Jovens têm piora na educação financeira em 2014

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De acordo com a segunda edição do Indicador de Educação Financeira, brasileiros entre 16 e 24 anos tiveram nota abaixo da média e registraram queda em relação a 2013. Metade da população do país teve nota entre 0 a 6 e somente 3% atingiu pontuação maior do que 8. O índice 2014 mostra ainda que o número de pessoas que poupam caiu em todas as classes sociais. Os bancarizados apresentaram maior nível de educação financeira. População pode entrar no site da Serasa, fazer o teste e verificar sua nota

Os jovens com idade entre 16 e 24 anos, além de terem o nível mais baixo de educação financeira, tiveram piora em relação ao ano passado. Esta foi uma das conclusões da segunda edição do Indicador de Educação Financeira (IndEF) 2014, elaborado pela Serasa Experian, e IBOPE Inteligência, apresentado hoje, 07 agosto, na sede da Serasa Experian. Com o indicador, o Brasil passa a ser o único país do mundo a ter uma metodologia que permite conhecer e acompanhar o nível de educação financeira da população.

“Nosso objetivo é mostrar anualmente o nível de educação financeira do brasileiro para apoiar a medição de resultados em empresas, na sociedade civil organizada e junto aos governos, que encaram o grande desafio de educar financeiramente nossos consumidores”, afirma o presidente da Serasa Experian, José Luiz Rossi.

O IndEF 2014, que trabalha em uma escala de 0 a 10, deu média 6 aos brasileiros, a mesma nota de 2013. Quanto maior o índice, maior o nível de educação financeira. Este ano, no entanto, os jovens tiveram o pior desempenho. O grupo de 16 a 17 anos apresentou queda em relação à nota do ano passado: de 5,9 para 5,5. Os brasileiros que têm entre 18 e 24 também caíram na comparação com 2013, de 5,9 para 5,8.

Para a criação do IndEF foram entrevistadas – no primeiro trimestre de 2014 – 2.002 pessoas maiores de 16 anos de idade, em 140 cidades de todos os Estados brasileiros e do Distrito Federal, incluindo capitais, periferia e interior.

O Indicador é composto por três subíndices referentes a finanças pessoais e familiares dos brasileiros: o Conhecimento, a Atitude e o Comportamento, tendo cada um deles um peso diferente: Atitude (24%), Conhecimento (26%) e Comportamento (50%).

O subíndice Conhecimento avalia o entendimento de conceitos financeiros, o subíndice Atitude avalia como o entrevistado enxerga a sua relação com o dinheiro e, por fim, o subíndice Comportamento, que mede as ações do entrevistado no seu dia a dia (como, por exemplo, se ele gasta mais do que ganha, se guarda dinheiro e se planeja o futuro). No IndEF 2014, como em 2013, o subíndice Conhecimento é o que atinge valores mais altos, seguido do Atitude e, por fim, a dimensão Comportamento.

serasa 2Além da nota geral, o IndEF estabeleceu um critério de classificação dos indivíduos. Assim, considerando como nível 1 notas até 5, com 18% da população. No nível 2, foram levados em conta valores maiores que 5 até 6, representado por 32% dos brasileiros. O nível 3 representa 31%, com valores maiores que 6 a 7. No intervalo entre 7,01 e 8, o nível 4, encontram-se 16% dos consumidores. E, finalmente, no nível 5, com valores maiores que 8, estão apenas 3% dos indivíduos. A idade também é um fator que interfere no IndEF. À medida que as pessoas ficam mais velhas, nota-se uma melhora da educação financeira.

Todo brasileiro pode saber qual é seu nível de educação financeira
Clique aqui e faça o teste:
http://www.serasaconsumidor.com.br/testes

A pesquisa completa do IndEF pode ser acessada neste link: http://serasaconsumidor.com.br/indef/

SulAmérica, Mapfre e Porto Seguro entre as melhores em atendimento do ranking Exame e IBRC

atendimentoTrês seguradoras e e cinco operadoras de planos de saúde constam entre as 100 empresas no levantamento feito pela revista Exame em parceria com o Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente (IBRC): Golden Cross (17) SulAmérica (22), Mapfre (24), Porto Seguro (38), Amil (41), Unimed Paulistana (78), Unimed Rio (84) e Intermédica (86). As cinco primeiras empresas mais pontuadas no ranking de atendimento ao cilente foram American Express, Natura, Boticário, Coca-Cola, Nethoes.

