AL representa 44,3% dos negócios da Mapfre

mapfreRelease

Os negócios na América Latina representam 44,3% do valor total dos prêmios e receitas por serviços da Mapfre. Portanto, esta região é agora a que mais contribui para o Grupo, à frente da Europa. Em 2013, as receitas da MAPFRE na América Latina atingiram 9,905.2 bilhões de euros, valor que representa 8% a mais do que no ano anterior.

O bom resultado do Brasil se destaca com 6,7% de crescimento da receita, chegando a 5,364.4 bilhões de euros. Durante 2013, todos os ramos de negócios tiveram crescimento nesse país graças ao impulso comercial e à contribuição crescente do Banco do Brasil, uma instituição com a qual a MAPFRE estabeleceu aliança desde 2010. O Grupo emprega mais de 7.700 pessoas no Brasil.

No México, um mercado no qual a concorrência nos ramos de particulares é intensa, as receitas do Grupo foram superiores a 822 milhões de euros em 2013. Na Colômbia, as receitas chegaram a 821,9 milhões, um crescimento de 19,4% atingidos pelo bom comportamento dos seguros de Vida. No Peru, os negócios subiram 16,6% atingindo 354,7 milhões de euros, crescendo em todos os ramos e especialmente no de Saúde (+36%).

A Mapfre está presente na América Latina desde 1984 e desempenha suas atividades em praticamente todos os países da região, onde é o primeiro grupo multinacional de seguros. A companhia emprega aproximadamente 18 mil colaboradores e seus produtos são distribuídos por intermédio de duas mil agências e milhares de pontos de distribuição presentes na região graças aos acordos fechados com outras instituições. O Grupo tem uma rede de quase 50.700 agentes e corretores, dos quais 19 mil trabalham no Brasil.

Em termos de regiões, a América Latina já é a área geográfica que gera mais negócios para a MAPFRE, seguida pela Europa, com 9,846.8 bilhões (44% do total) e a América do Norte. Com 2.215.1 bilhões de euros, esta região representa 10% dos negócios totais do Grupo.

OdontoPrev oferece novidades nos planos para PMEs

odontoprevRelease

Para incentivar pequenas empresas a oferecer benefícios a seus funcionários e reforçar a sua estratégia de comercialização nesse segmento, a OdontoPrev está ampliando sua oferta de produtos. Entre as novidades, está a contratação do produto PME a partir de 3 Vidas e nas modalidades Compulsória e Livre Adesão, com preços diferenciados, desenhadas de forma a atender às necessidades dos corretores e aumentar o leque de possibilidades de venda.

Além dessas novas modalidades, o corretor agora pode oferecer planos que têm como diferenciais a cobertura ortodôntica e documentação, além de não possuir carência para a realização de procedimentos.

Paralelamente, aproveitando o clima de Copa do Mundo, a OdontoPrev lança aos corretores a campanha Torcida Smile PME com uma série de novidades, como a premiação em dobro, novas faixas de pontuação e ampliação do leque de produtos que podem ser trocados pelo profissional.

“O crescimento consistente de nossa base de clientes tanto entre os grandes clientes, como das pequenas e médias empresas mostra que a OdontoPrev está em perfeita sintonia com as necessidades de segmento de mercado, implementando periodicamente melhorias que nos tornam referência nesse campo de atuação”, comentou o presidente da companhia, Mauro Figueiredo.

Fundamentais no processo de crescimento do país nos últimos anos, as pequenas e médias empresas se tornaram um dos pilares de sustentação da economia brasileira no que se refere à criação de empregos, geração de renda e melhoria na condição de vida da população. Daí o direcionamento para esse segmento por parte da OdontoPrev, seja por meio de novos produtos e melhorias daqueles já existentes no seu portfólio, seja pela qualificação de seus canais de distribuição. No último ano, o crescimento de planos odontológicos entre as PMEs foi de 25%.

Blog Viver Seguro no Trânsito comemora dois anos de atividade

dpvatRelease

O blog Viver Seguro no Trânsito, ação de Comunicação da Seguradora Líder DPVAT, está comemorando dois anos de atividade com uma campanha de conscientização no trânsito intitulada “Paz também no Trânsito”. A ação terá postagens relacionadas ao tema e o lançamento de um vídeo para divulgar o blog e motivar a reflexão sobre o papel de cada cidadão na redução dos acidentes de trânsito.

