O Grupo Bradesco Seguros traz de volta uma das propagandas mais marcantes da campanha “Vai que…”, criada em 2010. Estrelado pelo goleiro Cláudio Mergen Taffarel, o comercial apresenta corriqueira cena em família em que a travessura infantil quase ocasiona um incidente doméstico. Para fugir do imprevisto, a família conta com a sorte de ter a defesa de Taffarel. Mas no caso de não poder contar com a mesma sorte, é melhor ter um Bradesco Seguro Residencial.
A campanha “Vai que…”, desenvolvida pela agência AlmapBBDO para o Grupo Bradesco Seguros, atraiu a atenção dos consumidores ao inserir humor e leveza à comunicação, por meio de personagens conhecidos do público, mostrando a importância de ter um seguro da Bradesco Seguros e estar preparado para imprevistos.
Fonte: O Globo
Oferta de garantia estendida e outras coberturas devem ter respaldo de seguradoras
Entram em vigor hoje as novas regras no comércio varejista que regulamentam a venda do seguro de garantia estendida e de outras coberturas, que vinham sendo comercializadas sem supervisão dos órgãos de regulação do mercado segurador. A prática, muitas vezes associada à chamada venda casada, proibida por lei e pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), foi alvo do Ministério da Justiça em abril deste ano, com a instauração de processos administrativos contra grandes varejistas, como a Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Casas Bahia e Ponto Frio.
Responsável pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), Roberto Westenberger, diz que a Resolução 297/2013, em vigor desde o início do ano passado, permitia a venda de garantia estendida, mas não a comercialização de outros tipos de seguro que, ainda assim, vinham sendo oferecidos. A partir de agora, para venderem esses seguros, as redes varejistas terão que se credenciar como representante de seguradora ou se associarem a uma corretora que preste o serviço.
As redes deverão emitir um bilhete de seguro, espécie de apólice simplificada, no qual deverão constar a razão social da seguradora, sua inscrição na Susep e outros dados, que permitam o consumidor saber como e a quem recorrer se precisar. Em caso de defeito do produto, caberá à seguradora indicar a assistência técnica mais adequada para resolver o problema.
– A resolução vai propiciar maior segurança ao consumidor na hora da compra, pois ele receberá informações detalhadas de quem está oferecendo a garantia o seguro – diz Westenberger.
O condicionamento da comercialização ou desconto de qualquer produto ou serviço à contratação de seguro, o não repasse integral dos prêmios às seguradoras e outras irregularidades ficam sujeitas a multas de R$ 10 mil a R$ 500 mil.
DEMORA NO ATENDIMENTO
Segundo Westenberger, as mudanças permitirão que o seguro se torne um instrumento de cobertura de massa, sem prejuízo ao consumidor individual. Poderão ser ofertados riscos diversos, bens em geral, funeral, viagem, prestamista, desemprego/perda de renda, animais, entre outros.
Na teoria, o seguro de garantia estendida é mais um conforto para o consumidor. Na prática, porém, nem sempre é assim. O professor Pedro Campos que o diga. Ele comprou, por telefone, no Ponto Frio, uma TV de LED, uma antena de TV e um aparelho Blu-Ray.
– Quando o boleto bancário chegou, notei que eles haviam cobrado um valor extra pela garantia estendida, sobre o qual não fui consultado. Telefonei para pedir a retirada e me informaram que, sem a garantia estendida, o preço dos produtos ficaria maior. Questionei se aquilo não era uma forma de venda casada. Após conversar com um advogado, soube que poderia pedir a devolução em dobro. Depois de muito insistir, eles me devolveram o dinheiro. Não foi em dobro, mas devolveram – conta Campos.
O Ponto Frio informou que pauta suas ações no respeito às leis e está adequado às normas estipuladas pela Susep.
Em outros casos, a garantia estendida até funciona, mas só depois de muita dor de cabeça. O empresário Fernando Gheiner comprou uma máquina de lavar na Ricardo Eletro com a garantia estendida pela Assurant Seguradora. Compouco mais de dois anos de uso, a máquina quebrou. A garantia do fabricante já havia expirado.
– Chamei a assistência técnica, foram 15 dias para receber a peça e mais uma semana para o reparo. Quando liguei a máquina, a cozinha alagou. Liguei novamente para reclamar, e eles ficaram de voltar em uma semana, o que não aconteceu. Depois de mais quatro dias, consegui trocar o motor. No fim, financeiramente, valeu a pena, mas fiquei 40 dias sem máquina – diz Gheiner.
