Allianz registra alta de 27% no acionamento do seguro de vida para tratamento de câncer de mama

No Mês da Mulher, a Allianz Seguros destaca a procura do seguro de Vida para o tratamento do câncer de mama. Apenas no ano passado, a companhia identificou um aumento de 27% nos acionamentos da cobertura para esta causa em comparação com 2023, comprovando como a ferramenta pode ser uma rede de segurança para o público feminino, proporcionando apoio financeiro em vida – principalmente em momentos delicados e difíceis.

O seguro de Vida conta com cobertura para câncer de mama e, também, para tumores no colo do útero, ovário e próstata, todos diagnosticados em estágio inicial ou avançado, prevendo o pagamento da indenização ao segurado ou aos seus beneficiários durante o tratamento. A indenização pode ser solicitada a partir da conclusão do diagnóstico, sendo que o segurado é quem determina o momento que irá acionar o seguro.

“A adesão ao seguro de Vida pode ajudar a minimizar os impactos financeiros causados pelo tratamento da doença, além de agilizar o processo de suporte e auxiliar o segurado ou segurada a manter a sua renda em um momento de um possível afastamento de suas atividades”, explica Fábio Morita, diretor de Automóvel, Massificados e Vida da companhia.

Atualmente, o câncer de mama representa cerca de 29% de todos os casos novos de câncer no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Dados da Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer (IARC), braço da OMS, estima que os casos de câncer de mama vão crescer 38% até 2050, passando de 3,3 milhões de diagnósticos e 1,1 milhão de vítimas anualmente.

Precificação adequada e avaliação técnica de riscos são desafios ao seguro garantia

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O seguro garantia, que registrou vendas de R$ 5,1 bilhões e indenizações de R$ 600 milhões em 2024, tem sido pauta recorrente de eventos do mercado de seguros. Semana passada aconteceu o Simpósio sobre Garantias de Licitações Públicas promovido pela agência especializada em seguros, a Seg News. O contexto é de preocupação com as exigências da Lei de Licitações, principalmente com a clausula de retomada da obra. Semana que vem acontece o congresso nacional anual da AIDA Brasil, entre 8 e 9 de abril próximos, em São Paulo. “Lá teremos um Painel específico sobre o tema e uma reunião do Grupo de Trabalho de Garantia”, conta o advogado Luís Felipe Pellon.

Ele analisou os desafios e as oportunidades que a nova “cláusula de retomada”, introduzida pela Lei de Licitações, traz para o mercado segurador durante e evento da Seg News. Pellon destacou que, entre os principais desafios jurídicos e operacionais enfrentados pelas seguradoras, estão a precificação adequada do prêmio e a profunda análise técnica exigida para avaliação dos riscos.

Segundo ele, a necessidade de acompanhar rigorosamente a execução das obras desde a emissão das apólices até a conclusão aumentará significativamente os custos operacionais. “O mercado ainda não tem experiência suficiente com essa cláusula, o que torna imprescindível uma abordagem cautelosa e detalhada na seleção e no monitoramento dos riscos”, afirmou.

Sobre o aumento do percentual das garantias para até 30% nas obras de grande vulto, Pellon ressaltou que essa mudança eleva a exposição financeira das seguradoras e resseguradoras. “Há uma preocupação jurídica clara: se a seguradora não assumir diretamente a continuidade das obras, poderá ter que indenizar integralmente a importância segurada”, destacou. Além disso, o advogado apontou riscos adicionais, como custos extras decorrentes da manutenção das obras paradas e da contratação emergencial de novos prestadores.

Questionado sobre as dificuldades específicas na substituição de prestadores inadimplentes, considerando as exigências do Tribunal de Contas da União (TCU), Pellon ressaltou que será fundamental a participação ativa e transparente dos segurados, especialmente da Administração Pública. “A escolha criteriosa do novo prestador, a negociação de preços mais elevados com licitantes remanescentes e a obrigatoriedade de novos contratos com a participação da seguradora como interveniente anuente são pontos sensíveis que precisarão ser bem conduzidos para evitar futuros questionamentos”, explicou.

O especialista vê como positiva a criação de um ‘bureau de serviços’ especializado, capaz de reduzir os custos operacionais das seguradoras e garantir uma gestão técnica mais eficiente. Para Pellon, esse bureau, ao concentrar equipes multidisciplinares especializadas, “representa uma solução ideal para lidar com a complexidade operacional e jurídica dessas apólices, fortalecendo a confiança do mercado no seguro garantia”.

