Zurich abre vagas para estágio

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A Zurich Seguros, multinacional de origem suíça e presente há mais de 30 anos no Brasil, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio – Nova Geração Zurich com vagas para a cidade de São Paulo (SP).

Podem participar do programa, jovens universitários com previsão de formatura para julho de 2015 ou julho de 2016 das áreas de Ciências Atuariais e Estatística. As inscrições devem ser feitas através do site www.hiring.com.br.

O processo seletivo é composto por 5 etapas: inscrição e triagem de currículos, teste online, dinâmica de grupo, painel, e entrevista com o gestor.O Programa de Estágio – Nova Geração Zurich tem duração de dois anos, focado na área atuarial, com objetivo de construir um celeiro de talentos.

Segundo Andrea Destri, diretora de Recursos Humanos da Zurich Seguros, o Programa de Estágio – Nova Geração Zurich traz ao universitário a oportunidade de planejar e construir seu futuro profissional. “Na Zurich Seguros, estimulamos o estudante a desenvolver sua carreira profissional por meio de treinamentos teóricos e ‘on the job’. Além de dar todo suporte, por meio de mentor e coach do estagiário com a possibilidade de atuar em diversas áreas estratégicas da seguradora (job rotation)”, explica Andrea Destri.

A companhia, que está presente no Brasil desde 1982, conta com 1.300 colaboradores e, atualmente, é um dos maiores grupos seguradores do país.

BI&P assessora criação de nova seguradora no Brasil

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A área de investment banking (conhecida como I.B.) do BI&P – Banco Indusval & Partners está à frente de um importante projeto que movimentará, e muito, o setor de seguros. Trata-se da criação de uma seguradora, ao lado de um corpo societário de 36 grupos empresariais de planos funerários que se uniram e estão articulando uma parceria com uma grande empresa do ramo de seguros de vida e previdência. A ideia é que essa nova seguradora explore a carteira de clientes desses grupos funerários, um universo compreendendo cerca de seis milhões de vidas. Vai ofertar produtos e serviços complementares aos planos de auxílio funerário hoje oferecidos pelos sócios, como seguro de vida e seguro residencial, entre outros.

A estimativa do diretor de I.B. do BI&P, Rogério Pacheco, é de que a seguradora parceira nessa empreitada seja anunciada em meados de julho deste ano. Segundo o executivo, a expectativa é que a nova seguradora seja rentável já em seu segundo ano de operações, com retorno anual esperado de cerca de 25% sobre o capital investido.

Leonardo Paixão prevê preços reduzidos de resseguro por até três anos

valor seminarioFonte: portal da CNseg

Os preços médios dos planos de resseguros no Brasil devem continuar abaixo das cotações internacionais ainda por mais dois ou três anos, em virtude da acirrada disputa travada entre os mais de 100 players atuantes no País e do excesso de oferta de capacidade do mercado global.

A previsão foi feita pelo presidente do IRB Brasil RE, Leonardo Paixão, em palestra no seminário “O futuro do mercado de previdência, de seguros e de resseguros”, realizado pelo jornal Valor Econômico, na sede do BNDES, nesta quarta-feira, 28, e patrocinado pela CNseg, IRB Brasil RE, Abrapp, Instituto San Tiago Dantas de Direito e Economia.

No mundo, as cotações estão baixas porque, além das resseguradoras, existe um crescente número de investidores interessados em aplicar em títulos de catástrofe (os cat bonds), dada sua taxa de retorno mais elevada que os fundos de renda fixa ou renda variável, embora haja também riscos maiores de os recursos virarem pó, tendo em vista possibilidade de catástrofes. Acredita-se que os cat bonds respondam por 15% das coberturas dos riscos globais.

Para Leonardo Paixão, enquanto as taxas de juros mundiais continuarem baixa, os investidores globais vão permanecer atuantes no mercado de coberturas para catástrofes, de olho na alta rentabilidade, quando não há sinistros vultosos. Semelhantes às operações no mercado de opções, estes recursos captados entre investidores globais afetam os preços finais do resseguro, barateando-o em todo mundo.

Na sua opinião, esta temporada de mercado soft de resseguro beneficia as seguradoras, que podem assumir mais riscos e reparti-los com as resseguradoras, e torna-se uma alternativa viável para os riscos de longevidade, problema que começará a preocupar os fundos de pensão e operadoras de saúde, em virtude da perspectiva de gastos maiores.

