Roubo e furto de carros mostra tendência de alta em todo o Brasil

auto roubo 2013O aumento da frequência de roubo e furto de veículos nas grandes cidades brasileiras acendeu o sinal amarelo nas seguradoras neste começo de ano. De acordo com a CNseg, 476 mil veículos foram roubados no Brasil, segundo dados fornecidos pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Só no Estado de São Paulo, o montante de roubos e furtos de veículos cresceu 10,1% em 2013, chegando a 225 mil casos.É o maior em 12 anos. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 44,7 mil, Minas com 28,8 mil e Rio Grande do Sul com 28,7 mil. Veja abaixo o quadro com as estatísticas divulgadas pela Cnseg e produzido pelo jornal Gazeta do Povo.

Dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo mostram que em 2013 as ocorrências de roubo de veículos superaram as de furto pela primeira vez desde 2011. Segundo as estatísticas da secretaria, dos carros roubados ou furtados 40% são recuperados. No Estado, 50% dos casos de latrocínio estão ligados a roubos de veículos.

Vale ressaltar que o preço do seguro para veículos é calculado de acordo com a avaliação de risco que as seguradoras efetuam, considerando idade do condutor, estado civil, uso do carro e locais de circulação, bem como o impacto da conjuntura que afeta o índice de sinistralidade de suas carteiras, como os índices de roubo e furto de veículos, as frequências de colisões e os custos de peças e reparação dos veículos acidentados.

Porto Seguro investe em educação para tornar jovem um nicho com rentabilidade diferenciada

porto seguro auto jovemPara a Porto Seguro, maior seguradora do Brasil em proteção a veículos e residências, o jovem é muito bem vindo. É certo que representam maior risco. Mas para quem é líder, risco faz parte do negócio. “Avaliando o comportamento dos jovens no trânsito e seu índice de sinistralidade, sentimos a necessidade de estarmos mais próximos a eles em seus “primeiros quilômetros” na direção, por meio de dicas e, sobretudo, incentivando e reconhecendo o bom comportamento ao volante”, afirma Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro, ao blog Sonho Seguro.

A nova versão do produto Auto Jovem, desenvolvido exclusivamente para condutores com idade entre 18 e 24 anos, traz benefícios que estimulem o segurado a ter um comportamento cada vez mais responsável à direção. Ao contratar, o cliente já ganha de imediato 30% de desconto sobre os valores do seguro e da franquia. Para contar com essas vantagens, o jovem condutor se compromete em participar de um Programa de Relacionamento em que os pontos são concedidos à medida que se cumprem metas relacionadas à velocidade e ao período de uso do veículo. Essa iniciativa reconhece o jovem motorista que se comporta com menos risco ao volante e reforça a ideia do Trânsito+gentil. O condutor deve manter a velocidade de até 90 km/h na maioria do tempo em que dirige. Esse é o limite para dirigir nas madrugadas, período considerado entre 0h30 e 5h30, é de 5% do tempo total em que o segurado permanece em movimento. Os índices são apurados por meio de um dispositivo da Porto Seguro que é instalado no veículo segurado.

O cliente também deve participar dos cursos Direção Segura e Direção Emocional, que podem ser realizados em até quatro meses do início da vigência da apólice. O Direção Segura tem o objetivo de ensinar o jovem a fazer manobras defensivas inesperadamente, além de proporcionar que tenha uma condução preventiva. Por sua vez, o Direção Emocional conscientiza a respeito da importância do controle emocional à direção (descritivos completos adiante).

A soma dos pontos conseguidos por meio do cumprimento das metas previstas no Programa de Relacionamento e dos cursos servirá de base para o cálculo do desconto de até 30% que o segurado poderá manter na renovação da apólice. O cliente poderá acompanhar o seu desempenho a qualquer momento pelo hotsite do produto Auto Jovem, pela fanpage do seguro no Facebook ou ainda por meio de aplicativo no celular. Quando estiver ligado, ganha pontos positivos para o jovem que não enviar SMS ou qualquer outra mensagem escrita ao dirigir. Também há benefícios para pagar, com parcelamento do valor do seguro em até 10 vezes sem juros, no Cartão de Crédito Porto Seguro, ou em quatro vezes, em outros cartões. Há ainda a possibilidade de pagar por meio do débito em conta corrente, também em até 10 vezes. E os benefícios não acabaram. Os pais do jovem motorista têm um desconto de 7% ao contratar o seguro. A relação completa das vantagens pode ser consultada em www.portoseguro.com.br/auto, no menu Benefício

Veja a seguir a entrevista concedida por Marcelo Sebastião, diretor e auto da Porto Seguro, sobre o Auto Jovem, ao blog Sonho Seguro.

porto seguromarcelo sebastiaoComo surgiu a ideia de lançar no Brasil?