Por fim, Pellon recomenda que, diante da falta de precedentes quanto à ativação prática da cláusula de retomada, as seguradoras adotem medidas jurídicas preventivas rigorosas para evitar litígios. “É imprescindível que as cláusulas contratuais sejam extremamente claras, detalhando explicitamente limites, responsabilidades e procedimentos”, enfatizou. Além disso, o advogado sugere negociações prévias bem documentadas, definição precisa de critérios para substituição dos prestadores e contratação de assessoria jurídica especializada desde a emissão das apólices. “Essas precauções jurídicas são fundamentais para minimizar riscos e garantir maior segurança quando ocorrer a primeira ativação da cláusula”, concluiu.

Desafios dos seguros para investimento em infraestrutura

Além dos desafios do seguro garantia, há outras proteções de seguros desenhadas para os contratos de seguros para investimentos em infraestrutura. André Dabus, corretor especializado em produtos de seguro para contratos de infraestrutura da Marsh, maior corretora de seguros do mundo, abordou o tema no evento “Os desafios e inovações na indústria global da Construção e Infraestrutura”.

O executivo destaca como os principais desafios o aumento da inflação e seus impactos nos custos dos projetos, as mudanças climáticas severas e a necessidade de novas estratégias de resiliência e as dificuldades na cadeia de fornecedores, afetando cronogramas e orçamentos. Dabus informou que a corretora desenvolveu soluções para mitigar os riscos em torno dos seguros voltados para a infraestrutra, como SENTRISK, que faz o gerenciamento de riscos na cadeia de suprimentos, os seguros paramétricos como proteção contra eventos climáticos extremos e o Vendors, um seguro garantia para supply chain.

Participação feminina na previdência privada cresce significativamente, revela estudo

Angela Assis CEO Brasilprev

Um estudo recente da Brasilprev, empresa de previdência privada da BB Seguros, revela um aumento significativo da participação feminina na base de clientes da companhia. Em 10 anos, o número de investidoras mais que dobrou, passando de 582 mil em 2015 para 1,3 milhão em 2025. A reserva acumulada por elas também apresentou um crescimento expressivo, saltando de R$ 43,2 bilhões para R$ 203 bilhões no mesmo período.

Os dados demonstram que as mulheres estão cada vez mais conscientes da importância do planejamento financeiro. Essa tendência está em linha com o estudo “Raio X do Investidor Brasileiro”, da Anbima em parceria com o Datafolha, que aponta que 47% delas pretendem investir em 2025 buscando proteção financeira. 

A presidente da Brasilprev, Ângela Assis, reforça a importância da previdência privada para este fim. “A transformação no perfil de investimento das mulheres representa uma mudança cultural importante, onde elas assumem protagonismo na gestão do seu futuro e na busca por mais segurança”, afirma. “O portfólio de estratégias da Brasilprev foi desenvolvido com o objetivo de empoderar esta jornada, oferecendo soluções flexíveis e personalizadas”. 

Outros dados relevantes do estudo:

Faixa Etária: a média de idade das investidoras aumentou de 44 para 56 anos, indicando que a preocupação com a previdência privada se intensifica com o passar do tempo.

Região: a região Sudeste concentra o maior número de clientes mulheres (659 mil), refletindo a maior concentração populacional e o desenvolvimento econômico da região.

Planos Júnior: As mulheres são o público que mais contratam planos Júnior, demonstrando a preocupação em garantir o futuro financeiro de seus dependentes desde cedo. Nos últimos 4 anos, elas foram responsáveis pela contratação de 221.531 planos, enquanto os homens contrataram 199.569.

Ituran libera acesso à população para consulta de roubos e furtos de veículos em SP

Ituran

A Ituran Brasi disponibilizou gratuitamente para a população de São Paulo o Mapa de Risco, ferramenta que utiliza inteligência artificial (IA) para identificar áreas com maior incidência de roubos e furtos de veículos. Em 2024, o estado registrou 120.398 casos desses crimes, uma média diária de 330 ocorrências, queda de 13% comparado a 2023.

O Mapa de Risco, acessível pelo site da empresa e pelo aplicativo Ituran Digital BR, atualiza diariamente as informações, analisando aproximadamente 22 mil ocorrências dos últimos 90 dias. Além disso, clientes Ituran recebem alertas personalizados sempre que estacionam em regiões de alto risco, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública.

