Candidatos à presidência do Sincor-SP se apresentam aos associados do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo

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Como acontece tradicionalmente, o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), que tem mais de 40 anos de atividades, promove a apresentação dos candidatos e suas propostas à presidência do Sincor-SP, maior sindicato da categoria no país.

Nesta terça-feira, 11, foram apresentados os corretores de seguros que encabeçam as duas chapas concorrentes ao pleito do dia 26 de março: Mário Sérgio de Almeida Santos e Alexandre Camillo (inclusive, ambos sócios do CCS-SP). Cada um teve 25 minutos para apresentar seus programas e as perguntas ou dúvidas podem ser encaminhadas a seus assessores.

“Escolham seus candidatos, analisem as propostas, mas acima de tudo, pedimos que nossos associados estejam no dia das eleições. Povo civilizado busca o entendimento e a urna é meio de manifestação”, declarou o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari.

Representando a Chapa 1, Mário Sérgio foi o primeiro a se apresentar. Ele esclareceu que para compor sua chapa escolheu corretores de seguros com a seguinte prioridade: comprometimento, disponibilidade e competência “Primeiro vem o comprometimento com a categoria, e, em segundo, a disponibilidade, ambas superam a capacidade e a competência. A escolha de todos segue o mesmo princípio”.

Para a gestão de 2014-2018, a Chapa 1 que busca a reeleição de Mário Sérgio, está focada em capacitação, “que é a tônica da campanha”. Ele afirmou que o programa de gestão está baseado em cinco pontos principais: institucional; operacional; administrativo; fiscal; e técnico.

1 – Âmbito institucional: ampliação do programa Cultura do Seguro, Criação de novas mídias para a divulgação do seguro, Criação da TV Sincor, Modernização dos canais de comunicação com o corretor e o consumidor, principalmente renovação do portal na internet, Programa da exposição da importância do corretor de seguros como representante do segurado, Fortalecimento das relações do Sincor com as entidades do mercado, Gestão compartilhada (definir as funções, obrigações e os deveres em cada caso), Programa de valorização dos sócios, Ampliação das ações sociais.

2 – Âmbito Operacional: Multicálculo de automóvel (continuar a luta para implantação e homologação dessa ferramenta), Criação do novo portal: também colocar à disposição os balancetes, que serão acessados somente por corretores de seguros, com certificação digital.

3 – Âmbito Administrativo: Maior capilaridade e atendimento aos corretores através de regionais (dividir as regionais, algumas são muitas extensas geograficamente), Mandato de todos os integrantes da chapa que terão apenas uma reeleição (“Temos hoje diretores regionais com 3 ou 4 mandatos, tesoureiro com 10 anos de cargo”), Cronograma de atividades para eventos e ações divulgadas no portal; Extinção da obrigatoriedade do arquivamento de propostas físicas; Mais benefícios para os corretores.

3 – Âmbito Fiscal: Redução de tributária municipal, estadual e federal, Programa de qualificação do corretor de seguros; Implantação e divulgação da Bolsa de Empregos (não apenas disponibilizar os currículos, mas selecionar as pessoas e treinar), Criação da Comissão para a Melhoria do Comissionamento do Corretor.

Ele informou que mais informações sobre o programa de gestão podem ser obtidas no site da campanha.

Alexandre Camillo, representando a Chapa 2, esclareceu como começou a composição da Chapa 2. “Com uma inquietude sobre onde está o mercado de seguros, e como tem se comportado o corretor diante desse mercado. Um dos fatores para os problemas do corretor hoje é a falta da representatividade. Diante da complexidade dos desafios o que nos torna aptos desafios e oportunidades é uma aliança de líderes”.

Ele apresentou a composição de sua chapa, destacando a importância da competência de cada um dos membros, empreendedorismo e liderança para o trabalho. “Com esse agrupamento, em 9 de novembro reunimos em Atibainha 193 corretores num sábado, que abriram mão de seus compromissos para junto conosco montarmos o programa de gestão. Ouvimos por quatro horas o corretor e ele sabe o que quer. Nosso programa é factível e se baseia em quatro pilares”.