O Porto Seguro Auto já tem como prática desenvolver produtos segmentados para públicos específicos, como o Auto Sênior e o Auto Mulher. Avaliando o comportamento dos jovens no trânsito e seu índice de sinistralidade, sentimos a necessidade de estarmos mais próximos a eles em seus “primeiros quilômetros” na direção, por meio de dicas e, sobretudo, incentivando e reconhecendo o bom comportamento ao volante.

Foi feita pesquisa?

Fizemos pesquisas com corretores, clientes e não clientes, principalmente o público jovem. Após muitas delas, identificamos que o produto que já oferecíamos aos jovens poderia evoluir para atender ainda mais as necessidades do segmento durante essa importante fase da vida, o que veio a se concretizar com essa nova versão do Porto Seguro Auto Jovem. A proposta é que o jovem participe de um programa de relacionamento em que mostre como dirige, acompanhe seu desempenho e tenha a oportunidade de mudar alguns comportamentos para manter os 30% de desconto no seguro. O lançamento também proporciona um novo produto aos corretores de seguro, a fim de que possam aumentar o relacionamento com seus clientes e conquistar novos.

Quais os resultados?

Os principais pontos apontados foram os seguintes:
– Poucos são casados ou tem filhos;
– A maioria usa o carro “para tudo”;
– São tomadores de decisão no que diz respeito à compra do carro;
– A maioria é responsável pelos gastos do veículo;
– Maiores despesas: gasolina e estacionamento;
– Maior preocupação: pagar o seguro, a manutenção e a franquia.

Fizeram um teste piloto? Qual o resultado?

Não fizemos nenhum piloto.

Qual a expectativa de vendas?

Ampliar a carteira de jovens em aproximadamente 50% nos próximos 2 anos.

O corretor já deu algum retorno do interesse dos pais pelo produto?

Nos eventos de lançamento para os corretores, o feedback foi de que realmente é um produto diferenciado para oferecer aos clientes jovens, bem como aos pais deles, uma vez que todos serão beneficiados.

E os jovens, vão topar baixar o aplicativo e ficar no trânsito sem usar o celular?

Por enquanto, não temos dados para aferir os resultados. No entanto, acreditamos que os jovens utilizarão sim o aplicativo, pois é uma excelente oportunidade de conquistar pontos adicionais dentro do programa e se beneficiar com descontos. Como é o objetivo do programa, nossa intenção é conscientizar os jovens sobre os perigos de perder a atenção durante a condução do veículo e também reforçar o conceito do Trânsito Mais Gentil, pois pessoas mais cuidadosas ao volante contribuem para um trânsito melhor e mais seguro.

Hoje há um programa, waze, que não permite que o motorista use o programa se estiver dirigindo, apenas se a resposta for que é o passageiro que usa. Tem isso no programa da Porto?

A função do nosso aplicativo é similar, ou seja, incentivar que o motorista não use o celular para teclar enquanto dirige. Acreditamos que o jovem participante do programa é o proprietário do veículo e geralmente será ele quem o conduzirá, até pelo fato de ser o principal condutor. O intuito é conscientizá-lo, motivo pelo qual ele ganha pontos evitando o uso do celular e em momento algum perde, só deixará de ganhar – caso deixe de cumprir o que está previsto no programa de relacionamento do produto.

SulAmérica protocola pedido de emissão de debêntures que pode chegar a R$ 750 milhões

sulamericaVeja a íntegra do Fato Relevante

A SUL AMÉRICA S.A. (“Companhia”), (BM&FBovespa: SULA11), em cumprimento ao disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e do artigo 7º, parágrafo 1º, da Instrução CVM nº 471, de 8 de agosto de 2008 (“Instrução CVM 471”), vem informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em 28 de fevereiro de 2014, protocolou perante a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (“ANBIMA”), pedido de registro de uma oferta pública de distribuição de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da segunda emissão da Companhia (“Emissão” e “Oferta”, respectivamente), ao amparo do procedimento simplificado para registro de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários previsto na Instrução CVM 471, e no convênio celebrado entre ANBIMA e CVM em 20 de agosto de 2008, conforme aditado em 25 de janeiro de 2010, nos seguintes termos:

1. O montante total da Emissão será de, no mínimo, R$500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais) e, no máximo, R$750.000.000,00 (setecentos e cinquenta milhões de reais), sendo emitidas, no mínimo, 500.000.000 (quinhentos milhões), e, no máximo, 750.000.000 (setecentos e cinquenta milhões) de debêntures, nominativas, escriturais, sem a emissão de certificados (“Debêntures”), sem considerar Debêntures Suplementares (conforme definido abaixo) e as Debêntures Adicionais (conforme definido abaixo), com valor nominal de R$1,00 (um real) na data de emissão, qual seja 15 de abril de 2014.

