CNseg coordena pesquisa sobre sustentabilidade no mercado segurador

cnsegO consultor Francisco Galiza informa que a CNseg, em parceria com o COPPE/UFRJ, está realizando um estudo pioneiro sobre a influência dos Fatores de Sustentabilidade na gestão de risco nas seguradoras. Um dos componentes desse trabalho é uma pesquisa tendo como público os “underwriters” (responsáveis pela subscrição de riscos) das seguradoras, bem como os profissionais das áreas técnica, de sinistro, desenvolvimento de Produtos, R.I. (Relação com Investidores) e RSA (Responsabilidade Socioambiental). A pesquisa tem que ser respondida até o final desse mês de março, estando tal projeto sob a coordenação técnica do Professor Flávio Nogueira.

Para responder, acesse o link http://pesquisasustentabilidade.cnseg.org.br/questionario/login.aspx

Missa de 7o. dia da morte de Eduardo Bom Angelo será no domingo, dia 16

eduardoA Missa de 7o. dia do nosso querido Eduardo Bom Angelo será no próximo domingo, 16 de março, às 18h30m.

PARÓQUIA DOM BOSCO
Rua Cerro Corá, 2.101
Vila Romana / Lapa

NOTA DE FALECIMENTO
Com muita tristeza, Sheila Clezar, ex-esposa de Eduardo Bom Angelo, informou que o seu grande amigo e pai do Luis Felipe, faleceu às 23:05h de domingo. O sepultamento será nesta segunda, às 17 horas no Cemitério do Morumbi. O velório está previsto para às 12 horas.

Sinto tanto. Eduardo Bom Angelo, 56 anos, sofreu um AVC em meados do ano passado e desde então vinha lutando pela vida diante das complicações causadas pelo acidente vascular cerebral. Passou mais tempo no hospital Sirio Libanes, em São Paulo, do que em casa nesse período. Era uma das melhores fontes que os jornalistas poderiam ter. Um dos melhores amigos que qualquer pessoa poderia ter. Como chefe, imagino que era estressante. Sempre exigindo, pois acreditava no potencial de todo e qualquer ser humano. E não desistia nem mesmo daqueles que já tinham desistido de si mesmo. Autêntico, competente, focado na sustentabilidade das relações, dos acionistas ao cliente final. Um exemplo para muitos.

Eduardo Bom Ângelo formou-se em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). Pós-graduado pela EAESP-FGV/SP e cursos de extensão na Wharton School of Business. Foi membro do Comitê Coordenador do Projeto Reforma da Previdência – Plano Diretor do Mercado de Capitais, diretor da ANAPP (Associação Nacional da Previdência Privada), Conselheiro do Conselho Regional de Economia/SP, Conselheiro da Empreender Endeavor, membro do Comitê de Business Affairs (Presidentes) da AmCham/SP, coordenador do Centro de Empreendedorismo das Faculdades Ibmec/SP e professor da FIPECAFI/USP. Foi diretor-presidente da Brasilprev Seguros e Previdência e no último ano dedicou-se a programas voltados para o desenvolvimento do empreendedorismo.

Allianz assina os Princípios da ONU para Sustentabilidade em Seguros

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A Allianz aderiu aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês) da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI). Os Princípios, que incentivam maior integração dos critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) no setor de seguros, contam com cerca de 40 seguradoras como signatárias e 30 órgãos do mercado de seguros como apoiadores.

Os signatários se comprometem voluntariamente a incorporar critérios ESG, a gerenciar estes riscos e desenvolver soluções junto aos seus clientes, a trabalhar junto com partes interessadas do setor, e a informar publicamente o seu progresso em termos de ESG.

“Queremos contribuir para a criação de um futuro positivo para os negócios e para as pessoas por meio da combinação do valor econômico, gestão ambiental e responsabilidade social. Acreditamos que o compromisso com o desenvolvimento sustentável apoia o nosso crescimento econômico de longo prazo, por isso nos esforçamos para encontrar soluções locais e globais para os problemas que impactam a sociedade como um todo”, destaca o diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros, Ingo Dietz.

A Allianz também é signatária das iniciativas ‘irmãs’ do PSI para gestão de ativos e investimentos (Princípios para o Investimento Responsável – PRI) e também dos princípios corporativos (Pacto Global das Nações Unidas). A Allianz é líder do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI).

