Alexandre Camillo vence eleição para presidência do Sincor SP

alexandre camillo Alexandre Camillo ė eleito o novo presidente com 2061 contra 1617 de Mário Sérgio, da chapa 1.

Revista Apólice

Com o fim da apuração dos votos dos corretores de seguro de São Paulo para eleger o presidente da entidade, Alexandre Camillo, da Chapa 2, foi eleito, derrotando o representante da Chapa 1, Mário Sérgio de Almeida Santos, que buscava a reeleição. A votação foi realizada nesta quarta-feira, 26, com apuração realizada na sede do sindicato, no centro de São Paulo. O mandato de Camillo irá até 2018.

O vencedor está no mercado de seguros há 34 anos. Começou a trabalhar na Itaú Seguros com 19 anos de idade e chegou ao posto de gerente comercial para São Paulo aos 28 anos. Fundou a Camillo Corretora de Seguros em 1990, e incorporou a Ypiranga Corretora de Seguros em 2001. Com essa segunda empresa também empreendeu no ramo de certificação digital, e sua Autoridade de Registro Ypiranga iniciou operações em fevereiro de 2011. É associado ao Sincor-SP desde 1990 e membro do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) desde 2000.

Camillo chegou à diretoria do CCS-SP na gestão 2002-2004, como secretário. Em 2005, Camillo foi indicado pelo então presidente do Sincor-SP, Leoncio de Arruda, para o cargo de diretor social do sindicato, desenvolvendo e coordenandocendo o bem-sucedido projeto “ Corretor de Seguros – Agente do Bem Estar Social”. De 2007 a 2010 acumulou dois cargos, sendo, além de diretor social, o 2º vice-presidente.

Cooper Gay tem novo Gerente de Operações

Enrico FigueiredoRelease

Novidade na Cooper Gay no Brasil. Enrico Figueiredo é o novo Gerente de Operações da Companhia. Ele assume o posto tendo como principal responsabilidade garantir a uniformidade dos processos desde a parte de documentação e cadastro até a colocação do resseguro. Segundo o Diretor Executivo da Corretora, Fernando Prado, o novo contratado possui uma sólida experiência em processos e um amplo conhecimento do mercado. “O seu trabalho terá como objetivo o relacionamento com os resseguradores no âmbito operacional de modo a simplificar os processos e aumentar a produtividade, através de documentos com formatos e cláusulas padronizados.”, afirma Prado.

Enrico Figueiredo, que atua há mais de 20 anos no mercado de seguros e resseguros, afirma que está muito feliz com o novo desafio profissional. “A minha experiência em planejamento estratégico e implementação de processos irão garantir mais agilidade no atendimento aos nossos clientes e parceiros.”, observa.

A contratação de Enrico Figueiredo é mais um dos investimentos da Cooper Gay visando a assegurar que os seus processos internos sejam realizados com mais eficiência e transparência.

Atualmente todos os processos da corretora de resseguros são controlados através de KPIs, desde a análise do risco até o acompanhamento financeiro, garantindo o compromisso da Cooper Gay na entrega de um serviço diferenciado. O eCOG Web, sistema de gestão de resseguros, é a interface onde as seguradoras podem acompanhar o desempenho de todas as etapas da colocação, pagamentos de prêmio e coleta de sinistros. O sistema, disponibilizado gratuitamente para as seguradoras, ainda conta com relatórios de desempenho de resseguradores, emissão do DARF e documentos referente ao negócio.

“Tendo em vista a tendência do mercado na maior rigidez com os Controles Internos e Governança Corporativa, desenvolvemos controles através de cada ponto de contato que temos com as seguradoras e resseguradores, consolidando a nossa missão de ser a extensão do departamento de resseguro das seguradoras.”, declara Fabio Basilone CEO do Grupo no Brasil.

Outra novidade é a promoção de Ronaldo Pinelli, há 4 anos na Cooper Gay, ao cargo de Gerente Técnico. Pinelli possui 12 anos de atuação no mercado de seguros e resseguros.

Ele terá como missão atuar na administração dos contratos vigentes, nas renovações e estar mais próximo dos clientes, assim como prospectando novos contratos. “Durante esses anos de atuação na Cooper Gay estou crescendo junto com a empresa, sempre visando a novas metas e objetivos. Estarei agora mais próximo dos clientes seja na administração dos contratos vigentes, nas renovações e prospectando novas oportunidades no mercado.”, destaca Ronaldo Pinelli.