2. A Emissão será realizada em até 3 (três) séries, de forma que a quantidade de Debêntures a ser alocada em cada série será definida conforme o Procedimento de Bookbuilding, nos termos definidos na escritura relativa à Emissão, observado que o somatório das Debêntures da primeira série (“Debêntures da Primeira Série”), das Debêntures da segunda série (“Debêntures da Segunda Série”) e das Debêntures da terceira série (“Debêntures da Terceira Série”) não poderá exceder a quantidade de Debêntures prevista na escritura relativa à Emissão e acima mencionada, sem considerar as Debêntures Suplementares e as Debêntures Adicionais, observado que a Oferta somente será realizada se forem colocadas, no mínimo, 500.000.000 (quinhentos milhões) de Debêntures (“Quantidade Mínima da Emissão”).

3. No prazo de até 30 (trinta) dias contados da data de publicação do anúncio de encerramento da Oferta, a escritura relativa à Emissão será aditada, uma ou mais vezes, independentemente de qualquer deliberação societária da Companhia e de qualquer assembleia geral de Debenturistas, exclusivamente para, conforme o caso, (i) cancelar eventual saldo de Debêntures não colocado no âmbito da Oferta; (ii) refletir a(s) emissão(ões) de Debêntures Suplementares; e/ou (iii) consolidar as Debêntures da Primeira Série e as Debêntures da Segunda Série, caso tenham sido emitidas, em uma única série.

4. Nos termos do artigo 24 da Instrução CVM 400, a quantidade máxima de Debêntures inicialmente ofertada (sem considerar as Debêntures Adicionais) poderá ser acrescida em até 15% (quinze por cento), ou seja, em até 112.500.000 (cento e doze milhões e quinhentos mil) Debêntures suplementares, nas mesmas condições das Debêntures inicialmente ofertadas (“Debêntures Suplementares”), destinadas a atender a um excesso de demanda que eventualmente seja constatado no decorrer da Oferta, conforme opção a ser outorgada pela Companhia aos Coordenadores da Oferta no contrato de distribuição das Debêntures, que somente poderá ser exercida pelos Coordenadores em comum acordo com a Companhia, em uma ou mais datas, até a última Data de Integralização da respectiva série. A critério dos Coordenadores e da Companhia, conforme excesso de demanda verificado na Oferta, as Debêntures Suplementares poderão ser alocadas como Debêntures da Primeira Série, como Debêntures da Segunda Série e/ou como Debêntures da Terceira Série.

5. Nos termos do artigo 14, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400, a quantidade máxima de Debêntures inicialmente ofertada (sem considerar as Debêntures Suplementares) poderá ser acrescida em até 20% (vinte por cento), ou seja, em até 150.000.000 (cento e cinquenta milhões) de Debêntures adicionais, nas mesmas condições das Debêntures inicialmente ofertadas (“Debêntures Adicionais”), que somente poderão ser emitidas pela Companhia em comum acordo com os Coordenadores no âmbito do Procedimento de Bookbuilding. A critério dos Coordenadores e da Companhia, conforme verificado pelo Procedimento de Bookbuilding, as Debêntures Adicionais poderão ser alocadas como Debêntures da Primeira Série, como Debêntures da Segunda Série e/ou como Debêntures da Terceira Série.

6. Será adotado o procedimento de coleta de intenções de investimento, organizado pelos Coordenadores, nos termos do artigo 23, parágrafos 1º e 2º, e do artigo 44 da Instrução CVM 400, sem recebimento de reservas, sem lotes mínimos ou máximos, para a definição, com a Companhia (“Procedimento de Bookbuilding”):

I. da verificação de demanda para a Quantidade Mínima da Emissão, e, em sendo verificada a demanda para a Quantidade Mínima da Emissão:

(a) da realização da Emissão em série única, em 2 (duas) séries ou em 3 (três) séries, e
(b) da emissão e da quantidade máxima de Debêntures da Primeira Série, da quantidade máxima de Debêntures da Segunda Série e/ou da quantidade máxima de Debêntures da Terceira Série, observados os limites previstos na escritura relativa à Emissão, sem prejuízo das Debêntures Suplementares e das Debêntures Adicionais; e

II. da remuneração das Debêntures da Primeira Série, observado o limite previsto na escritura relativa à Emissão, e/ou da remuneração das Debêntures da Segunda Série, observado o limite previsto na escritura relativa à Emissão, e/ou da remuneração das Debêntures da Terceira Série, observado o limite previsto na escritura relativa à Emissão.

7. O resultado do Procedimento de Bookbuilding será ratificado por meio de aditamento à escritura relativa à Emissão, a ser celebrado anteriormente à data de concessão do registro da Oferta pela CVM, independentemente de qualquer aprovação societária adicional da Companhia, e será divulgado por meio do anúncio de início da Oferta (“Anúncio de Início”), nos termos do artigo 23, parágrafo 2º, da Instrução CVM 400.