1º pilar: Negócios dos corretores de seguros – porque é isso que está em jogo, a valorização do corretor, da profissão, valoração do seu negócio. Portanto, este é o primeiro item, que prevê uma serie de ações, como maior proximidade com a Susep e ANS, Câmara de arbitragem, Cooperativas de risco, Aproximação com o segurador.

2º pilar: Divulgação da importância do corretor para a sociedade e a categoria – o corretor tem de saber o que o faz, e o consumidor e a sociedade o que ele faz. Porque as vezes muitos ainda não entendem a nobreza da atividade e do produto que representams. É preciso orientação, o corretor sabendo o que faz, venderá mais e melhor.

3º pilar: Benefícios que atendam ao corretor e a sua família e a sua empresa –Quando você se aproxima de uma entidade busca guarita para aquilo que não sozinho consegue. Além do que há que se ter respeito à taxa associativa, que tem de ser revertida em forma de benefícios, tais como: softwares, desenvolvimento do negócio, assistência jurídica.

4º pilar: Eficiência na gestão do Sincor-SP – porque é preciso fazer uma gestão eficiente, transparente e profissional, de forma que todos possam participar, sem correr risco aos negócios e sem medo que o seu negócio vire o Sincor-SP. Em último lugar porque é uma obrigação de quem está à frente do Sincor-SP. Aquele que não entender que isso é obrigação, a responsabilidade pela confiança cedida, não está no lugar certo.

Finalizou dizendo que a atual gestão foi eleita com 1.800 votos, de um universo de 32 mil corretores. “Isso não nos dá representatividade. Mobilizem-se para votar no futuro da profissão de vocês, no futuro do negócio que trouxe vocês até aqui”.

Tokio Marine registra crescimento de 31% no segmento de Afinidades em 2013

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, comemora o excelente desempenho do canal Afinidades em 2013. No ano passado, a produção do segmento foi de R$ 400 milhões, o que representa um crescimento de 31% em relação a 2012, quando o índice foi de R$ 305 milhões.

O expressivo crescimento da carteira é atribuído ao desenvolvimento de novos produtos, como o garantia estendida, e ao fechamento de parcerias estratégicas com varejistas, financeiras, bancos e concessionárias de serviços públicos. “Estamos muito satisfeitos com os resultados e nossa expectativa para 2014 é de um crescimento de 17% na produção”, afirma o Diretor de Afinidades da Tokio Marine, Luciano Bezas,

De acordo com o executivo, como a maioria dos estipulantes, que são as empresas parceiras na venda dos seguros, está otimista quanto à Copa, a tendência é de que haja um aquecimento no mercado por conta do evento. O executivo também prevê para este ano ajustes neste mercado devido à resoluções da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Uma das principais características do ramo de Afinidades é a customização do seguro para atender as necessidades do mercado consumidor. Entre os principais seguros oferecidos pela Tokio Marine estão residencial, prestamista e garantia estendida, que são seguros comercializados a valores baixos. “A facilidade de contratação do seguro a preços bastante atrativos é outra vantagem assegurada pela Tokio Marine”, conclui Bezas.

Agenda: 50º Seminário Anual da IIS acontece em junho

FONTE: CNSEG

O 50º Seminário Anual da International Insurance Society (IIS) acontecerá em Londres, de 22 a 25 de junho, no Park Plaza Westminster Brigde Hotel, e contará com a participação dos 25 maiores líderes do mercado segurador, entre eles: Inga Beale, Albert Benchimol, Dominic Casserley, Jozef De Mey, Evan Greenberg, Denis Kessler, Barry Stowe, Vincent Vandendael, Nikolaus von Bomhard, Greig Woodring, além da prefeita londrina, Alderman Fiona Woolf.

Com um programa focado no impacto da ciência e da tecnologia em todos os setores da indústria de seguros, em nível mundial, a expectativa da organização é que o Seminário tenha record de participação.

A IIS é uma organização internacional da indústria de seguros que conta com associados em mais de 90 países, tendo como objetivo a troca de ideias e o estabelecimento de uma rede mundial de relacionamentos entre os agentes do mercado

Pedido de vista adia novamente votação da regulamentação do seguro privado

AGÊNCIA CÂMARA

Um pedido de vista do deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) adiou para o dia 26 de março a discussão e votação na comissão especial do parecer à proposta que regulamenta o setor de seguros privados (Projeto de Lei 3555/04). O relator, deputado Armando Vergílio (SDD-GO), apresentou em fevereiro um novo substitutivo à proposta. Em outubro do ano passado, ele havia apresentado uma primeira versão, em que acatava cerca de 70% das 126 emendas apresentadas ao projeto. No texto alterado agora, ele analisou outras 73 emendas, e acolheu cerca de 40% delas no substitutivo (saiba mais sobre o parecer do relator).