Sem dar detalhes, Leonardo Paíxão informou que já encaminhou à Susep a nota técnica de um plano de resseguro que poderá atender aos fundos de pensão, tendo como objetivo os riscos da longevidade. Tanto que, aproveitou o encontro no BNDES, para exortar os gestores de fundos de pensão a conhecerem as soluções que o IRB Brasil Re planeja oferecer no mercado brasileiro logo.

Leonardo Paixão lembrou que a abertura de resseguro, se produziu queda nas taxas dos prêmios, ainda está devendo em termos de inovação dos produtos. O mercado ainda está tímido nesse capítulo, reconheceu.

2 em cada 10 entrevistados já se envolveram em acidentes de trânsito com feridos ou mortos, revela pesquisa

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Qual é a opinião do brasileiro em relação à segurança no trânsito? O que as pessoas acreditam que é preciso fazer para garantir um trânsito mais seguro? Que fatores influenciam na segurança do trânsito?

Para responder estas e outras perguntas, a FUNDACIÓN MAPFRE realizou pesquisa nacional de opinião pública ouvindo brasileiros de todas as regiões do País. O trabalho foi desenvolvido pelo instituto Opinião Informação Estratégica, de Brasília.

O levantamento foi realizado entre os dias 10 de fevereiro e 7 de março de 2014. Para garantir uma abordagem mais profunda sobre o tema, os entrevistados foram divididos em dois grupos: a população em geral e executivos de órgãos e entidades que integram e participam do Sistema Nacional de Trânsito.

No primeiro grupo, 1.419 pessoas, maiores de 18 anos, foram ouvidas em todos os estados brasileiros. No segundo grupo, foram realizadas entrevistas em profundidade com representantes das três esferas de governo (federal, estadual e municipal) e do setor privado (frotistas, motofretistas e formadores de condutores).

Os resultados

1) 20% dos entrevistados estiveram envolvidos em acidentes de trânsito,

2) Quase a metade (47%) já teve um familiar morto ou ferido no trânsito,

3) Em uma escala de 0 a 10, a nota média da segurança no trânsito foi 4,6,

4) Os brasileiros entrevistados relacionam o trânsito a “caos”, “congestionamento”, “engarrafamento”, “perigo”, “violência”, “acidente”,

5) As vias urbanas são de má qualidade, com nota média de 4,4

6) A percepção das calçadas também é muito ruim, com nota de 3,4

7) Nove em cada dez entrevistados afirmaram que os motoristas não respeitam os pedestres e ciclistas e que 80% não respeita as leis de trânsito

8) A formação dos condutores no Brasil não tem qualidade e a educação de trânsito praticamente não existe.

*** Nunca havia sido realizada no Brasil uma amostragem, com base científica e estruturada, que pudesse concentrar essas informações.***

Esta é a primeira vez que se realiza no Brasil uma pesquisa para medir a percepção dos brasileiros sobre segurança no trânsito. Ela serviu para confirmar uma série de ideias e conceitos que os especialistas imaginavam que o brasileiro tivesse sobre o nosso trânsito. Um exemplo claro disto é a associação espontânea que a população faz da palavra trânsito com sentimentos negativos como “caos”, “perigo”, “violência” e “acidente”.

Por essa razão, numa escala de 0 a 10, a nota média dada à segurança no trânsito foi de 4,6 revelando que os entrevistados se sentem inseguros nas ruas e estradas brasileiras. A magnitude do fenômeno é reforçada pelo índice de pessoas que afirmaram já terem sofrido algum acidente de trânsito que resultou em feridos ou vítimas fatais: 20% ou seja, 2 em cada 10 entrevistados. Além disso, quase metade das pessoas ouvidas (47%) já teve um familiar morto ou ferido no trânsito.

Quando solicitados a dar uma nota de 0 a 10 para os aspectos que mais influenciam na segurança do trânsito, os entrevistados apontaram a utilização do cinto de segurança e a manutenção dos veículos como os fatores principais.

Utilizando essa mesma escala, todos os itens de infraestrutura avaliados foram reprovados: sinalização (nota 4,9), estradas (4,6), vias urbanas (nota 4,4), ciclovias (4,0) e calçadas (3,4). Ainda segundo a pesquisa, 9 em cada 10 entrevistados afirmaram que os motoristas não respeitam os pedestres e ciclistas e que 80% não respeitam as leis de trânsito.