8. A minuta de prospecto preliminar, que foi submetida à analise da ANBIMA e da CVM, está disponível nas páginas da internet da Companhia (www.sulamerica.com.br/ri) e da CVM (www.cvm.gov.br). Os investidores interessados deverão ler o prospecto definitivo, quando do registro da Oferta pela CVM, particularmente as seções “Fatores de Risco Relacionados à Oferta”, “Principais Fatores de Risco Relacionados à Companhia”, “Destinação dos Recursos”, “Informações relativas à Oferta” e o Formulário de Referência, em especial as seções “Fatores de Risco” e “Riscos de Mercado”, antes de aceitar a Oferta.

9. A publicação deste Fato Relevante não constitui uma oferta de venda ou solicitação de uma oferta de compra de Debêntures de emissão da Companhia que não podem ser ofertadas para venda ou compra anteriormente ao registro da Oferta perante a CVM.

10. A Companhia manterá o mercado informado sobre questões relacionadas à Oferta, quando aplicável, nos termos da legislação e normas vigentes.

Rio de Janeiro, 28 de fevereiro de 2014.

Arthur Farme d’Amoed Neto
Diretor de Relações com Investidores

Prudential do Brasil registra crescimento de 38% em prêmios em 2013

prudentialrelease

A Prudential do Brasil Seguros de Vida S.A. divulga, nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, o seu balanço patrimonial com os resultados de 2013. A companhia registrou um aumento dos prêmios de seguros (1) de 38%, em comparação ao ano de 2012, atingindo a casa dos R$ 497 milhões, e apresentou um lucro líquido de mais de R$ 22 milhões. Este resultado tem como base as práticas contábeis brasileiras (Brazilian Generally Accepted Accounting Principles – BRGAAP).

A Prudential continua elevando a sua base de segurados e encerrou o ano com quase 187 mil apólices de seguro de vida individual, um aumento de 24%, em relação ao ano anterior. Como consequência, também registrou um crescimento expressivo de 45% no Capital Segurado (2) em vigor, passando dos R$ 75 bilhões.

“O ano de 2013 foi marcado por diversos desafios econômicos ocasionados principalmente pelas variadas elevações da taxa básica de juros, a forte valorização do dólar e aumento da inflação. Por outro lado, o aumento de renda da população, acesso ao crédito e o crescimento da classe C, continuaram a motivar mercados como o de seguros, permitindo ainda que os brasileiros possam traçar planos financeiros de longo prazo. Diante deste cenário, o nosso aumento de prêmios registrado em 2013 foi muito satisfatório e esperamos continuar mantendo um bom resultado em 2014”, acentua o presidente & CEO da Prudential do Brasil, Fabio Lins.

Dando continuidade ao plano de expansão, a Prudential do Brasil vai abrir mais três novas agências na região sul do país, duas em Curitiba e uma em Porto Alegre, no mês abril. Em 2013, a companhia inaugurou cinco novas agências, duas em Brasília e três no Rio de Janeiro. Além disso, foram efetivadas três novas parcerias de vendas importantes para a comercialização dos seguros de vida individual da Prudential com o Grupo XP, o Grupo Case e o Grupo Itaú.

Um dos princípios mundiais da Prudential é a devolução do lucro da companhia para a sociedade, em forma de ações sociais e ambientais. Norteado pelos oito Objetivos do Milênio da ONU, o programa de sustentabilidade da seguradora reuniu diversas ações que contribuíram com mais de 50 instituições do terceiro setor, beneficiando quase oito mil pessoas em 2013. Essas organizações receberam doações de donativos, ajuda financeira para reformas, ações de incentivo à educação, a saúde e ao esporte.

Entre os destaques estão o Dia Global do Voluntariado (GVD), que estimula o voluntariado entre os funcionários, os prestadores de serviços e os franqueados que, juntamente com seus familiares, amigos e clientes, são convidados a experimentar a satisfação de ajudar instituições realizando diversos tipos de trabalho voluntário. Em paralelo, a empresa ajudou três creches localizadas na Rocinha, no Rio de Janeiro, e mais uma instituição em Belo Horizonte, Minas Gerais.

(1) Prêmios de Seguros (BRGAAP) = Prêmio Emitido – Cancelamento – Restituição – Desconto – Co-seguro Cedido + Co-seguro Aceito.
(2) Capital Segurado considera Apólices Ativas de Seguro de vida Individual, incluindo as coberturas para Morte Acidental e para Doenças Graves.

Tokio Marine Seguradora registra crescimento de 26,2% em 2013

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A Tokio Marine Seguradora fechou o ano de 2013 celebrando excelentes resultados. A subsidiária brasileira do mais antigo conglomerado securitário japonês registrou uma receita líquida recorde de R$ 2,6 bilhões, o que significa um crescimento de 26,2% sobre o faturamento do ano anterior. O número refere-se à soma da produção da Tokio Marine Seguradora e da Tokio Marine Brasil Seguradora, incorporada em junho passado. Deste valor, a companhia devolveu R$ 1,35 bilhão à sociedade na forma de pagamento de sinistros.