A votação do relatório estava marcada para o último dia 19, mas foi adiada a pedido do deputado Moreira Mendes (PSD-RO). Já o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apresentou voto em separado.

O PL 3555/04 estabelece regras para contratos de seguro privado e revoga dispositivos do Código Civil (Lei 10.406/02) e do Código Comercial Brasileiro (Lei 556/1850), entre outras leis.

Íntegra da proposta: PL-3555/2004 Reportagem – Luiz Gustavo Xavier

Edição – Newton Araújo

Recorde de sinistros no seguro agrícola leva BB e Mapfre a preparar atendimento especial a produtores

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A seca, que vem prejudicando as principais culturas de verão (soja e milho), levou o grupo BB e Mapfre a dedicar atendimento especial aos produtores. As ocorrências no campo já batem recordes e desde dezembro de 2013 a companhia, que detém 70% do mercado de seguros rurais, começou a receber avisos de sinistros. “A seca está mais grave do que se pensava”, resume Luis Carlos Guedes Pinto, diretor de seguros Rurais do BB e MAPFRE e ex-ministro da Agricultura.

Esse comportamento exigiu da companhia uma contingência operacional para garantir o atendimento aos segurados. Só nos 10 primeiros dias de fevereiro foram recebidos mais de 2 mil avisos de sinistros, média de 200 avisos por dia, somente relacionados aos produtos BB Seguro Agrícola e Colheita Garantida, que detêm os valores mais expressivos em relação aos seguros agrícolas de grãos e refletem o comportamento geral da safra.

A maioria dos sinistros refere-se, principalmente, a ocorrências nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. “Desde a safra 2004/2005 não temos uma quantidade tão grande de sinistros comunicados em um só dia. Esse número é quase o dobro dos avisos recebidos no mesmo período de 2013, e 250% maior que em 2012, quando houve a seca que originou 5 mil sinistros e R$ 180 milhões em prejuízo”, recorda Guedes Pinto.

Além do comportamento climático atípico verificado nesta safra e das condições de campo de diversas regiões afetadas, o aumento significativo de sinistros comunicados decorre do aumento das contratações. “Nas safras de 2011/2012 e 2012/2013, para o BB Seguro Agrícola, o número total de apólices contratadas variou entre 25 e 27 mil, contra aproximadamente 40 mil apólices na safra atual”, registra o ex-ministro.

O grupo estima pagar R$ 275 milhões em indenizações a 5 mil produtores de 13 Estados. Mais de 300 peritos, auditores e analistas estão em campo, distribuídos nas regiões sinistradas ou de alta concentração de riscos, para as vistorias necessárias. “Em safras anteriores, com a concentração dos sinistros em poucas regiões, a capacidade de atendimento foi ajustada mais facilmente, por meio do deslocamento de peritos de áreas não atingidas para as regiões de interesse. Nesta safra, no entanto, com os sinistros distribuídos nas diversas regiões de comercialização do seguro, e com a concentração de avisos em um curto período de tempo, a dificuldade de redistribuição da rede de peritos foi maior, razão pela qual estamos recorrendo aos serviços de empresas terceirizadas”, destaca o executivo.

Atualmente, o grupo dispõe de uma equipe especializada e treinada para receber ligações e atender sinistros de seguros rurais. Para o Canal BB, atendentes responsáveis pela solicitação e cobrança de documentos de regulação foram deslocados às localidades de maior demanda para reforçar as atividades de distribuição e agendamento de vistorias perante os segurados e peritos da rede credenciada.

No Canal Mapfre, a equipe interna é quem está responsável pelo acompanhamento e a confirmação das agendas e realização de vistorias. Até o momento, as vistorias estão sendo agendadas e realizadas em um prazo médio de nove dias após a data do aviso, dentro do prazo esperado.