Veja o ranking completo no portal da Exame no link

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/o-ranking-do-atendimento-ao-cliente-em-2014

AGCS lança relatório sobre aumento de riscos com expansão do Canal do Panamá

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A Allianz Global Coporate & Specialty (AGCS), braço de resseguros do grupo Allianz, lança o relatório Panama Canal 100: Shipping Safety and Future Risks. Com o 100° aniversário do Canal do Panamá, a resseguradora alerta sobre o aumento de riscos que será gerado com o plano de dobrar a capacidade de transporte de carga dos navios que transitam na via.

O estudo identifica que o valor dos bens assegurados que transitam na área do canal pode aumentar em mais de US$ 1 bilhão por dia após a conclusão do Projeto do Terceiro Grupo de Eclusas, que inclui a construção de dois novos conjuntos de eclusas, criando uma terceira via de passagem para grandes navios.

Todos os anos, mais de 12 mil barcos navegam pelo Canal, quantidade que pode crescer significativamente com a inauguração das novas eclusas em 2015. A previsão é que a expansão vá permitir que 12 a 14 embarcações de grande porte possam passar por dia pelo local – um aumento de 4.750 navios.

Com aproximadamente 3% ou US$ 270 bilhões do comércio marítimo mundial já transitando pelo Canal do Panamá todos os anos, a passagem segura de embarcações é fundamental. No entanto, especialistas da AGCS alertam que o aumento do tráfego e navios de grande porte pode impactar o recorde de segurança conquistado na última década, inclusive com aumento de riscos durante o período inicial de abertura do canal.

O Capitão Rahul Khanna, diretor de Riscos Marítimos da AGCS, explica o impacto de gerenciamento de risco potencial dessa expansão: “Grandes navios representam maiores riscos. A enorme quantidade de carga transportada significa que um acidente grave tem potencial de levar a uma perda considerável e maior perturbação. Por exemplo, um navio de 12.600 TEU totalmente carregado é tão extenso quanto quatro campos de futebol com um raio de até 49 metros e pode ter sozinho um valor de carga segurada de US$ 250 milhões”.

Se estiver operando em sua capacidade total projetada após a expansão, AGCS estima que isso poderá resultar em um adicional de US$ 1,25 bilhão em bens segurados que passam pelo Canal em um dia, com navios maiores desempenhando um papel fundamental no aumento da capacidade de processamento.

Esses novos navios podem representar grandes desafios no quesito resgate. Em caso de acidentes, pode haver um número insuficiente de especialistas de salvamento qualificados para lidar com os chamados navios-Panamax.

Impacto regional cresce

Com navios maiores em movimento na região, um incidente também pode afetar o tráfego nos principais portos nos Estados Unidos e em outros países, resultando em um potencial aumento da interrupção de negócios e perdas de seguros.

Além disso, portos e terminais americanos no Leste e na costa do Golfo estão expostos a furacões. Os navios que transportam maiores concentrações de bens segurados vão passar mais tempo nesses portos, o que representa um aumento do risco. Por exemplo, uma grande parte das perdas da Supertempestade Sandy em 2012 foi por conta da inundação dos portos na região Nordeste dos Estados Unidos.

Para atender os grandes navios também são necessárias mudanças nos portos mundiais junto à cadeia de fornecimento do canal, o que representa uma série de novos desafios. Além disso, serão necessárias atualizações adicionais de infraestrutura para lidar com o aumento do volume. A capacidade de processamento terá de ser melhorada para evitar gargalos nos portos. A navegabilidade é crítica: correntes de ar e de água precisam ser suficientes para permitir a passagem segura dos navios com contêineres maiores.

Outro grande desafio é a manipulação real de navios de maior porte. Procedimentos operacionais dos portos terão que ser revistos no que diz respeito às limitações de vento e do tempo, dadas às margens operacionais apertadas que esses navios terão de enfrentar.

Por outro lado, uma rota marítima expandida da Ásia para o leste dos EUA / Costa do Golfo poderia levar a uma redução do risco em outra área, como explica o capitão Allan Breese, Engenheiro Sênior de Risco Marítimos da AGCS: “Quanto mais tempo você mantem um contêiner em um navio e não fica fazendo transbordos de um meio de transporte para outro, melhor”.