Quando perguntados sobre o que precisa ser feito para melhorar a segurança no trânsito de sua cidade, os entrevistados indicaram a educação dos motoristas (com 38% das citações) e a fiscalização (34%) como os aspectos mais relevantes.

Nas entrevistas em profundidade, os gestores e representantes do sistema viário afirmam que existem iniciativas isoladas, mas não uma política de segurança de trânsito consistente no Brasil. Apesar das cobranças da sociedade, o estado brasileiro não oferece respostas adequadas para melhorar a situação: a educação de trânsito praticamente não existe, a fiscalização é precária e a infraestrutura deixa a desejar.

Segundo as opiniões levantadas com esse público, a principal razão para a ocorrência de acidentes é a imprudência de motoristas, motociclistas, pedestres e ciclistas, que assumem riscos elevados no trânsito. A formação dos condutores, segundo os entrevistados, também não é de qualidade.

“Os resultados jogam luzes sobre aspectos até hoje nunca mensurados. A percepção dos brasileiros sobre a segurança do trânsito é uma questão maior e indica que a sociedade está madura para receber e apoiar grandes projetos nessa área”, analisa David Duarte Lima, diretor do Instituto Opinião Informação Estratégica e responsável pela coordenação da pesquisa.

Para o presidente do Grupo MAPFRE no Brasil, Wilson Toneto, “um dos focos de nossa instituição é disseminar atitudes preventivas e conscientizar a sociedade sobre a importância da segurança viária. Para isso, realizamos uma série de programas com foco educacional e destinados a todos os públicos – crianças, jovens, adultos e idosos – e incentivamos a disseminação de informações para toda a sociedade, com a realização de pesquisas e seminários”, finaliza.

Tokio Marine dá dicas sobre seguro residencial

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Você já pensou na importância de proteger um patrimônio tão valioso quanto a sua residência? Pois saiba que um seguro residencial custa, em média, 0,2% do valor do imóvel. Pouco, não acha? Pois é. Apesar desse custo tão baixo, atualmente, apenas 10% das residências brasileiras possuem um seguro.

De acordo com Marcelo Goldman, diretor da Tokio Marine Seguradora, além de muito barato, o seguro residencial é a melhor maneira das pessoas evitarem os prejuízos causados por roubos e outros eventos. “Em geral, as pessoas levam 10, 20, até 30 anos para adquirirem sua residência própria. E podem perder o imóvel em poucos minutos, devido a algum desastre. Nada mais correto, então, do que procurar proteger esse patrimônio tão valioso com um seguro que possa evitar ou minimizar prejuízos em caso de algum acontecimento indesejado, como roubo e incêndio”, afirma Goldman.

O diretor lembra que, no caso do seguro residencial, a relação custo-benefício é realmente muito vantajosa para o consumidor – e um fator que, quando conhecido, pode estimular a contratação. Ele destaca que a maioria da população desconhece essa informação, mas, em média, o custo de um seguro residencial gira em torno de 0,2% do valor do imóvel. Isso quer dizer que, para um imóvel de 200 mil reais, por exemplo, o consumidor vai pagar apenas R$ 400 reais (R$ 33 por mês, cerca de um real por dia). Realmente, é um valor muito baixo para proteger um bem tão precioso.

Outro ponto importante é a assistência ou serviços diferenciados oferecidos aos clientes que contratam o seguro residencial da Tokio Marine. “Oferecemos três planos com serviços diferenciados: Assistência 24 horas, Assistência Especial e Assistência VIP”. De acordo com o pacote contratado, o consumidor poderá ter à sua disposição serviços como limpeza de caixa d’água, descarte de móveis e equipamentos de forma sustentável, consertos de aparelhos eletrodomésticos, computadores, entre outros. São serviços que, no mercado, custam caro para o cliente, mas que a seguradora oferece gratuitamente.

Para mais informações sobre o seguro residencial e outros tipos de seguro, acesse www.tokiomarine.com.br.

