Região Sudeste em 1,2 carro roubado a cada 100, revela estudo da BB Mapfre

roubo e furto carroPara os céticos, a pesquisa do grupo BB Mapfre pode soar como um alarme para vender mais seguro. Mas quem mora em São Paulo ou Rio de Janeiro sente na pele o crescimento da violência. Segundo estudo divulgado hoje, a cada 100 carros no Brasil, pelo menos um será roubado. A estatística tem como base o comportamento da sua carteira de seguro para automóveis, com cerca de 2,5 milhões de veículos, a companhia mostra, no estudo, o índice de roubo e furto ocorridos entre os meses de outubro de 2012 a setembro de 2013 em todo o país.

Com a maior frota segurada, a região Sudeste lidera o ranking. Nesse período, quase 15 mil automóveis foram levados, uma relação de 1,24 veículos roubado ou furtado a cada 100. Em segundo lugar está a região Nordeste, com o registro de 2,7 mil sinistros. Em relação aos veículos roubados/furtados que são recuperados, a região Centro-Oeste registra 45% de êxito. Na segunda posição, o Norte tem 38%, seguido pela região Sul, com 33% dos veículos localizados.

As regiões com maior incidência do crime são também as que exibem menor percentual de recuperação dos automóveis: Nordeste com 27% e Sudeste com 23%. Outro dado revelado pelo levantamento é o dia em que mais acontece esse tipo de ocorrência. Apesar de registrar pouca alteração entre os dias da semana, terças, quartas e quintas-feiras estão no topo do ranking, com média de 3,7 mil ocorrências registradas.

Produção de veículos cai 11,7% em janeiro de 2014 em relação ao mesmo mês do ano passado

carrosNotícia ruim para as seguradoras de carro. A indústria brasileira de veículos teve alta de 2,9% na produção em janeiro sobre dezembro e queda de 11,7% nas vendas na mesma comparação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Anfavea. A produção somou 237,5 mil veículos, queda de 18,7% sobre o volume recorde para o mês de janeiro do ano passado. Já as vendas foram de 312,6 mil unidades, crescimento de 0,4% sobre janeiro de 2013. O segmento de automóveis e comerciais leves apresentou queda de 20% na produção de janeiro em relação ao mesmo período do ano passado, para 221,18 mil unidades. Já caminhões teve alta de 9,3% e ônibus apresentaram recuo de 16,8%. A Anfavea divulgou previsão de crescimento nas vendas de veículos em 2014 de 1,1%, para 3,81 milhões de unidades. Para a produção, a estimativa é crescimento de 0,7%, a 3,765 milhões de veículos.

A Fiat encerrou janeiro com vendas de 63.049 automóveis e comerciais leves após 70.618 unidades vendidas um ano antes. A Volkswagen apurou licenciamentos de 56.133 unidades, após 61.359 no mesmo período de 2013, enquanto a General Motors registrou 53.892 emplacamentos, após 53.033 na comparação anual. Em caminhões, a MAN, do grupo Volkswagen, teve licenciamentos de 2.847 unidades, após 3.507 em janeiro do ano passado. Mercedes-Benz teve emplacamentos de 2.632 unidades e foi seguida por Volvo, com 1.495 caminhões emplacados em janeiro.

Caixa Seguros começa a vender microsseguro pela internet

caixaA Caixa Seguros começa a vender microsseguro pela internet. Com preços a partir de R$ 30 ao ano, o Seguro Amparo oferece assistência funeral, indenização por morte acidental e sorteio mensal de até R$ 60 mil. Segundo nota divulgada, o produto vinha sendo vendido apenas nas casas lotéricas e correspondentes bancários, com média de vendas de 20 mil bilhetes por mês – o que coloca a seguradora na liderança do setor de microsseguros, com 99% de participação de mercado.

“Juntamos nossa vocação para os microsseguros com nosso pioneirismo no comércio eletrônico”, explica o diretor de produtos de vida da empresa, César Lopes, otimista com a iniciativa: “O Amparo já era bem simples, com vendas realizadas em poucos segundos. Agora o processo fica ainda mais fácil para o consumidor”, explica no comunicado. “O foco nos segmentos mais populares sempre esteve no DNA da companhia”, afirma o diretor. A empresa já comercializou aproximadamente 21 milhões de seguros populares desde 1995. Além da ampliação da venda do Amparo, o Grupo apostou recentemente no Auto Fácil, seguro popular de automóveis.

