Susep autoriza aumento de capital e instaura inquérito para apuração da liquidação da Edel

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou nesta terça-feira várias portarias. Boa parte deleas autoriza decisões tomadas em Assembleias de seguradoras. A Porto Seguro foi autorizada a elevar em R$ 280 milhões o capital da companhia, para R$ 1,1 bilhão. A Mapfre Vida teve aprovação da Susep para elevar o capital em R$ 60 milhões, para R$ 278 milhões. Já a Mapfre Seguros Gerais elevará o capital em R$ 33,6 milhões, para R$ 1,369 bilhão. A AIG aportará R$ 17,4 milhões, totalizando capital social de R$ 327,7 milhões. A Susep aprovou o aumento do capital da Merkel Resseguradora do Brasil em R$ 6 milhões, para R$ 86 milhões. A Susep aprovou medidas tomadas na Assembleia de 30 de março, como mudança no estatuto da Bradesco Vida e Previdência e da Atlântica Boavista, e eleição da diretoria.

O órgão regulador também designou três servidores para apurar as causas que levaram a Edel Seguradora a liquidação extrajudicial, assim como eventuais responsabilidades de seus administradores e membros do Conselho.

Reuters: Credit Suisse eleva preço-alvo de ações de BB Seguridade e Porto Seguro

Fonte: Reuters

Analistas do Credit Suisse liderados por Victor Schabbel elevaram o preço-alvo em 12 meses para as ações da BB Seguridade, grupo segurador do Banco do Brasil, diante da expectativa de fortes resultados para o segundo trimestre.

Em nota a clientes divulgada no fim da sexta-feira, Schabbel e sua equipe elevaram o preço-alvo para 38 reais, ante 32 reais, com recomendação “overweight” (acima da média do mercado). Os analistas também elevaram o preço-alvo da Porto Seguro, maior seguradora independente do Brasil, para 32 reais, ante 31 reais, com recomendação “neutra”.

“Embora mais resiliente que a maioria dos outros setores, o mercado de seguros não está totalmente protegido contra altos e baixos”, disse a nota. “Em um mundo totalmente diferente, temos a BB Seguridade. Beneficiando-se das oportunidades existentes de venda cruzada e de um cenário em geral melhor para suas principais linhas de negócios, a gigante deve superar mais uma vez as expectativas do mercado.”

No caso da SulAmérica, os analistas cortaram o preço-alvo para 15,80 reais, ante 18,50 reais, e mantiveram a recomendação “underweight” (abaixo da média do mercado) para o papel.

(Por Guillermo Parra-Bernal)

Preço ainda é o item mais importante na compra do seguro, com 49,5% das respostas de uma pesquisa

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Com objetivo de verificar o motivo determinante para a contratação do seguro automotivo, a corretora on-line EscolherSeguro preparou uma pesquisa inédita com a participação de 1.637 clientes que realizaram cotações durante o mês de maio. Entre os quesitos destacados no levantamento, o item custo benefício alcançou a preferência com 49,5%, seguido pela reputação da seguradora (22,6%), conjunção dos serviços prestados (15,4%), apólices com proteções mais adequadas (8,6%) e indicação de amigos e familiares (3,9%).

De acordo com Pieter Lekkerkerk, CEO da EscolherSeguro, o resultado evidencia que a maioria dos consumidores analisa as vertentes que envolvem a apólice de cada seguradora para definir a contratação mesmo sem possuírem conhecimento aprofundado do mercado. “Apesar dos clientes levarem em conta a reputação das seguradoras, esse não é o fator principal para tomada da decisão. Realmente já suspeitávamos que o custo benefício fosse mais importante para as pessoas”, afirma.

Apesar de acreditarem que a escolha do seguro envolve a opção pelo melhor custo benefício – não significando necessariamente que a apólice terá o menor preço – 52,7% dos consumidores afirmam ter conhecimentos básicos sobre o mercado de seguros. Já 24,5% se intitulam como intermediários e 9,3% conhecedores profundo do segmento. O dado mais preocupante ficou constatado pelo fato de 13,5% declararem não ter nenhum entendimento sobre o assunto. “A população em geral não tem informações sobre seguro, haja vista que a maioria das escolas no País não possui aulas de educação financeira. Com essa limitação, também prevíamos que a maioria saberia apenas o básico”, ressalta Lekkerkerk.