Em 2024, a Ituran Brasil atingiu a marca de R$ 777,7 milhões em bens recuperados, totalizando R$ 6,8 bilhões ao longo de 25 anos no país. A empresa registrou crescimento de 6% no segmento corporativo, atingindo 173 mil ativos monitorados, e comemorou receita global recorde de US$ 87 milhões no ano. Para 2025, a empresa planeja expandir seus produtos e canais de vendas, especialmente voltados para veículos elétricos.

Bradesco Saúde reconhece corretores que se destacaram na 2ª edição do programa Meu Primeiro SPG

Fonte: Bradesco

A Bradesco Saúde recebeu em sua sede, no Rio de Janeiro, representantes das corretoras de seguros que se destacaram na segunda edição do programa Meu Primeiro SPG. A iniciativa, voltada a profissionais das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, tem como objetivo incentivar mais corretores a atuarem com foco nos produtos de Saúde e Dental para pequenas e médias empresas.  

Durante cinco meses, 45 corretores, que antes não operavam nesses segmentos, passaram por um treinamento exclusivo, para que pudessem conhecer o funcionamento do setor de saúde suplementar e os produtos do portfólio e aproveitar as oportunidades comerciais nos ramos Saúde.

Para preparar os corretores a atuarem nos novos segmentos, a iniciativa contou com uma trilha de formação e reciclagem sobre os produtos, por meio da plataforma UniverSeg, e com grupos de trabalho para o desenvolvimento de estratégias adequadas às realidades das empresas, além de encontros para avaliação dos corretores.  Os participantes tiveram, ainda, o apoio das equipes comerciais da seguradora, para atuação integrada na identificação de oportunidades em cada mercado, seja na prospecção de novos clientes, seja na prática do cross sell na própria carteira.

“O seguro saúde é um produto fundamental para levar tranquilidade às empresas, cuidando da saúde de seus funcionários e familiares. Por isso, tem grande potencial de mercado, que deve ser trabalhado pelos corretores em suas carteiras. O programa procura desenvolver esse potencial, incentivando mais corretores a atuarem no segmento, a partir do treinamento, do acompanhamento de nossas equipes e de uma campanha para incentivá-los na busca pelas oportunidades”, destaca Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde.

O superintendente sênior de Negócios da Bradesco Saúde, Carlos Rogoginsky, ressaltou o perfil diversificado de corretores reconhecidos, o que reforça o potencial para comercialização dos planos da operadora em todo o país. “A participação de corretores de diferentes estados mostra que estamos conseguindo levar uma saúde de qualidade para diversos mercados, e que há oportunidades em todos eles”.

“A atuação no ramo Saúde abre novas oportunidades para os corretores, tornando a atuação deles ainda mais completa e estratégica para seus clientes. Levá-los para conhecer a Bradesco Saúde é uma forma de proporcionar um conhecimento ainda maior sobre a nossa operação, para trabalharmos ainda mais conectados. Agora, esses parceiros também fazem parte da nossa força de vendas”, reforçou Pablo Guimarães, superintendente sênior de Negócios da Bradesco Saúde para as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Além de serem recebidos pela diretoria da Bradesco Saúde, os corretores que alcançaram os melhores resultados no programa Meu Primeiro SPG puderam conhecer as áreas que integram a empresa, como Liberação Médica, Operação, Retenção, entre outras. 

“Conhecer a sede da Bradesco Saúde foi ótimo. Engaja o corretor ver como a empresa funciona”, afirma Ayrton Campello, da Bourbon Corretora, de Recife.

“Me sinto ainda mais preparado para, a partir de agora, conquistar novos clientes, poder falar com maior propriedade sobre a Bradesco Saúde”, comemora José Junior Souza Lima, da Dantas Corretora de Seguros, da cidade de Castanhal, no Pará. 

Corretores e corretoras reconhecidos:

  • Ayrton Campello e Paula Cristina Ventura Campello – Bourbon Corretora, Recife (PE)
  • Ramires Nogueira da Silva – Ronseg Corretora de Seguros, Recife (PE)
  • Marlos Confessor Fialho – Planos para a Vida Corretora de Seguros, Natal (RN)
  • Deygles Alberto Pereira de Souza – Credential Corretora de Seguros, Feira de Santana (BA)
  • José Junior Souza Lima – Dantas Corretora de Seguros, Castanhal (PA) 

CNseg: setor de seguros arrecada R$ 751,3 bilhões em 2024

dyogo oliveira cnseg

O setor segurador brasileiro encerrou 2024 com um crescimento expressivo de 12,2%, arrecadando um total de R$ 751,3 bilhões, de acordo com levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Em termos de indenizações, foram mais de R$ 504 bilhões, um aumento de 7,8% em relação a 2023. O volume reflete o avanço contínuo da demanda por produtos de seguros, confirmando as projeções feitas pela entidade.