Dos 40 produtos do portfólio do Grupo Caixa Seguros, 21 estão disponíveis para venda pela internet. O cliente pode adquirir, sem sair de casa, seguros de vida e patrimoniais, previdência, consórcios, títulos de capitalização e seguros odontológicos. A empresa colhe os frutos da aposta no comércio eletrônico: em 2013, as vendas da loja online dobraram em relação ao ano anterior.

Munich Re divulga lucro de 3,3 bilhões de euros em 2013

munich reA resseguradora Munich Re viu suas ações caírem 1,14% no pregão da terça-feira, mesmo com a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2013 e também do ano consolidado apresentar bom desempenho. O lucro do quarto trimestre de 2013 apresentou alta significativa de 477 milhões de euros para 1,2 bilhão de euros. O lucro anual avançou de 3 bilhões de euros em 2012 para 3,3 bilhões de euros no ano passado. O lucro com investimentos foi de 7,7 bilhões de euros, com retorno de 3,5%, abaixo dos 8,4 bilhões de euros do ano anterior. A resseguradora pagou 674 milhões de euros em indenizações por catástrofes em 2013, abaixo dos 1, 28 bilhão de euros do ano anterior. Nas renovações dos contratos em janeiro, a resseguradora reportou queda média nos prêmios de 1,5% devido a competição do setor.

Mercado segurador da América Latina segue em crescimento, revela estudo da Fundación Mapfre

AL 2012 MapfreA Fundacion Mapfre divulga mundialmente hoje o tradicional estudo sobre o mercado segurador na região. Os dados são de 2012, com prêmios de 122 bilhões de euros (51 bilhões de euros no ramo vida e 71 bilhões em seguros gerais), alta de 17,4%. O estudo também traz dados do primeiro semestre de 2013, uma vez que alguns países tem ano fiscal se encerra em junho, como a Argentina, por exemplo. Nesse período, as vendas atingiram 66 bilhões de euros, com avanço de 9,7% em relação ao mesmo período anterior.

O estudo detalha, em 92 páginas, o setor em todos os países, bem como movimentos econômicos, regulamentações relevantes e estratégias das seguradoras como fusões, aquisições e parcerias. Em 2012, todos tiveram crescimento no volume de vendas, com exceção da Guatemala e Porto Rico. O avanço continua no primeiro semestre de 2013, porém já se nota o impacto da desaceleração da economia nas vendas do setor.

O Brasil continua como líder em volume de prêmios, com 59,7% de market share. Porto Rico mantém a liderança em maior prêmio per capita, de 2,1 mil euros por habitante, enquanto o Brasil tem apenas 350 euros por habitante. Segundo o estudo, em 2012 a penetração de seguros no PIB brasileiro foi de 4%, superado pelo Chile (4,2%) e Porto Rico (15,3%).

O mercado segurador da região continua concentrado. No Brasil, com 116 companhias, os cinco primeiros grupos dominam 65% das vendas e os dez primeiros 82%. A Bradesco é a líder, com market share de 20,4% em 2012. No entanto, outros países revelam maior concentração. O Uruguai, com apenas 14 seguradoras, tem o maior percentual de concentração, com as cinco maiores detendo 90%, e a Argentina, com 180 companhias, tem a menor taxa de concentração de vendas, com as cinco maiores detendo 35% das vendas.

O estudo em PDF pode ser acessado no link http://www.fundacionmapfre.org/fundacion/es_es/images/mercado-asegurador-lationamericano-2012-2013_tcm164-45912.pdf

Microempresas terão seguro de crédito à exportação

ministerio da fazendaNOTA À IMPRENSA

A Secretaria de Assuntos Internacionais Ministério da Fazenda (SAIN/MF) coloca à disposição do mercado, a partir desta quarta-feira (5), o Seguro de Crédito à Exportação para Micro, Pequenas e Médias empresas (SCE/MPME). O Seguro será concedido em operações de exportação de bens e/ou serviços com prazo de financiamento da comercialização de até dois anos. São elegíveis ao uso desse seguro empresas com faturamento anual de até R$ 90 milhões e com exportações de até US$ 1 milhão. O seguro vem a preencher uma importante lacuna de mercado e facilitará a exportação das MPMEs.