Treinamento de qualidade é a chave para a mitigação de risco

A AGCS acredita que o treinamento é fundamental para mitigar os novos riscos envolvidos, tanto na própria região do Canal quanto nos portos afetados.

Como o capitão Khanna explica: “A expansão do Canal do Panamá irá representar um novo ambiente de transporte para muitos marinheiros. Com o aumento do número de navios de grande porte que passam por essa importante hidrovia, o nível de formação dos pilotos será extremamente importante. A tentativa de manobrar uma dessas embarcações em espaço restrito por si só cria um risco muito maior”.

As autoridades do Canal do Panamá têm investido em formação de marinheiros, incluindo planos para fretar um navio para a prática de manobras na nova passagem. No entanto, a formação pode não preparar completamente o profissional para lidar com as situações que podem ocorrer com uma embarcação. “É extremamente importante saber que os processos e sistemas em vigor são dinâmicos e que a indústria aprende com os erros, porque, inevitavelmente, alguns serão cometidos. Mesmo com o treinamento, os profissionais só poderão realizar o procedimento com alguns navios. Quando o canal for efetivamente aberto, uma série de embarcações com características diferentes irão passar pela via e isso sim será um desafio”, diz Capitão Khanna.

Perdas em foco

Entretanto, a análise da AGCS identifica que a região do Canal do Panamá tem um histórico de segurança que tem melhorado constantemente ao longo dos últimos anos, com um total relativamente baixo de 27 acidentes de navegação ao longo da última década, incluindo apenas duas “perdas totais”.

Essa taxa de acidentes de cerca de um em cada 4.000 trânsitos é comparada favoravelmente com outros cursos de água importantes como o Canal de Suez (1 em 1100 trânsitos) e o Canal Kiel (1 em 830 trânsitos). Os navios graneleiros, de carga e os porta-contêineres são os que mais passam pelo canal, por isso, representam mais de 75% de todos os incidentes no local desde 2002.

Em um ambiente de transporte relativamente controlado, a causa mais comum de incidentes desde 1993 é o contato com as paredes e colisões entre navios, que representam quase 60% dos incidentes analisados ​​pela AGCS. Danos Máquinas e insucesso ocupam a terceira posição, representando mais de 20%.

Brasil impulsiona crescimento da Willis na América Latina no segundo trimestre de 2014

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A Willis Group, consultoria de riscos e corretora global de seguros e resseguros, anuncia os resultados do segundo trimestre de 2014. Entre os principais destaques do trimestre, encerrado em 30 de junho de 2014, estão:

· As receitas totais reportadas, que incluem comissões e fees, receita financeira e outros rendimentos, foram de US$ 935 milhões, um aumento de 5,1% comparado ao mesmo período de 2013
·Crescimento orgânico em comissões e fees de 4,5%
·Lucro líquido no período de US$ 47 milhões, ou US$ 0,26 por ação
·Margem operacional de 15,8%
·A região da América Latina apresentou um crescimento em torno de 15% no trimestre, impulsionada, principalmente, por fortes resultados no Brasil

Dominic Casserley, CEO Willis Group, comenta, “A Willis teve um crescimento representativo em receitas em muitos de seus negócios e um modesto, mas importante, crescimento em resseguros onde o mercado enfrenta alguns desafios. Este é o resultado de nossa diversidade em geografias, setores e linhas de negócios e reflete também os investimentos acumulados que temos feito, no segundo semestre do ano passado, em talentos para produção de receitas e serviços à clientes e recursos de gerenciamento de risco.” Casserley continua, “Continuaremos a investir seletivamente em talentos, mas esperamos que o crescimento de despesas de salários e benefícios, excluindo aquisições, seja moderado durante a segunda metade do ano em comparação com o mesmo período do ano anterior”.

A divisão Internacional, na qual o Brasil está inserido, registrou um crescimento orgânico de 5,6% em comissões e fees em comparação com o mesmo período em 2013. A América Latina apresentou crescimento de 15% no trimestre, impulsionada, principalmente, por fortes resultados no Brasil. As operações na Europa Ocidental cresceram 1% no trimestre, mas com forte desempenho na região da Península Ibérica e na Noruega. Já a Europa Oriental apresentou crescimento de um dígito, com bons resultados na Rússia e Polônia. Na Ásia as operações continuam fortes, lideradas pelo crescimento em nossos negócios de Global Wealth Solution.