Orientação aos segurados

O grupo BB e Mapfre alerta os produtores sobre algumas orientações e procedimentos importantes para viabilizar o atendimento da seguradora:

· Após a comunicação de perdas à seguradora, é agendada a vistoria por um engenheiro agrônomo credenciado. Normalmente são realizadas duas vistorias: uma logo após a comunicação de perdas e outra no período da colheita.
· O segurado ou seu representante legal assina os Laudos de Inspeção de Danos (Preliminar e Final). Caso discorde das conclusões do documento, deverá declarar no próprio laudo suas razões para a discordância.
· O produtor deverá apresentar as Notas Fiscais dos insumos utilizados na área segurada. Essas notas deverão estar em nome do segurado e da propriedade.
· O segurado deverá comunicar a data do início da colheita com antecedência de 15 (quinze) dias para permitir o agendamento das vistorias pelos peritos.
· O produtor não deve iniciar a colheita sem a autorização do perito (engenheiro agrônomo indicado pela seguradora).

Os contatos com o grupo segurador devem ser feitos pelos telefones: 0800 729 7000 (Banco do Brasil) e 0800 775 1000 (Mapfre).

Cresce a procura das mulheres por produtos da Brasilprev

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A Brasilprev Seguros e Previdência, uma das líderes do mercado brasileiro de previdência privada aberta e especialista neste setor, lança o seu tradicional levantamento sobre as mulheres de sua base de clientes. Um dos principais fatos constatados é que, proporcionalmente, elas vêm crescendo mais do que os homens na procura por planos de previdência privada. Das vendas do ano de 2013, 48% foram destinadas ao público feminino, um crescimento de 4 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2010, quando elas representavam 44% dos planos contratados naquele período.

Por este motivo, o aumento da representatividade deste público na base de clientes da companhia também apresenta constante evolução e se aproxima cada vez mais dos homens. Dos 1,37 milhão de participantes que a Brasilprev possui em todo o Brasil no “mercado vivo”, ou seja, nos planos PGBL e VGBL, 47% são do sexo feminino. Em 2010, este percentual era de 45%.

Soraia Fidalgo, gerente de Inteligência e Gestão de Clientes, comenta que “as mulheres da base de clientes da companhia demonstram visão de longo prazo, pois 55% optaram pela tabela regressiva do Imposto de Renda. Além disso, identifica-se que 71% têm até 50 anos de idade; 40% possuem segundo grau completo e 43%, ensino superior. Ou seja, a maioria delas tem uma vida economicamente ativa e boa escolaridade”.

Outra observação do estudo foi que 52% destas clientes encontram-se na Região Sudeste. Veja abaixo a representatividade da fatia feminina (47% do total de clientes) distribuída nas cinco regiões do país: Quanto ao tíquete médio (média do valor mensal aportado), a executiva revela que homens e mulheres empataram quanto à evolução do valor no último ano: 7%. “Em 2013, as mulheres aportaram em média R$ 266,97 mensais. Mas, se analisarmos a evolução da arrecadação da Brasilprev, em 2010 elas representavam 40% do valor arrecadado anualmente e em 2013 este número evoluiu para 43%“.

Ivan Passos assume unidade de negócios focada em resseguros criada pela MDS

ivan passosO grupo MDS Consultores de Seguros e Risco, corretora multinacional atuante nos segmentos de gerenciamento de riscos, gestão de benefícios e resseguro, anuncia a criação da Corretora de Resseguros MDS RE. “Com atuação focada em resseguros, os clientes ganharão consultoria especializada no segmento, a qual consiste em contratos que visam manter a solvência dos seguradores, por meio da diluição dos riscos em casos de alta sinistralidade”, diz o CEO da MDS, Hélio Novaes.

Ivan Passos assume a condução da MDS RE, além da Diretoria de Property e Casualty. Passos, que é profissional de vasta e reconhecida experiência no mercado, é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de ser pós-graduado em pela Stanford University (Estados Unidos). O executivo atuou por 30 anos na SulAmérica, dos quais 20 como vice-presidente da área de riscos industriais e também foi presidente da Hannover RE no Brasil de 2008 a 2012.