A Assurant Solutions afirma que a assistência a Gheiner foi feita no prazo exigido pela Susep. O primeiro atendimento foi realizado no período de até 30 dias. Depois, o equipamento apresentou um segundo defeito, na bomba que controla a pressão da água. Após a reposição, o equipamento voltou a funcionar corretamente.
VAREJISTAS DIZEM ESTAR ADEQUADOS À NORMA
A supervisora da Área de Assuntos Financeiros do Procon-SP, Renata Reis, diz que as mudanças são positivas, mas não isentam o lojista da responsabilidade solidária pós-venda.
– O consumidor continua com o direito de desistir da garantia estendida após sete dias. Nesse caso, deve saber que a devolução tem que ser feita de forma integral e não pode ser substituída pela oferta de outro produto – diz Renata.
O grupo GPA – que reúne Extra, Casas Bahia, Ponto Frio, Via Varejo, Assaí e Pão de Açúcar e os sites CasasBahia.com.br, Extra.com.br, e Pontofrio.com – informa que cumpre integralmente às leis e já está adaptado às regras da Susep.
A Ricardo Eletro afirma que atua em concordância com as normas e que repudia a venda de produtos com serviços adicionais embutidos sem o conhecimento do cliente.
O Magazine Luiza também afirma estar adequado às resoluções da Susep, com a equipe treinada e com os sistemas e produtos adequados às regras. O grupo informa ainda que a venda da garantia estendida sempre foi feita em separado.
Nota da Zurich Seguros informa que Hyung Mo Sung se desligou da empresa por motivos pessoais e familiares. Hyung Mo Sung continuará colaborando com a Zurich Seguros durante o processo de transição e Antonio Cássio dos Santos, Regional Chairman e CEO General Insurance para a América Latina, assume interinamente a posição.
O comércio online brasileiro não para de crescer. Em 2013, segundo dados da E-bit, oe-commerce no País apresentou um aumento de 28%, em relação ao mesmo período de 2012, superando as expectativas, que eram de 25% de crescimento. Dentre os produtos e serviços mais procurados na internet estão moda/acessórios e cuidados pessoais, que ultrapassam bastante a venda de produtos de informática e eletrônicos.
Seguindo a tendência de canal mais procurado por pessoas mais jovens, os consumidores de seguros pela internet também fazem parte deste perfil – público bem diferente do cliente dos canais tradicionais. Um levantamento feito pela Mongeral Aegon apontou que, desde o lançamento do seu portal de e-commerce – no último trimestre do ano passado – até o final de maio deste ano, 53% dos clientes da loja online estão entre 18 e 37 anos. “Sempre soubemos que os jovens estavam mais presentes na web, mas, nestes meses iniciais de venda de seguro online, também pudemos perceber que esta parcela da população está ficando cada vez mais consciente em relação à proteção financeira para o futuro”, diz Rafael Rosas, superintendente de marketing da Mongeral Aegon. “Outro dado relevante é que 90% das vendas foram realizadas para novos clientes e quase 60% deles focaram suas compras nos planos de seguro de vida”, completa o executivo.
Esse crescimento da compra de seguros de vida entre pessoas com menos de 40 anos mostra que, atualmente, a população tem se preocupado cada vez mais cedo com seu futuro. A faixa etária influencia bastante na hora da contratação de uma solução de proteção pessoal. O valor de um seguro contratado aos 20 anos tende a ser bem menor que o de um contratado aos 50. “Faz todo sentido, uma vez que as necessidades de proteção financeira das pessoas mudam de acordo com o momento de vida”, explica Rafael. Em média, o valor dos planos contratados é de quase R$ 70. Na loja online da Mongeral Aegon (www.compreonline.mongeralaegon.com.br) é possível contratar planos a partir de R$ 18 por mês.
A venda de seguros na internet ainda está começando. Regulamentada em setembro de 2013, a utilização de meios remotos para a venda de planos de seguro e previdência complementar aberta tem um grande potencial de crescimento no País. Em localidades mais desenvolvidas, como a Inglaterra, por exemplo, o percentual devendas de seguros pela internet ultrapassa os 50%. “O Brasil é um País em franca expansão econômica. No ano passado, um estudo do Ibope Media apontou que o país já havia ultrapassado a marca dos 100 milhões de usuários de internet e, por esse motivo, o mercado de seguros possui um potencial bem grande de desenvolvimento. Principalmente entre a população mais jovem”, afirma Rafael.