Além do fator primordial no que se refere aos valores, a pesquisa coletou a opinião dos consumidores sobre o serviço mais essencial prestado pelas seguradoras. Para 26,5% dos participantes o fundamental é a assistência 24 horas, seguido pelo atendimento após sinistro (21,2%), inclusão de seguro residencial e vida (3%) e lista de oficinas credenciadas (2,3%). No entanto, para 47% a união e a qualidade de todos os serviços são imprescindíveis. “O atendimento em geral da seguradora faz parte da avaliação de custo benefício. Faz sentido que o cliente dê prioridade a esse quesito para a compra”, argumenta o executivo.

O novo levantamento elaborado pela EscolherSeguro é uma continuidade do trabalho executado em pesquisas anteriores que mediram a avaliação dos clientes sobre o trabalho das seguradoras que atuam no País. Segundo Lekkerkerk, o objetivo é entender melhor o mercado de seguros brasileiro e analisar de forma mais esclarecedora o que o cliente anseia.

Moody’s: Aumento da concorrência afeta a margem de lucro das resseguradoras brasileiras

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O mercado de resseguros brasileiro continua a apresentar oportunidades de crescimento significativas para novos participantes de mercado, mas o ambiente competitivo tem levado a uma competição de preços elevada entre as resseguradoras e queda de suas margens de lucro, disse a Moody’s Investors Service em seu novo relatório: “Brazilian Reinsurance: Sector Profile” (Resseguro no Brasil: Perfil Setorial).

Desde a abertura do mercado de resseguros em 2008, após o final do monopólio exercido pelo IRB Brasil Resseguros (IRB), o mercado brasileiro cresceu a uma taxa real acumulada de 29%. A expansão foi sustentada pelo crescimento da economia brasileira, pelos projetos de desenvolvimento de infraestrutura, assim como pelo crescimento do mercado de seguros brasileiro e por restrições regulatórias que beneficiam as resseguradoras locais. Em 203 o total de prêmios emitidos pelo mercado de resseguros foi R$7,0 bilhões.

A Moody’s observou que o crescimento do mercado de resseguros no Brasil nos últimos anos tem atraído resseguradoras ao redor do mundo. Mais de 00 resseguradoras obtiveram autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para operar no Brasil. No entanto, após uma expansão inicial no número de participantes no mercado, esse número começou a diminuir nos últimos dois anos, sugerindo que o mercado está começando a se consolidar.

Os novos participantes proporcionaram aumento substancial da capacidade do mercado de resseguros em dar suporte às seguradoras, mas também intensificaram a competição, uma vez que a capacidade atual excede as oportunidades de crescimento do mercado. O excesso de capacidade no mercado, combinado com estratégias agressivas de preços de alguns dos novos participantes, que tem como objetivo aumentar sua participação de mercado, pressionaram os preços — principalmente no segmento de garantia — resultando em uma tendência de queda na lucratividade das resseguradoras brasileiras locais, segundo o relatório da Moody’s. A agência de rating também destacou que a mudança de foco para resultados de subscrição, políticas e controles será essencial para uma melhora na lucratividade nos próximos períodos. Além disso, o retorno das taxas de juros (SELIC) para patamares de dois dígitos (,0%) vai melhorar os resultados de investimentos e impactar positivamente a lucratividade no futuro.

Finalmente, a Moody’s observa que — dada a dimensão de sua economia e do mercado de seguros — o Brazil está se tornando um hub regional para resseguros na América Latina. Algumas resseguradoras estabelecidas no Brasil começaram a expandir operações em outros países na América Latina, o que proporciona diversificação de riscos e de receitas. No entanto, operar em países na Costa do Pacífico, que tem grande exposição a atividades sísmicas e a tempestades, introduz riscos adicionais.

Os assinantes das pesquisas da Moody’s podem acessar este relatório no

https://www.moodys.com/researchdocumentcontentpage.aspx?docid=PBC_72975

Tokio Marine Seguradora lança página oficial no LinkedIn

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De acordo com relatório divulgado recentemente pela consultoria Comscore sobre o uso da internet no Brasil, o LinkedIn, rede social com foco profissional, passou o Twitter e se tornou a segunda rede social mais acessada a partir de desktops e notebooks. Segundo a consultoria, o LinkedIn atingiu a marca de 11,8 milhões de usuários ativos em fevereiro deste ano, contra 11,3 milhões do Twitter.

Atenta ao sucesso da rede e às ferramentas de contratação e busca de novos talentos, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, lança oficialmente sua página no LinkedIn. A Companhia divulgará conteúdos sobre seus diferenciais, serviços, produtos e políticas, mensagens motivacionais, dicas de gerenciamento de tempo, gestão de pessoas, incentivo à venda, informações e debates sobre a área de seguros, além de temas de interesse geral, como dicas de vagas, de segurança, carreira, entre outros.