Zurich Santander registra alta de 150% nas vendas do Seguro Proteção Vida Mulher

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As mulheres estão cada vez mais preocupadas com a manutenção do padrão de vida da família. Prova disso é o crescimento que a Zurich Santander registrou nas vendas do Seguro Proteção Vida Mulher: 150% entre 2012 e 2013. “As mulheres estão ocupando papéis de destaque tanto na sociedade quanto na família, o que se reflete em uma preocupação da manutenção do patrimônio e bem estar de seus familiares”, afirma Edson Franco, diretor presidente da Zurich Santander.

O produto garante a tranquilidade financeira da segurada e de seus dependentes caso aconteça algum imprevisto. Além das coberturas por morte e por invalidez, no caso de diagnóstico de câncer de mama, colo de útero e ovário, a segurada conta com indenização adicional de 10% do valor da cobertura em caso de morte, limitado a R$ 50 mil. Já no caso de doenças terminais, a cliente recebe, antecipadamente, 10% do valor da cobertura de morte, limitado a R$ 50 mil. O Seguro Proteção Vida Mulher ainda oferece auxílio funeral, com despesas pagas até o limite de R$ 3 mil.

A segurada terá à disposição o “Seu Ajudante”, que oferece serviços preventivos e de manutenção para pequenos reparos, revisões ou instalações domiciliares. Entre os serviços ofertados estão troca de lâmpadas, tomadas e interruptores, instalação de chuveiro, verificação de possíveis vazamentos, instalação de ventiladores de teto, fixação de quadros, prateleiras, varões de cortina, persianas e fixação de antenas.

Zurich Santander também oferece o Seguro Proteção Acidentes Pessoais Mulher que cobre morte acidental, invalidez permanente total ou parcial por acidente e diagnóstico de câncer de mama, colo de útero e ovário, neste caso, limitado a 50% do capital segurado. As assistências, neste caso, são: farmacêutica, que oferece desconto de até 50% na compra de remédios; “Seu Ajudante”, com serviços preventivos e de manutenção para pequenos reparos, revisões ou instalações; desconto em clínicas de estética e beleza; orientações nutricionais; e assistência funeral.

A preocupação da Zurich Santander vai além da oferta de produtos exclusivos às mulheres. Desde março de 2011, a instituição apoia o Instituto Se Toque, por meio da destinação de 10% do prêmio da primeira parcela das vendas novas do Seguro Proteção Vida Mulher à ONG. Fundada em 2005, o Instituto Se Toque atua na promoção da saúde da mulher, com foco na prevenção do câncer de mama, por meio de teatro, oficinas de prevenção e palestras, estimulando a busca por diagnóstico precoce. Em 2013 foram atendidas 20.580 pessoas pelo projeto, entre mulheres e seus familiares.

QBE e corretora Ifaseg desenham seguro para operadora turística indenizar passageiro em eventos como o cancelamento de voo

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A FLOT Operadora Turística começou a oferecer ao consumidor o primeiro seguro do mercado que indeniza o passageiro em caso de permanência forçada, considerando gastos como estadia, transporte e alimentação. Desenhada pela Ifaseg Administração em Seguros, a proteção evita maiores transtornos aos passageiros em caso de cancelamento ou atraso de voo. “Para se ter uma ideia da importância desta novidade, basta dizer que somente neste início de 2014 houve cerca de 12 mil cancelamentos de voos nos Estados Unidos, em virtude de nevascas”, observa José Eduardo Barbosa, presidente da FLOT. Ele lembra que este país e vários outros do mundo não possuem leis de proteção ao consumidor em situações como essas. “É por isso que vemos com frequência filmes na TV ou no cinema em que passageiros dormem sobre suas próprias malas em aeroportos”, observa o executivo, que também é vice-presidente da Braztoa – Associação Brasileira das Operadoras de Turismo.

“Esta cobertura, que pode ser desfrutada em viagens por qualquer país do mundo, também poderá ser útil durante a temporada de furacões nos Estados Unidos, que transcorre entre 1 de junho e 30 de novembro”, observa Mário Gasparini, diretor da Ifaseg. Ele destaca que em 2012 o número de voos cancelados em virtude do furacão Sandy chegou a 13,7 mil. Gasparini acrescenta que esta mesma proteção cobre despesas com o retorno, caso o passageiro seja obrigado a permanecer no destino em função de evento climático ou problemas mecânicos com a aeronave.