Além da maior presença de jovens na internet, relatório do Acquity Group apontou que pessoas com até 45 anos são mais suscetíveis a pesquisar antes da compra em 50% do tempo ou mais. “Com a internet, as pessoas tendem a buscar mais informações sobre o que elas querem comprar. Isso é muito bom, porque se tornam cada vez mais conscientes sobre suas aquisições. Quando projetamos nossa loja online, tivemos a preocupação de disponibilizá-la junto com um portal de informações sobre planejamento financeiro, o ‘Eu Planejo 360º’. Com isso, as pessoas que têm interesse em contratar alguma garantia financeira podem se informar sobre quais as melhores soluções para elas, realizarem uma simulação diretamente no portal de e-commerce e só depois finalizar a compra, com aquela solução que for mais adequada para seu perfil”, finaliza Rafael.
O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado segurador do País, e a Easy Taxi, empresa pioneira na América Latina na oferta de aplicativo para smartphones para chamada de táxi, estão oferecendo descontos exclusivos para clientes do Grupo Segurador. A parceria dá desconto de R$ 4 por corrida, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, e é válida até 13 de julho.
Para desfrutar da promoção o cliente do Grupo segurador – seja dos segmentos de saúde, vida e previdência, seguro auto, residencial, capitalização ou cartões de crédito Bradesco Seguros – precisa se cadastrar no site do Clube de Vantagens Bradesco Seguros (www.bradescoseguros.com.br). Depois, basta baixar gratuitamente o app da Easy Taxi (disponível para iOS, Android, Windows Phone e Blackberry) e solicitar a corrida via “Easy Taxi Pay” como forma de pagamento. Ao efetuar o pagamento pela carteira virtual, o usuário deve informar a senha fornecida pelo Clube de Vantagens ao motorista para garantir o desconto. O pagamento é automaticamente debitado do cartão de crédito cadastrado no aplicativo.
– Por meio dessa iniciativa queremos ampliar vínculos e vantagens com todos os públicos estratégicos do Grupo Segurador. Essa parceria vai incrementar a cesta de benefícios oferecida aos clientes de forma a tornar a marca Bradesco Seguros cada vez mais presente no dia a dia das famílias e em todas as fases da vida do cliente – explica Alexandre Nogueira, Diretor da Bradesco Seguros.
– Poder contribuir com um clube de vantagens de uma seguradora como a Bradesco Seguros é mais uma maneira de levar mobilidade urbana com segurança e agilidade aos nossos passageiros – comenta Tallis Gomes, co-CEO e fundador da Easy Taxi.
Trata-se de mais um serviço oferecido pelo Clube de Vantagens Bradesco Seguros, canal de descontos que já engloba mais de 300 empresas em todo o Brasil. Para participar, basta que o usuário seja cliente de pelo menos um produto Bradesco Seguros. O Clube de Vantagens Bradesco Seguros é uma parceria com a Europ Assistance Brasil. Com plataforma capaz de atender, com eficiência, 18 milhões de pessoas, o serviço engloba categorias como gastronomia, viagens, serviços de assistência, educação, vestuário, lazer & entretenimento. Em um único endereço na internet (www.bradescoseguros.com.br), os usuários encontram uma fer ramenta que estimula a personalização do benefício, por meio do uso de login, e a opção de impressão de cupons.
Nova York – A Munich Re colocou US$ 400 milhões em risco ao oferecer um seguro contra atrasos ou cancelamentos de partidas da Copa do Mundo. A maior resseguradora do mundo conta com o empenho da presidente Dilma Rousseff para evitar o constrangimento resultante de qualquer interrupção.
A companhia está confiante de que incidentes como protestos de rua, greves e falhas de infraestrutura não perturbarão a realização dos jogos, disse Andrew Duxbury, gerente de subscrição em Londres, ontem, em entrevista concedida momentos antes da partida de abertura.
A empresa tem experiência com seguro a eventos esportivos como a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, e os Jogos Olímpicos de 2012, em Londres.
“Estou aqui sentado tão confortavelmente quanto eu estava nesta fase anterior à Copa do Mundo sul-africana”, disse Duxbury. “Existe um alinhamento de interesses. O principal problema para o Brasil é a reputação. Eles querem que todos tenham uma grande experiência e depois promovam o Brasil como país”.