“O uso da ferramenta pelas empresas é uma prática que está se iniciando no Brasil e, além de mostrar que estamos atentos às tendências da Internet e demais inovações tecnológicas, o lançamento de nossa página vai ao encontro da nossa estratégia de identificação e retenção de talentos. Com o site, poderemos demonstrar aos candidatos, Colaboradores, Corretores e o público em geral o quanto valorizamos nosso capital humano”, afirma o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura.

O LinkedIn é voltado para contatos profissionais e informações institucionais de marcas e tem sido amplamente utilizado para anúncios de oportunidades de colocação profissional. “A página da Tokio Marine terá comunicação focada especialmente nos candidatos a vagas, mas também serão publicados conteúdos para Parceiros e Clientes”, explica Itakura.

A Tokio Marine está presente também no Facebook, líder na categoria redes sociais, com 65,9 milhões de usuários, conforme informa a pesquisa da ComScore. Desde o lançamento de sua página, em setembro do ano passado, a Seguradora passou de 3,4 mil para 48 mil seguidores em sua fanpage.

“Em 2013, a Tokio Marine também foi considerada uma das melhores empresas para se trabalhar pelo Great Place to Work®, sendo eleita na categoria ‘Grandes Multinacionais ou Nacionais’ da pesquisa. Neste ano, continuaremos investindo em nossas pessoas para mantermos a escolha como uma boa empresa para se trabalhar”, conclui Masaaki Itakura.

Moody´s ratifica grau máximo local à Chubb do Brasil

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Pelo sétimo ano consecutivo, a agência de classificação de risco Moody’s Investors mantém o rating da Chubb do Brasil em Aaa.br na escala local, o mais alto grau de investimento. De acordo com a agência, a classificação reflete a diversificação favorável de produtos da empresa, a sólida capitalização e sua eficiência de distribuição através de múltiplos canais. A Chubb tem sido historicamente capaz de identificar rapidamente o cenário e tendências de mercado, interrompendo a oferta de seguros não rentáveis, quando necessário. Outro indicador avaliado pela Moody´s é o fato de a capacidade operacional da companhia ser sustentada por uma infraestrutura local bem estabelecida e pela troca de experiência e conhecimentos com sua matriz e filiais nas principais áreas operacionais – como a subscrição, finanças, atuarial e sinistros.

Itaú cria seguradora para atuar em seguros de danos

A Susep divulgou nesta sexta-feira normativo com aprovações das decisões tomadas em assembleia geral extraordinária realizada em 20 de junho de 2014 pelo Itaú. Entre elas mudança da denominação social UBB Participações para Itaú Seguros Soluções Corporativas, com capital de R$ 15 milhões e autorização para a seguradora operar com seguro de danos em todo o território nacional. A abertura da empresa se dá como forma de transferir para a Ace a carteira de grandes riscos, negociada por R$ 1,5 bilhão, em acordo divulgado no mês de junho.

Ressegurador vê melhora no risco de aeroportos brasileiros

Fonte: Cnseg

AGCS Daniela_Murias_106x70Como o mercado ressegurador avalia os aeroportos brasileiros? Essa e outras perguntas sobre o segmento de aviação são o tema da entrevista com Daniela Murias, diretora de Aviação da Allianz Global Coporate & Specialty (AGCS), ligada ao grupo Allianz, concedida com exclusividade para o portal da CNseg.

Como está o mercado aeronáutico com tantos acidentes, continua soft com a concorrência ou entrou numa fase mais hard?

É importante pontuar que para uma análise adequada de tendência de aumento ou redução de acidentes teríamos que comparar não somente o número absoluto de ocorrências, mas também outros fatores como o número de acidentes em proporção à frota de aeronaves no Brasil, número de fatalidades, acidentes envolvendo perdas totais ou parciais de aeronave, entre outros. Segundo registros da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), os números absolutos de acidentes na aviação civil no Brasil foram de 159 em 2013, 176 em 2012, 151 em 2011 e 98 em 2010. Já o número de aeronaves pertencentes à essa mesma categoria foi de 13.284, 14.236, 15.019 e 15.704 nos mesmos anos. Fazendo um quadro comparativo fica mais fácil perceber que o número de acidentes em proporção à frota é estável e, na verdade, apresentou uma redução em sua última medição em 2013, com 20.662 e 159 acidentes, o que resulta em uma taxa de 0,770%. Em 2012, eram 19.769 com 176 acidentes (0.890%); em 2011 a proporção ficou em 0,807%, com 18.710 aeronaves para 151 acidentes.