Indústria automobilística registra julho superior, informa Anfavea

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O desempenho da indústria automobilística em julho aponta melhora com relação ao mês anterior, segundo dados divulgados na quarta-feira, 6, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea. No sétimo mês do ano foram comercializados 294,8 mil autoveículos, 11,8% maior do que as 263,6 mil unidades de junho.

Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o segundo semestre deste ano apresentará dados positivos em licenciamento, produção e exportação em razão de alguns fatores: “A segunda metade do ano terá mais dias úteis do que a primeira e, historicamente, este período apresenta desempenho superior. Além disso, acreditamos que as medidas anunciadas nos últimos dias trarão aumento de liquidez para a economia brasileira como um todo”.

Os dados de julho foram superiores também para produção e exportação ao defrontar julho contra junho. Foram produzidos em julho 252,6 mil autoveículos, o que representa crescimento de 17% em relação as 215,9 mil de junho. As exportações também terminaram o período em alta de 40,2%: foram 34,2 mil unidades em julho e 24,4 mil no mês anterior.

Nas comparações com os resultados de 2013, contudo, o licenciamento de julho deste ano aponta queda de 13,9% ao se comparar com as 342,3 mil do mesmo mês de 2013. No acumulado do ano o declínio é de 8,6%: 1,96 milhão em 2014 e 2,14 milhões no ano passado.

A produção dos primeiros sete meses, de 1,82 milhão de veículos, está 17,4% abaixo das 2,20 milhões do mesmo período do ano passado. Já no comparativo mensal a produção fechou julho com retração de 20,5% – 317,9 mil unidades foram fabricadas em julho de 2013.

Nas exportações a baixa foi de 35,4%: foram 204,4 mil no acumulado de 2014 e 316,4 mil no ano passado. Ao analisar o resultado do mês, foram enviados para outros países 34,2 mil produtos, decréscimo de 36,7% frente as 54,1 mil de julho do ano passado.

Máquinas autopropulsadas
O resultado das vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias em julho de 2014, com 6,4 mil unidades, ficou 8,8% acima das 5,9 mil unidades de junho e 16% menor ao defrontar com as 7,6 mil de julho do ano passado. As vendas no acumulado registram queda de 19,2% quando comparadas as 39,4 mil unidades deste ano com as 48,7 mil de 2013.

A produção de máquinas autopropulsadas em julho deste ano ficou 7,7% inferior do registrado em julho de 2013 – 8,8 mil contra 9,5 mil – e 50,7% acima das 5,8 mil fabricadas em junho passado. Nos sete primeiros meses as 49,2 mil unidades estão 15,1% abaixo das 57,9 mil de igual período de 2013.

No período acumulado das exportações o desempenho de máquinas recuou 5,8%: foram 7,9 mil este ano e 8,4 mil em 2013. No comparativo mensal o segmento apresentou resultado positivo em julho com alta de 9,1%, quando confrontadas as 1,3 mil unidades e as 1,2 mil de junho, e retração de 2,6% com relação as 1,4 mil unidades em julho do ano passado.

Caminhões
Com 77 mil produtos comercializados, o segmento de caminhões registrou nos sete primeiros meses decréscimo de 13,6% frente as 89,1 mil de 2013. Ao analisar o resultado do mês, foram licenciadas 12,4 mil unidades, maior em 17% ao se comparar com as 10,6 mil de junho deste ano e menor em 18,2% sobre as 15,1 mil de julho de 2013.

No último mês foram produzidas 12,3 mil unidades, 50,5% a mais do que em junho, quando o segmento encerrou o mês com 8,2 mil unidades, e inferior em 30,5% com relação as 17,7 mil de julho de 2013. No acumulado as 88,3 mil unidades produzidas em 2014 estão 20,7% menores do que as 111,3 mil de 2013.

As exportações encerraram o mês com recuo de 19,4%, ao se comparar os 1,3 mil caminhões de julho com os 1,6 mil de junho, e diminuição de 39,5% frente as 2,1 mil unidades exportadas em junho do ano passado. O resultado nos sete primeiros meses de 2014, com 11 mil unidades, está 17,9% inferior com relação as 13,4 mil de 2013.