O otimismo de Duxbury contrasta com a avaliação de Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, que disse no mês passado que sua organização “viveu um inferno” tentando organizar o evento no Brasil.
Nas última semanas, no período de preparação para a Copa do Mundo, professores e policiais entraram em greve exigindo aumentos salariais, enquanto greves de agentes de trânsito agravaram os engarrafamentos nas maiores cidades do país.
Em uma vitória de Dilma, os trabalhadores aeroportuários do Rio de Janeiro não entraram em greve ontem depois que a Justiça disse que multaria o sindicato em R$ 500.000 (US$ 223.900) por hora.
O sindicato dos metroviários de São Paulo decidiu não retomar uma paralisação enquanto a maior cidade do Brasil recebia a partida de abertura do torneio, com uma vitória por 3-1 da seleção da casa contra a da Croácia.
US$ 11 bi
A Munich Re, que tem como clientes governos locais e organizações que vendem direitos televisivos, terá que pagar se houver atraso, realocação ou cancelamento de um ou mais jogos causados por imprevistos, desde protestos populares até chuvas torrenciais.
A desobediência civil massiva é a maior ameaça às seguradoras dos jogos, segundo Duxbury. O custo de US$ 11 bilhões da Copa do Mundo irritou os brasileiros, que enfrentam uma inflação rápida, crescimento lento e serviços públicos ruins.
Ontem, em São Paulo, um grupo de cerca de 300 manifestantes entrou em confronto duas vezes com a polícia a cerca de 13 quilômetros do estádio onde a partida de abertura foi realizada.
“Se a agitação social se propagar, então, em última análise, caberá ao governo dizer ‘precisamos entender e controlar essa situação, não podemos mais realizar a Copa do Mundo’”, disse ele. “Não há sinais de que isso vá acontecer”.
Dilma foi vaiada no jogo de ontem — os torcedores a insultaram cantando palavrões antes do apito inicial. Foi uma repetição da cena do ano passado, quando a presidente foi vaiada antes do início da Copa das Confederações.
A venda de direitos televisivos é a maior fonte de renda durante a Copa do Mundo. Em 2010, cerca de metade da população mundial assistiu a alguns dos jogos sul-africanos, que atraíram uma média de 188 milhões de espectadores, segundo a Munich Re.
“Os jogadores e as câmeras de TV estando lá, é tudo que precisamos”, disse Duxbury.
O mercado de Saúde Suplementar atingiu a marca de 71 milhões de beneficiários no fim de 2013, um aumento de 5,6% em relação ao ano de 2012. No mesmo período, as associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar alcançaram crescimento maior, de 8,9% no número de beneficiários, superando 27 milhões de vidas. Embora represente 31 empresas, de um universo de mais de 1.200 operadoras, as associadas da entidade já chegam a 38% do mercado de Saúde Suplementar. As informações constam no 6º Boletim de Indicadores Econômico-Financeiros da FenaSaúde.
O estudo também aponta para bom ritmo da procura por planos exclusivamente odontológicos. Em 2013, as associadas registraram um crescimento de 9,2% em relação a 2012 e 24,8% quando comparado com o ano de 2011. O número de contratos alcançou, em dezembro do ano passado, a 12,1 milhões.
De acordo com Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde, um dos pilares que vinha sustentando a expansão de beneficiários era o plano de saúde como um benefício de grandes empresas. “Na esteira disso, a participação de pequenas e médias empresas que oferecem plano de saúde aos funcionários vem aumentando progressivamente ao longo dos anos, inclusive com cobertura odontológica. O ciclo recente de crescimento da economia brasileira, o empreendedorismo e a terceirização de atividades de grandes empresas estatais e de complexos industriais privados contribuem para o estímulo do mercado de pequenos e médios estabelecimentos, expandindo a cultura do benefício para a cadeia de fornecedores”, explica Coriolano.
A análise da FenaSaúde mostra que 91,4% dos beneficiários de planos médicos e 97,5% dos planos exclusivamente odontológicos possuem contratos novos, isto é, com coberturas garantidas pela Lei 9.656/98. No mercado, a participação de planos novos é de 87,9% para de assistência médica e 97,7 para exclusivamente odontológicos.