Mesmo assim, as taxas no Brasil estão num bom momento para o segurado?

Independente dos números de acidentes, é notável que a concorrência no mercado de seguros e resseguros no Brasil tem se intensificado nos últimos anos e definitivamente a redução significativa nas taxas de seguro/resseguro tem sido bem superior à redução no número de acidentes aeronáuticos. Novas seguradoras e resseguradoras começaram a atuar no ramo nos últimos anos e a tendência natural de redução, seguindo ainda os reflexos de abertura do mercado de resseguros no Brasil, se intensificou. O grande desafio das empresas do setor é selecionar seus riscos ainda com mais critério e assim tentar manter bons resultados apesar das reduções de prêmio/taxas.

Como o grupo avalia o risco no Brasil, com aeroportos em obras?

A carteira de aeronáuticos cobre especificamente as operações dos aeroportos e não propriamente as obras, que são absorvidas pelas carteira de Engenharia e Responsabilidade Civil Geral. Os investimentos feitos nos principais aeroportos do país são vistos como uma perspectiva de melhora e profissionalização. É esperado que a médio e longo prazo nossos aeroportos tenham a mesma eficiência de grandes aeroportos referenciais nos EUA e Europa, até mesmo porque muitas concessionárias vencedoras das licitações no Brasil têm experiência em aeroportos de grande movimento em outros países. Além disso, as concessionárias estão cientes de que somente com a ampliação e melhoria desses serviços poderão atender à demanda crescente no país para eventualmente recuperar seus investimentos e lucrar. É claro que por outro lado, a “exposição” das seguradoras / resseguradoras aumenta (com o aumento do número de voos, novas pistas e terminais etc) e a precificação do risco seguirá também esses fatores, mas a expectativa geral dos analistas de risco é positiva.

Vocês foram a resseguradora das obras de aeroportos no Brasil? Quais?

A área de Aviação da AGCS faz o resseguro da operação nos aeroportos e tem como clientes Guarulhos e Confins, além de apólice que cobre todos os aeroportos que não foram privatizados. Já a área de Engenharia está com as obras do Galeão.

Recentemente foi publicado um estudo dizendo que o Brasil está entre os piores aeroportos do mundo. Como o mercado de resseguros avalia a infraestrutura de aeroportos brasileira?

É indiscutível que os aeroportos brasileiros, especialmente os mais movimentados como Guarulhos, precisam aprimorar os seus serviços e estrutura e esse foi um dos motivos para que o governo federal cedesse a administração dos principais aeroportos brasileiros para a iniciativa privada, que por sua vez estava disposta a investir para ampliar e melhorar os serviços nestes aeroportos, aumentando a eficiência e, consequentemente, obtendo lucratividade. É claro que esses projetos são a médio e longo prazo, mas é evidente a melhora por exemplo em Guarulhos, que teve, por exemplo, um aumento expressivo no número de vagas de estacionamento, abertura de um novo terminal e a melhoria dos acessos.

Existe uma perspectiva real de melhora no setor de infraestrutura aérea no Brasil?

Isso é claro, como também é evidente não se tratar unicamente de um pico de operação por eventos esportivos, já que o movimento regular e expectativa de crescimento já justifica por si só necessidades massivas de investimentos. Ainda sobre esse estudo, não podemos esquecer que ele também menciona grandes aeroportos americanos e europeus como o de Chicago, Nova Iorque, Paris e Londres na mesma lista dos “10 piores”. Alguns critérios da pesquisa são discutíveis, pois, por exemplo, não é por acaso que os aeroportos mais utilizados são os mais lembrados pelos usuários. Acredito que no caso de Guarulhos a principal reclamação dos usuários seja o atraso nas esteiras de bagagem e filas na imigração em horários de pico de voos oriundos dos EUA e Europa, que são que realmente necessitam de atenção imediata.

Essas medidas são necessárias?

Do ponto de vista do seguro/resseguros são extremamente necessárias e espera-se que tais investimentos reduzam o número de ocorrências de sinistros nessa área, desde o que chamamos de ocorrências pequenas e frequentes – extravio de bagagem e incidentes com usuários por condições inadequadas de estrutura no aeroporto – até exposições mais severas como ocorrências relacionadas à segurança nos aeroportos.

Quais são os riscos que mais assustam os executivos de seguros envolvidos nos contratos brasileiros?