Na Saúde Suplementar, as contraprestações líquidas totalizaram R$ 315,5 bilhões (+12,1%), sendo R$ 307,6 bilhões arrecadados por planos Médico-Hospitalares (+12,2%) e R$ 7,9 bilhões por planos Odontológicos (+7,5%). As despesas assistenciais atingiram R$ 261,2 bilhões (+8,7%).

O segmento de Cobertura de Pessoas também apresentou expansão positiva, com arrecadação de quase R$ 270 bilhões, um avanço de 15,6% em relação ao ano anterior. O setor de Danos e Responsabilidade também registrou crescimento relevante, somando R$ 134,4 bilhões em arrecadação, uma alta de 7,4%.

Os Títulos de Capitalização também acompanharam o crescimento do setor, registrando faturamento de mais de R$ 32 bilhões, um aumento de 6,8% em relação ao ano anterior.

Garantia Estendida ultrapassa R$ 3,8 bilhões

No segmento de Danos e Responsabilidade, o Seguro Garantia Estendida teve um desempenho expressivo em 2024, com arrecadação de R$ 3,8 bilhões, um crescimento de 10,9% frente a 2023. Esse tipo de seguro, muito procurado durante período de alta no varejo, como Black Friday e Natal, se consolidou como uma opção popular para consumidores que desejam estender a proteção de bens duráveis, como eletrodomésticos, eletrônicos e automóveis.

O desempenho, de acordo com o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, “acompanhou o avanço de 11,1% na receita nominal de vendas de eletrodomésticos no varejo, conforme apontado pelo IBGE na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC)”. Para este ano, a entidade estima que o produto cresça 10,5%, 0,4 ponto percentual acima do estimado para todo o mercado, que é de 10,1%. 

No que diz respeito às indenizações pagas aos segurados, o setor desembolsou mais de R$ 400 milhões ao longo do ano para cobrir reparos e substituições de bens adquiridos após o vencimento do período de garantia ofertado pelo fabricante. 

Oliveira explica que, nos últimos anos, o Seguro Garantia Estendida precisou se adaptar ao ambiente digital, após sofrer um forte impacto com a pandemia da Covid-19. “Durante esse período, com a restrição às compras presenciais, o setor, que até então dependia fortemente da força de vendas presencial dos lojistas, enfrentou desafios na comercialização”. Em resposta, “as seguradoras investiram em ofertas personalizadas e na contratação digital, facilitando a adesão ao seguro no momento da compra, enquanto grandes redes varejistas passaram a reforçar a oferta do seguro em suas plataformas digitais e físicas”, detalhou.

CEO da Junto Seguros aposta no avanço do seguro garantia com fortalecimento da cultura de proteção

roque melo junto seguros

Se você perguntar aos aplicativos de Inteligência Artificial o que é o seguro garantia, terá uma resposta certa: é uma apólice que assegura o cumprimento de obrigações contratuais em transações econômicas, ações judiciais, licitações, entre outros. A seguradora se compromete a pagar um valor pré-determinado caso a empresa não cumpra suas obrigações. Ele diminui os riscos que um dos envolvidos possa ter.

Um bom exemplo é a construção de um prédio. Afinal, vivemos um boom imobiliário, com centenas de megaestruturas que sobem diariamente nas principais cidades do Brasil em uma tentativa de reduzir o déficit habitacional. Se a construtora falir, a seguradora pode retomar a obra ou pagar a indenização para que alguém finalize o empreendimento e garanta a entrega àqueles que investiram sua poupança para realizar o sonho da casa própria.

Esta resposta da IA é fruto de um árduo trabalho de uma grande equipe de profissionais de seguros, que nos últimos anos se dedicou a criar produtos, treinar equipes de vendas e viabilizar uma regulamentação equilibrada para o desenvolvimento deste segmento, que em 2024 registrou vendas de R$ 5,1 bilhões e indenizações de R$ 600 milhões entre as 20 seguradoras que atuam neste mercado cada vez mais competitivo.

Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros, foi um desses executivos que se dedicou a construir um segmento do mercado de seguros que tem importância vital para que os contratos sejam concluídos, mesmo diante de adversidades. “Muito já foi feito, mas ainda temos um longo caminho para estimular o crescimento do seguro garantia no Brasil”, diz ele, que por nove anos liderou a comissão de seguro garantia na FenSeg, ligada à CNseg. “Fizemos um grande trabalho, que continua com Ketlyn Stefanovic, diretora de sinistros da Junto Seguros.”

As oportunidades de crescimento do seguro garantiam no Brasil exigem a atenção plena de Melo, que está à frente da seguradora especializada no nicho e que completa, em abril, 30 anos da emissão da sua primeira apólice. “Há um cenário dinâmico para o seguro garantia com a ampliação de parcerias público-privadas (PPPs) e a diversificação das áreas de concessão. Em 2024, a aplicação de R$ 250 bilhões no setor representou um marco inédito nas últimas décadas, acompanhado de um aumento expressivo na realização de leilões rodoviários, com dez concessões que, juntas, movimentaram mais de R$ 80 bilhões, e na emissão de debêntures para financiamento de projetos, com volume histórico de R$ 130 bilhões”, detalha Melo.

A projeção para este ano é de um volume ainda maior de concessões, segundo o iRadarPPP. Em 2024, foram publicados 331 editais, e a expectativa é que esse número cresça, impulsionado pela agenda de infraestrutura federal e estadual. Entre os projetos mais aguardados estão a concessão das linhas 11, 12 e 13 da CPTM em São Paulo, o túnel Santos-Guarujá e a BR-040/495/MG/RJ, trecho entre Juiz de Fora/MG e o Rio de Janeiro.

Melo defende que o papel das seguradoras no suporte a esses investimentos será essencial para garantir a viabilidade dos contratos e a segurança jurídica dos empreendimentos. A Junto Seguros, que garantiu R$ 7,1 bilhões em importância segurada no último ano, busca ampliar essa marca, consolidando-se como líder na estruturação de garantias para o setor.

Apesar de todo o avanço, ainda é preciso muito trabalho para que todo o setor se adapta a novas regras da Lei do Seguro, que entra em vigor em dezembro deste ano, bem como criar uma cultura do seguro garantia. “Nosso objetivo é antecipar demandas e garantir que, quando os projetos saírem do papel, possam contar com a aceitabilidade e a solidez do seguro garantia. O mercado de concessões é um pilar estratégico para o desenvolvimento do país, e a segurança financeira e jurídica que oferecemos contribui diretamente para que esses investimentos se concretizem.”

Em relação ao novo marco legal, Melo acredita que as seguradoras têm uma tarefa prioritária de adaptar suas operações, alinhando-se às novas regras. O tema é complexo, vem sendo debatido em todo o setor e o mercado de resseguros, essencial para a operação de grandes riscos e de seguro garantia, ainda avalia o cenário como um todo. Há desafios operacionais e jurisprudências. “Certamente a implementação completa da lei deverá movimentar amplamente o setor, exigindo cooperação e diálogo entre sociedade, reguladores e mercado”.

Um dos pontos tocantes à regulamentação do capitulo de seguro garantia na Lei de Licitações é esclarecer gestores públicos ligados à contratação de empresas por meio de licitações públicas. A Lei de Licitações exige o seguro para obras, sendo que contratos acima de R$ 200 milhões têm a cláusula de retomada da obra (step-in) por parte das seguradoras, caso a contratada não finalize o contrato. Para isso, o valor do seguro pode ser de até 30%. A cláusula de retomada permite que as seguradoras assumam obras cujos contratos tenham sido descumpridos pela empresa vencedora da licitação. O objetivo é garantir a execução de obras com qualidade e dentro do prazo estipulado.

Com esta palavra “até”, o gestor pode contratar o seguro entre zero e 30%. Porém, para que a seguradora retome a obra, o percentual mais adequado é 30%, para possibilitar que a seguradora arque com o sobrecusto da nova contratação. “Se for 5%, por exemplo, a seguradora certamente optará por indenizar o segurado, e o valor certamente será insuficiente para finalizar uma grande obra. Em contratos menores, como de prestadores de serviços, 5% pode atender, pois seria apenas a troca de uma empresa por outra e com sobrecusto baixo ou às vezes mesmo inexistente. Mas, em grandes obras que envolvem muitos fornecedores e fases de construção, o cuidado com a contratação do seguro tem de ser mais abrangente”, explica.