A cobertura, que é subscrita pela seguradora QBE, pode ser contratada no momento da compra de qualquer viagem da FLOT. A proteção integra um novo pacote de seguro da Ifaseg denominado Trip Protector, que concede às agências e operadoras de turismo a capacidade de garantir indenização ao passageiro nos casos de cancelamento, considerando qualquer motivo, além de interrupção de viagem. “Estas coberturas podem fazer com que agências e operadoras transformem um grande aborrecimento em uma experiência positiva para o passageiro, assegurando a sua fidelidade”, considera Waldir de Menezes, também diretor da Ifaseg.

De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, as nevascas ao longo do mês de janeiro prejudicaram em especial os voos a partir dos aeroportos de New York e Chicago. Na segunda semana de fevereiro cerca de 100 brasileiros que voltavam de Orlando para São Paulo passaram a noite no aeroporto internacional de Charlotte, no Estado de Carolina do Norte. No Brasil, os voos para New York, a partir de São Paulo e Rio de Janeiro, também chegaram a ser cancelados em função destes eventos. Segundo o mesmo serviço norte-americano de meteorologia, as temperaturas no país chegaram a -26°C nas regiões norte e central.

Melhor bimestre da história em licenciamento de autoveículos

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na terça-feira, 11, balanço com o resultado da indústria automobilística em fevereiro. Os dados apontam que o primeiro bimestre do ano foi o melhor da história em licenciamentos, com 571,9 mil unidades – crescimento de 4,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

A venda de autoveículos no mês passado registrou 259,3 mil unidades, o que representa acréscimo de 10,3% em relação a fevereiro de 2013, quando a indústria comercializou 235,1 mil unidades, e retração de 17% ante as 312,6 mil de janeiro deste ano.

A produção de autoveículos fechou o segundo mês de 2014 com incremento de 16,9% se comparado com o mesmo período do ano passado. Foram produzidas 281,5 mil unidades em fevereiro deste ano, contra as 240,8 mil de 2013. Já os dados do bimestre mostraram que a fabricação recuou 2,7%: no total foram 518,6 mil veículos fabricados nos dois primeiros meses de 2014, recuo ao redor de 14 mil unidades em relação ao primeiro bimestre do ano passado.

As exportações apresentaram queda de 24% no acumulado do ano. Foram 51,6 mil produtos enviados para fora. do País neste período, o que representa retração frente as 67,9 mil do primeiro bimestre de 2013. Na visão de Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o “atual cenário econômico da Argentina teve peso relevante para o desempenho, mas a indústria tem plena confiança que os governos dos dois países encontrarão rapidamente soluções para o atual cenário econômico”.

Só no mês passado a indústria automobilística exportou 28,8 mil veículos, acréscimo de 26,5% em relação aos 22,8 mil de janeiro de 2014 e redução de 9,1% quando comparado com as 31,7 mil unidades de fevereiro do ano passado.

Bens de capital

A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias teve alta de 1,4% em fevereiro de 2014, com 7,9 mil máquinas frente as 7,7 mil do mesmo mês do ano passado. A indústria registrou ainda crescimento de 51,2% em relação a janeiro deste ano, quando o setor fabricou 5,2 mil produtos.

O setor de máquinas agrícolas e rodoviárias encerrou o último mês com 5,6 mil unidades comercializadas – aumento de 48,9% sobre as 3,8 mil vendidas em janeiro deste ano e queda de 9,6% em relação as 6,2 mil de fevereiro de 2013. No acumulado as vendas atingiram 9,4 mil máquinas, baixa de 19,1% contra as 11,6 mil de igual período do ano passado.

As exportações do segmento agrícola ficaram em patamares elevados no último mês. Foram 1,0 mil máquinas enviadas a outros países, o que significou alta de 86,7% em comparação com o primeiro mês deste ano e de 5,5% quando comparado com fevereiro de 2013. O acumulado dos dois primeiros meses registrou 1,6 mil unidades, redução de 11,4% sobre o mesmo período do ano passado.

Outras informações:
No link www.anfavea.com.br/coletiva.pdf está disponível a apresentação feita à imprensa. Também está disponível no site www.anfavea.com.br/carta.html a Carta da Anfavea nº 334, com informações detalhadas sobre produção, mercado interno, exportações e emprego da indústria automobilística.