Os contratos brasileiros cobrem tipicamente os riscos que chamamos de aviação geral (aeronaves civis, de uso executivo/privado ou comercial). A alta concorrência entre as seguradoras tem feito com que os prêmios de seguro, especialmente nesse segmento, despencassem nos últimos anos, tornando ainda mais desafiador manter uma carteira sólida e rentável a longo prazo. Além disso, a exposição de responsabilidade civil no Brasil tem notavelmente crescido nos últimos anos, comparando-se em muitos casos aos limites de indenização que vemos nos EUA e Europa. Apesar disso, os resseguradores tem mantido grande interesse nos negócios brasileiros, até porque a aviação brasileira, diferente de outras regiões no mundo, ainda apresenta potencial sólido de crescimento.

Qual a expectativa da AGCS com a carteira de seguro aeronáutico?

A carteira de seguros aeronáuticos é um dos pilares da carteira de grandes riscos para a AGCS no mundo, incluindo a região da América Latina. É uma carteira diferenciada, que exige profissionais capacitados e experientes. Esse tem sido um dos diferenciais que a AGCS tem mostrado ao mercado, sendo amplamente reconhecida por seu expertise e capacidade de liderança, desde pequenas aeronaves até linhas aéreas. A expectativa é de crescimento sustentável, com competitividade especialmente em riscos dentro do foco de subscrição, sendo atualmente a única resseguradora internacional com presença local,com underwriters e escritório locais.

Brasilprev atinge a marca de 2 milhões de planos

brasilpreveRelease

A Brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada do país, atingiu em fevereiro deste ano mais uma marca histórica: 2 milhões de planos, um crescimento de 5,2% em comparação ao mesmo período de 2013. Este indicador afirma o aumento da adesão dos brasileiros à previdência privada. A partir da análise das vendas novas da Brasilprev entre janeiro e março de 2014, a companhia constatou que mais de 111 mil planos foram somados à sua base ativa, nesses três meses, o que representa um crescimento de 69% em comparação ao mesmo período de 2013, quando a companhia registrou aumento de mais de 65 mil planos.

Senado mantém corretores de seguros no Supersimples

Mais uma etapa da luta dos corretores de seguros vencida. Mas ainda falta vencer uma barreira: a sanção presidencial. O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) por unanimidade (56 votos favoráveis) projeto de lei que prevê a “universalização” do Supersimples (regime de pagamento simplificado de tributos para micro e pequenas empresas). Aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, o texto seguirá para sanção ou veto presidencial. Os deputados também contemplaram corretores de imóveis, além dos de seguros, advogados e fisioterapeutas, categorias que atualmente integram uma tabela intermediária do Supersimples e não recebem corte de tributos, apenas facilidade no pagamento. O benefício foi mantido pelos senadores.

Segue release da Fenacor

Senado aprova projeto do Simples, incluindo emenda de Armando Vergilio

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), por unanimidade, projeto de lei que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), regime de tributação simplificado para micro e pequenas empresas (PLC 60/2014). A proposta vai à sanção presidencial. O texto aprovado estabelece que o enquadramento de empresas no Supersimples não será mais por categoria, mas sim pelo faturamento.

O Plenário manteve ainda mudança feita na Câmara em relação ao enquadramento de algumas atividades de serviços, como a corretagem de seguros, que passa da tabela de maior valor (tabela seis), criada pelo projeto, para a tabela três, de menor valor dentre as do setor de serviço. Essa emenda foi apresentada pelo deputado Armando Vergilio (SDD-GO), presidente licenciado da Fenacor, a quem coube também presidir a comissão que analisou a matéria, na Câmara. A nova tabela criada pelo projeto entrará em vigor em 1º de janeiro do ano seguinte ao da publicação da futura lei.

CORRETORES. Lideranças dos corretores de seguros de todo o Brasil já se movimentam para convocar toda a categoria visando ao acompanhamento do processo de sanção pela presidente Dilma Rousseff, o que deve ser feito em 15 dias. Essas lideranças lembram que esta é a 4ª vez que a atividade “Corretagem de Seguros” foi incluída pelo Congresso Nacional no Simples, após amplo acordo entre todas os partidos. Nas vezes anteriores, contudo, o Palácio do Planalto vetou essa possibilidade, pressionado por burocratas da Receita Federal.
Com isso, os corretores de seguros continuaram a sofrer grande injustiça, em um bullying fiscal e tributário injustificável, que pode ter um fim agora, desde que a presidente Dilma Rousseff faça justiça, não vetando esse antigo pleito da categoria e, dessa forma, corrigindo antiga distorção.