O Boletim apresenta um levantamento realizado pela FenaSaúde com base nos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a faixa etária dos beneficiários do mercado de saúde suplementar. De acordo com informações de dezembro de 2013, o percentual de brasileiros com mais de 80 anos cobertos por planos ou seguros de saúde é de 32,4%. Em 2003, essa taxa era de 25,2%.
A faixa com maior participação relativa é a de 30 a 39 anos, com 33,7%. As faixas de 50 a 59, 60 a 69 e 70 a 79 anos também chamam atenção com taxas de cobertura de 28,2%, 26,2% e 26,3%, respectivamente.
Saúde financeira do mercado
As associadas à FenaSaúde registraram, no ano passado, receita de R$ 44,3 bilhões, enquanto as despesas totais – custos assistenciais, administrativos e impostos – somaram R$ 42,3 bilhões. O resultado operacional, obtido no ano passado, foi de R$ 1,9 bilhão.
As despesas exclusivamente assistenciais somaram R$ 35,7 bilhões, um aumento de 16,1% em relação ao ano anterior, o que representou 84,3% dos custos das operadoras associadas em 2013. A sinistralidade no ano de 2013 entre as associadas à entidade foi de 80,5%.
Para Coriolano, o aumento das despesas médicas acima dos índices gerais de preços e do crescimento do PIB é um dos pontos que pode vir a comprometer futuramente a sustentabilidade do setor, caso não sejam adotadas, dedsde já, medidas para a sua racionalização.
“Historicamente os custos assistenciais estão crescendo em um ritmo mais acelerado que o da inflação geral de preços ao consumidor. A série dos últimos dez anos aponta para um acúmulo de 133,7% nas despesas per capita com saúde, enquanto a variação do IPCA foi de 61,1%,” explica Coriolano.
Esta significativa elevação é justificada pelo crescimento dos preços, frequências de utilização do benefício e incorporação de novas tecnologias, como medicamentos e materiais mais caros e inclusão de exames sofisticados ao Rol de procedimentos fixados pela ANS.
As associadas encerraram 2013 alcançando R$ 12,1 bilhões em provisões técnicas, o que representa 50% de todo o mercado de Saúde Suplementar, R$ 24,2 bi. Esses valores são reservas financeiras garantidoras, constituídas ao longo dos anos e devem ser mantidas, obrigatoriamente, pelas operadoras de planos e seguros de saúde para garantir o custeio assistencial dos beneficiários do setor de saúde privada.
Já está disponível no Portal da CNseg a segunda edição do Guia de Acesso do Consumidor às Empresas do Setor de Seguros. A publicação tem o objetivo de facilitar o contato dos consumidores com as seguradoras, apresentando os canais de acesso das ouvidorias das seguradoras, além de outras informações, tais como as regras de funcionamento das ouvidorias e legislação relacionada.
Segundo comenta Silas Rivelle Júnior, presidente da comissão de ouvidoria, no guia, a nova versão pretende prestar um serviço mais abrangente aos consumidores, na medida em que coloca à sua disposição as formas de acesso à boa parte das empresas de seguros, entidades de previdência privada com- plementar aberta, saúde suplementar e sociedades de capitalização a esses importantes canais de comunicação entre as organizações e os usuários de seus produtos e serviços.
O Guia de Acesso do Consumidor às Empresas do Setor de Seguros foi produzido pela Comissão de Ouvidoria da CNseg, órgão consultivo composto por representantes de seguradoras e voltado à produção de estudos, estatísticas e outros temas relacionados aos Direitos do Consumidor de seguros.
Para visualizar o Guia na íntegra, acesse o portal da CNseg.
A Ifaseg, empresa que administra o risco das organizações que movimentam 60% do mercado nacional de segurança eletrônica, está lançando uma campanha publicitária em conjunto com a Abese – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança. O objetivo é conscientizar este setor da economia sobre a importância de também oferecer um programa de seguros para atender o cliente nas ocasiões em que houver a necessidade de reparar danos ao imóvel e ao sistema de segurança em virtude de acidentes elétricos, roubos, furtos e tentativas de intrusão.
“Quando ocorre este tipo de evento, é oportuno que a própria empresa de segurança eletrônica ofereça uma solução para minimizar os sentimentos de frustração e vulnerabilidade do cliente”, comenta Waldir de Menezes, diretor da Ifaseg. Segundo ele, a campanha indica como remédio para estas situações um produto de seguro desenhado e administrado pela Ifaseg para os associados da Abese. A proteção garante a substituição de peças do sistema de monitoramento eventualmente destruídas, além de verba indenizatória para custear furtos de objetos, incluindo os portáteis.
