10 maneiras simples de economizar energia, segundo a Allianz

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Nos últimos meses, o país tem passado por uma grave escassez de água. A falta de chuva acarretou a queda no nível dos reservatórios de diversos estados brasileiros. Pelo fato de grande parte da energia elétrica do país vir de hidrelétricas, a falta de água impacta diretamente no setor elétrico. De acordo com Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Planejamento Energético (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, as regiões Nordeste, Sudeste e Centro-oeste estão passando pela terceira pior estiagem desde 1931.

Com o objetivo de alertar a população sobre a importância de economizar energia, o Site Sustentabilidade da Allianz elencou 10 dicas simples para economizar o recurso.

Réguas de tomadas

Mesmo sem desligar a TV e computador, eles usam continuamente até 20 quilowatts de eletricidade conectados à tomada.

Conectar seus equipamentos a uma régua de tomadas e desligá-la durante a noite não requer muito esforço e é um modo excelente para economizar até 8 kg de CO2 por ano!

Aproveite o Sol

Se todo mundo usasse um varal nos meses quentes, e não as secadoras elétricas, o impacto no consumo nacional de energia seria enorme.

Baixe a temperatura

Os modernos sabões em pó para lavar roupa são mais eficazes em temperaturas mais baixas. Portanto, você vai conseguir tirar aquelas manchas mesmo se lavar suas roupas a 30°C em vez de usá-la a 40°C.

Recicle sempre

Você sabia que reciclar uma latinha de alumínio pode economizar eletricidade suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por mais de três horas?

Seu carro mais leve

Quanto mais coisas você carrega, mais energia você consome ao caminhar. O mesmo se aplica ao seu carro: quanto mais pesado ele estiver, mais combustível será necessário para ele rodar – especialmente nos carros compactos.

Desligue os aparelhos

Simplesmente desligar os aparelhos no fim do dia, em vez de deixá-los no standby, já economiza muita energia.

Panela menor

Cozinhar com a menor panela possível e usar a menor boca do fogão tem um duplo impacto: sua comida vai aquecer mais rapidamente e você vai desperdiçar menos energia.

Usando uma panela de 15 cm de diâmetro sobre uma boca de 8 cm de diâmetro, você perde quase a metade do calor produzida pela chama.

Use um notebook

Usar um notebook normal já vai economizar até 80% menos energia em comparação com um computador de mesa. Mesmo se conectar um monitor maior no seu notebook, ainda assim você estará economizando energia.

Embalagem reciclável

Bolinhas para embalagem feitas de amido que se dissolvem na água são uma alternativa ambientalmente correta. E que tal reutilizar bolinhas das embalagens que você recebe dos outros? Assim você economiza dinheiro e evita desperdício.

Reutilizar papel de embrulho ou usar folhas de jornal para embrulhas presentes também faz bem ao meio ambiente.

Divulgue suas ideias

Você tem alguma ideia de como favorecer mais o meio ambiente? Compartilhe o seu conhecimento.

‘Oportunidade de crescimento’ ajuda a reter talentos, revela pesquisa da BB Mapfre

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Mais do que “remuneração” e “equilíbrio entre vida profissional e pessoal”, chances de desenvolvimento na carreira motivam mais os colaboradores. Pesquisa ouviu 5 mil funcionários.Pesquisa realizada com 5 mil colaboradores do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre mostra que o principal fator de retenção da companhia é a “oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional”.

Em 2012, as chances de desenvolvimento na carreira já apareciam em primeiro lugar na preferência dos profissionais, com 34% das respostas, mas, em 2013, o número saltou para 51%. Em segundo plano está o “equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”, com 21% das escolhas. O mesmo fator atingiu 34% das respostas dos colaboradores em 2012.

“Considerando que temos um quadro bastante heterogêneo de profissionais, esse dado diz muito sobre o mercado de trabalho atualmente. As pessoas continuam buscando satisfação no que elas fazem, mais do que só bons salários”, diz Cynthia Betti, diretora de Recursos Humanos do GRUPO BB E MAPFRE.