O lucro líquido combinado antes impostos, considerando ainda as duas companhias existentes antes da integração, foi de R$ 76,1 milhões, contra R$ 67,5 milhões no exercício anterior. No caso da Tokio Marine Seguradora, que é a empresa integradora, o lucro passou de R$ 9,5 milhões em 2012 para R$ 31,4 milhões em 2013.

O índice combinado, que mede o nível de comprometimento do resultado operacional de uma seguradora (quanto menor o índice, melhor é o desempenho), apresentou uma redução significativa de 5,6% quando comparado ao ano de 2012, passando de 108,0% para 102,4%. A sinistralidade caiu 3,8 pontos percentuais, de 57,6% para 53,8%, enquanto o custo de aquisição reduziu meio ponto percentual, passando de 21,4% para 20,9%. As despesas (considerando a soma de despesas administrativas, despesas com tributos, participações sobre o resultado e outras receitas e despesas operacionais) ficaram em 25,1%, baixando 5,5% em relação ao ano anterior.

O Patrimônio Líquido da Tokio Marine Seguradora em dezembro de 2013 foi de R$ 823,4 milhões contra R$ 615,3 milhões em dezembro de 2012, um crescimento de 33,8%. Em 2013, a Seguradora registrou ainda um montante de R$ 223,7 milhões de aumento de capital, com recursos provenientes da Incorporação da Tokio Marine Brasil Seguradora.

“Estamos muito satisfeitos com o desempenho da Companhia. Essas conquistas resultam dos investimentos em capital humano, tecnologia, produtos e serviços e do trabalho realizado pelos Corretores e Assessorias parceiros. Fomos muito vitoriosos em 2013 e estamos confiantes de que neste ano continuaremos crescendo e superando nossas metas”, afirma o presidente da Tokio Marine Seguradora, José Adalberto Ferrara, que assumiu o cargo em julho do ano passado.

Em 2014, a expectativa da Seguradora é fechar com um faturamento de 3 bilhões, atingir um índice combinado inferior a 100% e identificar novos nichos de mercado e oportunidades que atendam às demandas dos segmentos de pequenas e médias empresas, por exemplo. Sob o comando de Ferrara, a equipe de mais de 1500 colaboradores da Tokio Marine se dedica à missão de dar continuidade ao direcionamento estratégico definido com o Plano Vencer, iniciado em 2012, com o objetivo de dobrar o volume de prêmios da empresa até 2016. “Estamos focados e confiantes. Tanto que esperamos já em 2014 atingir a meta de R$ 3 bilhões estabelecida pela holding para o final de 2016”, explica o presidente.

Alterações na estrutura, incorporação e lançamento de produtos e serviços

Os últimos doze meses trouxeram mudanças também na estrutura organizacional, como a chegada de Koichiro Sakai à Diretoria de Contas Japonesas e Adilson Lavrador à Diretoria de Operações e Tecnologia, além das promoções dos executivos João Melo ao cargo de Diretor Comercial Nacional Varejo e Alexandre Vieira à Diretoria de Sinistros. No primeiro semestre de 2013, foi realizada a incorporação da Tokio Marine Brasil pela Tokio Marine Seguradora. Com a unificação, a Tokio Marine Seguradora S.A. tornou-se uma única empresa, mais robusta e competitiva, devido à otimização de custos, sistemas, documentação e processos.

No decorrer do ano, a Companhia também lançou diversos produtos e serviços para facilitar ainda mais a vida de seus clientes e alavancar os negócios de seus parceiros, como o Seguro de Vida em Grupo PME, o Seguro Residencial Premiado Fácil e o Seguro para Caminhões e Utilitários. Com o Tokio Marine Caminhão e o Tokio Marine Utilitário Carga, a Seguradora aumentou ainda mais sua competitividade nesse segmento, passou a atender à crescente demanda do mercado e ampliou o leque de soluções para parceiros de negócios e clientes

De acordo com Ferrara, na área de produtos, a Companhia coloca à disposição do mercado nacional um amplo portfólio, que atende clientes Pessoa Física e Jurídica. A Divisão de Produtos Massificados contempla seguros de Automóvel, Frotas, Residencial, Condomínio, Perda e Roubo de Cartões e Equipamentos Portáteis, além dos seguros de Vida, Acidentes Pessoais e Prestamista para empresas. Já a Divisão de Produtos Corporate (PJ) inclui seguros para pequenas, médias e grandes empresas, Seguro de Transportes, Riscos de Engenharia, Riscos Nomeados e Operacionais, Seguro Garantia, Responsabilidade Civil, Equipamentos, Náutico e embarcações.