Além da regulamentação mais clara do seguro garantia na Lei de Licitações, com o objetivo de clareza e transparência, Melo afirma que o setor está dedicado a promover eventos com o objetivo de difundir a cultura do seguro. E tem dado certo. O Brasil já conta com cinco estados que aderiram à cláusula de step-in: Mato Grosso, que foi pioneiro em abril de 2024, seguido por Paraná, Distrito Federal, Pernambuco e, mais recentemente, Goiás. Inclusive, Mato Grosso e Goiás reduziram a exigência da cláusula de retomada da obra para contratos a partir de R$ 50 milhões.

Pioneira no setor, a Junto Seguros foi a primeira a lançar a apólice digital de seguro garantia no país. Em abril de 2025, celebra três décadas de atuação neste segmento, sendo líder de Seguro Garantia em prêmio direto segundo dados da Superintendência de Seguros Privado 2025 (SUSEP). A Junto Seguros tem também o produto de Fiança Locatícia, o mais completo do mercado para empresas.

A Junto Seguros já atendeu mais de 80 mil empresas, com mais de 1,5 milhão de apólices emitidas e 6.000 corretores ativos em sua base. A empresa alia sua atuação à valorização de pessoas e à inovação, sustentando uma agenda genuinamente comprometida com a transformação e o crescimento do país. Classificada com rating AAA pela Standard & Poor’s, conta com os maiores resseguradores globais, fortalecendo sua capacidade para garantir obras importantes, como a Rodovia Anhanguera-Bandeirantes e as linhas 8 e 9 do Metrô em São Paulo, ambas sob concessão do Grupo CCR, além da Rota dos Cristais (BR-040), em Minas Gerais, administrada pelo grupo Vinci Highways.

Tokio Marine se especializa em seguro de vida e quer liderar o segmento

A Tokio Marine deixou claro que quer ser uma das principais seguradoras de vida, depois de ter conquistado as primeiras colocações nos rankings de automóvel, transporte, responsabilidades e riscos especiais, com faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2024. “A Tokio Marine cresceu 17,56% ao ano desde 2011. É uma performance extraordinária”, contou o CEO José Adalberto Ferrara. “E queremos avançar em vida, pois nos tornamos especialistas com a ajuda de vocês”, disse, apontando para os 280 parceiros comerciais que lotaram o auditório do Tokio Marine Hall, em São Paulo.

Ferrara argumenta que há muito a ser explorado no Brasil para o avanço da carteira de seguro de vida. O desafio é crescer 7% acima do PIB nos próximos seis anos, como prevê o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros (PDMS), divulgado pela CNseg, a Confederação das Seguradoras. Isso significa crescer 14% ao ano até 2030. “É realmente um desafio, mas é possível. A Tokio Marine já cresce 20% no primeiro bimestre, com a ajuda de todos os corretores. E todas as seguradoras estão comprometidas a atingir a meta do estudo desenvolvido pela CNseg, a confederação das seguradoras”, frisou.

Priorizando a carteira de pessoas, Goldman contou que vida representava 7% da carteira de pessoas em 2004, contra 10,4% de auto. Em 2019, houve a virada, com vida representando 43,3%, contra 36% da carteira de automóvel. Em 2024, os percentuais foram de 72,7% para vida contra 57,5% da carteira de auto. “Acredito que essa tendência deve continuar, com a carteira de vida crescendo mais do que auto. Hoje, apenas 17% da população faz seguro de vida no Brasil. Nos EUA, esse número chega a mais de 50%. Imaginem o potencial desse segmento”, frisou.

Goldman afirma que a Tokio Marine é especialista em vida, mesmo sendo uma seguradora multiproduto. “Atuamos em seguros coletivos e seguros individuais. Temos seguro para PME, funeral, acidentes pessoais coletivos. São mais de 120 coberturas e serviços disponíveis para contratação. Ainda não temos 100% dos produtos do mercado, mas vamos chegar lá. Hoje, garanto que temos 80%”, citou.

Em 2017, a Tokio, que até então atuava apenas com seguro em grupo, entrou no seguro individual. São mais de 140 mil seguros ativos. Citou ser pioneira ao lançar, em 2020, antes do início da pandemia de Covid-19, o serviço de telemedicina no segmento individual, em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein. Dentro do cenário da pandemia, com o isolamento social, esse serviço ajudou muito a população em um momento tão conturbado. Em 2022, estreou no seguro-viagem internacional, com diferenciais no atendimento pré e pós-viagem. E os resultados avançam: o seguro de vida individual cresceu 19,8% em 2024, e o seguro-viagem, 92,4%.