Em terceiro lugar, o reconhecimento por meio da “remuneração e benefícios” apresentou recuo. Em 2013, apenas 14% dos funcionários escolheram essa opção, enquanto que no ano anterior a opção atingiu 27% das respostas. Dos 6,6 mil colaboradores, 60% são da Geração Y (colaboradores com até 33 anos de idade). A Geração X (de 34 a 49 anos) responde por 35% da companhia, enquanto os Baby Boomers (de 50 a 68 anos) correspondem por 5%. Apesar dos dados, a gestão da companhia ainda está concentrada na segunda geração, ou seja, 60% dos líderes do Grupo possuem entre 34 e 49 anos.

Com o foco na criação de oportunidades, o Grupo criou um plano de desenvolvimento de carreira que engloba os diferentes perfis de trabalhadores. “O objetivo é dar oportunidade a todos. Incentivar e capacitar o futuro líder e aprimorar o conhecimento dos especialistas. Nem todos trilham o mesmo caminho. Por isso, é preciso abrir espaço para que os talentos apareçam”, afirma Cynthia Betti.

Após a fase de analista, os colaboradores que ambicionam o desenvolvimento na companhia podem escolher a trilha que mais se encaixa com o seu perfil, denominada de “Carreira Executiva” ou “Carreira Técnica”. “O executivo será a liderança da equipe, enquanto o especialista será a referência de determinado tema e/ou processo dentro da empresa”, complementa.

Somente em 2013, houve mais de 600 movimentações na companhia (promoção e transferência).

Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta O Estranho Caso do Cachorro Morto

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O Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta “O Estranho Caso do Cachorro Morto”, uma das mais premiadas encenações de 2013 na Inglaterra, que está em cartaz no Teatro Leblon, com direção de Moacyr Goes. O espetáculo aborda as delicadas questões do autismo ao contar o drama de um adolescente de 15 anos, acusado de matar um cachorro, para descobrir o verdadeiro autor do crime. O elenco traz dez atores, entre eles Rafael Canedo, que dá vida ao jovem autista, e Silvia Buarque e Thelmo Fernandes, que interpretam os pais do garoto.

O espetáculo é uma adaptação do livro de Mark Haddon (no original, The Curious Incident of the Dog in the Night-Time), lançado em 2013, que transformou-se rapidamente em best seller. No Brasil, foi lançado pela editora Record e está esgotado. Dez anos depois, sua adaptação para o teatro – assinada por Simon Stephens – arrebatava sete prêmios Olivier em 2013, o mais importante do teatro inglês: melhor diretor, melhor peça, melhor ator e atriz coadjuvante, além dos prêmios de som, luz e cenário.

Circuito Cultural Bradesco Seguros

O espetáculo “O Estranho Caso do Cachorro Morto” faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais como dança, música erudita, artes plástica, teatro, concertos de música, exposições e grandes musicais.

O Estranho Caso do Cachorro Morto

Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra – Rua Conde de Bernadotte, 26, Leblon – (21) 2529-7700 – (capacidade: 432)

Temporada: de 10 de abril a 29 de junho

Espetáculos: quinta, sexta-feira e sábado: 21h | Domingo: 20h

Duração: 1h40 / Recomendação etária: 10 anos

Ingressos: R$ 70 (quinta), R$ 80 (sexta e domingo) e R$ 90 (sábado) – Meia entrada para estudantes, idosos e cliente Bradesco Seguros (em até 2 ingressos).

Lucas Lopes assume a diretoria de Subscrição de Riscos de Engenharia da AGCS

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A resseguradora Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) anuncia a contratação de Lucas Lopes para a o cargo de diretor de Subscrição de Riscos de Engenharia. O executivo será responsável pela identificação e avaliação dos riscos assegurados pela empresa e também por estabelecer as condições de cobertura.