“Em 2013, conquistamos prêmios, aprimoramos e lançamos diversos serviços e produtos. Também reafirmamos a importância do relacionamento cada vez mais próximo com nossos Corretores e Assessorias e todos os nossos parceiros de negócios”, completa o executivo.

A Tokio Marine Seguradora investe cerca de R$ 100 milhões ao ano em tecnologia para oferecer serviços inovadores e de alta qualidade a seus Corretores, Assessoras, Colaboradores e Clientes. No ano passado, a Companhia transferiu seu Data Center para a Embratel e criou um Data Center backup em suas instalações na rua 13 de Maio, em São Paulo, para garantir continuidade do negócio em caso de desastre desenvolveu novas funcionalidades em seu Portal Autoatendimento e no Portal Nosso Corretor, além de criar um portal exclusivo para as Assessorias. Mais recentemente, a Tokio Marine lançou um aplicativo mobile em plataforma Android e IOS, com serviços exclusivos para seus segurados.

Caixa Seguros lucra R$ 1,4 bi em 2013

thierry caixaA Caixa Seguros divulgou lucro líquido de R$ 1,4 bilhão, o maior de sua história, com aumento de 16% em relação ao ano anterior e registrou faturamento de R$ 9,3 bilhões. “O resultado de 2013 consolida nossa trajetória de crescimento sólido e sustentável”, afirma o presidente do Grupo, Thierry Claudon. Em 2013, a empresa se destacou por ser a única do setor a oferecer microsseguros e a trabalhar planos de previdência exclusivos para mulheres. “Os consumidores de produtos financeiros estão cada vez mais exigentes. É preciso pensar em todos os segmentos”, diz Claudon. “No caso dos microsseguros, o produto responde a uma demanda dos consumidores e tem importante função de inclusão financeira”, avalia. O ano de 2013 também marcou movimentos de expansão do Grupo CAIXA SEGUROS, que adquiriu a Previsul (companhia de seguros focada na região Sul do Brasil) e a Tempo Dental.

A Caixa Seguros é a mais rentável do setor. Apresentou faturamento de R$ 3,2 bilhões e lucro de R$ 956 milhões em 2013. A empresa oferece produtos financeiros acessíveis aos brasileiros de todas as classes sociais.A Caixa Previdência tem apostando na redução de taxas. Há dois anos, zerou a cobrança de taxa de entrada. A medida deu certo, e o saldo da portabilidade (portabilidades de entradas menos portabilidades de saídas) de planos de previdência de outras instituições para a CAIXA dobrou em 2013.A Caixa Consórcios manteve-se entre as maiores do setor, principalmente no consórcio imobiliário. Durante o ano, a empresa entregou mais de 27 mil bens. A Caixa Capitalização faturou R$ 1,2 bilhão em 2013 e distribuiu quase R$ 42 milhões em prêmios para 9.423 brasileiros em todo o país. A empresa caçula do Grupo apostou na venda massificada de seguros odontológicos, a Caixa Seguros Saúde faturou R$ 68,4 milhões em 2013 e fechou o ano com 57,6 mil vidas seguradas.

Liberty Seguros encerra 2013 com crescimento de 9% nas vendas, para R$ 2,4 bi

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O Grupo Liberty Seguros registrou expansão de 9% na emissão de prêmios no mercado brasileiro em 2013. A companhia, incluindo as operações da Indiana Seguros, adquirida em 2008, movimentou R$ 2,4 bilhões em prêmios no período. O resultado antes dos impostos e participações foi de R$ 50,2 milhões, quatro vezes superior ao período anterior. O lucro líquido do grupo ficou em R$ 40,7 milhões, fechando 2013 com mais de 1,3 milhão de clientes em carteira.

“Em 2013 consolidamos a revisão estratégica iniciada em 2012. Melhoramos as carteiras, adequamos nossa política de preços, fortalecemos as alianças com os canais de distribuição e investimos na ampliação do conhecimento da marca, aproveitando nossa posição de patrocinadores oficiais da Copa de 2014”, diz Pablo Barahona, presidente da unidade brasileira do grupo. “Este conjunto de iniciativas trouxe a companhia de volta ao lucro”.

A carteira de automóveis do grupo, que responde 80% das vendas, encerrou o ano com mais de 1 milhão de veículos segurados e crescimento de 9,4% frente a 2012. Um dos destaques foi o crescimento na carteira de transportes, que fechou 2013 com expansão de 19% frente ao ano anterior.

Em 2014, a companhia irá manter o foco em crescimento com rentabilidade, no desenvolvimento de pessoas e retenção de talentos e em trabalhar fortemente na entrega de uma experiência excepcional aos clientes e corretores. “Nossos esforços estão em prover ferramentas e sistemas mais adequados para que os clientes e corretores tenham mais agilidade nas interações conosco”, diz o executivo, que assumiu a presidência da companhia no país no final de 2011.