Zurich lança PrevFuturo, plano individual de previdência aberta

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça presente no Brasil há mais de 30 anos, fortalece sua presença e participação no mercado brasileiro lançando o Zurich PrevFuturo, seu mais novo produto no segmento de Vida & Previdência. Após uma criteriosa análise de mercado, a companhia modelou um produto altamente atrativo, com opções de contribuições, flexibilidade para alterar o valor, suspender e ainda retomar as contribuições quando o segurado desejar, sem perder valores previamente acumulados. Outro diferencial do produto é a livre indicação de be neficiários, ou seja, não há necessidade de vinculação ou parentesco familiar no momento da contratação e desenho do plano.

A Zurich Seguros já está pronta tanto para gerar novos contratos como para receber clientes que atualmente operam com outras companhias. “É importante destacar que o cliente do Zurich PrevFuturo pode receber sua reserva total à vista ou transformá-la em renda mensal, seja ela temporária ou vitalícia. Além disso, ele ainda pode dispor de toda sua reserva constituída no momento em que precisar”, explica Marcelo Fares, gerente de produtos da área Global Life da Zurich Seguros.

Com o Zurich Previdência Individual, além do tradicional extrato de investimentos anual enviado ao endereço fixo, os clientes podem ter acesso aos detalhes de seus planos durante as 24 horas do dia, 7 dias por semana pelo site www.zurichseguros.com.br .

O plano pode ser contratado por homens e mulheres, em todo o território nacional, por meio de corretores de seguros credenciados. “Um dos grandes diferenciais competitivos do Zurich PrevFuturo são as taxas de administração dos fundos atreladas ao perfil de cada investidor, deixando para estes, a escolha do melhor fundo, da melhor taxa e do melhor retorno, fato que coloca nosso produto de imediato entre os melhores do mercado brasileiro em previdência individual”, diz Marcelo Fares, gerente de produtos da área Global Life da Zurich Seguros. Operado pelos fundos de investimentos do banco BNP Paribas, presente em 80 países, o Zurich PreviFuturo oferece os fundos Zurich BNPP Renda Fixa Prev, com taxas administrativas de 0,8% a.a. e 1,3% a.a., e o Zurich BNPP Multimercado Prev, com taxas administrativas de 1,2% a.a. e 1,9% a.a., respectivamente. As contribuições podem ser mensais e em eventuais aportes ou portabilidades, que também são permitidas a qualquer tempo.

Para Marcelo Fares, outro fator que traz grande destaque ao plano de Previdência Individual Zurich PrevFuturo é o novo formato da tabela de carregamento, que além do fator “tempo de aplicação das reservas”, considera também o fator “saldo de reserva”. “Esse novo formato de tabela traz um conceito mais atual, fazendo o cruzamento entre os binômios ‘TEMPO x RESERVAS’. Assim o cliente em pouco tempo pode chegar a 0% de taxa de carregamento”, explica o executivo.

Os resgates podem ser feitos de acordo com a necessidade do cliente, que pode optar por receber à vista parte do saldo disponível e transformar o restante em renda mensal, ou ainda, converter o valor total do saldo em renda mensal. É preciso apenas observar o prazo de carência de seis meses, a partir da homologação do contrato.

César Cielo estrela novo comercial da HDI Seguros

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A HDI Seguros inicia hoje (6) nova campanha publicitária estrelada pelo nadador olímpico César Cielo, dono do recorde mundial dos 50 metros livres. A campanha com Cielo reforça o conceito “Difícil de bater”, que traça um paralelo entre os grandes feitos dos esportistas da atualidade e os preços da seguradora, atualmente a quinta maior empresa de seguros de autos no Brasil.

No vídeo preparado pela agência paulistana Pátria, o recorde do nadador nos 50 metros livres é apresentado como um feito “difícil de bater”, assim como o preço da seguradora. Iniciado com o atleta na piscina, o locutor fala do recorde de 20 segundos e 91 centésimos de Cielo, dizendo o quanto ele é difícil de bater. Em seguida, o nadador entre em cena e fala que “Difícil de bater mesmo, é o preço da HDI”. A agilidade do nadador na piscina também é associada à velocidade da HDI no atendimento de sinistros, principalmente no HDI Bate-pronto.