O mercado de seguro de crédito à exportação privado tem pouco apetite para as operações de MPMEs na faixa de valores em que o Governo vai operar. A falta de garantias é um forte limitador para a obtenção de financiamento público ou privado às exportações dessas empresas. O Seguro poderá garantir o financiamento das exportações de MPMEs realizado por qualquer banco. A partir da concessão do Seguro espera-se um incremento na competitividade e na participação de MPMEs no esforço exportador brasileiro.

Para ilustrar a importância dessa medida, em 2013, 14.199 empresas exportaram até US$ 1 milhão, totalizando US$ 2,2 bilhões em exportações. Esse é o universo potencial de empresas a serem atendidas, observado o limite de faturamento por empresa de R$ 90 milhões/ ano. A meta do Governo é chegar a US$ 1 bilhão em garantias por ano até 2018 por meio dessa ferramenta.

As empresas interessadas devem acessar o sítio da SBCE – Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação na internet (www.sbce.com.br) e prestar as informações requeridas pelo Sistema de Garantias Públicas. A MPME terá um prazo de até 30 dias da data do preenchimento dessas informações, inclusive, para fornecer os dados financeiros. Se as informações apresentadas forem consideradas satisfatórias, a MPME receberá, via e-mail, login e senha de acesso ao sistema eletrônico. Após análise cadastral e financeira da MPME, será atribuído seu limite de crédito anual.

Também é definido um limite para cada operação de crédito à exportação. Ele é determinado de acordo com as informações cadastrais e financeiras do importador. O Certificado de Garantia de Cobertura das operações de MPME tem vigência de um ano e pode garantir mais de uma exportação de tais empresas.

HDI Seguros patrocinará a 12ª Descida das Escadas de Santos

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A HDI Seguros inicia 2014 dando continuidade a seu investimento no marketing esportivo nacional. Após o investimento na campanha publicitária “Difícil de Bater”, com o lutador brasileiro de MMA Anderson Silva, a quinta maior seguradora do Brasil novamente patrocinará a Descida das Escadas de Santos. O evento, que em 2014 chega à 12ª edição, será realizado nos dias 8 e 9 de fevereiro.

A competição, que exige grande resistência física e muita habilidade, receberá ciclistas profissionais de todo o planeta, que deverão descer no menor tempo possível todos os 415 degraus da escadaria, formada por trechos que alternam curvas acentuadas e passagens estreitas – algumas com cerca de 1 metro de largura. O percurso soma 550 metros de extensão, dos quais 150 metros são em desnível.

Para Paulo Moraes, diretor de marketing da HDI Seguros, o patrocínio é mais um reflexo dos esforços da empresa em se aproximar de seu público por meio dos esportes: “O esporte em geral sempre trouxe à HDI um público importante. Nossa primeira investida em Esporte foi o patrocínio do Atlético Paranaense há alguns anos. De lá pra cá já tivemos o Anderson Silva como garoto propaganda e o patrocínio da Descida das Escadas de Santos, que é um fenômeno de publico”. explica o executivo.

Inspirada em competição semelhante realizada nos Estados Unidos no final da década de 1980, em que os ciclistas desciam montanhas e enfrentavam obstáculos naturais, a prova foi promovida no Brasil pela primeira vez em 2003, na cidade de Santos, e, no ano seguinte, foi reconhecida pela União Ciclística Internacional, passando a contar pontos para o ranking mundial — o que aumentou ainda mais o interesse dos atletas e fãs do ciclismo.

Pesquisa aponta atendimento como prioridade na contratação de um seguro

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Uma pesquisa realizada pela LeadPix com 3133 internautas de todo o Brasil apontou que o atendimento desde a contratação até o uso em caso de sinistro é o que o brasileiro mais considera importante na hora de adquirir um seguro (28%). As coberturas e assistências descritas na apólice ficaram em segundo lugar, com 25%, e a garantia de ter o bem segurado de volta em caso de sinistro ficou em terceiro, com 15%.