Em 2014, a companhia também conclui o ciclo de ativações relacionadas ao patrocínio da Copa de 2014. “O patrocínio da Copa está sendo importante para ampliarmos o conhecimento da marca entre os consumidores brasileiros. Com as ativações em torno do evento, triplicamos nosso conhecimento espontâneo”, diz Barahona. “Durante a Copa e após o evento, teremos muitas oportunidades de explorar o legado que construímos com este patrocínio”, conclui.

Zurich Santander Brasil lucra R$ 477 milhões

NOTA DA AGÊNCIA ESTADO

A Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência apresentou lucro líquido de R$ 477 milhões no ano passado, montante 9,2% superior ao visto em 2012, conforme demonstrações financeiras publicadas nesta sexta-feira, 28. Os prêmios ganhos de seguros somaram R$ 2,325 bilhões em 2013, alta de 24,1%, na mesma base de comparação.

Em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, a companhia cita o processo de reestruturação societária com a conclusão da venda pelo banco Santander das ações na Zurich Santander Brasil Seguros para a Zurich Santander Holding, sociedade com sede na Espanha, cujos controladores são o Zurich Insurance Group, com 51%, e o espanhol Santander com os outros 49%. O preço de compra e venda final foi de R$ 2,744 bilhões.

“A operação está inserida no contexto da parceria estratégica no exterior entre Santander Espanha Zurich, envolvendo aquisição, pela Zurich Santander, de todas as seguradoras de ramos elementares e de vida e previdência do Santander Espanha na Argentina, Brasil, Chile, México e Uruguai”, destaca a companhia, em relatório.

Segundo a Zurich, como parte da operação, o espanhol Santander tem o direito de distribuir exclusivamente os seguros da Zurich, durante 25 anos, na sua rede de agências, com exceção das apólices de automóveis, segmento que não foi incluído na negociação.

A Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência encerrou dezembro com R$ 2,077 bilhões, queda de 6,4% ante 2012. O resultado financeiro foi a R$ 161 milhões, alta de 11,4%. Os sinistros ocorridos aumentaram 14,1% em 2013 em relação com 2012, para cerca de R$ 517 milhões.

Susep tem novo comando: sai Luciano Portal entra Roberto Westenberger

roberto pwcSai Luciano Portal Santanna e entra Roberto Westenberger no comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regula o mercado segurador brasileiro, responsável por quase 4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O decreto foi assinado pela presidente Dilma Rousseff em conjunto com o Ministro Guido Mantega, e publicado nesta sexta-feira, véspera de Carnaval.

Comunicado do Ministério da Fazenda informa que “a saída de Santanna foi discutida e acertada de comum acordo com o Ministério da Fazenda, que agradece os serviços prestados por mais de dois anos e meio à frente do órgão regulador de seguros”.

O assunto já fazia parte do dia-a-dia do setor há cerca de dois meses. Westenberger é formado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É também mestre em Estatística pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e Ph.D em Ciências Atuariais pela City University em Londres. No plano institucional, foi diretor e presidente do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA) e representante do Brasil na Associação Atuarial Internacional (IAA), onde hoje atua como membro da sua Comissão de Solvência. Também foi professor de Seguros da COPPEAD/UFRJ, onde fundou o Centro de Estudos e Pesquisas em Seguros. Foi também professor da PUC/RJ, onde ajudou a implantar o 1º. Mestrado “Stricto Sensu” em Ciências Atuariais no Brasil.

Lembro-me que em uma das entrevistas que fiz com o engenheiro e ex-consultor da PwC, ele apostava na entrada de novos players no Brasil e que seguradoras médias seguem o caminho de conquistar os clientes com serviços exclusivos e classes sociais específicas. “As grandes seguradoras vão explorar a presença geográfica que os bancos estão proporcionando. O apoio dos bancos ao setor é de extrema importância para o crescimento do setor, principalmente de vida e previdência”, disse Westenberger, que na época liderava a área de seguros da PricewaterhouseCoopers, de onde saiu em meados do ano passado, em uma entrevista para especiais sobre o mercado segurador brasileiro.

Que ele traga muito crescimento e transparência para o mercado segurador crescer com sustentabilidade nos próximos anos!!!!

Luciano Portal, que conduziu a Susep nos últimos dois anos, tem feito um balanço positivo da sua gestão na mídia desde o final de dezembro. Nos bastidores, a relação entre Portal e o mercado era tensa, chegando até o titular da Susep deixar de comparecer em eventos do setor em razão de mudanças que desagradavam a maioria, seja do ponto de vista político como técnico. Uma das expectativas de Portal é ser conduzido a um cargo de vice-presidente dentro da esfera do Banco do Brasil, que necessita de executivos com conhecimento de seguro para suportar tamanha exposição da BB Seguridade diante da sociedade local e internacional. Nesta semana, por exemplo, a Bloomberg divulgou análise de especialistas que apontam a seguradora ligada ao BB como a preferida dos analistas no mundo. Isso mesmo. No mundo. Vamos acompanhar o desenrolar dessa história.