Lloyd’s anuncia lucro de US$ 5,3 bilhões em 2013

inga bealeRelease

O Lloyd’s, o maior mercado especializado em seguros e resseguros do mundo, anunciou hoje um lucro de US$5,3 bilhões no ano de 2013. Para fins de comparação, o lucro de 2012 foi de US$ 4,5 bilhões. A receita de prêmio bruto emitido alcançou o novo patamar de US$ 40,7 bilhões, com um índice combinadoi de 86,8% e um retorno sobre o capital antes dos impostos de 16,2%.

A posição de capital do Lloyd’s se fortaleceu ainda mais com recursos líquidos de US$35 bilhões. As classificações de “rating” permanecem fortes em ‘A+’ na Standard & Poor’s e na Fitch e ‘A’ na AM Best. Todas as três agências de classificação tem uma perspectiva positiva do Lloyd’s.

O ano de 2013 foi um ano benigno em relação a catástrofes seguradas, com os maiores sinistros para o Lloyd’s totalizando US$1.362 milhões. Apesar disso, o total de sinistros incorridos líquidos foi de US$ 14,9 bilhões em 2013, abaixo dos US$16,1 bilhões no ano anterior. Não se espera que os sinistros de inundações de 2013 no Reino Unido resultem em significativa exposição para o Lloyd’s.

A nova presidente Mundial do Lloyd’s, Inga Beale, disse: “A subscrição disciplinada e um ano benigno em relação a grandes catástrofes nos possibilitou ter um desempenho superior aos nossos concorrentes e alcançar esse lucro notável de $5,3 bilhões. Partindo dessa base, o mercado do Lloyd’s tem uma grande oportunidade de se expandir nas economias de alto crescimento e sub-seguradas ao redor do mundo. Começamos a construir as fundações para esse crescimento, como explicado na estratégia de longo prazo “Visão 2025”, através de um estreito engajamento com o mercado. Continuaremos a apoiar nossos subscritores especializados, por meio de operações eficientes, para atrair capital e talentos dessas economias de alto crescimento”.

O Chairman do Lloyd’s, John Nelson, disse: “Estes são resultados excepcionais para o Lloyd’s e são um tributo ao talento e ao profissionalismo no mercado do Lloyd’s. Apesar de termos visto poucos sinistros de catástrofes em 2013, a continuidade de baixas taxas de juros geraram receitas de investimentos reduzidas e altos níveis de capital continuando a fluir para o mercado, o que pressionou os preços”.

“Essas condições parecem que vão persistir. Acredito, portanto, que um aumento da pressão competitiva sobre o mercado continuará em 2014. Isto sublinha a necessidade de uma contínua disciplina na subscrição ao buscarmos manter e reforçar nossa posição como centro global de seguros e resseguros especializados”.

Destaques financeiros:

 Lucro antes de impostos de US$5,32 bilhões (£3,20 bilhões; 2012: £2,8 bilhões).
 O índice combinado de 86,8% (um aumento de 4,3 pontos percentuais em relação a 91,1% em 2012) se compara favoravelmente com o índice combinado de nosso grupo de concorrentesii de 93,4%.
 Total de recursos da Sociedade do Lloyd’s e seus membros no patamar de US$98,70 bilhões (£59,5 bilhões; 2012: £59,6 bilhões).
 Capital, reservas e dívidas e títulos mobiliários subordinados de US$35 bilhões (2012: £20,2 bilhões)
 Ativos centrais montando a US$3.957 milhões (£2.384 milhões; 2012: £2.485 milhões).
 Crescimento de prêmio controlado de 1,6% depois de se levar em consideração o
impacto do câmbio e a mudança da taxa reajustada do risco ano sobre ano.
 Retorno sobre o investimento de US$1.309 milhões (£839 milhões; 2012: £1.311 milhões).
 Liberações de excedentes sobre reservas de anos anteriores de US$2.615 milhões (£1.575 milhões; 2012: £1.351 milhões).

Grupo BB e Mapfre adere novamente à Hora do Planeta

mapfre fatimaRelease

O grupo BB e Mapfre participa de mais uma edição da Hora do Planeta – uma manifestação mundial que sinaliza a preocupação com o aquecimento global a partir do incentivo a uma atitude simples: o “apagar de luzes”.

Em linha com a proposta da iniciativa, no dia 29 de março, as luzes do edifício-sede do GRUPO, localizado na Av. das Nações Unidas, em São Paulo, e de suas sucursais distribuídas pelo Brasil, serão apagadas das 20h30 às 21h30.

“Ao participar deste que é o maior movimento mundial contra o aquecimento global, o GRUPO BB E MAPFRE reforça o seu posicionamento em relação à sustentabilidade, mostrando o comprometimento com a solução das questões ligados ao meio ambiente, como as mudanças climáticas”, destaca Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade do grupo.

Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, a Hora do Planeta 2014 apresentará embaixadores, reais e fictícios, para mobilizar cidades, empresas e pessoas a participar da iniciativa. O embaixador global do movimento é o Homem-Aranha. No Brasil, o personagem-símbolo da ação em 2014 é o ‘homem do farol’. A escolha explora a facilidade com que todos podem participar do movimento – com exceção de uma única figura: o engajado morador e administrador de um farol que não poderá apagar as luzes no sábado 29 de março.

Para estimular também a participação de seus colaboradores nesse importante evento mundial, a BB e Mapfre criou uma campanha interna, denominada “Menos é Mais”, que mostra como é possível aproveitar esse período sem energia com atividades de lazer e integração à família. Para isso, foram criadas mensagens ligadas ao tema como: ‘Menos 60 minutos de energia, mais tempo conversando com sua esposa’, ‘Menos 60 minutos de energia, mais tempo brincando com seus filhos’.

Os colaboradores também serão estimulados a encaminhar frases com ideias de como aproveitar da melhor maneira possível esses 60 minutos sem energia. Os autores das três frases mais criativas serão premiados com uma diária em hotel, com direito a 4 acompanhantes.

Este é o quarto ano consecutivo em que participa da Hora do Planeta, envolvendo e incentivando a participação de seus colaboradores, executivos, corretores, fornecedores e clientes. Na edição de 2013, mais de 7.000 cidades em 154 países apagaram suas luzes por 60 minutos. No Brasil, 113 cidades participaram da iniciativa, apagando mais de 627 ícones (entre monumentos, espaços públicos e prédios históricos).

Valor Setorial LOGÍSTICA – Serviços ajudam a vender apólices

valor logisticaEntender para atender. Este é o slogan de Fernando Simões, presidente daJLS, um dos principais clientes das seguradoras no segmento de transporte e logística do Brasil. Este também é o tom dos executivos dedicados à elaboração de programas de prevenção de perdas e de seguros para embarcadores e transportadores que operam no Brasil.

Em 2013, a JSL investiu mais de R$ 19 milhões na compra de 36 apólices de seguro de diversas naturezas: seguro de vida, seguro de cargas, de responsabilidade civil, de responsabilidade pessoal contra terceiros. São mais de 48 mil equipamentos segurados contra terceiros. “Gerenciar riscos e contar com um bom programa de seguros são alguns dos diferenciais do grupo para manter e conquistar clientes”, diz o CEO do grupo.

A mesma estratégia levou a Marsh a fazer uma parceria com a Pamcary. Eduardo Marques, diretor-executivo da Marsh, e Darcio Cento, diretor de gerenciamento de risco da Pamcary, defendem que há uma complementaridade nos serviços de seguros e gerenciamento de risco e é prioritário juntar esforços para inovar. “Um cliente que leva dois meses para repor o produto na prateleira está condenado a perder mercado”, diz Marques. Segundo dados da Pamcary, no Brasil são registrados anualmente

cerca de 14,4 mil roubos de cargas e mais de 90 mil acidentes envolvendo caminhões de transporte de carga, acarretando cerca de 8,5 mil mortes por ano. Os acidentes geram prejuízos da ordem de RS 9 bilhões.

O seguro transporte registrou vendas de R$ 2,3 bilhões em 2013 – um crescimento de apenas 5%, conseqüência de novas regras e competição do mercado, que puxaram a receita para baixo. No caso do grupo BB e Mapfre, após o alinhamento das companhias no final de 2013, foi observado um incremento de 1 5% das vendas nos dois últimos meses, informa Carlos Eduardo Polízio, superintendente de seguros de transportes.

Neste segmento há dois produtos principais: responsabilidade civil do transportador de cargas e seguro da carga, tanto nacional quanto internacional. A concorrência ainda é feita em cima do preço, mas começam a ganhar foco os diferenciais oferecidos aos clientes, como a consultoria de gerenciamento de risco, serviços de pronto-atendimento a sinistros, incluindo a reparação dos locais afetados (com direito a danos ambientais causados por cargas perigosas), bem como soluções de tecnologias para extração das informações de embarques perante clientes.

Rodrigo Vieira, gerente de transporte da AIG, diz que, nas reuniões

Simões, da JSL: mais de R$19 milhões na compra de 36 apólices

174

O desafio está em mitigar os riscos do segmento. “Trata-se de uma carteira extremamente dinâmica, que requer soluções rápidas das seguradoras e investimentos estratégicos das empresas”, explica o superintendente de transportes da Berkley, Sidney Cesare. Mais de 60% das cargas no Brasil são transportadas por rodovias. Além das péssimas condições das estradas, os bons motoristas fugiram do setor pela baixa remuneração dos fretes. O envelhecimento da frota de caminhões é estimado em 19,2 anos.