Com mais de 10 anos de experiência no mercado de seguros e resseguros, Lopes assume a função com o objetivo de elevar ainda mais a excelência das análises da resseguradora em Engenharia, uma das principais linhas de negócio da empresa no Brasil.

Lopes ficará no escritório da AGCS de São Paulo, respondendo diretamente ao presidente da empresa, Angelo Colombo. “O Lucas Lopes é um talento da indústria de seguros, que alia capacidade de gestão a uma sólida formação técnica e experiência em projetos de infraestrutura. Estamos muito felizes com sua chegada, reforçando sobremaneira nosso corpo diretivo no país”, diz Colombo.

Lucas Lopes é formado em Engenharia Civil e especializado em Estruturas pela Escola Politécnica da USP. Possui MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Recursos Humanos pela FGV de São Paulo e tem mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro de seguros e resseguros.

Atuou como subscritor na área de Infraestrutura e Energia em companhias do setor como Unibanco-AIG, Munich Re e ACE, exercendo, nesta última, a função de diretor da área de Energy no Brasil.

Trabalhou também no Banco Fator Seguradora e na BTG Pactual Seguradora como Diretor de Riscos Patrimoniais, responsável por estruturar as áreas de seguros de Riscos de Engenharia, Geração de Energia, Riscos de Petróleo, Cascos e Responsabilidade Civil.

Deu no jornal Estado de São Paulo

por Aline Bronzati – O Estado de S.Paulo

A Axa Seguros Brasil é uma das fortes candidatas a adquirir a carteira de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

A disputa segue acirrada, segundo as mesmas fontes, com concorrentes de peso, como o XL Group, com sede em Bermudas, a japonesa Tokio Marine, a alemã HDI e a suíça Swiss Re. O valor dessa operação é estimado em cerca de R$ 1 bilhão.

A carteira de grandes riscos do Itaú soma em torno de R$ 1,8 bilhão em prêmios e o lucro anual varia entre R$ 45 milhões e R$ 65 milhões, conforme fontes de mercado. O Itaú Unibanco espera divulgar o nome de quatro finalistas até o fim deste mês.

Em janeiro, o Itaú Unibanco confirmou, em comunicado ao mercado, que pretende vender sua operação de seguros de grandes riscos. O Broadcast havia a antecipado em dezembro passado intenção da instituição de se desfazer dessa divisão de negócio.

Favorita. A francesa Axa é apontada como uma das favoritas, conforme fontes de mercado, pois está à procura de aquisições para retomar suas operações como seguradora de riscos corporativos e de vida no Brasil. “Nos mercados em que atua, a Axa está entre as cinco maiores. Essa é a condição para que a seguradora retome suas operações no Brasil”, disse uma fonte familiarizada com o assunto.

Além disso, a Axa tem feito contratações de peso. Uma delas foi Vanderlei Ravazzi, que era superintendente de seguros de grandes riscos do Itaú Unibanco. A seguradora contratou ainda Otávio Bromati, da Zurich. Para a operação de vida, trouxe Marcio Magnaboschi, da SulAmérica, que assumiu o cargo de diretor executivo comercial da Axa Seguros Brasil.

Já a XL, de acordo com outra fonte, pode levar vantagem porque teve uma joint venture com o Itaú por três anos no passado.

Durante o processo de negociações, outras importantes seguradoras, como a japonesa Yasuda, a canadense Fairfax, a norte-americana ACE, a alemã Allianz também participaram do processo, de acordo com fontes. A Yasuda, que estava sendo assessorada pelo BTG Pactual, desistiu da transação porque dois dos maiores clientes do Itaú Unibanco em grandes riscos são estatais com as quais a companhia não tem relacionamento, conforme uma fonte.

Procurado, o Itaú não comentou a venda de sua carteira de seguro de grandes riscos, nem a saída do executivo Ravazzi. XL, Swiss Re, a HDI e Tokio Marine também não se pronunciaram. A Axa não foi encontrada para falar sobre o assunto.