Ônibus
Em julho foram produzidos 2,9 mil chassis de ônibus, alta de 12,9% contra as 2,5 mil de junho deste ano. Por outro lado as unidades fabricadas no sétimo mês deste ano mostram decréscimo de 22,9% sobre julho do ano passado com 3,7 mil unidades e no acumulado 12,8% – foram 22,1 mil este ano e 25,3 mil em 2013.

De janeiro a julho foram licenciadas 15,6 mil unidades, baixa de 15,3% contra as 18,4 mil de igual período de 2013. Só no mês de julho foram comercializados 2,2 mil ônibus, acréscimo de 11,5% ante os 2 mil de junho e decréscimo de 23,6% com relação os 2,9 mil de julho do ano passado.

Mercado segurador registra vendas de R$ 73,5 bi no primeiro semestre, alta de 3,2%

castiglioneO mercado segurador brasileiro encerrou o primeiro semestre de 2014 com lucro líquido não consolidado de R$ 8,5 bilhões, 31,2% acima dos R$ 6,5 bilhões do mesmo periodo de 2013, segundo publicação do dia 6 de agosto da Susep e consolidada pelo consultor Luiz Roberto Castiglione. Excluindo-se o resultado de coligadas e controladas o lucro líquido passa para R$ 5,1 bilhões contra R$ 3,8 bilhões do ano passado um crescimento de 33,7%.

O volume total de prêmios (com VGBL) somou R$ 75,8 bilhões 3,2% acima dos R$ 73,5 bilhões do mesmo period do ano passado, Excluindo o VGBL a produção de seguros atingiu a cifra de R$ 43,7 bilhões contra R$ 39,8 bilhões de 2013, um crescimento de 9,6%.

De acordo com o estudo, a taxa média de retorno do patrimônio líquido anualizada foi de 24,68%, acma dos 18,92% de 2013. O índice combinado representou 88,68% dos prêmios e contribuições ganhas abaixo dos 89,09% do mesmo periodo anterior. “Esse desempenho adveio do segmento de previdência e VGBL onde a margem passou de R$ 1,3 bilhão para R$ 2,2 bilhões. Tal crescimento provém de reversão de outras provisões técnicas (não detalhado pela Susep). O desvio favorável chega a R$ 680 milhões”, destaca Castiglione.

No que se refere ao segmento de seguros à margem declinou passando a representar 25,1% dos prêmios ganhos contra 26,5% de 2013. “Aqui tivemos agravamentos da sinistralidade retida e dos custos de aquisição”, comenta o consultor. As despesas administrativas se mantiveram controladas e o resultado financeiro em função do aumento da taxa básica de juros passou a ser robusto. Com isso a rentabilidade da operação foi equivalente a 22,7% dos prêmios e contribuições ganhas contra 19,8% dos mesmos em 2013.

“De fato a melhoria veio da reversão de provisões técnicas de planos de previdência tradicional e do resultado financeiro, explicado em parte pelo aumento da taxa básica de juros. Ao que parece a busca pela eficiência operacional chegou no seu limite”, conclui.

Agenda: CVG-SP recebe o superintendente da Susep, Roberto Westenberger

O CVG-SP receberá em seu tradicional almoço o superintendente da Susep, Roberto Westenberger. O evento será realizado no dia 26 de agosto, a partir das 11h45 no Terraço Itália, em São Paulo. Inscrições através do site www.cvg.org.br ou e-mail cvg@cvg.org.br

Mais informações: (11) 3331.9313 e (11) 9.6308.0220

Porto Seguro apoia ação que transforma móveis usados na SP Design Weekend

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O Porto Seguro Residência apoia a ação de sustentabilidade “O Design que transforma”, promovida em conjunto pelo Shopping Lar Center e organizadores da terceira edição da São Paulo Design Weekend, evento que ocorre entre 14 e 17 de agosto. A iniciativa é realizada em três etapas.

A primeira é a coleta de mobiliário descartado de forma incorreta nas ruas da zona norte da cidade. Ao longo desta semana, um caminhão recolherá sofás, cadeiras, racks, camas e outros móveis, que serão restaurados.

Na segunda etapa da ação, os móveis recolhidos vão passar por uma triagem no ateliê do arquiteto e designer Fabio Galeazzo. As peças que estiverem em condições de ser reaproveitadas serão acabadas em oficinas realizadas na praça de eventos do shopping, a partir de 12 de agosto. As intervenções poderão ser acompanhadas de perto por frequentadores, profissionais e estudantes das áreas de arquitetura e design.