Inovação, novos serviços e expansão em 2025

O ano de 2025 começou com tudo. A Tokio já lançou a viagem nacional, o serviço de apoio em caso de perda no seguro de vida individual, a declaração pessoal de saúde e a assinatura eletrônica no vida coletivo, além da assistência PET, telemedicina, orientação nutricional e psicologia no Vida PME, e a internacionalização da Tokio Marine Assistência.

Muito mais que uma questão de custo, o grande ganho veio na melhora da qualidade do atendimento. “Agora são funcionários da Tokio, e esperamos já no segundo semestre um upgrade significativo do NPS com a finalização da internalização do atendimento em todo o país, prevista para outubro”, citou.

Goldman citou que o desconto de 10% se o pagamento do seguro de vida for via cartão de crédito tem ajudado aumentar o tempo de permanência do cliente. “O nível de cancelamento era em média de 16%. Com o incentivo ao uso do cartão, passou para 11%, o que significa aumento da comissão da apólice pela maior permanência do segurado”.

Outro ponto destacado por Goldman foi o lançamento do simulador, que recebeu um valor significativo de investimentos da seguradora, desenvolvido internamente com a consultoria de Olivio Luccas, especialista em seguro de vida. A ferramenta digital permite que corretores e clientes calculem o capital ideal para cada segurado, com base em respostas sobre finanças e necessidades pessoais. Além de prática, ela oferece segurança total, pois não armazena os dados inseridos, assegurando confiabilidade e privacidade aos usuários. “As informações são totalmente protegidas por envolverem dados sensíveis, como renda, por exemplo”, garantiu Goldman.

Marcos Kobayashi, diretor comercial nacional varejo e vida da Tokio, redorçou o apetite da Tokio Marine pelo mercado de vida. “Graças a vocês, especialistas em vida, temos crescido nesse segmento. O apoio de vocês desde o início, que se dedicaram a nos contar o que realmente é importante ter em produtos, serviços e atendimento, nos ajuda a ser a especialista em pessoas, embalada por toda a tecnologia embarcada da companhia”, afirmou.

A diretoria comercial da Tokio conta com três diretorias comerciais, 56 sucursais, 500 colaboradores comerciais, 35 especialistas em seguro de vida, 110 assessorias e 2 mil corretores produtores de vida, relatou. “Investimos em formar especialistas em vida para atender o parceiro comercial que é especializado. Estamos dispostos a dar a vocês ferramentas para conscientizar seus clientes sobre a importância do seguro de vida e, obviamente, usar a tecnologia que preste o melhor atendimento aos seus clientes, para que eles tenham uma experiência que garanta a longevidade da carteira.”

Para falar da importância do seguro de vida no planejamento financeiro, a Tokio convidou Ana Leoni, CEO da Planejar – Associação Brasileira de Planejamento Financeiro, sócia cofundadora da BEM Educação e comentarista da Rádio CBN. “Do que as pessoas têm medo?”, indagou. Perda de um ente querido, doenças graves, falar em público e instabilidade financeira são os principais medos.

Apesar desses medos, há um tabu sobre o tema planejar o futuro. “A mesma pessoa que tem medo de uma doença grave acha que isso vai acontecer com o outro, e não com ela. E os tabus só são enfrentados com uma conversa franca sobre como encarar os desafios da vida financeira. As aflições não se resolvem numa planilha de Excel, pois todos lidam com o dinheiro de forma emocional. Gastar hoje numa roupa é mais sedutor do que guardar este dinheiro para ter benefícios no longo prazo, que nem sabemos como será. Precisamos de pessoas que nos ajudem a lidar com o dinheiro de forma racional, enfrentando os vieses cognitivos, equilibrando a razão e a emoção.”

Segundo ela, para o consumidor entender que o seguro de vida é um instrumento fundamental para o equilíbrio patrimonial, ele precisa da ajuda de especialistas. “Podemos ter uma alimentação saudável, praticar atividade física, mas isso não garante que não teremos problemas. A garantia financeira, sim, colherá os resultados. É o menos interessante de todos, mas é a única questão que, lá na frente, será uma a menos com a qual se preocupar. O desafio está em convencer as pessoas a se conscientizarem sobre os caminhos que precisamos trilhar para ter um futuro seguro, com liberdade financeira.”