Susep informa que mercado segurador faturou R$ 185 bi em 2013

Em 2013, os mercados de seguros, resseguros, capitalização e previdência complementar aberta contabilizaram R$ 185 bilhões em receitas, o que representou um aumento de 13.7% em relação ao exercício anterior e correspondendo a cerca de 3.8% do PIB, sem considerar os recursos captados pelos planos de saúde, regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a Previdência Complementar Fechada, regulada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). No período, as reservas técnicas totais constituídas somaram, aproximadamente, R$ 477 bilhões, proporcionando expressiva contribuição para a construção da poupança nacional e para o desenvolvimento econômico.

Vale destacar entre os resultados de 2013 que o mercado de resseguros atingiu no ano passado o total de R$ 7 bilhões em prêmios, representando um crescimento de 23,2% em relação ao ano anterior. Esse aumento demonstra a continuidade do intenso processo de expansão do setor, influenciado tanto pelo desenvolvimento do mercado primário de seguros, como pela execução de grandes obras e projetos de infraestrutura em curso no País, que carecem de cobertura de resseguros para sua viabilização.

Desde o início da operação do Sistema de Registro Eletrônico de Produtos (REP), em janeiro de 2013, até a data de hoje, foram registrados 3.116 novos produtos (1.371 de seguros, 548 de Previdência complementar aberta e 1.197 de capitalização) e 4.008 produtos foram migrados do modelo físico para o eletrônico (2.309 de seguros, 1.481 de Previdência complementar aberta e 218 de capitalização), totalizando 7.124 produtos registrados eletronicamente.

Atuam nesses mercados 119 sociedades seguradoras, 19 sociedades de capitalização, 24 entidades abertas de previdência complementar e mais de 85 mil corretores de seguros. Há, ainda, 129 resseguradoras cadastradas e autorizadas a fazer negócios no País, dos quais 14 são locais, 32 são admitidas e 83 são eventuais, além de 38 corretoras de resseguro.

Icatu Seguros tem novo Diretor Regional em Brasília

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Thales do Amaral é o novo Diretor Regional do Distrito Federal da Icatu Seguros. O executivo retorna à Companhia após três anos na diretoria técnica da BMG Seguradora. Em sua trajetória anterior de 15 anos na Icatu Seguros, Thales passou por diversas áreas como administrativo, operacional, marketing e produtos. Por último, o executivo exercia a função de diretor de produtos na seguradora. O novo diretor possui 41 anos, é formado em Economia pela Universidade Cândido Mendes e possui especialização em Finanças. Estabelecer uma diretoria em Brasília faz parte da estratégia da Icatu Seguros de fortalecimento no Estado para crescer no mercado local de seguros de vida, previdência e capitalização. O objetivo é aumentar a visibilidade da marca, consolidar a relação com os atuais parceiros e atrair novos negócios no DF, alcançando um crescimento de no mínimo 30% em 2014.

Conef tem representantes da CNseg, Susep e Escola Nacional de Seguros

solange beatriz 2A diretora executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, foi nomeada membro titular do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), na condição de representante da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. Terá como seu suplente o diretor executivo da Escola Nacional de Seguros, Renato Campos Martins Filho. No mesmo despacho do Ministério da Fazenda, publicado segunda-feira (26), no Diário Oficial da União, foi nomeada, na qualidade de membro suplente da Supep no Conef, Maria Augusta de Queiroz Alves.

Executivo da Prudential do Brasil assumiu novo cargo na AMCHAM

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O vice-presidente Financeiro da Prudential do Brasil, Marcelo Mancini, é o novo 3º (terceiro) vice-presidente do Comitê Executivo da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AMCHAM-RJ). A cerimônia de posse para o exercício de 2014-2015 aconteceu no último dia 5 de maio, no Rio de Janeiro.

As principais atividades desenvolvidas pela AMCHAM Rio estão direcionadas ao fomento de uma rede de networking com foco no relacionamento e na geração de oportunidades de negócios entre os associados. A entidade está organizada em 11 comitês setoriais, com expertise na discussão de temas relevantes para cada setor.

“Acredito que o maior desafio do novo corpo diretor seja continuar incentivando os negócios no país, por meio do uso dessa plataforma inteligente e eficaz que é a Câmara, visando sempre melhorias nas relações comerciais entre o Brasil, os EUA e demais países”, pontua Marcelo Mancini.