Segundo o presidente e diretor de criação, Ricardo Lordes, a frase “difícil de bater” veio com o intuito de evitar um termo muito comum, além de atrelar a força do atleta à marca HDI: “O termo ‘preço competitivo’ já está em desuso. Pensamos então na expressão ‘difícil de bater’ e, com isso, pensamos no César Cielo, pois, assim como o recorde do nadador, o preço da HDI não é impossível de bater, mas é algo muito difícil de se superar”.

A nova investida na comunicação em massa dá continuidade à tradição da HDI de interagir com o seu público-alvo por meio do esporte. A seguradora já foi patrocinadora de um time de futebol e, recentemente, veiculou peça publicitária com o lutador e ex-campeão mundial meio médio do UFC Anderson Silva, também fazendo a alusão de que seu preço é, como o esportista, difícil de ser superado.

Para Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI Seguros, a imagem de César Cielo continua o foco da seguradora na ideia de sempre se superar. E acrescenta: “O César, assim como Anderson Silva, teve muitos obstáculos em sua frente e o comercial é uma forma de homenagearmos isso. Ele se reinventou inúmeras vezes para ser o exemplo de esportista que é, assim como a HDI também sempre buscou a inovação para oferecer o melhor aos clientes. Somos uma empresa com mais de 1,4 milhão veículos segurados que preza por serviços de excelência com preços competitivos. Nossa expectativa é que esse trabalho ajude a consolidar a marca HDI junto ao grande público”.

Recentemente, a HDI Seguros inaugurou nova filial em Ponta Grossa (PR) já com um centro de atendimento a sinistros Bate-Pronto no local. Também criou o Bate-Pronto Móvel: unidades de atendimento a veículos sinistrados que atuarão em picos de demanda pontuais (feriados, por exemplo). Também projeta, ainda para este primeiro semestre, novas unidades no Rio de Janeiro.

A campanha será veiculada nacionalmente nos canais da Globosat (SporTV 1 ,2 e 3 e Globonews), além dos intervalos dos principais programas da TV Globo na região Sul. Também estão previstos anúncios na mídia impressa e inserções em rádios de todo o País e nas redes sociais.

Para assistir ao vídeo, clique no link a seguir:

CORREÇÃO: Mercado segurador brasileiro encerra 2013 com vendas de R$ 198,2 bilhões

content_id-4Por um equívoco, alguns dados da tabela foram informados incorretamente. Seguem texto e tabelas com dados corrigidos:

Acaba de sair um resumo do faturamento do mercado segurador em 2013, obtido com base nos balanços publicados pelas seguradoras no mês de fevereiro e editado pela consultoria Siscorp. Segundo o estudo, as vendas do setor atingiram R$ 198,2 bilhões, crescimento de 12,9% em relação a 2012. Esse total inclui R$ 84,9 bilhões (+18,8%) referentes a seguros gerais; R$ 20,9 bilhões (+9,3%) em saúde vendido pelas seguradoras especializadas; R$ 71,2 bilhões (+4,3%) em contribuições para planos de previdência privada aberta e R$ 20,9 bilhões (+26,4%) em arrecadação de títulos de capitalização. A operação de resseguro foi considerada à parte, com prêmios de R$ 4,8 bilhões em 2013, alta de 36,5% em relação ao ano anterior. Mais detalhes no portal da consultoria (www.siscorp.com.br)

Cristiano A. Oliveira é o novo vice-presidente da Aon

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Colaborador da Aon desde 1995, Cristiano A. Oliveira é o novo vice-presidente da unidade de seguros massificados e por grupos de afinidade da consultoria e corretora de seguros. O executivo construiu sua carreira na companhia atuando em diversos setores, como relacionamento, comercial, e áreas técnicas de produtos.

Depois de se destacar como executivo de contas, gerente de relacionamento e gerente comercial, Oliveira foi nomeado diretor da filial Campinas, na qual atuou durante os últimos cinco anos. Ele é formado em Direito e possui MBA em Administração pela Fundação Getulio Vargas e pela Kellogg University Catalyst Program, nos Estados Unidos.

Além de vice-presidente da Aon, Cristiano A. Oliveira passa a integrar o Comitê Executivo da Aon Brasil e da Aon Affinity Worldwide. “Na minha gestão, a estratégia é priorizar a busca por inovações em produtos e serviços, além de fortalecer o relacionamento com clientes e parceiros”, diz.