Ana Leoni ressaltou aos parceiros comerciais que é preciso entender as particularidades e personalidades de cada pessoa. A depender de como ela encara a vida, pode ser incapaz de se projetar no futuro. Para algumas, o dinheiro é para hoje. Outras se planejam. Segundo ela, apesar de quase 60% da população brasileira pretender poupar e se planejar para a aposentadoria, apenas dois em cada dez brasileiros efetivamente já começaram uma reserva financeira para essa fase da vida. É o que aponta a 7ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa realizada pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha.

“É fácil sentar com o cliente que sabe o que quer. Segundo pesquisas, só 20% dos brasileiros são planejadores. O desafio está em levar consciência para os 80% restantes. E depois de conquistados, é preciso ajudá-los, uma vez que eles confiam em vocês, a não cair na tentação de usar a poupança acumulada e perseverar com a proteção financeira”, afirma. “Vocês têm um papel fundamental para que as pessoas entendam que a responsabilidade pela aposentadoria é delas e de mais ninguém — nem do governo, nem do empregador. É urgente e necessário desenvolver o senso de autorresponsabilidade das pessoas”, ressalta. “Meu conselho é que se cultive um olhar generoso — e crítico ao mesmo tempo — sobre as próprias escolhas financeiras”, finalizou.

O Expertise Vida contou com uma mesa-redonda com mediação de Rosângela Spak, superintendente comercial Vida, e participação de Ana Leoni, Luciano Tane (especialista em Vida e Previdência), Rogério Araújo (especialista em Planejamento e Proteção Financeira) e Dr. Flávio Tocci, médico do Hospital Israelita Albert Einstein.

Campanha do Grupo Bradesco Seguros é finalista no Ciclope Festival Latino 2025

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros celebra mais uma importante conquista no mercado audiovisual após o filme “A Busca” ser selecionado para a shortlist do Ciclope Festival Latino 2025, um dos mais prestigiados prêmios da publicidade audiovisual na América Latina.

“Estar entre os destaques de uma premiação tão respeitada no mercado publicitário latino é uma honra. Esse reconhecimento reflete o esforço, a dedicação e a criatividade de nossa equipe, reforçando a relevância do projeto e o impacto positivo no público”, comenta Alexandre Nogueira, Diretor de Marketing da seguradora.

A premiação reconhece a excelência em direção, cinematografia, edição, animação e outras disciplinas técnicas e criativas, e os vencedores de 2025 serão conhecidos no dia 2 de abril, em evento presencial no Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado em São Paulo.

Além da indicação ao Ciclope Latino, “A Busca”, criada pela AlmapBBDO e produzida pela Don’t Touch My Soda, já havia sido reconhecida como “Anúncio do Mês de Dezembro da América Latina” pela System1, e foi o único brasileiro a figurar na lista ‘TOP 100 of 2024’, da Source Creative, reforçando a força criativa e o impacto da campanha.

O filme pode ser assistido no canal do YouTube do Grupo Bradesco Seguros.

MAG Seguros lança Campanha Acelera 2025

Fonte: MAG

A MAG Seguros, empresa com 190 anos de atuação ininterrupta no segmento de vida e previdência, lança ao mercado sua campanha de vendas para o primeiro semestre do ano. A ‘Acelera’, que compreende as vendas de janeiro a junho, reforça o compromisso com a alta performance e destaca os 19 melhores especialistas em proteção financeira da edição.

Os campeões das 16 categorias serão contemplados com uma viagem, com direito a um acompanhante, ao coração do Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Os profissionais reconhecidos pela campanha ficarão hospedados no Hotel Spa do Vinho, que oferece uma experiência que combina alta gastronomia com uma das maiores coleções de vinhos do país, em um ambiente cinco estrelas.

“Aqui na MAG acreditamos no incentivo e valorização de nossos especialistas em proteção financeira (corretores). A cada campanha, reforçamos a nossa missão de proteger  as famílias brasileiras. A premiação destes profissionais com esse compromisso, nos mostra que estamos na direção certa em proporcionar momentos de lazer e trocas de experiências, profissionais e pessoais, fortalecendo nossa visão como empresa,” comenta Márcio Batistuti, diretor comercial da MAG Seguros.

As pontuações da Acelera 2025 também valem para a corrida pelo Galo de Ouro 2025, principal premiação do mercado segurador. Além disso, as campanhas de venda fazem parte do programa de incentivos MAG 365, que possui uma série de ofertas de benefícios e possibilidades de reconhecimento aos especialistas em proteção financeira.