Criado em 2012, em sua existência o blog já recebeu a visita de mais de 140 mil internautas e teve mais de 230 mil páginas visualizadas. Para este ano, a Seguradora Líder DPVAT tem como objetivo ampliar a visibilidade do Viver Seguro no Trânsito junto à sociedade, incentivando a constante participação dos usuários.

O blog faz parte da estratégia de Comunicação da Seguradora e tem duas atualizações semanais – as segundas e quintas-feiras – apresenta assuntos relacionados ao dia a dia de todos os atores do trânsito: motoristas, passageiros e pedestres. Dentre as postagens mais populares, estão as que abordam temas relacionados às estatísticas de trânsito, mulher ao volante, uso do celular e álcool na direção, bons práticas, gentileza, legislação, entre outros.

Em janeiro deste ano, o blog criou uma área para divulgar vídeos educativos como sobre o transporte de animais e as principais causas de acidentes de trânsito. A iniciativa faz parte de uma parceria com o Observatório Nacional de Segurança Viária.

O Viver Seguro no Trânsito é uma das ações da Seguradora Líder DPVAT que visa reduzir o número de acidentes no país por meio da conscientização. Apenas em 2013 foram pagos mais de 633 mil indenizações do Seguro DPVAT, sendo mais de 54 mil por acidentes fatais.

Blog Viver Seguro no Trânsito: www.viverseguronotransito.com.br
Serviço Seguro DPVAT:
SAC: 0800 022 12 04
Site: www.dpvatsegurodotransito.com.br

Allianz apoia exposição internacional no Brasil

A Allianz Seguros é uma das apoiadoras da mostra da exposição ZERO que desembarca na Pinacoteca de São Paulo, após ter passado por Curitiba e Porto Alegre. A exposição integra o calendário da Temporada da Alemanha+Brasil 2013-2014, iniciada em maio passado, sob o tema “Quando as ideias se encontram”, e que encerrará em maio deste ano.

A mostra itinerante reúne obras, principalmente, do início da formação do ZERO, ocorrida no final da década de 1950, até a sua dissolução, em meados da década de 1960. Tendo o movimento como o centro dos trabalhos artísticos, luz e espelhos são os elementos principais da exposição, que também é composta por objetos do cotidiano como pregos, rolhas, algodão, esponjas etc.

Peças de 24 artistas da Europa e da América do Sul poderão ser apreciadas neste projeto com curadoria de Heike von den Valentyn, historiadora de arte de Colônia, na Alemanha, e realizado pelo Goethe Institut, Museu Oscar Niemeyer de Curitiba, Fundação Iberê Camargo de Porto Alegre e Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Brasil é o terceiro maior país em crescimento do mercado segurador mundial, revela estudo

america latina brasilFonte: Valor Econômico

O Brasil ocupa a terceira posição com maior previsão de crescimento em prêmios de seguros (em dólares) num grupo de 21 emergentes, atrás apenas de China e Índia, em estudo da consultoria EY (antiga Ernst & Young) obtido pelo jornal Valor Econômico. Segundo a consultoria, o Brasil é o país mais acessível para companhias estrangeiras de seguros entre os Brics (que reúne também Rússia, Índia, China e África do Sul). Estima que a crescente venda de carros deve gerar grande crescimento para as linhas automotivas das seguradoras no país. O estudo calcula que o mercado brasileiro terá uma frota de mais de 125 milhões de veículos até o ano que vem. No ranking de oportunidades de crescimento do mercado de seguros, determinado por fatores regulatórios, demográficos e econômicos, a consultoria aponta o Brasil na décima posição entre 21 países levantados. A Turquia aparece como o mercado de maior oportunidade, seguido por Indonésia e China. No capítulo de riscos macroeconômicos, o Brasil é julgado especialmente como arriscado. A consultoria avalia que em países como o Brasil e a Índia o crescimento econômico pode ser limitado por erros de políticas adotadas, por exemplo.