Índice de Confiança do Setor de Seguros chega a 97,7, com corretores otimistas e resseguradoras pessimistas

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A primeira avaliação do Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), realizada pela Fenacor no mês de fevereiro, atinge 97,7 e indica pessimismo. No entanto, conforme ressalta Francisco Galiza, coordenador técnico do estudo, “o valor foi fortemente influenciado pelo pessimismo das resseguradoras, sobretudo no que se refere à evolução futura das taxas de rentabilidade dessas companhias”, explica.

O ICSS é resultado da aferição das expectativas entre as seguradoras (ICES), as corretoras (ICGC) e as resseguradoras (ICER). Nesta primeira amostragem, os corretores indicaram otimismo. Para 80% dos entrevistados, a economia brasileira irá melhorar nos próximos seis meses. Outros 13% crêem na piora; e 7% na melhora. No tocante à rentabilidade do negócio, 40% disseram que irá melhorar, para 33% ficará igual e 27% acreditam na piora. O faturamento do negócio será melhor para 60% e igual para 40%.

Já o ICES, em seu 16º mês de avaliação, atingiu 100,9, queda em relação ao mês de janeiro em que atingiu 104,0. Ainda assim os executivos das seguradoras mantêm o otimismo. Para 53% dos executivos a economia será igual, 41% pior e 6% melhor. Em janeiro eram 60% que acreditavam que seria igual, 31% na piora e 9% na melhora.

No quesito rentabilidade, 58% disseram que será igual, 30% acreditam na melhora e 12% que irá piorar. Em janeiro, os números eram 56%, 29% e 15%. Já no quesito faturamento, 58% acreditam que será mantido, 34% que irá melhorar e 8% na piora, ante os números registrados em dezembro – 49%, 42% e 9%.

O ICER apontou ainda que, para 57% dos executivos das resseguradoras, a economia será igual nos próximos seis meses e pior para 43%. No quesito rentabilidade, 57% disseram que irá piorar, 29% que será igual e 14% que será melhor. Já quanto ao faturamento do negócio, 72% apostam que será igual, 14% em uma melhora e a mesma proporção em uma piora.

Allianz Brasil registra lucro de R$ 82,1 milhões

allianzA Allianz Seguros lucro líquido de R$ 82,1 milhões em 2013, queda de 32,5% comparado com os R$ 121,6 milhões de 2012. Os prêmios emitidos líquidos totalizaram R$ 3,4 bilhões, 8,4% superior em relação a 2013. “O resultado das operações com resseguros, os custos administrativos e o resultado da empresa controlada influenciaram o número apresentado ao final de 2013”, informa a companhia em relatório que acompanha as demonstrações financeiras. O patrimônio líquido em 2013 totalizou R$ 877,4 milhões, praticamente estável em relação ao ano anterior. Os ativos totais somaram R$ 5,3 bilhões, avanço de 8%, na mesma base de comparação. Oa sinistros avançaram num ritmo maior do que o dos prêmios, com 22,3% em 2013 ante 2012, chegando a R$ 2,2 bilhões.

No final de dezembro, a seguradora implementou uma nova plataforma tecnológica no âmbito da estratégia de consolidar seus sistemas no mundo. Em decorrência disso, vários problemas foram registrados com segurados e corretores, porém a companhia informa que boa parte já foi solucionado. Segundo o grupo, a nova plataforma vai consolidar os dados em uma base única, possibilitando ganho de eficiência na emissão de apólices e na regulação de sinistros, sendo alguns feitos 100% online. “Esse novo sistema deve garantir um aumento de 30% a 40% na capacidade transacional da seguradora”, informa o grupo.

Berkshire Hathaway lucra US$ 19,5 bilhões em 2013

berkshoreA Berkshire Hathaway, controlada pelo investidor Warren Buffett, registrou lucro de US$ 4,99 bilhões no quarto trimestre de 2013, valor 9,6% superior ao registrado no mesmo período de 2012. No ano de 2013, o lucro líquido chegou a US$ 19,5 bilhões, ante US$ 14,8 bilhões em 2012 e a receita anual atingiu US$ 182 bilhões. O grupo, composto por seguradora e resseguradora entre outros segmentos, creditou a melhora do ganho e da receita a melhora da economia americana.

Na carta anual aos acionistas, também lançada no dia 1o. de março, Warren Buffett comentou que o ganho da Berkshire no patrimônio líquido foi de US$ 34,2 bilhões, após a dedução de encargos. “Em termos operacionais, quase tudo em 2013 foi melhor”.