500 pessoas trabalharam no projeto elaborado por de 29 países diferentes

• 100 mergulhadores estavam na água todos os dias

• 55 soldadores, 24 horas por dia

• 28 embarcações diversas estavam no local apoiando a operação

De acordo com um relatório do Lloyds – “Os desafios e as implicações da remoção de destroços de navios no Século 21” – , o Costa Concordia demonstrou na prática que vários fatores relevantes podem aumentar severamente os custos de uma remoção de destroços, como: um navio de grande porte, num local difícil, com solo rochoso, próximo a águas muito profundas, combinado com as preocupações ambientais que levam as autoridades a exigir uma solução de engenharia complexa.

Quais eram as alternativas para a remoção?

As alternativas clássicas eram: o uso de explosivos ou o corte do casco no local com a utilização de correntes/amarras e sua remoção em pedaços. Ambas as opções, no entanto, poderiam facilmente devastar o meio ambiente e indústria turística. Por esta razão o governo italiano exigiu um processo de duas etapas que nunca foi feito nesta proporção: parbuckling e re-flutuação.

Qual a participação das seguradoras nesse processo?

As seguradoras leaders no dano material são XL Group, Generali e RSA Insurance Group plc. Entretanto, maioria das apólices marítimas são subscritas por vários seguradores, de forma que a exposição ao risco seja relativamente fragmentado. No P&I, o risco estava dividido 50/50 entre Standard CLub (líder) e Steamship Mutual (SSM). As seguradoras de danos material, após a indenização da perda total, deixaram de ter participação nesse processo. Apenas os Clubs de P&I, responsáveis pela remoção de destroços, continuam suportando financeiramente a operação. A operação está entregue aos responsáveis contratados para este fim, cabendo aos seguradores (Clubs) a supervisão e aprovação de procedimentos e custos.

Isso vai impactar o preço de seguro para embarcações?

Após toda a tragédia do Costa Concordia – a Organização Marítima Internacional estabeleceu regras mais rigorosas para a segurança dos navios de passageiros. Exercícios de segurança antes ou imediatamente após a saída tornaram-se obrigatórios em navios de cruzeiro. Várias seguradoras e resseguradoras consideram os custos envolvidos excessivos e acham que o processo tradicional de cortar o navio em partes para sua remoção teria sido mais rápido, menos onerosa e não prejudicial ao meio ambiente, uma vez que o combustível já tinha sido removido. Com relação ao Mercado de Casco e Máquinas, o impacto foi pequeno e mais concentrado no setor de embarcação de passageiros. Na parte de P&I o impacto foi mais sentido e foi distribuído pelos quatro setores de resseguro do Grupo Internacional de Clubs de P&I que congrega os 13 maiores Clubs.

O aumento verificado no resseguro da cobertura de P&I pode ser visto no quadro abaixo:

quadro navio

Certamente a distribuição do aumento penalizou de forma expressiva (+125,08%) os navios de passageiros, mas dentro do princípio do mutualismo, todos foram afetados de alguma forma. É esperado, por conta do incremento de custo ao longo do ano de 2013, que o custo do resseguro no P&I volte a ter impacto nas renovações de 2014.

Susep e Sincor-MG discutem Associações e parcerias

Release

Para tratar do combate às Associações de Proteção Veicular – as famigeradas seguradoras piratas – Maria Filomena Magalhães Branquinho, presidente do Sincor-MG, reuniu-se nesta segunda-feira, 16 de setembro, com o Superintendente da Susep, Luciano Portal Santana, e seus diretores de fiscalização. Foram compartilhadas informações e dados sobre o crescimento e desenvolvimento desta atividade ilegal no estado de Minas Gerais e apresentadas as providências que estão sendo adotadas pela autarquia, dentre elas a responsabilização direta dos dirigentes das entidades e a participação mais efetiva da Polícia Federal nos procedimentos de investigação.

Trataram ainda de outro tema correlato: a parceria que vem sendo estabelecida entre algumas destas associações de proteção veicular e a Generali Brasil Seguros, por meio da emissão de apólices coletivas de automóvel. Foi entregue ao Superintendente da Susep uma cópia da Representação apresentada pelo SINCOR-MG ao Ministério Público de Minas Gerais, que questiona diversos aspectos da parceira: inexistência de afinidade do grupo, a falsa estipulação e, principalmente, alguns aspectos contratuais e comerciais.

No entendimento de Maria Filomena, essa relação entre as instituições precisa ser melhor esclarecida e avaliada. “A partir da demanda do Sincor-MG, foi formalizada pela FENACOR uma denúncia ao Comitê de Ética da CNseg, requerendo uma análise da parceria estabelecida entre as associações e a Generali. Aguardamos agora que a Susep se pronuncie sobre a legalidade dos contratos coletivos abertos, sem afinidade prévia entre os segurados e mediante a utilização de um falso estipulante, e fiscalize as atividades técnicas – processos de contratação, emissão e regulação – em razão de vários indícios que apontam para a existência de irregularidades”, afirmou a presidente do Sindicato.