Veja mais:

http://www.ey.com/GL/en/Industries/Financial-Services/Insurance/EY-2014-global-insurance-outlook

Zurich inicia operações com capitalização e lança três produtos

zurich_Logo_4c [Konvertiert]Release

A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça presente no Brasil há mais de 30 anos, que já opera nos segmentos corporativo e individual de Vida e Previdência, em 2014 inicia suas operações com Capitalização no Brasil, em uma ação em linha e respaldada pelo Grupo Zurich. A Zurich Brasil Capitalização tem capital de R$ 21,8 milhões.

“Quem conhece a Zurich Seguros no Brasil perceberá que já vínhamos comercializando capitalização, mas a oferta era via empresas terceiras. Com esta iniciativa, teremos produto próprio e incorporamos aos nossos serviços oferta exclusiva, com formato e vantagens altamente competitivos”, diz Richard Vinhosa, CEO de Vida & Previdência da Zurich Seguros e da Zurich Capitalização para o Brasil. Inicialmente, a Zurich Brasil Capitalização ofertará Títulos de Capitalização nas modalidades Tradicional e de Incentivo com três produtos: Zurich Cap Mensal (produtos da modalidade Tradicional com pagamentos mensais), Zurich Cap Único (produtos da modalidade Tradicional com pagamentos únicos) e Zurich Cap Promo (produtos da modalidade Incentivo com pagamentos únicos).

Os produtos da Zurich Brasil Capitalização serão distribuídos pelos canais como Bancos, Varejo, Associações e na modalidade corporativa. Inicialmente, os produtos poderão ser contratados através das parcerias que a companhia irá firmar, e num segundo momento está previsto um canal para distribuição direta.

A média de renda do brasileiro vem aumentando ao longo dos anos e este, por sua vez, investe em ações que antes não faziam parte de suas rotinas como previdência, seguros e capitalização. “A educação financeira da população só traz ganhos para quem a aplica, pois, seja pela perda de um familiar ou danos em seu bem – automóvel ou residência –, os seguros servirão de suporte e auxílio para enfrentar estes momentos conturbados e de necessidade”, comenta Richard Vinhosa. “A Capitalização vem como mais uma opção de produto financeiro, com o viés da disciplina financeira e que traz os sorteios como diferenciais de outras fontes, como a tradicional poupança ou CDC e CDB”.

Vinhosa já antecipa alguns investimentos da seguradora para o setor de Capitalização na companhia: “Investimos no capital humano, tecnologia, reforçamos e fizemos novos laços de parceria e, dentro em breve, mais novidades estarão disponíveis no portal da Zurich Seguros na internet”, conclui o CEO de Vida & Previdência da Zurich Seguros e da Zurich Capitalização para o Brasil.

De janeiro a outubro de 2013, o mercado de Capitalização arrecadou mais de R$ 17 bilhões. Um crescimento de 25,7% frente à receita dos dez primeiros meses de 2012, de acordo com relatório divulgado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). A Confederação projeta que o setor deve atingir R$ 36 bi em 2016.

PRODUTOS ZURICH BRASIL CAPITALIZAÇÃO – O produto da modalidade Tradicional estimula o cliente a realizar uma economia programada, concorrendo a sorteios durante toda a vigência do título. A Zurich traz o incremento de ter prazos que variam de 48 a 84 meses, com sorteios semanais, mensais e um grande sorteio anual.

Além disso, a Zurich Brasil Capitalização colocará a disposição de seus parceiros o produto da modalidade Incentivo com ágil implementação, que tem como característica promover a fidelização da carteira, assim como agilizar e viabilizar promoções e campanhas comerciais.

Eleição na Fenacor tem apenas uma chapa inscrita com reeleição de Armando Vergílio

armando-vergilioRelease

Terminados os prazos estatutários, apenas uma chapa – encabeçada pelo atual presidente, Armando Vergílio dos Santos Júnior – foi inscrita para concorrer à eleição da FENACOR, que ocorrerá no dia 08 de abril de 2014. “O registro de apenas uma chapa demonstra a união e a integração na relação entre a Federação e seus Sindicatos filiados, bem como a perfeita harmonia entre as principais lideranças da categoria dos corretores de seguros no Brasil”, afirma Armando Vergilio, que será reeleito, junto com sua diretoria, para mais um mandato, com vigência até maio de 2018.