Os móveis transformados ficarão expostos no Lar Center durante a SP Design Weekend e, depois, até 31 de agosto. O público poderá se informar a respeito dos conceitos e das ideias aplicadas na restauração das peças, a partir das explicações de promotores e também por meio de folhetos e vídeos.

Na terceira etapa do projeto, o mobiliário transformado na SP Design Weekend será doado para instituições sociais da zona norte da cidade.

A iniciativa tem como objetivo principal despertar a atenção do público para a importância da sustentabilidade, inclusive no descarte correto de móveis. A exposição das peças restauradas e dos ambientes que vão compor pretende estimular uma mudança de comportamento que priorize a destinação adequada desses itens.

Segundo Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, o apoio a essa iniciativa sustentável está em sintonia com aquelas que também são promovidas pela empresa, como as coletas de óleo de cozinha, pilhas, cartões e baterias. “Ações como essas estimulam o uso responsável dos recursos e mostram que, mesmo em casa, é possível contribuir com a preservação do meio ambiente”, destaca.

Serviço:

Porto Seguro Residência na SP Design Weekend
Coleta de móveis: primeira semana de agosto
Exposição do mobiliário transformado: 14 a 31 de agosto
Local: Shopping Lar Center (Praça de Eventos) – Av. Otto Baumgart, 500 – Vila Guilherme – São Paulo (SP)
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h
Mais informações: www.designweekend.com.br

Fitch Ratings mantém rating da Bradesco Seguros

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A Bradesco Seguros teve seu rating mantido pela agência de classificação de riscos Fitch Ratings. O rating de Força Financeira Internacional da Bradesco Seguros foi mantido em A- e o rating nacional em AAA(bra), ambos com perspectiva estável.

Segundo a Agência, a manutenção dos ratings de FFS do Grupo Segurador reflete a posição de liderança da Bradesco Seguros no mercado brasileiro, o desempenho consistente, a base de receita diversificada, a forte capacidade de distribuição apoiada pela ampla rede de Agências do Banco Bradesco e as proporções confortáveis de liquidez e capitalização.

A Agência afirma, ainda, sentir-se “confortável em relação à sólida e conservadora política de provisionamento da Bradesco Seguros, apesar da maior alavancagem da companhia”. A análise se baseia nas informações financeiras disponíveis até 31 de dezembro de 2013.

Ações da Liberty Seguros durante a Copa do Mundo da FIFA 2014™ reforçam o reconhecimento de marca da seguradora

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O patrocínio da Liberty Seguros à Copa do Mundo da FIFA 2014™ no Brasil não só triplicou o conhecimento espontâneo de marca da seguradora no mercado brasileiro. Aproximou também, ainda mais, a marca dos brasileiros e torcedores que foram aos estádios assistirem aos jogos da competição internacional. As iniciativas da empresa durante o evento – todas elas relacionadas ao mote da campanha esse é #meuexemplo, que destaca atitudes positivas que fazem a diferença no dia a dia – como oferecer serviços gratuitos de transporte para pessoas com dificuldades de locomoção, estande interativo nos estádios, área VIP e conteúdos que valorizavam bons exemplos nas redes sociais, proporcionaram novas experiências com a marca.

A preocupação com a mobilidade, temática das iniciativas sócias da companhia, foi um dos destaques da seguradora nesse período, que ofereceu o serviço de carrinhos elétricos para o transporte de pessoas com dificuldade de locomoção, dos estacionamentos até os estádios nos 64 jogos das 12 cidades-sede. A Liberty Seguros superou as expectativas de atendimento e ajudou a transportar cerca de 72 mil pessoas, facilitando o acesso dos torcedores aos estádios. Segundo Manuela Vivo, gerente de Marketing Institucional e Esportivo da Liberty Seguros, foi uma iniciativa da seguradora que garantiu, com segurança, a locomoção das pessoas com mobilidade reduzida. “Proporcionamos o máximo de conforto aos torcedores, tanto que todos os carrinhos tinham espaço para acompanhantes e para transportar também cadeira de rodas”, afirma.