Corretores Diamante da Tokio Marine doam pontuação para fundo destinado ao Teleton

1959367_10202523547064863_5145474663069800055_nJosé Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, não está para brincadeiras. Tanto que foi premiado ontem pela revista Segurador Brasil como “destaque positivo masculino”. “Não sei bem o que isso significa para as pessoas, mas para mim é que sou muito macho. Tanto que minha meta neste ano é aumentar de R$ 115 mil para R$ 1 milhão a doação da Tokio Marine ao Teleton”, disse ele aos seus parceiros Diamante, reunidos em um jantar durante o XIII Encontro de Corretores Diamantes, em Cancun, México.

O Teleton, evento realizado anualmente no mês de novembro, é iniciativa que tem como objetivo arrecadar fundos para as crianças da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). “Meu sonho é doar R$ 1 milhão”, diz. Uma de suas idéias é que os corretores doem os pontos acumulados no programa de relacionamento, algo como o programa de milhagem dos cartões de crédito, só que quanto mais vendem seguro mais pontos acumulam para trocar por produtos ou dinheiro.

Para isso, o Tokio disponibilizou no portal da companhia essa possibilidade na última segunda-feira. Dois corretores Diamante já fizeram suas doações: Josué Lolli, da corretora Horizonte, e Paulo Castro, dono da corretora que leva o seu nome. Eles doaram toda a pontuação acumulada no programa Nosso Corretor, o equivalente a R$ 18 mil. O primeiro a fazer isso foi o corretor diamante Josué, da Nova Horizonte. Os pontos acumulados resultaram em R$ 9 mil.

No ano passado, a Tokio doou R$ 115 mil no programa Teleton, com a ajuda dos funcionários. “Não me deixem na mao! Prometi pelo menos dobrar o valor do cheque para ajudar a AACD. E com vocês, nossos parceiros, fazendo parte dessa ação, tenho certeza que vamos conseguir”, diz Ferrara.

Capital das resseguradoras sobe para US$ 540 bi, revela estudo da Aon Benfield

alta 3A recuperação econômica dos EUA , o crescimento da exposição em mercados emergentes e perdas por catástrofes naturais abaixo da média dos últimos anos seguradas ajudaram as resseguradoras globais a elevar o capital para de US$ 540 bilhões em 2013, segundo relatório divulgado pela corretora de resseguros Aon Benfield. Isso significa um aumento de US$ 35 bilhões sobre os US$ 505 bilhões no final de 2012.

O estudo observa que o aumento de capital foi potencializado por perdas não realizadas na carteira de investimentos em razão da demora, além do que estava previsto pelo mercado, da retirada dos estímulos do FED a economia. O capital das 31 principais resseguradoras aumentou 6% (US $ 20 bilhões), para US$ 337 bilhões.

O lucro líquido de US $ 34 bilhões foi o principal condutor desse acréscimo. Recompra de ações e pagamento de dividendos atingiram US $ 20 bilhões , um crescimento de 15% sobre o ano anterior. O volume de prêmios brutos de seguros gerais e acidentes subiu 5 % no ano, para US$ 199 bilhões e o índice combinado melhorou 2,8 pontos percentuais, para 89,6%.

Perdas por catástrofes recuaram 38% em 2013 sobre 2012, para US$ 7,9 bilhões. Isso contribuiu em uma redução de 4,7 pontos percentuais para o índice combinado .A receita líquida de investimento manteve-se estável em termos absolutos, mas abaixo de 30 pontos base, para 3,1% , devido à maior montante investido.

Marco Antonio Rossi mostra tendências do mercado segurador em almoço no CVG-RJ,

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Foi realizado ontem, 10 de abril, o almoço-palestra Perspectivas e Oportunidades do Mercado Segurador frente aos Novos Consumidores, com apresentação do presidente da CNSeg e da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi. Segundo o executivo, o panorama do mercado – que já corresponde a 5,8% do PIB brasileiro – é cada vez mais favorável, sendo os seguros pessoais o ramo mais promissor.