“O roubo é só um pedaço dos problemas e agora tende a baixar”, afirma Paulo Robson Alves, diretor de transportes da Zurich Seguros. Em janeiro último, o governo paulista sancionou uma lei para inibir a receptação das mercadorias. Lojas que tiverem produto proveniente de roubos de carga podem perder a Inscrição Estadual e o registro de ICMS. Com isso, o proprietário fica impedido de abrir outro comércio do mesmo setor por cinco anos.

Os números mostram que, em valor de sinistros, os acidentes superam os roubos. “Por mais que se previna o risco, há gargalos como o período de safra. O Brasil não tem frota de caminhões para atender à demanda e os clientes acabam contratando o primeiro que tiver disponibilidade, o que eleva o risco de ter um motorista sem treinamento e com pouca experiência no transporte do produto. Para ter lucro neste segmento é preciso ser especialista.”

Generali Brasil Seguros cresce em todas as linhas de negócio em 2013

generalirelease

A Generali Brasil Seguros fechou o ano de 2013 com crescimento em todas as linhas de negócio, com R$ 849,8 milhões em prêmios emitidos, valor que representa um incremento de 96% na comparação com o ano de 2012. Os números foram puxados especialmente pelas Linhas Patrimoniais Massificadas, que cresceram 131%, e as Linhas Corporativas, que tiveram aumento de 86%. Os números de 2013 são maiores em todas as linhas de negócio, com destaque para o seguro de automóvel e patrimonial corporativo.

A estratégia de aumento da capilaridade iniciada em 2012 teve sequência em 2013 e, com isso, a Generali Brasil Seguros expandiu sua presença por toda a região Nordeste, nos principais Estados da região Norte e no interior dos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Essa estratégia seguirá sendo executada durante o ano de 2014.

Nos primeiros seis meses de 2013, a empresa subiu sete posições no ranking da Susep (Superintendência de Seguros Privados). No mesmo período, e de forma pioneira no Brasil, a Generali começou a oferecer o Stop Loss, uma linha de seguros criada para proteger as empresas contra perdas financeiras relacionadas a planos de saúde.

A Generali Brasil Seguros tem trabalhado para uma gestão mais apurada e maior proximidade dos seus clientes. Esses números tem se mostrado como um bom caminho e está refletido nos nossos resultados. O mercado brasileiro é desafiador, mas soubemos aproveitar as oportunidades e pretendemos ampliar ainda mais a nossa participação no mercado e o potencial do país

Eleições para presidente do Sincor-SP acontece hoje

As eleições para presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) para o quadriênio 2014-2018, acontecem nesta quarta-feira, 26 de março. A Imprensa está convidada a comparecer à sede do Sindicato a partir das 18h, quando começará a contagem dos votos.

Os candidatos Mário Sérgio de Almeida Santos, da Chapa 1, e Alexandre Milanese Camillo, da Chapa 2, estarão à disposição dos jornalistas para as entrevistas após a apuração dos resultados. No período compreendido entre 8h30 e 17h30, o acesso à sede do Sindicato estará franqueado somente aos associados que irão votar. O Sincor-SP está localizado à Rua Líbero Badaró, 293 – 29º andar.

Mongeral Aegon Investimentos lança fundo de investimento no exterior

Mongeralrelease

Com o objetivo de estar entre as maiores assets do Brasil nos próximos dez anos, a Mongeral Aegon Investimentos, gestora de ativos integrante do Grupo Mongeral Aegon, lançada em setembro de 2013, tem trabalhado para oferecer produtos que atendam, cada vez mais, as necessidades de seus clientes. Em parceria com a Transamerica,asset do Grupo Aegon, a companhia apresenta seu fundo de investimento multimercado no exterior, que oferece uma opção de diversificação das aplicações em renda variável, buscando uma melhor relação entre risco e retorno.

“Com a grande volatilidade das taxas de juros no Brasil e a baixa perspectiva de crescimento para os próximos anos impactando o retorno das ações, a aposta em um fundo no exterior se torna cada vez mais atraente para os investidores que querem diversificar sua carteira em renda variável. A ideia de montar um fundo com foco em países desenvolvidos visa dar acesso a investimentos em economias maduras, assim como empresas e setores que a Bolsa brasileira não oferece muito, por ser concentrada em commodities”, afirma Claudio Pires, Diretor de Investimentos da Mongeral Aegon Investimentos.