Vale guardar esse texto da Bloomberg: BB Seguridade é seguradora mais lucrativa do mundo

bloombergPor Bloomberg

Seguradora mais lucrativa dribla queda da economia no Brasil

A estratégia de carregar nos ombros as 5.400 agências bancárias para vender apólices está convertendo a BB Seguridade na seguradora mais lucrativa do mundo

Bovespa no IPO da BB Seguridade: as ações subiram 37% em São Paulo desde que o Banco do Brasil separou a companhia em abril

São Paulo – A estratégia da BB Seguridade Participações SA de carregar nos ombros as 5.400 agências bancárias da sua matriz corporativa para vender apólices está convertendo-a na seguradora mais lucrativa do mundo.

A companhia registrará um retorno de 44 por cento sobre as ações nos próximos 12 meses, a maior proporção entre as maiores seguradoras do mundo por valor de mercado, mostram as estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg.

As ações subiram 37 por cento em São Paulo desde que o Banco do Brasil separou a companhia em abril, o melhor desempenho no índice financeiro BM&FBovespa Brazil. A concorrente local, Porto Seguro SA, ganhou 26 por cento, ao passo que o Ibovespa afundou 14 por cento.

Ao usar as agências do banco para vender seguros residenciais aos clientes que pedem hipotecas, e apólices de automóveis para os mutuários que procuram empréstimos para carros, a BB Seguridade economiza o dinheiro que seria usado para pagar os corretores. É uma vantagem que muitos dos seus colegas globais não têm, pois restrições regulatórias nos EUA e em outros países impedem que os bancos possuam seguradoras, segundo Howard Mills, conselheiro-chefe do grupo do setor segurador da Deloitte LLP, com sede em São Francisco.

“O maior desafio para as seguradoras é gerenciar os canais de distribuição, e a BB Seguridade tem à sua disposição a enorme rede do Banco do Brasil”, disse Rodolfo Amstalden, analista da Empiricus Research, com sede em São Paulo, que recomenda comprar as ações. Não há muitas empresas que podem oferecer um retorno sobre as ações superior a 30 por cento, e a BB Seguridade faz isso principalmente porque está apoiada pela estrutura do Banco do Brasil”.

Países como os EUA começaram a impor regras mais estritas para a indústria financeira após a crise de 2008, mas a regulamentação no Brasil não passou por grandes reformas, disse Amstalden.

O Banco do Brasil, que é estatal e opera a maior rede de agências bancárias no país, alienou 34 por cento da seguradora no ano passado, arrecadando R$ 11,5 bilhões (US$ 4,9 bilhões) na que foi a maior abertura de capital do mundo em 2013.

Embora vender através das agências do banco sempre fosse parte do plano de negócios, a demanda pela abertura foi discreta em meio a uma queda no mercado acionário do Brasil, disse Amstalden. Os resultados financeiros da empresa desde a venda das ações estão convencendo os investidores de que a estratégia está funcionando, disse.

A renda líquida ajustada da BB Seguridade foi de R$ 2,26 bilhões no ano passado, segundo dados compilados pela Bloomberg. A estimativa média de nove analistas foi de R$ 2,19 bilhões. Os gastos operativos em 2013 chegaram a US$ 218,3 milhões, comparados com uma média de US$ 4,01 bilhões entre as maiores seguradoras do mundo, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Os benefícios da relação com o Banco do Brasil vão além de simplesmente usar as agências do banco como canal de vendas, de acordo com Werner Suffert, diretor financeiro da BB Seguridade. A seguradora também obtém acesso a dados de clientes, que podem ser usados para estabelecer seus prêmios de modo mais eficiente, disse.

A empresa, com sede em Brasília, também se beneficia com um maior uso dos seguros no Brasil, disse Oliver Leyland, gerente de portfólios na Mirae Asset Global Investments.

No prospecto da sua abertura, a BB Seguridade disse que os prêmios para as apólices de seguro de vida vendidas no Brasil equivalem a 1,7 por cento do seu PIB, comparado com uma razão de 13,9 por cento no Taiwan e de 6,2 por cento na França.

“Os seguros são um setor que está sendo impulsionado por uma baixa penetração e uma alta demanda”, disse Leyland em entrevista por telefone de Nova York. “Gostamos da BB Seguridade”.

Ainda que alguns investidores possam evitar comprar ações de empresas controladas pelo estado, preocupados com que a intervenção do governo possa afetar os lucros, a BB Seguridade está bem gerenciada e o risco político para seu negócio é baixo, disse Amstalden da Empiricus.

“A BB Seguridade é uma exceção entre as empresas estatais”, disse ele. “É uma operação eficiente e capaz de sustentar taxas altas de crescimento no longo prazo. Recomendamos a compra”.