Armando Vergilio terá como companheiros na direção da entidade máxima dos corretores de seguros do País, além de Robert Bittar (1º Vice), os seguintes integrantes da DIRETORIA PLENA:

Vice-Presidente de Relações Institucionais – Celso Vicente Marini

Vice-Presidente de Benefícios e Patrimônio – Cláudia Gerlane Cândido Diniz

Vice-Presidente de Relações com o Mercado – Dorival Alves de Sousa

Vice-Presidente de Marketing e Eventos – Maria Filomena Magalhães Branquinho

Diretor Secretário – Joaquim Mendanha de Ataídes

Diretor 2º Secretário – Alberto Célio Cotrin Leite

Diretor Tesoureiro – Claudio Simão

Diretor 2º Tesoureiro – Antônio Ferreira Mota de Albuquerque

VICE-PRESIDENTES REGIONAIS: Região Centro-Oeste – José Cristóvão Martins, Região Nordeste – Juvenal Ribeiro Vilanova, Região Norte – Gilvandro Guedes de Moura, Região Sudeste – Amilcar Feres de Carvalho Vianna, Região Sul – José Antônio de Castro.

DIRETORES ADJUNTOS: Alderi Alves de Moura, Antônio Carlos Batista da Rocha, Auri Bertelli, Erico José Melo Nery, Francisco Silva Abinader, Geraldo Cavalcante Ramos, Jair Antônio Martins Fernandes, José Rômulo da Silva, Lúcio Araújo da Cunha, Nelson Peixoto Feijó Filho

CONSELHO FISCAL
EFETIVOS: Carlos Alberto Valle, Edvan Gomes de Vasconcelos, Otávio Vieira Neto
ADJUNTOS: Artur Oscar Nogueira Hoff, Francisco Alberto Bernardes Nogueira, Pedro Bonacina

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO À CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO – CNC
EFETIVOS: Armando Vergílio dos Santos Júnior, Ricardo Albino Ferreira Pansera
ADJUNTOS: Lucas de Castro Santos, Geraldo Pedrosa dos Santos

Porto Seguro mantém a liderança em pesquisa de satisfação realizada com clientes, seguida por Allianz e Liberty

atendimentoRelease

Dando continuidade ao trabalho de monitorar a eficácia das seguradoras com presença no mercado nacional, a corretora on-line EscolherSeguro elaborou a 2ª pesquisa de avaliação do seguro automotivo. Realizado ao longo do ano passado, o estudo obteve a opinião de 14 mil clientes em uma escala de um a dez para itens como atendimento em geral, assistência 24 horas e prestação de serviços após sinistro.

Novamente, a Porto Seguro conquistou a primeira posição no acumulado de todas as avaliações, com média de 8,4, crescimento de 0,4 em relação ao mapeamento de 2012. A vice-liderança foi mantida pela alemã Allianz, com 8,2, que registrou aumento de 0,3 no índice. A Liberty, que não figurava entre as cinco melhores no ano passado, atingiu a terceira colocação ao obter média de 8,1. Já a Itaú Seguros, que obteve 8,0, caiu uma posição no ranking mesmo com a subida de sua média em 0,5. A SulAmérica, que também não estava entre as cinco melhores no levantamento anterior, completa o ranking com nota final de 7,9.

Apesar das modificações no ‘top five’, os índices gerais das seguradoras aumentaram em relação ao estudo anterior, informa Pieter Lekkerkerk, sócio diretor da EscolherSeguro. “O crescimento dos indicadores se deve ao fato das empresas estarem investindo cada vez mais no aperfeiçoamento de suas operações. Sem dúvida, essa movimentação do mercado como um todo refletiu na pesquisa”, complementa.

Ainda de acordo com o executivo, o nível competitivo das seguradoras pode ser medido pela análise dos clientes que recorrem ao pedido de sinistro. A Itaú Seguros, que obteve a quarta posição na pesquisa anterior, galgou para a liderança neste ano, com média de 8,2. A segunda posição ficou com a Liberty com índice de 8,1. Na sequência, aparecem empatadas a Allianz e a Porto Seguro com nota de 7,9. Fecha a lista, a Mitsui com média de 7,8. “A diferença de 0,4 no atual ranking mostra que as empresas de fato estão intensificando esforços para garantir a máxima tranquilidade aos consumidores. Isso é muito importante, pois aquele momento é onde o segurado mais precisa do suporte da seguradora”, argumenta.