Voltado para o atendimento de investidores institucionais e family office, o fundooffshore da Mongeral Aegon Investimentos terá como benchmark o MSCI World Index, índice que oferece um mix de investimentos que abrange grandes e médias empresas em 24 mercados de países desenvolvidos. Além disso, este fundo conta com a experiência e o modelo de administração diferenciado da Transamerica, que atua no monitoramento constante dos gestores, buscando oferecer aos clientes sempre as melhores opções para cada momento do mercado.

“Nosso objetivo é oferecer ganhos de capital aos investidores por meio de fundos administrados de forma eficiente pelo Grupo, presente em mais de 20 países. Para isso, contamos com a expertise da Transamerica e da Aegon, além do Leving Capital e do TS&W, reconhecidos gestores de recursos especializados no mercado financeiro global”, ressalta Claudio Pires. Além disso, o mercado de fundos de investimento no exterior é um segmento em crescimento no País.

O lançamento aconteceu hoje, em São Paulo, e no próximo dia 27 será lançado no Rio de Janeiro, com a apresentação dos principais executivos das companhias envolvidas. Estarão presentes Claudio Pires, Diretor de Investimentos da Mongeral Aegon Investimentos; Angelo O. Ojeda, Vice-Presidente Sênior de Marketing para América Latina da Transamerica Asset Management; Christopher Staples, Vice-presidente sênior e diretor de investimentos da Transamerica Asset Management; Glenn A. Aigen, Presidente da Levin Capital Strategies, LP; Jack W. Murphy, Gerente de portfolio e analista sênior de títulos da Levin Capital Strategies, LP; e John L. Reifsnider, Diretor de desenvolvimento de negócios da TSW International.

Jayme Torres é eleito Presidente do Clube dos Corretores

CVCRJRelease

O placar final 16 votos contra 1, do próprio candidato da oposição, Aimoré Jorge Guimarães Maia, fez com que a chapa que dará continuidade ao trabalho iniciado por Amilcar Vianna, ex-presidente do Clube, alcançasse uma larga vantagem, dando o aval necessário para que a nova diretoria desenvolva suas metas e ações no comando do CCRJ durante o biênio 2014/2016.

Entre elas, estão: 1) interação com os Clubes de Corretores de Seguros dos demais estados para fortalecer, interagir unificar o discurso e compartilhar ideias; 2) Manutenção dos almoços e encontros para troca de ideias; arregimentar novos sócios, inclusive os corretores recém-formados pela Escola Nacional de Seguros; 3) Promover encontros de interação comas entidades do mercado, tais como: CVGs; Aconsegs; Sincors; SindSegs, Fenacor e CNSeg, entre outras.

O novo presidente disse que “é uma honra assumir este posto e pode dar continuidade ao trabalho desenvolvido por Amilcar Vianna. Agradeço a confiança que os colegas depositaram em minha candidatura e peço que todos continuem colaborando conosco para fortalecer cada vez mais a nossa categoria. Foi muito importante a participação de um outro concorrente nestas eleições. Significa que o Clube está ampliando e fortalecendo a sua atuação no segmentos e que somos uma organização democrática acima de tudo. Além disso, valoriza a eleição”.

Perfil – Filho de pai e mãe corretores de seguros, Jayme Torres Pereira Júnior e um profissional de expressão e larga experiência no mercado de seguros. Formado em Direito, ele foi o primeiro delegado da Delegacia do Sincor-RJ, em Nova Iguaçu, em 1992. Suplente da diretoria do Sincor-RJ e fundador e primeiro presidente da Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense. Foi professor do primeiro curso de corretores de seguros da Baixada da Escola Nacional de Seguros. Integrou a diretoria de Amilcar Vianna e é Conselheiro do IBRACOR.

Comissão aprova percentual de até 30% no seguro garantia

A Comissão mista do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira relatório da senadora Gleisi Hoffmann que estende o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) para todas as licitações e contratos da União, estados, Distrito Federal e municípios. Para ter validade, o texto deverá ser aprovado pelos plenários da Câmara e do Senado. O relatório prevê seguro-garantia de 10% a 30% do valor do contrato para execução das obras em casos, por exemplo, de não cumprimento de prazos e custos. Nesses casos, a empresa seguradora assumirá as obrigações da contratada e, inclusive, poderá terceirizar a execução do empreendimento paralisado. A atual Lei de Licitações prevê seguro-garantia de 5% a 10% do valor do contratos de engenharia. Agora, deverão ter um seguro-garantia, que poderá ser de 10% do valor do contrato, em obras de menor valor e risco, e de até 30% em obras acima de R$ 100 milhões.