O preço é o mais importante para 14% dos participantes, e 7% das pessoas afirmaram não terem recursos para a contratação do serviço. Para 5% delas, o mais importante é a marca da seguradora, o número de 4% nunca teve o serviço de seguro nem tem interesse de contratar, e apenas 2% considera essencial ser atendido por um corretor de seguros conhecido.

ICES sobe para 104 no mês de janeiro

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Em janeiro de 2014 os executivos das seguradoras estão mais otimistas. É o que aponta o Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras (ICES), ao fechar em 104, uma variação positiva de 4,7% em relação ao mês de dezembro, quando chegou a 99,3. “Em destaque no mês, está o crescimento das expectativas favoráveis com as taxas de rentabilidade das seguradoras”, assinala o economista e autor do trabalho realizado em parceria com a Revista Cobertura, Francisco Galiza.

Para 56% dos executivos, a rentabilidade nos próximos seis meses será igual, 29%, melhor, e 15% pior. Já no mês anterior, a proporção era de 60%, 21% e 19% respectivamente. O faturamento das seguradoras será igual para 49% dos executivos, melhor para 42% e pior, de acordo com 9%, enquanto no mês anterior eram 41%, 40% e 19% respectivamente.

Já com relação à economia do país, o índice apontou que 60% dos executivos acreditam que o desempenho será igual, 9% creem na melhora e 31% que irá piorar. Em dezembro de 2013 eram, respectivamente, 56%, 10% e 34%.

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Segundo Galiza, ao analisar somente o ramo automóvel e, ao comparar as perspectivas de receita para 2014 com os valores de 2013, a tendência inicial é que a taxa de crescimento seja mantida. No entanto, para 72% dos executivos o resultado será igual, 6% maior e 22% pior. Em dezembro, 71% acreditavam que seria igual e 29% que iria melhorar.
Entenda como é calculado o ICES

O ICES é um trabalho desenvolvido pela Rating de Seguros em parceria com a Revista Cobertura que teve início em novembro de 2012. A criação de um Índice exclusivo das seguradoras tem como objetivo equiparar o mercado de seguros a outros setores da economia brasileira e mundial.

O Índice é elaborado mensalmente e, para tanto, os seguradores respondem a cerca de quatro perguntas de múltipla escolha e de ordem qualitativa sobre o crescimento da economia, a rentabilidade e o faturamento das seguradoras para os próximos seis meses.

As respostas são sigilosas e os indicadores são transformados em números, que variam entre zero e 200, justamente para o 100 ser a média.

Susep divulga qualidade das autuações em 2013

Comunicado

A Coordenação Geral de Julgamentos (CGJUL) da Susep (Superintendência de Seguros Privados) julgou procedentes 79,04% dos processos de autuação juntos às empresas do mercado supervisionado, realizados pela Diretoria de Fiscalização da autarquia. A Susep, em 2013, ultrapassou a meta anual de fiscalização.

A autarquia realizou, durante o período, 226 ações, superando a programação de 216. Ao todo, foram fiscalizadas 122 seguradoras, 29 empresas de capitalização, 15 em companhias de previdência complementar aberta, 13 resseguradoras, 12 sociedades corretoras, 24 em sociedades em regime especial, nove em estipulantes e duas no mercado marginal. Os dados revelam um crescimento nas ações de fiscalização desde meados de 2011. Naquele ano, foram realizadas 192 ações; em 2012, 216.

Por determinação do superintendente Luciano Portal Santanna, a Susep passou a publicar em seu site (www.susep. gov.br) o plano de fiscalização da autarquia, com o cronograma das empresas que serão fiscalizadas durante o período. O objetivo da medida foi tornar mais transparente o processo e evitar qualquer tipo de especulação quanto ao ordenamento das operadoras que serão fiscalizadas.Outra decisão importante foi impedir que uma companhia ficasse mais de dois anos sem contar com fiscalização in loco.