Outro item importante observado no mapeamento foi o desempenho das seguradoras em serviço de assistência 24 horas. Com índice médio de 8,9, a Porto Seguro ampliou sua avaliação média em 0,7 pontos em comparação ao estudo anterior. A Allianz também segue na vice-liderança com 8,4, média 0,7 superior ao ano passado. Completam as cinco melhores, a Liberty (8,1), Azul (8,1) e SulAmérica (8,1) – que não figuravam no ranking em 2012. “Esse item foi o único em que as cinco seguradoras receberam pontuação média acima de oito, o que mostra o excelente trabalho do setor como um todo”, explica Lekkerkerk.

Por último, a pesquisa analisou a opinião dos entrevistados em relação aos serviços de atendimento geral. O item inclui, por exemplo, a facilidade entrar em contato com a central de atendimento, estrutura disponibilizada pela empresa e locais para vistoria dos veículos. Nele, a Porto Seguro também manteve a liderança do ranking, com índice de 8,5, registrando crescimento médio de 0,5 em comparação ao levantamento anterior. Na segunda posição, segue a Allianz, com 8,3, que aumentou sua média em 0,4. Liberty e HDI subiram uma colocação e ficaram, neste ano, respectivamente, com 8,0 e 7,9. A lista é fechada pela SulAmérica, com 7,8. “Esse quesito foi o que menos sofreu alterações em relação a 2012”, afirma o sócio diretor da EscolherSeguro.

Metodologia de pesquisa

A 2ª pesquisa de avaliação dos consumidores foi aplicada pela EscolherSeguro de forma contínua ao longo de 2013. Os entrevistados responderam apenas questões referentes às seguradoras com as quais possuem contrato. Os dados foram recolhidos do formulário de seguro de automóveis no site da empresa. Ao realizarem cotações, os consumidores que já possuíam apólice avaliaram de um a dez alguns dos mais importantes serviços de suas seguradoras atuais.

De acordo com Pieter Lekkerkerk, o levantamento tem como objetivo a conscientização dos consumidores sobre o melhor método para a escolha da seguradora. “Na maioria das vezes, o cliente insiste em comparar somente os preços. Esperamos que nosso estudo possa iniciar a reflexão de que em primeiro lugar deve se considerado a melhor cobertura para o perfil contratante e a qualidade dos serviços prestados pela empresa que protegerá o seu veículo”, conclui.

As seguradoras mencionadas com mais frequência pelos clientes são: Allianz, Azul, Bradesco Seguros, BB Seguridades, Caixa Seguros, Generali, HDI, Indiana, Itaú Seguros, Ituran, Liberty, Mapfre, Marítima, Mitsui, Porto Seguro, SulAmérica, Tokio Marine e Zurich.

Indenizações para o evento da Malaysia Airlines podem chegar a US$ 600 milhões

malaysia_airlines_boeing_777O sumiço do avião da Malaysia Airlines desde o dia 8 de março pode gerar uma conta acima de US$ 600 milhões para o mercado segurador, sendo US$ 100 milhões com indenizações da aeronave e US$ 500 milhões em responsabilidade civil, afirma o Credit Suisse em um relatório divulgado pela mídia internacional.

O estudo leva em conta indenizações por sequestro de aeronave. No entanto, profissionais do mercado segurador internacional contestam os valores citados pelo Credit Suisse, afirmando que em situações semelhantes ocorridas do passado, o valor de responsabilidade civil apresentou média de US$ 200 milhões.

As últimas notícias informam que os sistemas de transmissão de dados do avião começaram a ser desligados ‘por alguém’ 40 minutos após decolagem. Segundo uma das seguradoras do avião, a Eurasia Insurance Company, a cobertura para desaparecimento de aeronave é comum no mercado de seguros aeronáutico.

Perdas no transporte marítimo diminuem, mas novos riscos são grandes desafios, alerta Allianz

navio transporteRelease

As perdas relacionadas ao transporte marítimo continuaram com sua tendência de queda registrando 94 perdas no mundo todo em 2013, número que só foi abaixo de 100 duas vezes nos últimos 12 anos, de acordo com a Allianz Global Corporate & Specialty SE’s (AGCS) segundo a Análise Crítica de Segurança e Transporte Marítimo 2014, publicação anual que analisa o registro de perdas no transporte marítimo acima de 100 toneladas brutas.