Engajamento nas redes sociais – Durante a Copa do Mundo da FIFA 2014™, a Liberty Seguros produziu uma série vídeos com histórias de pessoas comuns que disseminam bons exemplos. Os filmes destacam a tolerância, cumplicidade, amor de mãe para filho, aprendizado e respeito ao adversário, tendo o futebol como pano de fundo. O conteúdo publicado nas redes sociais gerou mais de 5 milhões de visualizações no Youtube.

Fotos e brindes – Quem visitou o estande da Liberty Seguros nos estádios também pôde interagir com a marca tirando fotos nos painéis, que traziam mensagens positivas, em diferentes línguas, como por exemplo, “Cantar o hino mesmo quando a música para”, seguidas pela hashtag esse é o #meuexemplo, e uma imagem 3D do pentacampeão Cafu, estrela da campanha e embaixador da marca no país.

Desde a abertura da Copa, mais de 100.000 torcedores visitaram o estande e 40.100 brindes foram distribuídos, além das 5.462 fotos tiradas por fotógrafos profissionais no backdrop com a imagem do pentacampeão instalado em nove cidades-sede (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Natal e Fortaleza). “Foi uma mídia de relacionamento e de interatividade com os torcedores. Neste contato com a marca, eles puderam tirar fotos no backdrop com seus próprios celulares ou câmeras, receberam nossos brindes e puderam também fazer posteriormente download de suas imagens em nosso site. Uma iniciativa que gerou integração entre as nossas plataformas online e off-line”, comenta Manuela.

Mídia nas cidades-sede – Outra estratégia de ativação nas cidades-sede dos jogos foi a ativação de mídia exterior. Em seis cidades (São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza) a seguradora fez anúncios em outdoors. Na capital paulista, mineira e gaúcha a marca esteve presente em outdoors únicos e sequenciais. Já em Brasília, Salvador e Fortaleza os anúncios foram instalados em mobiliário urbano. Além disso, Liberty Seguros divulgou o patrocínio da Copa do Mundo da FIFA 2014™ e a campanha esse é o #meuexemplo com anúncios em táxis que circularam em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Salvador e Fortaleza e nas frotas de ônibus coletivos de Belo Horizonte. Ao todo mais de 106 milhões de pessoas foram impactadas com as peças e mensagens da Liberty Seguros durante a Copa do Mundo da FIFA 2014™.

Convidados, clientes e corretores – A Liberty Seguros proporcionou outras experiências com a marca durante a Copa do Mundo da FIFA 2014™. A seguradora levou corretores que participaram de campanhas de incentivo e convidados internacionais para assistirem aos jogos do mundial. Ao todos foram mais de 1.800 pessoas. Os corretores contemplados com ingressos na campanha Segura Meu Lugar, por exemplo, participaram do “Day Experience”, uma ação especial que levou os ganhadores para ver a um dos jogos das oitavas de final, com direito a “esquenta” e ao translado de ida e volta para o estádio. Para os clientes finais, a seguradora disponibilizou mais de 1.000 ingressos por meio de sua primeira campanha promocional Segura Meu Lugar, lançada em novembro de 2013.

Inclusão – Os jovens participantes do Sinal Livre, o projeto de mobilidade urbana da Liberty Seguros, também tiveram a oportunidade de assistir aos jogos da primeira fase da Copa do Mundo da FIFA 2014™. Noventa adolescentes, com ingressos concedidos pela seguradora, viram pela primeira vez uma partida da Copa do Mundo. Foram aos estádios jovens dos projetos: Escola Olodum (Salvador), Rede Cuca (Fortaleza), Associação Miríade (Curitiba), CEPAS (Belo Horizonte), CIEDS (Rio de Janeiro) e Projeto Quixote, de São Paulo, todos parceiros do Sinal Livre. “É uma iniciativa de inclusão. Muitos deles talvez não pudessem ter acesso aos jogos e proporcionamos esse momento especial na vida de cada um”, afirma Karina Louzada, superintendente de Assuntos Corporativos da Liberty Seguros.

Como parte dos esforços de inclusão, a Liberty Seguros participou com um estande no evento Football for Hope da FIFA. Durante quatro dias atletas das delegações internacionais e jovens do Complexo do Caju foram engajados com jogos que estimulavam a educação no trânsito e a mobilidade urbana. Mais de dois mil jovens estiveram no estande da seguradora e mais de 1.500 interagiram com os jogos de mobilidade urbana.