“Este produto, conhecido como Monitoramento Garantido Ifaseg, também permite o acesso à assistência especializada nas 24 horas do dia para realizar reparos emergenciais: chaveiro, vidraceiro, serralheiro e outros”, observa Mário Gasparini, também diretor da Ifaseg. Além de mais satisfação para o cliente, ele destaca que este seguro pode gerar uma nova fonte de renda para as empresas de segurança eletrônica. “Estas empresas podem passar a oferecer esta proteção como um novo produto adaptado para o seu negócio e que valoriza a sua imagem, obtendo um maior índice de fidelidade dos clientes”, explica. Conforme dados da Abese, o segmento de segurança eletrônica faturou R$ 4,6 bilhões em 2013.
A campanha
“O melhor serviço de monitoramento pode no máximo garantir uma proteção próxima de 100%. Mas o seu cliente pode passar a contar com você em 100% das ocasiões”. Este é o mote da campanha de conscientização, cujas primeiras peças impressas foram veiculadas na XVII Exposec – Feira Internacional de Segurança. O evento ocorreu entre os dias 13 e 15 de maio no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A campanha prosseguirá até o final do ano no formato digital, por meio de peças criativas e bem humoradas.
“A divulgação está começando juntamente com o início de outro esforço, que visa ajudar as empresas que já comercializam o seguro a obter resultados ainda melhores com o produto”, observa Gasparini. “Por esta via nós vamos realizar treinamentos a fim de reciclar os profissionais envolvidos com as vendas”, complementa.
Monitoramento Garantido
O Monitoramento Garantido Ifaseg é parte integrante do Programa Proteção Integrada ABESE, que é também composto pelos produtos RC Profissional e Multirrisco Empresarial. O primeiro indeniza a empresa caso a sua prestação de serviço falhe e cause prejuízo ao cliente. O segundo apresenta vários tipos de coberturas personalizadas para as empresas de segurança eletrônica tais como incêndio, roubo de equipamentos eletrônicos, lucros cessantes, fidelidade de funcionários, etc. Os associados da Abese contam com condições especiais de custo.
Ifaseg
Fundada há 32 anos, a Ifaseg desenvolve, implanta e administra programas de gerenciamento de riscos e de seguros com alta performance em diferentes ramos da economia. Em 2011 obteve o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros – título concedido pelas companhias de seguros do Brasil, representadas pela sua Confederação, a CNseg. Mais informações: www.ifaseg.com.br
A maior causa de mortes envolvendo motocicletas, 73%, é provocada pelo próprio motociclista. Essa e outras conclusões sobre colisões fatais envolvendo motos são apontadas em levantamento elaborado pelo Grupo Segurador BB e Mapfre, em parceria com o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária).
O estudo aponta que, em segundo lugar, estão as colisões de motos com automóveis (12%), seguidas por choques com caminhões (7%) e, na quarta posição, são apontadas batidas envolvendo animais na via (6%). Problemas na via (buracos, falta de sinalização etc.) e com o veículo são os que menos causam acidentes com motos. Os dois fatores respondem, cada um, por 1% das ocorrências.
“O objetivo desse estudo é apontar as principais causas desses acidentes. Essas informações são essenciais para a tomada de medidas preventivas e de segurança por parte dos condutores e autoridades”, afirma Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel do Grupo BB e Mapfre.
Para a realização do estudo, o Grupo e o Cesvi analisaram 360 acidentes envolvendo motocicletas e vítimas fatais. Os sinistros aconteceram entre agosto de 2012 a julho de 2013.
Causas secundárias – O estudo também revela que, desse total, 26% dos acidentes registraram como causa a perda de controle na direção e 16,5% foram ocasionados pela direção na contramão. Cerca de 4% das ocorrências apontaram condutores embriagados. “Perda de direção e tráfego na contramão são causas que, aparentemente, revelam despreparo do condutor e desconhecimento de riscos claros”, pontua Alexandre.
Região – Apesar de concentrar a maior frota de motocicletas do país – 21,9% das mais de 21,5 milhões de motos –, São Paulo, com 4,4% dos registros, não é o Estado com maior índice de acidentes fatais. O Maranhão, com 3,3% da frota brasileira, está no topo do ranking, concentrando 9,7% dos casos.
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