As perdas diminuíram cerca de 20 por cento desde 2012 quando foram registradas 117 perdas. O ano do acidente (2013) também representa uma melhora significativa em comparação com os 10 anos anteriores, com perdas totais globais no transporte marítimo caindo 45 por cento em comparação a 2003.

“Mais de 90 por cento do comércio global é feito pelo mar, de acordo com as estatísticas da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). A segurança dos cargueiros marítimos internacionais e rotas são críticos para a saúde da economia global,” diz Tim Donney, Chefe Global da Maritime Risk Consulting. “Ao passo que a tendência negativa em longo prazo com perdas no transporte marítimo é encorajadora; há muito trabalho a ser feito para melhorar a segurança de maneira geral destas embarcações, assim como sua carga, tripulação e passageiros, especialmente em águas asiáticas. Como reseguradores, estamos sempre preocupados com os assuntos relacionados tais como gestão de treinamento e segurança – o erro humano não é algo que possamos ignorar e a falta de mão de obra qualificada ainda é um problema – mas também precisamos observar os novos riscos à medida que a indústria continua a se desenvolver.”

De acordo com o relatório, mais de um terço das perdas totais, assim como em 2012, de 2013 estiveram concentradas em duas regiões marítimas: o Sul da China, Indochina, Indonésia e a região das Filipinas. Essas áreas tiveram o número mais alto de perdas (18 navios), seguidas de perto pelos mares que cercam o Japão, Coréia e o Norte da China (17 navios).

Mais de dois anos após o acidente do Costa Concordia, a melhora na segurança de navio de passageiros continua a ser uma prioridade, especialmente, pois em 2014 provavelmente se atingirá a marca da 100a perda de uma embarcação de passageiros desde 2002. A Ásia continua sendo um “hotspot” para perdas no transporte marítimo de passageiros, especialmente com embarcações menores de passageiros e barcas. Um exemplo é o naufrágio da barca St. Thomas of Aquinas, que sucumbiu após uma colisão com outra embarcação fora de Cebu nas Filipinas em agosto de 2013, com a perda de no mínimo 116 vidas.

“Temos que apurar profundamente como alguns operadores de navio asiáticos medem a segurança e a qualidade, em particular ao falar sobre o transporte marítimo doméstico”, disse Jarek Klimczak, Consultor Sênior de Risco Marítimo na AGCS. “O entendimento da qualidade e padrões pode algumas vezes sugerir o padrão europeu de 50 anos atrás – talvez até mais.”

No mundo todo, mais de um terço das perdas de embarcações foram de navios de carga, como os pesqueiros e os navios graneleiros, os únicos outros tipos de embarcações a registrar perdas de dois dígitos. A perda total de dois navios graneleiros em águas asiáticas em 2013, o Harita Bauxite e o Trans Summer, destacou a importância do manuseio e estiva adequados em cargas a granel. Os especialistas da AGCS acreditam que o alto índice de umidade do conteúdo levaram a desestabilizar a carga sendo a causa primária dos acidentes.

A causa mais comum de perdas no último ano foi associada (naufrágio ou submersão) e quase sempre relacionada ao mau tempo, respondendo por quase 75 por cento de todas as perdas, o que representa um aumento significativo em 2012 (47 por cento) e na média dos 10 anos anteriores (44 por cento).

Pela primeira vez, o relatório inclui não somente o total de perdas, mas também o número total de vítimas relacionadas à navegação por região. A região do Leste do Mediterrâneo e do Mar Negro é apontada como “hotspot’ de acidentes, sendo responsável por 464 vítimas (18%) do total global de 2.596 registrados em 2013. A região combina rotas marítimas congestionadas e fracas práticas de gestão da segurança além de uma frota regional com alta proporção de embarcações mais antigas e de baixa qualidade. O relatório mostra também que, durante a última década, as Ilhas Britânicas têm sido a localidade de grande parte dos acidentes e que Janeiro é o mês com mais acidentes (incluindo perdas totais) no Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, o fenômeno pode ser registrado no mês de Julho.