Para provar isto, ele comparou dados de 2003, quando a receita acumulada foi de R$ 73 bilhões, com 2012 (último ano consolidado até agora), que contabiliza R$ 253 bilhões de arrecadação entre prêmios e contribuições. Desse valor, R$ 149,1 bilhões foram devolvidos à sociedade por meio de indenizações, resgates, benefícios e sorteios.

De acordo com Rossi, a boa fase do mercado de seguros se deve especialmente às mudanças socioeconômicas, que vêm aumentando o poder de compra da nova classe média – hoje estimada em aproximadamente 108 milhões de brasileiros, ou 54% da população. Fatores como a ampliação do crédito, o aumento do emprego com carteira assinada e a elevação do rendimento dos brasileiros têm interferido proporcionalmente no aumento da venda de seguros pessoais.

“Diante do cenário em que vivemos de aumento do poder aquisitivo das pessoas, eu afirmo que o potencial de seguros é gigantesco. Todo mundo sonha com a casa própria, um automóvel e seguros que protejam a si, a sua família e o seu patrimônio”, justifica Rossi.

Ele acrescenta ainda que essa meta de aquisição de um seguro já alcança a classe C. “Nos últimos anos, a renda nas periferias avançou mais que a média nacional. Hoje, 53% dos moradores de favela em todo país são bancarizados, possuem conta corrente, poupança ou os dois. É para esse público que as seguradoras devem falar agora porque é aí que estão as melhores oportunidades”.

Depois de identificar quem são esses novos consumidores, o presidente da CNSeg e da Bradesco Seguros falou dos desafios de se comunicar com esse público. Para Rossi, o grande segredo do negócio está no entendimento das seguradoras de que elas precisam se adaptar a esses novos tempos. “Independentemente da classe social, as pessoas têm acesso cada vez mais facilitado à informação através de inúmeras plataformas de comunicação, portanto a forma como se contrata um seguro hoje e as expectativas dos contratantes não são mais as mesmas de décadas atrás. É preciso entender como elas funcionam agora”, explica.

O executivo encerrou a palestra afirmando que o cenário é de alta rentabilidade para todos os setores de seguros, devido ao mercado muito vasto ainda a explorar, e finalizou: “país rico é país que tem seguro”.

Grandes desafios para ABGF, prevê o advogado Luis Felipe Pellon

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Ao participar, como mediador, do Painel ABGF: Perspectivas de Atuação, no 3º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, o titular do escritório Pellon & Associados, Luis Felipe Pellon, teceu algumas considerações jurídicas, consideradas importantes para análise pelo presidente da Agência, Marcelo Pinheiro Franco.

Entre os pontos levantados por Pellon, destacamos:

1) Se o Governo limitar o seu aval à ABGF e caso o fundo se esgote, não haverá comprometimento da Agência para repor perdas?;

2) Alguns nichos de atuação não foram e não são absorvidos pelo mercado porque não são rentáveis. A ABGF terá recursos suficientes para operar nestes nichos? Acredito que o fundo poderá ser impactado com estes nichos que não têm equilíbrio;

3) Se o mercado não bancou o risco porque não tem capacidade ou porque o risco é ruim, a ABGF terá dificuldade na retrocessão e no resseguro;

Como exemplo, o especialista citou a situação de endividamento das construtoras, responsáveis pelas grandes obras de infraestrutura em andamento no Brasil. “Elas estão nos seus limites de endividamento. Por isso, as seguradoras não aceitaram, nem aceitam estes riscos. A Agência irá aceitar?” E, complementa, “anteriormente, o IRB era obrigado a aceitar qualquer risco, não havia qualquer possibilidade de negação. Vejo que a agência pode aceitar ou não um determinado risco, o que é bom.” afirmou.

4) O Governo tem dificuldade de entender os procedimentos de seguros. Será necessário que entenda os procedimentos próprios do setor.