A AMCHAM Rio é a mais antiga Câmara da América Latina e uma das mais tradicionais entidades empresariais do país. Sem fins lucrativos, atualmente é presidida por Roberto Prisco Paraíso Ramos, Diretor-Presidente da Odebrecht Óleo & Gás. O presidente da Prudential do Brasil, Fabio Lins, cumpriu dois mandatos na Câmara, sendo o último como 1º (primeiro) Vice-Presidente.

BB e Mapfre é a seguradora oficial da exposição ‘Salvador Dalí’

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Seguradora oficial das obras de arte reunidas nas exposições “Impressionismo: Paris e a Modernidade” (2012) e “Mestres do Renascimento” (2013) – ambas sucesso de público, prestigiadas por mais de 1,2 milhão de pessoas pelas cidades que passaram (Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília) –, o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE contribui, outra vez, para a realização da maior retrospectiva já feita no país de outro grande mestre das artes, o artista catalão Salvador Dalí.

Com inauguração no 30 de maio, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB Rio), a exposição é formada por 150 peças do mestre do surrealismo, sendo 29 pinturas, 80 desenhos e gravuras, além de documentos e fotografias. As peças provêm das principais instituições colecionadoras do artista, a Fundação Gala-Salvador Dalí (Figueres), o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madri) e o Museu Salvador Dalí (Flórida).

Organizada pelo Instituto Tomie Ohtake, a mostra ocupará cerca de 1.000 m² do primeiro andar do CCBB RJ e traçará a trajetória do artista passando pelas diversas fases de sua produção. Será possível ver as telas do período de sua formação como pintor – “Retrato del padre y casa de Es Llaner”, de 1920, e o “Autorretrato cubista”, de 1923 – e da fase surrealista que deu fama mundial ao catalão, retratada em telas como “El sentimiento de velocidad” (1931), “Monumento imperial a la mujer-niña” (1929), “Figura y drapeado en un paisaje” (1935) e “Paisaje pagano medio” (1937).

O acervo conta também com documentos e livros da biblioteca particular de Dalí que dialogam com as pinturas, provenientes do arquivo do Centro de Estudos Dalilianos, e desenhos criados para ilustrar o livro Cantos de Maldoror (1869), Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, e Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, proporcionando ao visitante uma viagem biográfica e artística pela carreira do pintor.

“O apoio a iniciativas culturais de qualidade faz parte do DNA do GRUPO Segurador BB E MAPFRE. Por meio delas, reforçarmos nossa contribuição sociocultural para o país”, afirma Benedito Dias, diretor de Marketing do grupo. “O Brasil está vivendo um momento de efervescência cultural e de forte demanda por arte e novos conhecimentos. Com quase três anos de operação, o BB e Mapfre já tem uma tradição de apoio a grandes projetos culturais e nosso objetivo é trazer contribuições que transformaram as artes e o pensamento, como as obras de Salvador Dalí”, afirma Fátima Lima, executiva de Sustentabilidade.

Seguros para obras de arte em alta

A recente onda de exposições de grande valor cultural tem impulsionado os seguros para obras de arte do BB E MAPFRE, razão pela qual o GRUPO BB E MAPFRE criou uma Unidade comercial específica para atender à demanda. “A procura pelo seguro de obras de arte vem acompanhando o interesse do público por exposições de qualidade. E, por se tratar de objetos de alto valor financeiro e patrimonial, o seguro tem sido item obrigatório no gerenciamento de coleções individuais ,de museus e das exposições, uma vez que protegem o acervo e dão garantia de indenização em caso de algum incidente com a obra”, explica Danilo Silveira, superintende de Seguros Gerais do Grupo Segurador BB E MAPFRE.

Atualmente, o GRUPO oferece as mesmas soluções que o mercado internacional, com coberturas do tipo ‘All Risks’ que respondem por problemas durante o manuseio, transporte, embalagem e exposição de obras de artes. No ano passado, o BB E MAPFRE foi responsável pelo seguro de diversas exposições, entre as quais “Tarsila – Percurso Afetivo”, “Paris: Impressionismo e Modernidade” e Mestres do Renascimento e “Um Olhar sobre o Brasil”. Salvador Dalí ficará em cartaz no CCBB Rio até o dia 22 de setembro e depois segue para São Paulo, onde será realizada no Instituto Tomie Ohtake entre outubro e dezembro.