Piratas

Em 2013, os ataques de piratas diminuíram em 11 por cento e 264 incidentes foram informados mundialmente de acordo com as estatísticas do International Maritime Bureau – sendo 106 deles na Indonésia, registrando um aumento de 700 por cento nos ataques desde 2009. A maioria destes ataques permanece como roubos oportunistas de baixo nível, conduzidos por pequenos bandos, porém um terço dos incidentes nestas águas foi registrado no último trimestre de 2013. Existe uma possibilidade que esses ataques evoluam para um modelo de pirataria mais organizado, a menos que sejam controlados.

Outro “hotspot” emergente de pirataria mas esse com crimes mais organizados, é no Golfo da Guiné com 48 incidentes em 2013, respondendo sozinho por 18 por cento de todos os ataques globais. O número de ataques na região da Somália caiu drasticamente marcando somente sete incidentes em 2013, especialmente se forem comparados com os 160 ataques em 2011. O relatório sugere que o modelo organizado de pirataria pode ser interrompido na Somália em alguns anos se o patrulhamento naval continuar.

Riscos Emergentes

Uma série de inovações estão sendo implementadas para proteger as embarcações como: aumentar o tamanho de navios a fim de aproveitar a economia de escala, mudança no uso de combustíveis alternativos e atualizações nos projetos de navios. Ao mesmo tempo, estão surgindo mais rotas econômicas de comércio nas regiões do Ártico, que por si só já apresentam seu próprio conjunto de desafios.

Os riscos emergentes identificados no relatório de 2013 incluem:

· Tamanho da Embarcação: O ano passado marcou a chegada da maior embarcação de container já registrada, com mais de 400 metros de comprimento, ampliando a capacidade para 18.000 contêineres de 20’. Esta tendência parece continuar. A AGCS estima que a capacidade cresça cerca de 30 por cento a cada quatro ou cinco anos, o que quer dizer que a chegada de transportadores de 24.000 contêineres de 20’ pode ser antecipada para aproximadamente 2018.

“Os sinistros provenientes de emergências marítimas destes ‘mega navios’ podem ser enormes. Por exemplo, apenas pense na interrupção dos negócios dos portos e terminais caso o acidente bloqueie a entrada,” disse Dr. Sven Gerhard, Líder de Produtos Global, Responsabilidade de Casco & Marítimo, AGCS. “Além disso, os salvados podem exigir esforços sem precedentes e operações complexas – em alguns casos podem levar muitos meses, ou possivelmente um ano ou mais, para retirar todos os containers, em particular se o acidente acontece em uma localidade remota. A perda potencial para esse tipo de embarcações aumenta e ainda mais em águas onde não há lei para resgates.”

· Aumento das embarcações com combustível GNL: Espera-se que o uso de gás natural liquefeito para movimentar navios tenha um aumento drástico na utilização em 2020. Há preocupações com a segurança, especialmente pois novos portos que nunca lidaram previamente com GNL estão sendo criados já com estações de abastecimento de combustível na doca. “Precisamos perguntar que tipo de riscos os navios com combustível GNL irão representar para a indústria. A preocupação é como estocar o GNL como combustível e manuseá-lo a bordo. Poucas pessoas tem o conhecimento necessário para manusear o GNL – terá que existir uma mudança na mentalidade e treinamento,” disse Capt. Rahul Khanna, Consultor de Riscos Sênior, Marítimo, AGCS.

· Rotas de comércio no Ártico: Os acidentes no transporte marítimo em águas do Círculo Ártico aumentaram em média de 45 por ano durante o período de 2009 a 2013 e foi de somente 7 durante o período de 2002 a 2007. Os prejuízos à maquinaria causaram um terço destes incidentes, índice que é o dobro da média de outros lugares, refletindo o difícil ambiente operacional.

DESTAQUES:
§ 94 navios de grande porte tiveram perdas globais em 2013, um número 20% menor em relação ao ano anterior.

§ O foco da pirataria mudou da Somália para novos pontos cruciais na Indonésia e na África Ocidental.

§ Os ataques na Indonésia cresceram mais de 700% em cinco anos. Novas táticas de pirataria desenvolvidas apresentam desafios crescentes.

§ “Mega navios”, a navegação no Ártico e os combustíveis alternativos criam novas indústrias de riscos.